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II-CASO EMPRESA SHINE JOIAS (PTG) 2°SEM

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ampliação da Shine joias
Ananindeua
2018
alessandra silva de matos - ra: 2790551541
izabela silva Perreira – RA: 2775544373
SUMÁRIO
1-INTRODUÇÃO.......................................................................................................3
2-DESENVOVIMENTO.............................................................................................5
 2.1 ELEMENTOS DAS DEMONSTRAÇÕES FINACEIRAS..............................................................7
 2.2-BALANÇO PATRMONIAL............................................................................................................9
 2.3-DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADO DO EXERCICIO.............................................................10
3-ANALISE DE BALANÇOS- ANALISE VERTICAL E ANALISE VERTCAL...........10
 3.1-ANALISE VERTICAL.................................................................................................................10
 3.2- ANALISE HORIZONTAL...........................................................................................................11
4- ANALISE DE QUONCIENTES............................................................................11
5-ANALISE DAS MODALIDADES DE CRÉDITO....................................................14
6- AVALIAÇÕES DAS MODALIDADES DE CRÉDITO DA EMPRESA SHINE......15
7-BALANÇO PATRIMONIAL E A DRE DA EMPRESA SHINE...............................16
8- ANALISE VERTICAL E HORIZONTAL DO BP E DRE DA EMPRESA SHINE...19
9- ANALISE DE INDICES DA EMPRESA SHINE ...................................................21
10-CONCLUSÃO......................................................................................................22
REFERÊNCIAS........................................................................................................23
	
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1-INTRODUÇÃO
Na última década, a indústria joalheria tem promovido grandes melhorias em seus padrões de qualidade e competitividade. A indústria joalheria no Brasil é relativamente recente, O seu desenvolvimento se deu a partir da década de 1960, com o surgimento das primeiras empresas que se somaram aos fabricantes de joias artesanais, os ourives. Apesar de ser uma produção recente, o Brasil é um dos maiores produtores e exportadores de joias da América. 
Na década de 1990 o principal marco a indústria joalheria nacional foi a abertura econômica que aventurou a indústria à concorrência externa em um período em que o mercado interno havia diminuído. Até então as joias feitas no Brasil eram pura réplica das peças internacionais mais consagradas, porém eram consideradas inferior, não só pela falta de originalidade, mas também pela falta de qualidade no acabamento entre outros.
No começo da década, a abertura do mercado às importações mostrou ao público brasileiro a necessidade de uma atualização geral. Toda essa revolução tinha que acontecer ora ou outra, evidenciando a necessidade de aperfeiçoamento das indústrias em geral, e em particular as de joias, impulsionando a criação de cursos específicos para formar novos profissionais para tal fim.
Em relação ao nosso estudo de caso a Shine Joias foi fundada em 1985, com aproximadamente 3 décadas no mercado, sua principal atividade é a fabricação e venda de joias, principalmente exportação para Itália entre outros. Os sócios da empresa se animaram com as mudanças no cenário econômico nacional e consequentemente o aumento do consumo no mercado interno e estão analisando um possível investimento numa nova linha de joias especiais, com o designer assinado por renomados profissionais internacionais e o uso exclusivo de pedras valiosas e raras.
Este novo passo que os sócios da Shine Joias querem dar, requer total atenção, pois está mudança interfere em todas as fases de produção, orientando o conceito da coleção, a escolha de materiais, o processo produtivo e pôr fim a comercialização da nova linha.
Para que este novo projeto saia do papel, a empresa vai precisar de um montante no valor de R$ 875.000,00 a serem investidos em novos profissionais e produtos (Ouro, Prata e pedras preciosas). Com tudo, os sócios da empresa estão analisando as possibilidades para então levantarem o capital necessário, considerando as possibilidades de novos sócios entrarem no negócio com o aporte de capital e/ou financiamento junto às instituições financeiras.
Para isso é preciso estudar a viabilidade de investimento na nova linha de joias exclusivas. Por consequência, afim de atender as propostas ensinadas será necessário organizar corretamente as contas contábeis, analisar as demonstrações financeiras (balanço patrimonial e a demonstração de resultado do exercício). Bem como verificar se a empresa tem estrutura para receber esse investimento e suporte para depois quita-lo, toda via temos que conhecer os aspectos estruturais e conceituais do património, elaborar a análise das demonstrações financeiras e também desenvolver nosso raciocínio lógico para encontrar a melhor proposta para que os sócios consigam seu objetivo que é o financiamento
2-DESENVOLVIMENTO
Diante o caso apresentado, a Contabilidade é apresentada como uma das principais ferramentas de apoio de análise, gerência e decisão, utiliza-se de suas demonstrações para no gerenciamento e planejamento estratégico, informar aos administradores a situação econômico-financeira da empresa, de modo a contribuir na tomada de decisões. Esses subsídios são imprescindíveis para que o administrador atue com competência na execução da atividade operacional.
Para objetivo da análise do caso apresentado, incluímos na expressão Análise de Balanços não apenas o Balanço Patrimonial, propriamente dito, como também a Demonstração dos Resultados do Exercício. Aplicação também será dedicada à Demonstração de Fontes e Pesquisa de Capital de Giro. Todas as demonstrações e relatórios contábeis podem ser úteis à análise. (O Fluxo de Caixa também é de grande aplicação.)
A precisão de analisar demonstrações contábeis é pelo menos tão remota quanto a própria origem de tais peças. Nas origens da Contabilidade, quando esta se resumia, basicamente, a realização de relatórios, já o analista se preocupava em anotar as alterações quantitativas e qualitativas das várias categorias de bens incluídos em seu relatório. 
Basicamente, o desejo de analisar os demonstrativos contábeis, e de seus relacionamentos numéricos tirar indicações de importância para determinado interesse determinante de ordem econômica, é tão “velho” quanto a origem da Contabilidade. O termo “Análise de Balanços” deve ser entendida em sentido vasto, incluindo os principais demonstrativos contábeis e outros detalhamento e informações suplementares que sejam necessários (por exemplo, no caso de analise destinar-se a administração da empresa). Concluía –se que a análise de balanços tem valor somente à medida que o analista: 
- Estabeleça uma tendência (uma série histórica) dentro da própria empresa;
- Compare os índices e relacionamentos realmente obtidos com os mesmos índices e relacionamentos expressos em termos de metas; 
- Compare os índices e relacionamentos com os da concorrência, com outras empresas de amplitude nacional ou internacional.
É preciso, por outro lado, estamos aplicados ao fato de que a Análise de Balanços é um capricho, pois não existe uma regra padronizada que eleve sempre os mesmos resultados, dentro dos mesmos cenários. 
Há um conjunto de informações e conhecimentos básicos necessários para uma compreensão mais profundo das vantagens e limitações da análise de balanços. Um dos motivos mais importantes é compreender as ideias iniciais básicas contábeis que determinam a forma pela qual os próprios demonstrativos objetos de analise são levantados ou produzidos. São os denominados Princípios de Contabilidade. Dentre esses princípios, encontramos:I-Princípio da Entidade: 
Reconhece o patrimônio, como objeto da contabilidade e afirma a autonomia patrimonial – não se pode confundir o patrimônio da entidade com o patrimônio de seus proprietários. 
II- Principio da Continuidade:
A continuidade ou não da entidade, bem como sua vida estabelecida ou provável, deve ser considerada quando da classificação e avaliação das mutações patrimoniais, quantitativa, qualitativa. 
III- Principio da Oportunidade:
Refere-se simultaneamente, a tempestividade e a integridade do registro das mutações patrimoniais (deve ser feito no tempo certo com a extensão correta)
IV- Princípio do Registro pelo Valor Original:
Os componentes do patrimônio devem ser registrados pelo valor original das transações expressos em valor presente na moeda do país. 
V- Princípio da Competência: 
As despesas e as receitas devem ser incluídas na apuração do resultado do período em que ocorrem, sempre simultaneamente quando se correlacionarem, independentemente de recebimento ou pagamento.
VI- Princípio da Prudência: 
Determina a adoção do menor valor para os componentes do ativo e do maior valor para os componentes do passivo, ou seja, o Princípio da Prudência impõe a escolha da hipótese de que resulte o menor patrimônio líquido.
As organizações Brasileiras trabalham considerando dois regimes distintos da Contabilidade: as empresas de grandes atividades trabalham sob o Regime de Competência e as empresas sem fins lucrativos trabalham sob o Regime de Caixa. 
Regime de Competência: regime pelo qual o resultado é apurado pelo confronto entre as receitas incorridas durante o exercício social.
Regime de caixa: regime pelo qual o resultado é apurado pelo confronto entre os recebimentos e os pagamentos no decorrer do período administrativo. 
 Demonstrações contábeis são frequentemente descritas como apresentando uma visão verdadeira e apropriada da posição patrimonial e financeira, do desempenho e das mutações na posição financeira de uma entidade. Embora esta Estrutura Conceitual não trate diretamente de tais conceitos, a aplicação das principais características qualitativas e de normas e práticas de contabilidade apropriadas normalmente resultam em demonstrações contábeis que refletem aquilo que geralmente se entende como apresentação verdadeira e apropriada das referidas informações.
2.1-Elementos das demonstrações contábeis
 Demonstrações contábeis retratam os efeitos patrimoniais e financeiros das transações e outros eventos, agrupando-os em classes de acordo com as suas características econômicas. Essas classes são chamadas de elementos das demonstrações contábeis. Os elementos diretamente relacionados à mensuração da posição patrimonial e financeira no balanço são os ativos, os passivos e o patrimônio líquido. Os elementos diretamente relacionados com a mensuração do desempenho na demonstração do resultado são as receitas e as despesas. A demonstração das mutações na posição financeira usualmente reflete os elementos da demonstração do resultado e as mutações nos elementos do balanço patrimonial; assim sendo, esta Estrutura Conceitual não identifica nenhum elemento que seja exclusivo dessa demonstração.
A apresentação desses elementos no balanço patrimonial e na demonstração do resultado envolve um processo de subclassificação. Por exemplo, ativos e passivos podem ser classificados por sua natureza ou função nos negócios da entidade, a fim de mostrar as informações da maneira mais útil aos usuários para fins de tomada de decisões econômicas.
Os elementos diretamente relacionados com a mensuração da posição patrimonial financeira são ativos, passivos e patrimônio líquido. Estes são definidos como segue: 
(a) Ativo é um recurso controlado pela entidade como resultado de eventos passados e do qual se espera que resultem futuros benefícios econômicos para a entidade; são todos os bens e direitos de propriedade e controle da empresa, que são avaliáveis em dinheiro e que representam benefícios presentes ou futuros para empresa; para ser Ativo é necessário que qualquer item preencha quatro requisitos simultâneos : construir bem ou direito para empresa; ser de propriedade, posse ou controle de longo prazo da empresa; ser mensurável monetariamente e trazer benefícios presentes ou futuros. 
 (b) Passivo é uma obrigação presente da entidade, derivada de eventos já ocorridos, cuja liquidação se espera que resulte em saída de recursos capazes de gerar benefícios econômicos; simplificadamente evidencia toda obrigação (divida) que a empresa tem com terceiros; contas a pagar fornecedores de matéria –prima (a prazo), impostos a pagar, financiamentos, empréstimos etc.
 (c) Patrimônio Líquido é o valor residual dos ativos da entidade depois de deduzidos todos os seus passivos. Evidencia recursos dos proprietários aplicados no empreendimento (a primeira aplicação) é denominado contabilmente capital. O Patrimônio Líquido não só acrescido com novos investimentos dos proprietários, mais também, com os rendimentos resultantes do capital aplicado. Esse rendimento é denominado de lucro. O lucro resultante da atividade da entidade, obviamente, pertence aos proprietários (e /ao à entidade) que investiram na empresa (remuneração ao capital investido). 
De fato, tanto o passivo quanto o patrimônio líquido são obrigações da empresa. No passivo, há as obrigações exigíveis (reclamáveis) com terceiros e, por isso, também é conhecido como Capitais de Terceiros. No Patrimônio Líquido, há as obrigações com os proprietários da empresa. Entretanto, o proprietário, por lei, não pode reclamar a qualquer tempo a restituição do seu dinheiro investido; por isso este grupo também é conhecido como Não Exigível. Os recursos do Patrimônio Líquido pertencem à empresa e por essa razão, também são conhecidos como Capital Próprio. 
Algebricamente, é bastante simples encontrar o patrimônio líquido: basta subtrair do Ativo (Bens + Direitos) as dívidas da empresa, ou seja, o Passivo (Exigível). 
Então:
 
	
PATRIMONIO LIQUIDO: ATIVO - PASSIVO
 As Demonstrações mais relevantes para o caso apresentado são:
Balanço Patrimonial
Demonstração de Resultado do Exercício 
2.2- O Balanço Patrimonial (BP):
 É formado de duas colunas: a coluna do lado direito é denominada Passivo e Patrimônio Líquido. A coluna do lado esquerdo é denominada Ativo. Disponha-se o lado esquerdo ao Ativo e o direito ao Passivo e Patrimônio Líquido por mera prática. 
REPRESENTAÇÃO GRAFICA
	
 BALANÇO PATRIMONIAL
	
 ATIVO 
	
PASSIVO E PATRIMONIO LIQUIDO
 LADO ESQUERDO LADO DIREITO
 O termo balanço decorre do equilíbrio: Ativo = passivo + PL, ou seja, a igualdade de: Aplicações = Origens. Baseia-se na ideia de uma balança de dois pratos em que sempre se encontra a igualdade. Só se diferencia que em vez de denominar-se balança, denomina-se no masculino balanço. 
O termo patrimonial prove do Patrimonial da empresa, ou seja, conjunto de bens, direitos e obrigações. Por causo disso a expressão Patrimônio Líquido, que significa a parte liquida do patrimônio, a riqueza líquida da empresa num processo de continuidade, a situação líquida.
A união desses termos, forma-se o Balanço Patrimonial, o equilíbrio do patrimônio, a igualdade patrimonial.
2.3- Demonstração de Resultado do Exercício
A demonstração do resultado do exercício é um resumo ordenado das receitas e despesas da empresa em um determinado período 12 meses. É apresentada de forma dedutiva (vertical), ou seja, das receitas subtraem-se as despesas e, em seguida, indica-se o resultado (lucro ou prejuízo). 
 3- ANALISE DEE BALANÇOS – Analise Horizontal e Analise Vertical: 
A Análise Vertical e Análise Horizontal devem ser utilizadas conjuntamente. Servem para completamente as observações efetuadas atravésda Análise por Quocientes. 
A Análise por Quocientes apresenta dados resultantes da comparação entre itens ou grupos da Demonstração do Resultado do Exercício e do Balanço Patrimonial. 
As Analises Vertical e Horizontal são mais detalhadas, envolvendo todos os itens das demonstrações, e revelam as falhas responsáveis pelas situações de anomalia da entidade.
3.1- Analise Vertical
A Analise Vertical, também conhecida por alguns analistas Analise por Coeficientes. É aquela através da qual se compara cada um dos elementos do conjunto em relação ao total do conjunto. Ela evidencia a porcentagem de participação de cada elemento no conjunto. 
O cálculo do percentual que cada elemento ocupa em relação ao conjunto é feito por meio de regra de três, em que o valor-base é igualado a 100, sendo os demais calculados em relação a ele. 
No Balanço Patrimonial a Analise Vertical abrange cálculos de percentuais de todas as contas, podendo relacioná-la tanto com os grupos a que pertencem com o total do ativo e/ ou do Passivo, conforme o caso apresentado. 
3.2- Analise Horizontal 
A Analise Horizontal também denominada por alguns analistas analise por meio de números-índices, tem como objetivo de comprovar a evolução dos itens das demonstrações financeiras ao longo dos anos. 
Este tipo de análise possibilita o acompanhamento do desempenho de cada umas das contas que compõem a demonstração em questão, ressaltando as tendências evidenciadas em cada uma delas, sejam de evolução ou retração. 
Através dessa análise, o analista poderá verificar a evolução normal desta conta e compra-la com a evolução das demais contas da demonstração, para concluir se o Lucro Líquido se comportou da mesma forma no período. 
Caso isto não tenha ocorrido, a análise das demais contas permitirá ao analista ao analista verificar os pontos que impediram o crescimento e, ainda, avaliar as tendências de aumento ou diminuição de Custos, Despesas e outras Receitas. 
Analise Horizontal é feita por meio de números – índices. Os números-índices é uma operação estatística, utilizada pela Análise de Balanços, que consiste em substituir os valores constantes da conta de cada exercício por um número percentual que facilita a comparação entre eles.
4- ANALISE DE QUOCIENTES
Esse é o procedimento de análise mais utilizado pelos analistas de Balanços, porque disponibiliza uma visão geral da situação econômica e financeira da empresa. 
Quocientes são índices extraídos das demonstrações financeiras através da verificação entre contas ou grupos de contas. 
Em geral, analise por meio de quocientes é desenvolvida através dos quocientes que evidenciam o grau de endividamento, a liquidez e a rentabilidade. Entretanto sempre que as conclusões dos analistas indicarem a necessidade de se conhecer outros detalhes, um número maior de quocientes poderá ser extraído das demonstrações financeiras por ser utilizado. 
Recomenta-se analisar a situação financeira separadamente da situação econômica, para que em um segundo estágio os resultados obtidos em cada uma dessas duas analises sejam conjugados, a fim de compor um quadro geral da situação patrimonial da empresa. 
A situação financeira é evidenciada pelos Quocientes da Estrutura de Capitais e de Liquidez, enquanto a situação econômica é ressaltada por meio dos Quocientes de Rentabilidade. 
 No caso apresentado, tendo como base o caso da empresa SHINE joias, as análises de índices que foram pedidas são: 
Liquidez Corrente: O quociente indica a capacidade financeira da empresa para cumprir os seus compromissos de curto prazo, isto é, a empresa tem de Ativo Circulante para cada real de Passivo Circulante. 
 Considerando os aspectos apresentados, mesmo quando o Quociente de Liquidez Corrente for superior a um (1), a empresa poderá, em certos momentos, não dispor de dinheiro suficiente para cobrir compromissos imediatos. Neste caso, para levantar empréstimos junto a estabelecimentos bancários, a empresa não encontrara dificuldades, apresentando o quociente superior que um (1). Entretanto, se a folga financeira for muita pequena ou o quociente for inferior a um (1), empresa poderá encontrar dificuldades para cobrir seus compromissos bem como para captar dinheiro no mercado. 
Assim quanto maior for este quociente, maior será a liberdade financeira da empresa para obter recursos: consequentemente, melhor será seu grau de liquidez. 
 FORMULA:
	ATIVO CIRCULANTE
__________________
PASSIVO CIRCULANTE
 	QUANTO MAIOR ESTE QUOCIENTE, MELHOR
Liquidez Seca: O quociente indica a capacidade financeira líquida da empresa para cumprir os compromissos de curto prazo, isto é, quanto a empresa tem de Ativo Circulante Líquido para cada real do Passivo Circulante. A interpretação deste quociente deve ser direcionada a verificar se o Ativo Circulante Líquido é suficiente para saldar os compromissos de curto prazo. Este é um dos quocientes mais utilizados pelas instituições financeiras para o fornecimento de credito a seus clientes. 
 
 FORMULA 
	ATIVO CIRC. - ESTOQUES
_________________________
PASSIVO CIRCULANTE
	QUANTO MAIOR ESTE QUOCIENTE, MELHOR	
Giro do Ativo: Esse quociente demonstra a proporção existente entre o volume das vendas e os investimentos totais efetuados na empresa, isto é, quanto a empresa vendeu para cada real de investimento total. A interpretação deste quociente deve ser direcionada para verificar se o volume de vendas realizadas no período foi adequado em relação ao Capital Total investido da empresa.
Como o quociente serve para medir o volume das vendas em relação ao capital Total investido na empresa, é importante saber que o volume de vendas ideal para cada empresa é que permite a obtenção de lucratividade suficiente para cobrir todos os gastos, oferecendo assim uma boa margem de lucro. 
Como os gastos efetuados pelas empresas para o desenvolvimento normal de suas atividades variam em função do ramo de atividade por elas exercidos, também o volume de vendas ideal para cada empresa dependera de seu ramo de negócio. O ideal é que esse quociente seja superior a um (1), caso em que estará indicando que o volume das vendas superou o valor investido na entidade. 
 
 FORMULA 
	VENDAS LIQUIDAS
_________________________
ATIVO TOTAL
	QUANTO MAIOR ESTE QUOCIENTE, MELHOR
5- ANALISES DAS MODALIDADES DE CREDITOS
 No estudo de caso apresentado também tivemos que ter uma base de matemática financeira, onde se ressaltou a sua suma importância na análise de financiamento e de juros, no qual a empresa SHINE joias precisa para os novos investimentos.
A Matemática Financeira tem extrema importância para a tomada de decisões na empresa essa aplicação quando bem desenvolvida, traz maior rentabilidade possibilitando o processo de maximização nos resultados. Certamente com uma boa base desse conhecimento traz à compreensão de problemas. Ela também pode ser aplicada em diversas situações cotidianas como calcular as prestações de um financiamento.
 A Análise das modalidades de credito fornece o instrumental necessário à avaliação de negócios, de modo a identificar os recursos mais atraentes em termos de custos e os mais rentáveis no caso de investimentos financeiros ou de bens de capital. Se a empresa deve decidir se paga à vista, mediante saque da aplicação ou do capital de giro da empresa, ou se acolhe o financiamento oferecido pelos bancos. As ferramentas da Matemática Financeira vão indicar-lhe a melhor decisão. 
 Nas avaliações econômico-financeiras existe a expressão algébrica de dos termos de risco-retorno. Avaliação ou apuração do retorno de investimentos é um problema da Matemática Financeira. Já o Risco é um problema da Estatística e pode ser definido como a possibilidade de perda. Diz respeito apenas à possibilidade de ocorrer umresultado diferente do esperado. Decisões com base em dados contábeis aumentam os riscos uma vez que se baseiam em dados passados. Decisões devem ser tomadas com base nas expectativas futuras, à luz das novas tendências e dos fluxos de caixa projetados
6-AVALIAÇÃO DAS MODALIDADES DE CREDITO DA EMPRESA SHINE 
A empresa SHINE vai precisar adquirir de um montante de R$875.000,00 para que possa ser investido novos produtos de matérias – primas (ouro, prata e pedras preciosas) e contratar novas mãos de obra. Para isso, foi realizada uma pesquisa em algumas instituições financeiras para saber a taxa de juros cobradas na realização de um financiamento. 
 Teremos de analisar as opções dos bancos apresentados conforme a tabela e responder as perguntas A B C e D. 
	
	Banco A
	Banco B
	Banco C
	Taxa de juros
	1,9% ao ano
	2,5% ao ano
	3,2% ao ano
	Período do financiamento
	192 meses
	144 meses
	204 meses
 Valor do Montante = R$ 875.000,00
A) O valor da prestação de cada uma das opções (Banco A, B e C); 
 Primeiramente é necessário transformar o período do financiamento em anos. Posteriormente a isso, usando a HP 12c, podemos calcular o valor da parcela do Banco A: 
- Clicar f, CLx para limpar a memória; 
- Digitar 875.000 e clicar em PV; 
- Digitar 1,9 e clicar em i; 
- Digitar 16 e clicar em n; 
- Clicar em PMT para obter a parcela. 
Assim, obtém-se que a parcela do Banco A será de R$ 5.327,87 do Banco B será R$ 7.108,44 e do Banco C, de R$ 5.627,78. 
B) O valor futuro (montante) de cada uma das opções (Banco A, B e C)
Como as parcelas pagas serão as mesmas durante todo o período, basta multiplicar o valor da parcela pelo número de meses. Assim, o montante final pago será de R$ 1.182.483,25 para o Banco A, R$ 1.176.777,72 para o Banco B e R$ 1.494.730,52 para o Banco C. 
Cuidado: Aqui o montante final não pode ser calculado como no caso de aportes periódicos. Isso porque em um financiamento, os juros incidem sobre o saldo devedor, o qual diminui com o tempo. No caso de aportes periódicos, os juros incidem sobre o saldo investido, que aumenta com o tempo. Assim, o montante final é diferente nos dois casos. 
C) Quais bancos possuem os maiores valores futuros? 
Considerando esses bancos, em quantos por cento os seus valores futuros são maiores que o dos outros? 
O Banco C e o Banco A possuem os maiores valores futuros. Dividindo-se o valor futuro do Banco C pelos outros, obtêm-se que o Banco C possui um valor futuro 11,20% maior que o Banco B e 10,97% maior que o Banco A. Da mesma forma, o Banco A possui um valor 0,21% maior que o Banco B. 
D) Apresentar aos gestores o banco que considera mais vantajoso a empresa realizar o financiamento, justificando essa escolha. 
Os Bancos A e B possuem valores finais muito similares, diferenciando somente o número de parcelas e consequentemente o valor da parcela, assim sugeriria à empresa a escolher o Banco A devido sua parcela menor
 7- BALANÇO PATRIMONIAL E DRE DA EMPRESA SHAINE JOIAS
Os quadros a seguir 1 e 2 são apresentados os saldos finais de todas as contas patrimoniais e de resultado. As contas precisam ser corretamente classificadas e organizadas dento do Balanço Patrimonial e a Demonstração do Resultado da empresa SHINE joias.
QUADRO 1: Contas Patrimoniais da SHINE
	LISTAS DE CONTAS
	SALDO EM 2016
	SALDO EM 2017
	Financiamento a pagar
	30.400,00
	28.200,00
	Capital 
	102.000,00
	103.000,00
	Aplicações Financeiras
	2.300,00
	6.600,00
	Duplicadas a receber
	92.000,00
	85.600,00
	Empréstimos bancários 
	12.000,00
	18.200,00
	Duplicatas descontadas
	8.600,00
	9.680,00
	Fornecedores
	103.000,00
	132.000,00
	Outras Obrigações
	52.300,00
	75.900,00
	Investimento
	88.000,00
	89.000,00
	Reserva de lucro
	51.900,00
	28.620,00
	Imobilizado
	42.200,00
	62.700,00
	Intangível
	8.800,00
	9.100,00
	Estoques
	105.900,00
	118.400,00
QUADRO 2: Contas de Resultado da SHINE
	Lista de contas
	SALDO EM 2016
	SALDO EM 2017
	RECEITAS OPERACIONAL LÍQUIDA
	620.000,00
	720.000,00
	Despesas de vendas
	(31.700,00)
	(31.570,00)
	(-) Despesas financeiras líquidas
	(9.680,00)
	(9.900,00)
	(-) PROVISÕES PRA A CONTRIBUIÇÃO SOCIAL E O IMPOSTO DE RENDA
	(33.423,00)
	(42.841,50)
	Custo dos produtos vendidos- CPV
	(325.200,00)
	(358.400,00)
	Despesas administrativas
	(31.600,00)
	(34.520,00)
	(=) LUCRO OU PREJUIZO LÍQUIDO DO EXERCICIO
	189.397,00
	242.768,50
	BALANÇO PATRIMONIAL - SHINE
	ATIVO
	31/12/2016
	31/12/2017
	
	PASSIVO
	31/12/2016
	31/12/2017
	Ativo Circulante
	221.200,00
	234.800,00
	
	Passivo Circulante
	175.900,00
	235.780,00
	Caixas e Bancos
	21.000,00
	24.200,00
	
	Empréstimo Bancários
	12.000,00
	18.200,00
	Aplicações Financeiras
	2.300,00
	6.600,00
	
	Duplicatas Descontadas
	8.600,00
	9.680,00
	Duplicatas a Receber
	92.000,00
	85.600,00
	
	Fornecedores
	103.000,00
	132.000,00
	Estoques
	105.900,00
	118.400,00
	
	Outras Obrigações
	52.300,00
	75.900,00
	
	
	
	
	
	
	
	Ativo Não Circulante
	139.000,00
	160.800,00
	
	Passivo Não Circulante
	30.400,00
	28.200,00
	Investimentos
	88.000,00
	89.000,00
	
	Financiamento a Pagar
	30.400,00
	28.200,00
	Imobilizado
	42.200,00
	62.700,00
	
	
	
	
	Intangível
	8.800,00
	9.100,00
	
	Patrimônio Líquido
	153.900,00
	131.620,00
	
	
	
	
	Capital
	102.000,00
	103.000,00
	
	
	
	
	Reservas de Lucro
	51.900,00
	28.620,00
	TOTAL DO ATIVO
	360.200,00
	395.600,00
	
	TOTAL DO PASSIVO
	360.200,00
	395.600,00
	
	
	
	
	
	
	
	DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO – SHINE
	
	2016
	2017
	Receita operacional líquida 
	620.000,00
	720.000,00
	(-) Custo operacional 
	
	
	 Custo dos produtos vendidos – CPV 
	325.200,00
	358.400,00
	(=) Lucro bruto 
	294.800,00
	361.600,00
	(-) Despesas operacionais 
	
	
	 Despesas administrativas 
	31.600,00
	34.520,00
	 Despesas de venda 
	30.700,00
	31.570,00
	(=) Lucro operacional ou LAJIR
	232.500,00
	295.610,00
	(-) Despesas financeiras líquidas
	9.680,00
	9.900,00
	(=) Lucro antes da contribuição social e do imposto de renda 
	222.820,00
	285.610,00
	(-) Provisões para a Contribuição Social e Imposto de Renda 
	33.432,00
	42.841,50
	(=) Lucro ou prejuízo líquido do exercício
	189.397,00
	242.768,50
 8-ANALISE VERTICAL E HORIZONTAL DO BP e DRE DA EMPRESA SHINE 
 Como base as demonstrações financeiras efetuadas acima, foi efetuada as análises verticais e horizontais do Balanço Patrimonial e da DRE. A análise vertical somente do ano 2017 e a análise horizontal envolve 2016 e 2017. 
	ANÁLISE VERTICAL BALANÇO PATRIMONIAL DA SHINE
	ATIVO
	31/12/2016
	31/12/2017
	AV
	PASSIVO
	31/12/2016
	31/12/2017
	AV
	CIRCULANTE
	221. 200,00
	234. 800,00
	100%
	CIRCULANTE
	175.900,00
	235.780,00
	100%
	Caixa e bancos
	21.000,00
	24.200,00
	10%
	Empréstimos bancários
	12.000,00
	18.200,00
	8%
	Aplicações financeiras
	2.300,00
	6.600,00
	3%
	Duplicatas descontadas
	8.600,00
	9.680,00
	410%
	Duplicatas a receber
	92.000,00
	85.600,00
	36%
	Fornecedores
	103.000,00
	132.000,00
	56%
	Estoques 
	105.900,00
	118.400,00
	50%
	Outras obrigações
	52.300,00
	75.900,00
	32%
	
	
	
	%
	
	
	
	%
	ATIVO NÃO CIRCULANTE
	139.000,00
	160.800,00
	68%
	PASSIVO NÃO CIRCULANTE
	30.400,00
	28.200,00
	12%
	Investimentos 
	88.000,00
	89.000,00
	38%
	Financiamentos a pagar
	30.400,00
	28.200,00
	12%
	Imobilizado 
	42.000,00
	62.700,00
	27%
	PATRIMONIO LÍQUIDO
	153.900,00
	131.620,00
	56%
	Intangível 
	8.800,00
	9.100,00
	4%
	Capital 
	102.000,00
	103.000,00
	44%
	
	
	
	%
	Reservas de lucro
	51.900,00
	28.620,00
	12%
	TOTAL DO ATIVO
	360.200,00395.600,00
	168,%
	TOTAL DO PASSIVO
	360.200,00
	395.600,00
	168%
	ANÁLISE VERTICAL DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO DA SHINE
	2016
	2017
	
AV
	
	
	
	%
	RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA
	620.000,00
	720.000,00
	100%
	(-) CUSTO OPERACIONAL
	
	
	%
	 Custo dos produtos vendidos – CPV
	325.200,00
	358.000,00
	50%
	(=) LUCRO BRUTO
	294.800,00
	361.600,00
	50%
	(-) DESPESAS OPERACIONAIS
	
	
	%
	 Despesas administrativas 
	31.600,00
	34.520,00
	5%
	 Despesas de venda
	30.700,00
	31.570,00
	4%
	(=) LUCRO OPERACIONAL OU LAJIR
	232.500,00
	295.510,00
	41%
	 (-) Despesas financeiras líquidas
	9.680,00
	9.900,00
	1%
	(=) LUCRO ANTES DA CONTRIBUIÇÃO SOCIAL E DO IMPOSTO DE RENDA
	222.820,00
	285.610,00
	40%
	(-) PROVISÕES PARA A CONTRIBUIÇÃO SOCIAL E O IMPOSTO DE RENDA
	33.423,00
	42.841,50
	6%
	(=) LUCRO OU PREJUÍZO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO
	189.397,00
	242.768,00
	34%
	ANÁLISE HORIZONTAL BALANÇO PATRIMONIAL DA SHINE
	ATIVO
	31/12/2016
	31/12/2017
	AH
	PASSIVO
	31/12/2016
	31/12/2017
	AH
	CIRCULANTE
	221.200,00
	234.800,00
	6%
	CIRCULANTE
	175.900,00
	235.780,00
	39%
	Caixa e bancos
	21.000,00
	24.200,00
	15%
	Empréstimos bancários
	12.000,00
	18.200,00
	52%
	Aplicações financeiras
	2.300,00
	6.600,00
	187%
	Duplicatas descontadas
	8.600,00
	9.680,00
	12%
	Duplicatas a receber
	92.000,00
	85.600,00
	-7%
	Fornecedores
	103.000,00
	132.000,00
	28%
	Estoques 
	105.900,00
	118.400,00
	12%
	Outras obrigações
	52.300,00
	75.900,00
	45%
	
	
	
	%
	
	
	
	%
	ATIVO NÃO CIRCULANTE
	139.000,00
	160.800,00
	16%
	PASSIVO NÃO CIRCULANTE
	30.400,00
	28.200,00
	-7%
	Investimentos 
	88.000,00
	89.000,00
	1%
	Financiamentos a pagar
	30.400,00
	28.200,00
	-7%
	Imobilizado 
	42.200,00
	62.700,00
	47%
	PATRIMONIO LÍQUIDO
	153.900,00
	131.620,00
	-14%
	Intangível 
	8.800,00
	9.100,00
	3%
	Capital 
	102.000,00
	103.000,00
	0,4%
	
	
	
	%
	Reservas de lucro
	51.900,00
	28.620,00
	-45%
	TOTAL DO ATIVO
	360.200,00
	395.600,00
	10%
	TOTAL DO PASSIVO
	360.200,00
	395.000,00
	10%
	ANÁLISE HORIZONTAL DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO DA SHINE
	2016
	2017
	
AH
	
	
	
	
	RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA
	620.000,00
	720.000,00
	100%
	(-) CUSTO OPERACIONAL
	
	
	
	 Custo dos produtos vendidos – CPV
	325.200,00
	358.400,00
	50%
	(=) LUCRO BRUTO
	294.800,00
	361.600,00
	50%
	(-) DESPESAS OPERACIONAIS
	
	
	
	 Despesas administrativas 
	31.600,00
	34.520,00
	5%
	 Despesas de venda
	30.700,00
	31.570,00
	4%
	(=) LUCRO OPERACIONAL OU LAJIR
	232.500,00
	295.510,00
	41%
	 (-) Despesas financeiras líquidas
	9.680,00
	9.900,00
	1%
	(=) LUCRO ANTES DA CONTRIBUIÇÃO SOCIAL E DO IMPOSTO DE RENDA
	222.820,00
	285.610,00
	40%
	(-) PROVISÕES PARA A CONTRIBUIÇÃO SOCIAL E O IMPOSTO DE RENDA
	33.423,00
	42.841,00
	6%
	(=) LUCRO OU PREJUÍZO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO
	189.397,00
	242.728,50
	34%
9-ANALISE DE INDICES DA EMPRESA SHINE
 Com base no BP e DRE foi calculado a análise de índices, no qual foi representado abaixo: 
	Ano
	Índice
	Valor
	Análise
	2016
	LC
	1,25
	Capacidade de pagamento das obrigações
	2017
	LC
	1
	Capacidade de pagamento das obrigações
	2016
	LS
	0,65
	Incapacidade de pagamento das obrigações
	2017
	LS
	0,49
	Incapacidade de pagamento das obrigações
	2016
	GA
	1,72
	Capacidade de pagamento das obrigações
	2017
	GA
	1,82
	Capacidade de pagamento das obrigações
	 
10- CONCLUSÃO:
Conclui-se que o caso da empresa SHINE mostra que papel o verdadeiro do administrador, isto é, é ele quem se comunica com todas as áreas da empresa, é aquele que deve estar inteirado sobre tudo que ocorre na organização. Tendo uma visão geral, não só tento conhecimento administrativo, como também um conhecimento de capital de giro, Contabilidade, raciocínio lógico e um amplo estudo de matemática financeira, se tornando o principal elemento na gestão de informações qualificadas para a tomada de decisões na empresa. 
 Levando em conta a realidade socioeconômica da atualidade, sabe-se que para a sobrevivência de pequenas, medias e grandes empresas é necessário um controle rigoroso de custos, no entanto para uma administração eficaz é essencial o conhecimento anterior, atual e futuro da situação patrimonial da empresa, sendo estes dados fornecidos pela contabilidade.
 Sendo assim uma empresa não pode dispensar uma avaliação de desempenho e rentabilidade dos empreendimentos, para alcançar os objetivos e para isso é muito importante saber aplicar os recursos disponíveis e tomar as medidas corretas. 
Sendo assim uma empresa não pode dispensar uma avaliação de desempenho e rentabilidade dos empreendimentos, para alcançar os objetivos e para isso é muito importante saber aplicar os recursos disponíveis e tomar as medidas corretas.
Por fim, um administrador sabendo usufruir das informações contábeis, capital de giro e matemática alcança os objetivos estratégicos de um gerenciamento, visando a melhoria contínua dos resultados das unidades de negócio da empresa.
REFERÊNCIAS
LUDÍCIBUS, Sergio de. Análise de Balanços. 7°Edição. São Paulo: Editora Atlas S.A, 1998.
RIBEIRO, Osni Contabilidade Básica Fácil. 23°Edição rev. Atualizada. São Paulo: Editora Saraiva, 2002.
RIBEIRO, Osni. Estrutura e Análise de Balanços Fácil. 6° Edição. São Paulo: Editora Saraiva,2002 
 
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