questionário 1 - DIPRI I - Prof. Marcos Vinícius
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DisciplinaDireito Internacional Privado I103 materiais1.343 seguidores
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Universidade Federal do Rio de Janeiro
Faculdade Nacional de Direito
Direito Internacional Privado I
Prof. Marcos Vinícius Torres
QUESTIONÁRIO 01
1) O tcheco Olef Petrovitch falece, solteiro, aos 29 de janeiro de 2007, por overdose de ecstasy, numa rave em Ibiza, Espanha, onde passava férias, já que, na época era domiciliado em Amsterdam, Holanda. 
	Após as primeiras declarações serem prestadas em ação de inventário e partilha, em curso na 1ª Vara de Órfãos e Sucessões do Rio de Janeiro, vem à baila a informação de que Olef havia feito um testamento particular na cidade de São Petersburgo, Rússia, em 17 de abril de 2004, época em que possuía domicílio em Lisboa, Portugal. 
	Pelo testamento, o testador havia indicado a divisão do total do seu patrimônio da seguinte forma: 30% ao seu primogênito Ivan Petrovitch \u2013 tcheco, domiciliado em Miami, E. U. A. \u2013 e 30% ao filho mais novo Jean Petrovitch \u2013 brasileiro, domiciliado no Cairo, Egito. O testador também destina o restante de seu patrimônio a instituições ortodoxas de caridade, localizadas em São Paulo. 
	Olef havia ainda, algumas semanas antes de morrer, determinado por um instrumento particular, com tom de carta de despedida, feita em sua casa em Amsterdam, que alguns quadros de pouco valor \u2013 guardados em sua casa em Ipanema, usada para férias - fossem destinados para seu antigo mordomo, Hans Sack, alemão, domiciliado em Atenas.
	O de cujus deixa um total de bens móveis e imóveis no Rio de Janeiro \u2013 cidade que visitava frequentemente \u2013 no valor de R$8.500.000,00. 
	Considerando que, pelas leis sucessórias espanhola e holandesa, ressalva-se a legítima de 30% do patrimônio do de cujus ao primogênito e 25% ao outro filho, pelas leis sucessórias portuguesa, tcheca, norte-americana, alemã, russa, alemã e grega exige-se o respeito a legítima de 25% do patrimônio do falecido a cada um dos filhos, e, pela lei brasileira, ressalva-se metade do patrimônio do defunto aos herdeiros necessários, o que garantiria 25% a cada um de seus filhos. Pela lei egípcia, o filho Jean deveria receber metade do montante cabível a Ivan, por ser adotado.
	Considerando que pelas leis sucessórias russa, grega, alemã, holandesa, portuguesa, espanhola, egípcia, francesa e brasileira não haveria qualquer norma que inabilitasse os supostos beneficiados à sucessão do falecido; mas, que, pelas leis tcheca e norte-americana, entretanto, configurar-se-ia a indignidade do filho estrangeiro.
	Considerando ainda as normas do Direito Internacional Privado Brasileiro, indique o seguinte:
a) o fundamento legal da norma de Direito Internacional Privado que determinará a lei aplicável aos requisitos formais para a validade do referido ato feito pelo instrumento particular, com tom de carta de despedida;
b) a regra de conexão para determinar a lei aplicável aos requisitos formais para a validade do referido ato feito pelo instrumento particular, com tom de carta de despedida;
c) a lei aplicável aos requisitos formais para a validade do referido ato feito pelo instrumento particular, com tom de carta de despedida;
 
d) o fundamento legal da norma de Direito Internacional Privado que determinará a lei aplicável à capacidade para testar do de cujus, que repercutirá sobre a validade do referido testamento;
e) a regra de conexão para determinar a lei aplicável à capacidade para testar do de cujus, que repercutirá sobre a validade do referido testamento;
f) a lei aplicável à capacidade para testar do de cujus, que repercutirá sobre a validade do referido testamento;
g) o fundamento legal da norma de Direito Internacional Privado que determinará a lei aplicável a esta sucessão;
h) a regra de conexão para determinar a lei aplicável a esta sucessão;
i) a lei aplicável a esta sucessão;
j) o fundamento legal da norma de Direito Internacional Privado que determinará a lei aplicável para regular o onus probandi do direito aplicável segundo o referido item c;
k) a regra de conexão que determinará a lei aplicável para regular o onus probandi do direito aplicável segundo o referido item c;
l) a lei aplicável para regular o onus probandi do direito aplicável segundo o referido item c;
m) o fundamento legal da norma de Direito Internacional Privado que determinará a lei aplicável para regular o modo de produção de prova do direito aplicável segundo o referido item f;
n) a regra de conexão que determinará a lei aplicável para regular modo de produção de prova do direito aplicável segundo o referido item f;
o) a lei aplicável para regular o modo de produção de prova do direito aplicável segundo o referido item f;
2) O engenheiro grego Ilias Tzempetonidis \u2013 domiciliado em Londres - e a modelo italiana Bella Divina \u2013 domiciliada em Estocolmo, Suécia - se casam, sem pacto antenupcial, aos 19 de fevereiro de 2003, em Madri. Imediatamente após a chegada da lua de mel no Havaí, o casal se muda para a América do Sul, estabelecendo seu primeiro domicílio comum em Bogotá, onde o marido vai trabalhar para a multinacional IBM. 
	
	Quatro anos após o casamento, o casal estabelece novo domicílio, no Rio de Janeiro. Muito triste pelo desgaste da relação, já que seu marido se envolveu numa relação extraconjugal com sua personal trainer brasileira, a esposa lhe procura para uma consulta, na qualidade de advogado, sobre quais regras seriam aplicáveis a uma possível ação de divórcio a ser proposta no foro do Rio de Janeiro. 
	Considerando as normas do Direito Internacional Privado Brasileiro, indique:
a) o fundamento legal da norma de Direito Internacional Privado que determinará a lei aplicável para regular o regime de bens do casal, para efeitos de partilha de bens em decorrência do divórcio a ser realizado no Brasil;
b) a regra de conexão que determinará a lei aplicável para regular o regime de bens do casal, para efeitos de partilha de bens em decorrência do divórcio a ser realizado no Brasil;
c) a lei aplicável para regular o regime de bens do casal, para efeitos de partilha de bens em decorrência do divórcio a ser realizado no Brasil;
d) o fundamento legal da norma de Direito Internacional Privado que determinará a lei aplicável para regular a validade do casamento, quanto à questão de causas suspensivas, caso seja suscitada no processo a invalidade do casamento;
e) a regra de conexão que determinará a lei aplicável para regular a validade do casamento, quanto à questão de causas suspensivas, caso seja suscitada no processo a invalidade do casamento;
f) a lei aplicável para regular a validade do casamento, quanto à questão de causas suspensivas, caso seja suscitada no processo a invalidade do casamento;
g) o fundamento legal da norma de Direito Internacional Privado que determinará a lei aplicável para regular a validade do casamento, quanto à questão da celebração da cerimônia de casamento, caso seja suscitada no processo a invalidade do casamento;
h) a regra de conexão que determinará a lei aplicável para regular a validade do casamento, quanto à questão da celebração da cerimônia de casamento, caso seja suscitada no processo a invalidade do casamento;
i) a lei aplicável para regular a validade do casamento, quanto à questão da celebração da cerimônia de casamento, caso seja suscitada no processo a invalidade do casamento, caso seja suscitada no processo a invalidade do casamento;
j) o fundamento legal da norma de Direito Internacional Privado que determinará a lei aplicável para regular a validade do casamento, quanto à questão de impedimentos matrimoniais, caso seja suscitada no processo a invalidade do casamento;
 
k) a regra de conexão que determinará a lei aplicável para regular a validade do casamento, quanto à questão de impedimentos matrimoniais, caso seja suscitada no processo a invalidade do casamento;
l) a regra de conexão que determinará a lei aplicável para regular a validade do casamento, quanto à questão de impedimentos matrimoniais, caso seja suscitada no processo