Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Prévia do material em texto

Staphylococcus
Estafilococcias
Cocos Gram positivos, dispostos em cachos
Catalase positivo
Imóveis, anaeróbios facultativos
(~10% NaCl-36-40ºC)
0,5-1,5 m 
Presença de NaCl~10%; T 18º-40º C
GÊNERO STAPHYLOCOCCUS
Espécies comuns de Staphylococcus
 e suas doenças
Organismo
Sitio
Doenças
S. aureus
narina
Medida por toxinas alimentar intoxicação; cutâneas
S.epidermidis
pele
Bacteremia, endocardite
S.capitis
Gls. sebácea-testa
foliculite
S.saprophyticus
vagina
ITU
S.lugdunensis
Endocardite; artrite,bacteremia, ITU
S.haemolyticus
Gls.apócrinas
Bacteremia; endocardite;osteomielite; ITU, infecçõesde ferida
Staphylococcus aureus
Agar sangue – colônias com 1-2mm de diâmetro, opacas, pigmentação amarela das colônias
Coagulase positivo, DNAse positivo, fermentação do manitol
Bactéria patogênica
Infecções comunitárias MSSA/MRSA e hospitalares MRSA- gene mecA
Componentes estruturais/Superfície
		
Cápsula/ camada limosa–anti-fagocitose; aderência a corpos estranhos
Peptideoglicano- pirogênio endógeno, atraí leucócitos
Ácido teicóico- liga a fibronectina
Proteína A - impede ação do Ac-IgG
Fator clumping/fator de coagulaçao-liga ao fibrinogênio
Fatores de virulência por S. aureus
Fatores de virulência por S. aureus
EXTRACELULARES
	Toxinas 
		-Citotoxinas: (β, , , , leucocidina Panton-Valentine)
		-Esfoliativas: Proteases  desmossomos (epiderme)
		-Enterotoxinas: cels T  citocinas
		-Síndrome do choque tóxico: cels T  citocinas.
	Enzimas
		Coagulase:prototrombina  estafilotrombina  fibrinogênio  fibrina insóluvel
		Catalase: H2O2  H20+O2
		Hialuronidase: ácido hialurânico  tec. Conjuntivo
		Fibrinolisina/estafiloquinase: coágulos de fibrina
		Lipases,nuclease/DNAse, penicilases.
PATOGENIAS POR Staphylococcus aureus
PIOGÊNICAS/SUPRATIVAS
	INFECÇÕES CUTÂNEAS- IMPETIGO, FOLICULITE, FURÚNCULOS, CARBÚNCULOS E INFECÇÕES DE FERIMENTOS
Bacteremia;
Endocardite;
Pneumonia e empiema;
Artrite séptica;
Osteomielite implantes e próteses.
PATOGENIAS POR Staphylococcus aureus
MEDIADAS POR TOXINAS
Intoxicação alimentar
PATOGENIAS POR Staphylococcus aureus
Eritrema perioral deslocamento de tecido
				Bolhas e vesículas cutâneas
					
					Descamação do epitélio
Síndrome da pele escaldada/DOENÇA DE RITTER
MEDIADAS POR TOXINAS
Liberação da toxina TSST na corrente sangüínea
 		FEBRE de 39 a 40,5º C, 
Cefaléia, dor de garganta, cansaço extremo, confusão mental, vômito, diarréia aquosa 
Erupção cutânea ~ queimadura solar, no período a partir do 3º e 7 dias há descamação da pele.
 
CHOQUE HIPOVOLÊMICO
Síndrome do choque tóxico
MEDIADAS POR TOXINAS
EPIDEMIOLOGIA DAS ESTAFILOCOCCIAS (S. aureus)
Reservatório–pacientes infectados e colonizados;
Importância da colonização da mucosa nasal;
Transmissão–mãos (contato direto), outras vias.
– adesinas, adesina polissacarídica intercelular (matriz extracelular)
infecções associadas a implantes e próteses
Resistência aos antibióticos
CARACTERISTICAS do Staphylococcus epidermidis
 PATOGENIAS POR ESTAFILOCOCOS COAGULASE NEGATIVOS
ITU: disúria e piúria ; cateter urinário
Infecções de ferida
Infecções de cateter ou shunt
Infecções associados a dispositivos: proteses
DIAGNÓSTICO DE LABORATORIAL
Espécime clínico - diversos
Cultivo primário – agar sangue, 
		agar manitol salgado (meio seletivo) - material clínico contaminado
Teste da catalase e coagulase
Antibiograma – resistência à oxacilina, multiresistência
DIAGNÓSTICO DAS ESTAFILOCOCCIAS
CATALASE
COAGULASE LIVRE
COAGULASE LIGADA
COLORAÇÃO DE GRAM
IDENTIFICAÇÃO DE ECN
Identificação – sistemas automatizados, 
		 -testes bioquímicos, 
	-resistência a novobiocina (S. saprophyticus), 				fosfatase alcalina (S. epidermidis)
ANTIBIOGRAMA
 STAPHYLOCOCCUS AUREUS E ECN RESISTENTES À OXACILINA (ORSA E ORECN)
Mecanismo de resistência – gene mecA, PBP2a - baixa afinidade por oxacilina
Amostras multiresistentes – sensibilidade à vancomicina
 
HA-MRSA
 multiresistente aos antibióticos, adquirido nos hospitais, fatores de risco.
CA-MRSA
 sensível a alguns antibióticos (clindamicina, rifampicina, fluorquinolonas), adquirido na comunidade, sem fatores de risco, infecções de tecidos cutâneo e subcutâneo
 
RESISTENCIA bordeline 
hiperprodução de β-lactamase: cepas conhecidas como BORSA (borderline oxacillin-resistant S. aureus);
modificações nas proteínas de ligação de penicilina (PBPs 1, 2 e 4): cepas conhecidas como MODSA (modified penicillin-binding protein S.aureus
RESISTENCIA aos macrolídeos e lincosamidas 
Modificações no alvo de ligação no ribossomo: codificado pelo gene ermA ou ermC (erythromycin ribosomal methylase), conferindo resistência cruzada aos macrolídeos, lincosamidas e estreptogramina B (resistência MLSB);
Efluxo ativo: codificado pelo gene mrsA (specific methionine sulfoxide reductase), conferindo resistência aos macrolídeos e estreptogramina B; ou Inativação da droga.
TERAPIA RECOMENDADA-MS
Profilaxia

Mais conteúdos dessa disciplina