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Aulas   prótese fixa   prova 1

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como por ex o níquel-cromo, que não enverga facilmente, tem um modulo de elasticidade muito alta. Se eu diminuir a superfície oclusal dos dentes (no sentido V-L).
Conclusão: anterior eu so posso ter 2 ponticos e anterior eu posso ter ate 4.
Pilares duplos
Em relação ao pilar primário o pilar secundário deve ajudar, tem que pegar um dente melhor ou igual.
Curvatura do arco
atresico é fechadinho.
 Quando o paciente vai morder la na frente ele tem um braço de alavanca maior, o risco de instabilidade aumenta. Então qual é a solução? Fazer um braço de resistência em direção contraria ao braço de alavanca. 
Quanto mais atresico mais eu vou precisar de resistência posterior. Quanto maior a curvatura do arco, maior a necessidade que eu tenho de pilar duplo.
Então a retenção secundaria deve projetar uma distancia do eixo entre os pilares primários que são os caninos (primeiros após a área edentula) igual a distancia do braço da alavanca do pontico projeta em direção oposta, ou seja a área P deve ser igual a R. eu traço com um compasso a face vestibular dos caninos ate a a face vestibular dos incisivos, e essa distacia deve igual a dos ponticos.
Polígono de Roy
Quando eu tiver dentes com suporte periodontal reduzido, perda de inserção óssea, seja na lei de Ante, proporção coroa raiz, mas o Roy falou que seu tiver o dente localizado em dois ou mais planos diferente eu poderia burlar essa lei.
Plano posterior: de pré molar a molar
Plano lateral: caninos
Plano anterior: incisivos.
Ex: se eu unir plano lateral ao posterior eu tenho uma condição extremamente melhor do que so os posteriores. A união de planos distintos melhora o prognostico (ex: implante de carga imediata). 
_ Padrão de oclusão
Analisar as consequências de situações como:
Mordida aberta: como os dentes não se tocam o prognostico é melhor.
Overjet/overbite acentuados: mudanças na relação de forca pra mais ou pra menos.
Alterações na DVO: a mudança na relação de mordida pode ser menos ou mais favorável.
Instailidade oclusal
Hábitos parafuncionais: piora o prognostico
Problemas especiais:
Pilares intermediários
Pilares molares com inclinação
PPF para substituir o canino
Pontico suspenso (cantilever)
O paciente tem canino, ausência de 1º pré, tem 2º pré e ausência de 1º mol. Se houver muita forca sobre o 2º pré ele pode fraturar. Para que isso não ocorra eu faço uma colocação de um ecaixe semirigido, eu faço uma PPF de canino ate o 2º pré, de 3 elementos, e uma outra ponte fixa do segundo molar com o 1º molar, mas ele encaixa na distal do 2º pré.
 
Eles vão funcionar como uma ponte fixa so de 5 elementos, mas com mobilidade separada.
Eu tenho o 2º pré fixo, e o 1º e o 2º molar giram. E isso não forca o 2º pré e evita que ele frature.
O conector semi-rigido deve ficar na distal do pilar intermediário porque? 
Se eu colocar na mesial, quando eu mastigar vai haver uma tendência de deslocamento muito maior, pois existe um movimento de todos os nossos dentes para mesial.
Ex: o paciente perdeu o 1º molar quando tinha 8 anos de idade, e agora aos trintas anos e quer recuperar por meio de ponte fixa, mas so que o dente dele inclinou muito. Devemos sempre respeitar o principio: os pilares devem ser paralelos entre si, como uma ponte fixa vai entrar se eu tiver eixos de insecao distintos.
Soluções:
Ortodontia: mais consevador
Meia coroa proximal (cora 4/5): eu não desgasto a distal e faço so meia coroa, e faço uma canaleta, logo quando for inserir não haverá toque no terceiro molar.
Coroa telescópica: eu faço o preparo so de 1 dente, e faço uma capa interna de metal com frisos, esses frisos são paralelos ao segundo pré, quando essa ponte fixa for inserida, o contato proximal já foi dado pelo 2º pré. O problema é que eu vou ter que ter uma redução muito grande, pois eu vou ter uma infra-estrutura de metal para a coroa telescópica e outra para a metaloceramica. 
Coroa proximal para o pré: Conector semirigido sobre a face distal do 2º pré: vc pode deixar com o mesmo eixo de inserção.
Restaurar o 3º molar
Desgastar o 3º molar
3- PPF para substituir canino
Tem que tratar com cuidado, pois o canino esta fora do eixo, logo quando agente morde ele tende a ir para fora, o superior, e para dentro o inferior. Por ser canino eu tenho que pegar 11 e 12 como pilares mesiais, o 13 como pontico e o 14 como pilar distal, e se o 14 não estiver ótimo pego ate o 15. o ideal é fazer um implante.
ex: se eu tenho um lateral ausente, eu posso substitui-lo com um único apio, o canino.
Ex: o paciente tem o canino hígido, o 1º pré ausente, tem o 2º pré e o 1º molar. Eu poderia usar o 15 e o 16 e o 14 ficar suspenso, sem eu desgastar o canino? 
Condições:
Raízes longas com configuração favorável
_ Coroas clínicas longas
_ Boa proporção coroa:raiz
_ Periodonto sadio
Se fosse substituir um molar ele teria que ser transformado em um pré molar.
Se for dois prés para fazer cantilever em um molar é proibido, pois não agüenta.
Posso fazer um catilever em incisivo central se a mordida for aberta.
Como vou fazer se o paciente perdeu 1º molar, não tem osso para implante e não quer fazer PPR? Eu teria que envolver canino, 1º pré e 2º pré. Regra: eu tenho que ter 3 coroas para poder por para distal e para mesial 2 bastam.
 
Restaurações metálicas indiretas (aula 4 prof Fabio Robles)
Principais problemas que nos levam a pensar em RMF
Doença carie: dentes destruídos.
Fraturas dentais: traumas
Grandes destruições dentarias: dentes vitalizados e não vitalizados
Reabilitação: forma, função e estética (depende do caso)
Reposição de estruturas dentais: reforço para prevenção de fraturas
Opções restauradoras 
Fatores a serem considerados
Remanescente dental: qualidade, quantidade, vitalidade pulpar
Oclusão e padrão do elemento no contexto: prevenir problemas maiores.
Odontologia restauradora
 Forma Adaptação e manutenção da integridade das margens
Restauração função Proteção do remanescente dental
 Estética Manter-se na cav. (integra)
Adesão Direta
Retenção Indireta 
Desjustes aceitáveis: 20 a 60 um
As restaurações indiretas não metálicas tem maiores desajustes.
Retenção: manutenção da restauração na boca
Recidiva: o trabalho ao longo do tempo passa a voltar dar problemas como carie.
Opções restauradoras
Diretas
Só o material restaurador
Material restaurador, mais auxiliares retentivos
Indireta
Material de preenchimento
Retentores intra-radiculares: pinos pré-fabricados individualizados 
Incrustações intra coronária
Incrustações extra-coronaria
Coroas parciais
Coroas totais
Estética X Cosmética
Conhecimento, bom senso, experiência: propriedade e segurança
Reabilitação
Proteção do remanescente dental
RMF
Incrustações metálicas fundidas (IMFs) (protegem contra a fratura, é uma restauracao parcial , quando o istimo da cav. For maior que 1/3 não faz amalgama, faz incrust. Pos tem que proteger a cúspide)
Inlay: das cuspides para dentro
Onlay: recobre as cúspides
2-Coroas metaloplasticas (veneer: metal com faceta em resina composta)
3- Coroas totalmente metálicas ( a gengiva tolera mais bordas finas de metal e polidas)
4- Coroas metaloceramicas
5- Restaurações indiretas não metálicas
Inlay e onlay de porcelana
Coroas ocas de porcelana
Facetas de porcelana
Ligas
Áuricas: Au, Ag, Pd (mais macias, logo se faz menos desgaste no dente.
Não áuricas: Co-Cr, Ni-Cr, Cu-Al
Sempre devemos optar por restaurações que mantém a vitalidade pulpar
Devemos indicar sempre levando em conta as limitações do material e ver o remanescente dental.
Obs: uma incrustação com envolvimento de cúspide abraça o dente e dissipa melhor as forcas.