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Sistema
Circulatório
Discentes:Gileia A. Soares , Tamirys Cardoso, Kariza Fracalossi, 
Carlos A . Pessoa
1
 O Sistema Circulatório é o conjunto de órgãos responsáveis pela distribuição de nutrientes para as células e coleta de suas excretas metabólicas para serem eliminadas por órgãos excretores. 
Anatomia do sistema circulatório e cardiovascular
Componentes do Sistema Circulatório
 É composto por: coração, artérias, veias, vasos capilares sangue (tecido líquido),linfa,vasos linfáticos .
 O CORAÇÃO : É um órgão muscular, oco, que funciona como uma bomba contrátil-propulsora.
 O tecido muscular: é estriado cardíaco ,e de ação involuntária .
Camadas do coração 
 Epicárdico: Camada externa do coração que é o pericárdio visceral.
Miocárdio: Camada média muscular. 
 Endocárdio: Camada interna que reveste as cavidades, as valvas e os músculos das valvas. 
O coração:fica situado na cavidade torácica, atrás do esterno, acima do músculo diafragma num espaço chamado de mediastino. 
 A cavidade do coração: é subdividida em 4 câmaras (2 átrios e 2 ventrículos) e entre átrios e ventrículos existem orifícios com dispositivos orientadores da corrente sanguínea – são as valvas. 
DIVIDE-SE O CORAÇÃO EM QUATRO PARTES 
 Átrio direito (AD) : chegam a veia cava superior, a veia cava inferior e a veia coronária, trazendo sangue venoso de todo o organismo, inclusive do músculo cardíaco. 
 Ventrículo direito (VD): dele parte a artéria pulmonar que se divide em direita e esquerda, com sangue venoso proveniente do AD. 
Átrio esquerdo (AE): na sua cavidade desembocam duas veias pulmonares direitas e duas veias pulmonares esquerdas, com sangue arterial (rico em O2).
 Ventrículo esquerdo (VE): recebe sangue arterial do átrio esquerdo; desta cavidade parte a artéria aorta. É a cavidade de musculatura mais espessa. 
 VÁLVULAS DO CORAÇÃO 
 Existe no coração uma estrutura denominada valva ou válvula, composta por cúspides, presa aos músculos que se projetam da cavidade cardíaca. Entre o AD e o VD há a valva tricúspide e entre o AE e o VE há a valva mitral ou bicúspide. 
 Entre o VD e a AP há a valva pulmonar e entre o VE e a AA encontra-se a valva aórtica. 
 A função dessas valvas: quando abertas, permitir a saída de sangue e, quando fechadas, impedir o seu refluxo. 
 OS VASOS SANGUÍNEOS 
O sangue: é transportado pelas artérias (vasos que saem do coração), as veias (chegam ao coração). Assim, tanto artérias quanto veias podem transportar sangue rico em oxigênio (arterial) ou pobre nesse gás (venoso). 
 Sistema linfático
 formado pelos vasos condutores da linfa e por órgãos linfóides (linfonodos e tonsilas); 
 Órgãos hematopoiéticos: representados pela medula óssea e pelos órgãos linfoides: baço e Timo (produz linfócitos). 
 FISIOLOGIA CARDÍACA 
 O coração :é inervado pelos nervos simpático e parassimpático, que são antagônicos em sua função. Esses dois nervos afetam o coração, alterando a frequência ou alterando a força contrátil do miocárdio: 
 Simpático: acelera o batimento cardíaco, aumentando a força de contração do miocárdio e, consequentemente, da quantidade de sangue expulso pelo coração; 
 Parassimpático: é de atuação inversa a do simpático, pois diminui o batimento cardíaco através da diminuição da excitabilidade e da transmissão de estímulos. 
AUTOMATISMO DO CORAÇÃO 
 O coração trabalha automaticamente, sob controle do sistema nervoso, mas o impulso da atividade cardíaca origina-se no coração. Esse sistema é composto por: 
 Nódulo (nó ou nodo) sinusal ou sinoatrial (SA): é o ponto de origem de todos os estímulos; situa-se no AD próximo à desembocadura da veia cava superior. Esses estímulos gerados no nódulo sinusal são transmitidos diretamente para as fibras musculares dos átrios e para o nódulo atrioventricular. 
 Nódulo atrioventricular (AV): situa-se próximo do septo atrial, recebe os estímulos do nódulo sinoatrial e os transmite com ligeira defasagem para musculatura ventricular.
 Feixe de His: é a continuação do nódulo AV, recebe os estímulos desse nódulo e os transmite para as fibras de Purkinge. 
Fibras de Purkinge: os estímulos são distribuídos aos ventrículos por meio de seus feixes direito e esquerdo.
 SISTEMA DE CIRCULAÇÃO SANGUÍNEA 
 
 Circulação pulmonar ou pequena circulação: o sangue venoso sai do ventrículo direito pela artéria pulmonar, que se ramifica em direita e esquerda, indo cada uma delas respectivamente para o pulmão direito e esquerdo. Os capilares arteriais contendo sangue venoso envolvem os alvéolos pulmonares; é a nível alveolar que ocorre a troca de gás carbônico por oxigênio. A junção de vários capilares venosos contendo sangue arterial formará as quatro veias pulmonares, duas de cada pulmão, que desembocam no átrio esquerdo.
 A circulação pulmonar tem por função oxigenar o sangue através da troca de gás carbônico por oxigênio = hematose. 
CIRCULAÇÃO SISTÊMICA OU GRANDE CIRCULAÇÃO:
 Leva o sangue arterial do ventrículo esquerdo para todo o organismo, a fim de abastecer todas as células com oxigênio e nutrientes; após receber o gás carbônico e as excretas das células do organismo, retorna ao átrio direito com o sangue venoso pelas veias cavas superior e inferior. 
CICLO CARDÍACO 
 Consiste em 2 períodos
Sístoles (contração): os ventrículos se contraem forçando a passagem do sangue para os pulmões, para oxigenação, e pela aorta, para os tecidos do corpo. 
 Diástoles (relaxamento): os átrios direito e esquerdo se contraem forçando a passagem do sangue para os ventrículos, que ainda estão relaxados. 
DÉBITO CARDÍACO 
 Débito Cardíaco: é a quantidade de sangue bombeado por qualquer um dos ventrículos durante um determinado período de tempo. Cada ventrículo de um adulto expulsa em média 70 ml/sangue para as artérias em cada batimento cardíaco. Sabemos que a FC adulto é de +/- 70 bpm, então o volume minuto por ventrículo ou débito cardíaco é de 4.900 ml. 
 A contração (sístole) do miocárdio determina uma pressão no sistema arterial, que está ligado aos ventrículos. A pressão do sangue arterial, na grande circulação, medida no momento da sístole (pressão sistótica), é de +/- 120 mmHg. Durante a dilatação (diástole), a pressão cai para +/- 80 mmHg (pressão diastólica). Dizemos então que, em condições normais, a pressão arterial deve ser de 120x80 mm Hg. 
 
SEMIOLOGIA EXAME FISICO 
OBJETIVOS :
 Sistematizar a avaliação cardiovascular da equipe de enfermagem, buscando praticidade, dinamismo e eficiência. 
 Entender que a avaliação da enfermagem é parte importante no contexto de tratamento do paciente. 
 Mostrar que a avaliação da enfermagem é integrada a avaliação medica .
 o atendimento sistematizado, racional e integrado traz resultados benéficos para o paciente
Exame cardiovascular:  
Inclui os aspectos do exame físico geral pertinentes ao aparelho cardiovascular (alterações da coloração da pele e mucosas, edema, perfusão periférica), exame dos pulsos arteriais e venoso jugular, tomada da pressão arterial, inspeção palpação e ausculta do precórdio.   
Levantamento de dados durante a entrevista
-
Hábitos e preferência alimentos: 
Gordura
carne vermelha
sal
Ingestão hídrica.
 História familiar de doenças cardiovasculares.
fatores de risco para doenças cardiovasculares 
Hiperlipidêmicas , Hipertensão arterial, tabagismo
Hipertensão arterial, tabagismo, diabetes milito
obesidade, sedentarismo, estresse,uso de anticoncepcional.
SINAIS E SINTOMAS:
A) DOR TORÁCICA: Dor origem pericárdica * Dor de origem aórtica * Dor de origem psicogênica * Dor de isquemia miocárdica 
B) PALPITAÇÕES: Percepção incômoda dos batimentos cardíacos 
* Descritas como: Paradas; tremor do coração; falhas; arrancos; batimentos mais fortes 
* Decorrentes de transtornos do ritmo e da frequência cardíaca 
C) DISPNÉIA: Cansaço, canseira, falta de ar, fôlego curto, fadiga ou respiração difícil* Sensação consciente e desagradável do ato de respirar 
D) OUTROS: Tosse e expectoração, roncos e sibilos, hemoptise, tontura e vertigem, alterações do sono, edema, astenia 
O exame físico do coração inclui: inspeção, palpação e ausculta .o paciente e posicionado em decúbito dorsal elevado a 30°,ficando o examinador do seu lado direito ou esquerdo.
O exame da parede torácica e efetuado em seis áreas .
Inspeção e palpação do precórdio: Pesquisa de abaulamentos, análise do ictus cordis, dos movimentos visíveis e/ou palpáveis, palpação de bulhas, pesquisa de frêmitos.  
Posições: em decúbitos dorsal, laterais e sentado 
Observar: Abaulamento; Impulsões de borda esternal; Retrações; Malformações torácicas; Batimentos ou Movimentos; Frêmito Cardiovascular;  
Ictus Cordis: Choque de Ponta - Cruzamento da linha hemiclavicular esquerda com 5º espaço intercostal  
Avaliar: Localização; Extensão; Mobilidade; Intensidade e forma de impulsão; Ritmo e frequência. 
Parâmetro normal
-ponto de impulso máximo (PIM)
Também denominado ponto apical ,choque precordial
Ou ictus cordis,localiza-se no 4° OU 5° espaço intercostal Esquerdo ,entre as linhas mamilar e para esternal; consiste em um impulso normal ,periódico e circunscrito,sentido como uma pulsação suave, de 1 a 2 cm de diâmetro. Pode ser visualizado em pessoas jovens e magras .
Palma da mão: é usada para localizar o PIM .
Polpas digitais dos dedos indicador e médio: verifica -seu tamanho e qualidade.
Anormalidades epigástrica
 Hipertrofia ventricular .
 Pulso hepático(estenose tricúspide)
pulsações supra-esternal ou na fúrcula esternal
podem ser observada das em pessoas normais 
Anormalidades supra renal ou na fúrcula esternal 
 Hipertensão arterial
 Aneurisma aórtico
 Insuficiência cardíaca 
 Hipertireoidismo
Hipertrofia ventricular
 
caixa torácica
 normal é simétrico; assimetria deve ser considerado patológica.
Anormalidades da caixa toracica 
 Pericardite crônica adesiva(sinal de wenckebach)
 Pleuropericardite adesiva posterior(sinal de broadbent)
 Hipertrofia do ventrículo direito
 Aneurisma da aorta torácica ou tumor mediastino.
circulação colateral
 normalmente não visualiza a rede venosa torácica.
 Rede venosa visível e palpável pode indicar tumores ou aneurisma da Croca da aorta,com compreensão da veia cava superior.
Anormalidade da circulação colateral
 
 AUSCULTA CARDÍACA:
Identificar cada um dos focos principais de ausculta. Pode ser complementada posicionando-se o estetoscópio nas regiões axilar E, cervical D, interescapular, ou em qualquer ponto do percórdio. 
FOCOS OU ÁREAS DE AUSCULTA
 Foco ou área mitral =  5º Espaço intercostal esquerdo na linha hemiclavicular, corresponde ao ictus cordis
 Foco ou área pulmonar = 2º espaço intercostal esquerdo junto ao esterno
 Foco ou área aórtica = 2º espaço intercostal direito junto ao esterno
Foco aórtico acessório = 3º e 4º espaço intercostal esquerdo
 Foco ou área tricúspide = Base do apêndice xifóide ligeiramente a esquerda 
Outras áreas do precórdio e adjacências: Borda esternal esquerda, borda esterna direita, regiões infra e supraclaviculares, regiões laterais do pescoço e região interescapulovertebrais                 
BULHAS CARDÍACAS: 
Primeira bulha (B1): Fechamento das valvas mitral e tricúspide, componente mitral antecede tricúspide, coincide com ictus cordis e pulso carotídeo, timbre mais grave, representação TUM 
Segunda bulha (B2): Fechamento das valvas aórtica e pulmonar, timbre mais agudo, representação TA
Terceira bulha (B3): Vibrações da parede ventricular subitamente distendida pela corrente sanguínea que penetra na cavidade durante o enchimento ventricular rápido, ruído de baixa frequência (Utilizar campanula), representação - TU 
Quarta bulha (B4): Ruído débil, ocorre no final da diástole ― brusca desaceleração do fluxo sanguíneo mobilizado pela contração atrial de encontro à massa sanguínea existente no interior do ventrículo
RITMO CARDÍACO: 
Duas bulhas = dois tempos = binário 
Terceiro ruído = três tempos = ritmo tríplice     
TUM-TA-TU _ TUM-TA-TU _ TUM-TA TU 
Anormalidades
Hiperfonese de B1:estenose mitral
Desdobramento de B1(Tuma -ta) bloqueio do ramo direito
mascaramento de B1:sopro sistólico de regurgitação (insuficiência mitral ou tricúspide).
Hiperfonese de B2:persistência de canal arterial e comunicação interarterial.
mascaramento de B2: extra-sistoles,estenose aórtica,estenose pulmonar e miocardiopatias. 
B 3 patológica : esta presente em cardiopatias como: insuficiência rena mitral,miocardite,lesões cardíacas 
ex :cardiomegalia,sopros,insuficiência cardíaca. 
B4 patológica: presente nas lesões estenoticas das válvulas similunares, hipertensão arterial,doença coronária aguda ou crônica ,miocardiopatias
Sons de galope:pá-tá-tá. --- pá-tá-tá indica sofrimento miocárdio ou insuficiência cardíaca .
.
SOPROS: 
 Vibrações decorrentes da mudança do fluxo sanguíneo de laminar para turbulento 
 
 Alterações dos vasos, das câmaras cardíacas, das valvas, estreitamentos,dilatações, malformações,  
 
 Alterações do sangue (anemia); febre 
 TIPOS: Sistólicos/Diastólicos 
ATRITO PERICÁRDICO: 
Ruído provocado pelo roçar dos folhetos que perderam sua características normais. 
Pulso venoso jugular 
O exame das veias jugulares e de suas pulsações reflete a dinâmica e as modificações pressurosas do coração do coração direito .
Inspeção e palpação 
Inicia o exame com paciente em decúbito dorsal cabeça apoiada no
Travesseiro ,passando em seguida para posição semi-sentada de modo 
De ampliar as pulsações jugulares venosas e torna-las Visíveis na metade Inferior do pescoço. 
Cada lado do pescoço deve ser inspecionado com a cabeça ligeiramente voltada para o outro lado.
Comparação entre pulsação jugulares e as carotídeas
- Parâmetro normal
Pulsação jugular interna. Pulsação carotídea
Raramente palpável - facilmente palpável
Aspectos ondulante 
E suave,constituído por -galope vigoroso, pulsátil
Duas elevações e duas 
Depressão . 
Mais evidente na posição
Horizontal. -percebidas em qualquer posição
Pulsações eliminadas por
Compressão das veias na base -não é eliminada por compressão
do pescoço. 
Modifica -se com a inspiração. -não afeta pelos movimentos 
 Respiratório 
Anormalidades 
agitamento jugular em posição semi-sentada:indica compressão
De veia cava superior, insuficiência ventricular direita e pericardite constritiva.
Pulso Arterial
Permite avaliar a frequência e o ritmo cardíaco, a amplitude e o contorno 
Da onda de pulso,e identifica a obstrução .
local de examinar os pulsos: 
-Carotídeo 
– Temporal 
– Axilar
 
– Braquial 
– Femoral 
– Poplíteo 
– Pedioso 
– Tibial posterior
Valores normal
60 BPM a 100 BPM 
- Ritmo : avaliado no pulso radial ,porém as alterações deverão ser Confirmada pela ausculta cardíaca e Pela 
sequência das pulsações .
Anormalidades 
- taquicardia: frequência acima de 100 BPM que pode ser causado
Por febre, hipertireoidismo ,insuficiência cardíaca, taquicardia ,miocardite,
Colapso periférico e hipervolemia.
-brafisfgmia ou bradicardia : frequência menor que 60 BPM causada por febre tifóide, virorses ,hipertensão intracraniana, icterícia, comprometimento do nó arterial, bloqueio atrioventricular.
-Déficit de pulso: frequência cardíaca e maior q o pulso,causada por arritimias.
Como extra sístoles ventriculares e fibrilação ventricular.
- Alterações dos tipos de onda:célere,bisferiens,alternante ,parodoxal e filiforme
-Arretimiaspatológicas: disfunção do nó sinusal(bloqueio sinoatrial,bradicardia sinusal)
Taquicardia s,bloqueio atrioventricular, vibrilacão ventricular.
Avaliação dos MMSS e MMII 
A avaliação vascular periférica devera ser integrada à avaliação da pele e dos Sistemas musculoesquelético e neurológico, 
comparando simetria bilateral .
Ao examinar MMSSII é observado :
Tamanho e simetria
Cor e textura da pele
Distribuição pilosa 
Dilatação venosa
Edema
Pigmentação
Erupções
Cicatrizes
Úlceras. Úlceras. Erupção Purpúrica Pigmentada
Dilatação venosa
Edema
Cianose mão MMSS
Parâmetro normal 
aspecto e temperatura da pele:fluxo normal mantém as extremidades 
Aquecidas .proporcionando uma coloração rósea.
enchimento capilar: comprimir as polpas digitais das extremidades e verificar Altercações de coloração, pesquisar edema.
teste de buerger:verificar mudança da coloração das extremidades.
Teste + quando há empalidecimento do membros com elevação
E uma coloração azul e avermelhada(rubor).
Anormalidades
-palidez e rubor: teste bueguer +:indica insuficiência arterial crônica 
-cianose: tromboses, tromboflebite aguda, causas cardíacas e respiratórias, Ou ambas.
-coloração acastanhada no terço inferior da perna: microtrombose capilar,defeito de postura dos pés e das pernas
-oclusão arterial de MMSS: tromboangeite , esclerodermia.
-Edema: linfedema, tromboflebites agudas e crônicas, processos obstrutivos arteriais e venosos.
Dilatação venosa ( varizes) :aparecem tortuosa,azuladas e dilatadas,e correspondem a insuficiência das veias safena 
 TROMFLEBIFLEBITE
ERISIPELA COM EDEMA E RUBOR
varizes 
-insuficiência arterial:apresenta as seguintes características:
Dor
Pulsos diminuídos ou ausente
Cor: pálida, especialmente com membro elevado ,e vermelho-escuro no declive.
temperatura: fria
Edema
Alterações cutâneas :pele fina ,atrófica , lustrosa,queda de pêlos 
Ulcerações: traumatismo nos pés
- insuficiência venosa, caracteriza por :
Dor
Pulsos : dificilmente palpável através do edema
Cor: normal ou cianótica pelo declive .
Temperatura: normal
Edema: presente e geralmente acentuado
Alterações cutânea: pigmentação castanha ao redor dos tornozelos, dermatite, diminuição de volume da perna à medida ocorre fibrose 
Ulceração : surge nos lados do tornozelo.
Exame físico do Grupos ganglionares 
 técnicas utilizadas: palpação
-cardeais de gânglios examinadas:
Occipitais
Periauriculares
Submandibulares
Mentonianas
Esternocleidomastóideo
Claviculares
Auxiliares
Retropeitorais
Inguinais
 Cervicais
Palpação
A de um gânglio isolado ou linfonodo e feita com delicadeza ,sem grande pressão, com digitais e a face ventral dos dedos médio, indicador e anular
Com os dedos de garras: para gânglios axilares,retropeitorais e 
Mentoniais
Com dedo pinça: esternocleidomastóideo, submandibulares e retropeitorais.
Dedo em extensão:occipitais, periauriculares, cervicais,gânglios claviculares
- inspecionar e palpar a procura de linfonodos verifica os seguintes elementos 
Tamanho ou volume
Simetria ou assimetria
Condições da pele(distinção, cor,atrofia presente ou não,alopecia e fístula)
Consistência: dura (processos neoplásicos ou inflamatório fibroticos ou agudos no inicio)
Mole e em flutuação(processos inflamatórios e infecciosos com formação purulenta)
Coalescência: gânglios acometidos que se une firmemente por fibrose inflamatória ou neoplásica
Mobilidade:sobre pele ou plano profundo
Dor:presente em sinais inflamatórios por fungos ou bactérias.
Parâmetro normal
Verifica -se a presença de gânglios inguinais pequenos móveis e indolores q não apresentam significado propedêutico.
Anormalidades
gânglios inflamatória: geralmente aumentados,dolorosa e moveis 
 gânglios malignos: aumentados,fixo ao tecido subcutâneo ex:metástases de carcinoma, sarcomas ,leucemias e linfomas .
 linfidema : pode ser congênito ou adquirido.
elefantíase: obstrução dos vasos linfáticos
 linfangite: gânglios da região formando cordão supercial vermelho dolorido e quente
 Adenite: gânglio o gânglios aumentados de volume ,sempre dolorosos com hiperemia ou não
LINFADENOMEGALIAS
 Verificações dos sinais vitais
 Sinais vitais é a expressão aplicada à verificação de temperatura, frequência cardíaca e respiratória,e pressão arterial,sendo os indicadores de mudança no estado geral do paciente.
 vídeo
OBRIGADO

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