Atencao ao recem nascido
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Atencao ao recem nascido


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Atenção à Saúde do Recém-Nascido
Guia para os Profissionais de Saúde
Brasília \u2013 DF
2011
Volume
CUIDADOS COM O RECÉM-NASCIDO PRÉ-TERMO
MINISTÉRIO DA SAÚDE
Atenção à Saúde do Recém-Nascido
Guia para os Profissionais de Saúde
Volume 4
MINISTÉRIO DA SAÚDE
Secretaria de Atenção à Saúde
Departamento de Ações Programáticas e Estratégicas
CUIDADOS COM O 
RECÉM-NASCIDO PRÉ-TERMO
Brasília \u2013 DF
2011
Série A. Normas e Manuais Técnicos
Impresso no Brasil / Printed in Brazil
Títulos para indexação: 
Em inglês: Newborn health care: a guide of health professionals; v. 4 Care of the late-preterm infant
Em espanhol: Atención a la salud del recién nacido: guía para profesionales de la salud; v.4 Cuidado con el recién nacido prematuro
Ficha Catalográfica
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas e Estratégicas.
Atenção à saúde do recém-nascido: guia para os profissionais de saúde / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à 
Saúde, Departamento de Ações Programáticas e Estratégicas. \u2013 Brasília : Ministério da Saúde, 2011.
4 v. : il. \u2013 (Série A. Normas e Manuais Técnicas)
Conteúdo: v. 1. Cuidados gerais. v. 2. Intervenções comuns, icterícia e infecções. v. 3. Problemas respiratórios, 
cardiocirculatórios, metabólicos, neurológicos, ortopédicos e dermatológicos. v. 4. Cuidados com o recém-nascido pré-termo.
ISBN 978-85-334-1781-6 obra completa
ISBN 978-85-334-1789-2 volume 4
1. Atenção a saúde. 2. Recém-nascido. I. Título. II. Série.
 CDU 613.95
Catalogação na fonte \u2013 Coordenação-Geral de Documentação e Informação \u2013 Editora MS \u2013 OS 2011/0067
© 2011 Ministério da Saúde.
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A coleção institucional do Ministério da Saúde pode ser acessada, na íntegra, na Biblioteca Virtual em Saúde do Ministério da 
Saúde: http://www.saude.gov.br/bvs
Série A. Normas e Manuais Técnicos
Tiragem: 1ª edição \u2013 2011 \u2013 4.000 exemplares
Elaboração, distribuição e informações:
MINISTÉRIO DA SAÚDE 
Secretaria de Atenção à Saúde
Departamento de Ações Programáticas e Estratégicas 
Área Técnica da Saúde da Criança e Aleitamento Materno
SAF Sul Trecho II Lote 5 Edifício Premium Bloco II
CEP: 70070-600
Telefone: 61-3306 8072
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Organização:
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Elsa Regina Justo Giugliani
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SUMÁRIO
APRESENTAÇÃO ______________________________________________________________ 7
Controle Térmico ____________________________________________________________ 11
32.1 Conceitos e importância do controle térmico 11
32.2 Peculiaridades da termorregulação no feto e no RN 12
32.3 Mecanismos de perda de calor no período neonatal 13
32.4 Monitorização da temperatura 14
32.5 Hipotermia 14
32.6 Hipertermia 24
Referências 26
Atenção Humanizada ao Recém-Nascido de Baixo Peso: Método Canguru ___________ 29
33.1 Conceito 30
33.2 Vantagens 31
33.3 Bases científicas do Método Canguru 31
33.4 Aplicação 32
33.5 Redes familiares \u2013 A participação dos irmãos e dos avós 36
33.6 Implantação 37
Referências 39
Nutrição Parenteral __________________________________________________________ 43
34.1 Necessidades nutricionais do RN 43
34.2 Quando iniciar a alimentação parenteral 45
34.3 Composição da alimentação parenteral 46
34.4 Complicações da nutrição parenteral 57
Referências 59
Nutrição Enteral _____________________________________________________________ 63
35.1 Objetivos 63
35.2 Desafios 63
35.3 Desenvolvimento do trato gastrointestinal 64
35.4 Digestão e absorção 65
35.5 Necessidades nutricionais 67
35.6 Leite, fórmulas e práticas alimentares 67
Referências 74
Alimentação Após a Alta Hospitalar ____________________________________________ 77
36.1 Ritmo ideal de crescimento do RN pré-termo 78
36.2 Curvas de crescimento 79
36.3 Necessidades nutricionais do RN pré-termo após a alta hospitalar 80
36.4 Leite humano 82
36.5 Principais nutrientes 83
36.6 Uso de fórmulas lácteas infantis com concentração maior que a padrão 87
36.7 Introdução dos alimentos complementares 88
Referências 89
Enterocolite Necrosante ______________________________________________________ 93
37.1 Epidemiologia 93
37.2 Etiopatogenia 93
37.3 Fatores de risco 94
37.4 Diagnóstico, classificação de gravidade e tratamento 94
37.5 Complicações 98
37.6 Prevenção 98
Referências 100
Persistência do Canal Arterial ________________________________________________103
38.1 Diagnóstico 104
38.2 Tratamento 105
Referências 109
Retinopatia da Prematuridade ________________________________________________111
39.1 Fisiopatologia 111
39.2 Histórico e epidemiologia 112
39.3 Classificação Internacional de ROP 113
39.4 Evolução 119
39.5 Diagnóstico 120
39.6 Tramento 122
39.7 Manifestações oftalmológicas tardias 124
39.8 Prevenção 125
Referências 126
Acompanhamento Após a Alta Hospitalar ______________________________________131
40.1 Preparação para a alta hospitalar 133
40.2 Consultas: periodicidade e condutas 134
40.3 Vacinação 138
40.4 Crescimento 142
40.5 Alimentação 144
40.6 Desenvolvimento 144
Referências 151
Ficha Técnica dos Autores ____________________________________________________153
Atenção à Saúde do Recém-Nascido
Guia para os Profissionais de Saúde
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APRESENTAÇÃO
O Brasil tem firmado compromissos internos e externos para a melhoria da qualidade da 
atenção à saúde prestada à gestante e ao recém-nascido com o objetivo de reduzir a mor-
talidade materna e infantil. 
No ano de 2004, no âmbito da Presidência da República, foi firmado o \u201dPacto pela Redução 
da Mortalidade Materna e Neonatal\u201d com o objetivo de articular os atores sociais mobiliza-
dos em torno da melhoria da qualidade de vida de mulheres e crianças.
No Pacto houve a adesão de 26 Unidades Federadas, em um movimento articulado com as 
Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde, o Conselho Nacional de Secretários de Saúde 
- CONASS, o Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde- CONASEMS, a Se-
cretaria Especial de Políticas para as Mulheres - SEPM, a Secretaria Especial de Políticas de 
Promoção da Igualdade Racial - SEPPIR e a Secretaria Especial de Direitos Humanos, entre 
outras instituições governamentais e da Sociedade Civil. Esse processo de pactuação foi 
considerado pela Organização das Nações Unidas (ONU) exemplar como modelo de mo-
bilização e diálogo social. 
A redução da mortalidade neonatal foi assumida como umas das metas para a redução 
das desigualdades regionais no País em 2009 sob a coordenação do Ministério da Saúde. 
O objetivo traçado foi de reduzir em 5% as taxas de mortalidade neonatal nas regiões da 
Amazônia Legal e do Nordeste brasileiro.
No cenário internacional, o Brasil assumiu as metas dos Objetivos do Desenvolvimento do 
Milênio, dentre as quais está a redução da mortalidade infantil. O Objetivo do Desenvol-
vimento do Milênio 4 (ODM 4) tem