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RESUMO CAPÍTULO I 
 
O autor começa o capítulo um fazendo uma distinção entre o Brasil com 
“b” minúsculo e Brasil com “b” maiúsculo. Segundo ele o Brasil com “B” 
maiúsculo nomeia um povo, uma nação, um grupo de valores, escolhas e ideias 
de vida, enquanto o brasil com “b” minúsculo é tratado como objeto sem vida, 
um pedaço de coisa que morre, interessado em explorar uma terra como outro 
qualquer. 
DaMatta compara o Brasil com Deus que está em todos os lugares e em 
nenhum, para ele o Brasil está dentro de cada um de nós. A identidade social 
tem como mistério descobrir como construirmos nossas identidades. 
Roberto DaMatta segue o capítulo dizendo que o Brasil está em toda 
parte e propõem uma visão mais ampla do país. Diz também não se tratar mais 
da visão exclusivamente oficial e bem-comportada dos manuais de história 
social e sim da leitura do Brasil que deseja ser maiúsculo por inteiro: o Brasil 
do povo e das suas coisas. 
Ele fala ainda que a relação define um estilo, um modo e um jeito de ser. 
Defende que esse relacionamento se trata sempre da questão de identidade. 
Sendo assim ele define o “brasileiro” como sendo amante do futebol, da música 
popular, do carnaval, da comida misturada, dos amigos e parentes, dos santos 
e orixás etc., justificando que esse método lhe foi dado pela própria sociedade 
brasileira. 
 
RESUMO CAPÍTULO III 
 
No capítulo três, “A ilusão das relações raciais”, DaMatta analisa a teoria 
racista via no mulato a degeneração das raças. 
Em seguida compara a relação racial entre Brasil e Estados unidos, 
enquanto no Brasil não tem um classificação formalizada como nos EUA, pois 
lá há várias divisões, por exemplo, tem escola de negro e escola do branco, 
ônibus do negro e ônibus do branco, bairro do negro e bairro do branco, 
diferente do que acontece no Brasil. Este admite a intermediação do mulato, lá 
não, aqui prevalece o triângulo racial, lá o apenas as duas raças cada uma em 
seu lugar. Para Sergio Buarque a mistura de raça será um modo de esconder 
as injustiças social contra o negro, índio e mulato, e a ideia de democracia racial 
não passava de um mito. 
Por fim o autor chega à conclusão que apesar de podermos ter uma 
democracia racial no Brasil, ela ainda não foi descoberta e enquanto isso 
teremos que conviver sempre usando a história da nossa miscigenação como 
exemplo de um processo social marcado pela desigualdade racial. O racismo 
praticado no Brasil, torna a injustiça algo tolerável, e a diferença uma questão 
de tempo e amor.

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