01 10REVISÃO AVI TGA
19 pág.

01 10REVISÃO AVI TGA


DisciplinaTga941 materiais5.779 seguidores
Pré-visualização6 páginas
DISCIPLINA: TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO
PROFª: LEILA SILVA
REVISÃO EM SLA DE AULA DIA:05/10/2017
MATERIAL PARA REVISÃO DIA 05/10 E PARA ESTUDO AVI
O ato de \u201cadministrar\u201d, por si só, está intimamente relacionado à cooperação humana, desde sua existência. Isso porque todos os grandes feitos da humanidade, tiveram, minimamente, grupos de pessoas envolvidas, cooperando umas com as outras, como uma força tarefa, sendo orientadas por alguém. O estudo científico da administração1, porém, é bem mais recente. Historicamente, contudo, a administração foi estudada em todos os tempos, embora com percepções, intensidade e métodos variados.
Por que estudar a teoria Geral da Administração?
Ao se tratar da Teoria Geral da Administração, abordam-se as Teorias Administrativas que são, em seu conjunto, um resumo de teorias e normas principais que se complementam, para levar a ciência administrativa ao dia-a-dia das pessoas e das organizações como um todo, no intuito de gerar desenvolvimento, com o objetivo principal de máxima eficácia e eficiência, gerando produtividade e lucro.
Ao longo da história da humanidade, a Administração vem sendo aperfeiçoada e pode-se dizer que, até o início do século XXI, podem ser nominadas cinco eras, com escolas e teorias focalizando aspectos específicos.
O quadro a seguir mostra as eras pelas quais a Administração vem passando, lembrando que, na verdade, a maioria dos autores cita apenas: Clássica, Neoclássica e da Informação.
1) CLÁSSICA
1900 A 1950
TEORIA CLÁSSICA, ADMINISTRAÇÃO CIENTÍFICA, ESCOLA DE RELAÇÕES HUMANAS, TEORIA DA BUROCRACIA.FOCO NA PRODUÇÃO. POPULAÇÃO CHEGOU A 2,52 BILHÕES DE PESSOAS.
2) NEOCLÁSSICA
1950 A 1990
CRIAM-SE PRODUTOS E SERVIÇOS. INFLUÊNCIA DA FORMA JAPONESA DE ADMINISTRAR
TEORIA ESTRUTURALISTA, TEORIA COMPORTAMENTAL, TEORIA DE SISTEMAS, TEORIA DAS CONTINGÊNCIAS.
POPULAÇÃO CHEGOU A 5,27 BILHÕES DE PESSOAS.
3) DA INFORMAÇÃO
APÓS 1990
FOCO NA QUALIDADE, NA PRODUTIVIDADE, NA COMPETITIVIDADE, NA GLOBALIZAÇÃO, NS PROCESOS E NOS CLIENTES. FORTE INFLUÊNCIA DAS NORMAS ISO E DA GESTÃO AMBIENTAL. EM 2011, POPULAÇAO MUNDIAL CHEGOU A 7 BILHÕES DE PESSOAS
O quadro a seguir, traz estas e outras contribuições para a evolução do pensamento administrativo através dos tempos.
	CRONOLOGIA DOS PRINCIPAIS EVENTOS DOS PRIMÓRDIOS DA ADMINISTRAÇÃO
	Anos
	Autores
	Eventos
	4000 a.C.
	Egípcios
	Necessidade de Planejar, Organizar e Controlar
	2600 a.C.
	Egípcios
	Descentralização da organização
	2000 a.C.
	Egípcios
	Necessidade de ordens escritas. Uso de consultorias.
	1800 a.C.
	Hamurabi (Babilônia)
	Uso de controle escrito e documental.
	1491 a.C.
	Hebreus
	Conceito de Organização. Princípio escolar.
	600 a.C.
	Nabucodonosor (Babilônia)
	Controle de produção. Incentivos salariais.
	500 a.C.
	Mencius (China)
	Necessidade de Sistemas e padrões
	400 a.C.
	Sócrates (Grécia) Platão (Grécia)
	Universidade da administração
Enunciado do princípio da especialização.
	175 a.C.
	Cato (Roma)
	Uso de descrição de funções
	284
	Dioclécio (Roma)
	Delegação da autoridade
	1436
	Arsenal de Veneza
	Contabilidade de custos, inventários, padronização
	1525
	Niccoló Machiavelli (Itália)
	Princípio do consenso, lideranças, táticas políticas
	1767
	Sir James Stuart
	Teoria da fonte de autoridade, automação, especialização
	1776
	Adam Smith
	Princípio de especialização dos operários, conceito de controle
	1799
	Eli Whitney
	Método científico, controle de qualidade, amplitude de comando
	1800
	Mathew Boulton
	Padronização da produção, especializações, métodos de trabalho
	1810
	Robert Owen
	Práticas de RH, Treinamento para operários, casas para operários
	1832
	Charles babbage
	Abordagem científica, divisão do trabalho, estudo do tempo
	1856
	Daniel C. McCallum
	Organograma, administração em ferrovias
	1886
	Henry Matcalfe
	Arte e Ciência da administração
	1900
	Frederick W. Taylor
	Princípios da administração científica
Extremo Oriente.
Observando historicamente a divisão da Revolução Industrial, podemos entender que as matérias-primas foram importantes para o crescimento das empresas, pois a substituição do ferro e do carvão por aço e eletricidade possibilitou grandes avanços, os quais são demonstrados por Chiavenato (2004) da seguinte forma: As fases da história das empresas
	1 ª
	Fase artesanal
	Da antiguidade até a criação da máquina a vapor, por James Watt em meados de 1776. 
	Até 1780
	2 ª
	Fase de transição do artesanato para a industrialização
	É o período em que as pequenas oficinas se preparam para a introdução da tecno-
logia a vapor
	1780-1860
	3 ª
	Fase do desenvolvimento industrial
	É o período em que as indústrias crescem e se desenvolvem, ganhando poder ante o governo.
	1860-1914
	4 ª
	Fase do gigantismo industrial
	Maturidade das indústrias que se firmaram como a grande força motriz da sociedade da época.
	1914-1945
	5 ª 
	Fase moderna
	Período em que as nações se destacam por deter o conhecimento industrial e de surgimento de novos materiais básicos.
	1945-1980
	6 ª
	Fase da globalização
	Surge uma nova revolução, agora a da informação como diferencial competitivo das organizações.
	Após 1980
	
	
	
	
A Revolução Industrial e Seus Impactos na Evolução da Administração
Os sistemas de produção existentes até 1700 eram conhecidos como caseiros ou artesanais
A grande virada ocorreu com a Revolução Industrial, durante o século XVIII, na Inglaterra, com a invenção da máquina a vapor, como já vimos, e transformou-se na grande potência econômica do século. A aplicação da máquina a vapor no processo de produção provocou um enorme surto de industrialização. As oficinas artesanais foram substituídas por fábricas e, dessa forma, o centro dos negócios foi transferido da agricultura para a indústria.
O rápido e intenso fenômeno da maquinização das oficinas provocou fusões de pequenas oficinas, que passaram a integrar outras maiores e que, aos poucos, foram crescendo e transformando em fábricas. O operário foi substituído pela máquina nas tarefas em que se podia automatizar e acelerar pela repetição. A mecanização do trabalho levou à divisão do trabalho e à simplificação das operações, substituindo os ofícios tradicionais por tarefas semi automatizadas e repetitivas. A unidade doméstica de produção desapareceu com a súbita e violenta competição, surgindo um enorme contingente de operários nas fábricas trabalhando juntos durantes jornadas diárias de trabalho que se estendiam por 12 ou 13 horas em condições perigosas e insalubres. O crescimento industrial era improvisado e baseado no empirismo (SEM TÉCNICA POR ERRO E ACERTO- GERANDO DESPERDÍCIO DE MATERIAL E TEMPO).
Assim a Revolução Industrial, embora tenha provocado uma profunda modificação na estrutura empresarial da época, não chegou a influenciar diretamente os princípios de administração das empresas então utilizadas. Os dirigentes de empresas trataram de cuidar como podiam ou como sabiam das demandas de uma economia em rápida expansão. Alguns empresários baseavam suas decisões tendo por modelos as organizações militares ou eclesiásticas nos séculos anteriores.
Modelos as organizações militares ou eclesiásticas nos séculos anteriores.
\u2192 Influência da Igreja Católica 
A Igreja Católica Romana pode ser considerada a organização formal mais eficiente da civilização ocidental. Através dos séculos vem mostrando e provando a força de atração de seus objetivos, a eficácia de suas técnicas organizacionais e administrativas, espalhando-se por todo o mundo e exercendo influência, inclusive sobre os comportamentos das pessoas, seus fiéis.
Ao longo dos séculos, a Igreja Católica foi estruturando sua organização, sua hierarquia de autoridade, seu estado-maior (assessoria) e sua coordenação funcional para assegurar integração. A organização hierárquica da Igreja é tão simples e eficiente que sua enorme organização mundial pode operar satisfatoriamente sob