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MODULO 2
2.1 - Introdução
Módulo 2 – Métodos e Programas de Ensino Estruturado
 Prezado (a) Cursista,
Bem vindo ao segundo módulo do nosso curso!
Agora que já conhecemos as características dos alunos com TEA, e percebemos suas singularidades, vamos aprender alguns métodos e programas de ensino estruturado que podem nos auxiliar na escolarização destes alunos!
Como vimos no módulo anterior, alunos com TEA podem apresentar em diferentes graus um apego à rotina, por essa razão, cuidar para que a mesma não seja interrompida abruptamente pode auxiliar em muito o seu desenvolvimento.
Cabe lembrar que cada aluno com TEA possui características únicas e próprias, portanto não existe um único método que auxilie a todos de maneira idêntica. No presente módulo vamos apresentar:
1
A abordagem do programa TEACCH;
2
A abordagem do método ABA;
3
A abordagem do método PECS;
4
O Currículo Funcional Natural.
Não existe um método mais eficaz, cada aluno é único. Na Sala de Recursos, para alguns alunos o programa TEACCH pode garantir melhor aprendizado, enquanto outros podem conseguir maiores avanços por meio do método ABA. Já na Sala Comum, os dois métodos podem auxiliar na realização de adaptações curriculares.
Módulo 2 – Métodos e Programas de Ensino 
2.2.1 – Apresentação
O programa TEACCH (Treatment and Education of Autistic and related Communication handicapped CHildren , ou Tratamento e Educação para Autistas e Crianças com déficits relacionados à Comunicação – tradução livre) foi criado em 1964, pelo Dr. Eric Schopler e sua equipe, na Escola de Medicina da Universidade da Carolina do Norte - Estados Unidos, a partir de pesquisas na área do autismo.
Este programa foi amplamente difundido não apenas nos Estados Unidos, mas em todo o mundo, inclusive no Brasil.
Dentre as áreas de abordagem do programa TEACCH, temos: 
Construção e desenvolvimento de instrumentos de avaliação diagnóstica e psicoeducacional;
Treinamento de profissionais;
Orientação para pais;
Criação de locais de atendimentos, escolas, residências assistidas e programas de acompanhamento profissional.
2.2.2 - Bases Teóricas
As bases teóricas da Psicologia que embasam o programa TEACCH são a Teoria Behaviorista (Comportamental) e a Psicolinguística.
	Teoria Behaviorista
	Da Teoria Behaviorista podemos citar as seguintes inspirações:
Valorização da descrição de comportamentos;
Programas de aprendizagem organizados, focados no passo a passo;
Reforço de condutas sociais apropriadas.
	Psicolinguística
	Já da Psicolinguística, temos:
Desenvolvimento de estratégias específicas visando a compensação de problemas na comunicação;
Utilização de recursos visuais, em que a imagem é geradora da comunicação;
Valorização dos aspectos funcionais da comunicação.
2.2.3 – Objetivos
O método TEACCH fundamenta-se em pressupostos da teoria comportamental e da psicolinguística, destaca a importância de se organizar o ambiente para que comportamentos adequados sejam reforçados e os indesejáveis desapareçam ou sejam minimizados, e se apropria de imagens para favorecer a comunicação.
Início do texto destaque.
Seu objetivo é promover o desenvolvimento destes indivíduos, melhorando as habilidades necessárias para seu viver, através de técnicas educacionais e aceitação de possíveis déficits e criação de estruturas que possam compensá-los.
Fim do texto destaque.
É preciso conhecer as habilidades atuais de cada criança, as habilidades emergentes e o que pode ajudá-la a desenvolvê-las.
2.2.4 - Estrutura Física
Agora que já conceituamos o programa TEACCH, vamos conhecer suas características:
1
Estrutura Física
Os alunos com TEA apresentam prejuízos na interação social, dificuldades de abstração e apego à rotina, por essa razão o aprendizado por meio de experiências concretas se mostra mais eficaz.
Além disso, no espaço da escolarização estas características devem ser consideradas, ou seja, é importante que o ambiente permaneça organizado, se mantenha a rotina e, sempre que possível, haja sinalização acerca das atividades.
2.2.5 - Programação da Rotina I
Módulo 2 – Métodos e Programas de Ensino Estruturado
 
2
Programação da rotina
Como são muito ligados à rotina, planejá-la auxilia em muito a vida escolar de alunos com TEA.
Este planejamento deve levar em consideração a idade, o nível de desenvolvimento da criança, os resultados da avaliação diagnóstica e os avanços decorrentes do processo de ensino e aprendizagem. Além disso, as atividades devem ser propostas observando o seu tempo de concentração. De nada adianta programarmos uma atividade com uma hora de duração se a criança só consegue manter-se concentrada por 10 minutos.
Conforme o aluno vai conseguindo se concentrar por mais tempo, vai-se aumentando a duração de cada atividade.
2.2.6 - Programação da Rotina II
2
Programação da rotina
A rotina das atividades a serem desenvolvidas com os alunos com TEA deve considerar as possibilidades que cada aluno traz e os objetivos traçados na Proposta Pedagógica.
Deve-se considerar que cada aluno poderá apresentar em maior ou menor grau:
Dificuldade para compreender informações abstratas e metáforas;
Tendência a um pensamento mais visual;
Tendência em ater-se em detalhes (em detrimento do todo);
Déficit cognitivo.
Portanto, é fundamental avaliar o nível de compreensão de cada aluno, para planejar como as atividades serão apresentadas.
Os recursos utilizados podem ser desde objetos concretos (bola para indicar a aula de educação física, por exemplo), até objetos em miniatura, fotografias, cartões avulsos ou palavras escritas.
2.2.7 - Programação da Rotina III
Para programar a rotina, podem ser usados:
Cartões com desenhos ou fotos, sempre na sequência que irão acontecer;
Indicação por escrito, caso o aluno já seja alfabetizado.
Vale lembrar que muitos professores já usam o recurso de escrever a rotina na lousa para auxiliar na organização.
2.2.8 - Sistemas de trabalho
3
Sistemas de trabalho
Os Sistemas de trabalho estimulam a capacidade do aluno para desenvolver as etapas de uma atividade, com entendimento.
Esses sistemas são individuais e devem ser elaborados respeitando as habilidades de cada indivíduo.
Podemos organizar as atividades em uma mesa ao lado da criança e à medida que as vai realizando, coloca em uma outra mesa de apoio, ou então podemos empilhar as atividades na própria carteira do aluno, e ele deve ir realizando-as na ordem em que estão dispostas.
Também podemos enumerar as atividades, ou utilizar letras para ordená-las.
Início do texto destaque.
É importante que o aluno perceba que precisa concluir uma atividade para iniciar a próxima e que compreenda todo esse processo.
2.2.9 - Apoio Visual e Tipos de Atividades
4
Apoio Visual
O apoio visual é muito importante para os alunos com TEA, tendo em vista que eles têm tendência a um pensamento mais visual e, em diferentes graus, dificuldade de abstração.
Imagens, fotos e ilustrações podem auxiliar essas pessoas a compreender enunciados verbais, escritos ou solicitações do cotidiano.
5
Tipos de Atividades
À medida em que a criança se desenvolve, suas atividades vão se tornando mais complexas e elaboradas. É necessário que o professor ofereça atividades organizadas de modo a fazerem sentido ao aluno com TEA.
As atividades devem ser construídas de maneira atrativa, se possível com cores e imagens, facilitando sua compreensão.
2.3 - Quiz 1
Dentre as sentenças listadas abaixo, clique somente nas que possuem características referentes ao programa TEACCH e depois clique em Conferir.
Estrutura Física
Troca de Cartões
Sistemas de trabalho
Programação da Rotina
Tipos de atividades
Desenvolvimento de Sinais
Apoio visual
Módulo 2 – Métodos e Programas de Ensino Estruturado
 
Quiz 1
Dentre as sentenças listadas abaixo, clique somente nas que possuem características referentes ao programa TEACCH e depois clique em Conferir.
EstruturaFísica
Troca de Cartões
Sistemas de trabalho
Programação da Rotina
Tipos de atividades
Desenvolvimento de Sinais
Apoio visual
Parabéns! você acertou todas as alternativas.
2.4.1 – Apresentação
O método ABA (Applied Behavior Analysis - Análise Comportamental Aplicada – tradução livre) baseia-se na Abordagem Comportamental, que conhecemos no módulo anterior do nosso curso.
Baseando-se na Abordagem Comportamental, esse método tem por objetivos desenvolver comportamentos socialmente adequados, reduzir comportamentos inadequados e explorar habilidades. Para alcançar esses objetivos, utilizam-se várias técnicas, dentre as quais podemos citar:
Início do texto destaque.
Reforçar positivamente o aprender. Ou seja, o aluno realiza uma determinada atividade porque seu mérito é reconhecido e não por medo de levar bronca ou tirar nota baixa (estes últimos não são adequados para esta abordagem).
Fim do texto destaque.
É importante que esse reforço positivo ocorra assim que o aluno termine a atividade, como um problema de matemática, por exemplo, para que ele consiga estabelecer a correspondência, ou seja, entender que o reforço positivo refere-se a atividade executada.
2.4.2 - Características
Módulo 2 – Métodos e Programas de Ensino Estruturado
 
De acordo com o Método ABA, precisamos focar em comportamentos positivos e estimulá-los. Dessa maneira, os comportamentos inadequados ocorrerão em menor intensidade, pois o aluno vai compreendendo o que espera-se dele.
Cabe ressaltar que para desenvolver comportamentos positivos, a pessoa com TEA precisa entender o que lhe é solicitado. O professor sempre deve levar em consideração as habilidades que aquele aluno já consolidou para desenvolver outras habilidades mais complexas, sem se esquecer das características desse alunado. Muitas vezes eles precisarão de auxilio para a compreensão de tarefas e enunciados.
Para saber mais sobre o método assista à videoconferência “Educação Especial: Utilizando o ABA no Contexto Escolar”, realizada em 17/08/2017 clicando aqui. 
Abordagem Comportamental
De acordo com a abordagem comportamental, cada indivíduo é único, com suas potencialidades e dificuldades. Por isso, devemos comparar o aluno com ele mesmo. Com o passar do tempo, vamos percebendo o quanto o aluno evoluiu. Mas se o compararmos com outros alunos da turma, podemos ter a falsa ideia que o aluno está estagnado, porque não consegue acompanhar determinados colegas.
Orientação
Orientar o aluno para que ele compreenda todos os passos da atividade a ser executada. Muitas vezes os alunos com TEA vão precisar de mais explicações que os colegas para compreender o que lhe é solicitado.
Pré- Requisitos
Apresentar novos conteúdos fazendo correlações com o que o aluno já aprendeu, certificando-se que tenha habilidades consolidadas e os conhecimentos prévios necessários para desenvolver a atividade.
Adaptações
Adaptar o currículo, de forma a tornar o aprendizado do aluno mais significativo. Se o professor não pensar nessas adaptações, o aluno pode se desestimular, pois não consegue compreender o sentido de determinadas atividades ou componentes curriculares.
Acompanhamento
Acompanhar o desenvolvimento do aluno com TEA, sempre avaliando os aspectos que precisam ser melhor trabalhados e verificando os pontos em que conseguiu evoluir.
2.5.1 – Apresentação
O PECS  (The Picture Exchange Communication System – Sistema de Comunicação por troca de figuras – tradução livre) é um método de comunicação muito utilizado por pessoas com TEA. Ele foi criado nos Estados Unidos, no ano de 1985, pelo psicólogo Andrew Bondy e pela fonoaudióloga Lori Frost.
O objetivo do método é auxiliar pessoas com TEA ou com outras dificuldades de linguagem a adquirir habilidades comunicativas e iniciar uma comunicação.
Esse sistema pode ser utilizado por pessoas com TEA que não possuem comunicação verbal ou por pessoas que desenvolveram a fala mas não conseguem utilizá-la de maneira funcional, ou seja, com o objetivo de se comunicar.
A comunicação se dá por meio da troca de cartões e é composta por fases, como veremos a seguir.
2.5.2 – Características
O PECS ensina o aluno com TEA a discriminar símbolos e utilizá-los para se comunicar, além de formar frases ou ideias com a combinação de cartões.
Início das abas.
Início do conteúdo da aba 1. Fase 1
Na primeira fase, apresenta-se um cartão com uma ilustração que represente um objeto para a criança com o seu nome escrito (um lápis, por exemplo) e o relaciona com o objeto concreto. Ela deve aprender que quando quiser o lápis, deve apresentar o cartão que o representa para seu interlocutor.
Fim do conteúdo da aba 1.
Fase 2
Na fase 2, o aluno continua utilizando só um cartão, mas aprende a usá-lo em ambientes diversos (em casa e na escola, por exemplo) e com interlocutores diferentes (pais e professores).
Fase 3
Já na fase 3, a criança aprende a fazer escolhas. São utilizados dois ou mais cartões e ela deve selecionar o que quer naquele momento (um lápis ou um doce) e entregar o cartão para seu interlocutor. Nesta fase a criança já deve ter uma pasta, com os cartões que representam seus itens favoritos, para poder selecionar o que precisa. Os cartões são presos com velcro na pasta, para evitar que se percam e sejam de fácil utilização.
Fase 4
Na fase 4 a criança aprende a construir frases utilizando os cartões. O interlocutor mostra o cartão “Eu quero” e a criança completa a sentença com o cartão que contém o objeto que ela deseja, por exemplo uma bola.
Os cartões são grudados numa linha de velcro, chamada estrutura de sentença, com o objetivo de sistematizar aquela informação. Se o aluno estiver em fase de alfabetização ou já for alfabetizado, é importante incentivar a leitura dos cartões.
Também nesta fase, os alunos aprendem a expandir seu vocabulário, utilizando outros verbos e adjetivos.
Fase 5
A fase 5 consiste em o aluno aprender a responder a pergunta “O que você quer?” por meio dos cartões. O aluno deve demonstrar que entendeu a pergunta e expressar seus desejos.
Ainda nesta fase, é esperado que a criança inicie a comunicação.
Fase 6
Na sexta e última fase, a criança deve responder a perguntas mais complexas, como: “O que você vê?” ou “O que você está ouvindo?”. Eles devem responder com frases, iniciadas por “Eu vejo” ou “Eu ouço”.
Ao terminar o treinamento, a criança deve ser capaz de organizar todas as fases, tendo um grande repertório de cartões e utilizando-os para formar frases e ideias, além de iniciar a comunicação nos diversos ambientes em que frequenta.
O Portal Aragonês de Comunicação Aumentativa e Alternativa – ARASAAC oferece recursos gráficos e materiais para facilitar a comunicação não somente das pessoas com TEA, mas também para outras pessoas que apresentam problemas de comunicação. Acesse o menu “Ferramentas online” para conhecer alguns dos recursos de comunicação alternativa disponibilizados no site que contribuem para o uso do PECS.
2.6.1 – Apresentação
Agora vamos conhecer o Currículo Funcional Natural.
Sua concepção nasceu na década de 1970, com um grupo de pesquisadores da Universidade do Kansas (Estados Unidos). Inicialmente ele foi pensado para crianças sem deficiência, com idades entre quatro e cinco anos.
Seu objetivo era desenvolver habilidades nos alunos que os levassem a atuar da melhor maneira possível dentro de seu ambiente, tornando-os mais criativos e independentes.
Também tinha como característica aumentar as respostas adaptativas das crianças, diminuindo comportamentos indesejáveis, como birras, por exemplo.
2.6.2 – Histórico
Na década de 1980, a pesquisadora Judith LeBanc firmou uma parceria com a doutora Liliana Mayo do Centro Ann Sullivan do Peru . Lá, elas realizaram as adaptações necessárias para utilizar o referido currículo para atender pessoas com TEA.
No ano de 1992, LeBanc passou a usar a nomenclatura Currículo Funcional Natural. Mais tarde, denominou-o Currículo para a vida.
Elachamou-o de Currículo Funcional Natural pois, de acordo com Suplino (2005, p.33)
A palavra funcional se refere à maneira como os objetivos educacionais são escolhidos para o aluno enfatizando que aquilo que ele vai aprender tenha utilidade para sua vida a curto ou a médio prazo. A palavra natural diz respeito aos procedimentos de ensino, ambiente e materiais os quais deverão ser o mais semelhantes possível aos que encontramos no mundo real.
Ou seja: o currículo deve ter aplicabilidade na vida do aluno, desenvolvido em ambientes o mais próximo possível do ambiente em que ele vive, tornando-o mais independente e produtivo.
2.6.3 - Estrutura I
É muito comum encontrarmos pessoas com TEA, de todas as idades, muito dependente de seus familiares e/ou cuidadores. Muitos pais relatam que o filho não consegue andar na rua sozinho, outros afirmam que o filho não consegue comer sem se sujar todo.
Início do texto destaque.
A escola, muitas vezes encontra-se no mesmo dilema. É norteada por currículos que enfatizam as atividades acadêmicas, que muitas vezes não são acompanhadas por alunos com TEA. Por não compreenderem determinadas atividades, estes alunos tendem a apresentar comportamentos inadequados. O Currículo Funcional Natural aborda justamente essas questões.
Fim do texto destaque.
Para LeBanc, o currículo deveria ser elaborado com a finalidade de desenvolver ao máximo as potencialidades do aluno com TEA, focando em um conjunto de objetivos e procedimentos de como ensinar.
Segundo a autora, todo currículo deveria responder a algumas perguntas básicas, que veremos a seguir: 
1) O que ensinar?
Aqui, devem vir os objetivos, o que aquele aluno deve aprender para que consiga desenvolver o maior número de habilidades, visando sua autonomia e independência.
2) Para que ensinar? 
Deve-se definir os príncipios norteadores deste currículo, qual a filosofia que os embasa.
3) Como ensinar? 
Selecionar procedimentos e metodologias adequados para aquele aluno.
Tal currículo deveria ser também divertido e proposto para ocasionar o menor número de erros possível.
2.6.4 - Estrutura II
Para determinar o que é FUNCIONAL para um determinado aluno com TEA, é necessário pensar em objetivos que tenham função para sua vida, que possam ser utilizados no presente ou em um futuro próximo.
É preciso ter em mente o que o aluno necessita aprender para obter êxito e ser aceito no meio em que vive. Incluem-se neste conjunto desde as habilidades mais básicas até as acadêmicas, como ler e escrever.
A partir desta situação funcional, o professor pode ensinar diversos conceitos matemáticos, atrelados ao contexto do aluno.
Para determinar o que é NATURAL, precisamos nos concentrar no ato de ensinar. O professor deve encontrar situações de aprendizagem, selecionar materiais e procedimentos e propor uma lógica para sua execução que se assemelhe ao máximo com as situações cotidianas vivenciadas pelo aluno, evitando atividades descontextualizadas e artificiais.
2.6.5 - Princípios Norteadores
A seguir, apresentaremos os PRINCÍPIOS NORTEADORES do Currículo Funcional Natural:
A pessoa como centro: 
A pessoa deve ser respeitada independente do transtorno do espectro autista e de suas características pessoais. Não pode haver nenhum tipo de discriminação.
Temos que oferecer para a pessoa com TEA as mesmas oportunidades de se expressar, aprender e se desenvolver que ofertamos aos demais alunos.
Precisamos levar em consideração que todo ser é único, complexo e dinâmico!
Concentração nas habilidades: 
Devemos considerar as habilidades e potencialidades do aluno, focando no que ele sabe e consegue executar.
Se apenas nos ativermos aos comportamentos inapropriados ou em suas dificuldades, não conseguiremos fazer com que o aluno se desenvolva.
Todos podem aprender: 
Cabe ao professor planejar estratégias e metodologias de ensino que promovam avanços não apenas na aprendizagem do aluno com TEA, mas que considerem as habilidades e os conhecimentos prévios de todos os alunos e envolvam toda a sala no processo de ensino e aprendizagem e na socialização.
Lembrando que as estratégias de ensino e aprendizagem devem ser constantemente avaliadas e, sempre que necessário, readequadas.
A participação da família no processo de aprendizagem: 
No Currículo Funcional Natural, a família é peça fundamental para que o aluno atinja seu pleno desenvolvimento. Algumas famílias podem demonstrar um sentimento de impotência quanto a educação de seu filho com TEA. É preciso que os familiares recebam orientação e se tornem parceiros da escola, aplicando as ideias do currículo também na sua residência, tendo em vista que este é o ambiente em que o aluno passa mais tempo.
2.6.6 - Quiz 2
Acabamos de conhecer o princípios norteadores do Currículo Funcional Natural. Selecione quatro das opções abaixo que correspondem a esse método de ensino.
Concentração nas habilidades
O professor como centro
Concentração nas dificuldades
Alguns alunos não aprendem nunca
A participação da família é desnecessária
Todos podem aprender
A pessoa como centro
A participação da família no processo de aprendizagem
2.6.6 - Quiz 2
Acabamos de conhecer o princípios norteadores do Currículo Funcional Natural. Selecione quatro das opções abaixo que correspondem a esse método de ensino.
Concentração nas habilidades
O professor como centro
Concentração nas dificuldades
Alguns alunos não aprendem nunca
A participação da família é desnecessária
Todos podem aprender
A pessoa como centro
A participação da família no processo de aprendizagem
Parabéns! você acertou todas as alternativas.
2.6.7 – Procedimentos
Agora vamos conhecer os PROCEDIMENTOS que compõem o Currículo Funcional Natural.
O currículo não resume-se a uma lista de conteúdos a serem ensinados durante o ano letivo. Na perspectiva que estamos estudando, ele é composto de um conjunto de habilidades a serem ensinadas e procedimentos de ensino a serem implementados pelo professor.
Maryse Suplino, em seu livro “Currículo funcional natural: guia prático para a educação na área do autismo e deficiência mental”, com distribuição gratuita pelo Governo Federal, destaca alguns procedimentos básicos para que ocorra a aprendizagem, dentre os quais destacamos:
O professor deve estar motivado e ensinar com entusiasmo: 
Se o educador está desmotivado ou não acredita em seu potencial ou no potencial do aluno, torna-se muito difícil estabelecer uma relação de ensino e aprendizagem adequada. 
2) O tom de voz e a linguagem usada com o aluno devem ser o mais natural possível, sem gritos e tons muito altos.
mais natural possível, sem gritos e tons 22
O aluno com TEA tem prejuízos na comunicação, mas não tem nenhuma deficiência auditiva ligada ao transtorno. Não adianta elevar o tom da voz quando o aluno não responde ao que lhe é solicitado. O melhor é buscar outras palavras ou outra estratégia para facilitar sua compreensão. 
3) As habilidades do aluno devem ser mais enfatizadas que suas fraquezas.
Ao enfatizarmos as qualidades dos alunos, os motivamos a querer evoluir e desenvolver habilidades que ainda não domina.
A atenção do aluno deve ser garantida antes de ser dada uma ordem ou fazer um pedido.
Se o aluno não estiver atento ao comando do professor, ele não vai realizar a atividade solicitada, gerando um mal estar desnecessário.
As ordens dadas devem ser claras.
Alunos com TEA apresentam dificuldades de abstração. Se a orientação não for compreendida, o aluno não desenvolverá o que lhe foi pedido.
Deve ser dado um tempo suficiente para a resposta do aluno.
Cada um tem seu próprio tempo. Precisamos respeitá-lo, pois pode acontecer de o aluno saber realizar determinada atividade, mas não conseguir concluí-la porque o tempo disponibilizado não é suficiente.
O educador deve manter-se calmo.
 A tranquilidade do professor é transmitida ao aluno, tornando o processo de ensino e aprendizagem bem menos estressante para ambos. Muitasvezes o comportamento dos alunos são um reflexo do comportamento de seu professor.
 Elogios devem ser descritivos, quando necessário .
Ao elogiar um aluno com TEA, o professor deve ser bem específico, para que a criança compreenda qual a atitude elogiada, ou seja, ele vai entender que aquele determinado comportamento é desejável.
Os interesses do aluno devem ser aproveitados para ensino de novas habilidades.
Como estudamos no módulo anterior, alunos com TEA possuem um grupo de interesse restrito. É interessante utilizar estes interesses para aumentar sua participação nas aulas, favorecendo a aquisição de novas habilidades.
Suplino, Maryse. Currículo funcional natural: guia prático para a educação na área do autismo e deficiência mental - Brasília: Secretaria Especial dos Direitos Humanos, Coordenadoria Nacional para a Integração da Pessoa Portadora de Deficiência; Maceió: ASSISTA, 2005.
2.6.8 – Avaliação
Em suma, o Currículo Funcional Natural pode ser de grande auxílio no tocante a educação dos alunos com Transtorno do Espectro Autista, pois estimula uma aprendizagem contextualizada, focada no cotidiano do aluno.
Início do texto destaque.
A avaliação contínua é uma grande aliada do professor neste método, pois ao longo do desenvolvimento de uma determinada situação de aprendizagem é possível observar estratégias que estão dando resultados e estimulá-las, bem como discernir metodologias que não estão surtindo o efeito desejado naquela circunstância e substituí-las.
Fim do texto destaque.
Focando em suas potencialidades e habilidades, fazemos com que os alunos consigam desenvolver competências úteis para sua vida em sociedade, com a finalidade de desenvolver a maior autonomia e independência possível.
2.7 - Aplicativos e Jogos
Os aplicativos desenvolvidos para dispositivos móveis podem se tornar grandes aliados na aprendizagem dos alunos com TEA. A seguir disponibilizamos uma lista de aplicativos disponibilizados para o sistema Android, mas você pode pesquisar e buscar outros aplicativos para esse e outros sistemas operacionais.
 ABC Autismo – Utiliza fundamentos da metodologia TEACCH tem como objetivo auxiliar no processo de aprendizagem de crianças autistas. É necessário acessar o menu “configurações” para selecionar a Língua Portuguesa (Fonte: Google Play).
 TEO – Autismo - O aplicativo TEO (Tratar, Estimular, Orientar) proporciona um conjunto de jogos interativos voltados para dispositivos móveis para dar suporte ao tratamento de crianças diagnosticadas com autismo. O objetivo de tais jogos é estimular a comunicação, a socialização e o comportamento da criança, sendo também um processo de tratamento complementar ao tratamento tradicional do autismo. 
 O projeto TEO foi desenvolvido por pesquisadores e estudantes do curso de Ciência da Computação da Universidade Federal de Alagoas (Campus Arapiraca), com suporte de profissionais especialistas da clínica Trate Autismo, situada no município de Arapiraca, Alagoas (Fonte: Google Play).
 Lina Educa - O aplicativo “Lina Educa” tem como objetivo de ajudar a criança autista a realizar as Atividades da Vida Diária como escovar os dentes, tomar banho, ir à escola e ser alfabetizada. O aplicativo pode ser utilizado por pais e professores para auxiliar as crianças no seu desenvolvimento (Fonte: UPdate Saúde). Está disponível para desktop e tablets no link http://www.linaeduca.com.
 SCAI Autismo – Sistema de Comunicação por Áudio e Imagens para Autistas. É um pequeno aplicativo para auxiliar na comunicação com os autistas e outras pessoas que possuem dificuldade de comunicação. Inicialmente temos as principais necessidades, tais como: "Eu quero beber água", "Eu quero tomar café", "Eu quero almoçar", "Eu quero fazer um lanche", "Eu quero jantar", "Eu quero escovar os dentes", "Eu quero dormir", "Eu quero tomar banho" e "Eu quero ir ao banheiro"(Fonte: Google Play).
FalaFácil Autismo DiegoDiz – Auxilia o autista nos elementos básicos da comunicação (Fonte: Google Play).
Prancha Livre – Auxilia pais, professores e fonoaudiólogos no aprendizado de pessoas incapacitadas de comunicar-se através da oralidade através da Comunicação Alternativa (Fonte: Google Play).
2.8 - Finalizando o módulo…
Prezado(a) Cursista,
Durante o segundo módulo no nosso curso, conhecemos algumas estratégias para o ensino de alunos com TEA.
Percebemos que cada aluno vai demandar um determinado método ou programa, tendo em vista as suas características e opção da família.
Aprendemos um pouco a respeito do Currículo Funcional Natural, que nos auxilia a pensar na perspectiva de uma aprendizagem para a vida, desenvolvendo autonomia e independência.
No próximo módulo, vamos discutir sobre atividades de vida diária e integração sensorial. Até lá!
2.9 – Referências
BAGAIOLO, Leila; GUILHARDI, Cíntia; ROMANO, Claudia. Análise Aplicada ao Comportamento - ABA. In SCHWARTZMAN, José Salomão; ARAUJO, Ceres Alves de. Transtornos do Espectro do Autismo. São Paulo: Memnon, 2011, p. 278-286.
ESPANHA. Governo de Aragão. Portal Aragonês de Comunicação Alternativa e Ampliada – ARASAAC. Disponível em: http://www.arasaac.org. Acesso em 28 mar. 2018.
GIANFALDONI, Mônica Helena Tieppo Alves. Análise do comportamento para a Educação: contribuições recentes. Psic. Rev. São Paulo, 14(2): 314-318, novembro 2005.
GIOIA, Paula Suzana; FONAI, Ana Carolina Vieira. A preparação do professor em análise do comportamento. Psicologia da Educação, São Paulo, v. 2, n°. 25, p.179-190, 2 sem. 2007  
KWEE, de Caroline Silian. Abordagem Transdisciplinar no Autismo: O Programa TEACCH. 2006. 110 f. Dissertação (Mestrado) - Curso de Fonoaudiologia, Universidade Veiga de Almeida, Rio de Janeiro, 2006. Disponível em: http://livros01.livrosgratis.com.br/cp117828.pdf. Acesso em 28 mar. 2018.
LEON, Viviane Costa de; OSÓRIO, Lavínia. O método TEACCH. In SCHWARTZMAN, José Salomão; ARAUJO, Ceres Alves de. Transtornos do Espectro do Autismo. São Paulo: Memnon, 2011. p. 263-277.
MACEDO, Elizeu Coutinho de; ORSATI, Fernanda. Comunicação Alternativa. In SCHWARTZMAN, José Salomão; ARAUJO, Ceres Alves de. Transtornos do Espectro do Autismo. São Paulo: Memnon, 2011. p. 244-254.
SÃO PAULO (estado). Secretaria da Educação. Videoconferência Educação Especial: Utilizando o ABA no Contexto Escolar. 97’55”. Palestrantes/Mediadores: QUEDAS, Carolina; TAVITIAN, Valéria Mendes. Ativação R47085. São Paulo: 2017.
Sartoretto, M. L. e Bersch, R. O que é comunicação alternativa. Disponível em: http://www.assistiva.com.br/ca.html. Acesso em 28 mar. 2018.
SUPLINO, Maryse. Currículo funcional natural: guia prático para a educação na área do autismo e deficiência mental - Brasília: Secretaria Especial dos Direitos Humanos, Coordenadoria Nacional para a Integração da Pessoa Portadora de Deficiência; Maceió: ASSISTA, 2005.
2.10 - Questões Objetivas
Importante! Atente-se às regras a seguir:
Para iniciar o questionário clique no botão abaixo dessas orientações.
Ao finalizar o questionário avaliativo clique no botão “Finalizar tentativa” e posteriormente no botão “Enviar tudo e terminar”.
Antes de enviar há a possibilidade de retornar a tentativa. É possível salvar as atividades para enviá-las posteriormente. Atividades salvas são registradas como “Em progresso”, são visualizadas somente pelos cursistas e não são consideradas para avaliação.
Após o envio das respostas, será fornecido o feedback de cada alternativa selecionada. As respostas corretas serão acompanhadas do feedback na cor verde e as incorretas, vermelha.
Após a leitura dos feedbacks clique em “Terminar a revisão”, somente após esse passo a atividade será considerada enviada e a avaliação será registrada. Se houver necessidade você poderá realizar uma nova tentativa.
A quantidade de tentativas e o período de realização da atividade estão descritas no Regulamento do curso.
Para verificar seu desempenho clique no menu superior em seuNome e selecione a opção “Notas”. Se suas notas não estiverem registradas as atividades devem ser enviadas novamente dentro do período disposto em Cronograma.
O envio da atividade não será aceito fora dos prazos estabelecidos em Regulamento. Fique atento!
Tentativas permitidas: 3
O questionário será fechado segunda, 5 Nov 2018, 23:59
Método de avaliação: Nota mais alta
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Questão 1
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Texto da questão
Durante o módulo, aprendemos que os métodos e programas de ensino estruturados podem auxiliar no desenvolvimento de pessoas com TEA. Os métodos e programas abordados foram:
a. TEACCH, ABA e PECS.
b. ABA e PECS.
c. TEACCH, ABA e LIBRAS.
d. PECS e LIBRAS.
e. TEACCH e Currículo Oficial do Estado de São Paulo na área de Ciências Humanas.
Questão 2
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Texto da questão
Considere as sentenças a seguir:
I - Dentre as áreas de abordagem do programa TEACCH, temos a construção e desenvolvimento de instrumentos de avaliação diagnóstica e psicoeducacional.
II - As bases teóricas da Psicologia que embasam o TEACCH são a Teoria Behaviorista e a Psicolinguística.
III - O TEACCH tem como proposta garantir o desenvolvimento de uma rede de serviços para pessoas com TEA e seus familiares ao longo de suas vidas.
IV - É desnecessário conhecer as habilidades atuais de cada criança, as habilidades emergentes e o que pode ajudá-la a desenvolvê-las para trabalhar com o TEACCH.
Estão corretas:
a. I, II e IV
b. Apenas III
c. Todas as alternativas estão corretas.
d. I, II e III
e. I e III
Questão 3
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Texto da questão
Com base nas características do programa TEACCH, assinale a alternativa INCORRETA.
a. Os alunos com TEA apresentam prejuízos na interação social e dificuldades de abstração, por isso, tendem a aprender por meio de experiências concretas e apresentam forte apego a rotina. O espaço de atendimento deve levar estas questões em consideração. É importante que ele ofereça pistas do que é esperado da criança naquele momento.
b. O apoio visual é muito importante para os alunos com TEA, tendo em vista que eles têm facilidade em perceber conceitos concretos e muita dificuldade de abstração.
c. Os sistemas de trabalho estimulam a capacidade do aluno para desenvolver as etapas de uma atividade com entendimento.
d. 
Como os alunos com TEA são muito ligados à rotina, planejá-la prejudica a vida escolar de estudantes com TEA, pois eles se tornam desestimulados.
e. O planejamento da rotina deve levar em consideração a idade e o nível de desenvolvimento da criança.
Questão 4
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Texto da questão
De acordo com o estudado no Método ABA, leia as sentenças abaixo, identifique, nesta ordem,qual(is) é (são) verdadeira(s) (V) e Falsa(s) (F) e, então, marque a alternativa correta.
- O método ABA (Applied Behavior Analysis - Análise Comportamental Aplicada – tradução livre) baseia-se na Abordagem Comportamental.
- Esse método tem por objetivos desenvolver comportamentos socialmente adequados, reduzir comportamentos inadequados e desenvolver habilidades.
- Reforçar positivamente o aprender nem sempre é importante no referido método.
- Orientar o aluno com TEA para que ele compreenda todos os passos da atividade a ser executada. Muitas vezes, esses alunos precisarão de mais explicações que os colegas para compreender o que lhe é solicitado.
a. V, V, F, V
b. F, V, F, V
c. V, V, V, V
d. V, V, V, F
e. V, F, F, V
Questão 5
Ainda não respondida
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Texto da questão
Ainda em relação ao método ABA, assinale a alternativa INCORRETA.
a. De acordo com a abordagem comportamental, cada indivíduo é único, com suas potencialidades e dificuldades. Por isso, devemos comparar o aluno com ele mesmo.
b. É imprescindível acompanhar o desenvolvimento do aluno com TEA, sempre avaliando os aspectos que precisam ser melhor trabalhados e verificando os pontos em que conseguiu evoluir.
c. Não realizar adaptações no currículo, pois o aluno com TEA deve aprender exatamente da mesma maneira que toda a turma.
d. É preciso focar em comportamentos positivos e estimulá-los. Dessa maneira, os comportamentos inadequados ocorrerão em menor intensidade, pois o aluno vai compreendendo o que se espera dele.
e. Ao apresentar novos conteúdos, o professor precisa fazer correlações com o que o aluno já aprendeu, certificando-se que tenha os pré-requisitos necessários para desenvolver a atividade.
Questão 6
Ainda não respondida
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Texto da questão
Qual é o objetivo do método PECS?
a. Utilizar a troca de cartões para que alunos surdos possam se comunicar sem utilizar a Língua Brasileira de Sinais, que foi abolida no Brasil.
b. Auxiliar pessoas com TEA ou com outras dificuldades de linguagem a aprenderem a Língua Brasileira de Sinais.
c. Auxiliar pessoas com TEA ou com outras dificuldades de linguagem a adquirir habilidades comunicativas e iniciar uma comunicação através da troca de cartões.
d. Auxiliar pessoas extremamente tímidas a adquirir habilidades comunicativas e iniciar uma comunicação através da troca de cartões.
e. Obrigar pessoas com TEA ou com outras dificuldades de linguagem a desenvolverem a linguagem verbal.
Questão 7
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Texto da questão
Marque a alternativa correta que completa a afirmação a seguir.
O método ______________ ensina o aluno com TEA a discriminar símbolos e utilizá-los para se comunicar, além de formar frases ou ideias com a combinação de cartões e é composto de seis fases.
a. TEACCH
b. LDB
c. Currículo Funcional
d. ABA
e. PECS
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	Iniciado em :
	segunda, 1 Out 2018, 13:44
	Estado:
	Finalizada
	Concluída em:
	segunda, 1 Out 2018, 15:11
	Tempo: empregado
	1 hora 26 minutos
	Notas:
	7,00/7,00
	Avaliar:
	100,00 de um máximo de 100,00
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