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ORIENTAÇÃO EM SUPERVISÃO ESCOLAR E ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL
QUESTÃO 1: Uma escola voltada para o pleno desenvolvimento do educando valoriza a transmissão de conhecimento, mas também enfatiza...
R: Planejamento é um processo de racionalização, organização e coordenação das atividades. Planejar é levantar a situação atual, estabelecer o que se deseja mudar e organizar a ação futura. Esboça a situação futura a partir da atual. Prevê: o que, como, onde, quando, por que se quer realizar. Garante: objetividade, operacionalidade, funcionalidade exeqüibilidade, produtividade e continuidade da ação. PDE O Plano de Desenvolvimento da Escola (Pré-escola) é um processo gerencial de planejamento estratégico desenvolvido pela unidade escolar participante, apresenta em seus objetivos a melhoria da qualidade de ensino, a busca da eficiência e eficácia no sistema de ensino, o exercício da autonomia da escola na resolução de seus problemas e realização de suas aspirações.
QUESTÃO 2: Um aluno da escola MM, muito disciplinado e responsável, não conseguiu alcançar média necessária no bimestre, na disciplina...
R: Informar os pais sobre o rendimento escolar; investigar, orientar e acompanhar o processo de recuperação do aluno com baixo rendimento escolar. Diante da situação apresentada acima há a necessidade de reavaliar-se o processo de ensino-aprendizagem e suas relações com o erro. Ao se falar em avaliação do processo ensino-aprendizagem, pensa-se em verificação do nível do que o aluno aprendeu. A avaliação apresenta três funções, de acordo com Haydt (2007, p. 16), são elas: “diagnosticar, controlar e classificar”. Sob este olhar, o ritmo diferenciado de cada aluno deve ser respeitado, levando em consideração os diferentes ritmos de aprendizagem. O orientador educacional/supervisor escolar poderá auxiliar o professor a garantir aprendizagens significativas evidenciando e construindo estratégias de ensino que contemplem as diferenças individuais e diversidade de culturas. O erro, por exemplo, deve ser visto como uma oportunidade de ensino, já que a partir da sua análise crítica, propicia que o aluno crie procedimentos, critérios e discernimento para o confronto com os possíveis problemas, a fim de solucioná-los.
QUESTÃO 3: Maria da Costa, supervisora escolar, assumiu a coordenação de uma escola Municipal de Ensino Fundamental no mês de junho. Ao chegar, encontrou um quadro desafiador:
Professores desmotivados e desarticulados;
R: Justificativa: Capacitar a escola para construir, programar e avaliar o seu projeto pedagógico, propiciar uma educação de qualidade e exercer sua autonomia pedagógica. Ao exercer essa autonomia, a escola, consciente de sua missão, programa um processo compartilhado de planejamento e responde por suas ações e seus resultados. Essa autonomia construída objetiva ampliar os espaços de decisão e participação da comunidade atendida pela escola, criando e desenvolvendo instâncias coletivas.
Objetivos específicos:
1. Distinguir a autonomia legal da autonomia construída pelos sujeitos de sua escola.
2. Propor a elaboração do projeto pedagógico a partir da sua realidade escolar.
 3. Justificar a importância do trabalho coletivo na construção do projeto pedagógico.
4. Conceituar projeto pedagógico
Público alvo: Alunos, pais, professores, gestores, funcionários e representantes da comunidade local.
Embasamento teórico: O projeto da escola não começa de uma só vez, não nasce pronto. É, muitas vezes, o ponto de chegada de um processo que se inicia com um pequeno grupo de professores com algumas propostas bem simples e que se amplia, ganhando corpo e consistência. Nesse trajeto, ao explicitar propósitos e situar obstáculos, os educadores vão estabelecendo relações, apontando metas e objetivos comuns, vislumbrando pistas para melhorar a sua atuação. Maria Alice Setúbal, 1994
Atividades: Ao realizar o projeto a escola deve proporcionar atividades de diálogo e participação com os vários grupos que a compõem. Assim será construído outro conceito de qualidade de ensino à medida que todos realmente se responsabilizem pelas suas ações coletivas, numa prática de vivência democrática. Enfim, é preciso que cada escola construa a sua própria autonomia, através de um processo de construção social.
Avaliação: Cada escola é única, portanto o desenvolvimento do projeto precisa ser avaliado ao longo de todo ano, levando em conta o trabalho pedagógico, a participação da comunidade escolar, dos pais e principalmente dos alunos.
A partir dessa concepção, ele não pode ser elaborado apenas por uma pessoa ou pelos gestores da escola. Também não deve ser planejado de uma única vez, mas de forma processual e gradativa, cumprindo sua função social por meio de ações a curto, médio e longo prazo, procurando sempre a melhoria da qualidade do ensino e da aprendizagem. Esta é a finalidade última do projeto pedagógico.
QUESTÃO 4: A escola é lugar de estudo e trabalho coletivo. Portanto, o pedagogo, nos diversos papéis que pode assumir (supervisão...
R: A educação de qualidade é uma busca constante, para que isso se torne realidade são necessárias ações que sustentem o trabalho em equipe. As organizações precisam cada vez mais de profissionais responsáveis, dinâmicos e inteligentes, com habilidades para resolver problemas e tomar decisões.
QUESTÃO 5: Num mundo como o atual, de tão rápidas transformações e de tão difíceis contradições, estar formado para a vida significa...
R: O planejamento escolar atende, em geral, às seguintes funções:
• diagnóstico e análise da realidade da escola: busca de informações reais e atualizadas que permitam identificar as dificuldades existentes, causas que as originam, em relação aos resultados obtidos até então;
• definição de objetivos e metas compatibilizando a política e as diretrizes do sistema escolar com as intenções, expectativas e decisões da equipe da escola;
 • determinação de atividades e tarefas a serem desenvolvidas em função de prioridades postas pelas condições concretas e compatibilização com os recursos disponíveis (elementos humanos e recursos materiais e financeiros).
O processo de planejamento inclui, também, a avaliação dos processos e resultados previstos no projeto, tendo em vista a análise crítica e profunda do trabalho realizado e a reordenação de rumos (LIBÂNEO, 2004, pp. 150-151).
QUESTÃO 6: “A ação supervisora em sua prática acontece imbricada a um contexto social, econômico e cultural. A sociedade atual traz estratégias...
R: Funções da Supervisão escolar Com o decorrer do tempo percebe-se que a função do supervisor escolar sofreu diversas mudanças significativas, passando por distintos perfis, tais como o de fiscalizador, controlador espontâneo, inspetor e atualmente, tem-se a visão do supervisor como parceiro e companheiro do trabalho pedagógico. A função primordial é de orientar para a ação educativa abrangente, dentro dos princípios legais e de formação integral. Partindo do princípio de que as funções da supervisão são múltiplas e significativas, faz se necessário destacar algumas delas conforme Brigs e Justman [19--?] apud Nérici (1978, p. 42-43), que são: - Ajudar os professores a melhor compreenderem os objetivos reais da educação e o papel especial da escola na consecução dos mesmos. - Auxiliar os professores a melhor compreenderem os problemas e necessidades dos jovens educados e atender, na medida do possível, a tais necessidades. - Exercer liderança de sentido democrático, sob as formas de promoção do aperfeiçoamento profissional da escola e de suas atividades, buscando relações de cooperação de seu pessoal e estimulando o desenvolvimento dos professores em exercício, colocando sempre a escola mais próxima da comunidade. - Estabelecer fortes laços morais entre os professores quanto ao seu trabalho, de tal forma que operem em estreita e esclarecida cooperação, para que os mesmos fins gerais sejam atingidos. - Identificar qual o tipo de trabalho mais adequado para cada professor, distribuindo tarefas, mas de forma que possam desenvolver