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NÃO NASCEMOS PRONTOS!
Nesse capítulo observamos à visão do autor sobre a satisfação, cuja é repudiada pelo mesmo, pois, uma vez que estamos satisfeitos com algo ou alguém, não esperamos mais nada além do apresentado por aquilo ou aquele, da mesma forma se dá quando nos sentimos satisfeitos em nossas vidas, e nos acomodamos à aquele estado, a partir daí não criamos, não alteramos ou inovamos mais, apenas vemos o tempo passar, sem progredir. De acordo com o autor, nós não ficamos mais velhos com o tempo, pois, nascemos não-prontos, e vamos nos fazendo com o tempo, ou seja, a cada dia e vemos estar melhores, mais prontos, apenas os objeto envelhecem, pois nascem prontos, e vão se tornando inúteis e ultrapassados.
ESTÁ FALTANDO ESPANTO!
Vemos aqui a opinião do autor sobre o desenvolvimento tecnológico e a forma como lidamos com o mesmo, onde isso se tornou uma forma de ‘esbanjo’ sócio-econômico para a elite, e não mais de admiração pela facilidade que as invenções nos trazem.
CUIDADO COM A TACOCRACIA...
Com toda a evolução tecnológica, e a pressa de desenvolver tudo, fomos nos tornando escravos do tempo, quase tudo hoje é feito com pressa, e pior, rotulado como “quanto mais rápido, melhor”, medimos o tempo que nos resta para fazer todas as tarefas, até mesmo as mais básicas, como preparar a comida e comê-la, fazemos cada vez mais rapidamente, seja com os utensílios que temos para prepará-la, ou com a praticidade de escolher uma comida pronta de fácil alimentação. Perdemos assim, o prazer de tudo, não aproveitamos o momento de nada, apenas queremos finalizá-lo para iniciar a próxima tarefa.
O NAUFRÁGIO DE MUITOS INTERNAUTAS 
Uma das tecnologias mais incríveis já inventadas é a internet, um meio onde tudo se conecta, e as distâncias se tornam inexistentes, temos acesso a todo tipo de informação, mas geralmente usamos da maneira incorreta, temos a ferramenta, e não sabemos como usá-la, é necessário aprender para filtrar tudo aquilo que pode nos agregar, no sentido de adquirir conhecimento, assim então, navegaremos na internet, e não naufragaremos mais.
MEMÓRIA FUGAZ, HISTÓRIA VELOZ (Josi)
NADA DO QUE É HUMANO ME É ESTRANHO? (Josi)
DESCANSE EM PAZ? (Josi)
O FUTURO SAQUEADO (Josi)
MEMÓRIAS DE MARGUERITE...
Fala sobre Marguerite Yourcenar (1903 – 1987) escreveu: “quando de gosta da vida, gosta-se do passado, porque ele é o presente tal como sobreviveu na memória humana”. Foi uma romancista, e as obras citadas nos livros falam sobre passado.
Cita que Marguerite morreu sem ver fatos históricos, como massacre de estudantes em uma praça de Pequim, invasão no panamá, primeiro impeachment no Brasil, queda do muro de Berilm, reunificação das Alemanhas, reaproximação das coreias, retomada do confronto entre israelenses e palestinos, etc. 
OBS: citou duas paginas de acontecimentos marcantes entre a morte de Marguerite e o final do século 20. 
Defende a ideia do contemporâneo William Faulker: “Ontem só acabará amanhã, e amanhã começou há dez mil anos”.
A MÍDIA COMO CORPO DOCENTE...
Diz que a sociedade ocidental tem tido como cuidado essencial as crianças, assuntos morais, sexuais, religiosas, cívicas, etc, mas em contra partida tem havido redução da qualidade e da quantidade da convivência familiar.
Relaciona a escola como o ambiente adequado para as crianças e adolescentes, evitando que elas estejam em lugares inapropriados. Essa responsabilidade jogada encima das escolas faz aumentar a carga sobre os educadores, que acabam sendo vistos como únicos responsáveis pela educação da juventude. 
Devemos levar em consideração que os jovens passam cerca de 1000 horas por ano em frente a tv, fora celular, computador, radio, etc. Ou seja, as horas na escola são uma minoria perto do tempo gasto como espectador. As mídias podem ser consideradas um corpo docente não escolar. Sendo assim também devem ser responsabilizados pela educação juvenil os produtores dos programas e publicidades.
Exemplo citado no livro: “Anselmo Vargas beijava Sônia Margot na novela das sete. O menininho de Matilde pediu: mãe, muda o programa. Meu pintinho fica ruim”...
SAUDÁVEL LOUCURA 
Achamos que somos loucos devido ao tanto de feriado que temos, e com isso muitas vezes culpamos os fracassos de nossa nação por causa do tempo parado. Quando na verdade o tempo parado vai muito além de simplesmente de ser um preguiçoso, o tempo que estamos “ociosos” é o tempo que temos para nos acalmar, dar valor as coisas pequenas e sentimentais que vão muito além do aspecto profissional de uma carreira. E outra, um bom preguiçoso sempre procurar maneiras mais fáceis de se executar uma tarefa complexa.
ANTROPOLATRIA ARROGANTE 
Trata sobre a arrogância da espécie humana, que pensa que substituiu Deus por conseguir clonar a própria espécie, e acredita que após a nossa existência nada de melhor a natureza tem a oferecer. Afirma que é preciso não desprezar outras sabedorias milenares.
DINEHRIO, PRA QUE DINHEIRO? 
Nesse capítulo o autor ensina o que fazer se a pessoa ganhar muito dinheiro na vida. Ele da várias alternativas de como agir assim que se ganha o dinheiro. Porém temos que saber lidar com esse dinheiro e saber responder algumas questões como: dinheiro traz felicidade? Dinheiro é tudo? Tem gente que fica obcecado pelo dinheiro, até mesmo nas relações afetivas. (relação afetiva x amor).
SE VOCÊ PARAR PARA PENSAR...
Nesse capítulo o autor relata que com a correria do dia a dia ninguém “para pra pensar” na vida, nas questões obvias que existem no nosso cotidiano, e sem pensar nas coisas direito, o ser humano tende a desistir das coisas mais rápido, largar tudo, sumir, para se livrar de situações que os torturam, esvaziam e amarguram. Ele alega que não devemos parar de pensar.
ENQUANTO HÁ VIDA...
Nesse capitulo o autor aborda as consequências dos problemas que acontecem no nosso cotidiano pois os tempos estão difíceis, terríveis, complicados, a questão espiritual está sendo deixada de lado, estresses, distúrbios, e faz uma pergunta: viver é perigoso? Mesmo com essa pergunta ele afirma que enquanto houver vida temos que ter esperança e sempre inventamos e reinventamos alternativas e sonhamos com o melhor.
A AMBÍGUA SOLIDÃO
A página 71 começa explicando que as concentrações urbanas não são mais comunidades e sim agrupamentos aumentando assim os conflitos, confrontos de necessidades, carências e ganancias.
TRIUNFO DA MORBIDEZ?
O stress é mencionado como consequência da correria do dia a dia e caracterizado como normal ou comum. Apesar disso, as pessoas passam a tomar medicamentos calmantes para conviver com o mesmo. Administradores, economistas, contadores, médicos e professores, são os maiores afetados pelo o stress, pois sofrem maiores pressões e cobranças na organização por um melhor desempenho no trabalho.
QUEM AVISA AMIGO É...
É exemplificada a época vivenciada de interesses recíprocos, em que a competitividade e uma base financeira se sobressaem sobre os valores morais. O autor satiriza o “mundo dos negócios”, no sentido da necessidade de conhecer pessoas e de ampliar contatos, sem que tenha alguma aproximação maior. Isso acontece sempre, pois a ideia de conhecer pessoas não quer dizer que elas precisam estar presentes em todos os vínculos sociais, é preciso distinguir cada pessoa, o administrador tem que lidar com todos que estão ao seu redor, com clientes, funcionários e fornecedores. Não é necessário ele ter afetos sobre os mesmos, ele apenas precisa ter apenas um bom relacionamento profissional.
A AMEAÇADORA CONCIENCIA LETÁRGICA
Fala da procura por tomadas de decisões em que o líder tem de opinar, criticar, aprovar ou discordar. O mesmo tem que ter uma postura segura, para passar a mesma aos funcionários, ele tem de ser o primeiro a motivar e a posicionar-se diante dos conflitos existentes. Entretanto, ele tem de avaliar o lado de cada um para ser justo nas decisões. Ele tem que buscar o equilíbrio da empresa mesmo que seja impossível de tê-lo plenamente.
A RESIGNAÇÃO COMO CUMPLICIDADE 
O mentor abre um discurso da decadênciada sociedade que é caracterizado pela acomodação e pela espera desalentada. O mesmo pode acontecer em um empreendimento quando o mesmo correr riscos de adentrar em falência, ou supostamente está à beira do acontecimento. Não se deve esperar o pior acontecer, não se pode prostrar-se diante da situação, o administrador não pode aceitar o fracasso, como diz Peter Drucker “a causa mais comum do fracasso do gerente é a incapacidade ou a falta de vontade de mudar diante das exigências de uma nova posição”, ele tem que buscar soluções imediatas, ele tem que “meter a mão na massa”, para que nesse caso a empresa venha a sair de tais problemas.
OS DENTES DO TEMPO 
O tempo vai passando e os dilemas vão aumentando com o andar da carruagem, como iremos criar e educar os nossos filhos? Se as formas como as coisas foram repassadas para nós hoje ninguém mais sabe o real significado. Muitos ensinos e ditos já não fazem mais sentido algum.
JANUS À ESPREITA 
Hoje mais do que nunca temos que olhar para trás e reconciliar o passado junto ao futuro, de modo que possamos visualizar os princípios mais importantes na vida, que são os relacionamentos interpessoais. Atualmente vivenciamos uma inversão de valores, nos quais nos distanciamos cada vez mais das pessoas e por não nos conhecermos vamos alimentando o medo do convívio. Antigamente se víssemos uma pessoa na rua andando de noite, as pessoas logo agradeciam a Deus, pois agora já não iria caminhar sozinha, hoje não podemos ver alguém andando na rua que já ficamos com medo de sermos assaltados.
SALUTAR NOSTALGIA (Breno)
QUIPROQUÓ (Érica)
DOURADAS PÍLULAS (Érica)
VERGONHAS AMARGAS (Érica)
HUMANA ARMADILHA
Através de uma tirinha desenhada pelo escritor Joaquim Salvador, o autor utiliza a sátira da personagem Mafalda para levantar alguns questionamentos sobre o tema felicidade, tais como, onde encontra-la, qual o modelo a ser seguido para alcança-la, entre outros. 
É citado pelo autor que a felicidade pode ser alcançada através de várias formas, como por exemplo: na religião obsessiva, no consumo desvairado, no trabalho insano, na vida coletiva, entre outros.
Durante a abordagem desse tema, o autor utiliza a opinião de outros escritores para enriquecimento do conteúdo. Uma opinião importante que foi citada é a do escritor muçulmano Saadi, onde ele cita a seguinte passagem em sua obra “O Jardim das Rosas”: ‘’Lamente por aquele que julga haver achado a felicidade, inveje aquele que a procure e a abandonará, tão logo a encontre. A única felicidade consiste em esperar a felicidade’’.
SÁBIA CONCIÊNCIA
Nessa passagem o tema abordado é a sabedoria. É citado pelo autor que o ser humano, através de uma intensa procura, busca atingir a morada da sabedoria. O grande problema é que muitas vezes o ser humano se acomoda com o que já aprendeu ao longo da vida, com seus conhecimentos, com suas convicções, não buscando assim alcançar novos conceitos, novos olhares, novas experiências.
Nesse contexto de entender a necessidade de buscar sempre se aprimorar, o autor utiliza uma passagem escrita pelo antropólogo Claude Lévi, ‘’o sábio não é o homem que fornece as verdadeiras respostas, é o que formula as verdadeiras perguntas’’.
Outra passagem citada pelo autor é a escrita por um monge, conhecida como Beda. Ele fala que há três caminhos para a infelicidade ou fracasso: 1) não ensinar o que se sabe; 2) não praticar o que se ensina; 3) não perguntar o que se ignora.
DESTINO, UM CONFORTÁVEL DESEJO
Como o próprio título afirma, o tema abordado agora é sobre o destino. É citado nessa passagem a angustia que ocorre na maioria das pessoas em ter que fazer escolhas e ter que aceitar as suas consequências. Escolhas estas que influenciarão no seu destino. Se acomodar na convicção de que tudo é fruto do destino, que todos os acontecimentos já estavam antes escritos é muito cômodo. É importante tomar partido, assumir as responsabilidades de suas decisões, enfrentar os problemas e percalços do dia a dia para que assim você possa guiar a sua vida, seu destino, e não eles te guiarem.
ALEGRIA: AS BRUXAS CONTINUAM SOLTAS...
O mundo está em constante evolução (mudanças), e tais são historicamente concebidas através de interesses individuais ou de um grupo dominante em um espaço de tempo, sendo estas para o bem coletivo ou não. Ainda que “verdades”, tradições e valores sejam vistos como obsoletos, vários desses estão apenas disfarçados ou incorporados em novas realidades, novas religiões, organizações, e novos grupos de interesse, resistindo assim a temporalidade, formalidade e contraposição, na sua maioria com reformulação, e em alguns poucos exemplos com sua genuína natureza.
Mas o que leva os seres humanos a serem tão supersticiosos, ou terem fé em determinada profecia ou crença? O certo é que somos seres que temos ciência do tempo, e percebemos a ação deste na prática, logo a partir desta noção percebemos que temos um controle finito das coisas e sobretudo da vida, e por isso queremos ir além, na busca de estarmos imunes as forças irrevogáveis do mundo físico, e atuar na dimensão do sobrenatural, quebrar as barreira do finito.
UM PERSISTENTE CIO
Nos dias atuais tempo é dinheiro. Este é um ditado popular que é como um curinga, sempre é falado nos assuntos temporais. Mas dinheiro pra quê? O que fazer com ele, se ocupo todo o meu tempo no exercício infinito de possuir e multiplica-lo, e muitas vezes ver todo esse esforço perdido por consequência de não atentar ao que realmente importa. Atualmente estamos muito preocupados com as tendências, a fazer o que todos fazem, a usar o que dizem ser bom, a comprar o que está na moda, até mesmo padronizar o comportamento de acordo com o ambiente que estamos inseridos, para fazer parte daquele grupo, ou para não ser apontados como esquisitos, queremos saber quais profissões estão
Diante do contexto introdutório, podemos fazer uma conexão de carreira com algumas variáveis, tais como: o tempo, as tendências, evolução, mudanças, interesses e dinheiro entre muitas outras que envolvem o tema . Mas tudo isso só faz sentido se for ao encontro da peça mais importante desse “quebra cabeça”, a carreira seja ela qual for, será satisfatória apenas se vir ao encontro daquilo que acreditamos, dos nossos valores, e da nossa pessoalidade, não apenas como fonte de sustento, mas que caiba em um amplo conceito de vida.

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