A maior rede de estudos do Brasil

Grátis
3 pág.
Cirque du Soleil

Pré-visualização | Página 1 de 1

UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ
MBA EM CONSULTORIA EMPRESARIAL
Resenha Crítica de Caso 
Rodrigo Alexandre Matos Chaves
Trabalho da disciplina ASSESSORIA E MENTORING 
Tutor: Prof. Andrea Quintella Bezerra
Betim/MG 
2020
CIRQUE DU SOLEIL
Referência: 
DELONG, Thomas J. VIJAYRAGHAVAN, Vineeta. CIRQUE DU SOLEIL. Harvard Business School, 405-P01. Abril 2006. Disponível em: http://pos.estacio.webaula.com.br/Biblioteca/Acervo/Basico/PG0360/Biblioteca_46768/Biblioteca_46768.pdf . Acesso em: 26 de Janeiro de 2020.
O caso em estudo apresenta a trajetória de Murielle Cantin, diretora de elenco de um dos maiores circos do mundo, o Cirque de Soleil. Ele foi fundado por artistas de rua no ano de 1984, que eram conhecidos como “Le Club des Talons Hauts”, que significa “O Clube dos Saltos Altos”, em Baie-Saint-Paul, no Canadá. 
Murielle Cantin, como diretora de elenco, era responsável por captar novos talentos. Para isso, ela viajava por todo o mundo, inclusive para o Rio de Janeiro. Como passava muito tempo fora de casa (semanas e até meses), ela percebeu o quão desgastante era o seu trabalho, uma vez que a companhia vinha crescendo muito, fazendo com que a necessidade de novos artistas passasse de 50 a cada 2 anos, para 100 por ano.
Ela não tinha apenas a responsabilidade de captar os melhores artistas, mas também observar os que se encaixavam ao que o Cirque du Soleil oferece, que opta, desde sua criação, por utilizar pessoas, evitando o uso de animais. Mesmo divergindo sobre as remunerações oferecidas pela companhia, todos os artistas consideram prazeroso trabalhar no Cirque du Soleil.
Cantin tinha, então, o desafio de encontrar os melhores artistas e lapidar as suas habilidades de acordo com a tradição do circo. Portanto, era preciso saber que no Cirque du Soleil não era suficiente focar apenas na habilidade central do artista, pois era preciso que ele tivesse a capacidade de aprender novas apresentações, ser aberto para novas formas e misturas artísticas, não sendo tolerado qualquer tipo de preconceito. 
Além disso, existia a preocupação com a adaptação dos artistas para não haver problemas no processo de crescimento. Por isso, optavam por captar talentos em comunidades onde houvesse pelo menos dois artistas com o perfil desejado, pois assim essas pessoas teriam uma referência próxima para momentos de dificuldade e desânimo.
Em turnês, a companhia tinha grande preocupação com o gerenciamento de pessoas, oferecendo-lhes o melhor tratamento possível (desde condições de trabalho até os melhores alimentos), pois era crucial para manter estes artistas.
Com o passar dos tempos e o surgimento de grandes concorrentes, o Cirque du Soleil teque que ir se reinventando para se adaptar ao mercado, pois o alto preço dos ingressos impossibilitava que muitas pessoas participassem dos espetáculos, o que taxava o circo como entretenimento para ricos.
Com a necessidade de captar talentos para o novo espetáculo, o “Varekai”, Cantin concordou em seguir para o Peru, recomendada por um outro funcionário da Companhia. Ela começou a observar e temer que o circo estivesse crescendo rápido demais, o que poderia fazer com que o padrão de qualidade dos espetáculos ficasse inferior ao apresentado e conhecido pelo Cirque de Soleil. Talvez a melhor estratégia para evitar que isso acontecesse seria concentrar-se em seus artistas para evitar que eles se desgastassem com a companhia.
1
3

Crie agora seu perfil grátis para visualizar sem restrições.