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PSICOLOGIA CICLO VITAL

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dist ância entre o des envolvimento real, de terminado p ela 
independênci a d a r esolução de problemas e o nível da potencialid ade, det erminado pela cap acidade de resoluçã o d e probl emas sob 
a orientação ou colaboração de colegas mais preparados. Crian ças em uma determinada zona de desenvolvimento proximal 
recebem apoio temporário de u ma pessoa mais competente at é que ela seja c apaz de realizar essa tarefa sozinha. A pós a 
aprendiza gem dessa tarefa ocorre o processo de d esenvolvimento . 
 
 
22D- K ohl berg propôs uma teori a em relaçã o ao desenvolvimento da moral calcado em estágios. O dese nvolvimento m oral é um 
processo racional q ue acomp anha o desenvolvim ento cogniti vo. Crian ças e j ovens d esenvolvem o seu j ulgamento m oral à medi da 
que abandonam o pensa mento egocênt rico e demonstram capacidad e de pensamento abstrato . De acordo com K ohlberg, exis tem 3 
níveis de des envolvimento moral: o pr é-convencional, o convenci onal e o pós-convencional . Cada um desses níveis est á dividido 
em dois estági os. O n ível pré-convenci onal caracteriza-se pel a obediênci a a regras externas: a criança bus ca recompensa e evit a 
puniçõ es. O est ágio convencional caracteriza-se pela i nteriorização das leis e re gras. Fi nalmente o nível pós-convenci onal 
caracteri za-se p ela imparci alidade e pelo sentiment o d e justiça. De acordo c om K ohlberg, nem to das as pessoa s passam por t odos 
esses est ágios. 
 
23A- As similação est á relacionad a com a interpret ação de uma nova expe riência a través de es quemas já existent es. Esse co nceito 
piageti ano di ferencia-se do conceit o de acomo dação q ue e stá relac ionado com a al teração d esse esqu ema co gnitivo em fu nção 
dessa no va experiência. 
 
24D- A comodação diz respeito à alteração d esse esquema em funçã o d essa nova informação. Es se conceito piageti ano d iferencia-
se do conceito de assimil ação que descreve o processo pelo qual um estímulo ou i nformação adquirida n o meio exte rno é 
interpretad a de acordo com o esquema qu e a criança já formou . 
 
25D - Apeg o é um r elaciona mento afet uoso entre mãe e bebê. Desde o t erceiro di a após o nascime nto, o bebê p assa a di scrimin ar o 
odor do seio, o colo, a pel e, a voz e o utras caract erísticas d a m ãe e a di ferenci á-las d e outra s pessoas. O con ceito de ap ego foi 
introduzi do po r Bowlby em 1959, a parti r dos trabalhos desenvolvidos por etologist as. Para Bowlb y, o apego é u m pro cess o inato. 
Os vários proces sos en volvidos no apego, tais como o choro, o abraço, o carinho e o sorriso estão pres entes em t odas as crianças 
independent emente da cult ura de onde são criadas. Harlow estudo u o apego em chimpanzés e descobriu que o contato f ísico do 
bebê co m a mãe é mais important e do que o pro cesso de aliment ação envolvido na relação mãe-bebê. 
 
26A- Uma cr iança que j á atingiu a conservação de númer os t eria dito qu e existe o mesmo núme ro de bot ões vermelhos e a zuis. A 
ausên cia do princípio de cons ervação indica q ue a criança ainda não atingiu o est ágio das operaçõ es concretas (7-11 anos de idade). 
 
27C- De acord o co m Piaget, o d esenvolvi mento cognitivo s e dá através de 4 estágios: sensório-mot or, pré-op eracional, o perações 
concretas e o peração fo rmal. No 1
o
., sen sório-motor (0-2 anos ) não existe l inguagem e a crian ça intera ge com o mundo através 
dos órgãos d os s entidos e d e s uas atividades motoras. Nesse est ágio a crian ça ap rende que os o bjetos continu am a existir mesm o 
que tenham saído do seu campo de visão (p ermanência do o bjeto) e q ue os obj etos manté m o m esmo tama nho e fo rma mesmo que 
a s ua posição t enha sido mudada (constância do objeto); no 2
o
., pré-operacional (2-7 anos) a linguagem desenvol ve-se 
rapidament e, no entanto, a criança ainda é incap az de pensar d e forma lógica e ainda não adqui riu o conceito de conse rvação; n o 
3
o
., oper ações concretas (7 -12 anos), a crian ça apr esenta o p rincípio da cons ervação, m as ainda não possui u m pens amento 
totalmente lógico e abstrato; no 4
o
., opera ção formal (12 anos em diante), o adolescente p ensa d e forma ló gica sobre con ceitos 
mais abstr atos, como resolu ção de problemas e o emprego do méto do da dedução. 
 
28B- Este é o trabalho cl ássico de Bandura s obre aprendizagem vicaria nte, também chamado d e modelaçã o ou imita ção 
freqüentement e citado para discutir efeitos da violênci a na t elevisão sobre o des envolvimento da agressividade e m cr ianças. 
Segundo Ban dura, crianças p odem se tornar m ais violentas graças à aprendizagem vicariante adquirid a pela televisão. 
 
29E- De acordo com Eriks on, o desenvol vimento psicossocial in corpora oito fases, cada uma delas se caracte riza por u ma 
determina da c rise. Essas crises são: 1
a
- confian ça X de sconfianç a; 2
a
- autonomia X dú vida ou vergonha; 3
a
- i niciativa X cu lpa; 4
a
- 
produtividad e X i nferioridad e; 5
a
- conflit o de p apéis X identidade na ad olescência; 6
a
- intimi dade X isolam ento; 7
a
- generativi dad
X estagn ação. 8
a
- integridade X des espero, observad a na 3
a
 idade.
30C- Uma das pr incipais crí ticas às teorias de desenvol vimento que press upõem a existênci a de estágios d e d esenvolvimento é o 
fato de d ar pouca ên fase a variações i ndividuais . A noção d e estágios req uer uma con cepção de que exi ste uma ord em ou seqüênci a 
hierárqui ca no des envolvimento d o i ndivíduo . A ênf ase des sa abor dagem é busca r o qu e há de comum em t odos os in divíduos 
(perspecti va nomotética) ao invés d e valorizar aspec tos singulares do i ndivíduo (persp ectiva idiográfica) . 
 
31C – V ygostky, difer entemente de Pi aget, propôs que a li nguagem t em um a fu nção i nicial de com unicação, m as co nforme a 
criança vai se desenvolvendo a l inguagem vai se t ornando mais associada ao pensam ento.V ygostk y co nsid era pen samento e 
linguagem c omo processos indis sociáveis após u m período preco ce de desenvol vimento paralelo. 
 
32A- Melani e Klei n distin gue doi s momentos no primeiro ano de vida do bebê (fase o ral de F reud): posição esquizo -paranoide 
(até os 6 meses ) e p osição d epressiva (d e 6 meses até 1 ano de idade) , A posição es quizo-paranoide caracteri za-se pela cis ão ou 
clivagem do obj eto int ernalizado pelo beb ê. Nesse período, o beb ê r elaciona-se com o seu pr imeiro objeto (seio da mãe ) com o 
sendo obj etos diferentes (s eio bom e seio m au). O objeto mau (r esultado da sua ausência) aumenta a s tendênci as agressivas do bebê 
que event ualmente leva a u m processo pe rsecutório ou paranóico. Com objeti vo de superar a essa an siedade par anóica, o bebê 
desen volve um processo esquizóid e d e for ma qu e o objeto mau é internaliz ado com o se ndo diferente do objeto bom. Essa cisão do 
objeto r esulta também em u ma clivagem do eu do bebê (eu bom e eu mau). N esse período o b ebê se relaciona d e forma parci al com 
o objeto. Com a superação dessa posição, o bebê p assa a reconhecer a mãe como um objeto t otal (bom e mau). Essa é a 
característica da posição depres siva. 
 
33B- Os es

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