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TUDO JUNTO

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sobre a face anterior da lente, é um diafragma contrátil fino com uma abertura central, a pupila, para 
dar passagem à luz. 
▪ Dois músculos involuntários controlam o tamanho da pupila: o músculo esfíncter da pupila circular, estimulado pelo sistema 
parassimpático, diminui seu diâmetro (miose pupilar), e o músculo dilatador da pupila, radial e estimulado pelo sistema 
simpático, aumenta seu diâmetro (midríase pupilar). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
▪ 
▪ ntêm os tecidos são então levados a um micrótomo (Figura 1.1), onde são seccionados por uma lâmina de aço ou de vidro, de modo 
a fornecer cortes de 1 a 10 micrômetros de espessura. Lembre-se de que: um micrômetro (1 µm) = 0,001 mm= l0-6 m; um 
nanômetro (1nm) =0,001 µm = l0-6 mm = l0-9 m. Após serem seccionados, os cortes são colocados para flutuar sobre uma 
superfície de água aquecida e, depois, sobre lâminas de vidro, onde aderem e serão, em seguida, corados. 
▪ • 
 
15) 
 A TÚNICA INTERNA 
• A túnica interna do bulbo do olho é a retina que é a camada neural sensitiva do bulbo do olho. Macroscopicamente, a retina é formada 
por duas partes funcionais com localizações distintas: uma parte óptica e uma parte cega. 
▪ A parte óptica da retina é sensível aos raios luminosos visuais e tem dois estratos: um estrato nervoso e um estrato 
pigmentoso. O estrato nervoso é sensível à luz. O estrato pigmentoso é formado por uma única camada de células, que reforça 
a propriedade de absorção da luz pela corioide para reduzir a dispersão da luz no bulbo do olho. 
▪ A parte cega da retina é uma continuação anterior do estrato pigmentoso e uma camada de células de sustentação. A parte 
cega da retina estende-se sobre o corpo ciliar (parte ciliar da retina) e a face posterior da íris (parte irídica da retina) até a 
margem pupilar. 
• A face interna da parte posterior do bulbo do olho, onde é focalizada a luz que entra no bulbo do olho, é denominada fundo do bulbo 
do olho. A retina do fundo inclui uma área circular bem definida chamada disco do nervo óptico (papila óptica), onde as fibras 
sensitivas e os vasos conduzidos pelo nervo óptico (NC II) entram no bulbo do olho. 
▪ Como não contém fotorreceptores, o disco do nervo óptico é insensível à luz. Consequentemente, essa parte da retina costuma 
ser chamada de ponto cego. 
• Imediatamente lateral ao disco do nervo óptico está a mácula lútea, uma pequena área oval da retina com cones fotorreceptores 
especiais especializada para acuidade visual. No centro da mácula há uma depressão, a fóvea central, a área de maior acuidade 
visual. 
• Irrigação e drenagem da retina: A retina é suprida pela artéria central da retina, um ramo da artéria oftálmica. Um sistema 
correspondente de veias retinianas une-se para formar a veia central da retina. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
• No seu trajeto até a retina, as ondas luminosas atravessam os meios refrativos do bulbo do olho: córnea, humor aquoso, lente e 
humor vítreo. A córnea é o meio refrativo primário do bulbo do olho, isto é, desvia a luz no máximo grau, focalizando uma imagem 
invertida sobre a retina fotossensível do fundo do bulbo do olho. 
▪ O humor vítreo é um líquido aquoso contido nas telas do corpo vítreo, uma substância gelatinosa transparente nos quatro quintos 
posteriores do bulbo do olho, posterior à lente. Além de dar passagem à luz, o humor vítreo mantém a retina no lugar e sustenta 
a lente. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 A MEIOS DE REFRAÇÃO DO BULBO DO OLHO 
 A OFTALMOSCOPIA 
• Na oftalmoscopia, são visíveis o disco óptico, a mácula lútea, a fóvea central e as artérias (ramos da artéria central) e veias 
(tributárias da veia central). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
▪ 
▪ ntêm os tecidos são então levados a um micrótomo (Figura 1.1), onde são seccionados por uma lâmina de aço ou de vidro, de modo 
a fornecer cortes de 1 a 10 micrômetros de espessura. Lembre-se de que: um micrômetro (1 µm) = 0,001 mm= l0-6 m; um 
nanômetro (1nm) =0,001 µm = l0-6 mm = l0-9 m. Após serem seccionados, os cortes são colocados para flutuar sobre uma 
superfície de água aquecida e, depois, sobre lâminas de vidro, onde aderem e serão, em seguida, corados. 
▪ • 
 
17) 
 
 
 
 A MÚSCULOS EXTRÍNSECOS DO BULBO DO OLHO 
• Os músculos extrínsecos do bulbo do olho são o levantador da pálpebra superior, quatro retos (superior, inferior, medial e 
lateral) e dois oblíquos (superior e inferior). Esses músculos atuam juntos para movimentar as pálpebras superiores e os bulbos 
dos olhos. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
• OBS1: A paralisia completa do nervo oculomotor (NC III) afeta a maioria dos músculos do olho, o músculo levantador da pálpebra 
superior e o músculo esfíncter da pupila. A pálpebra superior cai e não pode ser levantada voluntariamente em face da 
atividade sem oposição do músculo orbicular do olho (suprido pelo nervo facial). Também há dilatação completa e ausência de 
reação da pupila em razão da ação, sem oposição, do músculo dilatador da pupila. Há abdução completa e abaixamento da pupila 
(“para fora e para baixo”) devido à atividade, sem oposição, dos músculos reto lateral e oblíquo superior, respectivamente. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
• OBS2: Quando o nervo abducente (NC VI), que supre apenas o músculo reto lateral, é paralisado, não é possível a abdução 
voluntária da pupila do lado acometido (paresia ou paralisia do nervo). A pupila está totalmente aduzida em decorrência da 
tração irrestrita do músculo reto medial. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 A MÚSCULOS INTRÍSECOS DO BULBO DO OLHO 
• Os três músculos intrínsecos do bulbo do olho são o músculo ciliar, o esfíncter da pupila e o dilatador da pupila. 
• Os nervos ciliares longos, ramos do nervo nasociliar (originado do nervo oftálmico, ramo do nervo trigêmeo), conduzem fibras 
simpáticas para o músculo dilatador da pupila. O estímulo simpático promove a midríase. 
• Os ramos do nervo oculomotor promove inervação parassimpática para o músculo esfíncter da pupila, responsável pela 
constrição da pupila, e o músculo ciliar, responsável pela acomodação da lente para a visão de perto. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Ddd IRRIGAÇÃO GERAL DO OLHO 
• A irrigação geral do olho se dá, principalmente, por ramos da artéria oftálmica e da artéria central da retina. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
▪ 
▪ ntêm os tecidos são então levados a um micrótomo (Figura 1.1), onde são seccionados por uma lâmina de aço ou de vidro, de modo 
a fornecer cortes de 1 a 10 micrômetros de espessura. Lembre-se de que: um micrômetro (1 µm) = 0,001 mm= l0-6 m; um 
nanômetro (1nm) =0,001 µm = l0-6 mm = l0-9 m. Após serem seccionados, os cortes são colocados para flutuar sobre uma 
superfície de água aquecida e, depois, sobre lâminas de vidro, onde aderem e serão, em seguida, corados. 
▪ • 
 
3) 
 
 
 
 Ddd DRENAGEM GERAL DO OLHO 
• A drenagem venosa da órbita se faz através das veias oftálmicas superior e inferior, que atravessam a fissura orbital superior 
e entram no seio cavernoso. Em geral, a veia central da retina entra diretamente no seio cavernoso.