A maior rede de estudos do Brasil

Grátis
8 pág.
ATIVIDADE 2 - PRISCILA

Pré-visualização | Página 1 de 2

UNIGRAN - CENTRO UNIVERSITÁRIO DE DOURADOS
	
CURSO: CIÊNCIAS CONTÁBEIS
	ATIVIDADE:
Aulas 05/ 06 / 07 e 08
	Aluno: Priscila Karen da Silva
	RGM:
	Polo: São José - SC
	
	
Disciplina: PSICOLOGIA
	ANO LETIVO: 
2019
	DATA PARA ENTREGA: 17/04/19
	Valor de cada atividade 1,25 
Total das quatro Atividades: 5,0
	
	
ATIVIDADES DA AULA 5
1- A motivação deve estar presente no nosso dia a dia. Você acredita que é possível distinguir um funcionário motivado no ambiente de trabalho? Apresente três argumentos que justifique sua resposta.
Sim. Acredito que seja possível distinguir um funcionário motivado de um não-motivado.
O funcionário motivado é visivelmente proativo, tem o “veste a camisa” muito aparente.
O funcionário motivado faz uso pleno das suas habilidades profissionais.
O funcionário desmotivado geralmente é insatisfeito. Seja com as suas condições de trabalho ou por discordar dos processos da empresa, entre outros fatores comuns, desavenças com colegas de trabalho, remuneração, etc.
2- É possível motivar as pessoas no trabalho? Justifique a sua resposta.
Sim, motivar as pessoas no trabalho é possível. As pessoas tem expectativas quanto a valorização do seu trabalho, esperam muitas vezes por reconhecimento, elogios, ficam felizes com um resultado positivo ou por observarem uma sintonia produtiva entre seus colegas. A felicidade que se sente ao atingir bons resultados ou vencer um desafio profissional, e acima de tudo, senti-la novamente, é fator primário para que as pessoas se motivem no ambiente de trabalho. 
ATIVIDADES DA AULA 6
1- Após leitura da aula 6:
 Descreva as principais teorias sobre inteligência, abordadas nesta aula;
Conceituando inteligência com as minhas palavras visto o capítulo 1:
Aptidão de exercer o pensamento de forma resolutiva, investigativa, cognitiva, ordenada e seletiva, visando eficiência, percepção, adaptabilidade diante de situações novas, desconhecidas e até mesmo a aptidão de fazer uso de conceitos abstratos.
Mas por que busquei explicar com minhas próprias palavras? O capítulo 1 faz menção a diversas maneiras de definir inteligência, cita: Neubauer, Gardner, Daniel Golerman, Cabral & Nick, Alfred Binet, Claparéd, Burt e Chaplin, cada um abordando um aspecto de um processo maior que compõe o entendimento do que representa inteligência para o ser humano.
Em 1904 na França, uma abordagem psicométrica iniciou-se através de estudos mentorados pelo psicólogo Alfred Binet, em busca de representar numericamente mensurações do que seria a inteligência das pessoas ou grupo de pessoas. 
Chegou-se a um padrão de pontuação que, em parte, é aceito mundialmente até os dias de hoje como referência, essa pontuação é proveniente de um conjunto de testes onde os três resultados de maior êxito do avaliado são levados em consideração para o cálculo final, segue a tabela de referência:
QI abaixo de 70: pouco dotado
QI de 70 a 90: baixa inteligência
QI de 90 a 110: inteligência média
QI de 110 a 130: Inteligência elevada
QI acima de 130: superdotado
O QI é resultado de uma divisão entre a sua idade mental e a idade cronológica. De um modo geral, multiplica-se o resultado por 100 para evitar números fracionários. Binet descrevia a inteligência como uma “tendência para adotar e manter uma direção definida; capacidade de fazer adaptações com o intuito de alcançar uma determinada meta”
 Inteligências Múltiplas:
Por volta da década de 80, o psicólogo Howard Gardner juntamente com pesquisadores da universidade de Harvard, realizaram estudos visando ampliar o que se entendia por Inteligência. A definiram como “a capacidade de resolver problemas ou elaborar produtos valorizados em um ambiente cultural ou comunitário” ou seja, Gardner acreditava que o teste de QI até aquele momento da história, não contemplava algumas habilidades presentes no ser humano, as que tem evolução fundamentada em treinamento, tentativa, erro, análise, reparação e repetição. Gardner acreditava que não existem pessoas que não são dotadas de nenhum dos tipos de inteligência, com exceção das pessoas que desfavorecidamente nasceram com lesões cerebrais graves. Por outro lado, acreditava serem raras as pessoas que possuem os tipos de inteligência desenvolvidos simultaneamente; a aula 6 exemplifica o caso dos indivíduos "multi skill" citando o afortunado Leonardo Da Vinci. 
De acordo com Gardner, um dos diferenciais da sua teoria, seria considerar que a inteligência é dotada de várias facetas ou seja, talentos, habilidades mentais e aptidões. Nesta teoria, acredita-se que existam por volta de 7 tipos de inteligência bem definidos entre si:
Linguística - Comunicadores, jornalistas, escritores
Corporal-cinestésica - Atletas, atores, personal trainers
Interpessoal - Políticos, terapeutas, professores, vendedores
Intrapessoal - Coach, consultores, romancistas, orientadores
Musical - Compositores, intérpretes, músicos, maestros
Espacial - Escultores, pintores, pilotos, cirurgiões
Lógica matemática - Engenheiros, contadores, programadores
Naturalista - atuantes na consciência da preservação global
Existem duas ainda em estudo, a naturalista e a espiritual.
 Inteligência Emocional:
Fundamentada na justifica que nossos atos e nossas emoções também são responsáveis pela qualidade dos nossos relacionamentos interpessoais, teve suas reflexões iniciadas na década de 80 com os psicólogos Peter Salovey e Joohn Mayer Daniel Goleman, quando constatações ligadas a ideia de que as emoções não influenciavam nas decisões inteligentes foram refutadas, aplicando-se a visão de que o controle das emoções é tão importante quanto a aquisição de conhecimentos. Goleman explica que existe a habilidade de monitorar as próprias emoções a as dos demais, de forma a discernir e usar suas informações para guiar os próprios pensamentos e dos demais. Essa tentativa da mente emocional controlar a mente racional é fruto de uma análise que fazemos do nosso estado emocional e de sensações que estão nos dominando em determinado momento nos alterando biologicamente, (como pensamos, como julgamos, como abstraímos algo como agimos de maneira geral), justificando o porquê as vezes agimos por impulso ou não tomamos uma decisão racional quando estamos mexidos emocionalmente. Sendo assim, conscientizar-se de que esses fatores existem todos os dias e a todo momento nas nossas vidas, é um passo expressivo no autoconhecimento. 
Inteligência Emocional no trabalho:
É praticamente impossível imaginar um dia no trabalho sem que dependamos de tomar uma decisão racional, mas e se a nossa mente emocional influenciar neste raciocínio? Saber dosar essas grandezas implica em sermos melhores funcionários, em sermos colegas de trabalhos que não contribuem com situações depreciativas da qualidade de vida no ambiente profissional. Já no âmbito da chefia, a aula 6 cita dados interessantes, sendo que grupos que são liderados por pessoas que tem alto índice de inteligência emocional, rendem 20% a mais e que esses líderes apresentam maiores habilidades para promover talentos, justamente por possuírem uma maior compreensão das necessidades de seus colaboradores, apresentaram como característica o otimismo, a empatia e as habilidades sociais, o que favorecem os relacionamentos com chefes, colegas e subordinados.
ATIVIDADES DA AULA 7
 
1- Durante o processo criativo, faz-se uso de componentes da criatividade que auxiliam o momento criativo. Descreva como ocorre o processo criativo. 
As pessoas criativas não simplesmente "nasceram criativas". Criatividade é uma característica estimulada, pode ser desenvolvida ou não. São pessoas que obtiveram através da sua educação e constantes estímulos a noção do que é adequado ou não, assim podendo julgar ou identificar o que é ideal como solução para determinado problema. Na verdade todos temos criatividade, uns mais desenvolvidos e outros menos. Podemos