METODOLOGIA PARA O ENSINO DA MATEMÁTICA
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METODOLOGIA PARA O ENSINO DA MATEMÁTICA


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METODOLOGIA PARA O ENSINO DA MATEMÁTICA
ENSINO DA MATEMÁTICA
O ensino da Matemática deve estar voltado à formação do cidadão, que utiliza os conhecimentos matemáticos em seu cotidiano.
A presença da Matemática no cotidiano, dá a possibilidade ao professor de desafiar os alunos a encontrarem soluções aos problemas da vida diária, como por exemplo, a utilização do dinheiro (sistema monetário).
No domínio lógico-matemático, o confronto de pontos de vista propicia o desenvolvimento da capacidade de raciocínio das crianças.
Em relação a atual expectativa sobre o papel do professor no ensino de Matemática, o que não condiz com as orientações curriculares é a ideia de que o professor deve acreditar nos excelentes manuais que são indicados e segui-los à risca.
O que não se refere a um dos caminhos (recursos) para o planejamento da Matemática no Ensino Fundamental são os exercícios de fixação.
SÃO PREOCUPAÇÕES DO ENSINO DA MATEMÁTICA, ATUALMENTE: 
A formação cultural dos alunos a partir da história da Matemática e suas contribuições para o crescimento da sociedade e da humanidade em geral.
A interpretação do mundo por intermédio dos saberes da Matemática como Ciência e área de conhecimento.
	OBSERVAÇÃO: Para fins didáticos, a Matemática nos currículos escolares, está organizada em cinco grandes blocos de conteúdos. São eles, exceto: Fórmulas matemáticas.
DIFERENTES ENFOQUES DO ENSINO DE NÚMEROS 
A partir desse trecho do texto de Moreno (2006) podemos identificar uma concepção de ENSINO TRADICIONAL em que a aprendizagem é concebida como algo cumulativo e linear, com a somatória de pequenas \u201cporções\u201d de conhecimento adquirida aos poucos e onde o papel do professor pode se limitar a seguir uma progressão sistemática de definições e exercícios, apresentando aos alunos os conteúdos, como os números, passo a passo. A aprendizagem entendida como o processo, em doses \u201chomeopáticas\u201d, da aquisição de conteúdos mais simples para os mais complexos, evidencia a ideia de um aluno desprovido de conhecimentos prévios, de capacidade intelectual e alienado em relação ao contexto sociocultural exterior aos muros da escola. 
Neste enfoque, pensa-se que o treinamento é o mais importante e que as noções numéricas são construídas por meio exaustivo da repetição e memorização.
A ideia de sujeito que se tem, portanto, é a de um sujeito tábula rasa, isto é, que não possui nenhum conhecimento anterior relacionado com os conteúdos que devem ser ensinados. Somente assim, se pode compreender que se comece o ensino a partir do número .
Na perspectiva do ensino tradicional nota-se um tratamento excessivamente hierarquizado de ensinar os números. Trata-se de uma organização dominada pela ideia de pré-requisito e que desconsidera, em parte, as possibilidades de aprendizagem dos alunos. Embora se saiba que alguns conhecimentos precedem outros e deve-se escolher certo percurso, não existem, por outro lado, amarras tão forte como algumas que podem ser observadas comumente na prática do ensino de Matemática. Por exemplo, trabalhar primeiro apenas os números menores que 10, depois os menores que 100, depois os menores que 1.000, etc.
Na perspectiva tradicional o papel que os números ocupam é o de um conteúdo matemático desarticulado e descontextualizado da vida real. Ou seja, não são consideradas as práticas socioculturais vivenciadas pelo sujeito desde a tenra idade.
Outro enfoque, muito presente no discurso pedagógico, está relacionado à crença de que para ensinar Matemática, em especial os números, é preciso partir do concreto.
	Nesse enfoque, ensina-se o número como uma propriedade dos conjuntos como classes de equivalência, razão pela qual uma das atividades mais comuns é apresentar, por exemplo, desenhos de conjuntos de quatro flores, cinco automóveis, quatro borboletas e cinco bexigas cada um, para que os alunos encontrem por correspondência, os conjuntos que possuem as mesmas \u201cpropriedades numéricas\u201d.
Isso se baseia na suposição de que as crianças aprendem os números apenas por observação de conjuntos de objetos e imagens.
ADAPTAÇÃO A PARTIR DO TEXTO DE MORENO, 2006, P. 45.
Diferentemente do ensino tradicional em que a aprendizagem se dá por repetição, o ENFOQUE EMPÍRICO-ATIVISTA prioriza a aprendizagem por meio de relações lógicas que o aluno estabelece entre conjuntos e elementos. Esta é uma das diferenças a ser considerada, pois enquanto a primeira concepção \u2013 a tradicional \u2013 concebe o aluno como uma tábula rasa, a segunda \u2013 a empírico-ativista \u2013 adota-o como um sujeito puramente psicológico dotado de processos e estruturas cognitivas.
No ensino empírico-ativista considera-se a teoria dos conjuntos como a mais adequada para que o aluno compreenda os números. A ênfase empírico-ativista de que a aprendizagem se dá pela manipulação de materiais concretos, implica negativamente no papel do professor, como aquele que não assume uma intenção didática. Nessa concepção, o aluno passa a ser considerado o centro do processo e os métodos de ensino \u2013 tendo como pressupostos a descoberta e o princípio de que\u2018aprende-se a fazer fazendo\u2019 \u2013 são pautados em atividades que valorizam a ação, a manipulação e a experimentação. (Nacarato, 2005, p. 1).
Enquanto na postura tradicional os números são apresentados de forma isolada do contexto sociocultural, no enfoque empírico-ativista, os números são entendidos como a síntese das relações de contagem de conjuntos com pequenas quantidades de elementos.
Além dos papéis assumidos e das relações estabelecidas entre professor e aluno no processo de ensino e aprendizagem, um problema presente no enfoque tradicional e empirista, se refere ao tratamento didático do conteúdo, ou seja, a forma como os números são ensinados. Em ambas as perspectivas quase não há preocupação com o contexto social em que os alunos e os próprios números estão inseridos.
Após esta leitura foi possível fazer uma reflexão acerca da matemática que é um processo complexo, onde existem diversas confusões e trocas, portanto é importante analisarmos e refletirmos sobre a didática usada em sala de aula, ver se os métodos tradicionais usados têm o resultado esperado. É interessante despertar o interesse para a matemática, mostrando sua utilidade no dia-a-dia, jogos envolvendo números, problemas do cotidiano, listagem de preços, calendários, notas fiscais, endereços, etc, tornando assim o ensino da matemática lúdico, prendendo a atenção do aluno, desmistificando o \u201cmonstro\u201d que ainda existe por trás do ensino matemático.
	OBSERVAÇÃO: Em relação à história do ensino da Matemática, não podemos afirmar que:
Ela já foi melhor; afinal, nossos pais aprenderam, e são os estudantes atuais que não têm vontade de aprender.
PRINCIPAIS METODOLOGIA PARA O ENSINO DA MATEMÁTICA
O USO DA SITUAÇÃO PROBLEMA NO ENSINO DA MATEMÁTICA
A situação-problema refere-se àquela que extrapola o limite do imediatamente aprendido e obriga o aluno a se mobilizar, valendo-se dos recursos da memória, da busca em fontes diversas (anotações, cartazes, instrumentos que auxiliem o cálculo etc.).
Pode-se dizer que a situação-problema é aquela que proporciona desafios ao aluno.
O USO DO LÚDICO NO ENSINO MATEMÁTICA
A respeito do uso do lúdico no ensino da matemática podemos dizer que:
É um recurso muito válido e precioso.
Exige planejamento do professor.
O USO DOS JOGOS COMO RECURSO DIDÁTICO PARA O ENSINO DA MATEMÁTICA
 Sobre o uso dos jogos como recurso didático para o ensino da matemática:
É preciso planejar todos os passos, assegurando os conhecimentos necessários por parte do aluno, tanto nos aspectos formais/conceituais como no entendimento das regras que regem a atividade.
O professor deverá planejar se irá dirigi-la ou será observador, mediador ou, ainda, um dos membros participantes do jogo.
O professor deverá planejar o agrupamento dos alunos, pensando nas possíveis trocas positivas e negativas, tais como as tensões de relacionamento etc.
Na fase inicial do jogo, momento em que os alunos se familiarizam
Ana Paula
Ana Paula fez um comentário
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Domingos Jorge
Domingos Jorge fez um comentário
porque que não aparece toda matéria
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Sharlene
Sharlene fez um comentário
oi Cristiane, muito bom seu trabalho. Poderia me enviar por e-mail? sharlennem_geo@hotmail.com Agradeço muito pela gentileza.
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