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22/03/2018
1
Metodologia do Ensino da 
Atividade Rítmica e Dança
Patrícia A. Proscêncio
TA 3
Noções Básicas de Criação 
de Coreografia 
Resumo
:Unidade de Ensino 
Noções básicas de criação de 
coreografia.
êCompet ncia da 
:Unidade de Ensino
Elaborar uma proposta de coreografia.
:Resumo
Métodos fundamentais e estrutura para 
coreografia/ Interpretação na dança/
Palavras- :chave
Estruturação; aplicação; tipos de 
movimentos/ interpretação/ sequências.
íT tulo da teleaula:
Noções básicas 
de criação 
de coreografia.
Teleaula º:n 3
Convite ao estudo
á ãDominar as noções b sicas de criaç o de coreografia.
ã ãDiscutir o conceito, a estruturaç o, a aplicaç o e as normas no 
í ;Brasil e em outros pa ses
Conhecer planos, tipos de movimentos, significados e 
;interpretações 
ã êCompreender o que s o sequ ncias de movimentos, seus 
ácomponentes did tico- ó ã ípedag gico, escala e variaç o r tmica.
VA Caminho de Aprendizagem
Você já teve alguma experiência anterior com 
a criação coreográfica? Procure recordar de como 
foi esse processo.
Conhecimentos prévios
22/03/2018
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Criação 
coreográfica
íVin cius
Apresentação 
em um Evento 
Pensando a aula:
situação geradora de aprendizagem Cápsula 1 “Iniciando o estudo”
Situação-Problema 1
Como estruturar 
uma êsequ ncia na 
dança, objetivando a 
montagem de uma 
coreografia?
áH normas para 
ãaplicaç o?
Existem 
normas 
íespec ficas no 
Brasil? E em 
íoutros pa ses?
Palavra originária do grego 
koreos = dança ou movimento; 
grafia = escrita; 
Termo surgiu na França, por volta de 1700, na corte 
Luís XIV, para nomear um sistema gráfico capaz 
de transpor para o papel o repertório de movimentos 
do balé daquela época.
Problematizando a Situação-Problema 1
Coreografia
Relação entre os movimentos; 
Corpos seguem o ritmo ou uma música apresentada;
Para cada gênero de dança cria-se um estilo 
particular de coreografia; 
Pensar os tempos e espaços;
Solos, duos, pas de deux, 
grupo, corpo de baile;
Coreografia planejada 
e coreografia de improvisação;
Problematizando a Situação-Problema 1
ã áEstruturaç o coreogr fica
Espelhamento;
Sombreamento;
Cânon;
Inversão;
Níveis;
Uníssono.
Problematizando a Situação-Problema 1
ã áEstruturaç o coreogr fica
22/03/2018
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Escolha da música;
Desenvolver a concepção coreográfica (ideia, 
movimentos, intérpretes, técnica);
Construção dos movimentos e associação 
com a música ou estabelecimento do ritmo;
Organizar dimensões 
e formações;
Posicionamentos: inicial e final.
Problematizando a Situação-Problema 1
ã áComposiç o coreogr fica
Construção coreográfica;
Compreensão da ideia do coreógrafo;
Organização dos bailarinos e do espaço a ser 
utilizado;
Qualidade de movimento;
Sincronia;
Musicalidade;
Repetição;
Interpretação.
Problematizando a Situação-Problema 1
Aplicação: ensaios
Eventos;
Dança Desportiva no Brasil: a entidade que regulamente 
a dança esportiva e de salão é o Conselho Nacional 
de Dança Desportiva (CNDDS). 
Fundado em fevereiro de 2013, tem como referência 
os códigos das regras desportivas e normas estabelecidas 
pela World Dancesport
Federation (WDSF). 
Orienta e realiza campeonatos 
da modalidade, cursos de formação 
para dançarinos e árbitros.
Problematizando a Situação-Problema 1
Normas
Será individual ou de grupo; 
de improvisação ou planejada; 
Escolha da música; 
Esboço mental da coreografia;
Lembrar-se das dimensões 
e formações; 
Resolvendo a Situação-Problema 1
êComo estruturar uma sequ ncia na dança, 
objetivando a montagem de uma coreografia?
Atentar-se ao evento e suas normas, pois existem 
normas específicas no Brasil e em outros países; 
Resolvendo a Situação-Problema 1
á ãH normas para aplicaç o?
Fonte: https://goo.gl/NBzT5Y
íExistem normas espec ficas no Brasil? 
E íem outros pa ses?
Cápsula 2 “Participando da aula”
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Situação-Problema 2
Quais seriam os tipos de 
movimentos na dança e em 
que planos eles poderiam ser 
ãexecutados para explicitaç o 
dos diversos significados 
desejados, de modo a 
propiciarem uma diversidade 
de interpretações por parte 
dos expectadores?
O espaço da dança: relações entre o corpo 
do bailarino e o ambiente; o corpo em relação 
a ele próprio, em relação a outro corpo ou o corpo 
em relação a um objeto situado nesse mesmo 
ambiente.
 Sem deslocamentos;
 Com deslocamentos;
 Aéreo;
 Ao nível do solo;
 Níveis: alto, médio e baixo;
Problematizando a Situação-Problema 2
Planos na dança
 Deslocamento;
 Direção e sentido;
 Extensão;
Problematizando a Situação-Problema 2
Tipos de movimentos
Fonte: https://goo.gl/P94FcV
Fonte: https://goo.gl/quCAMJ
O bailarino dialoga com o público por meio 
do seu corpo.
Expressar-se na dança, utilizando uma melodia, 
significa traduzir por meio de gestos e movimentos 
os sentimentos presentes na música. 
Dança deve ser a união da técnica e a expressividade 
para tornar-se arte.
Problematizando a Situação-Problema 2
ãSignificado e interpretaç o
Desvios e direção trajetória (desvios); 
Níveis ou planos: alto, médio e baixo; 
Com e sem deslocamentos: centrífugos, centrípetos, 
convergentes, divergentes, 
com desenhos espaciais, 
em uníssono, em cânon, 
de fuga, com diferentes acentos, 
rápidos ou lentos. 
Resolvendo a Situação-Problema 2
Quais seriam os tipos de movimentos na dança e em que 
ãplanos eles poderiam ser executados para explicitaç o dos 
diversos significados desejados, de modo a propiciarem uma 
diversidade de interpretações por parte dos expectadores?
Para a explicitação dos diversos significados desejados, 
de modo a propiciarem uma diversidade de interpretações 
por parte dos espectadores, o bailarino deve expressar-se 
na dança, ou seja, utilizando uma música, deve traduzir 
por meio de gestos e movimentos os sentimentos 
presentes na melodia.
Resolvendo a Situação-Problema 2
Fonte: https://goo.gl/gFUM6Z
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Cápsula 3 “Participando da aula”
Situação-Problema 3
Como desenvolver 
êsequ ncias na 
dança? 
Tendo como base o 
bom andamento da 
coreografia, qual 
seria a melhor escala 
evolutiva de 
movimentos a ser 
abordada?
E, no caso, qual a 
ã ívariaç o r tmica 
sugerida?
Quais os 
componentes 
ádid tico-
ópedag gicos e em 
que ordem devem 
ser utilizados?
Movimentos encadeados um ao outro;
A dança como forma de arte, tem o potencial de 
desenvolver a capacidade de criação, imaginação, 
sensação e percepção, integrando o conhecimento 
corporal ao intelectual. 
O processo de criação coreográfica estimula 
a criatividade e possibilita trabalhar 
vários segmentos do corpo para 
obter o movimento expressivo, 
gerando a possibilidade de integrar 
corpo, emoção e intelecto.
Problematizando a Situação-Problema 3
ê áSequ ncias e componentes did tico- ópedag gicos
Como área de conhecimento: dá ênfase às 
performances técnica e expressiva; 
Como prática pedagógica: contribui para 
o desenvolvimento do ser humano em seus aspectos 
motor, perceptivo-cognitivo e socioafetivo. 
Propicia momentos de descontração;
Desenvolve sentimentos de união 
e solidariedade.
Problematizando a Situação-Problema 3
áComponentes did tico- ópedag gicos
Desenvolvimento e a manutenção de capacidades 
físicas: agilidade, coordenação, equilíbrio, 
flexibilidade, força, resistência e ritmo.
Desenvolvimento do aspecto socioafetivo: 
cooperação, socialização, solidariedade, liderança, 
compreensão e laços de amizade.
Desenvolvimento do aspecto 
cognitivo: estímulos ao raciocínio, 
à atenção, à concentração, 
à criatividade,ao senso estético 
e à percepção.
Problematizando a Situação-Problema 3
íA dança e seus benef cios
Melhora a qualidade de vida, autoestima 
e autonomia.
Estimula a autoexpressão e a relação intrapessoal 
de maneira positiva.
Experimenta e observar diferentes 
percepções e sensações 
em relação a si, aos outros 
e ao mundo.
Problematizando a Situação-Problema 3
íA dança e seus benef cios
22/03/2018
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A partir da composição de movimentos corporais rítmicos, 
com sentido definido e culturalmente influenciados.
Os passos devem ser adequados ao tema e aos 
intérpretes. 
Numa coreografia, os dançarinos devem executar 
sequências de movimentos que têm como objetivo 
chegar a uma forma estética, 
buscar a perfeição técnica 
e expressividade. 
E na escola?
Resolvendo a Situação-Problema 3
êComo desenvolver sequ ncias na dança? 
O coreógrafo/professor deve buscar caminhos 
metodológicos que levem os dançarinos/alunos 
a várias possibilidades de construção dos saberes 
corporal e artístico. 
Plano metodológico para: trabalhar preparação 
corporal e processo de criação.
Resolvendo a Situação-Problema 3
Quais os componentes ádid tico- ópedag gicos e em que 
ordem devem ser utilizados?
Considerar o que irá ser de interesse para 
o público:
Os princípios estéticos, que poderão ou não 
ser utilizados na composição coreográfica, 
são os seguintes: unidade, 
variedade, repetição, contraste, 
transições, sequência, ritmo, 
clímax, proporção, equilíbrio, 
tensão e harmonia.
Resolvendo a Situação-Problema 3
Tendo como base o bom andamento da coreografia, 
qual seria a melhor escala evolutiva de 
movimentos a ser abordada? Escolha e análise da música;
Identificar os trechos mais rápidos e outros 
mais lentos da música e estruturar qual 
a movimentação mais adequada a esses 
momentos. 
Resolvendo a Situação-Problema 3
ã íE, no caso, qual a variaç o r tmica sugerida?
Cápsula 4 “Participando da aula”
Provocando novas situações
á éEm uma pr tica de dança 
importante articular os 
aspectos da 
ãcontextualizaç o, 
ãapreciaç o e o fazer?
De que forma 
esses aspectos 
poderiam ser 
articulados?
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Diálogo do professor com alunos
úEnviem suas d vidas
VE Caminho de Aprendizagem
Duração 5’ 09”

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