Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

CAMPUS ALIANÇA/REDENÇÃO
CURSO BACHARELADO EM ENFERMAGEM
ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO II
ESTUDO DE CASO
PIELONEFRITE E SUAS COMPLICAÇÕES: ESTUDO DO DE CASO
ALAN DANILO TEIXEIRA CARVALHO
FRANCISCA DE AQUINO VIEIRA COSTA
TERESINA
OUTUBRO 2019
ALAN DANILO TEIXEIRA CARVALHO
FRANCISCA DE AQUINO VIEIRA COSTA
PIELONEFRITE E SUAS COMPLICAÇÕES: ESTUDO DE CASO
Estudo de caso apresentado ao Centro Universitário UNINASSAU, como requisito parcial para obtenção de nota para aprovação do Estágio Supervisionado II.
Professor: Jairo Edielson Rodrigues Barbosa de Sousa
Orientador: Tainá Maria Oliveira Sousa
Local: Hospital D r. Miguel Couto (Hospital do Monte Castelo)
	
TERESINA/OUTUBRO
2019
SUMÁRIO
1	INTRODUÇÃO	4
2. HISTÓRICO DE ENFERMAGEM	5
2.1 História da patológica pregressa	6
3.0 EXAMES REALIZADOS	6
4.0 TRATAMENTO TERAPÊUTICA	9
5.0 FARMACOTERAPIA	10
7. PLANO ASSISTENCIAL	15
8.0 EVOLUÇÕES DE ENFERMAGEM	17
9.0 PLANO DE ALTA	18
REFERÊNCIAS	20
1 INTRODUÇÃO
	A pielonefrite aguda e uma infecção urinaria que acomete o parênquima renal e o sistema coletor, infecção especifica da parte superior, caracterizada pela necrose de supuração. A incidência anual da Pielonefrite Aguda (PA) e estimada em 12 a 13 e de 2 a 3 casos em 10 mil mulheres e homens, respectivamente (ARAUJO et al., 2008).
	 Os agentes infecciosos mais comuns são bactérias Gram negativas, incluindo E. coli (82% em mulheres e 73% em homens), Klebsiella (2,7% em mulheres e 6,2% em homens), Proteus, Enterobacter e Pseudômonas. As bactérias Gram positivas são menos frequentes, incluindo E. faecalis e S. aureus. A via de infecção renal pode ser ascendente, com bacterias Gram negativas provenientes do trato urinário inferior, ou hematogenica, mais rara, geralmente associada a foco infeccioso extrarrenal como tuberculose pulmonar ou miliar, endocardite, diverticulite ou abscesso oral (Guia Rápido de Urologia- GRU, 2012).
A pielonefrite e caracterizada clinicamente por lombalgia, astenia, fraqueza e síndrome febril, acompanhada de leucocitose, piuria, bacteriuria, e, em alguns casos, de bacteremia e hematúria (ARAUJO et al., 2008).
2. HISTÓRICO DE ENFERMAGEM
Quadro 01 – Histórico de Enfermagem
	NOME
	C.P.L.
	SEXO
	Masculino
	COR REFERIDA
	Parda
	DATA DE NASCIMENTO
	10/03/1943
	IDADE
	77a
	PROCENDÊNCIA
	Zona rural de Uruçui – Povoado Jenipapo
	PROFISSÃO
	Lavrador 
	HOSPITAL
	Hospital Dr. Miguel Couto
	CLÍNICA
	Posto 3
	ENFERMARIA
	10
	LEITO
	BL
	MOTIVO DA INTERNAÇÃO
	Paciente com citostomia, referindo dor lombar e encaminhada para avaliação com nefrologista.
Fonte: Prontuário do paciente (2019)
2.1 História da patológica pregressa
	16/09/2019 – 08:00Hs: Admitido no Hospital do Monte Castelo com quadro de dor lombar intensa, associado com febre, vômitos e hipotensão, quatro dias após realizar exame de uretrocistografia miccional. Paciente em uso de cistotomia, após prostatectomia realizada há 60 dias antes da internação.
HPP: Hipertenso (HAS), nega diabetes mellitus e alergias. Prostatectomia há 60 dia, internação por pielonefrite há 30 dias.
HF: irmã com diabetes mellitus.
Hábitos de vida: nega tabagismo, etilista por 50 anos
Medicações de uso continuo: Enalapril 10mg – 1x / dia
 Furosemida 40 mg – 2 x / dia
3.0 EXAMES REALIZADOS
3.1 - Exames laboratoriais
Segue abaixo o quadro 02 com os exames laboratoriais realizados do paciente.
Quadro 02 – Exames laboratoriais 
	EXAME
	RESULTADO
17/09/19
	RESULTADO
20/09/19
	VALOR REFERÊNCIA PARA HOMEM
	Hemácias
	3,48
	3,84
	4,5 – 6,5
	Hemoglobina
	10,4
	10,6
	13,5 – 18,0
	Hematócrito
	30,8
	34,1
	40,0 – 54,0
	Leucócitos
	20,670
	8,718
	4.000 – 10.000
	Plaquetas
	214.000
	298.000
	142.000 – 424.000/mm³
	Cálcio
	9,5
	Não realizado
	8,4 a 10,5mg/dL
	Magnésio
	2,42
	Não realizado
	1,70 – 2,50 mg/dL
	Sódio
	143
	Não realizado
	136 a 145 mmol/L
	Potássio
	4,1
	Não realizado
	3,5 a 5,1 mmol/L
	Cloro
	105
	Não realizado
	98 a 107 mmol/L
	Uréia
	65
	25
	10 a 50 mg/dL
	Creatinina
	1,47
	0,92
	0,72 – 1,16 mg/dL
	Protéinas totais
	6,2
	Não realizado
	6,1 – 7,9 g/dL
	Albiminas
	3,6
	Não realizado
	3,5 – 4,8 g/dL
	Globulinas
	2,6
	Não realizado
	2 – 4 g/dL
	Urocultura (16/09/19)
Não houve crescimento bacteriano
	EAS (17/09/19)
 8 Piócitos por campo e várias bactérias
Fonte: Prontuário do Paciente (2019)
3.2 US DE APARELHO URINARIO (17/09/19)
	Segue abaixo o laudo da Ultrassonografia do aparelho urinário realizado pelo paciente e com conclusão de Cisto renal esquerdo com (5,8cm) sem indícios de litíase.
Imagem 01 – Laudo de US do Aparelho Urinario.
Fonte: Prontuário do Paciente (2019)
3.3 ELETROCARDIOGRAMA (22/09/19) 
Segue abaixo o ECG realizado que mostra o ritmo sinusal e sem demais alterações.
Imagem 02: Eletrocardiograma
Fonte: Prontuário do Paciente (2019)
4.0 TRATAMENTO TERAPÊUTICA
A primeira decisão representa a indicação de hospitalização. É absoluta quando apresenta: quadro de vômito persistente, má evolução de infecção urinaria previa não-complicada, suspeita de septicemia, incerteza diagnostica, obstrução do trato urinário. A hospitalização pode ser relativa diante de: paciente idoso, presença de anormalidades anatômicas do trato urinário ou de imunossupressão, dificuldades de acesso para acompanhamento clinico, apoio social inadequado. (ARAÚJO et al., 2008).
Existe alternativa potencial de iniciar terapia com antibiótico parental, em unidades de observação, seguindo de terapia oral ambulatorial. Caso a infecção não seja oportunamente tratada, pode evoluir durante muito tempo, gerando lesões significativas que alteram de forma irreversível o funcionamento do rim afetado. Este tipo de pielonefrite, que também pode ser provocado por repetidos episódios de infecções urinárias agudas, embora muitas vezes não diagnosticadas, é o mais característico em pessoas que sofrem de obstrução e/ou retenção urinária (ARAÚJO et al., 2008).
5.0 FARMACOTERAPIA
Imagem 03: Prescrição na data de admissão na enfermaria
Fonte: Prontuário do Paciente (2019)
Imagem 04: Prescrição na data de alta hospitalar
Fonte: Prontuário do Paciente (2019)
Quadro 03 – Tratamento medicamentoso
	MEDICAÇÕES
	INDICAÇÃO
	EFEITOS ADVERSOS
	Ceftriaxona1g EV 12/12h
	Este medicamento é indicado para o tratamento de infecções como:
- Infecções intra-abdominais (peritonites, infecções do trato gastrintestinal e biliar);
- Infecções ósseas, articulares, tecidos moles, pele e feridas;
- Infecções em pacientes imunocomprometidos;
- Infecções renais e do trato urinário;
-Infecções do trato respiratório, particularmente pneumonia e infecções otorrinolaringológicas;
- Infecções genitais, inclusive gonorréia;
- Profilaxia perioperatória;
	As reações adversas mais frequentemente reportadas para ceftriaxona sódica são eosinofilia, leucopenia, trombocitopenia, diarreia, erupção cutânea e aumento das enzimas hepáticas. Os dados para determinar a frequência das reações adversas de ceftriaxona.
	Bromopida10mg 
EV SN
	A Bromoprida está indicada para: distúrbios da motilidade gastrintestinal; refluxo gastroesofágico; náuseas e vômitos de origem central e periférica (cirurgias, metabólicas, infecciosas e problemas secundários ao uso de medicamentos). A Bromoprida é utilizada também para facilitar os procedimentos radiológicos do trato gastrintestinal.
	Reação muito comum: inquietação, sonolência, fadiga e lassidão, Com menor frequência pode ocorrer insônia, cefaleia, tontura, náuseas, sintomas extrapiramidais, galactorreia, ginecomastia, erupções cutâneas, incluindo urticária ou distúrbios intestinais.
	Dipirona500mg EV 6/6h
	Este medicamento é indicado como analgésico e antipirético.
	Agranulocitose induzida pela dipirona é uma casualidade de origem imunoalérgica, durável por pelo menos 1 semana. Embora essa reação seja muito rara, pode ser grave que implique em risco à vida, podendo ser fatal. Não é dose dependente e pode ocorrer em qualquer momento duranteo tratamento.
	Tramal 100mg EV 12/12h SN
	Tramal (cloridrato de tramadol) é indicado para o alívio da dor de intensidade moderada a grave.
	Os efeitos mais comuns durante o tratamento com Tramal são náusea e tontura, que ocorrem em mais de 10% dos pacientes.
	Ranitidina EV 12/12h
	Cloridrato de ranitidina é indicado no tratamento de úlcera duodenal e úlcera gástrica benigna, incluindo aquelas associadas a agentes antiinflamatórios não-esteroidais. Também é usado na prevenção de úlceras duodenais associadas a agentes anti-inflamatórios não-esteroidais, incluindo ácido acetilsalicílico, especialmente em pacientes com história de doença ulcerosa péptica, úlcera duodenal relacionada à infecção por H. pylori, úlcera pós-operatória, esofagite de refluxo, alívio dos sintomas de refluxo gastroesofágico, síndrome de Zollinger-Ellison e dispepsia episódica crônica, caracterizada por dor (epigástrica ou retroesternal) que está associada às refeições oudistúrbios do sono mas não associada às condições citadas anteriormente.
	Reações de hipersensibilidade (urticária, edema angioneurótico, febre, broncoespasmo, hipotensão e dor no peito). Conforme relatos, esses eventos ocorreram após uma única dose, em pacientes alérgicos.
	Captopril 25MG 
 VO – SN
	Captopril é indicado para o tratamento da hipertensão, insuficiência cardíaca congestiva, infarto do miocárdio ou nefropatia diabética, em adultos.
	Alguns dos efeitos colaterais de Captopril incluem tosse seca e persistente, dor de cabeça, diarreia, perda do paladar, cansaço extremo ou náusea.
	Liquemine500000UI 0,25ML SC 12/12h
	Tratamento e profilaxia das afecções tromboembólicas de qualquer etiologia e localização, bem como após um tratamento trombolítico, com estreptoquinase, por exemplo, na coagulação.
	A tolerância geral e local ao Liquemine é, em geral, boa. Ocasionalmente, podem ocorrer hemorragias durante o tratamento com heparina, por exemplo, hematúria,
hematomas subcutâneos nos pontos de injeção.
Fonte:portal.anvisa.gov.br/bulas-e-rotulos(2019).
6. REVISÃO LITERÁRIA DAS PATOLOGIAS 
O diagnóstico de pielonefrite aguda é feito com base no quadro clínico de febre (acima de 38ºC), calafrios, taquicardia, dor em região lombar, sensibilidade ao toque em região lombar, náuseas, vômitos, urina turva e comprometimento do estado geral e achados laboratoriais, como bacteriúria, sendo confirmado com urocultura positiva. O diagnóstico é clínico, baseado nos achados anteriormente mencionados, devendo ser solicitados os seguintes exames: parcial de urina, urocultura, hemograma, creatinina (C). A amostra para hemocultura deve ser colhida, se a temperatura for maior que 38,5ºC ou houver sinais de sepse (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia, 2011).
 O tratamento é preferencialmente por via parenteral em nível hospitalar com a internação, e possivelmente com continuidade do tratamento via oral em ambulatório quando possível (ITA P. et al., 2003).
Quando existe insuficiência respiratória, a paciente apresenta dispneia, taquipneia, hipoxemia e sinais radiográficos de infiltrado pulmonar. Nem sempre todos os sintomas e sinais estão presentes, isso depende da gravidade do quadro clínico da paciente (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia, 2011).
Esses agentes patógenos penetrar no bacinete e no rim por via ascendente, ou seja, costumam entrar através da uretra, disseminando-se gradualmente ao longo das vias urinárias. Regra geral, os micróbios são oriundos da região anal, onde alcançam os genitais externos para penetrarem através da uretra. Devido a proximidade entre o ânus e a uretra, no sexo feminino, os processos infecciosos das vias urinárias, sobretudo a cistite, mas também a pielonefrite, costumam afetar em especial as mulheres (MEDIPEDIA,2019). 
Em alguns casos, a penetração de micro-organismos nas vias urinárias é provocada por manipulações efetuadas com fins diagnósticos ou terapêuticos, caso não seja realizada com as máximas condições de assepsia ou caso seja efetuada de forma prolongada ou indefinida, pode constituir um fator de predisposição para a infecção urinária, a menos que se tomem as devidas precauções e se proceda a oportuna substituição regular da algália (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia, 2011).
Quando os micro-organismos penetram na uretra, normalmente sobem até a bexiga e estabelecem-se no seu interior, provocando uma cistite, subindo posteriormente através dos ureteres até as vias urinárias superiores, dando origem a uma pielonefrite (Araújo et al., 2008).
 Os sintomas incluem mal-estar, febre, dor lombar e calafrios. A urgência miccional, aumento da frequência urinaria e disúria estão presentes em 50% dos pacientes. Náusea, vomito e diarreia são frequentes e geralmente são secundários a íleo paralitico (Guia Rápido de Urologia- GRU, 2012)..
Estes factos são particularmente frequentes quando existem determinadas problemas, tal como a presença de cálculos na bexiga, insuficiências no mecanismo da micção (bexiga neurogênica) ou, nos homens, problemas na próstata que estreitem a uretra, dificultando a eliminação da urina, que como tem tendência para se estancar, favorece o desenvolvimento dos micro-organismos(HEILBERG, I.P et al). 	
Algo semelhante ocorre quando existem determinadas alterações na anatomia do aparelho urinário, o que favorece o desenvolvimento de infecções urinárias superiores, por exemplo, em crianças que nascem com malformações congénitas das vias urinárias (rim supranumerário, ureteres duplos, etc.) e nas que possuem uma insuficiência nas válvulas encarregues de controlar a passagem de urina dos ureteres para a bexiga e de impedir o seu refluxo (AMARAL,F.C. et al., 2007).
7. PLANO ASSISTENCIAL
	Segue quadros com a assistência de enfermagem prescrita. 
Quadro 04: Assistência de enfermagem
 INTERVENÇÕES
Observar, monitorar e anotar os sinais vitais (SSVV) no ato da avaliação (3);
· Orientar sobre o uso dos medicamentos, a cura e encorajar quanto à necessidade de prevenir (1);
· Monitorar e tratar complicações que podem surgir em decorrência da doença (1) (3);
· Estar atento aos efeitos colaterais dos medicamentos, nauseas, perda de apetite, disgeusia, dentre outros (1);
· Orientar quanto à necessidade de encaminhar ao serviço de atendimento, em caso de emergências ou agravamento do quadro (3);
· Orientar a família e o indivíduo com pielonefrite quanto à importância de medidas preventivas, tais como o ingerir aguá com frequência, não manter por muito tempo a urina na bexiga e o correto acompanhamento medico (2);
· Orientar o paciente a não ingerir bebida alcoólica durante o tratamento (2);
· Ensino: processo da doença, dieta prescrita, medicamento prescrito; aconselhaento nutricional (2).
RESULTADOS ESPERADOS
 Comportamento de saúde: alcance de compreenção transmitida sobre a promoção e a prevenção de saúde (1).
· Estado nutricional : alcance da disponibilidade de nutrientes para atendimento das necessidades metabólicas (3);
· Controle de infecção: alcance da compreensão transmitida sobre infecção, seu tratamento e a prevenção de complicação (2);
· Controle de riscos: uso de álcool –ações pessoais para prevenir,eliminar ou reduzir o uso do álcool que constitui uma ameaça á saúde (1);
· Controle de Hipertensão: Alcance da compreensão transmitida sobre pressão sanguinea elevada, seu tratamento e a prevenção de complicações. (3)
Fonte: Prontuário do Paciente (2019)
8.0 EVOLUÇÕES DE ENFERMAGEM
	DATA: 16/09/2019
	8:00h- Segue internado há 2 dias por quadro de dor lombar intensa, associado com febre e êmese, com diagnóstico médico: Pielonefrite ?. Sabidamente hipertenso, nega diabetes melitus. Segue consciente, orientado, receptivo ao dialogo, deambula sem auxilio, pupilas isocoricas e fotoreagente. Respirando em ar ambiente sem aporte de O2, AP: com MV presente em ambos os lados. AC: em dois tempo, normocardico, normotenso, normocorado e afebril. Abdômen plano, indolor a palpação e ruídos hidroaéreospresentes. Dieta por VO com boa aceitação. AVP em MSD com HV continuo, sem sinais flogísticos e em uso de ATB D2 (CEFTRIAXONA 1G). Pele integra com baixo risco para lpp. Diurese presente por Cistostomia com conexão de SVD. Evacuações presente e espontânea. Sono e repouso satisfatório. Nega alergias, medicamentoso e alimentar. Sem queixas. Segue sob cuidados de enfermagem. 
 PRESSÃO ARTERIAL: 110 x 60 mmHg / PULSO: 51 / TEMPERATURA: 36,4ºcDIURESE: 500mL
	DATA:17/09/2019
	8:00h- Segue internado há 3 dias por quadro de dor lombar intensa, associado com febre e êmese, com diagnóstico médico: Pielonefrite ?. Sabidamente hipertenso, nega diabetes melitus. Segue consciente, orientado, receptivo ao dialogo, deambula sem auxilio, pupilas isocoricas e fotoreagente. Respirando em ar ambiente sem aporte de O2, AP: com MV presente em ambos os lados. AC: em dois tempo, normocardico, normotenso, normocorado e afebril. Abdômen plano, indolor a palpação e ruídos hidroaéreos presentes. Dieta por VO com boa aceitação. AVP em MSD com HV continuo, sem sinais flogísticos e em uso de ATB D03 (CEFTRIAXONA 1G). Pele integra com baixo risco para lpp. Diurese presente por Cistostomia com conexão de SVD. Evacuações presente e espontânea. Sono e repouso satisfatório. Nega alergias, medicamentoso e alimentar. Com queixa de dor lombar persistente. Segue sob cuidados de enfermagem.
TEMPERATURA: 35,4ºc / PRESSÃO ARTERIAL: 100 x 60mmHg / PULSO: 61
SpO²: 98%
9.0 PLANO DE ALTA
Segue quadro 05 com o plano de alta hospitalar orientado ao paciente e aos familiares.
Quadro 05: plano de alta hospitalar
	CONTINUIDADE DA ASSISTÊNCIA NO DOMICÍLIO
	MODIFICAÇÕES E ESTILO DE VIDA.
	NESSECIDADES EMOCIONAIS, PSICOSSOCIAIS, ESPIRITUAIS
	· Manter o equilíbrio hidroeletrolítico;
· Manter o estado nutricional adequado;
· Uso adequado de medicações (horário correto);
· Estimular a atividade conforme a tolerância.
	· Oferecer pequenas refeições a cada 3 horas;
· Evitar ingestão de álcool;
· Controle da ingesta hídrica;
· Seguir rigorosamente as orientações do nutricionista;
· Controla a ingestão de sal, fosforo, potássio e proteína.
	· Preparar o paciente para dialise ou transplante renal;
· Oferecer esperança de acordo com a realidade;
· Fornecer indicações de assistência social e apoio psicológico;
· Encorajar e possibilitar que o paciente tome certas decisões.
Fonte: Prontuário do Paciente (2019)
10. CONCLUSÃO
O enfermeiro tem atribuições importantes durante o tratamento do paciente com Pielonefrite, que deve ser exercido com dedicação, conhecimento e paciência, com o objetivo de minimizar o sofrimento do enfermo, orientá-lo corretamente sobre sua patologia e acompanhá-lo no decorrer de seu tratamento. A enfermagem atua visando a importância do autocuidado com pacientes com doença renal, seja agudo ou crônico, e tem como função direcionar os portadores de Insuficiência Renal quanto aos cuidados necessários para evitar complicações, orientando-os para prevenção de fatores de risco e minimização de complicações decorrentes da doença. 
É de grande importância somar as condutas do enfermeiro com a participação dos familiares no cuidado à paciente portador Pielonefrite, pois a presença e o apoio dos familiares no processo saúde-doença proporciona uma maior adesão ao seguimento das orientações, desafios que podem surgir ao longo do processo, além de ajudar na detecção de sinais e sintomas de agravamento da doença. 
REFERÊNCIAS
Referenciar o NANDA,NIC E NOC Referenciar o NANDA,NIC E NOC 
BORGES, R. R. Guia Rápido de Urologia- GRU: 1ª Edição, São Paulo, Lemar 2012. Disponível em: http://www. http://sbu-sp.org.br/admin/upload/manual_gru_completo.pdf. Aceso em 08/10/2019.
ITA P., et al ABORDAGEM DIAGNÓSTICA E TERAPÊUTICA NA
INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO – ITU. Rev Assoc Med Bras 2003., Disponível em: https://www.scielosp.org/pdf/csc/2016.v21n11/3575-3584/pt. Acesso em: 16/10/2019.
DIRETRIZES PARA INFECÇÕES UROLÓGICAS 2010. São Paulo: Artmed Editora, 2014. Disponível em: https://aempreendedora.com.br/wp-content/uploads/2017/04/Manual-Diagn%C3%B3stico-e-Estat%C3%ADstico.pdf. Acesso em: 12/010/2019.
Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO). Comissões Nacionais Especializadas Ginecologia e Obstetrícia. Manual de orientação: gestação de alto risco.
AMARAL,F.C. et al., 2007.Freqüência dos sinais de pielonefrite aguda em pacientes
Submetidos a tomografia computadorizada 2011. http://www.scielo.mec.pt/scielo.php?script=sci_abstract&pid=S0874-02832015000100005&lng=pt&nrm=iso. Acesso em: 15/10/2019
HELLWIG, N.; MUNHOZ, T. N.; TOMASI, E. Ciência & Saúde Coletiva, v. 21, n. 11, p. 3575-3584, 2016. Disponível em: https://www.scielosp.org/pdf/csc/2016.v21n11/3575-3584/pt. Acesso em: 26/03/2019.
ARAUJO, C.N.M, et al. Revista Médica de Minas Gerais - Pielonefrite aguda: diagnostico e manejo. V18n3s4a14. 2008. Acesso em 14/10/2019.
Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia 2011. Manual de Gestação de Alto Risco. Acesso em 15/10/2019.
 HEILBERG, I.P et al Abordagem diagnóstica e terapêutica na Infecção do trato urinário – itu 2002 . acesso em 14/02/2019.
https://www.medipedia.pt/home/home.php?module=artigoEnc&id=298&action=letra&search=P. Acesso em 12/10/2019.
https://www.portal.anvisa.gov.br/bulas-e-rotulos.

Mais conteúdos dessa disciplina