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A inclusão de questões sociais no currículo escolar não é uma preocupação inédita. Os Parâmetros Curriculares Nacionais incorporam essa tendência e a incluem no currículo de forma a comporumconjunto articulado e aberto de novos temas, buscando um tratamento didático que contemplem sua complexidade e sua dinâmica. De acordo com os PCNs, os Temas Transversais:
Está(ão) correta(s):
I. têm a mesma importância das áreas convencionais.
II. podem ser priorizados e contextualizados de acordo com as diferenças locais.
III. devem ser utilizados, mas não têm a mesma importância que as áreas convencionais.
A. Apenas I e II. (X)
B. Apenas II e III.
C. Apenas I.
D. Apenas II.
E. Apenas III.

Sobre a concepção de currículo de acordo com a perspectiva crítico-emancipatória, assinale a alternativa correta.
A. Toma como base teórica de sustentação a concepção de educação bancária, elaborada e difundida por Paulo Freire.
B. São eixos norteadores na construção de propostas curriculares o conhecimento, a consciência crítica da realidade e a prática dialógica. (X)
C. É um conjunto de informações que deve ser oferecido aos estudantes, contido em programas organizados por gestores(as) e/ou professores(as).
D. Considera a cultura erudita como central, tendo em vista que ela permite a elaboração de uma consciência crítica sobre a realidade.
E. Os temas geradores, elementos centrais nessa perspectiva, partem da política curricular definida pelo Estado e devem basear-se nos conteúdos programáticos dos currículos.

Assim como as tradições que definem o que é currículo, o currículo é, ele mesmo, uma prática discursiva. Isso significa que ele é uma prática de poder, mas também uma prática de significação, de atribuição de sentidos. Ele constrói a realidade, nos governa, constrange nosso comportamento, projeta nossa identidade, tudo isso produzindo sentidos.
A partir da visão pós-estruturalista das práticas curriculares de poder e significação, é correto afirmar que o currículo:
A. se constrói na dialética, a partir de imposições e resistências, tendo como atores principais os alunos;
B. é um recorte implacável, em que há um processo avassalador de imposições por meio do arbitrário cultural dominante;
C. torna inócuas distinções como currículo formal, oculto, vivido, na medida em que tudo isso é parte inalienável das práticas curriculares; (X)
D. oculto é a parte intangível do currículo, na medida em que não está colocada nos textos e não é partilhada por todos;
E. possui independência das decisões políticas, na medida em que é construído no interior das escolas.

As questões sobre o currículo estão no centro das discussões atuais. Segundo Marisa Vorraber Costa (2001), as teorias curriculares expressam determinadas visões de mundo e de currículo. Na teoria pós-crítica, o currículo precisa levar em consideração, principalmente,
A. identidades, classe social, currículo oculto, diferenças e avaliação.
B. identidades, diferenças, alteridades, gênero e multiculturalismo. (X)
C. conteúdos, identidades, planejamento de ensino, avaliação e multiculturalismo.
D. classe social, identidades, avaliação, planejamento e avaliação da aprendizagem.
E. conteúdos, avaliação da aprendizagem, planejamento de ensino, classe social e identidades.

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A inclusão de questões sociais no currículo escolar não é uma preocupação inédita. Os Parâmetros Curriculares Nacionais incorporam essa tendência e a incluem no currículo de forma a comporumconjunto articulado e aberto de novos temas, buscando um tratamento didático que contemplem sua complexidade e sua dinâmica. De acordo com os PCNs, os Temas Transversais:
Está(ão) correta(s):
I. têm a mesma importância das áreas convencionais.
II. podem ser priorizados e contextualizados de acordo com as diferenças locais.
III. devem ser utilizados, mas não têm a mesma importância que as áreas convencionais.
A. Apenas I e II. (X)
B. Apenas II e III.
C. Apenas I.
D. Apenas II.
E. Apenas III.

Sobre a concepção de currículo de acordo com a perspectiva crítico-emancipatória, assinale a alternativa correta.
A. Toma como base teórica de sustentação a concepção de educação bancária, elaborada e difundida por Paulo Freire.
B. São eixos norteadores na construção de propostas curriculares o conhecimento, a consciência crítica da realidade e a prática dialógica. (X)
C. É um conjunto de informações que deve ser oferecido aos estudantes, contido em programas organizados por gestores(as) e/ou professores(as).
D. Considera a cultura erudita como central, tendo em vista que ela permite a elaboração de uma consciência crítica sobre a realidade.
E. Os temas geradores, elementos centrais nessa perspectiva, partem da política curricular definida pelo Estado e devem basear-se nos conteúdos programáticos dos currículos.

Assim como as tradições que definem o que é currículo, o currículo é, ele mesmo, uma prática discursiva. Isso significa que ele é uma prática de poder, mas também uma prática de significação, de atribuição de sentidos. Ele constrói a realidade, nos governa, constrange nosso comportamento, projeta nossa identidade, tudo isso produzindo sentidos.
A partir da visão pós-estruturalista das práticas curriculares de poder e significação, é correto afirmar que o currículo:
A. se constrói na dialética, a partir de imposições e resistências, tendo como atores principais os alunos;
B. é um recorte implacável, em que há um processo avassalador de imposições por meio do arbitrário cultural dominante;
C. torna inócuas distinções como currículo formal, oculto, vivido, na medida em que tudo isso é parte inalienável das práticas curriculares; (X)
D. oculto é a parte intangível do currículo, na medida em que não está colocada nos textos e não é partilhada por todos;
E. possui independência das decisões políticas, na medida em que é construído no interior das escolas.

As questões sobre o currículo estão no centro das discussões atuais. Segundo Marisa Vorraber Costa (2001), as teorias curriculares expressam determinadas visões de mundo e de currículo. Na teoria pós-crítica, o currículo precisa levar em consideração, principalmente,
A. identidades, classe social, currículo oculto, diferenças e avaliação.
B. identidades, diferenças, alteridades, gênero e multiculturalismo. (X)
C. conteúdos, identidades, planejamento de ensino, avaliação e multiculturalismo.
D. classe social, identidades, avaliação, planejamento e avaliação da aprendizagem.
E. conteúdos, avaliação da aprendizagem, planejamento de ensino, classe social e identidades.

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DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
CENTRO DE EDUCAÇÃO E HUMANIDADES
FACULDADE DE EDUCAÇÃO
FUNDAÇÃO CECIERJ /Consórcio CEDERJ / UAB
Curso de Licenciatura em Pedagogia – modalidade EAD
AVALIAÇÃO PRESENCIAL 1 – 2018-1
Disciplina: Currículo
Coordenador (a): 
Aluno (a): _________________________________________ 
Matr.:_____________________
Polo: _________________ 
1 - A inclusão de questões sociais no currículo escolar não é uma 
preocupação inédita. Os Parâmetros Curriculares Nacionais incorporam essa
tendência e a incluem no currículo de forma a comporumconjunto articulado
e aberto de novos temas, buscando um tratamento didático que contemplem 
sua complexidade e sua dinâmica. De acordo com os PCNs, 
osTemasTransversais: 
I. têm a mesma importância das áreas convencionais. 
II. podem ser priorizados e contextualizados de acordo com as diferenças 
locais.
 III. devem ser utilizados, mas não têm a mesma importância que as áreas 
convencionais. 
Está(ão) correta(s):
A. Apenas I e II. (X)
B. Apenas II e III.
C. Apenas I.
D. Apenas II.
E. Apenas III.
2 - Sobre a concepção de currículo de acordo com a perspectiva crítico-
emancipatória, assinale a alternativa correta.
A.Toma como base teórica de sustentação a concepção de educação bancária,
elaborada e difundida por Paulo Freire.
B.São eixos norteadores na construção de propostas curriculares o 
conhecimento, a consciência crítica da realidade e a prática dialógica. 
(X)
C.É um conjunto de informações que deve ser oferecido aos estudantes, 
contido em programas organizados por gestores(as) e/ou professores(as).
D.Considera a cultura erudita como central, tendo em vista que ela 
permite a elaboração de uma consciência crítica sobre a realidade.
E.Os temas geradores, elementos centrais nessa perspectiva, partem da 
política curricular definida pelo Estado e devem basear-se nos conteúdos 
programáticos dos currículos.
3 - Assim como as tradições que definem o que é currículo, o currículo é,
ele mesmo, uma prática discursiva. Isso significa que ele é uma prática de 
poder, mas também uma prática de significação, de � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � �
atribuição de sentidos. Ele constrói a realidade, � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � �
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nossa identidade, tudo isso produzindo sentidos” ð . � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � �
(LOPES, Alice Casimiro; MACEDO, Elizabeth. Teorias � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � �
de Currículo. São Paulo: Cortez, 2011).� � � � � A partir da visão pós-estruturalista 
das práticas curriculares de poder e significação, é correto afirmar que 
o currículo:
A.se constrói na dialética, a partir de imposições e resistências, tendo 
como atores principais os alunos;
B.é um recorte implacável, em que há um processo avassalador de 
imposições por meio do arbitrário cultural dominante;
C.torna inócuas distinções como currículo formal, oculto, vivido, na 
medida em que tudo isso é parte inalienável das práticas curriculares; 
(X)
D.oculto é a parte intangível do currículo, na medida em que não está 
colocada nos textos e não é partilhada por todos;
E.possui independência das decisões políticas, na medida em que é 
construído no interior das escolas.
(ESSA QUESTÃO SERÁ RECONSIDERADA NA PONTUAÇÃO, TENDO EM VISTA QUE A AULA 
QUE O ABORDA NÃO FOI LISTADA NO CRONOGRAMA)
4 - As questões sobre o currículo estão no centro das discussões atuais. 
Segundo Marisa Vorraber Costa (2001), as teorias curriculares expressam 
determinadas visões de mundo e de currículo. Na teoria pós-crítica, o 
currículo precisa levar em consideração, principalmente,
A.identidades, classe social, currículo oculto, diferenças e avaliação.
B.identidades, diferenças, alteridades, gênero e multiculturalismo. (X)
C.conteúdos, identidades, planejamento de ensino, avaliação e 
multiculturalismo.
D.classe social, identidades, avaliação, planejamento e avaliação da 
aprendizagem.
E.conteúdos, avaliação da aprendizagem, planejamento de ensino, classe 
social e identidades.
(ESSA QUESTÃO SERÁ RECONSIDERADA NA PONTUAÇÃO, TENDO EM VISTA QUE A AULA 
QUE O ABORDA NÃO FOI LISTADA NO CRONOGRAMA)
5 - Nos primeiros capítulos do livro-base são apresentadas diferentes 
perspectivas curriculares, que tem se organizado como concepções 
tradicionais, críticas e pós-críticas. Apresente-as sucintamente, 
relacionando-as e apontando no que diferem uma da outra; (3 pontos)
As diferentes concepções precisam ser desenvolvidas pensando o processo 
de produção e relação com o conhecimento, as relações de poder que as 
envolvem e também o processo de ensino aprendizagem.
Tradicional – um conhecimento único, legitimado, sendo “transmitido” a 
todos, o professor é o centro do conhecimento.
Crítica – produção de conhecimento e suas relações atravessadas por 
relações de poder. É questionado o processo de produção do conhecimento e
das relações sociais dentro e fora da escola.
Pós-crítica – produção de conhecimento que respeita as diferenças e que 
propõe uma educação para e com as diferenças, considerando as relações de
poder, mas além de questionar, trabalhar na perspectiva de transcender as
relações hierárquicas. (ESSE TÓPICO SERÁ RECONSIDERADO NA PONTUAÇÃO, 
TENDO EM VISTA QUE A AULA QUE O ABORDA NÃO FOI LISTADA NO CRONOGRAMA)
6 - Iniciamos o estudo acerca de documentos curriculares – leis, 
diretrizes... Qual a relação desses documentos com as práticas 
curriculares cotidianos? Qual a importância de estudar/conhecer esses 
documentos? (2 pontos)
Nessa questão é esperado que o aluno, em sua resposta, relacione questões
entre teoria e prática, não em sua forma de aplicabilidade na prática 
cotidiana da sala de aula, mas como processo de reflexão e de mobilização
de discussões do que é proposto pelos documentos curriculares e as 
possibilidades de significa-los nas práticas do dia a dia da sala de 
aula.
7 – Hoje temos vivido uma profusão de novas/outras políticas curriculares
sendo discutidas – outros documentos. Acerca disso, que outros 
documentos, além dos que já iniciamos o estudo você conhece, tomou 
conhecimento da existência? O que tem percebido nas discussões?
Essa questão é um espaço livre para que apresentem o relato de como tem 
acompanhado ou não esses debates. Caso não conheça, acha que deveria 
conhecer? Por que? (1 ponto)
Essa questão é pessoal. É importante abordar esse assunto tendo em vista 
os debates nos diferentes canais de comunicação e veiculação pública, 
como por exemplo, a Base Nacional Comum Curricular, assunto de grande 
importância por sua abrangência nacional.

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