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MANEJO FLORESTAL - para sustentabilidade e excelência - 2018

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Eduardo Pagel Floriano 
 
 
MANEJO FLORESTAL: 
para sustentabilidade e excelência 
 
1ª edição 
Edição do autor 
Rio Largo, AL, Brasil 
2018 
 
 
© Eduardo Pagel Floriano 
 
 
 
 
 
Catalogação na fonte 
Universidade Federal de Alagoas 
Biblioteca Setorial do Centro de Ciências Agrárias 
Bibliotecária Responsável: Myrtes Vieira do Nascimento 
 
 
Manejo Florestal – para sustentabilidade e excelência 
2 
PREFÁCIO 
A motivação para elaborar este compêndio vem da necessidade de um texto 
auxiliar no ensino do manejo florestal para futuros Engenheiros Florestais. Os poucos 
textos em Língua Portuguesa, ou não estão disponíveis para aquisição, ou não 
possuem a abrangência necessária para servirem de base para a disciplina. 
Manejo florestal é um assunto extremamente amplo, abrangendo tecnologias 
diversas, de diferentes subáreas, com o objetivo de subsidiar a produção de bens 
florestais, tangíveis e intangíveis, de forma sustentada e com excelência. Usualmente, 
os Engenheiros se especializam em uma ou poucas áreas correlacionadas do manejo 
florestal, devido à abrangência e complexidade do assunto, tendo por vezes até 
mesmo que apelar para profissionais de outras áreas, como a biologia, geografia, 
matemática, etc, para resolver os problemas que surgem ao manejar florestas. 
Aqui, procurou-se fazer uma introdução dentro do escopo das principais 
técnicas atuais de manejo florestal utilizadas no Brasil, fornecendo-se uma referência, 
principalmente aos acadêmicos, de forma simples e resumida e de fácil compreensão. 
Rio Largo, 25 de novembro de 2018. 
 
Eduardo Pagel Floriano 
Manejo Florestal – para sustentabilidade e excelência 
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SUMÁRIO 
INTRODUÇÃO 9 
1.1 Requisitos do manejo florestal sustentável 19 
1.1.1 Requisitos gerais 21 
1.1.2 Requisitos específicos 21 
1.2 Elementos do manejo florestal 22 
2 ABORDAGENS DO MANEJO FLORESTAL 23 
2.1 Florestas com objetivo de conservação 23 
2.1.1 Unidades de Proteção Integral 23 
2.1.2 Unidades de Uso Sustentável. 23 
2.2 Florestas com objetivo de proteção 24 
2.3 Florestas com objetivo de produção 26 
3 FASES DO MANEJO FLORESTAL 29 
3.1 Ambiente socioeconômico 30 
3.1.1 Identificação dos atores 30 
3.1.2 Caracterização socioeconômica 31 
3.1.3 Políticas de desenvolvimento 31 
3.1.4 Infraestrutura 32 
3.1.5 Avaliação comparativa (Benchmarking) 32 
3.2 Ambiente biofísico 33 
3.3 Caracterização da cadeia produtiva 33 
3.3.1 Características das indústrias de base florestal 34 
3.3.2 Produtividade Industrial 35 
3.4 Escolha de espécies 41 
3.4.1 Objetivos da produção 41 
3.4.2 Adaptação 44 
3.4.3 Produtividade 45 
3.5 Estatísticas 47 
3.6 Caracterização das árvores e povoamentos 48 
3.6.1 Diâmetro 49 
3.6.2 Altura 52 
3.6.3 Área Basal 53 
3.6.4 Volume 55 
3.6.5 Formas das árvores 57 
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3.6.6 Forma do tronco 66 
3.6.7 Biomassa 70 
3.6.8 Mortalidade 71 
3.6.9 Qualidade da madeira 72 
3.7 Espaço florestal 74 
3.7.1 Áreas de preservação e conservação 74 
3.7.2 Divisões e subdivisões espaciais 75 
3.7.3 Rede viária 76 
3.8 Tempo 79 
3.8.1 Idade 80 
3.8.2 Classes de idade 81 
3.9 Estrutura florestal 81 
3.9.1 Espécies 82 
3.9.2 Índices de diversidade α 83 
3.9.3 Índices de diversidade β 87 
3.9.4 Diversidade por agrupamento 91 
3.9.5 Estrutura Horizontal 99 
3.9.6 Estrutura vertical 106 
3.10 Crescimento 112 
3.10.1 Fatores que afetam o crescimento 112 
3.10.2 Representação matemática do crescimento 115 
3.10.3 Incrementos 116 
3.10.4 Curva de crescimento 117 
3.10.5 Métodos de estudo do crescimento 119 
4 MODELOS FLORESTAIS PARA O PLANEJAMENTO DA PRODUÇÃO 123 
4.1 Classificação dos modelos matemáticos 126 
4.1.1 Classes de objetivos da modelagem 126 
4.1.2 Classificação teórico-empírica 126 
4.1.3 Classificação pela técnica empregada 127 
4.1.4 Classificação pela relação com o tempo 127 
4.1.5 Classificação pelo tipo de previsão 127 
4.1.6 Classificação de acordo com o tipo de dados 128 
4.2 Modelagem linear por seleção de variáveis 128 
4.3 Modelos de relação hipsométrica 130 
4.4 Modelos para volume do tronco 131 
4.5 Modelos para fator de forma 132 
4.6 Modelos para casca 133 
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4.7 Modelos de crescimento florestal 134 
4.7.1 Modelagem do crescimento 135 
4.8 Modelos de distribuição de diâmetros 140 
4.8.1 Florestas plantadas 140 
4.8.2 Florestas inequiâneas 144 
4.9 Modelos para forma e afilamento do tronco 145 
4.9.1 Equação de afilamento do tronco 145 
4.10 Tabelas de produção 148 
4.11 Obtenção de dados para modelagem 149 
4.11.1 Ajuste e construção de modelos 151 
4.11.2 Avaliação de modelos 152 
4.11.3 Coeficiente de Determinação Ajustado (R²aj) 155 
4.11.4 Validação das equações de regressão 156 
4.12 Análise de covariância 161 
5 CLASSIFICAÇÃO DE SÍTIOS 162 
5.1 Método da curva guia 164 
5.2 Método da equação de diferença 166 
5.3 Método da regressão aninhada 167 
6 COMPETIÇÃO 168 
6.1 Índices de competição 168 
6.2 Índices baseados nas copas das árvores 173 
6.2.1 Fator de Competição de Copas (FCC) 173 
6.2.2 Índice de Ocupação do Espaço (IOE) 177 
7 DENSIDADE DOS POVOAMENTOS 178 
7.1 Densidade populacional 180 
7.2 Área basal por unidade de área 181 
7.3 Superfície de copa por unidade de área 181 
7.4 Volume por unidade de área 182 
7.5 Índices de densidade 182 
7.5.1 Fator de Wilson 182 
7.5.2 Índice de espaçamento relativo de Hart-Becking 183 
7.5.3 Índice de densidade de Reineke 184 
7.6 Controle da densidade 185 
7.6.1 Densidade de plantio 185 
7.6.2 Desbastes 186 
7.7 Efeitos dos desbastes sobre a floresta e as árvores 187 
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6 
7.7.1 Intensidade e Idade do 1º desbaste 189 
7.7.2 Critérios para o 1º desbaste 190 
7.7.3 Escolha das árvores a desbastar 190 
7.7.4 Considerações sobre os Desbastes 190 
7.7.5 Marcação de Desbastes 191 
7.7.6 Cálculo de desbaste 191 
7.7.7 Cálculo de desbaste pelo Índice de Hart-Becking 192 
7.7.8 Método Inglês de desbaste 192 
7.7.9 Método de Abetz de desbaste 193 
7.7.10 Fator do espaçamento de Wilson 194 
7.7.11 Método mexicano de desbaste 195 
7.7.12 Método “croata” de desbaste 196 
7.7.13 Considerações finais sobre densidade e desbastes 196 
7.8 Desrama das florestas plantadas 197 
8 ANÁLISE ECONÔMICA E FINANCEIRA 203 
8.1 Valor Presente Líquido (VPL) 205 
8.2 Razão Benefício/Custo (B/C) 206 
8.3 Taxa interna de retorno (TIR) 207 
8.4 Valor Anual Equivalente (VAE) 208 
8.5 Valor Esperado da Terra (VET) 209 
9 ROTAÇÃO FLORESTAL 210 
9.1 Rotação de máxima produtividade 210 
9.2 Rotação de máximo resultado financeiro 210 
9.2.1 Rotação de máximo VET 211 
9.2.2 Rotação de máximo VAE 212 
10 PLANEJAMENTO DA PRODUÇÃO FLORESTAL 213 
10.1 Processo de planejamento e regulação da produção 213 
10.2 Exemplo 1 – Produção de lenha para uma indústria de laticínios 216 
10.3 Exemplo 2 – Regulação da produção de lenha para abastecimento de um 
frigorífico 220 
11 PESQUISA OPERACIONAL FLORESTAL 224 
11.1 Introdução 224 
11.2 Métodos de Pesquisa Operacional 227 
11.3 Benefícios da PO 229 
11.4 Limitações da PO 229 
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11.5 Aplicações da PO 230 
11.6 Programação Linear (PL) 231 
11.6.1 Modelos de programação linear no manejo florestal 233 
11.6.2 Exemplo 1 – Otimização de produtos a fabricar 239 
11.6.3 Exemplo 2 – Otimização do transporte para a fábrica 241 
11.6.4 Exemplo 3 – Otimização de máquinas na colheita 244 
11.6.5 Exemplo 4 – Planejamento da produção florestal 246 
11.7 CPM - Critical Path Method 253 
11.7.1 Programação para Frente (Data Cedo) 254 
11.7.2 Programação para Trás (Data Tarde) 254 
11.7.3 Determinação do Caminho Crítico: 254 
12 AVALIAÇÃO DE IMPACTOS 259 
12.1 Métodos de AIA para a fase de identificação e sumarização 260 
12.2 Métodos de AIA para a fase de avaliação 261 
12.3 Princípios e critérios para avaliação ambiental 261 
12.4