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CARDIOLOGIA – AULA 01 – DOENÇA VALVAR MITRAL

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do ventrículo. Essa capacidade é medida por: 
 Diâmetro diastólico final 
 Diâmetro sistólico final 
 OBS: Um ventrículo muito dilatado é ruim, porém um ventrículo dilatado que não consegue contrair é pior. 
 Morfologia mitral e subvalvar 
 Aqui não se fala sobre gradiente transvalvar e área valvar. 
3.5.4. CINEANGIOCORONARIOGRAFIA (cateterismo cardíaco) + VENTRICULOGRAFIA 
 É desnecessário para ver a válvula mitral. 
 É feito quando vamos fazer operação em pacientes com: 
 Em mulheres na menopausa e acima. 
 Em homens com mais de 40 anos ou com risco de doenças coronarianas 
 Para avaliar coronárias. 
3.6. TRATAMENTO – Prof disse que pergunta em prova (quatro tratamentos básicos para doença valvar – qualquer 
doença) 
 OBS: Coloquei de novo porque é MUITO importante! 
 1º O tratamento da doença base  Na estenose mitral a causa básica geralmente é a febre reumática e novos surtos 
com penicilina benzatina diminui a evolução da estenose valvar. 
 2º Profilaxia para endocardite infecciosa quando submetidos a procedimentos com risco de bacteremia  EX: 
Extração dentária ou limpeza, colonoscopia, fratura óssea.. 
 3º Tratamento ou profilaxia de embolia  Se tem trombo, estase sanguínea, arritmia ou AVC prévio vai utilizar 
anticoagulante. 
 4º Tratamento da arritmia e fibrilação atrial 
3.7. TRATAMENTO ESPECÍFICO 
 Assintomático: Faz os quatro tratamentos citados acima, e acompanha o paciente sem medicação específica. 
 Sintomático (ICC): 
 Diurético: Diminuir a sobrecarga de volume 
 Vasodilatador: Sangue escoar mais facilmente para a aorta do que voltar para o átrio esquerdo. 
 Digoxina: Aumentar a força de contração. 
 OBS: Só se usa beta bloqueador em dose baixa como ideia de tratamento do músculo cardíaco, mas não é 
medicamento específico. 
 Tratamento da fibrilação atrial e profilaxia de tromboembolia (inr 2.0 a 3.0) 
 Se o paciente tiver insuficiência mitral, for sintomático, e tiver classe funcional NYHA I, II, III ou IV  CIRURGIA 
 Ainda podemos acompanhar se o diâmetro sistólico final está diminuindo. Se ele for > 40mm ou > 45mm e tiver 
fração de ejeção diminuída < 60%  CIRURGIA