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TUDO JUNTO

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que são projeções musculares com bases fixadas à parede ventricular. 
▪ Três músculos papilares no ventrículo direito correspondem às válvulas da valva atrioventricular direita: músculo papilar 
anterior, posterior e septal. 
• Ainda internamente, encontra-se o septo interventricular (SIV), composto pelas partes muscular e membranácea, é uma divisória 
forte entre os ventrículos direito e esquerdo, formando parte das paredes de cada um. Também é visível o septo atrioventricular, 
formado por parte do esqueleto fibroso do coração, e a valva do tronco pulmonar. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 A ESTRUTURAS DO ÁTRIO ESQUERDO 
• O átrio esquerdo (AE) recebe o sangue arterial de 4 veias pulmonares, um par superior e outro inferior, que entram em sua parede 
posterior lisa. 
• A aurícula esquerda muscular, tubular, é menor que a aurícula direita, mas ainda contem músculos pectíneos. 
• Internamente, apresenta uma parede ligeiramente mais espessa do que a do átrio direito e uma depressão semilunar no septo 
interatrial indica o assoalho da fossa oval. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 ESTRUTURAS DO VENTRÍCULO ESQUERDO 
• O ventrículo esquerdo (VE) bombeia o sangue arterial para o sistema através da artéria aorta. 
• Como a pressão arterial é muito maior na circulação sistêmica do que na circulação pulmonar, o ventrículo esquerdo trabalha mais 
do que o ventrículo direito. Internamente, isso se reflete por suas paredes serem duas a três vezes mais espessas do que as paredes 
do ventrículo direito. 
• Essas paredes são cobertas principalmente por uma tela de trabéculas cárneas que são mais finas e mais numerosas do que as do 
ventrículo direito. 
• A parte de entrada do ventrículo recebe o sangue oxigenado do átrio esquerdo através do óstio atrioventricular (AV) esquerdo. 
• A valva atrioventricular esquerda (mitral) protege o óstio AV esquerdo e tem 2 válvulas, anterior e posterior. Os 2 músculos 
papilares, anterior e posterior, relacionados à mitral são maiores do que os do ventrículo direito. 
• Também internamente, encontra-se a valva da aorta, situada entre o ventrículo esquerdo e a parte ascendente da aorta. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
▪ 
▪ ntêm os tecidos são então levados a um micrótomo (Figura 1.1), onde são seccionados por uma lâmina de aço ou de vidro, de modo 
a fornecer cortes de 1 a 10 micrômetros de espessura. Lembre-se de que: um micrômetro (1 µm) = 0,001 mm= l0-6 m; um 
nanômetro (1nm) =0,001 µm = l0-6 mm = l0-9 m. Após serem seccionados, os cortes são colocados para flutuar sobre uma 
superfície de água aquecida e, depois, sobre lâminas de vidro, onde aderem e serão, em seguida, corados. 
▪ • 
 
6) 
 VALVAS DO TRONCO PULMONAR E DA AORTA 
• As três válvulas semilunares da valva do tronco pulmonar (anterior, direita e esquerda), como as válvulas semilunares da 
valva da aorta (posterior, direita e esquerda), são côncavas quando vistas de cima. 
• As válvulas semilunares não têm cordas tendíneas para sustentá-las e sua área é menor do que as válvulas das valvas AV. 
• A margem de cada válvula é mais espessa na região de contato, formando a lúnula, o ápice da margem livre angulada é ainda mais 
espesso, formando o nódulo. A área delimitada pelas lúnulas das válvulas é denominada seio. Assim, cada valva semilunar é formada 
por 6 lúnulas e 3 nódulos. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 P V IRRIGAÇÃO 
• As artérias coronárias, os primeiros ramos da aorta, irrigam o coração. As artérias coronárias direita e esquerda originam-se 
dos seios da aorta correspondentes na região proximal da parte ascendente da aorta, imediatamente superior à valva da aorta, e 
seguem por lados opostos do tronco pulmonar. 
▪ Artéria coronária direita (ACD): 
✓ Passa, após se originar na parte ascendente da aorta, para o lado direito do tronco pulmonar, seguindo no sulco coronário. 
✓ Próximo de sua origem, a ACD geralmente emite um ramo do nó sinoatrial que irriga o nó sinoatrial. Perto dessa 
ramificação, a ACD ainda emite o ramo do cone arterial, principal ramo que irriga o infundíbulo. 
✓ Ela então desce no sulco coronário e emite o ramo marginal direito, que irriga a margem direita do coração enquanto 
segue em direção ao ápice do coração, porém sem alcançá-lo. 
✓ Após emitir esse ramo, a ACD vira para a esquerda e continua no sulco coronário até a face posterior do coração. Próximo 
ao sulco interventricular posterior e ao septo interatrial, ela emite o ramo do nó atrioventricular que irriga o nó 
atrioventricular. 
✓ Ainda nessa região, a artéria coronária direita dá origem ao grande ramo interventricular posterior, que desce no sulco 
IV posterior. 
▪ Artéria coronária esquerda (ACE): 
✓ Passa, após se originar na parte ascendente da aorta, entre a aurícula esquerda e o lado esquerdo do tronco pulmonar e 
segue no sulco coronário. Quando entra no sulco coronário, na extremidade superior do sulco IV anterior, a ACE divide-se 
em dois ramos, o ramo interventricular anterior e o ramo circunflexo. 
✓ O ramo IV anterior segue ao longo do sulco IV até o ápice do coração. Em muitas pessoas, o ramo IV anterior dá origem ao 
ramo do cone arterial, porém não é o principal responsável por irrigar essa região, e ao ramo lateral (artéria diagonal), 
que desce sobre a face anterior do coração. 
✓ O ramo circunflexo da ACE, menor, acompanha o sulco coronário ao redor da margem esquerda do coração até a face 
posterior do coração. O ramo marginal esquerdo do ramo circunflexo acompanha a margem esquerda do coração e supre 
o ventrículo esquerdo. 
• Resumindo, a ACD supre o átrio direito, a maior parte do ventrículo direito, parte do ventrículo esquerdo, uma pequena parte do SIV, 
o nó SA (60% das pessoas) e o nó AV (80% das pessoas). Enquanto isso, a ACE supre o átrio esquerdo, a maior parte do ventrículo 
esquerdo, parte do ventrículo direito, a maior parte do SIV e o nó SA (40% das pessoas). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 P V DRENAGEM 
 P V COMPLEXO ESTIMULANTE DO CORAÇÃO 
• O coração é drenado principalmente por veias que se abrem no seio coronário e em parte por pequenas veias que drenam para o 
átrio direito. 
• O seio coronário, a principal veia do coração, é um canal venoso largo que segue da esquerda para a direita na parte posterior do 
sulco coronário. A veia cardíaca magna é a principal tributária do seio coronário. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
▪ 
▪ ntêm os tecidos são então levados a um micrótomo (Figura 1.1), onde são seccionados por uma lâmina de aço ou de vidro, de modo 
a fornecer cortes de 1 a 10 micrômetros de espessura. Lembre-se de que: um micrômetro (1 µm) = 0,001 mm= l0-6 m; um 
nanômetro (1nm) =0,001 µm = l0-6 mm = l0-9 m. Após serem seccionados, os cortes são colocados para flutuar sobre uma 
superfície de água aquecida e, depois, sobre lâminas de vidro, onde aderem e serão, em seguida, corados. 
▪ • 
 
9) 
 
 
 
• Na sequência comum de eventos no ciclo cardíaco, o átrio e o ventrículo atuam juntos como uma bomba. O complexo estimulante do 
coração gera e transmite os impulsos que produzem as contrações coordenadas do ciclo cardíaco. 
• O nó sinotrial (SA) está localizado anterolateralmente, logo abaixo do epicárdio na junção da