Prévia do material em texto
A IMPORTÂNCIA DA ERGONOMIA PARTICIPATIVA NA MELHORIA DO AMBIENTE LABORAL, ALÉM DA SAÚDE E SEGURANÇA DO COLABORADOR Rodrigo Gobbo de Assis Ricardo Mattar Vilela 1 ESTRUTURA DA APRESENTAÇÃO 2 INTRODUÇÃO OBJETIVOS REFERENCIAL TEÓRICO METODOLOGIA ANÁLISE E DISCUSSÃO CONSIDERAÇÕES FINAIS 2 INTRODUÇÃO 3 PROBLEMA DE PESQUISA É interessante envolver o colaborador nos processos de concepção das atividades e as melhorias relacionadas ao ambiente laboral? JUSTIFICATIVA Benefícios relacionados a saúde e segurança do trabalhador, ganhos por parte da empresa, além de maior conformidade com as regulamentações governamentais. OBJETIVOS 4 OBJETIVOS GERAIS Apresentar as características da ergonomia participativa, bem como sua importância para o trabalhador e a empresa OBJETIVOS ESPECÍFICOS Analisar estudos relacionados ao tema, como forma de vislumbrar tal assunto na prática REFERENCIAL TEÓRICO 5 PRINCIPAIS AUTORES: BRASIL-MINISTÉRIO DO TRABALHO (NR17), NORO (1984), IIDA (1989), IMADA (1991) Andrew S. Imada Kageyu Noro Itiro Iida Norma Regulamentadora Nº 17 REFERENCIAL TEÓRICO 6 ERGONOMIA PARTICIPATIVA Envolver ativamente os colaboradores em todos momentos de estudos e ou intervenções ergonômicas no ambiente trabalho, reflete positivamente no ambiente laboral e empresarial Trabalhador Local de Trabalho Concepção das Tarefas REFERENCIAL TEÓRICO 7 PRINCÍPIOS ERGONÔMICOS NO LOCAL DE TRABALHO No que diz respeito ao ambiente laboral, deve-se conhecê-lo profundamente a ponto de localizar cada possível atrito durante a atividade. A visão geral do local de trabalho permite evidenciar a adequação das luminárias REFERENCIAL TEÓRICO 8 Boa Concepção Má Concepção Adequar a altura das superfícies de trabalho Boa Concepção Má Concepção Apoios e descansos podem reduzir a fadiga em atividades Modificar/adaptar ferramentas Pouco espaço, excesso de material e equipamento Alteração do layout e melhoria das condições do ambiente de trabalho REFERENCIAL TEÓRICO 9 PROBLEMAS GERADOS PELA FALTA DE FATORES ERGONÔMICOS NO AMBIENTE LABORAL DORT: do que se trata Fonte: Malchaire, Meta, 2002 Anexo II do Decreto nº 3048/99 que regulamenta a Previdência Social Definição legal de acidente do trabalho: lei 8213 de 1991 Em 1998, o INSS introduziu o termo DORT equiparando-se a LER METODOLOGIA 10 O artigo baseia-se em uma pesquisa bibliográfica exploratória Utilizou-se do google acadêmico para buscar estudos contendo aspectos característicos ao tema Análise e discussão de estudos ligados ao assunto ANÁLISE E DISCUSSÃO 11 ANÁLISES BIBLIOGRÁFICAS SOBRE A APLICAÇÃO DA ERGONOMIA PARTICIPATIVA Estudo desenvolvido por Rosa (2012): Avaliar a situação ergonômica das linhas de produção sob a visão dos colaboradores. Foram entrevistados 233 profissionais de uma fábrica do gênero alimentício de Curitiba. Resultado das entrevistas: Queixas relacionadas ao trabalho. Desconforto mais relacionado foi “dor”. Colaboradores afirmam piora na dor durante o trabalho. ANÁLISE E DISCUSSÃO 12 Estudo desenvolvido por Silva (2013): Identificar as prioridades de ações e fatores que influenciam nas dificuldades relatadas pelos operários. A amostra populacional foi de 25 funcionários do ramo metalúrgico no polo industrial de Manaus. Resultado do questionário: Situações ligadas ao ambiente de trabalho ou suas atividades causam fadiga. Queixas dos funcionários. Vale ressaltar que os trabalhadores puderam sugerir como seriam minimizados tais problemas. ANÁLISE E DISCUSSÃO 13 Estudo desenvolvido em uma empresa fabricante de cilindros: Estudar alternativas para minimizar os riscos ergonômicos Foram entrevistados individualmente os 17 funcionários do setor de cromagem; Em seguida, foi elaborado e aplicado um questionário relativo aos itens mencionados nas entrevistas. Resultado do questionário: Iluminação no ambiente de trabalho EPIs Área disponível para trabalho Postura de trabalho Dispositivo de encaixe do cilindro Exposição a cheiros Vapores no ambiente de trabalho Esforço físico nas atividades Nível de umidade Temperatura no local de trabalho Contato com produtos químicos Ferramentas para manutenção Movimentos repetitivos 7,73 7,38 4,51 4,15 3,78 2,71 2,65 2,62 2,31 2,11 1,97 1,47 1,35 13 ANÁLISE E DISCUSSÃO 14 Contar com a participação dos trabalhadores mostrou-se útil : Fatores de risco no ambiente laboral e suas dimensões; Maior aceitação e sucesso na implantação das mudanças; Queixas frequentes. CONSIDERAÇÕES FINAIS 15 Conclui-se que a presença de condições ergonômicas, além da participação ativa dos colaboradores, são fatores indispensáveis em qualquer ambiente de trabalho. Evitar gastos desnecessários para empresa; Aumentar a produtividade do colaborador e da empresa; Zelar pela saúde e segurança do funcionário. FUTUROS ESTUDOS Ferramentas que auxiliam na aplicação da ergonomia participativa em setores específicos da empresa; Dificuldades da intervenção ergonômica com a participação dos trabalhadores. 16