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1Matemáti caFunções
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SISTEMA COC DE ENSINO
Direção-Geral: Sandro Bonás
Direção Pedagógica: Zelci C. de Oliveira
Direção Editorial: Roger Trimer
Gerência Pedagódica: Luiz Fernando Duarte
Gerência Editorial: Osvaldo Govone
Gerência Operacional: Danilo Maurin
Gerência de Relacionamento: Danilo Lippi
Ouvidoria: Regina Gimenes
Conselho Editorial: José Tadeu B.
Terra, Luiz Fernando Duarte, Osvaldo
Govone e Zelci C. de Oliveira
PRODUÇÃO EDITORIAL
Autoria: Clayton Furukawa
Editoria: José F. Rufato, Marina A.
Barreto e Paulo S. Adami
Coordenação editorial: Luzia H. Fávero F. López
Assistente Editorial: George R. Baldim
Projeto gráfico e direção de
arte: Matheus C. Sisdeli
Preparação de originais: Marisa A. dos Santos
e Silva e Sebastião S. Rodrigues Neto
Iconografia e licenciamento de texto:
Cristian N. Zaramella, Marcela Pelizaro
e Paula de Oliveira Quirino.
Diagramação: BFS bureau digital
Ilustração: BFS bureau digital
Revisão: Flávia P. Cruz, Flávio R. Santos,
José S. Lara, Leda G. de Almeida e
Maria Cecília R. D. B. Ribeiro
Capa: LABCOM comunicação total
Fechamento: Matheus C. Sisdeli
Su
m
ár
io
CAPÍTULO 01 FUNÇÕES 7
1. Introdução: noção de função 7
2. Definição 7
3. Função real 13
4. Raiz (ou zero) da função 14
5. Função crescente, decrescente e constante 14
CAPÍTULO 02 FUNÇÃO AFIM E FUNÇÃO QUADRÁTICA 16
1. Introdução 16
2. Função afim ou função polinomial do 1º grau 16
3. Função constante 18
4. Função quadrática ou função polinomial do 2º grau 20
5. Função do 2º grau – pontos extremos 24
6. Função do 2º grau – Aplicações 27
CAPÍTULO 03 INEQUAÇÕES DO 1º E DO 2º GRAU 31
1. Introdução 31
2. Propriedades 31
3. Inequações do 1º grau 31
4. Inequação do 2º grau 32
5. Inequações produto e quociente 35
6. Inequação produto 35
7. Inequação quociente 35
8. Potências com expoentes inteiros 36
9. Um método prático 36
CAPÍTULO 04 TIPOS DE FUNÇÕES 40
1. Função composta 40
2. Classificação 41
3. Função inversa 44
4. Função modular 48
5. Função modular 48
6. Equações modulares e inequações modulares 51
7. Equações modulares 51
8. Inequação modular 51
EXERCÍCIOS PROPOSTOS 55
Capítulo 01 56
Capítulo 02 64
Capítulo 03 80
Capítulo 04 85
GABARITO 103
Teoria
PV
-1
3-
11
Funções
7
Matemática
respondência um único elemento y ∈ B, que
é denominado imagem de x.
A B
1
2
3
4
a
b
c
d
As seguintes denominações são importantes:
01. o conjunto A é chamado de domínio
da função;
02. o conjunto B é chamado de contrado-
mínio da função;
03. o subconjunto do contradomínio for-
mado por todas as imagens dos ele-
mentos do domínio é denominado
conjunto imagem.
Observação: o conjunto imagem (Im) é sub-
conjunto do contradomínio (CD).
A função pode ser representada de várias for-
mas, cujas mais importantes são:
01. tabela: em geral, representa-se uma
tabela com duas colunas; na primei-
ra, coloca-se o domínio e, na segunda,
colocam-se as respectivas imagens.
02. pares ordenados: a correspondência
se dá na forma (x,y) em que o primeiro
elemento indica o domínio e o segun-
do, a sua imagem.
03. diagramas de flechas. São usados dois
diagramas: o primeiro é o domínio e o
segundo é o contradomínio, no mes-
mo esquema da tabela, sendo que a
correspondência será indicada por se-
tas, como se vê no exemplo anterior.
04. gráficos. Representa-se a função em
um plano cartesiano, indicando o do-
mínio no eixo horizontal, eixo das abs-
cissas, e o contradomínio no eixo verti-
cal, eixo das ordenadas.
05. lei de correspondência: é uma senten-
ça matemática que permite que, após
escolhermos os elementos, tenhamos
como determinar a imagem desses
elementos por meio de uma fórmula
matemática.
1. Introdução: noção de função
Vamos imaginar uma correspondência espe-
cial entre dois conjuntos, A e B, nesta ordem,
que possui as seguintes características:
a. todo elemento do conjunto A possui
um elemento correspondente no con-
junto B;
b. qualquer que seja o elemento de A em
estudo, verifica-se que só existe um
único correspondente em B.
Uma correspondência que satisfaz a e b é deno-
minada função entre A e B. Vamos imaginar que
um pesquisador está estudando uma cultura de
bactérias e que, a cada minuto, a partir de um
momento que podemos denominar de tempo
0, anote a quantidade de bactérias em estudo.
Podemos dizer que há uma correspondência
entre o conjunto A, no caso o tempo, e o con-
junto B, no caso quantidade de bactérias, e que,
a cada minuto observado, há uma e somente
uma única quantidade específica de bactérias;
tal correspondência pode ser denominada fun-
ção entre o tempo, em minutos, e a quantidade
de bactérias. Vamos imaginar agora que, a par-
tir do nascimento de uma criança, todo mês, o
pediatra anote, numa tabela, a idade e a altura
dessa criança. O médico estará promovendo
o relacionamento entre os elementos de dois
conjuntos: o conjunto das idades e o conjunto
das alturas. Temos também aí uma função, ou
seja, a altura em função da idade. Como esses,
muitos outros exemplos de função podem ser
selecionados no nosso cotidiano; porém, es-
tudaremos função apenas com enfoque ma-
temático, com a certeza de que os alunos que
compreenderem a ideia de função no aspecto
matemático estarão preparados para utilizá-la
de maneira correta em qualquer ramo de ati-
vidade.
2. Definição
Dados dois conjuntos, A e B, não vazios, de-
nomina-se função uma correspondência espe-
cial, formalmente chamada de relação binária,
entre os conjuntos A e B, nessa ordem, de tal
maneira que todo elemento x ∈ A tem em cor-
CAPÍTULO 01 FUNÇÕES
Funções
PV
-1
3-
11
8
Matemática
A. Entendendo o símbolo f(x)
É comum no estudo das funções aparecerem
símbolos do tipo f(x), g(x), h(x) etc. Será muito
útil entendermos o significado destas simbolo-
gias. Para facilitar, vamos considerar que no sím-
bolo f(x) a letra f representa o nome da função.
Deste modo, quando aparecer, em física, o sím-
bolo S(t), o aluno pode automaticamente consi-
derar o nome da função e que, é apenas a pri-
meira letra da palavra espaço na língua inglesa.
No símbolo f(x), devemos interpretar o seguinte:
01. leitura: “f de x”
02. nome da função: f
03. x: um elemento qualquer do domínio
da função (letra que aparece entre pa-
rênteses)
04. f(x): simboliza a imagem de x.
Observação
a letra x representa uma variável.
Quando aparecer em nossos estudos, por
exemplo, a notação f: A → B, com f(x) = 2x,
devemos entender que A é o domínio da fun-
ção, B o contradomínio, f o nome da função e
que a fórmula que aparece após a igualdade
de f(x), no nosso exemplo 2x, é a fórmula, lei
ou sentença matemática que será usada para
calcular as imagens.
Exemplo
Considere uma função de domínio e contrado-
mínio real, definida por f(x) = x + 1. Determine
f(2013).
Neste exemplo, o domínio é o conjunto dos re-
ais; o contradomínio também é o conjunto dos
reais; o nome da função é f; a letra x represen-
ta um elemento qualquer do domínio; f(x) é o
símbolo da imagem de x; “x + 1” é a fórmula,
lei ou sentença matemática da imagem, e é
com esta fórmula que iremos calcular a ima-
gem de um elemento particular do domínio.
A notação f(2013) indica que devemos encontrar
a imagem de um elemento particular do domínio,
nesse caso 2013. Precisamos, então, substituir, na
fórmula fornecida, o elemento genérico do domí-
nio, a letra x, pelo elemento particular 2013.
f(2013) = 2013 + 1
f(2013) = 2014
Resposta
f(2013) = 2014
B. Representando um pontodo gráfico da função
Vamos supor que em uma determinada fun-
ção f tenhamos f(8) = 10. Podemos represen-
tar essas informações por um par ordenado (8;
10) e, em seguida, colocá-lo em um ponto do
plano cartesiano.
Convenção:
01. o primeiro elemento do par ordenado,
que é um elemento do domínio da fun-
ção, é representado no eixo horizontal
(eixo das abscissas);
02. o segundo elemento do par, que é a
respectiva imagem, é representado no
eixo vertical (eixo das ordenadas).
O par ordenado (8; 10) fica assim representado:
x
y
0
10 (8; 10)
8
O ponto acima representa um ponto do gráfico
da função f.
C. Gráfico de uma função
É a união de todos os pontos, no plano cartesia-
no, (x; y), em que x é um elemento do domínio
da função e y, a respectiva imagem. O número
de pontos do gráfico depende da quantidade
de elementos do domínio da função.
Exemplo
Na figura abaixo, temos o gráfico de uma fun-
ção de domínio D x a x b= ∈ < <{ | }.
x
y
0 ba
PV
-1
3-
11
Funções
9
Matemática
D. Domínio e conjunto imagem:
conhecendo o gráfico da função
É comum determinarmos o domínio ou o con-
junto imagem partindo-se do gráfico da função.
Para encontrar o domínio e o conjunto imagem
através do gráfico, devemos primeiro entender
o significado de “projeção ortogonal de um
ponto do gráfico” respectivamente no eixo ho-
rizontal e no eixo vertical.
No exemplo:
x
y
0
10 (8; 10)
8
01. o ponto do eixo x, onde está represen-
tado o número 8, é a projeção ortogo-
nal do ponto P(8; 10) no eixo x;
02. o ponto do eixo y, onde está represen-
tado o número 10, é a projeção ortogo-
nal do ponto P(8; 10) no eixo x.
x
y
0
10 P (8; 10)
8
Projeção de P em x
Projeção de P em y
Observe que o número representado na proje-
ção ortogonal de P no eixo x é o elemento do
domínio igual a 8 e que o número represen-
tado na projeção ortogonal de P no eixo y é a
respectiva imagem.
Assim, teremos o domínio da função quando
considerarmos todos os elementos do eixo x
correspondentes à projeção do gráfico no eixo
horizontal, e o conjunto imagem será constituí-
do de todos os elementos oriundos da projeção
no gráfico no eixo vertical.
Exemplo
Consideremos a função f(x) definida por A = ]a; b]
em .
y
d
0 x
f (x)
c
a b
Domínio: projeção ortogonal do gráfico da
função no eixo x. Assim, D = ]a; b] = A.
0
f(x)
y
d
a b x
c
D = ]a, b]
Conjunto imagem: projeção ortogonal do grá-
fico da função no eixo y. Assim, Im = [c, d].
0
d
b x
c
f(x)
y
a
Im = [c, d]
Observação
O contradomínio () é representado por todo
o eixo y.
Funções
PV
-1
3-
11
10
Matemática
E. Reconhecimento de uma função
por meio do diagrama de flechas
As condições que uma relação representada
por meio do seu diagrama de flechas deve sa-
tisfazer para ser uma função são:
1. todo elemento de A deve servir como
ponto de partida de uma flecha;
2. essa flecha deve ser única.
Exemplos
a.
A B
1
2
3
4
a
b
c
d
Não é função, pois não parte nenhuma flecha
do elemento d ∈ A.
b.
A B
1
2
3
4
a
b
c
Não é função, pois partem duas flechas do ele-
mento c ∈ A.
c.
A B
1
2
3
4
a
b
c
É uma função, pois satisfaz as condições enun-
ciadas com:
domínio: A = {a, b, c};
contradomínio: B = {1, 2, 3, 4} e imagem = {1, 2}
F. Reconhecimento de uma função
por meio do seu gráfico cartesiano
Vamos observar os gráficos das relações biná-
rias de A em B, que se apresentam a seguir.
y
B
A
R1
0 x
y
B
A
R2
0 x
y
B
A
R3
0 x
PV
-1
3-
11
Funções
11
Matemática
Devemos observar que, para localizarmos a imagem de um determinado elemento do domínio,
representado no eixo horizontal, basta, por meio de uma reta vertical, atingirmos o gráfico da re-
lação e, com o uso de outra reta, agora horizontal, projetarmos este ponto de intersecção da reta
com o gráfico no eixo vertical, que representa o contradomínio. Estaremos, assim, determinando
a imagem do elemento considerado.
0 A x0
y0
x
R1
y
Com base neste procedimento, lembrando que, para ser uma função, todo elemento do domínio
deve ter uma única imagem no contradomínio, podemos estabelecer a seguinte regra: para o re-
conhecimento de uma função por meio de seu gráfico cartesiano, é preciso que toda e qualquer
reta vertical que passe pelo domínio da relação "corte" uma única vez o gráfico da relação.
0 A x
R1
y
R1 não é função.
x
R2
y
A0
R2 não é função.
R3
y
A x0
R3 é função.
Funções
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-1
3-
11
12
Matemática
01.
Qual dos gráficos não representa uma função de em ?
EXERCÍCIOS RESOLVIDOS
a. y
x0
b. y
x0
c. y
x0
d. y
x0
e.
Resolução
Gráfico E – Não é função. Toda reta vertical que
passar à direita da origem interceptará o gráfi-
co mais de uma vez, caracterizando elementos
do domínio com mais de uma imagem.
Resposta
E
02.
Considere abaixo o gráfico da função f: A → B.
f(x)
2 3 x0 1
2
Obter o domínio e o conjunto imagem da função.
Resolução
f(x)
2 3 x0 1
2
Observe que a projeção de todos os pontos do
gráfico sobre o eixo x é o intervalo [1; 3], e a
projeção no eixo y é o intervalo [0; 2]. Deste
modo, o domínio da função é D = [1; 3], e o con-
junto imagem é Im = [0; 2].
PV
-1
3-
11
Funções
13
Matemática
03. Fuvest-SP
Se f(x) = 1
x +12
, quanto vale f( 7)4 ?
Resolução
f
f
( )
( )
( )
7
1
7 1
1
7 1
7 1
7 1
7 1
6
7
7 1
6
4
4 2
4
=
+
=
+
⋅
−
−
=
−
=
−
04. FEI-SP
Se f x
x
x
( ) =
+2 1
, então f 2( ) vale:
05. UFBA
Sobre os preços dos ingressos para certo es-
petáculo, foi estabelecido que, na compra de:
• até um máximo de 20 ingressos, o pre-
ço unitário de venda seria R$ 18,00;
• mais de 20 unidades, cada ingresso
que excedesse os 20 seria vendido por
R$ 15,00.
Nessas condições, a expressão que permite
calcular, em reais, o gasto de uma pessoa que
comprar x ingressos, x > 20, é:
a. 15x
b. 15x + 60
c. 15x + 90
d. 18x – 60
e. 18x – 90
Resolução
O gasto para comprar mais de 20 ingressos é:
20 ⋅ 18 + 15 (x – 20) = 360 + 15 (x – 20)
360 + 15x – 300 = 60 + 15x
Resposta
B
a. 0
b. 2
3
c. 2 2
3
d. 2
2
e. 3 2
2
Resolução
f x
x
x
f
f f
( ) =
+
⇒ =
+
=
+
⇒ =
2 21
2
2
2 1
2
2
2 1
2
2
3
( )
( )
( ) ( )
Resposta
B
3. Função real
É a função onde o domínio e o contradomínio são subconjuntos não-vazios dos números reais.
A. Função real e o seu domínio
Se o domínio não aparece na apresentação da função, entende-se que o domínio será o mais
amplo subconjunto real para o qual são possíveis todas as operações indicadas na sentença.
Para encontrarmos o domínio de uma função real, devemos estar atentos às possibilidades das ope-
rações matemáticas. Por enquanto, ficaremos atentos aos seguintes problemas que podem surgir:
1. Se houver variável no denominador de uma fração, devemos recordar que o denominador
não poderá ser zero.
2. Se houver variável no radicando de uma raiz de índice par, devemos recordar que o radi-
cando não poderá ser negativo.
Exemplo
a. O domínio da função real definida por f x
x
é D x x( ) { | },= = ∈ ≠
1
0 pois, na operação
de divisão, não podemos efetuar a divisão por zero.
b. O domínio da função real definida por f x x é D x x( ) { | },= = ∈ ≥ 0 pois, na operação de
radiciação, não podemos efetuar a raiz quadrada de número negativo.
Funções
PV
-1
3-
11
14
Matemática
4. Raiz(ou zero) da função
Quando um elemento x do domínio tem ima-
gem igual a zero, dizemos que este elemento é
raiz ou zero da função.
Exemplo
O número real 2 é raiz, ou zero, da função real
definida por f x x( ) ,= −2 pois f( ) .2 2 2 0= − =
5. Função crescente,
decrescente e constante
I. Função crescente: a função f(x), num
determinado intervalo, é crescente se,
para quaisquer x1 e x2 pertencentes a
este intervalo, com x1 < x2, tivermos
f(x1) < f(x2).
f(x)
f(x1)
f(x2)
y
0 xx1 x2
x1 < x2 ⇒ f(x1) < f(x2)
II. Função decrescente: função f(x), num
determinado intervalo, é decrescente
se, para quaisquer x1 e x2 pertencentes
a este intervalo, com x1 < x2, tivermos
f(x1) > f(x2).
f(x)f(x1)
f(x2)
y
0 x
x1 < x2 ⇒ f(x1) > f(x2)
x1 x2
III. Função constante: função f(x), num
determinado intervalo, é constante se,
para quaisquer x1 e x2 pertencentes a
este intervalo, tivermos f(x1) = f(x2).
0
y
f(x1)
x1 x2
f(x2) f(x)
01.
Encontre o domínio da função real definida
por f x
x
( ) .=
−
1
1
Resolução
Há divisão ⇒ o denominador não pode ser
igual a zero.
O denominador da fração é x – 1 ⇒ x – 1 ≠ 0
x ≠ 1
Resposta
D x x= ∈ ≠{ | } 1
EXERCÍCIOS RESOLVIDOS
02.
Encontre as raízes da função real definida por
f(x) = x2 – 10x.
Resolução
x2 – 10x = 0
x ⋅ (x – 10) = 0
x = 0 ou x – 10 = 0
x = 0 ou x = 10
Resposta
As raízes são 0 e 10.
PV
-1
3-
11
Funções
15
Matemática
03.
O gráfico representa uma função f.
x
y
–1
2
–2
1
2
3
–3
–2
–1
0
1
Pede-se:
a. o domínio da função;
b. a imagem da função;
c. as raízes da função;
d. o ponto de máximo de f;
e. o valor mínimo de f;
f. o intervalo onde a função é decrescente.
Resolução
a. Domínio é o conjunto dos x, para os quais
existe imagem; logo, D = [–2, 2].
b. Imagem é o conjunto dos y, que são ima-
gem de algum x; logo, Im = [–3, 3].
c. x = –2; x = 0 e x = 2
d. x = –1 e y = 3 ⇒ P (–1, 3)
e. x = 1 e y = –3
f. –1 < x < 1
04. UFV-MG
Dos conjuntos abaixo, aquele que está contido
no domínio f x
x
x
( ) = +
−
1
1 23
é:
a. {x ∈ | – 1 ≤ x ≤ 1}
b. {x ∈ | x > 1 ou x < – 1}
c. {x ∈ | x ≠ – 1 e x ≠ 1}
d. {x ∈ | x > 1}
e. {x ∈ | x > – 1}
Resolução
x
x
x
x
+ ≥
− ≠
⇒
≥ −
≠ ±
1 0
1 0
1
12
∴ Dom. = {x ∈ | x > – 1 e x ≠ 1}
Assim, o conjunto que está contido no domínio
é o do item d.
Resposta
D
05. UFCE modificado
O domínio da função real g x
x
x
( ) =
−
−
2
7
é:
a. {x ∈ | x > 7}
b. {x ∈ | x ≤ 2}
c. {x ∈ | 2 ≤ x < 7}
d. {x ∈ | 2 ≤ x ou x ≥ 7}
e. {x ∈ | x ≥ 7}
Resolução
I. x – 7 > 0; x > 7
II. x – 2 ≥ 0; x ≥ 2
(I)
(II)
(I) ∩ (III)
2
7
7
S: x > 7
Resposta
A
Funções
PV
-1
3-
11
16
Matemática
1. Introdução
Há dois grupos de funções que tem incidên-
cia diferenciada na matemática: função afim e
função quadrática.
2. Função afim ou função
polinomial do 1º grau
Chama-se função afim ou função polinomial
do 1º grau à função real que pode ser escrita
na forma:
f(x) = ax + b, com a ≠ 0.
D(f) = , CD(f) = e Im (f) =
A. Gráfico
O gráfico da função afim é uma reta com “incli-
nação para a direita” quando a é positivo e “in-
clinação para a esquerda” quando a é negativo.
Para esboçar o gráfico, é importante destacarmos
dois pontos distintos. Devemos dar preferencia
aos pontos que interceptam o eixo x e o eixo y.
Exemplo
Esboçar o gráfico da função real definida por
f(x) = 2x – 6.
Exemplo para a > 0.
Consideremos f(x) = 2x – 1
CAPÍTULO 02 FUNÇÃO AFIM E FUNÇÃO QUADRÁTICA
x y
0 – 6
3 0 x
y
3
– 6
A função será crescente se a > 0 e decrescente
se a < 0.
x
Raiz
crescente
a > 0
x
Raiz
decrescente
a < 0
x f(x)
–1 –3
0 –1
1 1
2 3
y
x
3
2
1
–1
–2
–3
–1
1 2 30
Exemplo para a < 0
Consideremos f(x) = –x + 1
x f(x)
–1 2
0 1
1 0
2 –1
y
–1
–1 1
2
x
2
1
0
B. Raiz
f(x) = 0 ⇒ ax + b = 0 ⇒ x
b
a
= − que é a única
raiz da função.
C. Coeficientes
Na lei matemática f(x) = ax + b, a é denomina-
do coeficiente angular e b é chamado de coe-
ficiente linear.
D. Intersecção com oy
A intersecção com o eixo vertical ocorre quan-
do x = 0; deste modo, teremos:
x = 0 ⇒ f(0) = a ⋅ 0 + b ⇒ f(0) = b
Isso quer dizer que o gráfico intercepta o eixo y
no ponto (0, b).
PV
-1
3-
11
Funções
17
Matemática
E. Resumo
f(x) = ax + b; a ≠ 0
a > 0 a < 0
y
x
b
Crescente
0
–b
a
y
x0
b –b
a
Decrescente
D = Im =
D =
=
Im
F. Estudo do sinal da função afim
Para o estudo da variação de sinal da função
afim, seguiremos a convenção adotada para o
eixo das ordenadas, em que estão represen-
tadas as imagens dos elementos posicionados
no eixo x. Assim, toda região gráfica acima do
eixo representará uma imagem positiva, ao
contrário das imagens negativas, que sempre
estarão posicionadas abaixo do eixo x. A partir
deste entendimento, o estudo da variação de
sinal de uma função afim depende apenas do
coeficiente angular da reta, que pode ser po-
sitivo (função crescente) ou negativo (função
decrescente), e da raiz da função.
Consideremos a função f(x) = ax + b com a ≠ 0,
em que x0 é raiz de f(x). Temos duas situações
a analisar:
a > 0 a < 0
xx0
+
–
xx0
+
–
x > x0 ⇒ f(x) > 0 x > x0 ⇒ f(x) < 0
x = x0 ⇒ f(x) = 0 x = x0 ⇒ f(x) = 0
x < x0 ⇒ f(x) < 0 x < x0 ⇒ f(x) > 0
Exemplo
Considere o gráfico abaixo da função afim
f(x) = 2x – 1.
x y
0 –1
1
2 0
x
y
–1
1
2
Temos:
f(x) é negativo quando x é menor que
1
2
;
f(x) é igual a zero quando x é igual a
1
2
(raiz da
função);
f(x) é positivo quando x é maior que 1
2
.
Exemplo
Considere o gráfico abaixo da função afim
f(x) = 2 – x.
x y
0 2
2 0 x
y
2
2
Temos:
f(x) é positivo quando x é menor que 2;
f(x) é igual a zero quando x é igual a 2 (raiz da
função);
f(x) é negativo quando x é maior que 2.
G. Função linear
É um caso particular da função afim e ocorre
quando b = 0, isto é, a função real definida por
f(x) = ax é chamada de função linear.
Quando uma função é linear os valores do do-
mínio e as respectivas imagens são diretamen-
te proporcionais.
No caso geral da função afim isso não ocorre,
mas manter as variações de x e de y são direta-
mente proporcionais e a constante de propor-
cionalidade é a.
Considere uma função afim definida por
f(x) = ax + b.
Funções
PV
-1
3-
11
18
Matemática
D =
Im =
x
f(x) = x
45o
0
yTemos:
f(x1) = ax1 + b
f(x2) = ax2 + b
f(x2) – f(x1) = ax2 + b – (ax1 + b)
f(x2) – f(x1) = ax2 + b – ax1 – b
f(x2) – f(x1) = ax2 – ax1
f(x2) – f(x1) = a(x2 – x1)
f x f x
x x
a
( ) ( )
( )
2 1
2 1
−
−
=
H. Função identidade
Há um caso particular de função linear deno-
minada função identidade.
– Sentença: f(x) = x, em que cada elemento
tem como imagem ele mesmo.
D = , CD = e Im =
– Gráfico
Conclusão: o gráfico de uma função identida-
de é uma reta bissetriz dos quadrantes ímpa-
res do plano cartesiano, passando pela origem
do sistema.
3. Função constante
É a função real definida por f(x) = k, em que k
é uma constante. Observe que a função tem
imagem k para qualquer valor de x.
O gráfico será uma reta paralela ao eixo x, pas-
sando na ordenada k.
Exemplo
Estudar a função f(x) = 3.
Gráfico
D =
CD =
Im = {3}
x
3
yx f(x) = x
–1 –1
0 0
1 1
2 2
x
0
y
PV
-1
3-
11
Funções
19
Matemática
EXERCÍCIOS RESOLVIDOS
Domínio:D =
Contradomínio: CD =
Conjunto imagem: Im =
Crescimento: decrescente
b.
x
y
0
4
Domínio: D =
Contradomínio: CD =
Conjunto imagem: Im = { 4 }
Crescimento: constante
03. UERGS-RS
Observe o gráfico abaixo.
3
2 x
y
A função representada nesse gráfico é:
a. y x= − +
3
2
3
b. y x= +
3
2
2
c. y x= − +
2
3
3
d. y x= +
2
3
3
e. y x= +
2
3
2
01. UFMG
Sendo a < 0 e b > 0, a única representação grá-
fica correta para a função f(x) = ax + b é:
x x
x
x
x
y
yy
y ya) b)
c) d)
e)
Resolução
Como a < 0, a função deve ser decrescente.
Como b > 0, a reta intercepta o eixo y na parte
positiva (acima do eixo x).
Resposta
A
02.
Esboçar o gráfico, determinar o domínio, o con-
tradomínio, o conjunto imagem e classificar
quanto ao crescimento as seguintes funções:
a. y = 5 – x
b. y = 4
Resolução
a.
x
y
0
5
5
Funções
PV
-1
3-
11
20
Matemática
Resolução
f(x) = ax + b
( , )
( , )
2 0
0 3
2 0
3
⇒
+ =
=
a b
b
2a + 3 = 0
a = −
3
2
y x= − +
3
2
3
Resposta
A
04. UFPI
A função real de variável real, definida por
f(x) = (3 – 2a)x + 2, é crescente quando:
05. Fefisa-SP
O gráfico mostra como o dinheiro gasto (y) por
uma empresa de cosméticos na produção de
perfume varia com a quantidade de perfume
produzida (x). Assim, podemos afirmar que:
190
105
20
105
x (litros)0
a. quando a empresa não produz, não gasta.
b. para produzir três litros de perfume, a
empresa gasta R$ 76,00.
c. para produzir dois litros de perfume, a
empresa gasta R$ 54,00.
d. se a empresa gastar R$ 170,00, então
ela produzirá cinco litros de perfume.
e. para fabricar o terceiro litro de perfu-
me, a empresa gasta menos do que
para fabricar o quinto litro.
Resolução
f(x) = ax + b
b = 20, pois é o ponto que corta Oy.
f(5) = 105 ⇒ 105 = 5a + 20 ⇒ 5a = 85 ⇒ a = 17
f(x) = 17x + 20
A única alternativa correta é a C, pois
f(2) = 17 · 2 + 20 ⇒ f(2) = 54
Resposta
C
a. a > 0
b. a<
3
2
c. a =
3
2
d. a>
3
2
Resolução
Para f(x) ser crescente, devemos ter 3 – 2a > 0.
Logo: –2a > –3 ⋅ (–1)
2 3
3
2
a a< ⇒ <
Resposta
B
4. Função quadrática ou função
polinomial do 2º grau
Definimos função quadrática ou função polino-
mial do 2º grau uma função real que pode ser
expressa por f(x) = a ⋅ x2 + b ⋅ x + c, com a ≠ 0.
A. Concavidade do gráfico
O gráfico de uma função quadrática é denomi-
nado de parábola. Sua concavidade pode estar
voltada para cima (a > 0) ou para baixo (a < 0).
x
a > 0: concavidade
para cima
x
a < 0: concavidade
para baixo
PV
-1
3-
11
Funções
21
Matemática
B. Raízes
Para encontramos as raízes ou zeros da função
quadrática, fazemos a ⋅ x2 + b ⋅ x + c = 0, o que
nos leva a uma equação do 2º grau.
A resolução de uma equação do 2º grau é feita
com o auxílio da chamada “fórmula resolutiva
de Bhaskara”.
x
b
a
em que b a c=
− ± ∆ ∆ = − ⋅ ⋅
2
42
Conforme o valor do discriminante ∆ = b2 – 4 ⋅ a ⋅ c,
a intersecção do gráfico com o eixo x pode
ocorrer em apenas um ponto, em dois pontos
ou não ocorrer.
∆ > 0 ⇔ a parábola encontra o eixo x em dois
pontos distintos;
∆ = 0 ⇔ a parábola encontra o eixo x em ape-
nas um ponto;
∆ < 0 ⇔ a parábola não encontra o eixo x.
C. Significado geométrico das raízes
Interpretando geometricamente, dizemos que
as raízes da função quadrática são as abscissas
dos pontos onde a parábola corta o eixo dos x.
Então:
∆ > 0 ∆ = 0 ∆ < 0
a > 0 xx1 x2
x
x1 = x2
x
a < 0 x
x1 x2
x1 = x2 x
Observação
Se, para determinarmos as raízes da função,
ou seja, os pontos onde o gráfico intercepta
o eixo x, fazemos a imagem y = 0, para deter-
minarmos o ponto de intersecção do gráfico
da função com o eixo vertical, fazemos x = 0.
Assim, no caso da função quadrática, temos:
x = 0 ⇒ f(0) = a ⋅ 02 + b ⋅ 0 + c ⇒ f(0) = c.
Portanto o ponto de intersecção da parábola
com o eixo vertical é o ponto dado pelas co-
ordenadas (0; c), que possui como ordenada o
termo independente de x na sentença.
D. A forma fatorada de
f(x) = a ⋅ x2 + b ⋅ x + c
Como foi visto anteriormente, o trinômio
a ⋅ x2 + b ⋅ x + c pode ser fatorado quando são co-
nhecidas as raízes da equação a ⋅ x2 + b ⋅ x + c = 0.
Na ocasião, vimos que:
ax2 + bx + c = a ⋅ (x – x1) (x – x2), em que x1 e x2
são as raízes.
Em muitos exercícios, será útil utilizarmos
f(x) = a ⋅ (x – x1) ⋅ (x – x2) em vez de:
f(x) = ax2 + bx + c.
Exemplo
Escreva a lei de formação de uma função do
2º grau cujo coeficiente de x2 é igual a 1 e que
possui raízes 1 e –3.
Resolução
f(x) = a ⋅ (x – x1) ⋅ (x – x2)
f(x) = 1 ⋅ (x – 1) ⋅ (x – (–3))
f(x) = 1 ⋅ (x – 1) ⋅ (x + 3)
f(x) = 1 ⋅ (x2 + 2x – 3)
f(x) = x2 + 2x – 3
E. Vértice da parábola
Chamamos de vértice da parábola o ponto do
gráfico, sobre o eixo de simetria, onde a pará-
bola inverte o seu sentido de crescimento, isto
é, de decrescente para crescente ou vice-versa.
O vértice corresponde a um ponto especial do
gráfico, pois, dependendo da concavidade da
parábola, o vértice pode indicar o ponto mais
“alto” do gráfico (concavidade para baixo) ou o
ponto mais “baixo” (concavidade para cima). No
primeiro caso, dizemos que a função possui um
valor máximo e no segundo um valor mínimo.
V
Eixo de
simetria
V
Eixo de
simetria
Para determinarmos a abscissa do vértice (xv),
usamos o fato de que, sendo o gráfico simétri-
co em relação a esta reta vertical, os valores
(xv + k) e (xv – k) apresentam a mesma imagem,
ou seja, f(xv + k) = f(xv – k). Sendo:
Funções
PV
-1
3-
11
22
Matemática
f(x) = ax2 + bx + c, temos:
f(xv + k) = a(xv + k)2 + b(xv + k) + c = y1
f(xv – k) = a(xv – k)2 + b(xv – k) + c = y2
Considerando que y1 = y2, temos:
x
b
av
= −
2
, que é o valor da abscissa do vérti-
ce (xv).
Observação
O xv é a média aritmética das abscis-
sas de quaisquer dois pontos simétri-
cos na parábola. Sendo assim, pode-
mos escrever também que x
x x
v =
+1 2
2
,
em que x1 e x2 são as raízes da função.
Para determinarmos a ordenada do vértice
(yv), usamos o fato de que o vértice é um pon-
to pertencente à parábola e que, portanto, a
imagem de xv é yv, ou seja, yv = f(xv).
Assim, temos:
y a x b x c y
av v v v
= + + ⇒ = −
∆
( ) ( )2
4
que é o valor da ordenando do vértice (yv)
y
av
= −
∆
4
É importante também ficar atento ao detalhe
de que yv é uma imagem da função e utilizar
yv = f(xv) pode nos poupar tempo em alguns
casos; além disso, não será necessário lembrar
as fórmulas.
Representando o vértice por V (xv; yv) e saben-
do que yv = f(xv), temos que:
x
b
a
e y
av v
= − = −
∆
2 4
e, portanto, conhecendo yv , obteremos o con-
junto imagem.
Resumo gráfico
f(x) = ax2 + bx + c
∆ > 0 ∆ = 0 ∆ < 0
a > 0
y
x
c
0 x1
yv
xv
x2
y
x
c
= 0 x1 = x2 = xVyv
y
x
c
0 xV
yV
Im = {y ∈ R | y ≥ yv}; D = R
a < 0
x
y
c
0 x1 x2
x
y
V
c
0
x1 = x2 = xV
xy
c
V
0
xv
yV
Im = {y ∈ | y ≤ yv}; D =
Conjunto Imagem
O conjunto imagem de uma função
polinomial do 2º grau está associado
ao seu ponto extremo, ou seja, à or-
denada do vértice (yv).
y
Im
yv
a > 0 ⇒ Im = {y∈IR | y ≥ yv}
a > 0 ⇒ Im = {y∈IR | y ≤ yv}
yv
y
x
Im
PV
-1
3-
11
Funções
23
Matemática
01.
Esboce o gráfico e determine o conjunto imagem
da função real definida por f(x) = x2 – 2x + 3.
Resolução
Concavidade para cima: a = 1, (a > 0)
Raízes: x2 – 2x + 3 = 0
∆ = (–2)2 – 4 ⋅ 1 ⋅ 3
∆ = –8
A função não tem raízes reais, portanto não
interceptao eixo x.
Vértice:
x
b
a
y f x f
Vv
v v
= − = −
−
⋅
=
= = = − ⋅ + =
2
2
2 1
1
1 1 2 1 3 2
1 2
2
( )
( ) ( )
( ; )
Gráfico:
x
y
2
2
3
10
Observe que o ponto (2; 3) foi encontrado por
simetria.
É importante mencionar mais um ponto além
do vértice e da intersecção com o eixo y quan-
do a função não tem raízes.
Conjunto imagem: projetando a parábola so-
bre o eixo y, obtemos o intervalo [2, + ∞[.
Im = { y ∈ | y ≥ 2}
02.
Determine, em função de p, o vértice da pará-
bola definida por y = x2 – 2px.
Resolução
x
b
a
p
p
y f x f p p p p p
v
v v
= − = −
−
⋅
=
= = = − ⋅ ⋅ = −
2
2
2 1
22 2
( )
( ) ( )
Resposta
V(p; –p2)
03. PUCCamp-SP
Seja a função f, de em , definida por
f(x) = x2 – 3x + 4. Num sistema de coordenadas
ortogonais, o vértice da parábola que repre-
senta f localiza-se:
a. no primeiro quadrante.
b. no segundo quadrante.
c. no terceiro quadrante.
d. sobre o eixo das ordenadas.
e. sobre o eixo das abscissas.
Resolução
x
b
a
y
a
V
V
V
=
−
=
− −
⋅
=
=
−∆
=
− −
⋅
=
⇒
2
3
2 1
3
2
4
7
4 1
7
4
3
2
7
4
( )
( )
; ⇒⇒ ∈V Q1º
Resposta
A
04. UFMG
O trinômio y = ax2 + bx + c está representado
na figura.
y
x0
EXERCÍCIOS RESOLVIDOS
Funções
PV
-1
3-
11
24
Matemática
A afirmativa correta é:
a. a > 0, b > 0 e c < 0
b. a < 0, b < 0 e c < 0
c. a < 0, b > 0 e c < 0
d. a < 0, b > 0 e c > 0
e. a < 0, b > 0 e c > 0
Resolução
• a < 0, pois concavidade encontra-se volta-
da para baixo;
• c < 0; pois é a ordenada do ponto onde o
gráfico corta o eixo y (termo independente);
• as duas raízes são negativas e, portanto, a
soma delas é negativa.
− < ⇒ >
b
a
b
a
0 0
Assim, como a < 0, para que o quociente
b
a
> 0, o sinal de b deve ser negativo.
∴ a < 0, b < 0 e c < 0
Resposta
B
05. Fameca-SP
Uma pista de skate tem o formato mostrado
na figura.
y
x
4
1
A curva descrita é uma parábola e seu ponto
mais baixo é (5,0). A soma dos coeficientes a,
b e c da função representada por essa curva é:
a. 16
b. 4
c. 2,025
d. 1,6
e. 0
Resolução
Seja y = ax2 + bx + c a função que representa
a curva:
Observando o gráfico, temos:
• f(1) = 4 ⇒ a + b + c = 4
• f(5) = 0 ⇒ 25a + 5b + c = 0
• f(9) = 4 ⇒ 81a + 9b + c = 4
Resolvendo o sistema:
a b c
a b c
a b c
a b c
b c
c
+ + =
+ + =
+ + =
=
+ + =
+ =
=
4
25 5 0
81 9 4
4
20 24 100
128 8000
a = 0,25, b = –2,5 e c = 6,25
∴ = + + = − + =soma a b c 0 25 2 5 6 25 4, , ,
Resposta
B
5. Função do 2º grau – pontos extremos
A função do 2º grau possui um ponto importante denominado vértice. Seu estudo nos leva à
análise de situações de extrema importância no nosso dia a dia. Se por acaso um problema que
analisa o lucro de uma empresa puder ser expresso por uma função do 2º grau, a < 0, o vértice
nos dirá em que situação o lucro será máximo.
A. Vértice da parábola
Como vimos anteriormente, a representação gráfica da função quadrática é a parábola, que pos-
sui um eixo imaginário denominado eixo de simetria, uma reta vertical que intercepta o gráfico
em um ponto especial denominado vértice.
PV
-1
3-
11
Funções
25
Matemáti ca
As coordenadas do vértice são:
x
b
a
ou x
x x
v v= − =
+
2 2
1 2 , em que x1 e x2 são
as raízes da função.
y f x
av v
= = −
∆
( )
4
B. Valores extremos
O valor máximo (mínimo) de uma função qual-
quer é o maior (menor) valor de imagem que a
função possui. No caso da função quadrática,
o valor máximo (mínimo) é o yv , pois o vértice
é um extremo da função quando o domínio é
o conjunto dos reais. Quando a função do 2º
grau tem concavidade para cima, ocorre um
valor mínimo e, quando a concavidade ocorre
para baixo, temos um valor máximo.
a > 0 a < 0
Ponto de mínimo
valor da função
V
y
yv
Ponto de
máximo
valor da
função
V
y
yv
Resumo
x
b
a
e y
av v
e yv ve y= − = −
∆
2 4a2 4av v2 4v v
e yv ve y2 4
e yv ve y
ou
y fv vy fv vy fy f=y f( )x( )xv v( )v vxv vx( )xv vx
EXERCÍCIOS RESOLVIDOS
01. UEPB
Um foguete pirotécnico é lançado para cima
verticalmente e descreve uma curva dada pela
equação h = – 40t2 + 200t , em que h é a altura,
em metros, atingida pelo foguete em t segun-
dos, após o lançamento. A altura máxima atin-
gida e o tempo que esse foguete permanece
no ar são, respectivamente:
a. 250 m e 2,5 s
b. 300 m e 6 s
c. 250 m e 0 s
d. 150 m e 2 s
e. 100 m e 3 s
Resolução
h t t
t s
h m
h
máx
máx
m
= − +
=
−
−
= =
=
−
−
=
40 200
200
80
20
8
2 5
40 000
160
250
2
.
.
,
.
ááx m
t s
.
,
=
=
250
2 5
Resposta
A
Funções
PV
-1
3-
11
26
Matemática
02. Unifesp
As figuras A e B representam dois retângulos
de perímetros iguais a 100 cm, porém de áreas
diferentes, iguais a 400 cm2 e 600 cm2, respec-
tivamente.
Figura A
400 cm2
Figura B
600 cm2
A figura C exibe um retângulo de dimensões
(50 – x) cm e x cm, de mesmo perímetro que
os retângulos das figuras A e B.
Figura C
50 – x
x
a. Determine a lei, f(x), que expressa a
área do retângulo da figura C e exiba
os valores de x que fornecem a área do
retângulo da figura A.
b. Determine a maior área possível para
um retângulo nas condições da figura C.
a. A área de um retângulo de base 50 – x e altu-
ra x, com 0 < x < 50, é dada por: f(x) = (50 – x) · x.
Essa área é igual a 400 cm2 se, e somente se:
f(x) = 400
(50 – x) · x = 400
x2 – 50x + 400 = 0
x = 10 ou x = 40
f(x) = (50 – x) · x e
f(x) = 400 ⇔ (x = 10 ou x = 40)
b.
f(x) = (50 – x) · x é máximo se, e somente
se, x = 25.
f(25) = (50 – 25) · 25
f(25) = 625
625 cm2
03. FGV-SP
A função f, de em , dada por f(x) = ax2 – 4x + a
tem um valor máximo e admite duas raízes reais
e iguais. Nessas condições, f(–2) é igual a:
a. 4
b. 2
c. 0
d. −
1
2
e. –2
Resolução
Se a função admite duas raízes reais e iguais,
então:
∆ = (–4)2 – 4 · a · a = 0 ⇒ 16 – 4a2 = 0
a2 = 4 ⇒ a = ± 2
Como a função tem um valor máximo, temos
a < 0.
Assim, f(x) = – 2x2 – 4x – 2 e
f(– 2) = – 2(– 2)2 – 4(– 2) – 2 = – 8 + 8 – 2 = – 2
Resposta
E
04. UFPE
Uma pesquisa sobre a relação entre o pre-
ço e a demanda de certo produto revelou
que, a cada desconto de R$ 50,00 no preço
do produto, o número de unidades vendidas
aumentava de 10. Se, quando o preço do pro-
duto era R$ 1.800,00 o número de unidades
vendidas era de 240, calcule o valor máximo,
em reais, que pode ser obtido com a venda
das unidades do produto e indique a soma
dos seus dígitos.
Resolução
Sendo x o número de descontos de 50 reais no
preço do produto, então a função que repre-
senta o total obtido com a venda será:
f(x) = (1.800 – 50x) ⋅ (240 + 10x)
f(x) = 50(36 – x) · 10(24 + x)
f(x) = 500( –x2 + 12x + 864)
f(x) = –500x2 + 6.000x + 432.000
PV
-1
3-
11
Funções
27
Matemática
x
b
av
= − =
− ⋅
⋅ − ⋅
=
2
12 500
2 1 500
6
( )
O valor máximo obtido com a venda ocorre
quando x = 6.
∴ f(6) = (1.800 – 50 · 6) (240 + 10 · 6) = 450.000
reais
Sendo S a soma dos dígitos do valor máximo
obtido com a venda, então:
s = 4 + 5 + 0 + 0 + 0 + 0 = 9
05. PUC-SP
Ao levantar dados para a realização de um
evento, a comissão organizadora observou
que, se cada pessoa pagasse R$ 6,00 por sua
inscrição, poderia contarcom 460 participan-
tes, arrecadando um total de R$ 2.760,00.
Entretanto, também estimou que, a cada au-
mento de R$ 1,50 no preço de inscrição, rece-
beria 10 participantes a menos. Considerando
tais estimativas, para que a arrecadação seja
a maior possível, o preço unitário da inscrição
em tal evento deve ser:
a. R$ 15,00
b. R$ 24,50
c. R$ 32,75
d. R$ 37,50
e. R$ 42,50
Resolução
Seja x o número de aumentos de R$ 1,50.
Arrecadação:
A = (6 + x · 1,5) ⋅ (460 – 10x)
A arrecadação será a maior possível para
x xv= =
− +
=
4 46
2
21 .
Logo, o preço unitário, em reais, deve ser:
P = 6 + 21 (1,5) = 37,50
Resposta
D
6. Função do 2º grau – Aplicações
Diversos fenômenos da natureza são descritos matematicamente por meio da função do 2º grau.
Problemas de física, química, biologia, matemática financeira etc. são resolvidos estudando-se os
pontos de máximo ou de mínimo, as raízes, o sinal e a taxa de variação dessa função.
A seguir, por meio das situações-problema, são apresentados exemplos destas aplicações.
EXERCÍCIOS RESOLVIDOS
01. UFV-MG
A temperatura de uma estufa, em graus Cel-
sius, é regulada em função do tempo t, de
acordo com a lei f definida pela sentença
f t
t
t( ) = − + +
2
2
4 10, sendo t ≥ 0.
É correto afirmar que:
a. a estufa nunca atinge zero grau.
b. a temperatura é sempre positiva.
c. a temperatura mais alta é atingida para
t = 2.
d. o valor da temperatura máxima é 18
graus.
e. a temperatura é positiva só para 1 < t < 5.
Funções
PV
-1
3-
11
28
Matemática
Resolução
a < 0 ⇒ concavidade voltada para baixo
Raízes
t
t
t e t
t
b
a
y f
v
v
:
( )
− + + =
= − =
=
−
=
−
⋅
−
=
= =
2
1 2
2
4 10 0
2 10
2
4
2 1
2
4
4 18
⇒ V( ; )4 18
Intersecção com o eixo y: (0; 10)
Logo, a temperatura máxima é de 18 graus.
Resposta
D
02. Uespi
O lucro mensal de uma fábrica é dado por
L(x) = –x2 + 60x – 10, em que x é a quantidade
mensal de unidades fabricadas e vendidas de
um certo bem produzido por esta empresa e L
é expresso em reais (obs.: real é unidade mo-
netária).
O maior lucro mensal possível que a empresa
poderá ter é dado por:
03.
Dispõe-se de uma folha de papel retangular me-
dindo 20 cm de largura por 24 cm de compri-
mento. Deseja-se recortar em cada quina da fo-
lha quatro quadrados iguais (veja figura). Quanto
deve medir o lado de cada quadrado para que a
área da região sombreada seja máxima?
x x
x x
x
x
x
x
a. 4,5 cm
b. 5 cm
c. 5,5 cm
d. 6 cm
e. 6,5 cm
Resolução
Área do retângulo horizontal:
(24 – 2x) · x
Área do retângulo vertical:
(20 – 2x) · x
Indicando por S(x) a área da região sombrea-
da, temos:
S(x) = 2 · x (24 – 2x) + 2 · x (20 – 2x)
S(x) = 48x – 4x2 + 40 x – 4x2
S(x) = – 8x2 + 88x
x
b
a
cmv =
−
=
−
−
=
2
88
16
5 5,
Resposta
C
04. ITA-SP
Os dados experimentais da tabela a seguir
correspondem às concentrações de uma subs-
tância química medidas em intervalos de 1 se-
gundo. Assumindo que a linha que passa pelos
três pontos experimentais é uma parábola,
tem-se que a concentração (em mols) após 2,5
segundos é:
a. R$ 890,00
b. R$ 910,00
c. R$ 980,00
d. R$ 1.080,00
e. R$ 1.180,00
Resolução
L(x) = –x2 + 60x – 10
∴ Lmáx. = y a
y
V
V
=
−
= −
− −( ) −( )( )
−( )
=
− −( )
−
=
∆
4
60 4 1 10
4 1
3 600 40
4
3 560
4
2
. .
∴ Lmáx. = R$ 890,00
Resposta
A
PV
-1
3-
11
Funções
29
Matemática
Tempo (s) Concentração (mols)
1 3,00
2 5,00
3 1,00
a. 3,60
b. 3,65
c. 3,70
d. 3,75
e. 3,80
Resolução
f x ax bx c
c b a
c b a
c b a
c b a
b a
( )= + +
+ + =
+ + = ⇒
+ + =
+ + =
+ =
2
3
2 4 5
3 9 1
3
3 2
2bb a
c b a
b a
a
a b b
c
+ = −
⇒
+ + =
+ =
= −
= − − = ⇒ =
+ −
8 2
3
3 2
2 6
3 9 2 11
11 3
;
== ⇒ = −
= − + −
( )= − ( ) + −
( )= −
3 5
3 11 5
2 5 3 2 5 11 2 5 5
2 5 18
2
2
c
f x x x
f
f
( )
, · , · ,
, ,, ,
, ,
75 27 5 5
2 5 3 75
+ −
( )=f
Resposta
D
TEXTO COMPLEMENTAR
Álgebra do voo à Lua
Muita gente manifesta o temor de
que seja extremamente difícil acertar exa-
tamente num alvo sideral tão diminuto, já
que o diâmetro da Lua é percebido por nós
sob um ângulo de apenas meio grau. No
entanto, examinando-se o problema com
mais vagar, verifica-se que o objetivo pro-
posto será sem dúvida alcançado, se se
conseguir que o foguete ultrapasse o pon-
to em que a força de atração da Terra e da
Lua são equivalentes. Uma vez consegui-
do isso, a nave cósmica avançará inexora-
velmente na direção da Lua, impulsionada
pela força de atração desta. Busquemos
esse ponto de atração equivalente.
De acordo com a lei de Newton, a
força de atração recíproca de dois corpos
é diretamente proporcional ao produto das
massas que se atraem e inversamente pro-
porcional ao quadrado da distância que as
separa F GM m
d
=
⋅
2 . Se denotarmos por
M a massa da Terra, m’ a massa da espa-
çonave e por x a distância entre ela e o
foguete, a força com que a Terra atrai cada
grama de massa da espaçonave se expri-
mirá por
F
F
m
G
M
x
F
M G
xr r
= = =
⋅
' 2 2
A força com que a Lua atrai cada
grama do foguete nesse mesmo ponto será
mG/(d – x)2, onde m é a massa da Lua e d
a distância que a separa da Terra, na pres-
suposição de achar-se o foguete sobre a
reta que une os centros da Lua e da Terra.
O problema exige que
MG
x
mG
d x2 2
=
−( )
,
isto é,
M
m
x
d dx x
=
− +
2
2 22
A relação M/m, segundo a Astrono-
mia, equivale, aproximadamente, a 81,5.
Aplicando-a, teremos
x
d dx x
2
2 22
81 5
− +
= ,
Daí,
80,5 x2 – 163,0 dx + 81,5 d2 = 0
Equação essa que, resolvida, fornece
as raízes
x1 = 0,9 d; x2 = 1,12 d
Assim, chega-se à conclusão de que,
sobre a reta que une os centros da Lua e
da Terra, existem dois pontos onde a atra-
ção de ambos os planetas atua sobre o fo-
guete com intensidade idêntica: um a 0,9
de distância que separa os dois planetas,
partindo-se do centro da Terra; o outro, a
1,12 dessa mesma distância. Ora, a distân-
cia d entre os centros da Terra e da Lua
é aproximadamente igual a 384.000 km;
portanto, um dos pontos procurados se en-
contra a 346.000 km da Terra, e o outro, a
430.000 km.
Funções
PV
-1
3-
11
30
Matemática
É possível demonstrar que o lugar
geométrico dos pontos que satisfazem às
exigências do problema é uma circunfe-
rência que passa pelos dois pontos acha-
dos, tomados estes como extremidades
de um diâmetro daquela. Se fizermos gi-
rar essa circunferência em torno do eixo
constituído pela reta que une os centros
da Terra e da Lua, a circunferência gera-
rá uma esfera cujos pontos satisfazem às
exigências do problema.
O diâmetro dessa esfera será igual a
1,12 d – 0,9 d = 0,22 · d ≈ 84.000 km
No momento em que o foguete se
achar dentro dessa esfera, ele deverá for-
çosamente cair sobre a superfície lunar,
porque, nessa zona, a força de atração da
Lua supera a da Terra.
384.000 km
84.000 km
Terra
13.000 km
Aq
ui a
atração da Lua
é m
aior que a da
Te
rr
a.
Lua3.500 km
Figura 1
O objetivo visado pelo foguete é mui-
to maior do que se suspeitava. Tal objetivo
não ocupa meio grau no espaço, mas, sim,
12 graus, conforme demonstra um simples
cálculo geométrico. Isto facilita grande-
mente a tarefa dos cosmonautas.
Por acaso pensaram os leitores, ao
procurarem resolver a equação, que a for-
ça de gravitação da Terraera maior que a
da Lua, não só na sua frente, mas inclu-
sive por detrás dela? A análise algébrica,
inesperadamente, revelou-nos tal fato,
permitindo-nos delimitar, com exatidão, a
esfera de influência de ambos esses cor-
pos celestes.
Adaptado do livro Aprenda álgebra
brincando I. Perelman. Editora Hemus.
PV
-1
3-
11
Funções
31
Matemática
1. Introdução
As propriedades a seguir poderão nos auxiliar
nas resoluções de problemas envolvendo de-
sigualdades.
2. Propriedades
Vamos enunciar as propriedades tomando
como referência um dos sentidos da desigual-
dade (<), porém as propriedades são verdadei-
ras para o outro sentido (>).
1. transitiva: a < b e b < c ⇒ a < c
2. a < b ⇒ a + x < b + x
a < b ⇒ a – x < b – x
Observe uma consequência desta propriedade:
a + c < b ⇔ a + c – c < b – c ⇔ a < b – c
a + c < b ⇔ a < b – c
3. a < b e c > 0 ⇔ a ⋅ c < b ⋅ c
a < b e c > 0 ⇔ a
c
b
c
<
4. a < b e c < 0 ⇔ a · c > b · c (Atenção
redobrada nesta quarta propriedade)
a < b e c < 0 ⇔ a
c
b
c
>
Ao multiplicarmos ou dividirmos uma desi-
gualdade por uma constante não nula, o sen-
tido será conservado caso a constante seja um
número positivo, porém deverá ser invertido
se a constante for um número negativo.
3. Inequações do 1º grau
Denominamos inequação do 1º grau toda de-
sigualdade que pode ser escrita em uma das
formas abaixo, em que x é variável e a e b são
constantes reais.
a ⋅ x + b ≤ 0, a ≠ 0
a ⋅ x + b ≥ 0, a ≠ 0
a ⋅ x + b < 0, a ≠ 0
a ⋅ x + b > 0, a ≠ 0
a ⋅ x + b ≠ 0, a ≠ 0
Aplicando as propriedades enunciadas acima,
podemos isolar o x em qualquer uma delas,
como, por exemplo, tomando a primeira:
a x b
a x b b b
x
b
a
se a
x
b
a
se aa x b
⋅ + ≤
⋅ + − ≤ − ⇔
≤
−
>
≥
−
<
⋅ ≤ −
0
0
0
0
Solução
S x x
b
a
se a
S x x
b
a
se a
:
{ | }
{ | }
= ∈ ≤
−
>
= ∈ ≥
−
<
0
0
CAPÍTULO 03 INEQUAÇÕES DO 1º E DO 2º GRAU
EXERCÍCIOS RESOLVIDOS
01. Fuvest-SP
Um estacionamento cobra R$ 6,00 pela pri-
meira hora de uso, R$ 3,00 por hora adicional
e tem uma despesa diária de R$ 320,00. Con-
sidere-se um dia em que sejam cobradas, no
total, 80 horas de estacionamento.
O número mínimo de usuários necessário para
que o estacionamento obtenha lucro nesse dia é:
Resolução
Número de usuários: x
Todos os usuários pagarão a 1ª hora de uso;
desta maneira, das 80 horas de estacionamen-
to, x horas serão consideradas como as horas
gastas na 1ª hora de uso, ficando, dessa forma,
(80 – x) horas para as horas adicionais.
Receita: R(x) = x ⋅ 6 + (80 – x) ⋅ 3
R(x) = 6 ⋅ x + 240 – 3 ⋅ x
R(x) = 3 ⋅ x + 240
Lucro = receita – despesa
a. 25
b. 26
c. 27
d. 28
e. 29
Funções
PV
-1
3-
11
32
Matemática
Lucro: L(x) = 3x + 240 – 320
L(x) = 3 ⋅ x – 80
Para haver lucro, L(x) tem que ser maior que
zero.
3 ⋅ x – 80 > 0 ⇒ 3 ⋅ x > 80
x >
80
3
x > 26,666...
Como a quantidade de usuários é inteira, de-
vemos ter pelo menos 27 usuários.
Resposta
C
02. UFPE
Indique o comprimento do intervalo das solu-
ções da desigualdade 0 ≤ 2 ⋅ x – 7 ≤ 70.
Resolução
0 ≤ 2 ⋅ x – 7 ≤ 70
0 + 7 ≤ 2 ⋅ x – 7 + 7 ≤ 70 + 7
7 ≤ 2 ⋅ x ≤ 77
Dividindo todos os termos por 2, temos:
3,5 ≤ x ≤ 38,5 ⇒ 38,5 – 3,5 = 35
Resposta
O comprimento do intervalo é 35.
4. Inequação do 2º grau
Denominamos inequação do 2º grau toda de-
sigualdade que pode ser escrita em uma das
formas abaixo, em que x é variável e a, b e c
são constantes reais.
a ⋅ x2 + b ⋅ x + c ≤ 0, a ≠ 0
a ⋅ x2 + b ⋅ x + c ≥ 0, a ≠ 0
a ⋅ x2 + b ⋅ x + c < 0, a ≠ 0
a ⋅ x2 + b ⋅ x + c > 0, a ≠ 0
a ⋅ x2 + b ⋅ x + c ≠ 0, a ≠ 0
Para resolver uma inequação do 2º grau pode-
mos recorrer ao estudo do sinal de uma fun-
ção quadrática, f(x) = a ⋅ x2 + b ⋅ x + c.
Para o estudo da variação de sinal da função
do 2º grau, adotaremos algumas simplificações
para a construção do gráfico: não é necessário
que tenhamos a posição exata do vértice, bas-
ta que ele esteja do lado certo do eixo x; não é
preciso estabelecer o ponto de intersecção do
gráfico da função com o eixo y; e, considerando
que as imagens acima do eixo x são positivas e
as abaixo do eixo x são negativas, podemos dis-
pensar a colocação do eixo y. Em resumo, para
estabelecermos a variação de sinal de uma fun-
ção do 2º grau, basta conhecermos a posição da
concavidade da parábola, voltada para cima ou
para baixo, e a existência e quantidade de raízes
que ela apresenta.
Consideremos a função f(x) = ax2 + bx + c, com
a ≠ 0.
a > 0 a < 0
∆ > 0
xx1 x2
x < x1 ou x > x2 ⇒ f(x) > 0
x = x1 ou x = x2 ⇒ f(x) = 0
x1 < x < x2 ⇒ f(x) < 0
x
x2x1
x < x1 ou x > x2 ⇒ f(x) < 0
x = x1 ou x = x2 ⇒ f(x) = 0
x1 < x < x2 ⇒ f(x) > 0
∆ = 0 xx1 = x2
x = x1 ⇒ f(x) = 0
x ≠ x1 ⇒ f(x) > 0
x
x1 = x2
x = x1 ⇒ f(x) = 0
x ≠ x1 ⇒ f(x) < 0
∆ < 0
x
f(x) > 0 para ∀ x ∈
x
f(x) < 0 para ∀ x ∈
PV
-1
3-
11
Funções
33
Matemática
Finalmente, tomamos como solução para a
inequação as regiões do eixo x que atenderam
às exigências da desigualdade.
Exemplo
Estudar o sinal da função f(x) = x2 – 3 ⋅ x – 10.
Raízes: x2 – 3 ⋅ x – 10 = 0
S
P
x
ou
x
=
= −
= −
=
3
10
2
5
1
2
–2 5–
+ +
Estudo do sinal:
x ou x f x
x ou x f x
x f x
< − > ⇔ >
= − = ⇔ =
− < < ⇔ <
2 5 0
2 5 0
2 5 0
( )
( )
( )
Para resolver a inequação x2 – 3 ⋅ x – 10 > 0, uti-
lizamos o estudo do sinal da função que leva a
imagem de f(x) = x2 – 3 ⋅ x – 10 a valores maio-
res que zero, isto é, no exemplo acima os va-
lores de x são tais que x < – 2 ou x > 5. Se, por
outro lado, queremos resolver a inequação
x2 – 3 ⋅ x – 10 ≤ 0, teremos como solução os
valores de x tais que –2 ≤ x ≤ 5.
Observação
A simbologia de (+) ou (– ) utilizada no esboço
do gráfico acima representa o sinal da imagem
da função na região adotada e deve ser uma
convenção usada por nós para a resolução dos
demais exercícios. Não confundir esses sinais
com o sinal de domínio.
EXERCÍCIOS RESOLVIDOS
01. PUC-RS
A solução, em , da inequação x2 < 8 é:
a. { , }−2 2 2 2
b. [ ; ]−2 2 2 2
c. ( ; )−2 2 2 2
d. ( ; )−∞ 2 2
e. ( ; )−∞ 2 2
Resolução
x2 < 8 ⇒ x2 – 8 < 0
Função auxiliar: f(x) = x2 – 8
Raízes: x2 – 8 = 0 ⇒ x2 = 8
x x= ± ⇒ = ± ⋅8 2 2
–2 2
–
+ +
2 2
S x x= ∈ − ⋅ < < ⋅ = − ⋅ ⋅{ | } ( ; ) 2 2 2 2 2 2 2 2
Observação
A notação de parêntese também é usada para
indicar intervalo aberto em sua extremidade.
Resposta
C
02. UEPB
A desigualdade 3 ⋅ (2x + 2) > (x + 1) ⋅ (5 – x) é
verdadeira para:
a. x = –1.
b. todo x real.
c. todo x ∈ – {1}.
d. todo x ∈ – {–1}.
e. todo x ≤ –1.
Resolução
3 ⋅ (2x + 2) > (x + 1) ⋅ (5 – x)
6 ⋅ x + 6 > 5 ⋅ x – x2 + 5 – x
x2 + 6 ⋅ x + 6 – 5 ⋅ x + x – 5 > 0
x2 + 2 ⋅ x + 1 > 0
Função auxiliar: f(x) = x2 + 2 ⋅ x + 1
Raízes: x2 + 2 ⋅ x + 1 = 0
S
P
x
ou
x
= −
=
= −
= −
2
1
1
1
–1
+ +
As imagens de f(x) são positivas para todo x
real, exceto para x = – 1, em que f(x) = 0 ; desta
forma, x2 + 2 ⋅ x + 1 > 0 é verdadeira para todo
x real diferente de – 1.
Resposta
D
Funções
PV
-1
3-
11
34
Matemática
03. UEL-PR modificado
Seja S o conjunto solução do sistema:
3 2 7 2
48 3 10
11 2 3 1 3 5
x x
x
x x
+ < −
< +
− − > − −
( ) ( )
Dessa forma, S é o conjunto de todos os núme-
ros reais x, tais que:
a. –1 < x < 0
b. –1 < x < 1
c. − < <1 x
2
9
d. − < <1 x
1
3
e. − < <1 x
9
4
Resolução
3 2 7 2 5 5 1
48 3 10 45 10
2
9
11 2 3 1 3 5
x x x x
x x x x
x x+ < − ⇒ < ⇒ <
< + ⇒ < ⇒ <
− − > − − ⇒( ) ( ) xx
S x x
> −
= ∈ − < <
1
1
2
9
|
Resposta
C
04. FGV-SP
Quantos números inteiros satisfazem a inequa-
ção x2 – 10x < – 16?
a. 3
b. 4
c. 5
d. 6
e. 7
Resolução
x2 – 10x < – 16
x2 – 10x + 16 < 0
x2 – 10x + 16 = 0
S
P
x
x
=
=
⇒
=
=
10
16
2
8
1
2
+ +
2 8
x
–
2 < x < 8
∴ 5 números inteiros
Resposta
C
05. FCC-SP
Quantos números inteiros satisfazem o siste-
ma de inequações abaixo?
2 1 3 2
6 8 02
x x
x x
+ > −
− + ≤
a. 0
b. 1
c. 2
d. 3
e. 4
Resolução
2x + 1 > 3x – 2 ⇒ – x > – 3 ⇒ x < 3
x2 – 6x + 8 ≤ 0
2 4 x
+ +
–
2 ≤ x ≤ 4
S = {x ∈ | 2 ≤ x < 3} ⇒ uma única solução
inteira
x = 2
Resposta
B
PV
-1
3-
11
Funções
35
Matemática
5. Inequações produto e quociente
Em algumas situações, podemos encontrar
inequações que apresentam expressões que
fogem da forma de 1º e 2º graus. Nessas situa-
ções, se pudermos reescrever a expressão em
fatores e/ou quocientes de expressões de grau
menor, poderemos ter nossa tarefa facilitada.
Algumas dessas situações são conhecidas com
inequações produto e inequações quociente.
6. Inequação produto
Podemos definir uma inequação produto
como sendo uma desigualdade que pode ser
encontrada em uma das formas abaixo, em
que x é variável e f(x) e g(x) são sentenças ma-
temáticas de funções reais.
f(x) ⋅ g(x) ≤ 0
f(x) ⋅ g(x) ≥ 0
f(x) ⋅ g(x) < 0
f(x) ⋅ g(x) > 0
f(x) ⋅ g(x) ≠ 0
Observação
A quantidade de fatores que se apresentam do
lado esquerdo das desigualdades pode variar
dependendo do problema. Nas situações aci-
ma, indicamos apenas dois fatores: f(x) e g(x).
Um modo de resolver uma inequação produto
consiste em estudar os sinais de cada um dos
fatores e em seguida analisar o produto dos
sinais.
Por exemplo, resolver a inequação:
(x – 1) ⋅ (2 – x) ≥ 0
Denominaremos x – 1 de f(x) e 2 – x de g(x).
Assim, o problema se resume em analisar
f(x) ⋅ g(x) ≥ 0.
Vamos estudar o sinal de f(x) e g(x).
f(x) = x – 1 ⇒ raiz: x = 1 ⇒ gráfico:
x1
+
–
g(x) = 2 – x ⇒ raiz: x = 2 ⇒ gráfico:
x2
+
–
Agora que temos os sinais de f(x) e de g(x), vamos
estudar o sinal do produto f(x) · g(x). Para isso, será
útil utilizar uma tabela do tipo que se segue.
f(x) –
–
+
+
+
+
+
–
–g(x)
f(x) · g(x)
2
1
1 2
Observe que pela tabela temos:
I. f(x) é negativa para x < 1, é nula para x = 1
e é positiva para x > 1;
II. g(x) é positiva para x < 2, é nula para x = 2
e é negativa para x > 2;
III. f(x) · g(x) é negativa para x < 1 ou x > 2,
é nula para x = 1 ou x = 2 e é positiva
para 1 < x < 2.
Como queremos f(x) ⋅ g(x) ≥ 0 , o intervalo que
nos interessa é: 1 ≤ x ≤ 2.
Portanto: S = {x ∈ | 1 ≤ x ≤ 2}
7. Inequação quociente
Podemos definir uma inequação quociente
como sendo uma desigualdade que pode ser
encontrada em uma das formas abaixo, em
que x é variável e f(x) e g(x) são sentenças ma-
temáticas de funções reais.
f x
g x
f x
g x
f x
g x
f x
g x
f x
g x
( )
( )
,
( )
( )
,
( )
( )
,
( )
( )
,
( )
( )
≤ ≥ < > ≠0 0 0 0 0
Observação
A quantidade de fatores e/ou quocientes que
se apresentam do lado esquerdo das desigual-
dades pode variar dependendo do problema.
Nas situações acima indicamos, apenas um
quociente:
f x
g x
( )
( )
.
A resolução de uma inequação quociente é
parecida com a resolução de inequação pro-
duto, pois a regra do sinal da divisão de dois
termos é a mesma para o produto de dois fa-
tores. Mas há uma observação importante a
se fazer no caso da inequação quociente: nun-
ca poderá(ão) ser usada(s) a(s) raiz(raízes)
proveniente(s) do denominador. O motivo é
simples, embora esquecível, pois não está de-
finida no conjunto dos reais a divisão por zero.
Para exemplificar, vamos “transformar” a ine-
quação produto anterior em uma inequação
quociente.
Exemplo
Resolver em a inequação
x
x
−
−
≥
1
2
0.
Funções
PV
-1
3-
11
36
Matemática
Resolução
x
x
−
−
≥
1
2
0
Denominaremos x – 1 de f(x) e 2 – x de g(x).
Agora, o problema se resume em analisar
f x
g x
( )
( )
.≥ 0
Os sinais de f(x) e g(x) foram estudados ante-
riormente.
f(x) = x – 1;
sinais de f(x)
0
1
+–
g(x) = 2 – x;
sinais de g(x)
0
2
–+
Com os sinais de f(x) e de g(x), vamos analisar
o sinal do quociente
f x
g x
( )
( )
. Novamente, será
útil utilizar uma tabela de sinais.
f(x) –
–
+
+
+
1 2
+
+
–
–g(x)
F(x)/g(x)
E
1 2
0
Observe que pela tabela temos:
I. f(x) é negativa para x < 1, é nula para x = 1
e é positiva para x > 1;
II. g(x) é positiva para x < 2, é nula para x = 2
e é negativa para x > 2;
III. f x
g x
( )
( )
é negativa para x < 1 ou x > 2, é
nula para x = 1, é positiva para 1 < x < 2
e não está definida para x = 2.
Quando 1 ≤ x < 2, temos
f x
g x
( )
( )
.≥ 0
Portanto: S = { x ∈ | 1 ≤ x < 2}
Observe que a raiz de g(x), que está no deno-
minador, não foi utilizada.
8. Potências com expoentes inteiros
Na inequação produto e na inequação quo-
ciente, é comum encontrarmos termos como
(x – 3)5, (4 – 5x)6, (x2 – 5x + 6)9 etc.
Para resolver essas inequações, basta lembrar
duas propriedades das potências de base real
e expoente inteiro:
01. Toda potência de base real e expoente
ímpar conserva o sinal da base.
a > 0 ⇒ a2n+1 > 0
a = 0 ⇒ a2n+1 = 0
a < 0 ⇒ a2n+1 < 0
02. Toda potência de base real e expoente
par é um número não negativo.
a ∈ ⇒ a2n ≥ 0 (n ∈ N)
Exemplo
Resolver a inequação:
(2x – 6)7 ⋅ (x + 2)8 ≥ 0
Fazemos y1 = (2x – 6)7 e y2 = (x + 2)8
Devemos lembrar que a potência de expoente
ímpar e base real tem o sinal da base, então o
sinal de (2x – 6)7 é igual ao sinal de 2x – 6.
y1 3
+
–
A potência de base real e expoente par é um
número não negativo. Então, (x + 2)8 é nulo se
x = –2 e positivo se x ≠ –2.
y1 0
–2 ++
Fazendo o quadro de sinais:
y1 –
–
+
–
–
+
–2 3
–2 3
+
+
+y2
P
S x x ou x= ∈ = − ≥{ }| 2 3
9. Um método prático
Há um método prático, baseado em propriedades
dos sinais das funções nas proximidades das raí-
zes, que pode economizar tempo na resolução de
exercícios de inequações produto ou quociente.
O método consiste em representar as raízes
em uma reta real. Entre duas raízes consecu-
tivas, devemos escolher um valor arbitrário e
avaliar se o sinal da imagem da sentença mate-
mática que está, em geral, à esquerda da desi-
gualdade e o zero; sobre a reta real, colocamos
o sinal do valor encontrado na região entre as
PV
-1
3-
11
Funções
37
Matemáti ca
raízes estudadas. Procedemos de modo seme-
lhante nas demais raízes, sendo que nas extre-
midades haverá estudo entre raiz e “+ ∞” e
entre raiz e “– ∞” . Destacamos da reta real a
região que indica a solução procurada.
Observação
Quando uma raiz tem multiplicidade par, isto é,
quando uma raiz aparece uma quantidade par de
vezes, o sinal da sentença matemática não muda
na vizinhança da raiz, ou seja, do lado esquerdo
e do lado direito da raiz o sinal é o mesmo. Lem-
brando que essa propriedade é válida para a re-
gião “bem” próxima da raiz. E no caso de raiz de
multiplicidade ímpar, a raiz aparece uma quanti-
dade ímpar de vezes e o sinal deve ser trocado.
Exemplo
Resolver em a inequação:
(x – 1) ⋅ (x – 3)2 ≤ 0.
Resolução
Raízes da sentença matemática:
(x – 1) ⋅ (x – 3)2 = 0
(x – 1) = 0 ou (x – 3)2 = 0
(x – 1) = 0 ou (x – 3 ) ⋅ (x – 3) = 0
x – 1 = 0 ou x – 3 = 0 ou x – 3 = 0
x = 1 ou x = 3 ou x = 3
A raiz 1 aparece uma vez: 1 é raiz de multipli-cidade ímpar.
A raiz 3 aparece duas vezes: 3 é raiz de multi-
plicidade par.
Representando as raízes na reta real:
1 3 x
Vamos escolher x = 0; x = 2 e x = 4 para analisar
o sinal da sentença matemática em cada uma
das regiões “separadas” por raízes.
Denominaremos a sentença (x – 1) ⋅ (x – 3)2
por f(x).
f(x) = (x – 1) ⋅ (x – 3)2
f(0) = (0 – 1) ⋅ (0 – 3)2 ⇒ f(0) < 0
f(2) = (2 – 1) ⋅ (2 – 3)2 ⇒ f(2) > 0
f(4) = (4 – 1) ⋅ (4 – 3)2 ⇒ f(4) > 0
Agora, em cada região acima da reta real, va-
mos indicar os sinais das imagens encontradas.
1 2 40
– + +
3 x
Observamos que, na vizinhança da raiz 1, o si-
nal foi trocado, pois a raiz tem multiplicidade
ímpar, mas, na vizinhança da raiz 3, o sinal não
mudou, pois a raiz tem multiplicidade par.
Resolver a inequação (x – 1) ⋅ (x – 3)2 ≤ 0 é o
mesmo que resolver f(x) ≤ 0.
Assim, a inequação está resolvida para x ≤ 1
ou x = 3.
S = {x ∈ | x ≤ 1 ou x = 3}
EXERCÍCIOS RESOLVIDOS
01.
Resolver, em , as inequações abaixo:
a. (x + 1) ⋅ (x2 – 3x + 2) ≥ 0
b.
x
x x
+
− +
<
1
3 2
0
2
c.
2 3
1
4
+
−
≥
x
x
Resolução
a. (x + 1) ⋅ (x2 – 3x + 2) ≥ 0
x + 1 = 0
x2 – 3x + 2 = 0
1
1
2
2
1 2–1
+
+ + +
++
++
+
+
+
–
– –
–
– ––1
–1
S = {x ∈ | –1 ≤ x ≤ 1 ou x ≥ 2}
Funções
PV
-1
3-
11
38
Matemáti ca
b.
x
x x
+
− +
<
1
3 2
0
2
Aproveitando o quadro de sinais do item (a),
temos:
1 2–1
+
+
+
+
+
+
+
–
– EE
1 2–1
–
+
–
S = {x ∈ | x < – 1 ou 1 < x < 2}
c. 2 3
1
4
2 3
1
4
1
0
2 3 4 4
1
0
7 2
1
0
+
−
≥ ⇔
+
−
− ≥ ⇔
⇔
+ − +
−
≥ ⇔
−
−
≥
x
x
x
x
x x
x
x
x
1
1
1
I
II
I/II
2
1
+
+
+
+
–
–
+
–
–
E
2
7 2
7
S = { x ∈ |
2
7
≤ x < 1}
02. FM Jundiaí-SP
O número a pertece ao conjunto solução da
inequação apresentada a seguir se, e somente
se: − +
− +
≤
x
x x
3
4 3
0
2
.
a. a > 1
b. a > 1 e a ≠ 3
c. 1 < a < 3
d. a ≤ 1 ou a > 3
e. a ≤ –1 ou a ≥ 3
Resolução
− +
− +
≤
= − + ⇒ =
x
x x
h x x raiz x
3
4 3
0
3 3
2
( ) :
3
+
–
g(x) = x2 – 4x + 3 ⇒ raízes: x = 1 ou x = 3
31
+ +
–
Análise dos sinais
–
+
–
+
–
– E
31
31
+
+
+
h
g
Eh
g
S = { x ∈ | x > 1 e x ≠ 3}
Se a pertence a S, então a > 1 e a ≠ 3
Observe que neste exercício houve uma raiz
de multiplicidade par, raiz 3, e o sinal na vizi-
nhança da raiz não mudou.
Resposta
B
03. UFRGS-RS
O domínio da função real de variável real de-
finida por P x x x( ) = −( ) +( )1 3 é o intervalo:
a. (– ∞, – 3]
b. [– 3, – 1)
c. (– 3, 0)
d. [– 3, 1]
e. [1, + ∞)
Resolução
P x x x( ) = −( ) +( )1 3
1 – x = 0
x = 1
1
+
–
3 + x = 0
x = – 3
–3
+
–
–3 1
I
II
I-II
–
––
– ++
++
+
– 3 ≤ x ≤ 1
Resposta
D
PV
-1
3-
11
Funções
39
Matemática
04. UEPB
O conjunto de todos os valores reais de x que
satisfazem a desigualdade −
−
≥
5
4
0
2x
é:
a. {x ∈ | x > 2}
b. {x ∈ | x < – 2 ou x > 2
c. {x ∈ | x ≠ 2}
d. {x ∈ | – 2 < x < 2}
e. vazio.
Resolução
Para que a desigualdade seja verdadeira, o de-
nominador deve ser menor que zero.
Logo:
x2 – 4 < 0
x
2–2 –
+ +
{x ∈ | – 2 < x < 2}
Resposta
D
05. UFC-CE
O domínio da função real g(x) =
x
x
−
−
2
7 é:
a. {x ∈ | x > 7}
b. {x ∈ | x ≤ 2}
c. {x ∈ | 2 ≤ x < 7}
d. {x ∈ | x ≤ 2 ou x > 7}
e. {x ∈ | x < 2 ou x ≥ 7}
Resolução
Condição: y :
y :
1
2
( )
( )
x
x
−
−
≥
2
7
0
Resposta
D
Funções
PV
-1
3-
11
40
Matemáti ca
1. Função composta
Consideremos duas funções reais:
(D = R e CD = R), definidas pelas sentenças
f(x) = 2x +7 e g(x) = x2 –1.
Vamos determinar, pelo uso da sentença f(x), a
imagem do elemento –2, ou seja:
f(–2) = 2 · (–2) + 7 = 3.
Agora, pelo uso da sentença g(x), vamos deter-
minar g(3) = 32 – 1 = 8.
Assim: g(3) = g [ f(–2) ] = 8
Função composta de f e g é uma sentença h
capaz de diretamente conduzir o elemento –2
até a imagem 8.
h
gf
–2 f(–2) = 3 g(3) = 8
Só é possível compormos as funções g com f
se o conjunto da imagem f for o domínio da
função g,
A. Notação
A notação usual para indicar a composição da
função g(x) com a função f(x) é gof (x) – lê-se “g
bola f na variável x” ou “g círculo f na variável x”
–, mas podemos encontrar a indicação apenas
como gof ou um pouco mais sofisticada (gof)(x).
O importante é sabermos que:
gof (x) = g [ f(x) ]
B. Determinação da composta
Para exemplificar a determinação da função
composta, vamos utilizar as funções já apre-
sentadas:
f(x) = 2x + 7 e g(x) = x2 – 1
Assim:
gof (x) = g[f(x)] = f(x)2 – 1 = (2x + 7)2 – 1 =
= 4x2 + 28x + 49 – 1 ⇒ gof (x) = 4x2 + 28x + 48
Aproveitando as mesmas duas funções e ain-
da servindo como exemplo de determinação
da sentença que representa a composição de
funções, vamos determinar a sentença fog(x).
Assim:
fog(x) = f [g(x)] = 2g(x) + 7 = 2(x2 – 1) + 7 =
= 2x2 – 2 + 7 =
⇒ fog(x) = 2x2 + 5
É bom compararmos esses dois exemplos de
composição de funções para notarmos que a
composição não admite a propriedade comu-
tativa, ou seja, em geral fog ≠ gof.
CAPÍTULO 04 TIPOS DE FUNÇÕES
EXERCÍCIOS RESOLVIDOS
01. AMAN-RJ modificado
Se f(x) = 3x + 1 e g(x) = 2x2, então f[g(–1)] – g[f(–1)]
é igual a:
a. –1
b. 1
c. 15
d. 0
e. –15
Resolução
Cálculos auxiliares:
g(–1) = 2 ⋅ (–1)2 = 2
f(–1) = 3 ⋅ (–1) + 1 = –2
f[g(–1)] = f(2) = 3 ⋅ 2 + 1 = 7
g[f(–1)] = g[–2] = 2 ⋅ (–2)2 = 8
Logo:
f[g(–1)] – g[f(–1)] = 7 – 8 = –1
Resposta
A
PV
-1
3-
11
Funções
41
Matemática
02. EESC-SP
Se f(x) = x2 e g(x) = x3, então f[g(2)] é:
04.
Considerando que f(x) = x + 2 e f[g(x)] = 2x – 3,
então g(x) é igual a:
a. 5 – x
b. 4x – 2
c. 2x – 5
d. x2
e. 2 – 4x
Resolução
f[g(x)] = g(x) + 2
2x – 3 = g(x) + 2 ⇒ g(x) = 2x – 5
Resposta
C
05.
Sendo g(x) = x – 7 e f[g(x)] = 3x – 1, determinar
a função f(x).
Resolução
g(x) = x – 7 ⇒ x = g(x) + 7
f[g(x)] = 3x – 1 ⇒ f[g(x)] = 3[g(x) + 7] – 1
f[g(x)] = 3g(x) + 20 ⇒ f(x) = 3x + 20
a. 16
b. 128
c. 12
d. 64
e. 32
Resolução
f[g(2)] = f(23) = f(8) = 82 = 64
Resposta
D
03. FGV-SP
Considere as funções f(x) = 2x + 1 e g(x) = x2 – 1.
Então, as raízes das equação f[g(x)] = 0 são:
a. inteiras.
b. negativas.
c. racionais não inteiras.
d. inversas uma da outra.
e. opostas.
Resolução
f g x f x
x x
x x x
[ ( )] [ ]
( )
= ⇒ − =
⋅ − + = ⇒ − + =
= ⇒ = ⇒ = ±
0 1 0
2 1 1 0 2 2 1 0
2 1
1
2
1
2
2
2 2
2 2 ⇒⇒ = ±x
2
2
Logo, as raízes são opostas.
Resposta
E
2. Classificação
A. Injetora
Uma função é chamada injetora quando ele-
mentos distintos do domínio apresentarem
imagens também distintas no contradomínio.
x1 ≠ x2 ⇒ f(x1) ≠ f(x2)
a
b
c
d
1
2
3
Reconhecemos, graficamente, uma função in-
jetora quando uma reta horizontal, qualquer
que seja, interceptar o gráfico da função, uma
única vez.
x0
y
f(x)
f(x) é injetora.
Funções
PV
-1
3-
11
42
Matemática
0
y
g(x)
x
g(x) não é injetora.
Interceptou o gráfico mais de uma vez.
B. Sobrejetora
Uma função é chamada sobrejetora quando
todos os elementos do contradomínio forem
imagens de pelo menos um elemento do do-
mínio.
a
b
c
1
2
3
4
Reconhecemos, graficamente, uma função
sobrejetora quando, qualquer que seja a reta
horizontal que interceptar o eixo no contrado-
mínio,interceptar, também, pelo menos uma
vez o gráfico da função.
y
x0
f(x)
f(x) é sobrejetora.
Interceptou o gráfico.
x
y
0
g(x)
g(x) não é sobrejetora.
Não interceptou o gráfico.
C. Bijetora
Uma função é chamada bijetora quando apre-
sentar as características de função injetora e
ao, mesmo tempo, de sobrejetora, ou seja,
elementos distintos têm sempre imagens dis-
tintas e todos os elementos do contradomínio
são imagens de pelo menos um elemento do
domínio.
1
2
3
1
2
3
Observação
Uma função bijetora apresenta o que chama-
mos de relação biunívoca: para cada elemen-
to, há uma única imagem e vice-versa.
D. Complemento
Devemos lembrar que existem funções que
não são injetoras nem tampouco sobrejetora.
Elas não recebem uma classificação especial;
são ditas, apenas, nem injetora ou nem sobre-
jetora.
1
2
3
4
a
b
c
d
PV
-1
3-
11
Funções
43
Matemática
01.
Os gráficos abaixo representam funções de
em .
a) y
x
x
yc)
b) y
x
3
4–1
–1
4
Verifique se elas são ou não sobrejetoras, inje-
toras ou bijetoras. Justifique.
Resolução
a. D(f) =
Im(f) = {3}
Não é sobrejetora, pois Im(f) ≠ CD(f) = .
Não é injetora, pois todos os elementos
do domínio têm como imagem o elemento 3.
Como não é injetora e sobrejetora, não é
bijetora.
b. D(f) =
Im(f) =
CD(f) =
É sobrejetora, pois Im(f) = CD(f).
É injetora, pois todos os elementos distin-
tos x do domínio têm imagens g distintas do
contradomínio.
Logo, é bijetora.
c. D(f) =
Im(f) = y y∈ ≥ −
|
1
4
CD(f) =
Não é sobrejetora, pois Im(f) ≠ CD(f).
Não é injetora, pois existem elementos de
Im(f) que são imagens de dois valores distintos
de x.
Logo, não é bijetora.
02.
Determinar o conjunto B de modo que a sen-
tença f(x) = x2 defina uma função sobrejetora
de A = {x ∈ | –3 ≤ x ≤ 4} em B.
Dizer se, nessas condições, ela é bijetora.
y
x
16
9
–3 40
Resolução
B = CD = Im = {y ∈ | 0 ≤ y ≤ 16}
Não é bijetora, pois não é injetora.
x
y
–3 40
9
16
EXERCÍCIOS RESOLVIDOS
Funções
PV
-1
3-
11
44
Matemática
3. Função inversa
A. Conceito
Vamos considerar uma função f com domínio
A e contradomínio B, para a qual cada elemen-
to x pertencente ao conjunto A apresenta uma
imagem y = f(x) pertencente ao conjunto B.
Podemos pensar na existência de uma função
que, a partir da imagem y, determine o ele-
mento x, ou seja, uma função g tal que g(y) = x.
Essa função g, que faz o caminho inverso da
função f, é chamada função inversa de f e re-
cebe a notação f –1.
f–1 (x) = g(x)
A B
f(x)
x y
B. Condição de existência
Devemos notar que, para existir a inversa, é
necessário que todos os elementos do contra-
domínio da função f sejam imagens de algum
elemento do domínio, e mais, de um único
elemento. Desta forma, concluímos que só
pode existir inversa da função f se a função f
for bijetora.
Dessa forma, notamos que o domínio da fun-
ção f é o contradomínio de f –1 e que o contra-
domínio de f é o domínio de f –1.
Assim:
D(f) = CD(f –1) = Im(f –1)
CD(f) = D(f –1) = Im(f)
f–1
f
x y
C. Determinação da inversa
Para a determinação da sentença que repre-
senta a inversa da função f, usaremos o con-
ceito de função inversa. Enquanto a função f
toma o elemento x e, por meio da sentença f,
apresenta-nos o valor de sua imagem y, a fun-
ção inversa f–1 tem como tarefa tomar a ima-
gem y e, por meio da sentença f–1, apresentar
o elemento x. Vejamos essa ideia utilizada no
exemplo a seguir.
Determinar a função inversa da função:
f(x) = 2x – 4.
1º Vamos substituir a notação de imagem
de f(x) por y. Assim: y = 2x – 4.
2º Para determinar a inversa, devemos
“isolar” o x.
Logo, 2 4
4
2
x y x
y
= + ⇒ =
+
3º Podemos dizer que já encontramos a
sentença que representa a inversa de
f, pois, para cada imagem y dada, po-
demos obter o elemento x para o qual
y serve de imagem. Porém, para efeito
de notação, é comum permutarmos as
letras x e y.
Então: y
x
=
+ 4
2
4º. Retornando à notação inicialmente
usada para a função, vamos substituir
y por f –1(x).
Finalmente, teremos f x
x
−
=
+
1
4
2
( ) .
D. Propriedades
P1. Evidentemente, se o par (a, b) perten-
cer à função f, o par (b, a) pertencerá à
função f–1 e isso representado no plano
cartesiano nos proporcionará uma si-
metria dos pontos representados pelos
pares (a, b) e (b, a) em relação à reta
y = x (bissetriz dos quadrantes ímpa-
res). Isso feito para todos os pares or-
denados de cada uma das funções nos
garante que o gráfico de uma função e
da sua inversa são simétricos em rela-
ção à reta y = x (função identidade).
PV
-1
3-
11
Funções
45
Matemática
0
y f
x
y = x
f–1
P2. Considerando que a função leva o ele-
mento à imagem e a inversa traz a ima-
gem ao elemento, se compusermos a
função com a inversa, retornaremos,
sempre, ao elemento de onde parti-
mos.
Assim: fof –1(x) = f –1of(x) = x
Pode-se provar ainda que:
P3. (f –1(x))–1 = f(x)
P4. (fog)–1 = g –1of –1
EXERCÍCIOS RESOLVIDOS
01.
Determine a inversa das funções:
a. f(x) = 4x – 1
b. y
x
x
com x=
+
−
≠
2 3
5
5
Resolução
a. f(x) = 4x – 1
y = 4x – 1 ⇒ 4x = y + 1
x
y
y
x
f x
x
=
+
∴ =
+
=
+
−
1
4
1
4
1
4
1( )
b. y
x
x
yx y x
yx x y
x y y
x
y
y
y
x
x
=
+
−
− = +
− = +
⋅ − = +
=
+
−
∴ =
+
2 3
5
5 2 3
2 5 3
2 5 3
5 3
2
5 3
( )
−−
=
+
−
≠−
2
5 3
2
21f x
x
x
com x( ) ,
Resposta
a. f x
x
−
=
+
1
1
4
( )
b. f x
x
x
com x− =
+
−
≠1
5 3
2
2( ) ,
02. Cesesp
Seja f: → a função dada pelo gráfico se-
guinte.
0
y
x
Assinale a alternativa que corresponde ao grá-
fico da função inversa de f.
a.
0
y
x
b.
0
y
x
Funções
PV
-1
3-
11
46
Matemática
c.
x
y
0
d.
x
y
0
e.
x
y
0
Resolução
O gráfico de uma função e o da sua inversa são
simétricos em relação à reta y = x.
y
x
f (x)
y = x
f–1 (x)
0
Resposta
C
03. FM Jundiaí-SP
Sejam as funções f e g de em , definidas
por f(x) = 2x – 1 e g(x) = kx + t. A função g será
inversa de f se, e somente se:
a. k t: =
1
4
b. k – t = 1
c. k = 2t
d. k + t = 0
e. k t= =
1
2
Resolução
f x x
x y
x
y
y
x
Logo f x g x
x
x
Ma
( )
: ( ) ( )
= −
= +
=
+
∴ =
+
= =
+
= +−
2 1
2 1
1
2
1
2
1
2
1
2
1
2
1
ss g x kx t
Logo k e t
( )
,
= +
= =
1
2
1
2
Resposta
E
04. UPF-RS
Seja f: → bijetora, definida por f(x) = x3 + 1.
Seja g: → bijetora, definida por g x
x
( ) .=
+4 1
3
Então, f g f− +
1 9
1
2
( ) vale:
a. 23
6
b. 11
6
c. 33
2
d. 9
8
e. 22
3
Resolução
Cálculos auxiliares
– Cálculo da inversa:
f x x
y x x y y x
y x
( ) = +
= + ⇒ = + ⇒ = −
= −
3
3 3 3
3
1
1 1 1
1
PV
-1
3-
11
Funções
47
Matemática
Logo:
f x x
f
f
g f
−
−
= −
= − = =
=
+ = + =
1 3
1 3 3
3
1
9 9 1 8 2
1
2
1
2
1
1
8
1
9
8
( )
( )
11
2
9
8
4 9
8
1
3
9
2
1
3
11
2
3
11
6
=
=
⋅ +
=
+
= =g
Por to ftan , −− +
= + =
1 9
1
2
2
11
6
23
6
( ) g f
Resposta
A
05.
A função f, definida em – {2} por f x
x
x
( ) =
+
−2
2
é invertível. O seu contradomínio é – {a}.
Calcule a.
Resolução
Da teoria, sabemos que o contradomínio de uma
função é igual ao domínio de sua inversa. Então:
1º passo:
Determinação da inversa:
y
x
x
y xy x
x xy y
x y y x
y
y
=
+
−
⇒ − = +
+ = −
+ = − ⇒ =
−
+
2
2
2 2
2 2
1 2 2
2 2
1
( )
Finalmente: f x
x
x
−
=
−
+
1
2 2
1
( )
2º passo:
Df CD
Df x x
Df x x Logo
CD e a
f
f
−
−
−
=
+ ≠ ⇒ ≠ −
= ∈ ≠ −{ }
= − −{ } ∴ =
1
1
1
1 0 1
1
1
:
| . :
−−1
06.
Dada a função f: → B com f(x) = x2 – 4x + 3,
resolver as questões a seguir:
a. Determinar o conjunto B para que a
função f seja sobrejetora.
b. Considerando o conjunto B nas condições
do item a, como definir um novo domínio
de f para que a função seja bijetora?
c. Tomando f nas condições dos itens a e
b, ou seja, como função bijetora, de-
terminar a sentença que representa a
inversa f –1.
Resolução
a.
0
–1
3
3
2
1
y
x
Para que f seja sobrejetora, devemos ter
CD = Im, ou seja, B = {y ∈ | y ≥ –1}.
b.
0
–1
3
3
2
1
y
x
Respeitadas as condições do item a, para que
f seja bijetora basta que também seja injetora.
Para isso, basta escolher a região crescente ou a
região decrescente, ou seja, A = {x ∈ | x ≥ 2}
ou A = {x ∈ | x ≤ 2}.
c. f x x x
y x x
x x y
x
y
x y
y x
f
( ) = − +
= − +
− + − =
=
± +
= ± +
= ± +−
2
2
2
1
4 3
4 3
4 3 0
4 2 1
2
2 1
2 1
−−
−
= + +
= − +
1
1
2 1
2 1
( )
( )
x x
ou
f x x
Funções
PV
-1
3-
11
48
Matemática
4. Função modular
A. Introdução
Em diversos problemas matemáticos, precisa-
mos avaliar apenas a distância entre dois pon-
tos, números, lugares etc. Nesses casos, o uso
de valor absoluto é muito útil. A ideia de dis-
tância aparece em diversas situações, inclusi-
ve na própria matemática, como, por exemplo,
em geometria analítica.
B. Módulo de um número real
O módulo de um número real é igual à distân-
cia do ponto que o representa até o ponto que
representa zero, considerando-o na reta real
orientada. Denota-se o módulo de x por |x|.
–5 –4 –3 –2 –1 0 1 2 3 4 5
Exemplos
Calcule:
a. |85|
b. |–85|
Resolução
a. |85|= 85, pois a distância de 85 até o
zero é igual a 85.
b. |–85|= 85, pois a distância de –85 até o
zero é igual a 85.
A distância de um número real não negativo
até o zero é dado pelo próprio número e a dis-
tância de um número real negativo até o zero é
dado pelo oposto do número. Assim, pode-se
definir:
|x| = x se x ≥ 0
|x| = –x se x < 0
Exemplos
Calcule:
a. | |1 8−
b. | |8 1−
Resolução
a. | |1 8−
8 2 2 2 2 1 1 8 0
1 8 1 8 1 8
= ⋅ ⇒ ⋅ > ⇒ − <
− = − − = − +| | ( )
b. | |8 1−
8 2 2 2 2 1 8 1 0
8 1 8 1
= ⋅ ⇒ ⋅ > ⇒ − >
− = −| |
C. Uma propriedade importante
x x2 = | |, para qualquer valor real de x.
Exemplos:
01. ( ) | |− = = = −8 64 8 82
02. 8 64 8 82 = = =| |
5. Função modular
Em matemática, há diversas funções que en-
volvem os módulos. Podemos definir a função
módulo da seguinte forma:
f: →
x → f(x) = |x|
Gráfico:
x < 0
|x| = – x
f(x) = – x
f (–1) = – (–1) = 1
x > 0
|x| = x
f(x) = x
f (1) = 1
f (0) = 0
0
O gráfico é constituído de uma semirreta de
origem em (0, 0), passando pelo ponto (–1,
1), para x ≤ 0, e outra semirreta de origem em
(0, 0) passando pelo ponto (1, 1), quando x ≥ 0.
x
y
0–1 1
1
PV
-1
3-
11
Funções
49
Matemática
01. Cesgranrio-RJ
Seja f a função definida no intervalo aberto
(–1, 1) por f x
x
x
( ) =
−1 | |
.
Então, f −
1
2
é:
03. UEL-PR modificado
Construa o gráfico da função real definida por
f(x ) = |x – 1|.
Resolução
x < 1
x – 1 < 0
|x – 1| = – x + 1
f (x) = – x + 1
f (0) = – 0 + 1 = 1
x > 1
x – 1 > 0
|x – 1| = x – 1
f (x) = x – 1
f(2) = 2 – 1 =1
f (1) = 0
1
Para x ≤ 1, temos uma semirreta que passa pe-
los pontos (1, 0) e (0, 1).
Para x ≥ 1, temos uma semirreta que passa pe-
los pontos (1, 0) e (2, 1).
Resposta
x
y
1 2
1
0
04. UFLT-MG
Faça um esboço, no plano cartesiano, da curva
definida pela equação: y x x
x
=
− +
−
2 5 6
3| |
.
Resolução
y
x x
x
y
x x
x
Para x y
x x
x
=
− +
−
⇒ =
− ⋅ −
−
> ⇒ =
− ⋅ −
−
2 5 6
3
2 3
3
3
2 3
3
| |
( ) ( )
| |
( ) ( )
( ))
( ) ( )
( )
⇒ = −
< ⇒ =
− ⋅ −
− −
⇒ = − +
y x
Para x y
x x
x
y x
2
3
2 3
3
2
3
2
1
0
–1
1 2 3 4 5
EXERCÍCIOS RESOLVIDOS
a. 1
2
b. 1
4
c.
−
1
2
d. –1
e. –2
Resolução
f x
x
x
f
( )
| |
=
−
−
=
−
− −
=
−
−
=
−
= −
1
1
2
1
2
1 1
2
1
2
1 1
2
1
2
1
2
1
Resposta
D
02. Fuvest modificado
Reescreva a expressão y = | x – 2| + | 2x + 1|,
sem o uso das barras de módulos, quando x é
um número real do intervalo −
1
2
< x < 2.
Resolução
a. |x – 2|
x < 2 ⇒ x – 2 < 0 ⇒ |x – 2| = – ( x – 2) = –x + 2 =
= 2 – x
|x – 2| = 2 – x
b. |2x + 1|
–1/2 < x ⇒ –1 < 2x ⇒ 0 < 1 + 2x
2x + 1 > 0 ⇒ |2x + 1| = 2x + 1
|2x + 1| = 2x + 1
De “a” e “b”, temos: y = | x – 2| + | 2x + 1|=
= 2 – x + 2x + 1
Resposta
y = x + 3
Funções
PV
-1
3-
11
50
Matemática
05. UFC-CE
Seja f uma função real de variável real cujo gráfico está representado abaixo.
–1
1
1 2 3 4 x
f(x)
Se g(x) = 2f(x) – 1, assinale a alternativa cujo gráfico melhor apresenta |g(x)|.
a.
x42
–1
–3
1
1
2
7
2
b.
x42
3
1
–1
1
2
7
2
c.
x
3
1
1 2 3 4
d.
x1 2 3 4
1
e.
x
1
3
421
2
7
2
Resolução
x
2
– 2
43
2
10
2f(x)
y
x
1
– 3
2
4
2f(x) – 1y
x
1
3
2 4
|2f(x) – 1 | = | g(x)|y
Resposta
E
PV
-1
3-
11
Funções
51
Matemática
6. Equações modulares e
inequações modulares
Recordando
– Interpretação geométrica: módulo de um
número real é a “distância” do ponto que re-
presenta o número no eixo real à origem desse
eixo.
– Definição: | |x
x se x
x se x
=
≥
− ≤
0
0
A. Propriedades de módulos
de número real
P1. |x|≥ 0 para qualquer x real e |x| = 0 ⇔ x = 0
P2. |x|= a ⇒ x = a ou x = –a, com a ≥ 0
P3. |x|=|y| ⇒ x = y ou x = –y
P4. |x|> a ⇒ x > a ou x < –a, com a ≥ 0
P5. |x|< a ⇒ –a < x < a, com a ≥ 0
P6. |x ⋅ y| = |x| ⋅ |y|
P7. x
y
x
y
com y= ≠, 0
P8. x x2 =| |
P9. |x|2n = |x2n| = x2n
Para a resolução das equações e das inequa-
ções modulares, vamos agir de duas maneiras:
utilizaremos as propriedades para a resolução
das equações e inequações que apresentarem
um único módulo comparado a uma constan-
te e utilizaremos a definição de módulo quan-
do a sentença apresentar mais de um módulo
ou, se além do módulo, aparecer uma expres-
são com variável.
7. Equações modulares
Uma equação modular é uma equação onde
há incógnita entre as barras que denotam o
símbolo do módulo. O tipo mais simples de
equação modular tem a forma: |x| = a.
Resolução
A principal meta na resolução de uma equação
modular é a eliminação das barras de módulo
pelo estudo do sinal da expressão matemática
que está contida nelas.
No caso |x|= a, quando a é não negativo, pode-
se “desmembrar” a equação em duas outras:
x ≥ 0 ⇒ |x| = x ⇒ x = a
x < 0 ⇒ |x| = –x ⇒ –x = a ⇒ x = –a
Como é possível observar pelos resultados
obtidos acima, a equação do tipo |x| = a tem
como solução x = a ou x = –a.
Exemplo
Resolverem a equação |x| = 78.
Resolução
x = 78 ou x = –78
S = { –78; 78}
Observação
O método acima pode ser usado toda vez que
em uma equação for possível estabelecer a
igualdade entre um símbolo de módulo con-
tendo a variável e um número real.
Exemplo
Resolver em a equação |x – 30| = 100.
Resolução
x – 30 = –100 ou x – 30 = 100
x = –70 ou x = 130
S = { –70; 130}
Caso o valor de a seja negativo, a equação |x| = a
não tem solução, uma vez que do lado esquerdo
da igualdade temos um valor não negativo e do
lado direito um valor negativo.
Exemplo
Resolver em a equação |x| = –78.
Resolução
Não existe x que verifique a igualdade, portan-
to a solução é o conjunto vazio.
S = ∅
8. Inequação modular
Uma inequação modular é uma desigualda-
de onde existe incógnita entre as barras que
denotam o símbolo do módulo. Os tipos mais
simples de inequações modulares são: |x| ≥ a,
|x| ≤ a, |x| > a e |x| < a.
Resolução
Em inequações modulares, devemos trabalhar
de modo semelhante ao aplicado às equações,
isto é, a meta também é eliminar as barras do
módulo pelo estudo do sinal da expressão ma-
temática que está contida entre elas.
Funções
PV
-1
3-
11
52
Matemática
No caso |x| ≤ a, a não negativo, temos:
x ≥ 0 ⇒|x| = x ⇒ x ≤ a (I)
x < 0 ⇒|x| = –x ⇒ –x ≤ a ⇒ x ≥ –a (II)
Analisando (I) e (II), concluímos que a solução
de inequações do tipo |x|≤ a é: –a ≤ x ≤ a.
Exemplo
Resolver em a inequação |x|≤ 70.
Resolução
–70 ≤ x ≤ 70
S = { x ∈ | –70 ≤ x ≤ 70 }
No caso |x| ≥ a, a não negativo, temos:
x ≥ 0 ⇒|x| = x ⇒ x ≥ a (III)
x < 0 ⇒|x| = –x ⇒ –x ≥ a ⇒ x ≤ –a (IV)
Analisando (III) e (IV) temos, que a solução de
inequações do tipo |x| ≥ a é: x ≤ –a ou x ≥ a.
Exemplo
Resolver em a inequação |x| ≥ 70.
Resolução
x ≤ –70 ou x ≥ 70
S = { x ∈ | x ≤ –70 ou x ≥ 70}
01.
Resolver a equação:|3x + 1| = –4.
Resolução
Como |3x – 1| ≥ 0, para ∀x, x ∈ ,
temos S = ∅
02.
Resolva a equação:
| |x
x
−
+ =
1
2
7.
Resolução
x
x
x
x x x
x
x
x
x x x
≥
−
+ =
− + = ⇒ =
≤
− −
+ =
− + + = ⇒ =
1
1
2
7
1 2 14 5
1
1
2
7
1 2 14 13
:
( )
:
( )
(nnão convém
V
)
{ }= 5
03.
Resolver a equação |x + 5| = |2x – 7|.
Resolução
x x x x
ou
x x x x x
S
+ = − ⇒ − = − ⇒ =
+ = − − ⇒ + = − + ⇒ =
=
5 2 7 12 12
5 2 7 5 2 7
2
3
2
3
12
( )
;
EXERCÍCIOS RESOLVIDOS
04. UFG-GO
Sejam f(x) = x e g(x) = x ⋅|x| – 2 ⋅ x + 1 funções
definidas para todo número real. O número de
pontos de interseção, entre os gráficos de f(x)
e g(x), é:
a. zero.
b. um.
c. dois.
d. três.
e. quatro.
Resolução
Para encontrar os pontos comuns aos gráficos,
vamos analisar a situação em que as imagens
têm mesmo valor, isto é, g(x) = f(x) .
x.|x| – 2 ⋅ x + 1 = x
x.|x| – 3 ⋅ x + 1 = 0
x x x x x x
x x
x ou x
≥ ⇒ = ⇒ ⋅ − ⋅ + =
− ⋅ + −
∆ =
=
+
=
−
0 3 1 0
3 1 0
5
3 5
2
3 5
2
2
| |
Para cada valor de x encontrado acima, tere-
mos dois pontos distintos (x; f(x)) comuns aos
gráficos de f(x) e g(x).
x x x x x x
x x
x x
x o
< ⇒ = − ⇒ ⋅ − − ⋅ + =
− − ⋅ + =
+ ⋅ − =
∆ =
=
+
0 3 1 0
3 1 0
3 1 0
13
3 13
2
2
2
| | ( )
uu x =
−3 13
2
PV
-1
3-
11
Funções
53
Matemática
Há apenas um ponto comum aos gráficos de
f(x) e g(x), pois x =
+3 13
2
não serve.
Como os três valores de x encontrados são dis-
tintos, os três pontos também são distintos.
Assim, há 3 pontos na intersecção dos gráficos
de f(x) e g(x).
Resposta
D
05.
Resolva a inequação: |x – 1| > 2.
Resolução
x – 1 < – 2 ou x – 1 > 2
∴ x < – 1 ou x > 3
S = {x ∈ | x < –1 ou x > 3}
06.
Resolva a inequação: |x – 1| < –2.
Resolução
Como |x – 1| ≤ –2, para ∀x, x ∈ R, temos S = ∅.
07. FGV-SP
Multiplicando os valores inteiros de x que sa-
tisfazem simultaneamente as desigualdades
|x – 2| ≤ 3 e |3x – 2| > 5, obtemos:
a. 12
b. 60
c. –12
d. –60
e. 0
Resolução
| |
| |
x x x
x x ou x
x ou x
− ≤ ⇔ − ≤ − ≤ ⇔ − ≤ ≤
− > ⇔ − < − > ⇔
⇔ < − >
2 3 3 2 3 1 5
3 2 5 3 2 5 3 2 5
3 3 3 77 1
7
3
⇔ < − >x ou x
− ≤ ≤
< − >
⇔ < ≤
∈ < ≤
=
1 5
1
7
3
7
3
5
7
3
5 3 4 5
x
e
x ou x
x
x x| { , , }
O produto dos valores inteiros de x que satis-
fazem simultaneamente as desigualdades é:
3 ⋅ 4 ⋅ 5 = 60
Resposta
B
08.
Resolva em a inequação |x| > x.
Resolução
x ≥ 0 ⇒ |x| = x ⇒ x > x ⇒ 0 > 0 (a desigualda-
de é falsa).
x < 0 ⇒ |x| = –x ⇒ –x > x ⇒
⇒ –2x > 0 ⇒ 2x < 0 ⇒ x < 0 (a desigualdade é
verdadeira para x < 0).
S = { x ∈ | x < 0} =
−
*
Funções
PV
-1
3-
11
54
Matemática
ANOTAÇÕES
Exercícios Propostos
Funções
PV
-1
3-
14
56
Matemática
V.
a
c
b
d
x
z
y
w
X Y 01.
Considere os conjuntos A = {0, 1, 2} e B = {– 1, 1},
as correspondências f: A → A, tal que f(x) = x + 1,
e g: B → B, tal que [g(x)]2 = x2. Faça o que se pede.
a. Calcule: f(0), f(1), f(2), g(–1); g(1)
b. Represente as correspondências f e g
em diagramas de flechas.
c. A correspondência f é uma função de A
em A? Justifique.
d. A correspondência g é uma função de B
em B? Justifique.
02. UFU-MG
Quais dos seguintes diagramas definem uma
função de X em Y, com X = {a, b, c, d} e
Y = {x, y, z, w}?
I.
a
c
b
d
x
z
y
w
X Y
II.
a
c
b
d
x
z
y
w
X Y
III.
a
c
b
d
x
z
y
w
X Y
IV.
a
c
b
d
x
z
y
w
X Y
CAPÍTULO 01
a. II, III e IV
b. IV e V
c. I, II e V
d. I e IV
e. I, IV e V
03.
Observe os gráficos, de
em
, apresentados
a seguir. Identifique os que representam função
e, para eles, determine o conjunto imagem.
a.
0 x
y
b.
0 x
y
c.
0 x
y
PV
-1
3-
14
Funções
57
Matemática
d.
0
3
– 4
x
y
e.
0 x
y
f.
0–2
–3
1
4
5 x
y
04. UFPE
Considere os conjuntos:
A = {a, b, c, d} e B = {1, 2, 3, 4, 5}
Assinale a única alternativa que define uma
função de A em B.
a. {(a, 1), (b, 3), (c, 2)}
b. {(a, 3), (b, 1), (c, 5), (a, 1)}
c. {(a, 1), (b, 1), (c, 1), (d, 1)}
d. {(a, 1), (a, 2), (a, 3), (a, 4), (a, 5)}
e. {(1, a), (2, b), (3, c), (4, d), (5, a)}
05. UFRN
O triatlo é uma modalidade de competição
que envolve três etapas. Na primeira etapa,
os competidores enfrentam 1,5 km de natação
em mar aberto; na segunda etapa, eles percor-
rem 40 km de corrida ciclística; e, na terceira
etapa, participam de uma meia maratona de
10 km.
O gráfico que melhor representa, aproxima-
damente, a distância percorrida, em quilôme-
tros, por um atleta que completa a prova du-
rante as duas horas da competição é:
a.
Di
st
ân
ci
a
Tempo
b.
Di
st
ân
ci
a
Tempo
c.
Di
st
ân
ci
a
Tempo
d.
Di
st
ân
ci
a
Tempo
Funções
PV
-1
3-
14
58
Matemática
06.
Considere o gráfico abaixo, de uma função de
domínio [–1; 3].
x
y
16
12
A D B
C
V
E
–1 1 2 3
Determine:
a. f(–1)
b. f(1)
c. f(2)
d. f(3)
e. as raízes da função.
07. UFMG
Uma fábrica vende determinado produto so-
mente por encomenda de, no mínimo, 500
unidades e de, no máximo, 3.000 unidades.
O preço P, em reais, de cada unidade desse
produto é fixado, de acordo com o número x
de unidades encomendadas, por meio da se-
guinte equação:
P x
se x
x se x
( )
, .
, , . .
=
≤ ≤
− < ≤
90 500 1 000
100 0 01 1 000 3 000
O custo C, em reais, relativo à produção de x
unidades desse produto, é calculado pela
equação C =60 x + 10.000.
O lucro L, apurado com a venda de x unidades
desse produto, corresponde à diferença entre
a receita apurada com a venda dessa quanti-
dade e o custo relativo à sua produção.
Considerando essas informações, escreva a ex-
pressão do lucro L correspondente à venda de
x unidades desse produto para 500 ≤ x ≤ 1.000
e para 1.000 < x ≤ 3.000.
08. Insper-SP
No gráfico a seguir estão representadas a entrada e a saída de água da caixa-d’água de um edifí-
cio, durante as 24 horas de um dia. A linha tracejada indica o fluxo de água que abastece a caixa-
-d’água e a linha cheia indica o fluxo que está sendo consumido.
6
5
4
3
2
1
m3/hora
Hora1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24
Nesse dia, o horário em que o nível da caixa-d’água esteve mais alto ocorreu:
a. entre 0h e 1h.
b. entre 5h e 6h.
c. entre 10h e 11h.
d. entre 15h e 16h.
e. entre 20h e 21h.
PV
-1
3-
14
Funções
59
Matemática
09. FGV-SP
Para determinado produto, o número de uni-
dades vendidas está relacionado com a quan-
tia gasta em propaganda, de modo que, para x
milhares de reais investidos em propaganda, a
receita R é dada por R x
x
( ) = −
+
50
50
5
milhares
de reais.
Pode-se dizer então que a receita, ainda que
nenhuma quantia seja investida em propa-
ganda, será igual a:
a. R$ 40.000,00
b. R$ 50.000,00
c. R$ 0,00
d. R$ 10.000,00
e. R$ 100.000,00
10. UFRJ
Um ponto P desloca-se sobre uma reta nume-
rada, e sua posição (em metros) em relação à
origem é dada, em função do tempo t (em se-
gundos), por P(t) = 2(1 – t) + 8t.
8P(t)2
Determine a posição do ponto P no instante
inicial (t = 0).
11. Insper-SP modificado
A figura a seguir representa o gráfico de uma
função f(x), de grau 3 e coeficientes reais.
– 2 – 1
– 1
– 2
– 3
– 4
– 5
1 32 4 x
y
9
8
7
6
5
4
3
2
1
10
Com base exclusivamente no gráfico anterior,
o número de raízes da função e o número de
soluções da equação f(x) = 3 são, respectiva-
mente:
a. 1 e 3
b. 0 e 3
c. 1 e 2
d. 0 e 4
e. 2 e 3
12. ENEM
Nos processos industriais, como na indústria
de cerâmica, é necessário o uso de fornos
capazes de produzir elevadas temperaturas
e, em muitas situações, o tempo de elevação
desta temperatura deve ser controlado, para
garantir a qualidade do produto final e a eco-
nomia no processo.
Em uma indústria de cerâmica, o forno é pro-
gramado para elevar a temperatura ao longo
do tempo de acordo com a função:
T t
para t
t t para t
( )
,
,
=
+ ≤ <
− + ≥
7
5
20 0 100
2
125
16
5
320 1002
t
em que T é o valor da temperatura atingida
pelo forno, em graus Celsius, e t é o tempo, em
minutos, decorrido desde o instante em que o
forno é ligado.
Uma peça deve ser colocada nesse forno quan-
do a temperatura for 48 °C e retirada quando a
temperatura for 200 °C.
O tempo de permanência dessa peça no forno
deve ser, em minutos, igual a:
a. 100
b. 108
c. 128
d. 130
e. 150
13. ENEM
O termo agronegócio não se refere apenas
à agricultura e à pecuária, pois as atividades
ligadas a esta produção incluem fornecedo-
res de equipamentos, serviços para a zona
rural, industrialização e comercialização dos
produtos.
Funções
PV
-1
3-
14
60
Matemática
O gráfico seguinte mostra a participação per-
centual do agronegócio no PIB brasileiro:
30
25
20 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008
21,33
27,79
25,83
23,92
24,74
26,46
22,24 22,87
23,26
25,31
28,28
Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (CEPEA).
Almanaque abril 2010. São Paulo: Abril, ano 36. Adaptado.
Esse gráfico foi usado em uma palestra na qual
o orador ressaltou uma queda da participação
do agronegócio no PIB brasileiro e a posterior
recuperação dessa participação, em termos
percentuais.
Segundo o gráfico, o período de queda ocor-
reu entre os anos de:
16. UFPR
100 litros de uma solução contêm inicialmen-
te 75% de álcool e 25% de água. Indiquemos
por f(x) a concentração de água nessa solução
após x litros da água serem removidos, isto é,
f(x) =
volume da água na solução após x litros da água serem remmovidos
volume da solução após x litros da água serem removiidos
a. Qual o valor de f(0)?
b. Obtenha a expressão de f(x) em termos
de x.
17. Unicamp-SP
Define-se como ponto fixo de uma função f o
número real x tal que f(x) = x. Seja dada a função
f x
x
( ) =
+
+
1
1
2
1
Calcule os pontos fixos de f(x).
18. Insper-SP
O gráfico a seguir representa a função f(x) =
4
x
,
definida no conjunto dos números reais posi-
tivos.
y
x
9
8
7
6
5
4
3
2
1
1– 1 2 3 4 5 6 7 8 9
Sejam a, b e c três números inteiros positivos,
dois a dois distintos, tais que f(a), f(b) e f(c) são
inteiros.
Então, f(a + b + c):
a. é menor ou igual a 0,25.
b. é maior do que 0,25 e menor ou igual
a 0,5.
c. é maior do que 0,5 e menor ou igual a
0,75.
d. é maior do que 0,75 e menor ou igual a 1.
e. é maior do que 1 e menor ou igual a 1,25.
14. FGV-SP modificado
A curva de Gompertz é o gráfico de uma fun-
ção expressa por N C AKt= ⋅ , em que A, C e K
são constantes. É usada para descrever fenô-
menos como a evolução do aprendizado e o
crescimento do número de empregados de
muitos tipos de organizações.
Suponha que, com base em dados obtidos
em empresas de mesmo porte, o diretor de
recursos humanos da Companhia Nacional de
Motores (CNM), depois de um estudo estatís-
tico, tenha chegado à conclusão de que, após
t anos, a empresa terá N t
t( ) = ⋅( )10 000 0 01 0 5. , ,
funcionários (t ≥ 0).
Segundo esse estudo, o número inicial de fun-
cionários empregados pela CNM foi de:
a. 10.000
b. 200
c. 10
d. 500
e. 100
a. 1998 e 2001.
b. 2001 e 2003.
c. 2003 e 2006.
d. 2003 e 2007.
e. 2003 e 2008.
15.
Seja f n
n
n
( ) = −
+
2 1
1
definida no conjunto dos nú-
meros naturais. O valor de f(2n + 1) é:
a. n
b. n – 1
c. 2n + 1
d. 2n – 1
e. 2n
PV
-1
3-
14
Funções
61
Matemática
19. EFOMM-RJ
Sabendo-se que f(0) = 3 e f(n + 1) = f(n) + 7,
então f(201) é igual a:
a. 1.206
b. 1.307
c. 1.410
d. 1.510
e. 1.606
20. EFOMM-RJ modificado
Seja a função f: � �→ (sendo o conjunto
dos números inteiros e Q o conjunto dos nú-
meros racionais) com a seguinte propriedade
definida por f(x 1)+1 =
f(x 1)
f(x)
−
− −1
. Sabendo-
se que f(0) = 4, determine o valor de f(1).
21.
Determine o domínio da função real definida
por f(x) =
1
x + 1
2
+1.
22.
Determine o domínio da função real definida
por f(x) =
2
16 x +
.
23. UFRJ
Considere o programa representado pelo se-
guinte fluxograma:
Entre com
o valor de x
Calcule
x 1−
x 1 > 1?−
Verifique
Sim Não
Calcule
2x−2
Calcule
(x + 2)1/3
Determine os valores reais de x para os quais é
possível executar esse programa.
24. UFMG
Nesta figura, está representado o gráfico da
função y = f(x), cujo domínio é o conjunto
{x ; x∈ − ≤ ≤ 6 6}, e cuja imagem é o conjun-
to {y ; y∈ − ≤ ≤ 2 3}:
– 6
– 3 0
1
3
– 2
2 4
6
y
x
Sendo g(x) = f(x) + 2 e h(x) = f(x+2), faça o que
se pede.
01. Determine g(0) e h(0).
02. Esboce o gráfico de:
a. y = g(x)
b. y = h(x)
03. Determine os domínios das funções g e h.
25. AFA-SP modificado
Considere o gráfico da função real p: A → B.
a0
− a
− c
− r
b c x
r
c
b
y = p(x)
a. Determine o domínio da função.
b. Determine o conjunto imagem da função.
26.
Dê o domínio das seguintes funções reais:
a. f(x) = 3x – 11
b. f x
x
x
( ) =
+
+
1
2 10
c. f x x( ) = −4 2 1
d. f x
x
x
( ) =
−
−
3 64
e. f x
x
x
( ) =
−
5 3 12
Funções
PV
-1
3-
14
62
Matemática
27. UFV-MG
Para avaliar a taxa do nível de aprendizagem
de certos animais, estudantes de psicologia
desenvolveram a seguinte experiência: fizeram
uma cobaia percorrer um labirinto repetidas
vezes. Observaram que, na enésima tentativa,
o tempo gasto, em minutos, para atravessar
esse labirinto obedeceu à lei f dada por:
f n
n
( ) = +3
12
a. Para quais valores de n, o contexto da
experiência f tem significado?
b. Quanto tempo a cobaia gastou para
percorrer o labirinto na 2ª tentativa?
c. A partir de qual tentativa, o animal gas-
tou um tempo menor ou igual a 4 mi-
nutos para percorrer o labirinto?
d. A cobaia pode fazer o percurso todo em
menos que 3 minutos? (Justifique a sua
resposta.)
28.
Determine o domínio das funções reais defini-
das por f x x x( ) = − − +( )2 6 9 .
29. ESPM-SP
Qual o domínio de validade da função
f x
x
x
( ) =
+
+
1
33
real?
30.
Determine o domínio das funções reais defini-
das por f x
x
x x
( ) =
+
+ +
5 1
22
.
31. Mackenzie-SP
Se os números reais a e b são tais que a função
f x
a bx
ax b
( ) =
+ +
−
4
2
tem domínio – {– 2} e f(1) = 2,
então a · b é igual a:
32.
Dada a função f x
x x
x( ) =
−
+
−
+ −
1
1
1
9
22 , de-
termine o seu domínio, na forma de sentença
matemática, e represente-o no eixo real.
33. Mackenzie-SP
Se y
x
x
=
−
−
2 1
, então, o conjunto de todos os
números reais x, para os quais y é real, é:
a. {x ∈
| x ≤ 0 e x ≠ –1}
b. {x ∈
| x ≠ 1 e x ≠ –1}
c. {x ∈
| x < 0 e x ≠ –1}
d. {x ∈
| –1 < x < 1}
e. ∅
34. PUC-RS
A função real f é definida por f x g x( ) ( )= . A re-
presentação gráfica de g está na figura abaixo:
4
– 4
– 8
– 12
– 2– 4 2
x
4
y
0
O domínio da função f é:
a. 4
7
b. 7
6
c. 5
6
d.
−
5
9
e.
−
4
9
a. [–12; 4]
b. [0; 4]
c. (0; 4)
d. (–2; 2)
e. [–2; 2]
35.
O domínio da função real definida por
f x
x x
x x
( ) =
− +
− +
2
2
3
2 6
5 6
é:
a.
– {2, 3}
b.
*
c.
d.
* – {2, 3}
e.
– {–2, –3}
PV
-1
3-
14
Funções
63
Matemática
Texto para as questões 36 e 37.
Durante um programa nacional de imuni-
zação contra uma forma virulenta de gripe,
representantes do Ministério da Saúde cons-
tataram que o custo de vacinação de “x” por
cento da população era de, aproximadamente,
f x
x
x
( ) =
−
150
200
milhões de reais.
36. FAAP-SP
O domínio da função f é:
a. todo número real x.
b. todo número real x, exceto os positivos.
c. todo número real x, exceto os negativos.
d. todo número real x, exceto x = 200.
e. todo número real x, exceto x ≠ 200.
37. FAAP-SP
Para que valores de x, no contexto do proble-
ma, f(x) tem interpretação prática?
38. PUC-SP
Qual o domínio da função real: f: x x→ − −( )3 21 ?
39. Unifor-CE
Se f é uma função real de variável real, tal que
f x
f x
x
( )
( )
−
+
=
5
1
, é correto afirmar que o domínio
de f é:
a. *
b. +
c.
d. – {5}
e. – {1}
40. Fuvest-SP
Considere a função f dada por:
f x
x
x
x
x x
( ) =
+ −
+
+
+
−
5 12
1
9
1
5
Determine o seu domínio de validade.
a. 0 ≤ x < 200
b. 0 ≤ x ≤ 200
c. 0 ≤ x ≤ 100
d. 0 < x < 100
e. 100 < x < 200
Funções
PV
-1
3-
14
64
Matemática
CAPÍTULO 02
41.
Esboçar o gráfico, determinar o domínio, o
contradomínio, o conjunto imagem e classifi-
car quanto ao crescimento as seguintes fun-
ções:
a. f(x) = 2 + 3x
b. f(x) = – 2
42. PUC-RS
Instrução: responder à questão com base na
tabela a seguir, que apresenta dados sobre as
funções g, h, k, m, f.
t g(t) h(t) k(t) m(t) f(t)
1 23 10 2,2 – 1 4,0
2 24 20 2,5 1 4,5
3 26 29 2,8 – 2 5,5
4 29 37 3,1 2 6,5
5 33 44 3,4 – 3 7,5
6 38 50 3,7 3 8,5
A função cujo gráfico está sobre uma mesma reta é:
a. g
b. h
c. k
d. m
e. f
43. UFSM-RS
Os dados da tabela indicam a temperatura mé-
dia global nos últimos anos.
2000
Hoje
Concentração
de CO2
(em ppm)*
Temperatura
média**
Circunstância
A concentração de CO2
atinge níveis recordes.
O Ford Modelo T dava
início à era do automóvel.
397
295
14,6°
13,6°
1900
1908
Revista Veja, 11 de abril de 2007. p. 85. Adaptado.
Suponha que a temperatura média global
(em °C) seja expressa por f(x) = 0,01x + 14,6,
sendo x em anos, x = 0 correspondente a
2000, x = 1 correspondente a 2001 e assim
por diante.
De acordo com esse modelo, a temperatura
média global prevista para 2150 é igual a:
a. 14,7 °C
b. 15,6 °C
c. 16,1 °C
d. 16,6 °C
e. 17 °C
44. UEL-PR
Sobre um polinômio p(x) de grau 1, sabe-se que:
• sua raiz é igual a 2;
• p(– 2) é igual ao dobro de sua raiz.
Nessas condições, é correto afirmar:
a. p(x) = – x + 2
b. p(x) = 2x – 4
c. p(x) = x – 2
d. p(x) = x2 – x – 2
e. p(x) = – x2 + x + 2
45. PUC-RS
Um ponto, ao se deslocar sobre uma reta, re-
aliza um deslocamento "d" (medido em me-
tros) proporcional ao tempo "t" (medido em
segundos). Uma expressão que representa
esta situação é dada por:
a. d = t2 + 1
b. d = t2
c. d = 2t + 1
d. d = 2t
e. d = 2t – 1
46. FGV-SP
No final do ano 2000, o número de veículos
licenciados em uma cidade era 400 e, no final
de 2008, esse número passou para 560 veí-
culos. Admitindo que o gráfico do número de
veículos em função do tempo seja formado
por pontos situados em uma mesma reta, po-
demos afirmar que, no final de 2010, o número
de veículos será igual a:
a. 580
b. 590
c. 600
d. 610
e. 620
PV
-1
3-
14
Funções
65
Matemática
47. PUC-SP
Um grupo de amigos “criou” uma nova uni-
dade de medida para temperaturas: o grau
Patota. Estabeleceram, então, uma correspon-
dência entre as medidas de temperaturas em
graus Celsius (°C), já conhecida, e em graus Pa-
tota (°P), mostrada na tabela abaixo:
°C °P
20 40
60 48
Lembrando que a água ferve a 100 °C, então,
na unidade Patota ela ferverá a:
a. f é crescente, ∀ x ∈.
b. 3
4
é raiz da equação f(x) = 0.
c. o ponto (–10; 41) pertence ao gráfico
de f.
d. f(x) < 0 se x < 1
4
e. f(x) ≤ 0 se x ≥ – 1
4
50. Mackenzie-SP
Considere as sentenças abaixo, relativas à fun-
ção y = f(x) , definida no intervalo
−
3
11
2
, e
representada, graficamente, na figura.
y
x
3
3
1 2 4
2
– 3
– 2
– 1 11
2
I. Se x < 0, então f(x) < 0
II. f(1) + f(3) = f(4)
III. A imagem de f é o intervalo [– 4, 3].
É correto afirmar que:
a. apenas III é verdadeira.
b. apenas I e II são verdadeiras.
c. apenas I e III são verdadeiras.
d. apenas II e III são verdadeiras.
e. todas as sentenças são verdadeiras.
51. ENEM
As frutas que antes se compravam por dúzias,
hoje em dia, podem ser compradas por qui-
logramas, existindo também a variação dos
preços de acordo com a época de produção.
Considere que, independentemente da épo-
ca ou da variação de preço, certa fruta custa
R$ 1,75 o quilograma.
a. 96°
b. 88°
c. 78°
d. 64°
e. 56°
48. UFSM-RS
O gráfico a seguir mostra a evolução das notas
em matemática de dois grupos de estudantes,
denominados grupo I e grupo II.
0 2010200920082007 Ano
90
85
80
75
70
65
60
Nota
Grupo I
Grupo II
Analisando o gráfico e considerando o período
de 2007 a 2010, é possível afirmar:
a. Os dois grupos melhoraram as notas.
b. A nota do grupo I, em 2008, foi 80.
c. A nota do grupo I aumentou de 2008 a
2009 e diminuiu de 2009 a 2010.
d. A nota do grupo II não sofreu alteração.
e. A nota do grupo I aumentou, enquanto
a nota do grupoII diminuiu.
49. FGV-SP
Seja a função f, de em , dada por f(x) = kx + t,
onde k e t são constantes reais. Se os pontos
(–1, 3) e (0, –1) pertencem ao gráfico de f,
então:
Funções
PV
-1
3-
14
66
Matemática
Dos gráficos a seguir, o que representa o preço
m pago em reais pela compra de n quilogra-
mas desse produto é:
a.
1,75
1 n
m
b.
1,75
n
m
c.
1,75
1 n
m
d.
1,75
1 n
m
e.
1,75
1 n
m
52. Unicamp-SP
O custo de uma corrida de táxi é constituído
por um valor inicial fixo, Q0, mais um valor que
varia proporcionalmente à distância D percor-
rida nesta corrida. Sabe-se que, em uma corri-
da na qual foram percorridos 3,6 km, a quantia
cobrada foi de R$ 8,25, e que em outra corrida,
de 2,8 km, a quantia cobrada foi de R$ 7,25.
a. Calcule o valor inicial Q0.
b. Se, em um dia de trabalho, um taxista
arrecadou R$ 75,00 em 10 corridas,
quantos quilômetros seu carro percor-
reu naquele dia?
53. ENEM
Uma indústria fabrica um único tipo de pro-
duto e sempre vende tudo o que produz. O
custo total para fabricar uma quantidade q
de produtos é dado por uma função, simbo-
lizada por CT, enquanto o faturamento que a
empresa obtém com a venda da quantidade
q também é uma função, simbolizada por FT.
O lucro total (LT) obtido pela venda da quan-
tidade q de produtos é dado pela expressão
LT(q) = FT(q) – CT(q).
Considerando-se as funções FT(q) = 5q e
CT(q) = 2q + 12 como faturamento e custo,
qual a quantidade mínima de produtos que
a indústria terá de fabricar para não ter pre-
juízo?
a. 0
b. 1
c. 3
d. 4
e. 5
PV
-1
3-
14
Funções
67
Matemática
54. Sistema COC
Com a crescente concentração de veículos nas
regiões centrais das grandes cidades, é cada
vez mais comum a utilização de estacionamen-
tos privados. Então, se um deles cobra R$ 5,00
pela primeira hora e R$ 0,05 para cada minu-
to excedente, o gráfico que pode descrever o
preço a ser pago é:
a.
t (min)
Pr
eç
o
(R
$)
5
60
b.
t (min)
Pr
eç
o
(R
$)
5
6030
c.
Pr
eç
o
(R
$)
5
60 90 t (min)
d.
Pr
eç
o
(R
$)
5
60 t (min)
e.
Pr
eç
o
(R
$)
5
60 t (min)
55. UEL-PR
Os produtos farmacêuticos devem especifi-
car as dosagens recomendadas para uso de
adultos e de crianças. As fórmulas a seguir
são utilizadas para modificar a dosagem de
uso dos adultos para a dosagem de uso por
crianças (y).
Fórmula A: y t a= ⋅ +( )⋅1
24
1
Fórmula B: y t a= ⋅ ⋅
1
21
Onde a denota a dosagem de adulto em mili-
gramas e t a idade da criança em anos.
Assinale a alternativa que apresenta a idade
da criança na qual as duas fórmulas especifi-
cam a mesma dosagem.
a. 2 anos
b. 6 anos
c. 7 anos
d. 8 anos
e. 10 anos
56. Mackenzie-SP
9600
x
y
y = R(x)
y = C(x) = 2.400 + 5,5 x
Número de CDs
A figura mostra os gráficos das funções custo
total C(x) e receita total R(x) de uma empresa
produtora de CDs. Se, produzindo e comercia-
lizando 960 CDs, o custo e a receita são iguais,
o lucro pela venda de 2.000 CDs é:
Funções
PV
-1
3-
14
68
Matemática
a imagem do intervalo fechado [–1, 3], isto é,
Im([–1, 3]), é dada por:
a. {1} ∪ {y ∈P: 3 < y ≤ 5}
b. {y ∈P: 3 < y ≤ 5}
c. {1} ∩ {y ∈P: 3 ≤ y ≤ 5}
d. {y ∈P: y ≥ 3}
e. {y ∈P: – 2 < y ≤ 5}
60. Fuvest-SP
Uma função f satisfaz a identidade f(a . x) = a . f(x)
para todos os números reais a e x. Além disso,
sabe-se que f(4) = 2. Considere ainda a função
g(x) = f(x – 1) + 1 para todo o número real x.
a. Calcule g(3).
b. Determine f(x), para todo x real.
c. Resolva a equação g(x) = 8.
61.
Esboçar o gráfico, apresentar seu domínio e
determinar o conjunto imagem da função real
definida por f(x) = x2 – 10x + 25.
62.
Encontre os valores de a, b e c da função
f(x) = ax2 + bx + c, representada a seguir.
10x1 3 x
5
y
63.
Determine o conjunto imagem da função do
2o grau representada pelo gráfico abaixo.
– 1 0 x
3
y
a. 1.400
b. 2.500
c. 3.000
d. 2.600
e. 1.580
57. ENEM
O prefeito de uma cidade deseja construir
uma rodovia para dar acesso a outro muni-
cípio. Para isso, foi aberta uma licitação na
qual concorreram duas empresas. A primeira
cobrou R$ 100.000,00 por km construído (n),
acrescidos de um valor fixo de R$ 350.000,00,
enquanto a segunda cobrou R$ 120.000,00
por km construído (n), acrescidos de um va-
lor fixo de R$ 150.000,00. As duas empresas
apresentam o mesmo padrão de qualidade
dos serviços prestados, mas apenas uma delas
poderá ser contratada.
Do ponto de vista econômico, qual equação
possibilitaria encontrar a extensão da rodovia
que tornaria indiferente para a prefeitura esco-
lher qualquer uma das propostas apresentadas?
a. 100n + 350 = 120n + 150
b. 100n + 150 = 120n + 350
c. 100(n + 350) = 120(n + 150)
d. 100(n + 350.000) = 120(n + 150.000)
e. 350(n + 100.000) = 150(n + 120.000)
58. FGV-SP
Chama-se custo médio de produção o custo
total dividido pela quantidade produzida.
Uma fábrica de camisetas tem um custo total
mensal dado por C = F + 8 . x, em que x é a
quantidade produzida, e F o custo fixo mensal.
O custo médio de fabricação de 500 unidades
é R$ 12,00. Se o preço de venda for R$ 15,00
por camiseta, qual o lucro mensal da fabrica-
ção da venda de 600 unidades?
59. UEL-PR
Seja f: A → B uma função e D um subconjunto
de A. A imagem de D pela função f é o con-
junto definido e denotado por Im(D) = {y ∈B:
existe x ∈D tal que f(x) = y}. Quando a função
f: P → P for definida por:
f x
x se x
se x
x se x
( ) =
+ >
− ≤ ≤
− + < −
2 1
1 1 1
1 1
PV
-1
3-
14
Funções
69
Matemáti ca
64.
Qual das funções reais definidas abaixo tem
como gráfico a parábola representada na figu-
ra abaixo?
A
0 B x
y
a. y = x2 + 7x + 10
b. y = x2 – 7x + 10
c. y = – x2 + x
d. y = x2 + x
e. y = x2 – 2 . x
65. Cefet-SP
Um avião sobrevoou um campo onde havia um
alvo desenhado. Quando estava exatamente
25 m acima do alvo, soltou uma bomba que
caiu em queda livre formando uma trajetória
parabólica. Se a bomba caiu 5 m distante do
alvo, qual a função que descreve a trajetória
da bomba?
y
x50
25 m
a. y = – x2 + 25
b. y = x2 – 25
c. y = x2 – 10x + 25
d. y = – x2 + 10x – 25
e. y = – 10x2 + 50x – 60
66. Mackenzie-SP
Na figura, temos o gráfico de y = x2 – 2px, de
vértice A. A área do triângulo OAB é:
y
x0
– 1
A
B
67. FURB-SC
O gráfico abaixo representa uma função qua-
drática: y = ax2 + bx + c. Os valores de a, b e c,
repectivamente, são:
y
x
0 1 2
– 1
a. –1, –2 e –1
b. 1, –2 e 1
c. –1, –2 e 1
d. –1, 2 e –1
e. 1, 2 e 1
68. ESPM-SP
O gráfico abaixo representa a função real
f(x) = x2 + kx + p, com k e p reais. O valor de
p – k é:
4
x
y
f(1)21
a. 2
b. 3
2
c. 4
d. 4
3
e. 1
a. –12
b. 15
c. 18
d. –18
e. 3
Funções
PV
-1
3-
14
70
Matemática
69. Insper-SP
O gráfico da função dada pela lei y = ax2 + bx + c,
com a ≠ 0, é a parábola esboçada abaixo, que
tem vértice no ponto V. A partir do esboço,
pode-se concluir que:
x
y
V
0
a. a > 0, b > 0 e c > 0
b. a > 0, b > 0 e c < 0
c. a > 0, b < 0 e c > 0
d. a > 0, b < 0 e c < 0
e. a < 0, b < 0 e c < 0
70. FGV-SP
O gráfico de uma função quadrática f(x) tem as
seguintes características:
• o vértice é o ponto (4; –1);
• intercepta o eixo das abscissas no pon-
to (5; 0).
O ponto de intersecção do gráfico com o eixo
das ordenadas é:
a. (0; 14)
b. (0; 15)
c. (0; 16)
d. (0; 17)
e. (0; 18)
71. Mackenzie-SP
x
y
0 k
Na figura, temos os esboços dos gráficos das
funções f(x) = 4 – x2e g(x) = x2 – 4x + m, que se
interceptam em um único ponto de abscissa k.
O valor de k + m é:
a. 8
b. 6,5
c. 5,5
d. 7
e. 6
72. UEL-PR
Considere a função real definida por
f(x) = ax2 + bx + c,
cujo gráfico é o seguinte:
x
y
Com base na situação exposta e nos conheci-
mentos sobre o tema, considere as seguintes
afirmativas:
I. D = b2 – 4ac > 0
II. a(b + c) > 0
III. f
b a
a
f
b a
a
− + =
− −
2
2
2
2
IV. a ∆ > 0
Assinale a alternativa que contém todas as
afirmações corretas.
a. I e III
b. III e IV
c. I, II e III
d. I, II e IV
e. II, III e IV
73. UFF-RJ
Se um cabo suporta um peso homogêneo mui-
to maior que o seu próprio peso, ele toma a
forma de uma parábola.
As torres AD e BC de uma ponte pênsil medem
200 m e são perpendiculares à pista de rola-
PV
-1
3-
14
Funções
71
Matemática
mento CD que mede 1.000 m. O cabo de sus-
tentação preso às torres nos pontos A e B tem
a forma de uma parábola com vértice no pon-
to médio O de CD, conforme a figura a seguir.
200 m
x
y
0
200 m
A
E
D
B
CF
1.000 m
a. Determine, em relação ao sistema Oxy,
a equação da parábola de vértice O que
passa pelos pontos A e B.
b. Se o fio de aço EF de 72 m de compri-
mento é preso ao cabo de sustentação
no ponto E e é perpendicular à pista de
rolamento no ponto F (conforme mos-
tra a figura), calcule a medida de FC.
74. UFSCar-SP
A figura representa, em sistemas coordenados
com a mesma escala, os gráficos das funções
reais f e g, com f(x) = x2 e g(x) = x.
f(x)
0 k 2k x 0 x
T
g(x)
Sabendo que a região poligonal T demarca um
trapézio de área igual a 120, o número real k é:
76. UFF-RJ modificado
A relação entre o preço p de determinado pro-
duto e a quantidade q disponível no mercado
obedece à seguinte lei: 5q = p2 + 2p – 3, sendo
p e q quantidades positivas e q ∈ [1, 9 ].
Determine uma expressão que defina p em
função de q.
77. Unicamp-SP
A função y = ax2 + bx + c, com a ≠ 0, é chama-
da função quadrática. Encontre a função qua-
drática cujo gráfico passa pelos pontos A(0, 2),
B(–1, 1) e C(1, 1).
78. Unifesp
A tabela mostra a distância s em centímetros
que uma bola percorre descendo por um pla-
no inclinado em t segundos.
t 0 1 2 3 4
s 0 32 128 288 512
A distância s é função de t dada pela expressão
s(t) = at2 + bt + c, onde a, b, c são constantes.
A distância s em centímetros, quando t = 2,5 se-
gundos, é igual a:
a. 248
b. 228
c. 208
d. 200
e. 190
79. Fuvest-SP
Suponha que um fio suspenso entre duas colu-
nas da mesma altura h, situadas à distância d
(ver figura), assuma a forma de uma parábola.
h h
a
Suponha também que:
I. a altura mínima do fio ao solo seja igual
a 2;
II. a altura do fio sobre um ponto no solo
que dista d
4
de uma das colunas seja
igual a h
2
.
a. 0,5
b. 1
c. 2
d. 1,5
e. 2
75. Fuvest-SP modificado
No plano cartesiano Oxy, considere a função
de equação f(x) = – 4x2 + 8x + 12 e a função de
equação g(x) = 3x + 6. Determine:
a. os pontos A e B, de intersecção da fun-
ção f(x) com o eixo coordenado Ox.
b. o ponto C, de abscissa positiva, que
pertence à intersecção de f(x) com g(x).
(Sugestão: O ponto de intersecção de dois grá-
ficos representa um par ordenado (x; y), em
que x é elemento do domínio e y a respectiva
imagem simultaneamente das duas funções.)
Funções
PV
-1
3-
14
72
Matemática
Se h d= 38
, então d vale:
a. Quais são os valores extremos da função?
b. Em que valores do domínio ocorrem o
valor máximo e o valor mínimo?
82.
Determine o valor máximo da função real defi-
nida por f(x) = – x2 + 80 . x.
83. Ibmec-SP modificado
Uma companhia de telefonia celular está pro-
curando o melhor ponto de um determinado
quarteirão retangular de São Paulo para insta-
lar uma antena de comunicação. O alcance es-
férico r de uma antena como esta é dado como
função da altura c que a antena dista do chão
através da função
r = 34c – c2
Considere que as grandezas c e r são dadas em
metros.
A que altura a antena deve ser instalada para
se obter o maior alcance esférico?
84. UFU-MG
Considere uma parábola e uma reta descri-
tas respectivamente pelas equações y = x2 e
y = 2x – 3. Dentre todos os segmentos com
extremidades na parábola e reta dadas, sendo
esses segmentos paralelos ao eixo das ordena-
das y, determine o de menor comprimento.
85. Unifei-MG
Considere a figura abaixo, em que os lados do
retângulo medem 10 e 3x metros, e determine
para a área hachurada:
a. a função de x que fornece a área;
b. o valor de x para que a área seja máxima;
c. o valor da área máxima.
a. 14
b. 16
c. 18
d. 20
e. 22
80. FGV-SP
Sejam f e g funções quadráticas, com
f(x) = ax2 + bx + c. Sabe-se que o gráfico de
g é simétrico ao de f em relação ao eixo y,
como mostra a figura.
y
x
fg
Os pontos P e Q localizam-se nos maiores ze-
ros das funções f e g, e o ponto R é o intercep-
to de f e g com o eixo y. Portanto, a área do
triângulo PQR, em função dos parâmetros a, b
e c da função f, é:
a. ( )a b c− ⋅
2
b. ( )a b c+ ⋅
2
c.
−
⋅ ⋅a b c
2
d.
−
⋅
⋅
b c
a2
e. c
a
2
2 ⋅
81. UFMG modificado
Nesta figura, está representado o gráfico da
função y = f(x), cujo domínio é o conjunto
{x ∈: – 6 ≤ x ≤ 6} e cuja imagem é o con-
junto {y ∈
: – 2 ≤ y ≤ 3}:
– 6
– 3 0
1
3
– 2
2 4
6
y
x
PV
-1
3-
14
Funções
73
Matemática
86. ESPM-SP
O preço cobrado por um lote de x unida-
des de uma certa peça é dado pela função
p x x x( ) = − +
2
5 2 15
, em milhares de reais. Um
comerciante precisa adquirir 30 unidades des-
sa peça. Ele fará maior economia se dividir sua
compra em:
a. 6 lotes de 5 peças.
b. 4 lotes de 5 e 1 lote de 10 peças.
c. 2 lotes de 10 e 2 lotes de 5 peças.
d. 3 lotes de 10 peças.
e. 2 lotes de 15 peças.
87. PUC-SP
Considere que o material usado na confecção
de um certo tipo de tapete tem um custo de
R$ 40,00. O fabricante pretende colocar cada
tapete à venda por x reais e, assim, conseguir
vender (100 – x) tapetes por mês. Nessas con-
dições, para que, mensalmente, seja obtido
um lucro máximo, cada tapete deverá ser ven-
dido por:
a. R$ 55,00
b. R$ 60,00
c. R$ 70,00
d. R$ 75,00
e. R$ 80,00
88. Insper-SP
Considere a função:
f x x( ) = − −1 12
2
Determine o menor e o maior valor que f(x)
assume, ou seja, determine o valor mínimo e
o valor máximo do conjunto imagem de f(x).
89. UEM-PR
Um artesão produz lembranças que vende a tu-
ristas por x reais cada uma. Com esse preço, ele
sabe, por experiência, que seu lucro mensal é
obtido da expressão L(x) = 400 · (15 – x) · (x – 3).
Determine, em reais, o preço pelo qual ele de-
verá vender cada lembrança para obter o maior
lucro mensal possível.
90. Uespi
A função f, definida em por f(x) = x2 – 6x + (k – 1),
tem ponto de mínimo P(3, – 1). Nessas condi-
ções o valor de k é:
a. 7
b. 8
c. 9
d. 10
e. 11
91. Espcex-SP modificado
Dada a expressão
1
3
4 2
−x x
, em que x é um
número real qualquer, podemos afirmar que:
a. o maior valor que a expressão pode as-
sumir é 3.
b. o menor valor que a expressão pode
assumir é 3.
c. o menor valor que a expressão pode
assumir é 1
81
.
d. o maior valor que a expressão pode as-
sumir é 1
27
.
e. o menor valor uqe a expressão pode
assumir é 1
9
.
92. Unimontes-MG
Uma indústria fabrica x peças por dia. O pre-
ço total da produção é R x x$
2
4 35 25+ +
e o
de venda de uma peça é R x$ 50 12−
. Qual
é a produção diária dessa indústria, para que
se obtenha um lucromáximo na venda de x
peças?
a. 10 peças por dia
b. 71 peças por dia
c. 50 peças por dia
d. 15 peças por dia
93. Insper-SP
Considere a função f x
x se x p
x se x p
( )
,
,
=
− ≤
− >
9
3
2
, em
que p é uma constante real.
a. Desenhe, no plano cartesiano dado a
seguir, o gráfico de f(x) para o caso em
que p = 3.
Funções
PV
-1
3-
14
74
Matemática
– 2– 3– 4– 5– 6 – 1
– 1
– 2
– 3
– 4
– 5
– 6
– 7
– 8
– 9
10 32 4 5 6 x
y
9
8
7
6
5
4
3
2
1
b. Determine p de modo que o máximo
valor atingido pela função f(x) seja igual
a 5.
94. UFSM-RS
Segundo especialistas, a agricultura será bas-
tante afetada com o aquecimento global. Além
de mais calor e menos chuvas, as lavouras so-
frerão com as pragas. Suponha que o número
de pragas em uma determinada plantação,
após aplicado um certo produto químico, seja
dado por:
N(t) = – 5t2 + 100t + 625
sendo t em dias e t = 0 o início da aplicação.
Assinale V (verdadeiro) ou F (falso) em cada
uma das afirmações a seguir.
( ) O número máximo de pragas é 625.
( ) O número máximo de pragas ocorre
após 10 dias de aplicação do produto
químico e é igual a 1.125.
( ) Após 25 dias de aplicação do produto
químico, as pragas são dizimadas.
( ) Logo após a aplicação do produto quími-
co, o número de pragas começa a dimi-
nuir.
A sequência correta é:
a. F – V – V – F
b. V – F – F – F
c. F – V – F – V
d. V – F – V – V
e. V – V – V – F
95. Vunesp
Considere um retângulo cujo perímetro é 10 cm e
em que x é a medida de um dos lados. Determine:
a. a área do retângulo em função de x;
b. o valor de x para o qual a área do retân-
gulo seja máxima.
96.
Determine o ponto extremo do gráfico da
função real definida por y = x2 – 3x + 2.
97. UFF-RJ
A tabela a seguir mostra as estatísticas de três
times num torneio de futebol.
Time
Gols
sofridos
GS
Finalizações
em gol FG
Gols a
favor
GF
Campestre 2 48 12
Praiano 6 50 13
Serrano 3 35 9
Não satisfeito com o resultado do torneio, João
criou, para cada time, a função quadrática:
P x x x( ) = −( ) + + +( ) ∈12 2
2 2GS FG GF
substituindo GS, FG e GF pelos valores corres-
pondentes na tabela. Segundo o critério de
João, o desempenho de cada time é represen-
tado pelo valor mínimo de P(x), de modo que,
quanto maior o valor mínimo de P(x), melhor
será o desempenho do time correspondente.
Considerando a função quadrática correspon-
dente a cada time da tabela e o critério de
João, pode-se afirmar que:
a. Praiano obteve o melhor desempenho.
b. Serrano obteve o melhor desempenho.
c. Campestre obteve o melhor desempenho.
d. Serrano e Praiano ficaram com o segun-
do e terceiro lugares, respectivamente,
em termos de seus desempenhos.
e. Praiano e Campestre ficaram com o se-
gundo e terceiro lugares, respectivamen-
te, em termos de seus desempenhos.
PV
-1
3-
14
Funções
75
Matemática
98. UFSM-RS
Durante um passeio noturno de barco, diver-
são preferida de um grupo de jovens, surgiu
uma situação de perigo, em que houve neces-
sidade de disparar um sinalizador para avisar o
restante do grupo que ficara no acampamen-
to. A função que descreve o movimento do si-
nal luminoso é dada por h(t) = 30t – 3t2, onde
h é a altura do sinal em metros e t, o tempo
decorrido em segundos, desde o disparo até
o momento em que o sinalizador cai na água.
Assim, a altura máxima atingida pelo sinaliza-
dor e o tempo decorrido até cair na água são,
respectivamente:
a. 75 m e 10 s
b. 75 m e 5 s
c. 74 m e 10 s
d. 74 m e 5 s
e. 70 m e 5 s
99. FGV-SP
Para uma determinada viagem, foi fretado um
avião com 200 lugares. Cada pessoa deve pagar
R$ 300,00 mais a taxa de R$ 6,00 para cada lu-
gar que ficar vago.
a. Qual a receita arrecadada se compare-
cerem 150 pessoas para a viagem?
b. Qual a máxima receita que pode ser
arrecadada nas condições do problema?
100. UFJF-MG
Um clube recreativo vai colocar piso numa área
externa retangular e vai cercar as laterais com
uma tela, com exceção de uma abertura de
entrada. Essa área está representada na figura
abaixo com suas dimensões dadas, em metros,
em função do comprimento L. A empresa con-
tratada para o serviço cobra R$ 10,00 por metro
quadrado de piso e R$ 2,50 por metro colocado
de tela. A expressão que fornece o preço total
do serviço, em função do comprimento L, é:
L
L
5
L
2Entrada
a. 10L2 + 5L
b. 5L2 + 7L
c. L2 + 14L
d. 10L2 + L
e. 5L2 + 7,5L
101. UFBA
v(t)
200
100
0 10 20 t
O gráfico representa uma projeção do valor
de mercado, v(t), de um imóveI, em função do
tempo t, contado a partir da data de conclusão
de sua construção, considerada como a data
inicial t = 0. O valor v(t) é expresso em milhares
de reais, e o tempo t, em anos.
Com base nesse gráfico, sobre o valor de mer-
cado projetado v(t), pode-se afirmar:
01. Aos dez anos de construído, o imóvel
terá valor máximo.
02. No vigésimo quinto ano de construído, o
imóvel terá um valor maior que o inicial.
04. Em alguma data, o valor do imóvel cor-
responderá a 37,5% do seu valor inicial.
08. Ao completar vinte anos de construído,
o imóvel voltará a ter o mesmo valor
inicial.
16. Se v(t)= 200 · 2
10
100
2
−
−( )t
, então, ao com-
pletar trinta anos de construído, o valor
do imóvel será igual a um oitavo do seu
valor inicial.
102. UFPE
Um laboratório farmacêutico, após estudo do
mercado, verificou que o lucro obtido com a
venda de x milhares do produto A era dado pela
fórmula: L (x) = 100 · (12.000 – x) · (x – 4.000).
Analisando-se as afirmações, tem-se que:
Funções
PV
-1
3-
14
76
Matemática
( ) o laboratório terá lucro para qualquer
quantidade vendida do produto A.
( ) o laboratório terá lucro se vender mais
de 4.000 e menos de 12.000 unidades
do produto A.
( ) se o laboratório vender mais de 12.000
unidades do produto A, ele terá prejuízo.
( ) o lucro do laboratório será máximo se
forem vendidas 8.000 unidades do pro-
duto A.
( ) se o laboratório vender 4.000 unidades
do produto A, não terá lucro.
103. Mackenzie-SP
A figura mostra os gráficos de y = x2 e y = – x2 + p.
A medida de AB é:
2
A
B
0 x
y
a. 2 5
b. 4 5
c. 6
d. 3 6
e. 5 2
104. UFMT
Em uma partida do campeonato mato-gros-
sense de futebol, um goleiro bateu um tiro de
meta e a bola descreveu uma trajetória cuja
equação é h(t) = –2t2 + 6t, em que t é o tem-
po medido em segundos e h(t) é a altura, em
metros, da bola no instante t. A partir desses
dados, julgue os itens.
( ) A trajetória descrita pela bola é uma
parábola de concavidade voltada para
baixo.
( ) A altura máxima atingida pela bola é 6
metros.
( ) A bola toca o solo 3 segundos após o
lançamento.
105. UERJ
Uma bola de beisebol é lançada de um ponto
0 e, em seguida, toca o solo nos pontos A e B,
conforme representado no sistema de eixos
ortogonais.
C
0 A B
D
35 x (m)
y (m)
Durante sua trajetória, a bola descreve duas
parábolas com vértices C e D. A equação de
uma dessas parábolas é:
y x x= − +
2
75
2
5
Se a abscissa de D é 35 m, a distância do ponto
0 ao ponto B, em metros, é igual a:
a. 38
b. 40
c. 45
d. 50
106. ESPM-SP
Na figura abaixo, fazendo-se o valor de x variar
de 0 a 4, a área da região sombreada também
varia. O valor máximo que essa área poderá
ter é:
2x
4
8
x
a. 30
b. 24
c. 20
d. 18
e. 16
PV
-1
3-
14
Funções
77
Matemática
107.
Para promover um baile, um clube fez o se-
guinte levantamento de gastos:
Banda R$ 3.000,00
Decoração R$ 2.400,00
Iluminação R$ 400,00
Além dos gastos acima, o buffet cobrará R$ 35,00por pessoa. O preço do convite individual é
R$ 70,00. O número mínimo de convites que
o clube deve vender para que o baile não dê
prejuízo é:
a. 165
b. 166
c. 168
d. 170
e. 175
108. Ufla-MG
A superfície de uma rampa de skate tem o for-
mato de uma parábola, cuja equação é do tipo
y x ax a= − −( )14 22 2 . A altura h da rampa é:
5 m
1 m
h
x
y
14,4 cm e que a altura dos postes é de 9 m,
então é correto afirmar que o ponto mais bai-
xo do cabo, com relação ao solo, ficará a uma
altura de:
a. 7,35 m
b. 8,6 m
c. 8,35 m
d. 7,6 m
e. 8,3 m
110. ESPM-SP
Um sitiante quer construir, ao lado de um
muro retilíneo, dois viveiros retangulares para
a criação de galinhas e patos, sendo que a área
destinada aos patos (P) tem de ter 40 m2 a
mais que a destinada às galinhas (G). Para isso,
ele dispõe de 60 metros lineares de uma tela
apropriada, que deverá ser usada para as cer-
cas AB, CD, EF e BF, conforme a figura abaixo.
A
B D F
C
G P
E
Muro
Para conseguir a maior área possível para os
viveiros, a medida DF deverá ser de:
a. 3 m
b. 4 m
c. 5 m
d. 3,5 m
e. 6 m
109. UFMS
Um cabo está suspenso entre dois postes de
mesma altura e que distam 20 m entre si.
2 m
14,4 cm
20 m
9 m
O cabo foi feito com um material especial, de
modo que a curva por ele representada é uma
parábola. Sabendo-se que a flexão do cabo a
uma distância de 2 m de um dos postes é de
a. 15 metros.
b. 16 metros.
c. 17 metros.
d. 18 metros.
e. 19 metros.
111. Vunesp
Suponha que um projétil de ataque partiu da
origem do sistema de coordenadas cartesianas,
descrevendo uma parábola, conforme a figura.
y
x
45
25
0 5 6 15 Alvo
a. Sabendo-se que o vértice da parábola
do projétil de ataque é dado pelas coor-
denadas (15, 45) e baseado nos dados
da figura, calcule a equação da parábo-
la do projétil de ataque.
Funções
PV
-1
3-
14
78
Matemática
b. Um projétil de defesa é lançado a partir
das coordenadas (6, 0) e sua trajetória
também descreve uma parábola se-
gundo a equação y = – 0,25x2 + 9x – 45.
Considerando-se que o projétil de defe-
sa atingirá o projétil de ataque, calcule
as coordenadas onde isto ocorrerá e
diga se o alvo estará a salvo do ataque.
112.
Considere a expressão E
x x
=
− −
10
4 52
, deter-
mine o valor de x que dá o maior valor possível
para E e, em seguida, encontre este valor de E.
113. Fuvest-SP
Num terreno, na forma de um triângulo retân-
gulo com catetos de medidas 20 e 30 metros,
deseja-se construir uma casa retangular de di-
mensões x e y, como indicado na figura.
30 m
y
x
20 m
a. Exprima y em função de x.
b. Para que valores de x e de y, a área ocu-
pada pela casa será máxima?
114. UEL-PR
Para um certo produto comercializado, a fun-
ção receita e a função custo estão representa-
das a seguir em um mesmo sistema de eixos,
onde q indica a quantidade desse produto.
35.000
45.000
500 q250 350 500
105.000
125.000
R,C
Receita
Custo
Com base nessas informações e consideran-
do que a função lucro pode ser obtida por
L(q) = R(q) – C(q), assinale a alternativa que
indica essa função lucro.
a. L(q) = – 2q2 + 800q – 35.000
b. L(q) = – 2q2 + 1.000q + 35.000
c. L(q) = – 2q2 + 1.200q – 35.000
d. L(q) = 200q + 35.000
e. L(q) = 200q – 35.000
115. UFMG
Neste plano cartesiano, estão representados o
retângulo ABCD e as retas r e s:
A B
CD
r
s x
y
Sabe-se que:
• a equação de r é y = x + 4 e a equação
de s é y = – 2x + 6 ;
• os pontos D e C pertencem, respectiva-
mente, às retas r e s e têm ordenadas
positivas;
• A = (a, 0) e B = (b, 0), sendo a < b.
a. Calcule a área do retângulo ABCD em
função apenas de b.
b. Determine o valor de b para que a área
do retângulo ABCD seja máxima e cal-
cule esta área.
116. UFPR
Um determinado tipo de canhão para artilha-
ria antiaérea dispara projéteis que descrevem
uma trajetória parabólica.
Após vários disparos, um grupo de engenhei-
ros militares constatou que, desprezando-se
a resistência do ar, os projéteis lançados a
partir do solo descrevem uma parábola de
PV
-1
3-
14
Funções
79
Matemática
equação y = 16k2x – kx2, sendo x e y dados em
metros e k um fator positivo relacionado à in-
clinação que pode ser ajustado diretamente
no canhão.
a. Que valor se deve atribuir a k para que
um projétil lançado por esse canhão
atinja o solo a exatamente 400 m do
ponto de disparo?
b. Qual é o menor valor que se deve atri-
buir a k para que um projétil lançado por
esse canhão atinja a altura de 1.000 m?
117. Unicamp-SP
Durante um torneio de arremesso de peso,
um atleta teve seu arremesso filmado. Com
base na gravação, descobriu-se a altura (y)
do peso em função de sua distância hori-
zontal (x), medida em relação ao ponto de
lançamento. Alguns valores da distância e da
altura são fornecidos na tabela abaixo. Seja
y(x) = ax2 + bx + c a função que descreve a
trajetória (parabólica) do peso:
Distância (m) Altura (m)
1 2,0
2 2,7
3 3,2
a. determine os valores de a, b e c;
b. calcule a distância total alcançada pelo
peso nesse arremesso.
118. FGV-SP
Um banco capta dinheiro de aplicadores, pa-
gando a eles uma taxa anual de juros igual a i.
O prazo das aplicações é de 1 ano. O dinheiro
captado é emprestado a empresas, por 1 ano,
à taxa de 20% ao ano. Sabe-se que o dinhei-
ro captado é dado por C = 5.000 · i unidades
monetárias. Desprezando-se outros custos,
responda às questões.
a. Qual o lucro do banco, se a taxa i for
igual a 5% ao ano?
b. Qual a taxa i que dá ao banco o máximo
lucro?
119. ESPM-SP
Um jardim quadrado medindo 12 m de lado
será dividido em 2 partes, como mostra a fi-
gura a seguir.
x
x
A
B
No retângulo A, serão plantadas flores que cus-
tam R$ 2,00 o m2 e, na regiao B, serão plantadas
flores de R$ 3,00 o m2. Podendo-se variar ape-
nas as medidas designadas por x, o custo míni-
mo que esse plantio poderá ter será de:
a. R$ 390,00
b. R$ 392,00
c. R$ 394,00
d. R$ 396,00
e. R$ 398,00
120. AFA-SP modificado
Considere a função quadrática f: A → B de raí-
zes x1 = 1 ou x2 = 3, cujas coordenadas do vértice
são iguais.
Se f(x) ≥ 0, ∀ x ∈A, então podemos afimar que:
a. a função possui um valor mínimo quan-
do x = 2.
b. a função possui um valor máximo
quando x = 2.
c. a função possui um valor mínimo quan-
do x = –2.
d. a função possui um valor máximo
quando x = –2.
Funções
PV
-1
3-
14
80
Matemática
CAPÍTULO 03
121. UFMG
Considere a função y = f(x), que tem como do-
mínio o intervalo { }x x∈ − < ≤: 2 3 e que se
anula somente em x =
−
3
2
e x = 1, como se vê
nesta figura:
f(x)
x
1
1 2 3–1
–2 – 32
– 2
1 2
1
Assim sendo, para quais valores reais de x se
tem 0 < f(x) ≤ 1?
a. x x∈ − < ≤ −{ }: 32 1 ∪ x x∈ ≤ <{ }: 12 1 ∪
{ }x x∈ < ≤: 1 2
b. x x∈ − ≤ ≤ −{ }: 2 32 ∪ x x∈ − ≤ ≤{ }: 1 12 ∪
x x∈ ≤ ≤{ }: 2 3
c. x x∈ − ≤ ≤ −{ }: 32 1 ∪ x x∈ ≤ ≤{ }:12 2
d. x x∈ − < ≤ −{ }: 32 1 ∪ x x∈ ≤ ≤{ }: 12 2
122. UFPR modificado
Abaixo estão representados os gráficos das fun-
ções f e g definidas no intervalo real [– 10; 10].
y
x
2
3 100– 10
y = g(x)
y = f(x)
Com base no gráfico, determine o conjunto so-
lução da inequação f(x) – g(x) < 0.
123. Vunesp
Observe o gráfico da função f(x) e analise as
afirmações a seu respeito.
x
y
0 1–1
–1
2–2
–2
3–3
1
2
f(x)
I. Se x1, x2 ∈ Dom(f) e x2 > x1, então
f(x2) > f(x1).
II. Se x > 1, então f(x) < 0.
III. O ponto (2, –2) pertence ao gráfico
de f(x).
IV. A lei de formação de f(x) representada
no gráfico é dada por f x x( ) ( )= − −121
.
A alternativa que corresponde a todas as afir-
mações verdadeiras é:
a. I e III, apenas.
b. I, II e III, apenas.
c. I e IV, apenas.
d. II, III e IV, apenas.
e. II e IV, apenas.
124. PUC-MG
O número p de barris de petróleo produzi-
dos diariamente por uma empresa é tal que
3(p – 2.500) ≤ 2(p + 2.400). A maior produ-
ção diária dessa empresa, em barris de pe-
tróleo, é:
a. 10.000
b. 11.500
c. 12.300
d. 12.310
PV
-1
3-
14
Funções
81
Matemática
125. UFF-RJ
Um restaurante cobra, no almoço, até as 16h,
o preço fixo de R$ 15,00 por pessoa. Após as
16h, esse valor cai para R$ 12,00.
Em determinado dia, 50 pessoas almoçaram
no restaurante, sendo X o número de pessoas
que almoçaram até as 16h.
Sabendo que o custo de um almoço é R$ 8,00
por pessoa e o lucro obtido pelo restaurante
naquele dia foi maior que R$ 250,00 e menor
que R$ 300,00, determine o menor e o maior
valores possíveis de X.
126. Unicamp-SP
O perfil lipídico é um exame médico que ava-
lia a dosagem dos quatro tipos principais de
gorduras (lipídios) no sangue: colesterol total
(CT), colesterol HDL (conhecido como “bom
colesterol”), colesterol LDL (o “mau coleste-
rol”) e triglicérides (TG). Os valores desses
quatro indicadores estão relacionados pela
fórmula de Friedewald: CT = LDL + HDL + TG/5.
A tabela abaixo mostra os valores normais dos
lipídios sanguíneos para um adulto, segundo o
laboratório SangueBom.
Indicador Valores normais
CT Até 200 mg/dL
LDL Até 130 mg/dL
HDL Entre 40 e 60 mg/dL
TG Até 150 mg/dL
O perfil lipídico de Pedro revelou que sua dosa-
gem de colesterol total era igual a 198 mg/dL, e
que a de triglicérides era igual a 130 mg/mL. Sa-
bendo que todos os seus indicadores estavam
normais, qual o intervalo possível para o seu
nível de LDL?
127. UFPE
O preço da corrida de táxi na cidade R é calcu-
lado adicionando-se um valor fixo de R$ 2,50 a
R$ 1,30 por cada quilômetro rodado, enquan-
to na cidade S o preço é obtido adicionando-se
um valor fixo de R$ 3,40 a R$ 1,25 por quilô-
metro rodado. A partir de quantos quilôme-
tros rodados o táxi da cidade R deixa de ser
mais barato que o da cidade S?
128. UFSCar-SP modificado
Considere a função real f, definida por:
f x x
x
( ) = −
−
2
2
Determine o domínio da função f.
129. UEL-PR
Um comerciante pagou R$ 600,00 por 150 cai-
xas de um produto. Em qual intervalo de valo-
res deverá ser escolhido o valor V, de venda de
cada caixa, para que o comerciante tenha um
lucro entre R$ 150,00 e R$ 300,00?
a. R$ 3,00 < V < R$ 4,50
b. R$ 4,00 < V < R$ 5,00
c. R$ 4,00 < V < R$ 4,50
d. R$ 5,00 < V < R$ 6,00
e. R$ 6,00 < V < R$ 7,00
130. FGV-SP
a. Determine todos os números naturais
que satisfazem simultaneamente as ine-
quações: 10–1 · x ≥ 0,06 e 10–1 · x ≤ 0,425.
b. Os sistemas de inequações são úteis
para resolver antigos problemas como
este, aproximadamente, do ano 250:
Três estudantes receberam cada um uma mes-
ma lista de palavras sinônimas que deveriam
ser escolhidas em pares. Cada palavra tinha
uma única palavra sinônima correspondente.
Dentro do tempo permitido, o primeiro colo-
cado conseguiu 21 pares corretos; o segundo
colocado tinha dois terços dos pares corretos
e o terceiro, quatro a mais do que a metade do
número de pares corretos. Qual era o total de
pares corretos de palavras sinônimas?
131. AFA-SP
Luíza possui uma pequena confecção artesa-
nal de bolsas. No gráfico abaixo, a reta c repre-
senta o custo total mensal com a confecção de
x bolsas e a reta f representa o faturamento
mensal de Luíza com a confecção de x bolsas.
Funções
PV
-1
3-
14
82
Matemática
f
c
x
y(reais)
1000
10
810
2.000
(no de bolsas
confeccionadas)
Com base nos dados acima, é correto afirmar
que Luíza obtém lucro se, e somente se, vender:
a. no mínimo 2 bolsas.
b. pelo menos 1 bolsa.
c. exatamente 3 bolsas.
d. no mínimo 4 bolsas.
132.
Resolver em a inequação x2 – 3x ≥ 0.
133.
Resolver em a inequação –x2 + 3x – 4 ≥ 0.
134.
Considere a função real definida por:
f x k x k x( ) = ⋅ − ⋅ −2 12
,
onde k é um parâmetro real. Determine o con-
junto dos valores de k para que se tenha f(x) > 0
para todo x ∈.
135. FGV-SP
A receita mensal (em reais) de uma empresa é
R = 20.000p – 2.000p2, em que p é o preço de
venda de cada unidade (0 ≤ p ≤ 10).
a. Que preço p deve ser cobrado para re-
sultar em uma receita de R$ 50.000,00?
b. Para que valores de p a receita é infe-
rior a R$ 37.500,00?
136. ESPM-SP
Define-se max.(a; b) = a, se a ≥ b e max.(a; b) = b,
se b ≥ a. A soma dos valores de x, para os quais
se tem max.(x2 − 2x + 2; 1 + x2) = 50, é igual a:
137. ESPM-SP
Considere as funções f: A → e g: A → tais
que f(x) = 3 2x x− e g(x) = 4x – x2 + 5. Se A ⊂ R
é o mais amplo domínio de f, o conjunto
imagem de g é:
a. 1
b. 0
c. 2
d. –13
e. 15
a. [0, 3]
b. ]– ∞, 9]
c. [5, 8]
d. [5, 9]
e. [8, 9]
138. FGV-SP
Considere a função y = f(x), tal que:
f(x) = x3 – 2x2 – x + 2
e cujo gráfico está representado na figura a se-
guir. Determine o conjunto solução da inequa-
ção 0 ≤ x3 – 2x2 – x + 14 ≤ 12.
y
x0
f(x)
– 12
– 2
– 1
139. Espcex-SP
A represa de uma usina hidrelétrica está situa-
da em uma região em que a duração do período
chuvoso é 100 dias. A partir dos dados hidro-
lógicos dessa região, os projetistas concluíram
que a altura do nível da represa varia, dentro do
período chuvoso, segundo a função real:
N t
t para t
t t para t
t para
( )
,
,
,
=
+ ≤ <
− + ≤ <
− + ≤
5 8 0 20
100
4
5 20 50
3
25 21 50
2
tt <
100
em que N(t) é a altura do nível da represa, me-
dido em metros, t é o número de dias, con-
tados a partir do início do período chuvoso.
Segundo esse modelo matemático, o número
de dias, dentro do período chuvoso, em que a
altura do nível da represa é maior ou igual a
12 metros é:
a. 40
b. 41
c. 53
d. 56
e. 60
PV
-1
3-
14
Funções
83
Matemática
140.
Determine os valores reais do parâmetro k, na
função f(x) = – x2 + k, para que se tenha f(x) < 0
para todo x ∈.
141. UFMG
Neste plano cartesiano, estão representados
os gráficos das funções y = f(x) e y = g(x), am-
bas definidas no intervalo aberto ]0, 6[ :
y
x
gg
1 2 6
g
f
3 4 5
f
f
0
Seja S o subconjunto de números reais defini-
do por S = {x ∈; f(x) · g(x) < 0}
Então, é correto afirmar que S é:
a. {x ∈; 2 < x < 3} ∪ {x ∈; 5 < x < 6}
b. {x ∈; 1 < x < 2} ∪ {x ∈; 4 < x < 5}
c. {x ∈; 0 < x < 2} ∪ {x ∈; 3 < x < 5}
d. {x ∈; 0 < x < 1} ∪ {x ∈; 3 < x < 6}
142. UFF-RJ modificado
Uma parte do esboço do gráfico de uma fun-
ção polinomial f x x x x( ) ( ) ( ) ( )= ⋅ − ⋅ − ⋅ +14 2 3 3 é
dada na figura:
4,5
2,0
0 1 2 x
y
Determine o(s) intervalo(s) em que f é positiva.
143. Fuvest-SP
Os gráficos de duas funções polinomiais P e Q
estão representados na figura a seguir.
P
Q
y
x
– 4 – 2 – 1 0 2 4 5 6 8
Então, no intervalo [–4, 8], P(x) · Q(x) < 0 para:
a. –2 < x < 4
b. –2 < x < –1 ou 5 < x < 8
c. –4 ≤ x < –2 ou 2 < x < 4
d. –4 ≤ x < –2 ou 5 < x ≤ 8
e. –1 < x < 5
144. UFU-MG modificado
Sejam f e g duas funções reais definidas para
todo número real, cujos gráficos no intervalo
fechado [– 4, 4] estão representados na figura
abaixo, em que a linha mais fina corresponde
ao gráfico de g e a linha mais grossa ao de f.
y
x– 1 1 2 3 4– 2– 3– 4
g
f
– 1
2
1
2
Resolva a inequação f(x) · g(x) > 0.
145.
Resolver em : (x – 4) · (– x + 2) ≥ 0.
146. Ibmec-SP
O número de soluções inteiras da inequação
(x2 – 25) · (x2 – 81) · (1 – x2) > 0 é igual a:
a.2
b. 3
c. 5
d. 7
e. 11
Funções
PV
-1
3-
14
84
Matemática
147.
Resolver em : 2 2 1 2 2 1 0x x− +( )⋅ − −( ) < .
148.
Resolva, para x real, a inequação:
(x2 – 2x – 8) · (2 – x) > 0
149.
Resolver em a inequação x3 – 2 · x2 < x – 2.
150.
Resolver em a inequação (x + 1)2 ≤ 4.
151.
Resolver em a inequação
(x + 2)20 · (x – 2)12 · (x – 4)5 ≥ 0.
152. Uespi
A função f definida por f(x) =
1
3 2x x−( ) −( )
tem por conjunto domínio o intervalo real:
a. ]2, 3]
b. ]2, 3[
c. [2, 3[
d. (– ∞, 2[ ∪ ]3, + ∞)
e. (– ∞, 2] ∪ [3, + ∞)
153. ESPM-SP
Ao resolver a inequação
( ) ( )x x
x x
+ ⋅ −
> −
1 3 1,
um aluno efetuou as seguintes passagens:
( ) ( )x x
x x
+ ⋅ −
> −
1 3 1 (1)
(x + 1) · (x – 3) > x2 – x (2)
x2 – 2x – 3 > x2 – x (3)
–2x – 3 > –x (4)
2x + 3 < x (5)
x < –3 (6)
Podemos afirmar que esse aluno:
a. cometeu um erro apenas, na passagem
de 4 para 5.
b. cometeu erros nas passagens de 3 para
4 e de 4 para 5.
c. cometeu erros nas passagens de 1 para
2 e de 4 para 5.
d. cometeu um erro apenas, na passagem
de 1 para 2.
e. não cometeu erro algum.
154.
Resolver em a inequação:
( ) ( )x x
x
− ⋅ −
+
≥2 32 1 0 .
155. UFMG
O número real x satisfaz
4 3
1 2
x
x
−
+
> .
Assinale a alternativa em que estão incluídas
todas as possibilidades para x.
a.
− < <1 x 52
b. x < 1ou x > 5− 2
c. x > 52
d. x< − 1
156. PUC-RJ
Determine para quais valores reais de x a ine-
quação é satisfeita:
x x
x
2 6 11
1 1
− +
−
<
157. EFOMM-RJ
O conjunto solução da inequação 11 1
+
−
≥xx é:
a. [0, + ∞]
b. [0, 1)
c. (1, + ∞)
d. [0, 1]
e. (– ∞, 0] ∪ (1, + ∞)
158.
Resolver em a inequação x
x x
10
2 3 2
0
− ⋅ +
≤ .
159. FGV-SP
Dê o domínio da função f(x) = x
x x
−
− +
1
7 122
.
160. Unicamp-SP
Sejam dadas as funções f(x) = p · x e g(x) = 2x + 5,
em que p é um parâmetro real.
a. Supondo que p = – 5, determine para
quais valores reais de x tem-se f(x) · g(x) < 0.
b. Determine para quais valores de p te-
mos g(x) ≤ f(x) para todo x ∈ [– 8, – 1].
PV
-1
3-
14
Funções
85
Matemática
CAPÍTULO 04
161. Uniube-MG
Seja k uma constante real, f e g funções defini-
das em tais que f(x) = kx + 1 e g(x) = 13x + k.
Os valores de k que tornam a igualdade fog = gof
verdadeira são:
a. f(0) = 1
b. fof(0) = 1
c. fof(2) = 1
d. fof(3) = 1
e. f[2 · f(2)] = 1
166. UFMG
Sejam f(x) = x2 + 3x + 4 e g(x) = ax + b duas fun-
ções. Determine as constantes reais a e b para
que (fog)(x) = (gof)(x) para todo x real.
167. UFRR
Os gráficos a seguir representam as funções f e
g, respectivamente.
x
y
1
1
– 1 0
x
y
1
3
0
De acordo com os seus conhecimentos, é cor-
reto afirmar que a função h(x) = (fog)(x) é dada
por:
a. h(x) = 9x2 + 9
b. h(x) = 9x2 – 18x + 9
c. h(x) = – 3x2 + 3
d. h(x) = 3x2 + 3
e. h(x) = x2 – 2x + 1
a. – 3 ou 3
b. – 4 ou 4
c. – 4 ou 3
d. – 3 ou 4
e. – 4 ou – 3
162. Unimep-SP
Sabendo que f(x) = x2 e g(x) = 3x + 2, então
f[g(x)] é definida por:
a. 9x2 + 12x + 4
b. 3x2 + 2
c. x4
d. 9x + 29
e. x2 + x + 1
163. UEL-PR
Seja h(x) = [f o g] (x) · [g o f] (x), em que
f(x) = (x + 0,5) (x – 0,5) e g(x) =
1
0 252x + , .
Qual é o valor de h(0, 5)?
a. 15
b. 15
8
c. 16
d. − 34
e. −154
164.
Dadas as funções reais definidas por f(x) = 3x + 2
e g(x) = 2x + a, determine o valor de a de modo
que se tenha: fog = gof.
165. ESPM-SP
Seja y = f(x) uma função cujo gráfico está re-
presentado na figura abaixo. Podemos afir-
mar que:
1
– 2
– 1
2 3
y
x
Funções
PV
-1
3-
14
86
Matemática
168. UFU-MG
Sejam f e g duas funções reais definidas para
todo número real. Se f é dada por f(x) = 2x + 1 – 3
e a função composta fog é dada por
(fog)(x) = x2 + 1, então o valor de g(–2) · g(2) é
igual a:
a. 4
b. 8
c. 16
d. 32
169. ESPM-SP
A figura abaixo representa o gráfico cartesiano
da função f (x).
y
x
3
2 4
Sabendo-se que f(1) = 2, o valor de f[f(π)] é
igual a:
c.
1
–1
1
d.
e. 1
– 2
171. Ibmec-SP
f e g são funções de
em . Se f(2x – 1) = 4x + 2
e f(g(x)) = 2x2 – 4, o gráfico que melhor repre-
senta a função g é:
a.
g(x)
4
0 x
b.
g(x)
20 x
c.
g(x)
x
– 1 0
a. 1
b. 3
2
c. 3
4
d. 2
e. 5
2
170. PUC-PR
Sejam as funções reais definidas por f(x) = x – 1
g(x) = ax + b e f(g(x)) = – 2x. O gráfico de g(x) é:
a.
1
1
b.
1
–1
PV
-1
3-
14
Funções
87
Matemática
d.
g(x)
40 x
e.
g(x)
– 2 x2
0
172. Fuvest-SP
Sejam f(x) = 2x – 9 e g(x) = x2 + 5x + 3. A soma
dos valores absolutos das raízes da equação
f(g(x)) = g(x) é igual a:
176. UECE
Seja f: – {1} → a função definida por f x xx( ) =
+
−
2
1
e seja g(x) = f(f(x)). A figura que melhor repre-
senta o gráfico da função g é:
a. 1
1
y
x
b.
1
1
y
x
c. 1
1
y
x
d.
–1
1
y
x
177. FGV-SP
Sejam y = g(u) = 2u3 e u = h(x) = x2 – 2x + 5.
a. Determine o valor de y, para x = 0.
b. Determine o valor de g [h( – 3)].
178. Unicamp-SP
Suponha que f: → seja uma função ímpar
(isto é, f(– x) = – f(x)) e periódica, com período
10 (isto é, f(x) = f(x + 10)). O gráfico da função
no intervalo [0, 5] é apresentado a seguir.
a. 4
b. 5
c. 6
d. 7
e. 8
173. UFRGS-RS
Se a função f: * → é tal que f x xx( ) =
+2 2,
então f(2x) é:
a. 2
b. 2x
c. 2 1x
x
+
d. 4 12
x
x
+
e. 2 2x
x
+
174. UEPB
Se g e f são funções definidas por g x xx( ) =
− +
+
1
1 ,
com x ≠ –1, e f(x) = x– 1, com x ≠ 0, então g(f(x))
é igual a:
a. f(g(x))
b. f(x)
c. g(x)
d. – g(x)
e. – f(x)
175. UFV-MG
Considere as funções reais f e g definidas por
f(x) = x2 – 5x e g(x) = 2x + 3. As soluções da
equação f x f g
g f
( ) ( ( ))
( ( ))
−
=
2
2 2
são:
a. 2 e 4
b. 1 e 5
c. 1 e 4
d. 1 e 2
e. 2 e 3
Funções
PV
-1
3-
14
88
Matemática
F(x)
x
5
5– 5– 10 0
– 5
a. Complete o gráfico, mostrando a fun-
ção no intervalo [–10, 10], e calcule o
valor de f(99).
b. Dadas as funções g(y) = y2 – 4y e
h(x) = g(f(x)), calcule h(3) e determine
a expressão de h(x) para 2,5 ≤ x ≤ 5.
179.
Sejam as funções reais g(x) = 3x – 2 e
fog(x) = 15x – 14. Determine a sentença
que representa a função f(x).
180. ITA-SP
Sejam f, g:
→
funções tais que: g(x) = 1 – x
e f(x) + 2f(2 – x) = (x – 1)3, para todo x ∈.
Então f[g(x)] é igual a:
a. (x – 1)3
b. (1 – x)3
c. x3
d. x
e. 2 – x
181. UFMA
Considere a função f: → definida por:
f x
x se x
x se x
( )
,
,
=
≥
<
2 0
0
Então é correto afirmar que essa função:
a. não é injetiva nem sobrejetiva.
b. é injetiva, mas não é sobrejetiva.
c. é bijetiva.
d. é sobrejetiva, mas não é injetiva.
e. é decrescente no conjunto {x ∈; x < 0}.
182. Unifor-CE
Considere a função f, de [–1, 6[ em , dada
pelo gráfico a seguir.
1
2
1
0
– 1
– 2
– 1 2 3 4
5 6
y
x
É correto afirmar que:
a. f é crescente para todo x ∈
5
2
9
2
, .
b. o conjunto imagem de f é o intervalo
[–2, 2].
c. f é bijetora.
d. f admite exatamente três raízes reais.
e. f(–1) + f(2) + f(4) + f(–6) = 0
183.
Toda função real crescente é injetora? Justifique.
184. Unifesp
Há funções y = f(x) que possuem a seguinte
propriedade: “a valores distintos de x cor-
respondem valores distintos de y”.Tais fun-
ções são chamadas injetoras. Qual, dentre
as funções cujos gráficos aparecem abaixo,
é injetora?
a.
y
x1
b.
y
x1
PV
-1
3-
14
Funções
89
Matemática
c.
y
x1
d.
y
x1
e.
y
x1
185. UEL-PR
Observe a imagem a seguir, utilizada como
peça publicitária em uma campanha para
venda associada de jornais e livros de litera-
tura, e responda à questão.
Desentorte
os óculos.
Desligue a TV.
S T Q Q
Troque a
lâmpada
do abajur.
Desencoste
o pufe da parede.
S S D
Abra
espaço
na
estante.
Tire o gato
da poltrona.
Pode se preparar. Sua semana está prestes a se tornar muito mais emocionante.
Descubra onde
fica a banca
mais
próxima.
Peça publicitária veiculada pelo jornal
Folha de S. Paulo, em 18 de maio de 2003, p. A 21.
Na disposição dos elementos que integram a
peça publicitária, considere:
A = conjunto formado pelos dias da semana.
B = conjunto formado pelas ações associadas
aos dias da semana.
Sobre esses conjuntos, é correto afirmar:
a. Existe uma função f: A → B bijetora.
b. Existe uma função f: A → B injetora e
não sobrejetora.
c. Existe uma função f: B → A sobrejetora
e não injetora.
d. Existe uma função f: B → A injetora e
não sobrejetora.
e. Existe uma relação R: A → B que não é
uma função.
186. UFMG
Considere a função real f definida por
f x x( )2 3
1
1+ = + .
É correto afirmar que:
01. não existe um número real x tal que
f(x) = 0.
02. Se x ≠ 1 e x ≠ 3, então f(f(x)) = 2 1
3
( )x
x
−
−
.
04. f é uma função injetora.
08. a equação xf(x) – x2 = 0 tem, no máxi-
mo, duas raízes reais.
16. f(–1) = 1
187.
Demonstre que a função afim f(x) = ax + b é
injetora.
188.
Demonstre que a função afim f(x) = ax + b é
sobrejetora.
189. ITA-SP
Qual das alternativas a seguir representa uma
função bijetora?
a. f: → * com f(x) = x2
b. f: * → * com f(x) = x + 1
c. f: [1; 3] → [2; 4] com f(x) = x + 1
d. f: [0; 2π] →
com f(x) = sen x
e. f: → com f(x) = x2 – 1
190. ITA-SP
Seja D = – {1} e f : D → D uma função dada
por f x xx( ) =
+
−
1
1.
Considere as afirmações:
I. f é injetiva e sobrejetiva.
II. f é injetiva, mas não sobrejetiva.
III. f x f x( )+
=1 0, para todo x ∈D, x ≠ 0.
IV. f(x) · f(–x) = 1, para todo x ∈D.
Funções
PV
-1
3-
14
90
Matemática
a. somente injetora.
b. somente sobrejetora.
c. bijetora.
d. nem injetora nem sobrejetora.
e. sem classificação.
194. UFSC
Dada a função f, de em , definida por
f(x) = x2 + 1, determine a soma das alterna-
tivas verdadeiras.
01. A função f é sobrejetora.
02. A imagem da função f é R+.
04. A função f é bijetora.
08. Para x = 5, temos f(x) = 26.
16. O gráfico da função é uma reta.
32. O gráfico da função f é simétrico em re-
lação ao eixo y.
195.
Verifique se as funções, de em , represen-
tadas nos gráficos são bijetoras.
a.
x
y
b.
x
y
c.
x
y
196.
Seja a função f: A → B definida por f(x) = x2 – 6x + 5.
a. Sendo A = , determine o conjunto B
para que f seja sobrejetora.
b. Sendo A x x k= ∈ ≤{ }| e B o conjunto
determinado no item anterior, obtenha
o maior valor de k para que f seja bijetora.
Então, são verdadeiras:
a. tabela 1.
b. tabela 2.
c. tabela 3.
d. tabela 4.
193. Mackenzie-SP
A aplicação f, de
em
, definida por:
f n
n se n é umnúmero par
n se n é umnúmero ímpar
( )
,
,
=
+
2
1
2
é:
a. apenas I e III.
b. apenas I e IV.
c. apenas II e III.
d. apenas I, III e IV.
e. apenas II, III e IV.
191.
A função quadrática f(x) = x2 + 2x + 1 é injetora?
Justifique.
192. Unimontes-MG
As tabelas a seguir representam algumas con-
jugações do verbo estar.
Tabela 1
A B
eu estou
tu estás
ele está
nós estamos
vós estais
eles estão
Tabela 2
A B
eu estava
tu estavas
ele estava
nós estávamos
vós estáveis
eles estavam
Tabela 3
A B
eu estivesse
tu estivesses
ele estivesse
nós estivéssemos
vós estivésseis
eles estivessem
Tabela 4
A B
eu estaria
tu estarias
ele estaria
nós estaríamos
vós estaríeis
eles estariam
Das tabelas acima, a única que representa
uma bijeção de A em B é a:
PV
-1
3-
14
Funções
91
Matemática
197.
A função real definida por f(x) = x3 é sobrejeto-
ra? Justifique.
198.
A função real definida por f(x) = x3 é injetora?
Justifique.
199.
Classifique cada uma das funções a seguir em
injetora, sobrejetora, bijetora ou sem classifi-
cação.
a. f:
* → com f(x) = 1x
b. f: * → * com f(x) = 1x
200.
Dada a função f(x) = x2 – 4x + 3, definida de A
em B, determine:
a. o mais amplo conjunto B para que f seja
uma função sobrejetora;
b. os mais amplos conjuntos A para que f
seja injetora.
201. Unifor-CE
Sejam f e g funções de em , tais que
f(x) = –2x + 3 e g(f(x)) = 4x. Nessas condi-
ções, a função inversa de g é dada por:
a. g x x− = +1 6 2( )
b. g x
x
−
=
−1 6
2( )
c. g x
x
−
=
+1 6
4( )
d. g x x
−
=
−
1 2
6 2( )
e. g x x
−
=
+
1 2
6 2( )
202. UEBA
Seja a função
f: R B definidapor f x xx− { } → ⊂ = −13 3 1 ( ) .
Se f admite inversa, então o conjunto B é:
a.
b. *
c. –
1
3{ }
d. – −{ }13
e. – {3}
203. UECE
Sejam f(x) = x2 para x > 0 e g(x) a inversa de f,
então o valor de f(g(4)) + g(f(4)) está no inter-
valo:
a. [0, 6[
b. [6, 12[
c. [12, 18[
d. [18, 24[
204. Mackenzie-SP
Dada a função f: → , bijetora definida por
f(x) = x3 + 1, sua inversa f – 1:
→ é definida
por:
a. f x x− = +1 33 1( )
b. f x
x
−
=
+
1
3
1
1
( )
c. f x x− = −1 33 1( )
d. f x
x
−
=
+
1
33
1
1
( )
e. f x x− = −1 3 1( )
205. UEPB
A função f definida para x ≥ 1 por f x x( ) = −1
tem inversa f–1(x); então a imagem de f–1(x)
será:
a. {y ∈
|y ≤ 0}
b. {y ∈
|y ≤ 1}
c. {y ∈
|y ≥ 0}
d. {y ∈
|y ≥ 1}
e. {y ∈
|y ≥ –1}
206. Cefet-PR
Qual a relação entre a e b para que a função
f x axx b( ) =
+
+
1
2
coincida com sua inversa?
a. a = b + 1
b. a = b – 2
c. a = b – 1
d. a = –b
e. a = b
Funções
PV
-1
3-
14
92
Matemática
207. ITE-SP
Dadas as funções bijetoras f(x) = 2x – 3 e
g(x) = x3, determine (fog)–1(x).
208.
Sejam as funções f, g: → . Se g é a função
inversa de f, então o valor de f(g(2)) + g(f(3))
é igual a:
a. 5
b. 6
c. 2
3
d. 3
2
209.
Considere a função definida por f(x) = x3.
a. Qual é a lei que define f –1?
b. Represente, no mesmo plano cartesia-
no, os gráficos de f e f –1.
210. UFF-RJ
Sejam f e g funções reais de uma variável real
dadas por:
f x
x se x
x se x
( )
,
,
=
+ ≥
+ <
3 4 1
5 2 1
e g x
x se x
x se x
( )
,
,
=
+ >
− ≤
2 1 3
5 5 3
Pede-se:
a. g[f(2)]
b. f –1[g(0)]
211. Uneb-BA
Considerando a função real f x x( ) =
1, assinale
com V as afirmativas verdadeiras e com F as
falsas:
( ) x = 0 pertence ao conjunto imagem de f.
( ) Se x é um número real não nulo, então
f x x
−
=
1 1( ) .
( ) Existe um único número real x tal que
f x f x
1 = ( ).
A alternativa que indica a sequência correta,
de cima para baixo, é a:
212. UFU-MG
Considere f a função real de variável real defi-
nida no intervalo [–1,1], cujo gráfico está de-
senhado abaixo.
y
1
1
–1
–1
x
Assinale a alternativa que corresponde ao grá-
fico da função y = f –1 (–x), em que f –1 é a inver-
sa da função f.
a.
y
1
1
–1
–1
x
b.
y
11
–1
–1
x
c.
y
1
1
–1
–1
x
d.
y
1
1
–1
–1
x
01. V F F
02. F V F
03. F V V
04. V F V
05. V V V
PV
-1
3-
14
Funções
93
Matemática
213. UFRGS-RS
Se x é um número real, então
x
x +1 nunca as-
sume o valor:
a. – 2
b. – 1
c. 0
d. 1
e. 2
214.
Encontre a inversa de f(x) = 3x + 2.
215.
Encontre a inversa de f(x) =
1
3x +
, para x ≠ – 3.
216. UPF-RS
Dadas as funções
f x x x( ) =
+
−
2 3
2 e
g x x x( ) = − −2 4 5, considere as
afirmativas a seguir.
I. O domínio de f(x) é
*.
II. f x xx
−
=
−
+
1 2 3
2( )
III. O domínio de g(x) é:
{x ∈|x ≤ – 1 ou x ≥ 5}.
Está(ão) correta(s) a(s) alternativa(s):
a. I, apenas.
b. I e II, apenas.
c. II e III, apenas.
d. II, apenas.
e. I, II e III.
217.
Sabendo-se que g f x x
x
e g x x
x
[ ( )] ( ) ,= −
+
=
+
−
−
2 2
2 2
2 1
1
1
determine f g( )5 72+ −
.
218.
Encontre a inversa de f(x) = x2 + 2x, para x < – 1.
219. Unicap-PE
Considere a função definida por f(x) = x2 + x,
tendo como domínio e contradomínio o con-
junto dos números reais, classifique como V
ou F.
(0) Existe um número real a tal que f(a) = 1.
(1) Considerando o domínio da função, ela
é sobrejetora.
(2) Considerando o domínio da função, ela
admite inversa.
(3) A função possui uma raiz não nula.
220.
Encontre a inversa de f x
x
x
( ) =
+ 2
, para x ≠ 0.
221. PUC-SP
Para definir o módulo de um número real x,
posso dizer que:
a. é igual ao valor de x se x é real.
b. é o maior valor do conjunto formado
por x e o oposto de x.
c. é o valor de x tal que x ∈
.
d. é o oposto do valor de x.
e. é o maior inteiro contido em x.
222. UPE modificado
Seja f a função real definida por f(x) = ||x + 2| – 2|.
Determine f(e – 2), onde e = 2,718281... é um
número irracional.
223. UFPE
Sejam x e y números reais tais que x > y e
x(x – y) = 0. Analise a veracidade das afirma-
ções abaixo.
( ) x = 0
( ) y < 0
( ) x – y < 0
( ) |x| > |y|
( ) |x – y| > 0
224. FGV-SP
Considere a função dada por: f(x) = x −( )3 2
Esboce o gráfico da função.
225. UFAL modificado
Tendo por base a função, de em , dada por
f(x) = |x – 1|+ 2, esboce o gráfico e determine
o conjunto imagem de f.
Funções
PV
-1
3-
14
94
Matemática
226. UFES
O gráfico da função real dada pela expressão
f x
x x
x
( ) =
− +
−
2 2 1
1
pode ser representado por:
a.
y
0
– 1
1 x
b.
y
0
– 1
1
x
c.
y
0
1
1 x
d.
y
0 1 x
– 1
e.
y
0 1
1
x
– 1
227. PUC-RS
O domínio da função real f definida por
f x
x
x
( ) = é:
a. *
b. +
c. [1; + ∞)
d. (1; + ∞)
e. (0; + ∞)
228. Fuvest-SP
O módulo |x| de um número real x é definido
por |x| = x, se x ≥ 0, e |x| = – x, se x < 0. Das
alternativas a seguir, a que melhor representa
o gráfico da função f(x) = x · |x| – 2x + 2 é:
a.
f(x)
0 1
1
x
b.
y
0 1
1
x
PV
-1
3-
14
Funções
95
Matemática
c.
y
1
1
x
0
d.
y
1
1
x
0
e.
y
1
1
x
0
229. UFTM-MG
Observe, na figura, o gráfico da função f(x), de
domínio [– 4;4]
2
1
– 1
– 2
– 4 – 3 – 2 – 1 1 42 3
x
O gráfico da função g(x), dada, para todo
x ∈[– 4; 4], pela lei g(x) = f(x) + |f(x)|, está
mais bem representado por:
a. x
2
1
– 1
– 2
– 4 – 3 – 2 – 1 1 42 3
b. x
2
1
– 1
– 2
– 4 – 3 – 2 – 1 1 42 3
c.
2
1
– 1
– 2
– 4 – 3 – 2 – 1 1 42 3
x
d.
2
1
– 1
– 2
– 4 – 3 – 2 – 1 1 42 3
x
e. x
2
1
– 1
– 2
– 4 – 3 – 2 – 1 1 42 3
230. UEL
Seja f: → dada por f(x) = |x2| + |x|. O
gráfico da função g: → , definida por
g(x) = – f(x + 1), é:
Funções
PV
-1
3-
14
96
Matemática
a.
6
5
4
3
2
1 1 2 3 4
– 1
– 1
– 2
– 3
– 4
– 2– 3– 4
b.
6
5
4
3
2
1 1 2 3 4
– 1
– 1
– 2
– 3
– 4
– 2– 3– 4
c.
6
5
4
3
2
1 1 2 3 4
– 1
– 1
– 2
– 3
– 4
– 2– 3– 4
d.
6
5
4
3
2
1 1 2 3 4
– 1
– 1
– 2
– 3
– 4
– 2– 3– 4
e.
6
5
4
3
2
1 1 2 3 4
– 1
– 1
– 2
– 3
– 4
– 2– 3– 4
231. UFBA
Esboce o gráfico da função f: → definida
por f(x) = |– x2 + 5x – 4|, incluindo as inter-
secções com os eixos coordenados.
y
x0
PV
-1
3-
14
Funções
97
Matemática
232. Unimontes-MG
Qual dos esboços abaixo melhor representa o
gráfico da função real de variável real que, a
cada x, associa a distância de x ao número 2?
a.
y
2
0 2 x
b.
y
0– 2 x
c.
y
0 x
d.
y
0 x
2
233. Ufla-MG
O gráfico da expressão |x| + |y| = 4 é dado por:
a.
y
x
4
4
– 4
– 4
b.
y
x4
– 4
– 4
c.
y
x
4
4
– 4
– 4
d.
y
x4 – 4
e.
y
x
4
4
– 4
Funções
PV
-1
3-
14
98
Matemática
234. Mackenzie-SP
A melhor representação gráfica da função
f x x( ) = é:
a.
y
x0
b.
y
x0
c.
y
x0
d.
y
x0
e.
y
x0
235. Fuvest-SP
Esboce, para x real, o gráfico da função
f(x) = |x – 2| + |2x + 1| – x – 6. O símbolo |a|
indica o valor absoluto de um número real a
e é definido por |a| = a, se a ≥ 0 e |a| = – a,
se a < 0.
236. Mackenzie-SP
Na figura 1, temos o esboço do gráfico de uma
função f, de em . O melhor esboço gráfico
da função g(x) = f(|x|) é:
y
x0
Figura 1
a.
y
x0
b.
y
x0
c.
y
x0
PV
-1
3-
14
Funções
99
Matemática
d.
y
x0
e.
y
x0
237. UFES
y
0 1
1
2
x
– 1 – 2
O gráfico acima representa a função:
a. f(x) = ||x| – 1|
b. f(x) = |x – 1| + |x + 1| – 2
c. f(x) = ||x| + 2|– 3
d. f(x) = |x – 1|
e. f(x) = ||x| + 1| – 2
238. Mackenzie-SP
Dadas as funções reais definidas por:
f(x) = |x|2 – 4|x| e g(x) = |x2 – 4|,
esboce o gráfico de cada uma dessas funções.
239. UPE
Dos gráficos abaixo, o que mais se assemelha
ao da função f(x) = ||x + 2|– 2| no intervalo
– 5 < x < 5 é:
a.
b.
c.
d.
e.
240. FGV-SP
O conjunto dos valores assumidos pela expres-
são algébrica a
a
b
b
ab
ab
+ − , sendo a e b dois
números reais diferentes de zero, é:
a. {–3, –1, 1, 3}
b. {–1, 1}
c. {–1, 3}
d. {–3, 1}
e. {–3, 3}
241.
Resolver, em , a equação |2x – 1| = 7.
242.
Resolver, em , a equação |2x – 3| = 1 – x.
243. UFAL
Determine, no universo , o conjunto solução
da equação x x2
5
4
5
8
1
4
− + = .
244. UFU-MG
Qual é a soma das soluções reais da equação
|x2 + 3x + 2| – |6x| = 0?
a. 3
b. –6
c. –3
d. 6
245. CFTCE
O conjunto de soluções da equação
|x – 1| + |x – 2| = 3 é:
a. {0, 1}
b. {0, 3}
c. {1, 3}
d. {3}
e. { }
Funções
PV
-1
3-
14
100
Matemática
246. Unifei-MG
O módulo do produto das raízes da equação
|x|2 + |x| – |–12| = 0 é igual ao número de
lados de um polígono convexo. Quantas diago-
nais tem esse polígono?
247. UFAM
As raízes da equação |x|2 + |x|– 12 = 0:
a. têm soma igual a zero.
b. são negativas.
c. têm soma igual a um.
d. têm produto igual a menos doze.
e. são positivas.
248. Mackenzie-SP
O número de soluções reais da equação
x2 = 1 – |x| é:
g(x) = x3 + 2x2 + 4x, determine o conjunto solu-
ção da equação f(x) = g(x).
254. UFSCar-SP
Sejam f e g funções modulares reais definidas
por f(x) = |x + 2| e g(x) = 2|x – 2|.
a. Resolva a equação f(x) = g(x).
b. Construa o gráfico da função real h, de-
finida por h(x) = |x + 2|– 2|x + 2|.
255. UFG-GO modificado
Seja
o conjunto dos números reais. Considere
a função f: →, definida por f(x) = |1 – |x||.
Analise a veracidade das afirmações abaixo.
( ) f(– 4) = 5
( ) o valor mínimo de f é zero.
( ) f é crescente para x no intervalo [0, 1].
( ) a equação f(x) = 1 possui três soluções
reais distintas.
256. UFRJ
Seja f a função real dada por f(x) = ax2 + bx + c,
com a > 0. Determine a, b e c sabendo que as
raízes da equação |f(x)| = 12 são – 2, 1, 2 e 5.
Justifique.
257. ITA-SP
Determine todos os valores reais de a para os
quais a equação (x – 1)2 = |x – a| admita exata-
mente três soluções distintas.
258. Unesp
Sejam a e b dois números reais positivos tais
que a < b e a + b = 4. Se o gráfico da função
y = |x – a| + |x – b| coincide com a função
y = 2 no intervalo a < x < b, calcule os valores
de a e b.
259.
A equação |2x + 3| = ax + 1:
a. não possui solução para a < 2.
b. possui duas soluções para a maior que 2.
c. possui solução única para a <
2
3
.
d. possui solução única para – 2 < a < 2
3
.
e. possui duas soluções para – 2 < a <
2
3
.
a. 0
b. 1
c. 2
d. 3
e. 4
251. Espcex-SP
A soma dos quadrados de todas as raízes da
equação x2 + 4x – 2 · |x + 2| + 4 = 0 é igual a:
a. 16
b. 20
c. 24
d. 28
e. 36
252. Mackenzie-SP
O número de soluções reais da equação
x x
x x
x
2
2
1 2
2 1
1
− + =
− +
−
é:
a. 2
b. 0
c. 1
d. 4
e. 3
249. Unirio-RJ modificado
Sejam f e g funções definidas por:
f x x x e g x x( ) ( )= − + = −2 2 1 1
Calcule todos os valores de x reais tais que
f(x) = g(x).
250. PUC-SP
O número de soluções da equação || x | – 1| = 1,
no universo , é:
a. 0
b. 1
c. 2
d. 3
e. maior que 3.
253. UFBA modificado
Considerando-se as funções f: → e g: →
definidas pelas equações f(x) = |2x2 – 2x| + 7x e
PV
-1
3-
14
Funções
101
Matemática
260. ITA-SP
Sobre a equação na variável real x,
|||x – 1| – 3| – 2| = 0,
podemos afirmar que:
a. ela não admite solução real.
b. a soma de todas as suas soluções é 6.
c. ela admite apenas soluções positivas.
d. a soma de todas as soluções é 4.
e. ela admite apenas duas soluções reais.
261.
Resolva em a inequação: x ≥ 5.
262. UFF-RJ
Com relação aos conjuntos P x x= ∈ ≤{ } 7
e Q x x= ∈ ≤{ } 2 0 333, ... afirma-se:
I. P ∪ Q = P
II. Q – P = {0}
III. P ⊂ Q
IV. P ∩ Q = Q
Somente são verdadeiras as afirmativas:
a. 0
b. 1
c. 2
d. 3
e. 4
267. UFAL
Leia o texto abaixo.
Alagoas
O estado de Alagoas situa-se a leste
da região Nordeste. É o sexto estado mais
populoso da região, com um total de qua-
se 3.000.000 de habitantes. Apresenta a
quinta maior média de crescimento anu-
al da região: cerca de 1,20%. Em quatro
anos, a população cresceu em torno de
140.000 habitantes nos 102 municípios.
O mais populoso deles é Maceió, com
cerca de 885.000 habitantes, ocupando
uma área de aproximadamente 500 km2.
Dentre as Unidades de Conservação
Federais, a maior é a Área de Proteção Am-
biental Costa dos Corais, com 413.563 hec-
tares (1 ha = 104 m2).
Na estatura média H da população do litoral
norte de Paripueira a Maragogi verifica-se a
desigualdade H− ≤
172
6
1, em que H é medi-
da em centímetros. O intervalo da reta real em
que essas alturas se situam está contido no
intervalo:
a. I e III.
b. I e IV.
c. II e III.
d. II e IV.
e. III e IV.
263.
Resolva em a inequação: x < 2.
264. UFF-RJ modificado
Considere a função f definida por:
f x
x se x
x se x
( )
,
,
=
<
≥
4 4
43
Pede-se:
a. f(0)
b. a = f(–2)
c. f(a)
265. FGV-SP
A soma dos valores inteiros de x que satis-
fazem simultaneamente as desigualdades:
|x – 5| < 3 e |x – 4| ≥ 1 é:
266. Mackenzie-SP
Dadas as funções reais definidas por
f(x) = |x|2 – 4|x| e g(x) = |x2 – 4x|, considere
I, II, III e IV abaixo.
I. Ambas as funções possuem gráficos
simétricos em relação ao eixo das or-
denadas.
II. O número de soluções reais da equa-
ção f(x) = g(x) é 3.
III. A soma de todas as raízes das funções
dadas é 4.
IV. Não existe x real tal que f(x) < g(x).
O número de afirmações corretas é:
a. 25
b. 13
c. 16
d. 18
e. 21
a. [160; 175]
b. [164; 176]
c. [166; 176]
d. [166; 179]
e. [168; 180]
268. UFU-MG
O domínio da função real definida por
f x x( ) = − −2 1 3 é:
Funções
PV
-1
3-
14
102
Matemática
a. {x ∈ | x ≥ 2}
b. {x ∈ | – 1 ≤ x ≤ 2}
c. {x ∈ | x ≤ – 1 ou x ≥ 2}
d. x x∈ ≤ <{ }|12 3
e.
269. Ibmec- SP
A soma dos números naturais que não perten-
cem ao conjunto solução de 2 – |x – 1| ≤ 0 é
igual a:
275. FURG-RS
O conjunto de todos os números reais x que
satisfazem a inequação x2 2 1– < é:
a. 10
b. 6
c. 5
d. 3
e. 1
270. Inatel-MG
Resolva a inequação |3x + 2| ≤ 4.
271. FGV-SP
Resolva as inequações:
a. 1
4
2
8<
−
<
x b. |2 – 5x| > 10
272. UFPI
O conjunto solução da inequação|x2 – 4x + 3|< 3
é:
a. {x ∈ | 1 < x < 2}
b. {x ∈ | 1 < x < 3}
c. {x ∈ | – 1 < x < 3}
d. {x ∈ | 1 < x < 4}
e. {x ∈ | 0 < x < 4}
273. PUC-RJ
A inequação –|x| < x:
a. nunca é satisfeita.
b. é satisfeita em x = 0.
c. é satisfeita para x negativo.
d. é satisfeita para x positivo.
e. é sempre satisfeita.
274. UFC-CE
A soma dos inteiros que satisfazem a desigual-
dade |x – 7| > |x + 2| + |x – 2| é:
a. 14
b. 0
c. –2
d. –15
e. –18
a. [0,1]
b. [– 5, 6]
c. [– 5, 0] ∪ [1, ∞)
d. (– ∞, 0] ∪ [1, 6]
e. [– 5, 0] ∪ [1, 6]
278. Fuvest-SP
a. Esboce, para x real, o gráfico da função:
f(x) = |x – 2| + |2x + 1| – x – 6
O símbolo |a| indica o valor absoluto de um
número real a e é definido por |a| = a se a ≥ 0
e |a| = – a se a < 0.
b. Para que valores reais de x, f(x) > 2x + 2?
279.
Resolva em a inequação |x| < x.
280. PUC-RJ
O conjunto dos números reais x tais que
|x – 2| < |x – 5|é:
a. vazio.
b. finito.
c. o conjunto de todos os números reais
menores que 7
2
.
d. o conjunto de todos os números reais
entre 2 e 5.
e. o conjunto de todos os números reais.
a. −( )1 3,
b. −( )3 3,
c. (–1, 1)
d. – 3 0 0, ,( ) ∪ ( )3
e. – –3 1 1 3, ,( ) ∪ ( )
276. Efoa-MG
Seja f: → a função definida por f(x) = x2 – 1.
O conjunto solução da inequação f(f(x)) + x2 ≥ 0 é:
a. {x ∈||x| = 0 ou |x| ≥ 1}
b. {x ∈||x| ≤ 1}
c. {x ∈||x| ≥ 1}
d. {x ∈
| x = 0 ou x ≤ – 1}
e. {x ∈||x| ≥ – 1 ou x ≥ 1}
277. ITA-SP
Os valores de x ∈ , para os quais a função
real dada por f x x( ) || | |= − − −5 2 1 6 está de-
finida, formam o conjunto:
PV
-1
3-
14
Funções
103
MatemáticaR:
CAPÍTULO 01
01. a. f(0) = 0 + 1 = 1
f(1) = 1 + 1 = 2
f(2) = 2 + 1 = 3
g g
g
g ou g
g
( ) ( ) ( )
( )
( ) ( )
−[ ] = − ⇒ −[ ] = ⇒
⇒ − = ±
− = − − =
1 1 1 1
1 1
1 1 1 1
2 2 2
(( ) ( )
( )
( ) ( )
1 1 1 1
1 1
1 1 1 1
2 2 2[ ] = ⇒ [ ] = ⇒
⇒ = ±
= − =
g
g
g ou g
b.
0
1
2
0
1
2
A f A
−1
1 −1
1
B g B
c. A correspondência f não é uma função, pois o elemento
2 do conjunto A da “esquerda” não tem correspondente
no conjunto A da “direita”.
d. A correspondência g não é uma função, pois o elemento
–1 do conjunto B da “esquerda” tem mais de um corres-
pondente no conjunto B da “direita”.
02. D
03. a. É função com Im =
b. Não é função.
c. É função com Im = +
d. É função com Im = {y ∈| y = – 4 ou y ≥ 3}
e. Não é função.
f. É função com Im = {– 3, 1, 4}
04. C
05. C
06. a. 0
b. 16
c. 12
d. 0
e. – 1; 3
07. L x
x se x
x x se x
( )
. .
, . . .
=
− ≤ ≤
− + − < ≤
30 10 000 500 1 000
0 01 40 10 000 1 000 32 0000
08. B
09. A
10. A posição do ponto é 2.
GABARITO DOS EXERCÍCIOS PROPOSTOS11. A 12. D 13. C 14. E
15. E
16. a. 0,25 ou 25%
b. f x
x
x
x
( )
( )
=
−
−
≤ ≤
25
100
0 25
17. Os pontos fixo são x =
3
2
e
x = – 1.
18. C
19. C
20. f(1) =
3
5
21. D x x= ∈ ≠ −
|
1
2
22. D = {x ∈| x > – 1}
23. É possível executar o pro-
grama para x ≥ 0.
24. 01. g(0) = F(0) + 2 = 0 + 2 = 2
h(0) = F(0 + 2) = f(2) = – 2
02.
a. y = g(x)
– 6 – 3 0
5
2
2
6
y
x
3
b. y = h(x)
– 8
– 2– 5
– 2
0 4
y
x
3
03. a. D(g) = {x ∈
|– 6 ≤ x ≤ 6}
b. D(h) = {x ∈|– 8 ≤ x ≤ 4}
Funções
PV
-1
3-
14
104
Matemática R:
25. a. D = {x ∈| x ≤ r}
b. Im = {y ∈
| – c < y ≤ c
ou y = – r}
26. a. D =
b. 2 x + 10 ≠ 0 ⇒ x ≠ – 5
D = – {– 5}
c. 2 x –1 ≥ 0 ⇒ x ≥
1
2
D x x= ∈ ≥{ }| 12
d. 3 x – 6 ≥ 0 ⇒ x ≥ 2
4 – x > 0 ⇒ x < 4
D = {x ∈| 2 ≤ x < 4}
e. 3 x – 12 ≠ 0 ⇒ x ≠ 4
D = – {4}
27. a. A experiência tem sig-
nificado para n natural e não
nulo, ou seja, natural e positivo.
b. Para n = 2, temos:
f( )2 3
12
2
9= + =
c. Portanto, na 2ª tenta-
tiva, a cobaia gastou 9
minutos.
f n
n
n
n
( ) = + ≤ ⇒
⇒ ≤ ⇒ ≥
3
12
4
12
1 12
O tempo será menor ou
igual a 4 minutos a par-
tir da 12ª tentativa.
d. Considerando que 12 0
n
> ,
para n ∈
*, jamais o tem-
po de percurso será menor
que 3 minutos.
28. D = {3}
29. 1 0 1
3 0 3
1
+ ≥ ⇒ ≥ −
+ ≠ ⇒ ≠ −
⇒
⇒ = ∈ ≥ −{ }
x x
x x
D x x|
30. D = , pois:
x2 + x + 2 ≠ 0; ∀x, x ∈
(D = 1 – 8 = – 7)
31. E
32.
x 1 0 x 1
x 9 0 x 3 e x 3
x 2 0 x 2
2
− ≠ ⇒ ≠
− ≠ ⇒ ≠ − ≠
− ≥ ⇒ ≥
D = {x ∈|x ≥ 2 e x ≠ 3}
2 3
33. A 34. E 35. A 36. D 37. C
CAPÍTULO 02
41. a. f(x) = 2 + 3x
x y
0 2
−
2
3
0
D(f) =
CD =
Im(f) =
Função crescente
38. − −( ) ≥ ⇒ −( ) ≤ ⇒ − =
− = ⇒ = ⇒ = ⇒ = { }
x x x
x x x D
3 2 3 2 3
3 3
1 0 1 0 1 0
1 0 1 1 1
39. E
40. x
x x
x e x
x e x
x x x
x x
x x
+
+
− ≠ ⇒ ≠ + ≠ ⇒
⇒ ≠ ≠ −
⋅ +( ) − +( )
⋅ +( ) ≠
⋅ +
9
1
5
0 0 1 0
0 1
9 5 1
1
0
99 5 1 0
9 5 5 0
4 5 0
4
5
5
1
5
2
2
1
2
( ) − +( ) ≠
+ − − ≠
+ − ≠
= −
= −
= −
=
∴ = − −
x
x x x
x x
S
P
x
x
D ;; ; ;−{ }1 0 1
x
y
2
2
3
−
b. f(x) = –2
D(f) =
CD =
Im(f) = {–2}
Função constante
x
y
– 2
PV
-1
3-
14
Funções
105
MatemáticaR:
42. C
43. C
44. A
45. D
46. C
47. E
48. E
49. E
50. D
51. E
52. a. O valor inicial Q0 é
R$ 3,75.
b. O taxista percorreu
30 km naquele dia.
53. D
54. A
55. C
56. D
57. A
58. O lucro será de R$ 2.200,00.
59. A
60. a. g(3) = 2
b f(x) = x
2
para todo x real.
c. S = {15}
61. Raízes: x2 – 10x + 25 = 0
25
x
y
1050
S
P
x
ou
x
x
y f x f
v
v v
=
=
=
=
=
+
=
= = =
10
25
5
5
5 5
2
5
5 0( ) ( )
S
P
x
ou
x
x
y f x f
v
v v
=
=
=
=
=
+
=
= = =
10
25
5
5
5 5
2
5
5 0( ) ( )
D =
Im = {y ∈|y ≥ 0}
62. a b e c= − = =
5
6
5
3
5
2
;
63. Im = {y ∈| y ≤ 3}
64. E
65. A
66. E
67. D
68. B
69. B
70. B
71. D
72. C
73. a. f x
x
( )
.
=
2
1 250
b. FC= 200 m
74. E
75. a. A (3; 0) e B(– 1; 0)
b. C = (2; 12)
76. p q q
q
( ) ,
,
= − + + ⋅
∈[ ]
1 4 5
1 9
77. y = – x2 + 2
78. D
79. B
80. D
81. a. De acordo com o gráfi-
co há dois extremos, um valor
máximo igual a 3 e um valor
mínimo igual a –2.
b. O valor máximo 3
ocorre quando x = –3 e o valor
mínimo –2 ocorre em dois valo-
res de x, um em x = –6 e outro
em x = 6.
82. O valor máximo é 1.600.
83. A antena deve ser posicio-
nada a uma altura de 17 m.
84. O menor comprimento é 2.
85. a. Área = 30x – 2x2
b. x b
a
metrosmáx. ,= − =2
7 5
c. Áreamáx. = 112,5 m2
86. D
87. C
88. f fmáx. min.;= = −
1
2
1
2
89. Cada lembrança deverá
ser vendida por 9 reais.
90. C
91. C
92. A
93. a.
– 2– 3– 4– 5– 6 – 1
– 1
– 2
– 3
– 4
– 5
– 6
– 7
– 8
– 9
10 32 4 5 6 x
y
9
8
7
6
5
4
3
2
1
b. p = –2
94. A
Funções
PV
-1
3-
14
106
Matemática R:
95. Sejam x e y as medidas
(em centímetros) dos lados do
retângulo e A a área do mesmo
(em centímetros quadrados).
Temos:
1. 2 2 10 5
5 0 5
x y x y
y x x
+ = ⇔ + = ⇔
⇔ = − < <( )
2. A x xy A x x x
A x x x x
( ) ( ) ( )
( ) ( )
= ⇒ = − ⇒
⇒ = − + < <
5
5 0 52
x
x
y y
b. O gráfico da área A em
função de x é o arco de parábo-
la mostrado na figura 2.
x0 5xmáx.
Amáx.
A
A área máxima é obtida em xmáx.
Graficamente:
x x cmmáx máx. . ,=
+
⇔ =
0 5
2
2 5
Algebricamente:
x
b
a
x
x cm
máx máx
máx
. .
.
( )
,
=
−
⇔ =
−
−
⇔
⇔ =
2
5
2 1
2 5
96. O ponto de mínimo do
gráfico da função é 3
2
1
4
; − .
97. A
98. A
99. a. R$ 90.000,00
b. R$ 93.750,00
100. B
101. 29 (01 + 04 + 08 + 16)
102. F, V, V, V, V
103. A
104. a. Verdadeiro
b. Falso
c. Verdadeiro
105. B
106. C
107. B
108. B
109. B
110. C
111. a. f x x x( ) = − +
1
5
62
b. O projétil de defesa
atingirá o projétil de ataque no
ponto P (10, 30) e o alvo não
estará a salvo.
112. Para que E seja máxima,
(x2 – 4x – 5) tem que ser míni-
mo. Assim o valor de x que torna
(x2 – 4x – 5) mínimo é o x
b
av
=
−
2
.
∴ = =
− −( )
⋅
= =
=
− ⋅ −
= −
x x
E
v
4
2 1
4
2
2
10
2 4 2 5
10
92
113. a. Pela semelhança dos
triângulos ADE e ABC, vem:
y x
20
30
30
=
−
Resolvendo, obtemos:
y x= − +
2
3
20
A
30
m 3
0
–
x
D
B C
E
F
x
y
x
20 m
b. Seja S a área do retân-
gulo BDEF, então:
S = x · y
Substituindo y pelo resultado
obtido no item a, vem:
S x x= ⋅ − +
2
3
20
ou seja:
S x x= − +
2
3
202
cujo gráfico é parte de uma
parábola de concavidade vol-
tada para baixo, como mostra
a figura:
Smáximo
S
V
xv x
Portanto, xv =
−
⋅ −
=
20
2 2
3
15 e
y =
− ( ) + =2
3
15 20 10, ou seja,
x = 15 e y = 10.
114. A
115. 1. A(b) = – 6b2 + 22b – 12
2. xv é o valor de b
que fornece a área máxima:
xv =
−
⋅ −( ) =
22
2 6
11
6
A áxm . =
49
6
116. a. k = 25
b. O menor valor para k
é 2,5.
117. a. a = – 0,1; b = 1,0 e c = 1,1
b. A distância percorrida
pelo peso equivale a 11 m.
118. a. O lucro é de 37,50 unida-
des monetárias.
b. Lucro máximo será
dado quando i = 10% a.a..
119. D
120. B
PV
-1
3-
14
Funções
107
MatemáticaR:
CAPÍTULO 03
121. A
122. S = {x ∈[– 10; 10] | 2 < x ≤ 10}
123. E
124. C
125. O menor valor possível de x é 17 e o maior possível é 33.
126. O nível de LDL de Pedro, em mg/dl, pertence ao intervalo
[112, 130].
127. 18
128. D = {x ∈ | x > 2}
129. D
130. a. S = {1, 2, 3, 4}
b. O total de pares corretos de palavras sinônimas é 30.
131. B
132. S = {x ∈ / x ≤ 0 ou x ≥ 3}
133. S = { }
134. { } (vazio)
135. a. 5
b. 0
5
2
15
2
10≤ < < ≤p ou p
136. A
137. D
138.
Temos que f ( x) = x3 – 2x2 – x + 2 = x2 · ( x – 2) – ( x – 2) = ( x – 2) · ( x2 – 1),
cujas raízes – 1, 1 e 2 são as abscissas dos pontos de intersecção
do gráfico de f (x) com o eixo x.
Dessa forma, considerando o gráfico dado:
0 x 2x x + 14 12
0 f(x) + 12 12 f(x) 0
2 x 1 ou 1
3 2≤ − − ≤ ⇔
⇔ ≤ ≤ − ≤≤ ⇔
⇔ − ≤ ≤ − ≤ x 2, uma vez que f (x) é
crescente para x 1 e para x 2
≤
≤ − ≥ ..
Portanto V = [ 2; 1] [ 1 ; 2].− − ∪
139. D
140. k ∈; k < 0
141. A
142. ]– 3; 2[ ∪ ]3; + ∞[
143. C
144. S = {x ∈ [– 4; 4] | – 3 < x < – 2 ou
–
1
2
< x <
1
2
ou 1 < x < 3}
145. S = {x ∈|2 ≤ x ≤ 4}
146. D
147. S x x= ∈ − < < +
|
2 1
2
2 1
2
148. y1 = x2 – 2x – 8
– 2 4
x
y2 = 1 – x
x
1 –
+
+
+
–
+
–
–
–
+
+
–
–
y1:
y2:
P:
x– 2 1 4
V = {x ∈| x < – 2 ou 1 < x < 4}
149. S = {x ∈
|x < – 1 ou 1 < x < 2}
150. S = {x ∈
| – 3 ≤ x ≤ 1}
151. S = {x ∈
|x = – 2 ou x = 2
ou x ≥ 4}
152. B
153. D
154. S x x ou x= ∈ − < ≤ ≥
|
1
2
2 3
155. B
156. S = {x ∈| x < 1 ou 3 < x < 4}
157. B
158. S = {x ∈ | x = 0 ou 1 < x < 2}
159. D = {x ∈
| 1 ≤ x < 3 ou x > 4}
160. a. f x g x para
x ou x
( )· ( ) <
<
−
>
0
5
2
0
b. p ≤ – 3
Funções
PV
-1
3-
14
108
Matemática R:
CAPÍTULO 04
161. D
162. A
163. A
164. a = 1
165. E
166. a = 1 e b = 0
167. B
168. A
169. D
170. C
171. E
172. D
173. C
174. D
175. C
176. C
177. a. y = 250
b. g[h(–3)] = 16.000
178. Note que, dado que a fun-
ção é ímpar:
f(– 5) = – f(5) = 0
f(– 2,5) = – f(2,5) = – 5
Logo, podemos apresentar o
seguinte gráfico:
5
5–5
–5
10 10 x
y
0
Agora, para calcular f(99), lem-
bre-se de que o período é 10,
então: f(99) = f(89) = f(79) = ...
= f(9) = f(– 1)
Assim, a abscissa –1 está sobre
a reta y = 2x, x ∈ [– 2,5; 2,5],
então f(99) = f(– 1) = – 2.
b. Inicialmente, definamos
f(x) no intervalo 2,5 ≤ x ≤ 5:
f x x f x x( )
,
( )=
−
+ ⇔ = − +
5
2 5
10 2 10
Assim, podemos calcular h(3):
h(3) = g(f(3)) = g(4) = 42 – 4 · 4 = 0
E também determinar uma expressão para h(x):
h(x) = g(f(x))
h(x) = f(x)2 – 4f(x)
h(x) = (–2 x + 10)2 – 4(– 2x + 10)
h(x) = 4x2 – 32x + 60
∴ h(3) = 4 · (3)2 – 32(3) + 60
⇒ h(3) = 0
179. g x x x
g x
f g x x
f g x
g x
( )
( )
( ( ))
( )
= − ⇒ =
+
( )( ) = − ⇒
⇒ =
+
3 2
2
3
15 14
15
2
3
−−
= + −
= −
= −
14
5 2 14
5 4
5 4
f g x g x
f g x g x
f x x
( ( )) ( ( ) )
( ( )) ( )
( )
180. C
181. C
182. D
183. Sim
184. E
185. A
189. C
190. A
191. Não
192. A
193. B
194. 40 (08 + 32)
186. 7 (01 + 02 + 04)
187. Demonstração:
x1 ≠ x2 ⇒ ax1 ≠ ax2 ⇒ ax1 + b ≠ ax2 + b ⇒ f(x1) ≠ f(x2)
Portanto, f(x) é injetora.
188. Demonstração:
z é um real qualquer
z = ax + b
z – b = ax
x
z b
a
f
z b
a
a
z b
a
b z b b z
=
−
− =
− + = − + =
Dado z real qualquer, existe x real do domínio, onde x
z b
a
=
−
que satisfaz:
f
z b
a
z
− =
Portanto, f(x) é sobrejetora.
PV
-1
3-
14
Funções
109
MatemáticaR:
210. a. g[f(2)]
b. f–1[g(0)]
211. 02
212. B
213. D
214. f x
x
− ( ) = −( )1 2
3
215. f x
x
x
− ( ) = −1 1 3
216. C
217. f g5
7
2
10( ) + − =
218. f x x− ( ) = − − +1 1 1
219. V, F, F, V
220. f x
x
− ( ) =
−
1 2
1
221. B
222. f(e – 2) = e – 2
223. V, V, F, F, V
224.
f(x)
3
3
4
1
x
225. y
0 1
3
2
2
x
Im = [2; + ∞[
226. E
227. A
228. E
229. A
230. A
195. a. não
b. não
c. sim
196. a. B = {y ∈|y ≥ – 4}
b. k xmáx v. = = 3
197. Sim.
198. Sim.
199. a. x x
x x
injetora1 2
1 2
1 1
≠ ⇒ ≠ ⇒
Im = * ≠ CD ⇒ não é sobrejetora
b. x x 1
x
1
x
injetora
Im = =CD sobrejetora
bijetora1 2 1 2
≠ ≠ ≠
⇒
⇒*
200. a. B = { y ∈| y ≥ –1}
b. A = { x ∈| x ≥ 2}
ou A = { x∈| x ≤ 2}
201. B
202. D
203. B
204. E
205. D
206. D
207. fog x
x( ) ( ) = +−1 3 3
2
208. A
209. a. Lei de f–1:
f(x) = x3 ⇒
⇒ y x
x y
y x
f x x f
=
=
=
∴ ( ) = →− −
3
3
3
1 3 1; :
b. Gráficos de f e f–1:
8
2
20–1 8
–8
– 2
–2
– 8 1
Bissetriz
(8; 2)
(–8; –2)
(2; 8)
(–2; –8)
f: y = x3
−
=
31f : y x
x
y
Funções
PV
-1
3-
14
110
Matemática R:
231. f: , x + 5x 4
f 0 x + 5x 4 = 0
x=1 ou x = 4, P
2
2
→ − −
⇒ − −
f x( ) =
( ) =x
11 2
3
(1,0), P (4,0)
x=0 (0) = 4, P (0,4)⇒ ƒ
0
1
1
2
2
3
3
4
4
Ay
Ax
232. A
233. A
234. B
235.
f(x)
x0
– 3
25
4−
7
2
1
2−
236. E
237. A
238. Gráfico da função h: →
definida por h(x) = x2 – 4x
y = h(x) = x2 – 4x
0
–1
–2
1 2 3 4 x
–3
–4
I. Gráfico da função g: → definida por g(x)=|x2 – 4|
y = g(x) = |x2 – 4x|
–4
–3
–2
–1
0 1 2 3 4 x
II. Gráfico da função f: → definida por f(x) = |x|2 – 4|x|
Para x ≥ 0, temos: f(x) = x2 – 4x
Para x < 0, temos f(x) = x2 + 4x
– 4 – 3 – 2 – 1
– 1
– 2
– 3
– 4
1 2 3 4 x0
y = f(x) = |x|2 – 4|x|
239. C
240. D
241. 2x – 1 = – 7 ⇒ x = – 3
ou 2x – 1 = 7 ⇒ x = 4
S = {– 3; 4}
242. x x x x não convém
x x x x não conv
≤ ⇒ − −( ) = − ⇒ = ( )
≥ ⇒ −( ) = − ⇒ =
3
2
2 3 1 2
3
2
2 3 1
4
3
éém
S
( )
= ∅
243. S = { }34 12;
PV
-1
3-
14
Funções
111
MatemáticaR:
244. B
245. B
246. 27 diagonais
247. A
248. A
249. f(x) = x 2x+1
f(x) = x 1
f(x) = x 1
f(x) = g x
x 1 = x 1
Assim éneces
2
2
−
−( )
−
( )
− −
ssário que
x 1 0 x 1− ≥ ⇔ ≥
250. D
251. B
252. C
253. S = {– 5; – 1; 0; 1}
254. a. f(x) = g(x) ⇔ |x + 2| =
2|x – 2|⇔ x + 2 = 2(x – 2) ou
x + 2 = – 2(x – 2) ⇔ x = 6 ou x =
2
3
Logo, V =
2
3
6,
b.
0
4
y
x
3
3
– 8
– 9
2
–2–3
255. F, V, F, V
256. a = 2, b = – 6, c = – 8
257. a ou a ou a= = =
3
4
1
5
4
258. a = 1 e b = 3
259. E
260. D
261. x x x x
x x x x
x
≥ ⇒ = ⇒ ≥
< ⇒ = − ⇒ − ≥ ⇒
⇒ ≤ −
0 5
0 5
5
Considerando as duas situações acima: x ou x≤ − ≥5 5
S x x ou x= ∈ ≤ − ≥{ }| 5 5
262. B
263. x x x x
x x x
x x
≥ ⇒ = ⇒ <
< ⇒ = − ⇒
⇒ − < ⇒ > −
0 2
0
2 2
Combinando as duas situações acima: − < <2 2x .
S x x= ∈ − < <{ }| 2 2
264. a. f(0) = 0
b. a = – 8
c. f(a) = – 512
265. E
266. B
267. D
268. C
269. C
270. |3x + 2| ≥ 4
3x + 2 ≥ 4
3x ≥ 2
x ≥
2
3
ou
3x + 2 ≤ – 4
3x ≤ – 6
x ≤ – 2
S x x ou x= ∈ ≤ − ≥{ } / 2 23
Funções
PV
-1
3-
14
112
Matemática R:
271. a. Vamos multiplicar a desigualdade por 2, somar (– 4) a cada membro e depois multiplicar
por (– 1), não esquecendo neste caso de mudar o sentido das desigualdades:
1
4
2
8 2 4 16 2 4 16 4
2 12 2 12 12 2
<
−
< ⇔ < − < ⇔ − < − < − ⇔
⇔ − < − < ⇔ > > ⇔ − < <
= ∈
x
x x
x x x
S x |− < <{ }12 2x
b. Lembrando de que |x| > a, a > 0 ⇔ x < – a ou x > a, temos:
2 5 10 2 5 10 2 5 10
5 12 5 9
5 12 5 8
− > ⇔ − < − − > ⇔
⇔ − < − − > ⇔
⇔ > > − ⇔
⇔
x x ou x
x ou x
x ou x
x << < − ⇔
< − >
= ∈ < − >
12
5
8
5
8
5
12
5
8
5
12
5
ou x
x ou x
S x x ou x|
278. a. x
f x x x x
f x x
x
f x x x
< −
= − −( ) − +( ) − −
= − −
− ≤ <
= − −( ) +
1
2
2 2 1 6
4 5
1
2
2
2 2
( )
( )
( ) ++( ) − −
= −
≥
= −( ) + +( ) − −
= −
1 6
3
2
2 2 1 6
2 7
x
f x
x
f x x x x
f x x
( )
( )
( )
y
x
f(x) f(x)
2
0 1 2 3 47
2
5
4 – 1
–1
– 2
– 3
– 1
2
–
g(x)
b. Fazendo g(x) = 2x + 2, temos, agora, que resolver f(x) > g(x).
Pelo gráfico, f(x) = g(x), para x < –
1
2
.
Assim, f(x) = g(x) ⇒ – 4x – 5 = 2x + 2 ⇒ – 6x = 7 ⇒ x = −
7
6
Logo, f(x) >2x + 2 para x < −
7
6
.
279. x ≥ 0 ⇒ |x| = x ⇒ x < x ⇒ 0 < 0, que é falso para qualquer valor de x ≥ 0.
x < 0 ⇒ |x| = – x ⇒ – x < x ⇒ 2x > 0 ⇒ x > 0, que é falso para qualquer valor de x < 0.
S = ∅
280. C
272. E 273. D 274. E 275. E 276. A 277. A