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Fisiopatologia da dor

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C: Nocicepção
A nocicepção ocorre em duas fases;
Dor Aguda: Quem tem mielina
Dor lenta e demorada: Fibra C que vai chegando aos poucos por impulso
Termica: Nem tudo que é quente causa dor. O limite de temperatura em humanos é de cerca de 45C.
Dor crônica: Estimulação central na medula
Bisturi Lesão Estímulo nociceptivo 1-2 horas vai sentir dor no pós-operatório não só pela lesão mas também pela reação inflamatória pela liberação de citocinas pelo tecido. Além de substancias algogênicas que vão estimular as terminações nervosas livres Bradicina, Substancia P.
Medula O estímulo vem da fibra sensitiva e vai p medula. Na medula tem o neurônio de primeira ordem, interneurõnio e o neurônio de segunda ordem. 
Corno Substancia cinzenta o resto é substância branca.
Na substância cinzenta tem os corpos neuronais. Na substancia branca tem os axônios que fazem a condução. Mas o ser pensante esta na subs cinzenta.
Neurotransmissores liberados Aspartato, Glutamato, Substância P (q tem na periferia Tb) e a calcitonina. Esses receptores uma vez ativados, eles vão mandar informações por via ascendente. 
Para controlar a dor é necessário controlar a liberação desses neurotransmissores supracitados fazendo a utilização de opióides por exemplo que vão se ligar em receptores µ e inibir a liberação do neurotransmissor. I, dos mecanismos do opioide, é atuar na membrana pré-sinaptica para evitar a liberação dos neurotransmissores. 
Aqui só pra lembrar ele chega do lado esquerdo e é transmitido do lado direito. Em algumas situações neurológicas algumas lesões do lado direito ativam o lado esquerdo do cérebro. 
Então existem na medula nessa modulação a teoria do portão e ela quem determina muitas vezes a diminuição da dor sem tratamento clínico Terapias não farmacológicas como a acupuntura. 
Teoria do portão – Modular os estímulos que estão na medula na tentativa de promover analgesia. Inibindo a ligação entre interneuronio e neurônio 1 ou neurônio 2. Noradrenalina, Serotonina. 
Para causar analgesia eu preciso inibir o neurônio de primeira ordem para que o neurônio de segunda ordem não seja estimulado. Além disso, existe o efeito encéfalo para a medula. Via da dor descendente tentando modular a dor. 
O interneurônio fica inibindo um estimulo ascendente para o córtex quando não tem nenhum efeito nocivo para o animal. Se não tem dor e não tem estímulo, prevalece o interneuronio. A fibra de dor inibe o interneuronio daí vai haver estímulos ao neurônio de segunda ordem.. Quando você faz massagem as fibras mecanorreceptoras ou mielinizadas com transmissão rápida, você estimula o interneuronio que vai bloquear a estimulação do neurônio de segunda de ordem. 
Em uma situação emergencial, o paciente libera opioides endógenos e consegue realizar tarefas com a dor suprimida. A noradrenalina também tem função de analgesia. 
Voce ta indo pra casa o ônibus vira, você sobrevive, mas tem alguns mortos, você tem liberação de adrenalina com aumento da perfusão vascular muscular, com aumento da glicemia, mas depois pode ser que morra. 
Os opioides tem ação inibitória da dor. Mas tem ação excitatória em algumas regiões cerebrais para liberar endorfinas para reduzir o estímulo de dor. 
Dor oncológica: Neoplasias. Dores crônicas. Grau de dor exacerbado. Quando o animal tem dor ele desregula todo o sistema neuroendócrino do animal. Perde proteína, atrofia o músculo.
Localização:
Somática: Músculatura/Periferia
Visceral: Visceras ¬¬’. É totalmente diferente da dor somática. A dor visceral é difusa. Os receptores estão localizados na cápsula dos órgãos. Os parênquimas não tem receptores. Se você passar o bisturi no intestino ele não dói, só dói se distender. Como essa dor é difusa, você não tem certeza de onde está essa dor por isso utilizamos recursos laboratoriais para tentar achar. Isso é importante em equinos para que você possa achar um tratamento adequado (cirúrgico, medicamentoso).
Dor referida: Dor nas costas Rim. Dor no braço esquerdo Infarto. O nosso corpo é dividido em “dermáculos”(¿). Quando faixas exatas doem e você percebe esse estimulo. A dor referida acontece quando dius feixes de fibras que entram perto uma da outra estimulam PA na outra, ou seja, uma fibra que sai da cápsula do rim estimula a fibra que vem de um dermáculo das costas, fazendo com que a dor seja percebida nas costas Informação trocada. Estiramento do abdome indica que o animal tem dor severa. O estiramento do abdome ocorre quando o animal esta assumindo posição de prece.
Quanto ao desenvolvimento:
Aguda – Primeiras 24h. Pode se tornar crônica. 
Crônica – Raramente volta a ser aguda. Porque tem uma alteração de modulação na medula. Difícil tratamento. O tálamo que faz a impregnação da dor. A dor mais forte fica presa no tálamo para classificar as outras dores. 
Transiente
Mecanismos para início de dor
Fisiológica
Patológica – hiperalgesia (Sensibilidade excessiva a dor)
Alodinia – Animais que tem ferida na barriga, e quando toca na cabeça do animal ele sente. Quando um estímulo inócuo torna-se dolorosos (pacientes crônicos)
Inflamatória – Inflamação de dente Dor crônica
Porque tratar a dor
Evitar a sensibilização periférica (hiperalgesia ou alodinia)
Evitar a sensibilização central Periferia Modulação na medula. Quando um paciente apresenta sensibilização central chamada “...não entendi”, não é necessário mais um estímulo periférico. O próprio mecanismo começa a liberar glutamato, aspartato, substância p. Ou seja não precisa de sensibilização periférica, a propria medula começa a enviar sinais de nocicepção. Relacionados a uma dor crônica. Tálamo Sobrecarga. 
Atua no sistema límbico Tálamo Córtex.
O sistema limbico vai fazer com que o animal sinalize que ele tenha dor. Isso depende também da sensibilidade do animal. As femeas são mais sensíveis a dor do que os machos. 
Evitar que o paciente piore no pós-operatório A dor ela consegue promover alteração neuroendócrina Liberação de Cortisol/Noradrenalina, fadiga muscular, fadiga do músculo cardíaco. Fazendo com que o animal tenha retorno as suas funções normais um pouco retardadas. Portanto voce prolonga o pós-operatório do animal. 
Os pacientes que tem dores crônicas são invalidados (ou dor de uma forma geral). Por exemplo, pacientes com enxaqueca, no dia que eles tem enxaqueca, eles não conseguem fazer nada. 
O reconhecimento da dor. Vai depender do paciente e do seu limiar de dor, ou até mesmo pelo método de expressão de dor Bovino sentem dor mas a manifestação clínica de dor deles são diferentes das outras espécies.
É mais fácil perceber dor em cães do que em gatos.
Triste nos cantos e pára de se alimentar. Reluta em andar, triste, pára de comer Veterinário. As vezes a dor é tão intensa que os pacientes preferem comer para se distrair da dor... Característico de felinos Comendo compulsivamente. Olhar serrático.
Gatos podem ficar caçando borboletas depois de uma aplicação de opioide e abanam rabo caso tenham algo o incomodando.
Então os métodos para avaliar dor na medicina veterinária são praticamente subjetivos pq a gente não consegue nitidamente quantificar.
As pessoas que não são treinadas para avaliar a dor elas podem superestimar a dor ou subestimar a dor
Escala descritiva simples Vai tocando no animal palpando. Tocar na ferida cirúrgica e tal. 
Se o paciente tem hipertensão no pós operatório ele sente dor, isso é fato. Mas tem animais não tem a hipertensão no pós, mas mesmo assim estão sentindo dores. 
Quanto maior a dor maior o nível de cortisol
A criança e o velho tem maiores níveis de cortisol do que os adultos
Passar um questionário para o proprietário sobre a qualidade de vida perguntando se o animal se lambe muito por exemplo. O gato com dor para de se lamber.
Dor fantasma Normalmente em casos de amputação de membros Irresponsabilidade. Por brotações de terminações nervosas. 
Existem várias vias de dor. Se for tratar somente com os opioides, os animais podem passar a ter tolerância aos opióides. Os receptores param de responder,

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