Prévia do material em texto
COZINHA INTERMEDIÁRIA CENTRO UNIVERSITÁRIO VILA VELHA CURSO DE GASTRONOMIA CENTRO UNIVERSITÁRIO VILA VELHA CURSO DE GASTRONOMIA 6 VILA VELHA 2011 VILA VELHA 2011 COZINHA INTERMEDIÁRIA Apostila apresentada ao curso de Gastronomia na Universidade Vila Velha – UVV, como requisito para obtenção do grau de Bacharel em Gastronomia. Orientadora: Profª Marcela B. Achiamé. SUMÁRIO 1. CARNES - COMPOSICAO E ESTRUTURA 5 1.1 Composicao 5 1.2. Estrutura 5 2. FATORES BÁSICOS QUE INTERFEREM NA QUALIDADE DA CARNE 6 2.1. Características Morfológicas 6 2.2. Características Organolépticas 7 2.3. Maturação 8 3. CORTES BÁSICOS 9 3.1. Boi, Vitela e Búfalos 9 3.1.1. O CORTE DO BOI 10 3.1.2. OUTROS CORTES 14 3.2. Porco 16 3.2.1. CORTE DE PORCO 16 4. TECNICAS DE COCÇÃO 17 4.1. Assar 18 4.1.1. SUCO DOS ASSADOS 18 4.2. Grelhar 19 4.3. Fritar ou Sauté 22 4.4. Ensopar 23 4.5. Estufar 24 4.6. Cozidos 25 4.7. Fritura por Imersão 25 4.8. Tipos De Fritura 26 4.9. Qualidade da Fritura 26 4.10. Guia Para uma boa Fritura 26 4.11. PASDRONIZAÇÃO PARA EMPANAR 27 4.12. Técnica para Fritura 27 4.13. Proteção da Gordura 28 5. AVES 28 5.1. Composição e Estrutura 28 5.2. Maturidade e Maciez 28 5.3. Carne Branca e Carne Escura 29 5.4. Comercialização 30 5.5. Selecionando, Manipulando e Estocando 30 5.6. Preparo da Ave para Cozimento 31 5.7. Maneira Correta de Cortar Aves 31 5.8. Cozinhando as Aves 33 5.9. Técnicas de Cocção 34 6. FICHAS TECNICAS 35 CARNES - COMPOSICAO E ESTRUTURA Composicao O tecido muscular compõe-se de 3 componentes: Água: 75% do músculo. Por isso a carne encolhe pelos vários métodos de cocção. Proteínas: Importante nutriente e o mais abundante material sólido da carne. Gordura: 5% do tecido muscular. Evidentemente, dependendo do corte, pode existir mais carne em torno do músculo. Pode corresponder a 30% da carcaça. Pode ser visceral (banha e sebo), subcutânea (toucinho) ou muscular. Esta última é a predileta, gastronomicamente falando, pois se infiltram entre as fibras musculares conferindo maciez, suculência e sabor. Esta gordura é responsável pela marmorização da carne. O índice de gordura indica boa nutrição do animal. Carboidratos: em termos de nutricão são considerados insignificantes na carne, porém sua presença é responsável pela coloração adquirida nos diversos métodos de cocção. Estrutura Fibras musculares: são responsáveis pela textura da carne. Tecido conjuntivo: envolvem as fibras musculares. Para um cozinheiro é muito importante saber quais cortes de carne contêm mais ou menos tecido porque o método de cocção escolhido dependerá disso. Os cortes de maior teor de tecido conjuntivo são principalmente os músculos mais usados (ex.: pernas) e também as carnes provenientes de animais mais velhos. O tecido conjuntivo é constituído quase que exclusivamente de duas proteínas: - Colágeno: de cor branca, ele se hidrolisa durante o cozimento, transformando-se em gelatina. Métodos de cozimento em úmido, baixa temperatura e longo tempo são os ideais para amaciar a carne de alto tecido conjuntivo mantendo-as suculentas. - outros fatores também ajudam a amaciar o colágeno, como por exemplo: ácidos de marinados, vinho ou tomate acrescidos ao liquido de cocção; enzimas naturais que em condições adequadas (maturação) rompem o tecido conjuntivo; amaciantes – utilização de papaína. Este método não é recomendado, pois se não for bem controlado, amacia demais a carne e ela perde a textura. Elastina – de cor amarela ela não se transforma durante o cozimento. Pode-se amaciar a carne com a retirada da elastina (tendões) ou por amanciante mecânico com quebra das fibras. Ex.: moer, picar ou fatiar corte de carne. FATORES BÁSICOS QUE INTERFEREM NA QUALIDADE DA CARNE Características Morfológicas Percentual de gordura – como já foi dito, indica bom estado de saúde e nutrição. A qualidade será melhor se esta gordura produzir a marmorização; Idade – teoricamente os animais devem ser abatidos quando não aumentam mais de peso proporcionalmente, embora as diferentes raças bovinas alcancem a maturidade em rituais diferentes e equilíbrio ideal entre maciez e sabor aos dois anos de idade; Sexo – a carne ideal é a de animais machos castrados e jovens. As fêmeas como são utilizadas na produção de leite ou procriação, quando abatidas, na sua maioria são animais velhos; Condições de vida e alimentação – evidentemente um animal criado em confinamento com ração balanceada terá carne mais tenra que um animal criado solto no pasto, principalmente em regiões montanhosas; Raça – existe uma variedade de raças bovinas que produzem carnes de excelente qualidade como CHIANINA (ITALIA), CHAROLAISE (FRANÇA), ANGUS (ESCÓCIA) etc. No Brasil, as mais abatidas são principalmente da raça ZEBUÍNAS e suas cruzas. Características Organolépticas Cor – revela qualidade, proveniência e estado de saúde. Deve-se à mioglobina. Varia de rosa pálido ao vermelho escuro dependendo das espécie, raça, idade, sexo e alimentação. Os animais mais jovens e as fêmeas possuem carnes mais claras que os mais velhos. Carnes embaladas a vácuo são de um vermelho menos vivo pela ausência de oxigênio, porém retornarão à cor natural poucos minutos após desempacotadas. Odor – é um odor característico que varia com as espécie, idade e alimentação. Deve possuir um cheiro fresco. Sabor – depende principalmente do teor de gordura entre as fibras e varia também de espécie, idade, alimentação do próprio corte. Textura – depende do teor de tecido conjuntivo, do corte, da idade e da espécie. Maturação É um processo em que a carne é submetida a condições de temperatura (0º a 4º) e umidade relativa do ar controlada (80 a 90º), permitindo que as enzimas naturais atuem no amaciamento da carne com rompimento das fibras. Porem não ocorre proliferação bacteriana. O freezer conserva a carne (por mais de um ano), porém não a amacia pois essas enzimas não atuam sob congelamento assim como não atuam a uma temperatura superior a 60ºc. Temos dois tipos de maturação: WET-AGING – Porcionamento da carne em cortes menores, embalagem a vácuo (CRYOVAC) e estocagem entre 0 e 4º c. É a chamada maturação úmida ou comercialmente carne embalada a vácuo. Um aroma forte que pode aparecer na abertura do pacote é natural e desaparece rapidamente. DRY-AGING –Acondicionar a carne em cortes maiores, sem embalar, com boa circulação de ar, utilizando as vezes luz ultravioleta sobre a superfície da carne para matar bactérias. Neste processo ocorre uma perda de 20% de peso. Este processo chama-se maturação seca. O tempo ideal varia de animal para animal. Ex.: boi (20 a 30 dias), cordeiro (5 a 6 dias). Alguns animais (vitelo e porco) não requerem maturação. CORTES BÁSICOS Boi, Vitela e Búfalos Comercialmente a carcaça bovina se divide em seis partes no Brasil (varia de país para país), que são: dois quartos dianteiros, dois quartos traseiros e duas costelas (ponta de agulha). No comercio separam-se os dianteiros e os traseiros em grandes cortes, por exemplo: patinho, chã de dentro etc. Muitos desses cortes são subdivididos em: picanha. Maminha e miolo de alcatra. 1- pescoço 2- acém 3- peito 4- braço 5- fraldinha 6- Ponta de agulha 7- File migon 8- File de Costa 9- Contra file 10- Capa de File 11- alcatra 12- Patinho 13- Coxão duro 14- Coxão mole 15- Lagarto 16- Músculo Dianteiro 18- Aba de File 19- Maminha de alcatra 20- Picanha O CORTE DO BOI PESCOÇO Corte de terceira com bastante tecido conjuntivo e gordura, necessita de cozimento longo. Moído ou cortado em cubos, é adequado para o preparo de sopas ou cozidos. ACÉM Corte de segunda, do quarto dianteiro, relativamente magro; deve ser cozido pormétodos que empregam calor úmido para amaciar o tecido conjuntivo. Moído ou cortado em tiras ou bifes é indicado pra bifes de panela, ensopados e refogados. CUPIM Corte de segunda, formado pela corcova dos bois de raça zebu, contém muitas fibras, entremeadas de gorduras. Pode ser utilizado em churrascos, preparados em fogo lento, após mais ou menos 03(três) horas, porém são mais utilizados na indústria de carne. CAPA DE FILÉ Corte de segunda, com muitos nervos, requer cozimento longo e calor úmido. Indicado para refogados e ensopados. FILÉ MIGNON Corte de primeira, pesa cerca de 2kg, e é muito macio, ideal para rosbifes, assados e grelhados. Utilização: A cabeça do filé mignon e a cauda podem ser utilizados para fazer strogonoff ou picadinhos. O miolo (coração) do filé mignon pode ser utilizado como: Chateubriands – fatias transversais ao fio da carne, com 4 dedos de espessura(1ª parte do coração do filé). Tournedor – fatias transversais ao fio da carne, de 3 dedos de espessura (2ª parte do coração de filé). Medalhão – fatias transversais ao fio da carne, de 2 dedos de espessura (3ª parte do coração de filé). Escalopes - fatias transversais ao fio da carne, de 1 dedo ou menos de espessura. Antes de serem fritos, o ideal é que sejam passados na farinha de trigo. CONTRA-FILÉ Também conhecido como filé de lombo. Corte de primeira, macio e magro, mas com grossa camada externa de gordura. Recomendado para bife de chapa ou grelhado, rosbife, churrasco e assado, sempre preparados em alta temperatura para enrijecer a carne. A parte central é conhecida na França com entrecotê, na Argentina como bife de chouriço e nos Estados Unidos como Sirloin Steak. PICANHA Corte de primeira, bastante macio, especialmente indicado pra churrascos e assados. Não deve ter um peso superior a 1600g pois, maior que isso significa que está sendo acompanhado de coxão duro(chã de fora). Pode ser cortada em postas (corte horizontal) ou em tiras (corte vertical- steak de tiras). ALCATRA Corte de primeira, tem fibras relativamente curtas e macias. Indicado para grelhados, assado, bifes, refogados e picadinhos. LAGARTO Corte de primeira, formado por fibras longas e magras, tem a gordura concentrada na parte externa. Adequado para assados, cozidos, rosbifes e ensopados. Ao assá-lo é recomendável recheá-lo com toucinho fresco ou defumado. COXÃO DURO Também conhecido de chã de fora. Corte de primeira, possui fibras grossas, menos macias que as do coxão mole(chã de dentro). Recomendado para ensopados, cozidos, sopas, caldos, podendo ser moído e eventualmente assado. COXÃO MOLE Conhecido também como chã de dentro. Corte de primeira formado por fibras curtas e macias, com excesso de contrapeso que possui gorduras e nervos. Indicado para assados, refogados, ensopados, picadinhos, bifes na chapa e bifes roles. PATINHO Corte de primeira, formando por fibras macias. Indicado para bifes(que devem ser cortados no sentido inverso das fibras) pode também ser moído. MAMINHA DE ALCATRA Corte de primeira, pesa cerca de 1,5kg, bastante macio, presta-se bem a grelhados, assados ou bifes. FRALDINHA Corte de segunda, constitui as paredes do abdômen do animal e possui fibras grossas e longas entremeadas com gorduras e nervos. Indicado para ensopados e assados de panela, moído ou cortado em cubos, pode ser usado no preparo de caldos, molhos ou consomes e churrasco. ABA DE FILÉ Corte de segunda, menos macio, de textura desigual e cheio de nervos. Usado geralmente para preparar hambúrgueres e croquetes. RABO Corte que não se enquadra em nenhuma classificação. A peça inteira se compõe de diversos ossos recobertos de carne e gordura. Especialmente indicado para cozidos, ensopados ou refogado em fogo lento por mais de 03(três) horas. PONTA DE AGULHA Corte de terceira, constituído pelas ultimas costelas do boi. Tem músculos de fibras grossas, duros e compridos, e necessita de cozimento longo em calor úmido. È adequado para caldos, sopas, ensopados e refogados. MÚSCULO Corte de segunda, ou até mesmo de terceira, possui muitos tendões (que são as partes brancas das extremidades) e fibras grossas e duras. Indicado para cozidos, ensopados, sopas, caldos, molhos e galantinas. Quando cortado transversal às fibras e contendo o osso é chamado de OSSOBUCO. BRAÇO Também conhecido como paleta ou pá, corte de segunda, muita gordura, músculos relativamente rijos e nervos. Recomendado para fazer ensopados, cozidos, molhos e caldos, podendo ser moído. PEITO Corte de segunda, constituído de músculos e fibras grossas, longas e duras, com bastante tecido conjuntivo, requer cozimento longo em calor úmido. Adequado para o preparo de caldos, cozidos ou ensopados. OUTROS CORTES COSTELA DE TIRA É feita do quadro da costela do boi. Pode ser utilizada em churrascos ou ensopados. T. BONE STEAK Corte norte-americano que corresponde o centro do filé mignon e final do contra-filé separados por um osso em “T”, daí o nome. Ideal para grelhar. BISTECA DE BOI Está localizado no início da costela de boi (até a quinta vértebra) após a costela do dianteiro. Sua carne é o início do contra-filé. O VITELO É um bezerro macho, filho de uma vaca produtora de leite de raça holandesa. O vitelo de qualidade é colhido junto aos produtores de leite após ter tomado o colostro de sua mãe, o que confere grande imunidade às doenças. Em seguida é retirado da fazenda onde nasceu e levado para o local de confinamento. É então colocado em gaiolas individuais, durante 120 dias. Nesse período ele será alimentado unicamente com alimentos gordurosos derivados do leite, onde o diluente natural é o próprio soro de leite. Portanto esse animal que nunca ingere vegetais, sem ração, também não caminha. A carne de vitelo é tenra, magra e de alto valore protéico. Aparece nos mais antigos receituários da culinária francesa, italiana e alemã. A carne do legítimo vitelo é mais macia, mais clara e menor quantidade de gordura. BABY BÚFALO Denominação comercial do vitelo de búfalo. A única semelhança com o vitelo bovino é o fato de ser também o macho da búfala leiteira que já é um privilegio já que o leite de búfalo tem o dobro do teor de gordura (8%) em relação ao da vaca. Além de possuir menos de 30 a 40% de colesterol, ele engorda 50% a mais que o vitelo bovino no mesmo período. A carne é macia e suculenta, porém com textura firme. CORDEIRO/ CARNEIRO Cordeiro possui de 6 meses a um ano de vida e o carneiro mais de um ano. Os modernos métodos de alimentação e criação melhoraram o gosto e textura da carne destes animais. Encontrado inteiro, em cortes grandes (pernil, carret, paleta) ou cortes pequenos (costelas, lombo desossado, jarret, picanha etc), abrangendo desde cortes que não são caros, que ficam melhores refogados, ensopados e assados de panela, pois dão umidade e maciez. A sua carne, as menos suculenta até as refinadas (postas, lombo, costeleta, coroa), é utilizada para ocasiões especiais, pois existe sempre um corte de cordeiro adequado para cada ocasião (é uma carne que assada, grelhada ou frita deve ser servida sempre do ponto mal passado (rosé). PERNIL Carne magra que pode ser assada inteira (GIGOT D’AGNEAU), fatiada em postas (TRANCHE), desossada e grelhada (BUTTERFLY) ou em escalopes. LOMBO Desossado pode ser grelhado inteiro ou em medalhões, e com osso pode ser assado inteiro(coroa) ou fatiado em costeletas que podem ser grelhadas. FILÉ MIGNON Corte extremamente tenro que pode ser rapidamente grelhado. PÁ Fica excelente, assada, desossada ou não, e ensopada, já que possui um excelente sabor. JARRET(shank) É a canela que fica excelente em cozimentos longos. SELA É um corte francês, que mostraremos mais adiante. PESCOÇO, PESCOCO, ETC. São usados em ragus e guisados (navarins). Porco A carne de porco já foi considerada muito gordurosa, mas atualmente os suínos são criados para produzir carne mais magra. São os chamados “porcos light”. Todos os cortes da carnede porco são relativamente macios e, independente do método de cozimento, a carne deve ser bem passada até que os sucos estejam mais rosados e fiquem claros. CORTE DE PORCO 1- paleta – peça muito econômica, possui muitos nervos e tendões. Pode ser vendida com osso ou desossada. Entra na composição de embutidos, mas pode ser usada para ensopar ou assar. A parte inferior da perna dianteira ou traseira, logo acima do pé, é o joelho ou jarret. Quando salgado ou defumado é usado na cozinha alemã (Eisbein). 2- acém – peça carnosa e tenra que pode se transformar num excelente assado, ensopado ou utilizado em embutidos. 3- lombo – a parte mais nobre do porco. Pode ser adquirida a peça inteira desossada ou não (carré), podendo também ser cerrada em forma de bisteca ou costeletas. O lombo desossado pode fornecer excelentes medalhões ou escalopes. 4- filé mignon – logo abaixo do lombo, é a parte mais tenra do porco, e pode ser grelhado inteiro, em medalhões ou escalopes. pernil – pode ser adquirido inteiro, desossado ou não, com ou sem couro. Pode ser preparado de varias maneiras, como assado, recheado, grelhado em postas, em escalopes etc. É a parte utilizada pela indústria alimentícia para fazer tanto o presunto cru como o cozido. 6- barriga – camadas visíveis de gordura na carne e alguns casos carne e gordura em proporções iguais. Dela se extrai a banha, o toucinho e se prepara o torresmo, bacon e panceta. Da parte anterior da barriga são retirados as costelinhas que podem ser ensopadas, fritas ou grelhadas. 7- pés – pode ser retirado tanto das pernas traseiras como das dianteiras. Contém pouca carne, podendo porém ser desossado e recheado (Itália e Franca) ou confit (Portugal). 8- costelinhas – são literalmente as costelas que podem ser fritas ou grelhadas em tiras ou o quadro inteiro. (depois separa-se cada osso individualmente). TECNICAS DE COCÇÃO Assar O método de assar carnes sob temperaturas elevadas baseia-se no principio de tostar o exterior da carne em forno forte, em seguida, levar o interior a atingir rapidamente o ponto desejado de cocção. O processo não termina no momento em que o assado sai do forno; ele deve descansar coberto, num lugar morno, tempo suficiente para que a temperatura seja igual em toda peça. Podemos também combinar o calor forte e o moderado. Quando a carne estiver tostada, reduzir a temperatura do forno, dando tempo para que a parte central atinja no ponto desejado. Este método é uma das versões do cozimento por bloqueio com coloração que consiste de manter aprisionados do interior do alimento todos os sucos e substancias nutritivas dourando e caramelizando por meio do calor e por vezes de materiais graxas (azeite, manteiga, óleo) a superfície exterior do alimento. O forno (seco ou combinado com a liberação de vapor) deve ser previamente aquecido, tendo sua temperatura regulada em função da natureza e volume da peça a assar. Esta temperatura será suficiente elevada (250 a 300ºC). SUCO DOS ASSADOS Os sucos dos assados que ficam caramelizados no fundo da assadeira (não deve queimar, porque senão ficariam amargos) e podem ser aproveitados para fazermos um molho fantástico. Primeiramente desengordura-se parcialmente (deixe no suco ¼ da gordura para ligar o molho), posteriormente dissolvemos o suco juntando o dobro de água quente, em volume da quantidade do suco que se obteve. Raspe todas as partículas caramelizadas no fundo da assadeira para que se desmanchem bem na água quente. Deixe ferver e reduzir a metade e peneire. Verifica-se o tempero e pode-se acrescentar um pouco de manteiga (dando ao prato um movimento rotativo) para suavizá-lo e algumas gotas de vinagre tinto ou molho inglês para melhor acentuar sua personalidade. Para que este molho tenha mais corpo, pode-se colocar em torno do assado ossos, aparas da carne e uma mireproix (brunoise de cebola, cenoura e aipo) e quando dissolver os sucos substituir água quente por caldo de carne, cordeiro ou galinha dependendo do anima assado. Para se saber se o assado está no ponto pode-se utilizar o termômetro para carne enfiando na parte mais grossa desta. Este termômetro não deve tocar no osso. Normalmente a temperatura interna de 60ºC indica uma carne mal passada, 70º ao ponto e 75ºC mais bem passada. Os assados devem ser feitos com cortes de primeira, como o filé mignon, o contra-filé e a alcatra. Logicamente o calor moderado e constante permite preparar peças que ficariam duras se fossem assadas rapidamente em temperaturas elevadas, como o coxão mole e o lagarto. Carnes magras devem ser protegidas com uma camada de toucinho ou bacon para evitar ressecamento. Algumas pecas menos irrigadas como o lagarto podem ser recheados para transmitir umidade. Pode-se também combinar 2 técnicas para agilizar o assado, ou seja, dourá-lo antes numa chapa ou frigideira e depois assá-lo ao forno. Grelhar Também é uma cocção por bloqueio com coloração. Para preparar um grelhado, coloca-se uma grelha metálica imediatamente acima de uma fonte de calor e assa-se sobre ela uma peca de carne untada com óleo ou azeite. Sobre o metal pré-aquecido, a superfície da carne ficara tostada em alguns instantes vedando a saída dos sucos conseqüentemente, mantendo suculento o seu interior. Feito isso de ambos os lados da carne, a cocção deve prosseguir em calor brando. É importante que a carne esteja em temperatura ambiente. Se ela estiver gelada, ira demorar mais para cozinhar e,.se for peça espessa, pode ficar com a parte externa tostada e o interior completamente cru. O sucesso de um grelhado depende basicamente do controle da intensidade do calor e a exata avaliação do momento em que a carne deve ser retirada da grelha, conforme queiramos, mal-passada, no ponto ou bem passada. Esta técnica requer carnes de primeira e bem macias. Os cortes não podem ser muito espessos, pois desta forma o exterior se queimara antes que o calor haja atingido o interior da peça, tampouco podem ser tão finos a ponto de o interior ficar assado antes que ocorra na vedação da superfície externa. O ideal é, após passar um lado da carne na grelha exposta ao fogo forte (saisissement ou bloqueio), dar-lhe em seguida uma rotação de 90ºC ou meia volta sobre a mesma face para obter o “quadriculado”. Com esta operação a carne torna-se dourada e obtém a formação de uma crosta. Para o outro lado repete a operação. Este procedimento deve ser feito com uma pinça e não um garfo pois podemos furar a carne e perder sucos. O tempo de cozimento depende da temperatura da grelha, da distância da carne em relação a fonte de calor e da espessura da carne. Temos 4 pontos para servir uma carne grelhada: BLEU (sangrenta viva) – carne fica muito macia ao toque com o dedo sobre a crosta e o interior vermelho escuro, ou seja, cru. SAINGRANT (sangrando ou mal passada) – a carne aparece na grelha ligeiramente perolada de sangue rosado que lhe aflore à superfície. Fazendo-se o toque de dedo a carne encontra-se ligeiramente macia e esponjosa e o interior vermelho. À POINT (no ponto) – a carne apresenta com um maior numero de perola de sangue na superfície virada para cima. Ao toque do dedo a pressão é mais densa e firme, porem o interior estará rosado, úmido e sem sangue. BIENCUIT (bem passado) – as gotas de sangue se transformam num exsudado rosa-pardo que recobre toda a superfície da carne. O toque do dedo encontra resistência bem definida e o interior fica mais escuro. Alguns cortes de carne só mantêm o seu sabor quando grelhados mal passados ou no máximo ao ponto (boi ou cordeiro); outros necessitam ser bem passados (porco, vitela e alguns cortes do boi). Existem grelhas alimentadas com queima de madeira, carvão, gás e pedras vulcânicas, e até mesmo elétricas ou com raios infra-vermelhos. O ideal é uma placa de ferro fundido, acanelada e ligeiramente inclinada (pode-se untar a carne com a gordura que escorre da própria carne), porém nada substitui os eflúvios benéficos da madeira que ardeimpregnando o alimento. O sal retira o suco e o sangue da carne, por isso o ideal é salgar a meio cozimento. Algumas carnes podem ser marinadas antes de grelhar, mas só devemos salgá-las na hora. Fritar ou Sauté Também é uma técnica de bloqueio com coloração. É a técnica mais comum no preparo dos alimento e significa simplesmente cozinhar em óleo ou gordura quente. Tecnicamente, fritar é um método de cocção a “seco”, já que não envolve água nem outro líquido, além de gordura quente. Em geral requer calor forte, pelo menos durante o tempo relativamente curto da primeira etapa. Ao fritar em gordura ou óleo abundante, a carne já passa pelo processo de cocção, enquanto na fritura com pouco óleo a carne é dourada ao entrar em contato com a frigideira pré-aquecida besuntada de óleo: em seguida a cocção se completa sob o calor brando. Esta segunda técnica funciona muito bem para filés, hamburgueres, bifes de pernil e é a única maneira de preparar escalopes, enquanto a primeira é muita utilizada para bifes à milanesa. O tamanho da frigideira é muito importante, qualquer que seja o método empregado. Se se pretende utilizar óleo abundante, a frigideira deve ser suficientemente grande para comportar bastante óleo, de maneira que, ao colocar a carne, não diminua muito a temperatura do óleo. Por outro lado, quando se frita em pouco óleo é essencial que a frigideira acomode bem toda a carne. Se os bifes estiverem amontoados, ficaram cozidos em lugar de dourados. Após fritar a carne dessa segunda maneira, pode-se preparar um molho com os sucos que ficam na frigideira, como explicado abaixo: Retire a carne da frigideira e a reserve em lugar quente. Retire o excesso de gordura e dissolva o suco caramelizado no fundo da frigideira com um líquido (água, vinho, cognac etc) e deixe o líquido evaporar o álcool, ou seja reduzir ¾. Junte o caldo de carne e deixe reduzir até a metade. Retire do fogo e junte imprimindo um movimento rotativo na panela. Utilize pedaços de manteiga congelada ou creme para ligar o molho. Ensopar É o termo genérico que designa o método pelo qual a carne cozinha lentamente em fogo baixo, em líquido e vapor, com a panela bem tampada. Este processo é chamado de change ou troca. A carne é inicialmente submetida à alta temperatura num corpo graxo quente, pra retenção de sucos e substâncias nutritivas no interior do alimento, vegetais aromáticos (cebola, cenoura, aipo, ervas etc) e pouco líquido (vinho e caldos). Os sucos retidos no interior do alimento vão se libertando pouco a pouco misturando-se ao líquido em que se processa o cozimento. O sucesso dos ensopados depende da combinação gradual dos sabores por meio do líquido. Os cortes mais recomendados são os de segunda como o músculo, o peito, o acém e o coxão duro etc. O cozimento lento e persistente, próprio para amaciar tais cortes, derrete também a gelatina presente nos ossos e na carne deixando-a suculenta e o molho aveludado. É esse, aliás, o próprio princípio da feitura de caldos concentrados e bases (FONDS OU STOCKS), que serão explicados adiante. A quantidade e a qualidade do líquido usado são muito importantes para a excelência do prato pronto. A quantidade pode variar, de algumas colheradas a uma generosa imersão. Mas quanto menos líquido for adicionado, mais os sabores se concentrarão. Um bom caldo gelatinoso dá corpo a qualquer refogado e caso você use um agente umedecedor pouco denso, como a água ou o vinho, poderá melhorar a consistência do molho acrescentando desde o começo algum elemento espessante, como farinação, ou gelatinoso, porém o melhor é apurar o molho por evaporação antes de servir. Não convém esfarinhar a carne antes de dourá-la pois pode formar depósitos na panela que impedem o refinamento do molho. Enquanto a carne cozinha, convém sempre ir purificando o caldo da cocção, removendo tanto quanto possível toda a gordura e as impurezas, pois elas prejudicam o sabor e a aparência do prato. A gordura também pode ser retirada após refrigerada. Nos ensopados, além dos vegetais aromáticos (cebola, cenoura e aipo), pode se acrescentar tomates frescos ou em lata que contribuam com parte da umidade necessária, complementando o sabor da carne. À medida que prossegue a cocção, o sabor e a cor do alimento são intensificados. Estufar Enquanto a maioria dos ensopados necessita de cerca de 2 horas de cocção lenta, o estufado necessita de pelo menos 5 horas. Praticamente a técnica é a mesma do ensopado, ou seja, refoga-se inicialmente a carne na gordura e depois ela é cozida no caldo com vegetais aromáticos em fogo lento, porém por um tempo maior e a panela bem vedada. O demorado cozimento dos ingredientes carne e aves, legumes e ervas é recompensando por uma combinação perfeita de sabores, impossível de se obter por um processo rápido. Os cortes gelatinosos que não correm o risco de desmanchar durante o cozimento são os mais adequados a esta técnica, que deve ser realizada sempre em fogo ou forno bem brandos. Cozidos O segredo desse tipo de cocção é muito simples: manter a fervura em fogo brando; com isso, o tecido conjuntivo vai amaciando de forma gradativa, mantendo a carne suculenta sem desfazê-la. Como no caso dos ensopados, os melhores cortes correspondem aos músculos que o animal exercita mais. Todos os cortes de segunda dão bom resultado. A carne deve ter sabor marcante e também bastante gelatina natural para não ressecar durante o cozimento. O ideal é combinar dois cortes: um gelatinoso, com o músculo, outro mais carnudo como o acém. Para conseguir um caldo particularmente aromatizado, você pode incluir também um pedaço de rabo de boi. Vegetais aromáticos, são fundamentais para a qualidade do caldo. O líquido ideal para este tipo de cocção é a água que permite o sabor da carne se manifestar sem distorção. A temperatura em que a água atinge o ponto de ebulição (100ºC) é alta demais, dissolvendo completamente o tecido conjuntivo deixando a carne fibrosa e seca, alem da separação e desgaste das fibras provocadas pela turbulência da cocção em fogo alto. Esta é a base de clássicos da gastronomia mundial, como Pot-au-feu (Franca), o Bolito Misto (Itália) e o cozido (Portugal e Brasil). A grande virtude destes pratos está em fornecer dois pratos numa só panela: um caldo líquido e saboroso e um atraente prato principal de carne e vegetais. Fritura por Imersão É uma técnica em que o alimento é mergulhado em óleo, azeite ou gordura explorando o bloqueio com coloração. Como a temperatura ideal varia de 170 a 190 graus Celsius a margarina e amanteiga não podem ser usadas, já seu ponto de queima é 130 graus Celsius. Tipos De Fritura FRITURA DIRETA: massas, ovos, vegetais ricos em amido, frango à passarinho etc. FRITURA COM PROTEÇÃO EXTERIOR: Leite + trigo trigo + ovos/leite + farinha de rosca massa de fritura Qualidade da Fritura - mínima absorção de gordura - mínima perda de umidade (não cozinhar demais) - cor atrativamente dourada - superfície crocante - ausência de sabores externos transmitidos pelo óleo. Guia Para uma boa Fritura - alimento seco; - temperatura entre 170 a 190ºC.; - não encher demais a cesta, para evitar diminuição de temperatura; - boa qualidade da gordura; -diariamente substituir 15 a 20% da gordura; - usar preferencialmente fritadeira óleo/água; - descartar gordura velha (usar no Maximo 4 a 5 vezes); - não fritar produtos de sabores diferentes na mesma gordura; - utilizar alimentos de tamanho pequenos ou médios; - fritar o maximo possível de servir. PASDRONIZAÇÃO PARA EMPANAR A massa e a farinha protegem o alimento do excesso de gordura. A qualidade da massa e Ada farinha externa usada é muito significativa no produto final. Trigo: mantém o alimento seco Ovos: (ovos + liquido) não devem ser muito batido pra não perder a aderência. Farinha externa: (farinha de rosca (chapelure), pão fresco processado (mie de pain), sucrilhos, sementes, nozes, coco ralado, ervas picadas,batatas flakes, queijo ralado, temperos moídos, etc). é responsável pelo crocante. Massas de fritura: são misturas semiliquidas contendo trigo ou outro amiláceo misturado com leite ou água e ovos. Pode-se colocar fermento químico, claras e cerveja para tomá-la mais leve. Técnica para Fritura - secar o produto; - temperar o produto ou trigo; - passar no trigo e retirar o excesso; - mergulhar mais mistura ovos/liquido e escorrer o excesso; - passar na farinha externa escolhida apertando bem; - fritar imediatamente. Obs.: exceto a fritura, todo o processo pode ser feito com antecedência e o alimento refrigerado em uma só camada ou congelado. Quando se usa massa de fritura basta executar as 3 primeiras etapas, mergulhar na massa, retirar o excesso e fritar. Proteção da Gordura Temperatura – jogar fora quando não atingir temperatura ideal. Oxigênio – manter a fritadeira coberta entre os serviços para evitar oxidação. Água – remover todos os excessos de umidade e trigo do alimento e da cesta de fritura. Além de evitar salgar o alimento durante a fritura e retirar o máximo de partículas da gordura. AVES Composição e Estrutura A composição e a estrutura da carne das aves é basicamente a mesma da carne de boi, porco, cordeiro etc, ou seja, tecido muscular constituído por feixes de fibras musculares e tecido conjuntivo. Maturidade e Maciez está relacionada com o tecido conjuntivo; quanto maior a presença desse tecido menos macia será a carne; a quantidade de tecido conjuntivo depende: uso do músculo – evidentemente uma ave criada em confinamento (ave de granja) como utiliza menos o músculo terá a carne mais macia que uma ave criada solta (ave caipira). Além disso, nas aves temos diferenças musculares entre a chamada “carne branca” (peito) e a carne escura (coxa e sobrecoxa). Idade da ave – aves jovens são macias e têm sabor delicado; são ideais para assar, grelhar e refogar, ou seja, método de cozimento rápido, que preservam o sabor e a suculência da ave. À medida que envelhece, a ave se torna mais dura, porém a carne tem um sabor acentuado e adquire uma qualidade gelatinosa que lhe permite suportar o longo cozimento, necessário para amaciar as fibras dos músculos. Se uma ave velha for lentamente guisada ou cozida em caldo com legumes e temperos, ela conserva seu sabor e o líquido do cozimento ficara impregnado de essência da ave, a ponto de tornar-se um caldo, uma sopa, um molho. Carne Branca e Carne Escura Carne branca: principalmente peito e asas. - são menos gordurosas (principalmente sem pele); - possuem menos tecido conjuntivo(mais macios); - cozimento mais rápido. Carne escura: principalmente coxa e sobrecoxa. - mais gordurosas; - Mais tecidos conjuntivos (mais duras); - cozimento mais longo. Comercialização Aves são comercializadas sob nomes diversos segundo a raça, a idade e o peso. AVE IDADE PESO Peru Menos de 15 meses 4,0 a 14kg Ganso Mais de 6 meses 4,5 a 8kg Pato Menos de 6 meses 2,0 a 3,5kg Galo Mais de 10 meses 3,5 a 5kg Galinha Mais de 10 meses 3,0 a 4kg Frango Capão (Chester) Menos de 8 meses 2,5 a 5kg Frango comum Menos de 6 meses 1,5 a 2,5kg Galeto 2 a 4 meses 1,0 a 1,2kg Galinha D’Angola 12 meses 1,0 a 1,5kg Codorna ------ 110 a 170g Selecionando, Manipulando e Estocando A ave recém abatida possui o bico e a ponta do osso do peito flexíveis, em aves jovens, e rígidas em aves velhas. As aves frescas são extremamente perecíveis e devem ser refrigeradas o mais rapidamente possível e utilizadas em no máximo dois dias. Aves podem conter salmonella. Todos os equipamentos e superfícies utilizados na manipulação de aves deveriam ser próprios ou muito bem lavados com detergente e água quente para evitar contaminação cruzada. Todas as aves são mais saborosas quando abatidas no dia, porém as aves suportam bem o congelamento (06 meses) e os miúdos deve ser embalados separadamente, já que seu período de conservação é mais curto (03 meses). Ao comprar aves congeladas evite pacotes amolecidos ou que contenham gelo rosado, sinais de que a ave foi acidentalmente descongelada e recongelada. Para preservar seu sabor descongele a aves na geladeira na embalagem original. Preparo da Ave para Cozimento - verifique se a ave está totalmente depenada; - limpe bem as cavidades do peito, do pescoço e a cavidade interna; - retire os pedaços de pulmões que podem vir presos na coluna; -lave a ave com água acidificada com vinagre para retirar o cheiro forte, principalmente de aves congeladas. Maneira Correta de Cortar Aves 1- remova as pernas Coloque o frango com o peito para cima em uma tabua. Puxe uma das pernas com delicadeza e corte através da pele entre o corpo e a sobrecoxa. Vire a perna com firmeza, ate desprender a articulação de sobrecoxa. Corte a junta e a perna se soltará. 2- divida as pernas Coloque uma das pernas na tábua, com o lado da pele para baixo, e corte com firmeza na junta para separar a coxa da sobrecoxa. 3- remova as asas Pressione uma das asas contra o corpo da ave: as duas partes da junta do ombro ficarão visíveis sob a pele. Faça uma incisão entre a cavidade articular e a junta. Puxe a asa para fora e corte através da pele na base da asa. 4- divida a carcaça Coloque a faca dentro da cavidade da ave e fure um dos lados entre a junta do ombro e as costelas. Corte as costelas, paralelamente a coluna trazendo a faca em sua direção. Repita a operação do outro lado. 5- separe o peito Puxe o peito. Afastando-o do dorso para expor os ossos do ombro. Corte entre os ossos para separar o peito. Em seguida divida o dorso em dois pedaços, cortando nos sentido da largura no ponto onde as costelas terminam. corte o peito ao meio Coloque o peito com a pele para cima em uma tabua de carne. Pressione firmemente a faca contra o osso do peito e corte-o ao meio. Aves maiores como Peri ou ganso podem ser cortados novamente no sentido da largura, para obter 4 ou 6 porções. DESOSSAR UMA AVE INTEIRA 1- remova o “osso da sorte” Puxe as asas da pele do pescoço para baixo em torno dos ombros, até localizar com os dedos o “osso da sorte”. De piques na carne ao redor expondo-o. quebre-o nas juntas da articulação dos ombros, onde se une aos ossos das asas, clavícula e omoplata. 2- separe as asas Puxe uma asa para trás ate expor do tendão duro que prende a clavícula e a omoplata. Corte através desses tendões para separar a asa, mas não remova o osso. Repita a operação na outra asa. 3- separe as clavículas do osso do peito Uma das extremidades da clavícula se une ao osso do peito por uma cartilagem fácil de partir. Com as pontas dos dedos, remova a carne que rodeia as clavículas e, se necessário, raspe com uma faca, quebre-as, separando-as do osso do peito. 4- remova as clavículas e omoplatas As clavículas, só se ligam à omoplata por um fino ligamento cuja outra extremidade está embutida na carne. Apare-o, expondo a junta, depois retire os dois ossos puxando pela junta. Se o osso quebrar, retire os pedacinhos restantes com a faca. Repita a operação do outro lado. 5- expondo-a a carcaça Puxe a carne em volta dos ombros até descobrir a parte superior das carcaça, costelas, osso do peito e coluna. Separe a carne dos ossos com um dedo e uma faca, corte em direção à carcaça para não danificar a pele. Corte através das pontas cartilaginosas das vértebras, deixando-as na carne. 6-separe os ossos do peito Quando a faca atingir a perna, desloque os ossos na junta onde eles encontram a coluna e corte a cartilagem que os une. Deixe os ossos da perna no lugar. Continue a aparar a carne ate atingir o final do osso do peito, ligado ao corpo por uma tira de cartilagem, que deve ser cortada para soltar o osso do peito. remova a carcaça a carne está quase completamente separada da carcaça. Erga a carcaça e corte a coluna, deixando as 3 ou 4 vértebras finais da traseira; seas costelas interiores, frouxamente ligadas ao esqueleto, ficarem na pele, retire-as. Cozinhando as Aves Temperando Uma maneira deliciosa e sutil de realçar o sabor da ave é deixá-la em vinha d’alhos antes do cozimento. A vinha d’alho clássica combina ervas, especiarias e outros aromáticos com azeite de oliva e um líquido ácido (limão, vinagre ou vinho). A carne crua absorve os aromas e o ácido amacia suas fibras. Para que isso aconteça, é necessário deixar a ave marinando algumas horas, virando-a algumas vezes. Técnicas de Cocção Praticamente são as mesmas utilizadas para carnes vermelhas. Carne Suína De excelente qualidade e muito nutritiva. Não pode ser consumida crua ou mal passada (temperatura interna de 75° C). Porco – Animal adulto Leitão – Animal em idade de amamentação Como comprar: A carne de porco deve ser rosada e firme ao toque, sua gordura, bem branca e firme, observar selo do SIF, não consumir carne de porco fresca, sem o conhecimento da procedência e do correto abate. Assim como a carne bovina, a carne de porco também é dividida em diversos cortes, cada um com sua utilização em diferentes pratos. Cortes Pernil: é a perna traseira do porco. Geralmente, é servido assado ou em forma de presuntos, mas presta-se também, quando cortado em pedaços ou bifes, à fritura. Paleta: é a perna dianteira do porco, geralmente com mais nervos e menor que o pernil. Lombo: excelente para assados, o lombo é o dorso do porco. Carré: lombo com ossos, incluindo as costelas. Pode ser utilizado assado. Costela: Inclui dois outros cortes: a costelinha e a costela do vazio. Também é conhecida por entrecosto. Fica ótima frita, assada ou grelhada. Pé: utilizado na feijoada e outros pratos, possui nervos, devendo ser cozido por muito tempo. Joelho: como o pé, possui nervos, devendo ser bem cozidos. Usado na preparação do Einsbein, alemão. Barriga: parte gordurosa de onde é extraída a banha. Usada para fazer torresmos, localiza-se na parte posterior da costela. FICHAS TECNICAS FICHA TÉCNICA: COLESLAW (2 porções) O nome “cole slaw”, derivado de 'koolsla' significa 'salada refrescante' e é uma salada clássica americana.Coberta com um molho de maionese, ela é servida gelada. Pode-se variar acrescentando várias frutas como maçã, melão e abacaxi. QUANTIDADE PRODUTO 30 g Repolho branco em Chifonade 30 g Repolho roxo em Chifonade 30 g Cenoura ralada grossa 30 g Maionese 15 g Passas pretas aferventadas 20 g Cebola em Julienne 10 ml Azeite 30 ml Iogurte Natural Q/B Sal e Pimenta do reino ETAPAS PREPARO 1° Cortar os legumes. 2° Aferventar as passas. 3° Misturar o iogurte, o azeite e a maionese aos legumes e passas. 4° Corrigir sal e pimenta do reino e servir frio. FICHA TÉCNICA: SALADA NIÇOISE (02 porções) Salada típica Francesa QUANTIDADE PRODUTO 50 g Vagem Francesa em cubos médios 50 g Batata bolinha (inteira) 50 g Tomate cereja cortado em quatro 50 g Atum sólido em óleo 30 g Azeitonas pretas fatiadas 04 un Ovos de codorna cortados ao meio 30 ml Azeite 10 ml Vinagre Q/B Sal e Pimenta do reino ETAPAS PREPARO 1° Cortar os legumes. 2° Cozinhar a batata e branquear a vagem. 3° Fazer um vinagrete clássico. 4° Misturar todos os ingredientes ao vinagrete. 5º Corrigir sal e pimenta do reino e servir. FICHA TÉCNICA: SALADA DE BATATA COM GORGONZOLA (02 porções) QUANTIDADE PRODUTO 350 g Batata fatiada grossa 05 g Alecrim picado 05 g Mostarda de Dijon 30 ml Azeite 50 g Queijo Gorgonzola Q/B Sal e Pimenta do reino ETAPAS PREPARO 1° Cozinhar e fatiar a batata. 2° Fazer um vinagrete francês + alecrim. 3° Misturar a batata ao vinagrete e esfarelar o gorgonzola por cima. 4° Corrigir sal e pimenta do reino e servir frio ou quente. SALADA CAESAR Trata-se de Caesar Cardini, que deixou Roma para fundar o hotel "Caesar Place" em Tijuana, no extremo norte do México, lugar que não foi escolhido por acaso. É que, por esse tempo, vigorava nos Estados Unidos a Lei Seca - que proibia fabricação, venda, transporte, importação e consumo de qualquer bebida alcoólica no país. Mas floresceu a venda livre dessas bebidas em cidades da fronteira. Entre essas cidades Tijuana, que ficava bem pertinho da próspera San Diego. Em 4 de julho de 1924, com seu hotel completamente lotado de escritores, políticos, atores de Hollywood, começava a faltar comida na despensa. O chef se viu então obrigado a improvisar, com os poucos ingredientes que lhes restavam. Para manter as aparências anunciou que iria servir o mais novo prato do cardápio. A salada foi preparada em um palco, tendo ao lado o proprietário do hotel, na frente de todos os clientes. Um verdadeiro show, para desviar a atenção dos poucos ingredientes a serem usados. Como novidade absoluta, acrescentou-se ao molho da salada gemas cruas de ovo - depois proibidas por produzir contaminação de salmonela. A salada ganhou o nome do próprio dono do hotel; e logo foi considerada, pela International Society of Epicures, de Paris, "a mais importante receita americana dos anos 50". Prenúncios da globalização: uma das mais importantes receitas americanas, ironicamente, nasceu no México, criada por um chef italiano, para japoneses e outros clientes do mundo todo. FICHA TÉCNICA: SALADA CAESAR (02 porções) QUANTIDADE PRODUTO 10 g Alho 80 g Pão italiano ou de forma em cubos pequenos 10 g Anchova ou aliche picados 15 g Gema de ovo cozida 10 ml Limão 30 g Queijo parmesão 60 ml Azeite 250 g Alface americana Q/B Sal e Pimenta do reino ETAPAS PREPARO Croûtons: Fazer uma mistura de metade do alho, amassando com sal e passar no pão, cortar em cubos pequenos, levar para assar em forno pré-aquecido 160°C assar até ficar seco e crocante. Molho: Cozinhar a gema. Amassar o restante do alho com a anchova ou aliche picados, junte as gemas cozidas, o suco de limão e metade do parmesão ralado incorporando tudo. Junte o azeite em fio, emulsionando no liquidificador. Montagem: Higienizar as folhas de alface, rasgar, temperar com o molho e salpicar os croûtons e lascas de parmesão, servir. FICHA TÉCNICA: SALADA DE MASSA (02 porções) QUANTIDADE PRODUTO 80g Massa tipo fussilli 30g Ervilha congelada 50g Presunto em brunoise 50g Mussarela em brunoise 15g Pimentão amarelo em brunoise 25g Azeitona preta em brunoise 50g Tomate com pele e sem semente picado 60 ml Azeite 15g Manjericão 20g Açafrão Q/B Sal e Pimenta do reino ETAPAS PREPARO 1° Cozinhar a massa em água fervente com sal e o açafrão, a massa deve ficar al dente, escorra e com ela ainda quente misture: azeitona, pimentão, tomate,ervilha (branquear), azeite, sal e pimenta. Deixe esfriar. 2° Junte o presunto, a mussarela e o manjericão; misture e sirva frio. FICHA TÉCNICA: SALADA WALDORF (02 porções) Salada de Waldorf foi criado em meados de 1893 no Waldorf Hotel na Cidade de Nova Iorque (o precursor do Hotel de Waldorf-Astoria que abriu em 1931). QUANTIDADE PRODUTO 90g Maçã verde sem casca em cubos pequenos 05 ml Suco de limão 40g Aipo em brunoise 30g Nozes picadas grosseiramente 60g Maionese 05g Mostarda 40 ml Creme de leite Q/B Sal e Pimenta do reino ETAPAS PREPARO 1° Descasque a maçã, retire as sementes e corte em cubos pequenos, deixando no suco de limão para não escurecer. 2° Raspe os talos de aipo e corte em brunoise. 3° Pique as nozes.4° Misture a maionese, mostarda, creme de leite, sal e pimenta do reino, leve para gelar e incorpore a salada na hora de servir. FICHA TÉCNICA: MAIONESE (02 porções) A maionese foi inventada pelo cozinheiro chefe do Duque de Richelieu em 1756. Após derrotar os Ingleses em uma batalha na cidade portuária de Mahon, capital da Ilha de Minorca, foi organizado um banquete onde seriam preparadas receitas com leite e ovos. Quando perceberam que não havia mais leite o chefe resolveu usar azeite misturado com ovos, o que resultou em um novo molho. Em homenagem à vitória do Duque, esse molho foi chamado de "Mahonneise". A primeira maionese industrializada foi vendida em Nova Iorque em 1905 pela Richard Hellman's Delicatessen, uma espécie de padaria local. Sete anos depois o sucesso era tão grande que era possível encontrar a "verdadeira" maionese em muitos pontos dos Estados Unidos. QUANTIDADE PRODUTO 02 um Ovo Q/B Óleo 15 ml Limão 30 g Mostarda Q/B Sal e Pimenta do reino ETAPAS PREPARO 1ª Os ingredientes devem estar em temperatura ambiente. Misture os ovos, o suco de limão e a mostarda e bata por alguns segundos no liquidificador e deixe descansar alguns minutos. Ligue o liquidificador e adicione o óleo bem lentamente através do furo da tampa. Bata até atingir o ponto e acrescente o sal. Faça somente a quantidade necessária para o consumo imediato, não guarde mais do que um dia. Para uma maionese mais cremosa e densa, use apenas a gema em vez do ovo inteiro. Para dar mais sabor à sua maionese, você poderá usar salsa, cebolinha verde, curry, hortelã, tomate seco, chili, raiz forte... FICHA TÉCNICA: SALADA CAPRESE COM RÚCULA E PARMESÃO (02 porções). Salada típica da tradição mediterrânica, muito saborosa e apreciada pelos italianos, é especialmente adequada durante o verão, por ser um alimento leve e fresco. O nome da Salada Caprese vem da ilha de Capri, onde são produzidos os produtos mais saborosos e frescos para a preparação deste prato. QUANTIDADE PRODUTO 100 g Tomates maduros italianos fatiados 100 g Muçarela de búfala fatiada 20 g Manjericão 70 g Rúcula 40 g Parmesão em lascas 30 ml Azeite 10 ml Vinagre Q/B Sal e Pimenta do reino ETAPAS PREPARO 1° Cortar os tomates e a mussarela em fatias, sobrepor a mussarela e o tomate e cobrir com uma folha de manjericão. 2° Montar uma salada com folhas de rúcula no centro e as rodelas de tomate e muçarela em volta em número ímpar. 3° Fazer um vinagrete clássico, temperar a salada e colocar as lâminas de parmesão. FICHA TÉCNICA: SALPICÃO DE FRANGO (02 porções) QUANTIDADE PRODUTO 100 g Peito de Frango cozido e desfiado 15 g Azeitonas pretas em brunoise 15 g Azeitonas verdes em brunoise 30 g Ervilhas congeladas 100 g Cenoura ralada 60 g Presunto em julienne 20 g Milho verde em lata 90 g Maçã vermelha em cubos pequenos 20 g Passas pretas aferventadas 10 g Mostarda 120 g Maionese 05 g Salsa picada 30 ml Azeite 50 g Batata palha Q/B Sal e Pimenta do reino ETAPAS PREPARO 1° Cozinhar o peito de frango temperado por 10 a 15 minutos, esfriar e desfiar. 2° Branquear as ervilhas. 3° Aferventar as passas. 4° Misturar as azeitonas, cenoura, presunto, frango desfiado, salsa, milho, passas, maçã e ervilhas. 5° Misturar a maionese, mostarda, azeite, sal e pimenta do reino. 6º Agregar todos os ingredientes e servir com a batata palha por cima. FICHA TÉCNICA: SALADA MEDITERRÂNEA (02 porções) QUANTIDADE PRODUTO 100g Triguilho 100g Peito de frango cozido desfiado 25g Creme de leite 25g Maionese 500 ml Caldo de galinha 20g Cebola em brunoise 02g Cebolinha verde picada 10g Azeitona verde picada 10g Pimentão vermelho em brunoise 10g Pimentão amarelo em brunoise 20g Passas brancas aferventadas 20g Maçã descascada em brunoise 100g Tomate com pele e sem semente picado Q/B Alface Q/B Sal e Pimenta do reino ETAPAS PREPARO 1° Deixar o triguilho de molho no caldo de frango quente, deixar hidratar e espremer. 2° Misturar todos os ingredientes previamente picados, enformar e levar à geladeira. 3° Desenformar e finalizar com alface picado e cubinhos de tomate temperados. FICHA TÉCNICA: SALADA DE AGRIÃO COM TANGERINA E GORGONZOLA (02 porções) QUANTIDADE PRODUTO 30 ml Azeite 50 ml Suco de laranja 10 ml Vinagre 30g Cebola em brunoise ½ maço Agrião 30g Cebola roxa em julienne 01 um Tangerina 60g Queijo gorgonzola Q/B Sal e Pimenta do reino ETAPAS PREPARO 1° Com um fouet, misture o azeite, o suco de laranja, o vinagre e a cebola branca picada. Tempere. 2° Coloque o agrião e a cebola roxa numa tigela grande, tempere com um pouco de molho e misture (faça isso na hora de servir). 3° Transfira para um prato e arrume os gomos de tangerina sobre a salada. 4° Polvilhe o queijo esfarelado e sirva com o restante do molho. FICHA TÉCNICA: MAIONESE DE LEGUMES (02 porções) QUANTIDADE PRODUTO 100g Batata em cubos pequenos 10g Ervilha fresca 25g Cenoura em cubos pequenos 25g Vagem francesa em cubos pequenos 10g Cebola em brunoise aferventada (opcional) 20g Passas pretas aferventadas 50g Maçã em cubos pequenos Q/B Sal e Pimenta do reino 30g Maionese 30g Creme de leite 10 ml Azeite ETAPAS PREPARO 1° Corte os legumes em cubos iguais. 2° Cozinhe os legumes separadamente, al dente. Misture tudo. 3° Junte a maionese, o azeite e os temperos. FICHA TÉCNICA: SALADA DE LEGUMES CRUS COM MOLHO VENEZIANO (02 porções) Salada Típica de Veneza QUANTIDADE PRODUTO 50g Chuchu ralado grosso 50g Beterraba ralada grossa 50g Cenoura ralada grossa Q/B Alface crespa 10g Cebola em brunoise e aferventada (opcional) 02g Alho picado 02g Salsa picada 02g Cebolinha verde picada 10 ml Azeite Para o molho veneziano: 40g Ricota fresca 45 ml Creme de leite 60g Maionese 05g Casca ralada de limão Q/B Sal e Pimenta do reino 05g Cebolinha verde 15 ml Suco de limão ETAPAS PREPARO 1° Misturar a ricota com o leite e passe por uma peneira para torná-la uniforme. 2° Acrescente a maionese, a casca e o suco de limão, a cebolinha verde, sal e pimenta do reino. 3° Mexa bem para obter um molho cremoso. FICHA TÉCNICA: SALADA DE KANI-KAMA (02 porções) QUANTIDADE PRODUTO 50g Abacate em cubos pequenos 50g Melão em cubos pequenos 50g Manga em cubos pequenos 50g Mamão em cubos pequenos 150g Kani Kama desfiado ou cortado em julienne 30g Nozes picadas grosseiramente 30 ml Azeite 10ml limão Q/B Sal e pimenta do reino ETAPAS PREPARO 1° Cortar as frutas, montar as frutas em camadas com o vinagrete, o kani-kama desfiado por cima, acrescentar as nozes finalizando. FICHA TÉCNICA: SALADA DE MELÃO E HORTELÃ (02 porções) QUANTIDADE PRODUTO ½ un Melão Pequeno de polpa laranja ½ un Melão Pequeno de polpa verde 30g Presunto de Parma 60g Tomate cereja 1un Folhas de Hortelã 30ml Vinho do Porto 15ml Limão 10ml Mel Q/B Sal e Pimenta do reino ETAPAS PREPARO 1° Usando o boleador, faça bolinhas da polpa do melão e reserve. 2° Coloque o vinho do porto numa tigela, esprema o suco de limão e junte ao vinho,acrescente, o mel, o sal e a pimenta e emulsione os ingredientes. 3° Pique as folhas de hortelã em chifonade e acrescente aos melões e ao tomate cereja cortado em gomos. 4° Faça um chips do presunto de parma, levando ao forno até ficar crocante, sirva inteiro ou pique incorporando aos melões. FICHA TÉCNICA: SALADA DE BACALHAU COM FEIJÃO BRANCO (02 porções) QUANTIDADE PRODUTO 200g Bacalhau em lascas 50 g Feijão Branco 15g Cebola em brunoise 10g Alho picado 10g Salsa picada 30g Tomate com pele e sem sementes em cubos pequenos Q/B Vinagre de vinho branco Q/B Azeite 1 um Folha de louro 1 um Cravo da índia 1 um Folha de couve em chifonade Q/B Sal e Pimenta do reino Q/B Óleo 10g Cebolinha verde picada ETAPAS PREPARO 1° Cozinhar o feijão com o louro e o cravo, escorrer e reservar. 2° Puxar o bacalhau no azeite com cebola, alho, sal e pimenta. 3° Depois de pronto, deixar esfriar e juntar o feijão, a salsa, a cebolinha verde e os cubos de tomate. Acertar o tempero. 4° Fritar a couve em imersão e servir com a couve crocante por cima. FICHA TÉCNICA: SALADA DE REPOLHO ROXO, BACON E ROQUEFORT (02 porções) QUANTIDADE PRODUTO 80g Repolho Roxo 20 ml Vinagre de Vinho Tinto 25g Queijo Roquefort ou Gorgonzola esfarelado 50g Bacon em brunoise 500ml Água Q/B Azeite Q/B Sal e Pimenta do reino ETAPAS PREPARO 1° Corte o repolho em chifonade e coloque em uma tigela. 2° Aqueça o vinagre e despeje-o sobre o repolho, despeje a água fervente sobre o repolho e deixe por 3-4 minutos, até amaciar ligeiramente. 3° Escorra por completo e volte para uma tigela. 4° Tempere o repolho com sal, pimenta do reino e azeite. 5° Frite o bacon. Monte a salada com o repolho, o queijo esfarelado grosseiramente e salpique o bacon. FICHA TÉCNICA: STROGONOFF DE FRANGO (02 porções) O Strogonoff é um prato de origem russa, com inúmeras histórias sobre a sua origem, na verdade, chamava-se Strogonov. Posteriormente, com a imigração dos russos para a Europa, a receita chegou à França, onde foi refinada ainda mais, chegando à forma pela qual a conhecemos. QUANTIDADE PRODUTO 200g Peito de Frango em cubos médios 10ml Azeite 70g Cogumelos frescos fatiados 10g Manteiga 50g Cebola em brunoise 300 ml Caldo de galinha 30g Ketchup 30ml Conhaque 10g Mostarda 200ml Creme de leite UHT 30g Batata palha 15ml Molho Inglês Q/B Sal, Pimenta do reino e noz moscada ETAPAS PREPARO 1° Corte o peito de frango e tempere com sal, pimenta do reino, molho inglês e noz moscada. 2° Dourar o frango na mistura de azeite e manteiga. Reservar a carne. 3° Refogar na mesma panela a cebola, voltar com a carne e flambar com conhaque. 4° Junte o Ketchup, mostarda e o caldo de frango. 5° Deixe reduzir a metade, junte o creme de leite e os cogumelos. 6° Verifique a cremosidade e o tempero e sirva com batata palha. FICHA TÉCNICA: FRICASSÉ DE FRANGO (02 porções) Do francês fricassée, do verbo fricasser, guisar. Fricassé é um guisado de vitela ou frango, cortados em pedaços e cozidos em molho bem temperado e abundante. Escrito em francês, fricassée, está em nossa culinária desde o século 18. QUANTIDADE PRODUTO 02un Coxa e/ou sobrecoxa 30g Manteiga 20ml Azeite 50g Cebola em brunoise 10g Alho picado 10g Farinha de trigo 50ml Vinho branco seco 300ml Caldo de galinha 05g Tomilho 100g Cenoura fatiada e branqueada 60g Alho-poró fatiado 100 ml Creme de leite fresco 1 folha Louro Q/B Sal e Pimenta do reino ETAPAS PREPARO 1° Retire a pele e tempere as coxas e sobrecoxas, com sal e pimenta e salteie na manteiga e azeite até dourar levemente. 2° Retire da panela e reserve. Na mesma panela, sue a cebola e o alho. 3° Junte a farinha e cozinhe, fazendo um roux branco. 4° Deglaceie com o vinho branco, acrescente o caldo, o louro e o tomilho. 5° Ferva e retorne o frango à panela. 6° Abaixe o fogo e cozinhe lentamente até o frango ficar macio (+/- 20 minutos). 7° Para finalizar tire o frango, adicione o creme de leite e cozinhe em fogo lento até ficar ligeiramente espesso. 8° Adicione a cenoura e o alho-poró e acerte o tempero. 9° Para finalizar retorne o frango à panela para aquecer e servir. FICHA TÉCNICA: PUPUNHA ASSADO COM AZEITE AROMATIZADO COM TOMILHO E LIMÃO SICILIANO (02 porções) QUANTIDADE PRODUTO 200g Palmito Pupunha em fatias grossas 10 ml Azeite 05 ml Limão Siciliano raspa e suco 05g Tomilho Q/B Sal e Pimenta do reino ETAPAS PREPARO 1° Pré-aqueça o forno a 180°C. 2° Fatiar o palmito e temperar com sal e pimenta do reino + um fio de azeite, envolva-o em papel alumínio e leve ao forno numa assadeira, asse até que espetando com um garfo esteja macio. 3° Prepare um molho misturando o suco e a raspa do limão, tomilho, sal e pimenta do reino e misture bem. 4° Adicione o azeite em fio, emulsionando. 5° Retire o palmito do forno, transfira-o para um prato de serviço e sirva ainda quente com o molho à parte. FICHA TÉCNICA: COXA E SOBRECOXA DE FRANGO DESOSSADA E RECHEADA (02 porções) QUANTIDADE PRODUTO 02un Coxa e sobrecoxa de Frango desossada 02un fatias Muçarela 02un fatias Presunto 04un fatias Bacon ½ un Limão tahiti 10g Alho espremido 05g Alecrim Q/B Sal e pimenta do reino ETAPAS PREPARO 1° Tempere as coxas e sobrecoxas desossadas com o suco de limão, a pimenta do reino, o alho, o alecrim e sal. 2° Abra as coxas e sobre coxas e recheie com o presunto e o queijo. Feche-as, envolva cada uma com duas fatias de bacon e prenda com palitos de dente ou barbante. 3° Coloque-as em uma assadeira média, coberta com papel-alumínio e leve para assar em forno médio (180ºC) por 20 minutos. Retire o papel-alumínio e deixe até que dourem. Servir fatiada. FICHA TÉCNICA: ARROZ PIAMONTESE (02 porções) QUANTIDADE PRODUTO 100g Arroz Pronto 01g Champignon laminado 200ml Caldo de frango 40g Manteiga 200g Creme de leite UHT 50g Cebola em brunoise 80g Queijjo parmesão ralado 60ml Vinho branco seco Q/B Sal e pimenta do reino ETAPAS PREPARO 1° Faça o arroz como de costume. 2° Refogue a cebola na manteiga, junte o vinho branco e deixe evaporar. 3° Acrescente o caldo e deixe reduzir. 4° Junte o champignon, o creme de leite e o arroz, por último o parmesão. 5° Verificar a cremosidade e servir. FICHA TÉCNICA: TORTINHA DE BATATA (02 porções) QUANTIDADE PRODUTO 200 g Batata cozida e amassada 40 g Queijo Muçarela fatiado 15 g Farinha de rosca 20 g Queijo Parmesão ralado 10 g Queijo Provolone fatiado 10 g Manteiga 10 g Molho Bechamel 10 ml Leite 01un Gema Q/B Salsa picada Q/B Sal e pimenta do reino ETAPAS PREPARO 1° Junte a batata em forma de purê (frio), o parmesão, gema, a salsa, com um pouco de manteiga em temperatura ambiente, se ficar firme demais acrescente leite. 2° Unte ramequins com manteiga e esfarinhe com farinha de rosca. 3° Forre o ramequin com a massa de batatas e recheie com os queijos e o bechamel, cubra com mais massa de batatas. 4° Risque a superfície com um garfo, polvilhe com farinha de rosca. Asse a 200º C, por 10 minutos ou até obter uma crosta dourada. FICHA TÉCNICA:FRANGO AO CURRY E LEITE DE COCO (02 porções) QUANTIDADE PRODUTO 200g Peito de frango em cubos 10 ml Óleo de gergelim 40g Cebola picada 03 unidades Dente de alho picado 300 ml Leite de coco 100 ml Creme de leite fresco 15g Geléia de manga 15g Geléia de damasco Q/B Coentro picado Q/B Gengibre ralado Q/B Curry em pó, misturado com vinagre para fazer uma pasta Q/B Sal e pimenta do reino ETAPAS PREPARO 1° Limpe e corte os peitos de frango em pedaços regulares e tempere-os com sal, pimenta do reino e gengibre ralado. Reserve. 2° Aqueça metade do óleo de gergelim, e sue a cebola, o alho a pasta de curry (feita com o vinagre), cozinhe por cerca de 2 a 3 minutos, mexendo. 3° Junte o leite de coco, o creme de leite fresco e as geléias.Deixe levantar fervura, e cozinhe por 10 minutos, bata no liquidificador, passe pela peneira e reserve. 4° Em uma sautese, aqueça o óleo de gergelim restante e frite os pedaços de frango, quando estiver cozido, junte o molho, aqueça e sirva salpicado de coentro picado. FICHA TÉCNICA: PICCATA DE FRANGO COM LIMÃO SICILIANO, TOMILHO E ALCAPARRAS (02 porções) QUANTIDADE PRODUTO 200 g Filé de peito de frango 05 g Tomilho 20 g Alcaparras 70 ml Vinho Branco seco 100 ml Caldo de galinha 02 ml Suco de limão siciliano 40 g Manteiga 05 g Salsa picada 40 ml Azeite Q/B Trigo Q/B Sal e pimenta do reino ETAPAS PREPARO 1° Temperar com sal e pimenta do reino, passar no trigo e retirar o excesso. 2° Dourar o frango na mistura de manteiga e azeite, perfumar com vinho branco, juntar o suco de limão o tomilho e as alcaparras e deixar evaporar. 3° Junte o caldo de galinha e deixe reduzir, adicione a salsa e sirva. Se necessário monte o molho com manteiga gelada. FICHA TÉCNICA: ARROZ DE TOMATE ERVAS E MUSSARELA (02 porções) QUANTIDADE PRODUTO 100 g Arroz Pronto 30 g Cebola em brunoise 50 g Queijo Muçarela ralado grosso 100 g Tomate concassé 100 g Tomate Pelatti 20 g Manteiga 05 g Manjericão 02 g Orégano 10 g Alho picado 100 g Requeijão cremoso 100 ml Caldo de Galinha 05 g Raspas de limão siciliano Q/B Sal e pimenta do reino ETAPAS PREPARO 1° Fazer o arroz como de costume e reservar. 2° Refogar a parte a cebola na manteiga, juntar o alho e acrescentar os tomates, refogar e acrescentar o caldo de galinha deixe reduzir em fogo baixo e junte o orégano o manjericão e acrescente o arroz. 3° Para finalizar junte o requeijão a muçarela ralada e sirva com as raspinhas de limão. FICHA TÉCNICA: ROLÊ DE FRANGO (02 porções) QUANTIDADE PRODUTO 200 g Filé de Frango 30 g Manteiga 40 g Queijo Muçarela Fatiado 40 g Presunto Fatiado 15 ml Azeite 70 ml Vinho Branco seco 125 ml Caldo de Galinha Q/B Trigo para empanar 02 ml Limão 05 g Salsa picada Q/B Sal e pimenta do reino ETAPAS PREPARO 1° Abra os peitos de frango e bata entre dois plásticos para igualar a espessura. 2° Tempere com sal, pimenta do reino e limão. 3° Recheie com muçarela, presunto e enrole. 4º Prenda com palito e cordão. 5º Passe no trigo e retire o excesso. 6º Sauté em fogo médio no azeite e manteiga, adicione o vinho e deixe evaporar. 7º Junte o caldo de galinha e deixe reduzir. 8º Junte a salsa e monte o molho com manteiga gelada. FICHA TÉCNICA: MOUSSELINE DE BATATA BAROA (02 porções) QUANTIDADE PRODUTO 300 g Batata Baroa 125 ml Creme de Leite Fresco 40 g Manteiga Q/B Sal e pimenta do reino ETAPAS PREPARO 1° Cozinhar a Batata Baroa, espremer. 2° Aquecer o creme de leite, acrescentar o purê e a manteiga. 3° Ajustar sal e pimenta do reino e servir. FICHA TÉCNICA: MEDALHÃO DE FILÉ MIGNON AO GORGONZOLA (02 porções) QUANTIDADE PRODUTO 200g (100g cada) Medalhão de Filé Mignon 50g Queijo Gorgonzola 150 ml Creme de Leite Fresco 30g Manteiga 30 ml Azeite Q/B Sal e pimenta do reino ETAPAS PREPARO 1° Corte os medalhões e tempere com sal e pimenta do reino. 2° Bata no liquidificar o gorgonzola e o creme de leite e reserve. 3° Coloque em uma frigideira a manteiga e o azeite e doure os filés até o ponto desejado. 4° Aqueça o molho, deixe reduzir até nappé e sirva com os filés. FICHA TÉCNICA: BATATA SAUTÉ (02 porções) QUANTIDADE PRODUTO 300g Batata em cubos médios 05g Manteiga 05 ml Azeite Q/B Salsa picada Q/B Sal Modo de Preparo: ETAPAS PREPARO 1° Cortar as batatas e branquear ligeiramente. 2° Saltear na mistura de azeite e manteiga até cozinhar e dourar. 3° Temperar com sal e a salsa picada e servir. FICHA TÉCNICA: FILÉ MIGNON AO MOLHO DE ACETO Balsâmico (02 porções) QUANTIDADE PRODUTO 200 g Medalhão de Filé Mignon 20 g Cebola em brunoise 10 g Cenoura em brunoise 10 g Aipo em brunoise 02 un alho em brunoise 150 ml Vinho tinto seco 50 ml Vinagre Balsâmico 60 ml Molho de Tomate 120 ml Caldo de Carne 10 ml Molho Inglês 40 g Manteiga 20 ml Azeite 01 un Bouquet Garni Q/B Sal e pimenta do reino ETAPAS PREPARO 1° Refogue o mirepoix e o alho no azeite. 2° Junte o vinho e o vinagre balsâmico e deixe reduzir a metade. 3° Junte o molho de tomate, caldo de carne e o bouquet garni, deixe ferver. 4° Peneire e volte ao fogo para reduzir. 5° Acertar o tempero e a acidez (com açúcar se necessário) e montar com manteiga gelada. 6° Grelhar os filés temperados com sal, pimenta do reino e molho inglês, servir com o molho. FICHA TÉCNICA: MOUSSELINE DE BATATA BAROA (02 porções) QUANTIDADE PRODUTO 300 g Batata Baroa 125 ml Creme de Leite Fresco 40 g Manteiga Q/B Sal e pimenta do reino ETAPAS PREPARO 1° Cozer a Batata Baroa, espremer. 2° Aquecer o creme de leite, acrescentar o purê e a manteiga. 3° Ajustar sal e pimenta do reino e servir. FICHA TÉCNICA: FILÉ MIGNON À PARMEGIANA COM TOMATE SECO E RÚCULA (02 porções) QUANTIDADE PRODUTO 200 g Medalhão de Filé Mignon 30 g Tomates secos sem pele 50 g Queijo mussarela fatiada 25 g Presunto de Parma fatiado ¼ maço Rúcula 30 ml Vinho Branco seco 100 ml Molho de tomate 20 g Manteiga 20 ml Azeite Q/B Farinha de Trigo Q/B Sal e pimenta do reino ETAPAS PREPARO 1° Tempere os medalhões com sal e pimenta do reino. 2° Passe no trigo e retire o excesso. 3° Dourar na mistura de azeite e manteiga (mal passado) e perfumar com vinho branco, evaporar. 4° Coloque em uma assadeira, cubra com o queijo mussarela, o Presunto de Parma e o tomate seco. 5° Leve ao forno pré-aquecido para derreter o queijo. 6° Retire do forno e sirva com o molho de tomate aquecido e a rúcula. FICHA TÉCNICA: ESCALOPINHO DE PICANHA MATURADA COM ERVAS (02 porções) QUANTIDADE PRODUTO 200g (100g cada) Postas de picanha maturada 03 un Folhas de Sálvia fresca picada 70 ml Vinho Branco Seco 100 ml Caldo de Carne 01 un Pimenta dedo-de-moça picada sem semente 20g Manteiga 20ml Azeite Q/B Orégano Q/B Sal e pimenta do reino ETAPAS PREPARO 1° Fatiar a picanha, temperar com sal e pimenta e dourar, até o ponto desejado, em uma mistura de azeite e manteiga. 2° Retiraro excesso de gordura, acrescentar as ervas picadas e a pimenta dedo de moça, adicionar o vinho branco e deixar evaporar. 3° Acrescentar o caldo de carne, deixar encorpar, voltar com a picanha para aquecer e, se necessário, montar o molho com manteiga gelada. FICHA TÉCNICA: ONION RINGS (02 porções) QUANTIDADE PRODUTO 02 un Cebola grande cortada em anéis de 1 cm 150g Farinha de trigo 50g Fécula de batata 15 ml Óleo 01un Ovo Q/B Cerveja gelada Q/B Sal e pimenta do reino ETAPAS PREPARO 1° Corte a cebola em anéis não muito finas, em torno de 1cm, coloque imersa em água gelada por 30 minutos soltando os anéis. Retire seque bem e polvilhe farinha de trigo. 2° Faça uma massa com a farinha de trigo, fécula, sal, pimenta do reino, ovo, óleo e a cerveja gelada, colocando aos poucos, fazendo uma massa não muito espessa, mais que cubra a cebola. 3° Frite por imersão. FICHA TÉCNICA: PICANHA AO MOLHO DE MOSTARDA (02 porções) QUANTIDADE PRODUTO 200g (100g cada) Postas de picanha 50 g Cebola em brunoise 20 g Mostarda americana 20 g Mostarda de Dijon 100 ml Caldo de Carne 100 ml Creme de Leite Fresco 20 g Manteiga 20 ml Azeite Q/B Sal e pimenta do reino ETAPAS PREPARO 1° Fatiar a picanha e temperar com sal e pimenta do reino e dourar até o ponto desejado, em uma mistura de azeite e manteiga.Reservar. 2° Na mesma frigideira junte mais manteiga se necessário, acrescente a cebola deixando refogar. 3° Junte o caldo de carne, deixe reduzir, adicione o creme de leite, a mostarda e deixe adquirir consistência nappé, coar e servir. FICHA TÉCNICA: SPAGUETTI FRITTO TRICOLORE 02 porções QUANTIDADE PRODUTO 200 g Spaguetti 01 un Cenoura 01 un Abobrinha ½ un Alho poró 50 g Cogumelos paris laminado 10 g Azeitona preta laminada 50 g Queijo Parmesão ralado 50 g Manteiga 50 ml Azeite 600 ml Caldo de legumes Q/B Manjericão Q/B Sal e pimenta do reino ETAPAS PREPARO 1° Cortar em julienne finíssima a cenoura, a abobrinha e o alho poró. Reserve. 2° Quebre o spaguetti (cru) em 3 partes e frite-o em azeite quente, até dourar. 3° Assim que o spaguetti estiver dourado, adicione o caldo de legumes aos poucos e deixe cozinhar “Al dente. 4° Saltear a parte em azeite e manteiga a cenoura, a abobrinha, o alho poro, os cogumelos e as azeitonas. 5° Corrigir sal e pimenta, acrescentar a massa, colocar o manjericão e servir com parmesão ralado. FICHA TÉCNICA: FILÉ MIGNON EM CROSTA DE COGUMELO FUNGHI (02 porções) QUANTIDADE PRODUTO 200 g 1 cabeça de Filé Mignon 40 g Manteiga 50 ml Caldo de carne 05 g Funghi secchi 200 ml Creme de Leite Fresco 50 ml Vinho Branco seco 03 un Folhas de sálvia 10 g Salsa picada 40 ml Azeite Q/B Sal e pimenta do reino ETAPAS PREPARO 1° Seque os cogumelos no forno médio. 2° Processe-os e peneire para obter um pó de funghi. 3° Tempere os filés com sal e pimenta do reino. 4° Passe-os no pó de funghi para formar uma camada externa e leve a geladeira por 15 minutos. 5° Doure-as na mistura de azeite e manteiga em fogo médio. 6° Leve-os ao forno pré-aquecido (200°C) por 10 minutos coberto com papel alumínio. 7° Na mesma frigideira junte a sálvia inteira e o vinho branco, quando reduzir a metade, junte o caldo de carne e reduza novamente, adicione o creme de leite e deixe encorpar. 8° Retire a sálvia, e coloque a salsa.. 9° Retire o filé do forno e fatie, sirva com o molho. FICHA TÉCNICA: MAMINHA AO MOLHO DE VINHO TINTO (02 porções) QUANTIDADE PRODUTO 400g Maminha 50g Cebola em brunoise 05g Alho picado 25g Cenoura em brunoise 25g Aipo em brunoise 50 ml Azeite 250 ml Vinho tinto 100g Molho de tomate 125 ml Caldo de carne 10g Tomilho, alecrim e sálvia inteiros ½ un Casca de canela Q/B Trigo Q/B Sal e Pimenta do reino ETAPAS PREPARO 1° Corte a carne em cubos médios e tempere com sal e pimenta. 2° Junte a cebola, o alho, cenoura e o aipo, junte também as ervas e o vinho e deixe marinar por 30 minutos.( só vamos utilizar o sal na marinada pois ficará por pouco tempo). 3° Retire a carne da marinada, coe separando a parte sólida da líquida. 4° Doure a carne no azeite. Reserve. 5° Na mesma panela refogue a parte sólida da marinada, volte com a carne, singer com trigo, junte o molho de tomate (pinçage), junte o vinho (da marinada), deixe evaporar o álcool e acrescente o caldo de carne. 6° Cozinhe em fogo baixo até a carne amaciar, se necessário junte mais caldo.Retire a carne quando macia, peneire o molho, volte com a carne para a panela e reduza. FICHA TÉCNICA: PURÊ DE BATATA-DOCE COM GENGIBRE (02 porções) QUANTIDADE PRODUTO 03 um Batata-doce 30g Manteiga 100 ml Creme de leite fresco Q/B Sal e Pimenta do reino Q/B Gengibre ETAPAS PREPARO 1° Coloque a batata-doce para assar envolta em papel alumínio até ficar macia. 2° Descasque e esprema. Aqueça a manteiga, o creme de leite e o gengibre ralado e misture a batata amassada. Acerte sal e pimenta do reino e sirva. FICHA TÉCNICA: PEITO DE BOI COM LEGUMES (02 porções) QUANTIDADE PRODUTO 300g Peito bovino sem osso 50g Cebola em brunoise 50g Tomate concassé 01 un Alho picado ½ Cenoura cubos médios ½ Chuchu em cubos médios ¼ Repolho rasgado 01un Batata em cubos médios 01un Banana da terra cortada em três partes 5g Cebolinha verde picada 300 ml Caldo de carne 5g Salsa picada 50 ml Azeite 20g Farinha de mandioca Q/B Sal e Pimenta do reino ETAPAS PREPARO 1° Corte a carne em cubos médios tempere com sal e pimenta e doure no azeite; reserve. 2° Branquear os legumes e reservar. 3° Na mesma panela refogue a cebola, o alho, os tomates, volte com a carne e acrescente o caldo, cozinhe na panela de pressão até amaciar, olhando de 15 em 15 minutos. Se necessário acrescente mais caldo. 4° Quando estiver macia reserve, acerte o tempero do caldo e coloque os legumes e a banana para finalizar a cocção.Retire um pouco de caldo para o pirão, em uma panela como caldo fervendo acrescente a farinha “em chuva” em fogo baixo. Retorne a carne ao caldo restante e aos legumes e sirva com o pirão. (deixar o caldo adquirir textura). FICHA TÉCNICA: ROCAMBOLE DE CARNE MOÍDA (02 porções) QUANTIDADE PRODUTO 300 g Carne Moída (patinho) 20 g Creme de Cebola 05 ml Molho Inglês 05 g Mostarda 02 g Salsa picada 01un Gema Q/B Pão Velho ralado Q/B Azeite 30 g Muçarela Fatiada 30 g Presunto Fatiado Q/B Sal e pimenta do reino ETAPAS PREPARO 1° Misturar todos os ingredientes, exceto a muçarela e o presunto. 2° Verificar o tempero. 3° Abrir um retângulo num pano úmido, ou filme plástico. 4° Rechear com o presunto e a mussarela. 5° Enrolar e deixar embrulhado por 30 minutos no freezer. 6° Retirar o pano, untar com azeite e assar em forno pré-aquecido (250° C) até dourar. FICHA TÉCNICA: ARROZ À GREGA (02 porções) QUANTIDADE PRODUTO 100 g Arroz pronto 20 g Cebola em brunoise 20 g Manteiga 20 g Presunto em brunoise 10 g Passas Pretas aferventadas 20 g Ervilhas Frescas 20 g Cenoura branqueada em brunoise20 ml Azeite Q/B Sal e pimenta do reino ETAPAS PREPARO 1° Cozer o arroz como de costume. 2° Aqueça uma panela e coloque a manteiga e o azeite, junte a cebola, o presunto e refogue. 3° Junte os outros ingredientes ao arroz e sirva. FICHA TÉCNICA: BIFE À ROLÊ (02 porções) QUANTIDADE PRODUTO 02un Bifes de chá de dentro 05 g Alho picado 100 g Cebola em brunoise 200 g Tomate pelatti processado 100 ml Caldo de carne 02 g Salsa picada 02 g Cebolinha verde picada 100 g Cenoura em bastão 100 g Bacon em bastão 02 ml Vinagre 50 ml Óleo Q/B Sal e pimenta do reino ETAPAS PREPARO 1° Tempere os bifes com sal, pimenta do reino, alho e vinagre. 2° Coloque em cima de cada bife, bastões de cenoura e de bacon. 3° Amarre com barbante e reserve. 4° Doure no óleo os bifes e reserve-os, na mesma panela junte a cebola e o alho, deixe refogar, junte o tomate processado e o caldo de carne, retorne a carne. 5° Deixe cozinhar em panela tampada em fogo brando até amaciar. (se precisar junte mais caldo), finalize com salsa e cebolinha. 6° Sirva com massa ao alho e óleo. FICHA TÉCNICA: FILÉ MIGNON DE PORCO EM CROSTA DE ESPECIARIAS (02 porções) QUANTIDADE PRODUTO 05 g Folha de Louro 05 g Tomilho 05 g Pimenta da jamaica em pó 05 g Páprica doce ½ un Pimenta dedo de moça, sem semente picada 01un alho picado 500g Filé Mignon Suíno Q/B Cravo da índia em pó Q/B Noz Moscada Q/B Azeite Q/B Sal e pimenta do reino ETAPAS PREPARO 1° Passe num pilão as folhas de louro, o tomilho, a pimenta da jamaica,o cravo, a páprica, a noz moscada, o sal, a pimenta dedo de moça e o alho. 2° Moa ou amasse até formar uma pasta homogênea. Tempere a carne com essa mistura e deixe repousar alguns minutos. 3° Aqueça uma frigideira com azeite e coloque os filés inteiros, virando de vez em quando para não queimar. 4° Terminar o cozimento no forno coberto com papel alumínio por 10 minutos. 5° Servir fatiado. FICHA TÉCNICA: ARROZ COM BERINJELA E CANELA (02 porções) QUANTIDADE PRODUTO 100g Arroz cru 100g Berinjela com casca em cubos pequenos 40 ml Azeite 20 g Cebola em brunoise 20g Passas brancas aferventadas 50g Tomate com pele e sem semente 20g Castanha de cajú picada Q/B Canela em pó Q/B Sal e pimenta do reino ETAPAS PREPARO 1° Corte a berinjela e doure no azeite e reserve. 2° Refogue a cebola no azeite e junte o arroz e frite, junte água, as passas e a canela. 3° Deixe cozinhar até amaciar em panela tampada. 4° Solte com um garfo e junte a berinjela, o tomate e tampe por 5 minutos. 5° Polvilhe com castanha de caju e sirva. FICHA TÉCNICA: CHUTNEY DE AMEIXA FRESCA (02 porções) QUANTIDADE PRODUTO 500g Ameixa fresca sem caroço 125g Maça em brunoise 70g Uva passa branca 120g Cebola em brunoise 50g Cenoura em julienne 125g Açúcar mascavo ½ colher de chá Cravo da índia em pó ½ colher de chá Gengibre em pó ½ colher de chá Pimenta da Jamaica em pó ½ un Pimenta vermelha, sem semente e picada 250 ml Vinagre de vinho Branco Q/B Sal e pimenta do reino ETAPAS PREPARO 1° Numa tigela, misture as frutas, a cebola, a cenoura e o açúcar. 2° Numa panela, coloque sal, as especiarias e o vinagre e leve ao fogo baixo até levantar fervura. 3° Nesse ponto, junte a mistura de frutas e legumes. 4° Quando voltar a ferver, reduza a chama e cozinhe em fogo baixo por aproximadamente 1 hora e 30 minutos, mexendo ocasionalmente, até ficar bem apurado e consistente. 5° Passar no mixer até ficar com textura de geléia. FICHA TÉCNICA: FILÉ MIGNON SUÍNO COM BACON E BATATAS COM ERVAS E SAL GROSSO (02 porções) QUANTIDADE PRODUTO 01un Filé Mignon Suíno 80g Bacon fatiado 150g Batata Bolinha com casca aferventada 20g Alho em brunoise 100ml Vinho tinto 350 ml Caldo de carne 20g Cebola em brunoise 20g Aipo em brunoise 20g Cenoura em brunoise Q/B Alecrim fresco picado Q/B Trigo Q/B Sal grosso Q/B Azeite 10g Extrato de tomate Q/B Sal e pimenta do reino ETAPAS PREPARO 1° Abrir o Filé mignon suíno e afinar. 2° Temperar com sal, pimenta do reino, metade do alho e o alecrim. 3° Cobrir com fatias de bacon, enrolar, amarrar e aparar as pontas. 4° Passar no trigo, tirar o excesso e dourar no azeite e reservar. 5° Na mesma panela doure as aparas e acrescente o mirepoix e o alho. 6° Refogue, junte o extratro de tomate e caramelize. 7° Singer com trigo e voltar à carne. 8° Acrescentar o vinho tinto e deixe evaporar. 9° Adicionar o caldo e cozinhar por 15 minutos tampado e fogo baixo (se precisar junte mais caldo). 10° Peneirar, verificar o tempero e a textura. 11° Fatiar a carne e servir napeado com o molho. Para a Gaurnição: Salpicar as Batatas bolinhas aferventadas com sal grosso, alecrim e azeite, levar ao forno pré-aquecido até dourar. FICHA TÉCNICA: LOMBO DE PORCO ASSADO COM MOLHO DE LARANJA (02 porções) QUANTIDADE PRODUTO 300g Lombo de Porco desossado 20g Manteiga 02 un alho picado 200 ml Suco de laranja Q/B Azeite Q/B Zest de Laranja 30g Geléia de laranja Q/B Suco de limão Q/B Sal e pimenta do reino ETAPAS PREPARO 1° Limpar, temperar com sal e pimenta e suco de limão. 2° Selar o lombo com azeite, colocar na assadeira, com o suco de limão. 3° Assar 15 minutos a 180º com papel alumínio. 4° Em outra panela, juntar manteiga, alho, casca e suco de laranja, a geléia,sal e pimenta, deixar reduzir. 5° Deglaçar com o fundo da assadeira – servir com a carne. FICHA TÉCNICA: FAROFA DE FRUTAS SECAS (02 porções) QUANTIDADE PRODUTO 30 30g Cebola em brunoise 50g Bacon em brunoise 30g Uvas passas brancas branqueadas 30g Ameixas-pretas em brunoise 30g Damascos em brunoise Q/B Azeite Q/B Manteiga 150g Farinha de mandioca Q/B Sal e pimenta do reino ETAPAS PREPARO 1° Em uma panela, aqueça a manteiga, o azeite e frite a cebola até ficar transparente. 2° Acrescente os ingredientes restantes da farofa e misture até ficar homogêneo. FICHA TÉCNICA: CREME DE MILHO (02 porções) QUANTIDADE PRODUTO 01un Lata de milho escorrido 20g Manteiga 200 ml Molho Branco 50 ml Creme de leite Q/B Sal e pimenta do reino ETAPAS PREPARO 1° Refogue o milho na manteiga. 2° Junte o molho branco e cozinhe até engrossar um pouco. 3° Bata no liquidificador com o creme de leite e sirva. FICHA TÉCNICA: LOMBO DE PORCO RECHEADO (02 porções) QUANTIDADE PRODUTO 400g Lombo de Porco 150g Lingüiça Calabresa fresca 02 un Alho picado Q/B Azeite 100g Queijo Coalho ralado grosso Q/B Sal e pimenta do reino ETAPAS PREPARO 1° Abra o lombo inteiro deixando-o como uma "manta", com aproximadamente 1 dedo de espessura. Tempere com sal, alho e pimenta a gosto e reserve. 2° Desfaça a calabresa fresca, eliminando a tripa e reserve. Monte o lombo: sobre a "manta" de lombo, espalhe a calabresa desfeita, e o queijo de coalho. 3° Enrole como um rocambole, apertado, mas com cuidado para que não rasgue. Amarre então com barbante de uso culinário, cubra com papel alumínio (a parte brilhante sempre virada em direção ao alimento)e leve ao forno pré-aquecido a 180º por cerca de 1 hora. Retire o papel alumínio e deixe dourar por cerca de 15 minutos. 4° Retire do forno, elimine o barbante e sirva fatiado.