Hiperparatireoidismo
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Hiperparatireoidismo


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aqueles com HPT primário assintomático, algumas orientações para indicar 
cirurgia são seguidas.
HIPERPARATIREOIDISMO
Bilezikian et al. 
JCEM 
February 2009
\u27a2Hiperparatireoidismo primário esporádico 
!
\u2713 HPT primário assintomático sem tratamento cirúrgico
HIPERPARATIREOIDISMO
Bilezikian et al. JCEM. February 2009
HIPERPARATIREOIDISMO
\u27a2 Hiperparatireoidismo primário esporádico 
!
\u2713 Cirurgia 
!
\u25aa Paratireoidectomia minimamente invasiva é a abordagem preferida da maioria dos 
especialistas. 
!
\u25aa Paratireoidectomia convencional: 
!
\u2751 Subtotal \u2013 retiram-se 3 das gls e metade daquela com aspecto mais normal 
!
\u2751 Total \u2013 retiram-se as 4 gls com ou sem autoimplante de fragmento da gl com melhor aspecto 
na musculatura do esternocleidomastoideo ou do antebraço !
\u25aa Hiperplasia das paratiróides: paratireoidectomia subtotal com remoção de 3,5 
glândulas ou paratireoidectomia total com imediata autotransplante de paratiróide 
em tecido do antebraço.
HIPERPARATIREOIDISMO
\u27a2 Hiperparatireoidismo primário esporádico 
!
\u2713 Cirurgia 
!
\u25aa Imagens não-invasiva das paratireoides. 
!
o Tecnécio-99m (Tc-99m) sestamibi (com ou sem SPECT) 
o Ultra-som (US) 
o Tomografia computadorizada (TC) 
o Ressonância magnética (MRI). 
!
\u25aa Localização invasiva com arteriografia e amostragem venosa 
seletiva para PTH estão disponíveis quando estudos não-invasivos 
não foram bem sucedidos.
\u27a2Hiperparatireoidismo primário esporádico 
!
\u2713 Cirurgia
HIPERPARATIREOIDISMO
John P. Bilezikian, 2008
\u27a2Hiperparatireoidismo primário esporádico 
!
\u2713 Cirurgia
HIPERPARATIREOIDISMO
\u27a2Hiperparatireoidismo primário esporádico 
!
\u2713 Cirurgia
HIPERPARATIREOIDISMO
HIPERPARATIREOIDISMO
\u27a2 Hiperparatireoidismo primário esporádico 
!
\u2713 Abordagem não-cirúrgica para HPT primário 
!
\u25aa Os pacientes devem ser encorajados a manter uma ingestão normal de cálcio. 
!
\u25aa Estrógeno/raloxifeno. 
!
\u25aa Bifosfonatos: alendronato (aumentar a densidade mineral óssea). 
 
\u25aa Calcimiméticos (Cinacalcet): altera a função da membrana plasmática celular 
do receptor cálcio- sensível . 
!
!
!
\u2028
\u2028
HIPERPARATIREOIDISMO
HIPERPARATIREOIDISMO
\u27a2 Hiperparatireoidismo secundário 
!
\u2713 A doença renal crônica (DRC) é quase sempre associada a distúrbios do 
metabolismo de cálcio e fosfato. 
!
!
\u2713 Seqüência de eventos no início de insuficiência renal 
!
\u25aa Hiperfosfatemia (\u2193 FG ) \u2192 \u2191 PTH e \u2191 FGF3 
\u25aa Hipocalcemia (\u2193 ingesta oral, \u2193 absorção intestinal, \u2193 expressão CaSR, \u2191 
resistência PTH) 
\u25aa Inibição da síntese de calcitriol (\u2191 P, acidose metabólica, \u2193 calcidiol plasma \u2193 
absorção do complexo calcidiol-PAD, \u2191 resistência PTH, \u2191 FGF3)
HIPERPARATIREOIDISMO
\u27a2 Hiperparatireoidismo secundário 
!
\u2713 Mecanismos envolvidos na indução de 
HPT 2° 
!
\u25aa Um aumento na síntese e secreção PTH 
!
\u25aa Um aumento da glândula paratireóide 
(proliferação celular). 
!
\u25aa Os principais fatores envolvidos no 
controle de ambas são calcitriol, cálcio e 
fosfato.
HIPERPARATIREOIDISMO
\u27a2 Hiperparatireoidismo secundário 
!
\u2713 Manifestações clínicas 
!
\u25aa Maioria permanece clinicamente com doença silenciosa. 
!
\u25aa Osteíte fibrosa grave e às conseqüências de um elevado produto Ca x P. 
!
\u25aa Dor osteo-articulares 
!
\u25aa Miopatia proximal grave 
!
\u25aa Fraturas: < risco em concentração PTH &quot; intacto &quot; em torno de 300 pg / mL. 
!
\u25aa As fraturas podem ocorrer nos chamados &quot;tumores marrons&quot;, que ocorrem por 
razões ainda desconhecidas em alguns pacientes com HPT 2° urêmico.
HIPERPARATIREOIDISMO
\u27a2 Hiperparatireoidismo secundário 
!
\u2713 Manifestações clínicas 
!
\u25aa Ruptura da patela ou avulsão de tendões podem ser vistas em casos 
avançados. 
!
\u25aa Prurido urêmico é mais freqüentemente associado a um elevado produto Ca x 
P 
!
\u25aa Síndrome do olho vermelho: deposição de cálcio na conjuntiva. 
!
\u25aa Síndrome de &quot;Calcifilaxia\u201c: calcificação vascular e cutâneo em pacientes 
urêmicos e com HPT 2°. É caracterizada por uma rápida necrose progressiva 
da pele envolvendo nádegas e as pernas, em especial as coxas. Pode produzir 
gangrena e pode ser fatal.
HIPERPARATIREOIDISMO
\u27a2 Hiperparatireoidismo 
secundário 
!
\u2713 Diagnóstico 
!
\u25aa Em estágios avançados de HPT 
2°, lesões t ípicas incluem 
defeitos de reabsorção sobre as 
superfícies externas e internas 
do osso cortical, particularmente 
sobre a reabsorção da superfície 
subperiosteal.
HIPERPARATIREOIDISMO
\u27a2 Hiperparatireoidismo secundário 
!
\u2713 Diagnóstico 
!
\u25aa Calcificação dos tecidos moles em 
pacientes com DRC: calcificações 
vasculares da íntima(aorta e artérias 
ilíacas), bem como calcificação focal ou 
difusa da média (tipo Mönckeberg) das 
artérias musculares periféricas. 
!
\u25aa Depósitos de cálcio também pode ser 
visto em tecido periarticular ou bursas 
e pode apresentar-se com características 
tumoral-like.
HIPERPARATIREOIDISMO
\u27a2 Hiperparatireoidismo secundário 
!
\u2713 Tratamento 
!
\u25aa O tratamento clínico deve levar em conta a bioquímica, os achados de raios-x e 
as dimensões das maiores glândulas paratiróides, avaliadas por US. 
!
\u25aa Uma glândula de diâmetro de 5-10 mm ou mais é considerada por alguns 
grupos como sendo indicativos de crescimento autônomo que geralmente é 
resistente a tratamento clínico. 
!
\u25aa Opções de tratamentos clínicos: 
o restrição da ingestão de fosfato 
o administração de suplementos de cálcio 
o administração de ligantes de fosfato 
o derivados de vitamina D 
o Calcimiméticos. (diminue PTH plasmático e produto Ca x P)
HIPERPARATIREOIDISMO
\u27a2 Hiperparatireoidismo secundário 
!
\u2713 Tratamento 
!
\u25aa Diálise: controle da hiperfosfatemia, a adaptação da concentração de cálcio do 
dialisato para as necessidades da cada paciente para reduzir a ocorrência de 
hipercalcemia, a prevenção de acidose metabólica e a remoção das toxinas 
urêmicas. 
!
\u25aa A injeção local de etanol tem sido proposto como uma alternativa terapêutica 
em pacientes que se tornam resistentes ao tratamento clínico. 
!
\u25aa A correção cirúrgica continua a ser a terapêutica das formas mais graves de 
HPT 2° que não podem ser controladas por tratamento clínico 
(paratireoidectomia subtotal ou total com autotransplante imediato).
HIPERPARATIREOIDISMO
\u27a2 Hiperparatireoidismo terciário 
!
\u2713 Representa a autonomia da função do tecido da paratireóide que se desenvolve a 
partir de um HPT 2° de longa data. 
!
\u2713 Isto pode ocorrer com a expansão de áreas nodulares monoclonais da glândula 
paratireóide. Esta, por sua vez, pode estar associado com diminuição VDR e 
diminuição da expressão do CASR o que pode levar a um aumento da secreção de 
PTH. 
!
\u2713 A circunstância mais comum em que isso ocorre está na IRC em deficiência de 1,25 
(OH) 2D3, hiperfosfatemia e hipocalcemia o que leva a estimulação crônica das 
glândulas paratireóides. 
!
\u2713 Em pacientes sintomáticos, o tratamento cirúrgico, ou seja, retirada de cerca de 5/8 
da paratireóide ou paratireoidectomia total com autoimplante de fragmentos de 
tecido de paratiróide no músculo do antebraço, é indicado. 
 \u2028
OBRIGADA!