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PROF. IARA NEGREIROS Set/2019
UNIP – Universidade Paulista
Eng. Civil – Complementos de Estradas e Aeroportos
COMPLEMENTOS DE 
ESTRADAS E AEROPORTOS 
(CONTEÚDO PARA NP2)
NOTAS DE AULA
Profa. Iara Negreiros
Set/2019
PROF. IARA NEGREIROS Set/2019
UNIP – Universidade Paulista
Eng. Civil – Complementos de Estradas e Aeroportos
SUMÁRIO
1. SST: Saúde e Segurança do Trabalho
2. Distância de Visibilidade
3. Planejamento de Tráfego
Tópicos Especiais de Pavimentação:
4. Pavimentação
5. Patologias
6. Sistemas Aeroportuários
PROF. IARA NEGREIROS Set/2019
UNIP – Universidade Paulista
Eng. Civil – Complementos de Estradas e Aeroportos
1. SST = Saúde e 
Segurança do Trabalho
PROF. IARA NEGREIROS Set/2019
UNIP – Universidade Paulista
Eng. Civil – Complementos de Estradas e Aeroportos
Hierarquia:
1. SST
No Brasil, destaca-se 
Portaria 3214/78 – NR 18, 
disponível em:
https://enit.trabalho.gov.br/p
ortal/images/Arquivos_SST/
SST_NR/NR-18.pdf
PROF. IARA NEGREIROS Set/2019
UNIP – Universidade Paulista
Eng. Civil – Complementos de Estradas e Aeroportos
Conceitos:
• RISCO: Combinação da probabilidade e das consequências de
ocorrer um evento com dano / É a chance ou probabilidade de
que o dano possa ocorrer, como resultado de um fator de risco
em particular;
• PERIGO (FATOR DE RISCO): Fonte ou situação com
potencial de provocar lesões pessoais, problemas de saúde,
danos à propriedade, ao ambiente do trabalho, ou uma
combinação destes itens / Risco puro, sem nenhum controle; É
algo que tem potencial para causar danos às pessoas,
equipamentos e ao meio ambiente;
1. SST
PROF. IARA NEGREIROS Set/2019
UNIP – Universidade Paulista
Eng. Civil – Complementos de Estradas e Aeroportos
1. SST
PROF. IARA NEGREIROS Set/2019
UNIP – Universidade Paulista
Eng. Civil – Complementos de Estradas e Aeroportos
1. SST
PROF. IARA NEGREIROS Set/2019
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Eng. Civil – Complementos de Estradas e Aeroportos
1. SST
PROF. IARA NEGREIROS Set/2019
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Eng. Civil – Complementos de Estradas e Aeroportos
1. SST
PROF. IARA NEGREIROS Set/2019
UNIP – Universidade Paulista
Eng. Civil – Complementos de Estradas e Aeroportos
1. SST
PROF. IARA NEGREIROS Set/2019
UNIP – Universidade Paulista
Eng. Civil – Complementos de Estradas e Aeroportos
1. SST
PROF. IARA NEGREIROS Set/2019
UNIP – Universidade Paulista
Eng. Civil – Complementos de Estradas e Aeroportos
Canteiro de obras rodoviárias:
1. SST
PROF. IARA NEGREIROS Set/2019
UNIP – Universidade Paulista
Eng. Civil – Complementos de Estradas e Aeroportos
PROF. IARA NEGREIROS Set/2019
UNIP – Universidade Paulista
Eng. Civil – Complementos de Estradas e Aeroportos
PROF. IARA NEGREIROS Set/2019
UNIP – Universidade Paulista
Eng. Civil – Complementos de Estradas e Aeroportos
PROF. IARA NEGREIROS Set/2019
UNIP – Universidade Paulista
Eng. Civil – Complementos de Estradas e Aeroportos
Sinalização
Rodoviária
– Esquema
de cores:
1. SST
PROF. IARA NEGREIROS Set/2019
UNIP – Universidade Paulista
Eng. Civil – Complementos de Estradas e Aeroportos
Sinalização rodoviária:
• Sinalização horizontal: pintura, termoplásticos, demarcação de
faixas, etc
• Sinalização vertical: placas, pórticos, semi-pórticos, etc
• Dispositivos de segurança: tachas, tachões, balizadores, PMV
= Painéis de Mensagem Variável, etc
1. SST
PROF. IARA NEGREIROS Set/2019
UNIP – Universidade Paulista
Eng. Civil – Complementos de Estradas e Aeroportos
1. SST
PROF. IARA NEGREIROS Set/2019
UNIP – Universidade Paulista
Eng. Civil – Complementos de Estradas e Aeroportos
1. SST
PROF. IARA NEGREIROS Set/2019
UNIP – Universidade Paulista
Eng. Civil – Complementos de Estradas e Aeroportos
1. SST
PROF. IARA NEGREIROS Set/2019
UNIP – Universidade Paulista
Eng. Civil – Complementos de Estradas e Aeroportos
Transporte de produtos perigosos:
• Em todo o Brasil circulam cerca de 20 milhões de formulações
químicas e, aproximadamente, um milhão de substâncias e
produtos perigosos.
• Produto perigoso é qualquer material sólido, líquido ou gasoso 
que seja tóxico, radioativo, corrosivo, quimicamente reativo, ou 
instável durante a estocagem prolongada, em quantidade que 
represente uma ameaça à vida, à propriedade ou ao meio 
ambiente.
1. SST
PROF. IARA NEGREIROS Set/2019
UNIP – Universidade Paulista
Eng. Civil – Complementos de Estradas e Aeroportos
Transporte de produtos perigosos:
• Classificação segundo a ONU:
o Classe 1 – Explosivos 
o Classe 2 – Gases 
o Classe 3 – Líquidos inflamáveis 
o Classe 4 – Sólidos inflamáveis
o Classe 5 – Substâncias oxidantes 
o Classe 6 - Sustâncias tóxicas 
o Classe 7 – Materiais radioativos 
o Classe 8 - Corrosivos
o Classe 9 – Substâncias perigosas diversas 
1. SST
PROF. IARA NEGREIROS Set/2019
UNIP – Universidade Paulista
Eng. Civil – Complementos de Estradas e Aeroportos
Transporte de produtos perigosos:
1. SST
PROF. IARA NEGREIROS Set/2019
UNIP – Universidade Paulista
Eng. Civil – Complementos de Estradas e Aeroportos
Transporte de produtos perigosos:
1. SST
PROF. IARA NEGREIROS Set/2019
UNIP – Universidade Paulista
Eng. Civil – Complementos de Estradas e Aeroportos
Transporte de produtos perigosos:
1. SST
PROF. IARA NEGREIROS Set/2019
UNIP – Universidade Paulista
Eng. Civil – Complementos de Estradas e Aeroportos
Transporte de produtos perigosos:
1. SST
PROF. IARA NEGREIROS Set/2019
UNIP – Universidade Paulista
Eng. Civil – Complementos de Estradas e Aeroportos
Transporte de produtos perigosos / Fatores de Risco:
• Problemas Técnicos: manutenção inadequada em unidades de 
transporte, estado de conservação de equipamentos; 
• Problemas de Infraestrutura de Transporte: má conservação de 
vias, sinalização inadequada, falhas estruturais da 
infraestrutura de transporte; 
• Problemas com Procedimentos e Regulamentação: 
inadequações na aplicabilidade das legislações e nos 
procedimentos de gestão; 
• Falha Humana; 
• Condições Climáticas Adversas.
1. SST
PROF. IARA NEGREIROS Set/2019
UNIP – Universidade Paulista
Eng. Civil – Complementos de Estradas e Aeroportos
Análise Preliminar de Riscos ou de Perigos (APR/APP):
(Ver P2R2 - Plano Nacional de Prevenção, Preparação e
Resposta Rápida a Emergências Ambientais com Produtos
Químicos Perigosos)
• Levantamento de dados sobre a rodovia:
• Montagem da Matriz de Análise Preliminar de Riscos para
Rodovias
1. SST
PROF. IARA NEGREIROS Set/2019
UNIP – Universidade Paulista
Eng. Civil – Complementos de Estradas e Aeroportos
Análise Preliminar de Riscos ou de Perigos (APR/APP):
1. SST
PROF. IARA NEGREIROS Set/2019
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Eng. Civil – Complementos de Estradas e Aeroportos
Análise
Preliminar de
Riscos ou de
Perigos
(APR/APP):
1. SST
PROF. IARA NEGREIROS Set/2019
UNIP – Universidade Paulista
Eng. Civil – Complementos de Estradas e Aeroportos
Análise Preliminar 
de Riscos ou de 
Perigos (APR/APP):
Matriz de Risco = 
Frequência X 
Severidade das 
Consequências 
1. SST
PROF. IARA NEGREIROS Set/2019
UNIP – Universidade Paulista
Eng. Civil – Complementos de Estradas e Aeroportos
Análise Preliminar de Riscos ou de Perigos (APR/APP):
Matriz de Classificação de Perigos
1. SST
PROF. IARA NEGREIROS Set/2019
UNIP – Universidade Paulista
Eng. Civil – Complementos de Estradas e Aeroportos
Gerenciamento de riscos:
1) Medidas de caráter preventivo para produtos perigosos 
(adotadas antes da ocorrência do evento acidental): 
• Sinalização visível (reflexiva) em áreas críticas; 
• Baias de parada para verificação de problemas em rodovias de 
tráfego intenso; 
• Paradas e pernoites exclusivos para viaturas transportando 
mercadorias perigosas; 
• Fiscalização do tráfego de produtos perigosos de acordo com 
a lei em pelo menos a cada 100 km de uma rodovia federal; 
• Áreas de acostamento (baias) com sinalização reflexiva, 
exclusivas para viaturas portando produtos perigosos; 
1. SST
PROF. IARA NEGREIROS Set/2019
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Eng.Civil – Complementos de Estradas e Aeroportos
Gerenciamento de riscos:
2) Medidas de caráter corretivo 
• Implementação do Plano de Ação de Emergência para 
atendimento a Sinistros Envolvendo o Transporte Rodoviário 
de Produtos Perigosos, que visa fornecer pronta resposta aos 
incidentes / acidentes e evitar maiores consequências (danos) 
decorrentes de seus impactos. 
• Formação de um Banco de dados de acidentes, programas de 
educação ambiental e o registro de eventos acidentais. O 
Programa de Rotas de Transporte de Produtos Perigosos do 
IPR/DNIT conta, hoje, com um Banco de Dados identificando 
22.000 rotas cadastradas, com o tipo de produto e sua origem 
e destino.
1. SST
PROF. IARA NEGREIROS Set/2019
UNIP – Universidade Paulista
Eng. Civil – Complementos de Estradas e Aeroportos
2. DISTÂNCIA DE 
VISIBILIDADE
PROF. IARA NEGREIROS Set/2019
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Eng. Civil – Complementos de Estradas e Aeroportos
2. Distância de Visibilidade
Curvas verticais convexas: critério da distância de visibilidade
PROF. IARA NEGREIROS Set/2019
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Eng. Civil – Complementos de Estradas e Aeroportos
2. Distância de Visibilidade
Curvas verticais convexas: critério da distância de visibilidade, 
motorista e obstáculo dentro da curva (S = Dp ≤ L)
PROF. IARA NEGREIROS Set/2019
UNIP – Universidade Paulista
Eng. Civil – Complementos de Estradas e Aeroportos
2. Distância de Visibilidade
Curvas verticais convexas: critério da distância de visibilidade, 
motorista e obstáculo fora da curva (S = Dp > L)
Δ
PROF. IARA NEGREIROS Set/2019
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Eng. Civil – Complementos de Estradas e Aeroportos
2. Distância de Visibilidade
Curvas verticais côncavas: critério da distância de visibilidade, 
faróis e ponto mais distante iluminado dentro da curva (S= Dp ≤ L)
PROF. IARA NEGREIROS Set/2019
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Eng. Civil – Complementos de Estradas e Aeroportos
2. Distância de Visibilidade
Curvas verticais côncavas: critério da distância de visibilidade, 
veículo e obstáculo fora da curva (S= Dp ≥ L)
PROF. IARA NEGREIROS Set/2019
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Eng. Civil – Complementos de Estradas e Aeroportos
2. Distância de Visibilidade
• É a mínima distância para garantir o contato visual, 
necessário para a realização das atividade de frenagem, 
ultrapassagem e acesso a pista com segurança.
• Finalidades:
• Fornecer dados para o cálculo do comprimento da 
curva de concordância vertical convexa das rodovias;
• Fornecer elementos para marcação de banquetas de 
visibilidade dos cortes em curva;
• Fornecer elementos para sinalização das rodovias;
• A distância de visibilidade de parada é utilizada nas 
interseções, nos semáforos e nas curvas verticais, 
entre outras aplicações.
PROF. IARA NEGREIROS Set/2019
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Eng. Civil – Complementos de Estradas e Aeroportos
2. Distância de Visibilidade
DISTÂNCIA DE VISIBILIDADE DE FRENAGEM (DP);
• a aderência produzida na interação pneu-pavimento é um 
dos fatores que contribui para a segurança viária;
• camadas de rolamento com boa aderência, ou seja, com 
adequadas características superficiais podem reduzir a 
distância de frenagem, principalmente em pavimentos 
molhados, e manter em todo o tempo de percurso a 
trajetória desejada para o veículo
• Pode-se classificar a distância de visibilidade em:
• DISTÂNCIA DE VISIBILIDADE DE FRENAGEM (DP);
• DISTÂNCIA DE VISIBILIDADE DE ULTRAPASSAGEM 
(DU).
PROF. IARA NEGREIROS Set/2019
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2. Distância de Visibilidade
DISTÂNCIA DE VISIBILIDADE DE FRENAGEM (DP);
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Eng. Civil – Complementos de Estradas e Aeroportos
2. Distância de Visibilidade
DISTÂNCIA DE VISIBILIDADE DE FRENAGEM (DP);
• É a distância mínima necessária para que um veículo que 
percorre uma estrada possa parar antes de atingir um 
obstáculo na sua trajetória.
PROF. IARA NEGREIROS Set/2019
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2. Distância de Visibilidade
DISTÂNCIA DE VISIBILIDADE DE FRENAGEM (DP);
• D1 = Parcela relativa à distância percorrida pelo veículo no 
intervalo de tempo entre o instante em que o motorista vê 
o obstáculo e o instante em que inicia a frenagem.
• Valor de Referência Experimental (AASHTO): 1,5s 
(percepção) e 1,0s (reação de frenagem)
• Tempo total de percepção e reação igual a t = 2,5 s.
PROF. IARA NEGREIROS Set/2019
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2. Distância de Visibilidade
DISTÂNCIA DE VISIBILIDADE DE FRENAGEM (DP);
• Para o cálculo de D2, basta aplicar alguns conceitos de física: 
a Energia Cinética do veículo (Ec) no início do processo de 
frenagem deve ser anulada pelo trabalho da Força de Atrito 
ao longo da distância de frenagem (DFa).
Para levar em conta o efeito 
das rampas é usada a 
equação:
PROF. IARA NEGREIROS Set/2019
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2. Distância de Visibilidade
DISTÂNCIA DE VISIBILIDADE DE FRENAGEM (DP);
• Os valores de f adotados para projeto, correspondentes à 
velocidade diretriz são apresentados:
PROF. IARA NEGREIROS Set/2019
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2. Distância de Visibilidade
DISTÂNCIA DE VISIBILIDADE DE FRENAGEM (DP);
• Dp = distância de visibilidade de parada, em m;
• i = greide, em m/m (+, se ascendente; - , se descendente);
• V = velocidade de projeto, em km/h;
• f = coeficiente de atrito longitudinal pneu/pavimento.
PROF. IARA NEGREIROS Set/2019
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2. Distância de Visibilidade
DISTÂNCIA DUPLA DE VISIBILIDADE (FRENAGEM)
• Distância Dupla de Visibilidade de Parada (DDp) a distância 
mínima que dois veículos podem parar quando vêm de 
encontro um ao outro na mesma faixa de tráfego.
• Podendo ser calculada pela expressão:
PROF. IARA NEGREIROS Set/2019
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2. Distância de Visibilidade
DISTÂNCIA DE ULTRAPASSAGEM (DU)
• É a distância que deve ser proporcionada ao veículo, em uma 
pista simples e de mão dupla para que, quando estiver 
trafegando atrás de um veículo mais lento, possa efetuar uma 
manobra de ultrapassagem em condições aceitáveis de 
segurança e conforto.
• A frequência dos trechos que proporcionam visibilidade de 
ultrapassagem, bem como sua extensão, é restringida pelos 
custos de construção decorrentes.
• Recomenda-se a existência de trechos com visibilidade de 
ultrapassagem a cada 1,5 a 3,0 km e tão extenso qto possível.
• É sempre desejável que sejam proporcionadas distâncias 
superiores, aumentando as oportunidades de ultrapassagem e o 
número de veículos que a realizam de cada vez.
PROF. IARA NEGREIROS Set/2019
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2. Distância de Visibilidade
DISTÂNCIA DE ULTRAPASSAGEM (DU):
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2. Distância de Visibilidade
DISTÂNCIA DE ULTRAPASSAGEM (DU):
• Durante os anos de 1938 a 1941 foram feitas numerosas 
observações de campo a respeito da manobra de 
ultrapassagem mostrada acima, chegando-se à seguinte 
equações.
DU = distância de visibilidade de ultrapassagem, em m;
V = velocidade de projeto, em km/h;
a = aceleração em m/s².
PROF. IARA NEGREIROS Set/2019
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Eng. Civil – Complementos de Estradas e Aeroportos
2. Distância de Visibilidade
DISTÂNCIA DE ULTRAPASSAGEM (DU)
• De acordo com o DNIT
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Eng. Civil – Complementos de Estradas e Aeroportos
2. Distância de Visibilidade
EXEMPLO RESOLVIDO:
• Qual a distância de parada para um veículo sobre uma 
rodovia com velocidadediretriz de 100Km/h?
• Trecho plano
PROF. IARA NEGREIROS Set/2019
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2. Distância de Visibilidade
EXEMPLO RESOLVIDO:
• Da Tabela: Velocidade diretriz de 100 km/h -> f = 0,28
• Trecho reto: i = 0 
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3. PLANEJAMENTO DE 
TRÁFEGO
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3. Planejamento de Tráfego
Importância do Planejamento:
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3. Planejamento de Tráfego
Cargas na estrutura do pavimento:
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3. Planejamento de Tráfego
Volume de tráfego:
É o principal parâmetro no estudo do tráfego.
Por definição é o número de veículos que passa por uma 
determinada seção de uma estrada, num determinado intervalo 
de tempo: hora, dia, mês, ano;
Dependendo do objetivo do estudo, os volumes podem ser 
referidos a um ou dois sentidos do movimento.
PROF. IARA NEGREIROS Set/2019
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3. Planejamento de Tráfego
Volume de tráfego:
Para fins de classificação técnica de projetos rodoviários, 
considera-se o conjunto dos diferentes tipos de veículos, 
tratando-se, portanto, de volumes de tráfego misto; os intervalos 
de tempo mais utilizados para fins de projeto geométrico são o 
dia e a hora, resultando em volumes de tráfego expressos em 
veículos/dia (v/d ou vpd) ou em veículos/hora (v/h ou vph).
PROF. IARA NEGREIROS Set/2019
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3. Planejamento de Tráfego
Volume Anual
É a quantidade total de veículos que passa em uma estrada 
durante o período de um ano.
Ele é utilizado quando se deseja estimar a receita para a 
implantação de pedágios, quando se quer determinar índice de 
acidentes ou quando se quer estudar as tendências de 
crescimento do volume para fins de determinação do volume de 
tráfego da estrada no ano-horizonte de projeto.
PROF. IARA NEGREIROS Set/2019
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3. Planejamento de Tráfego
Volume médio diário (Vm ou VMD):
Número de veículos que circulam em uma estrada durante um 
ano, dividido pelo número de dias do ano;
É a quantidade média de veículos que passam numa seção da 
estrada, durante um dia. Muitas vezes o seu cálculo é efetuado 
tomando-se o Volume Anual e dividindo-o pelo número de dias do
ano (365).
Ele é utilizado para avaliar a distribuição do tráfego, medir a 
demanda atual de uma estrada, programação de melhorias, etc. 
É muito empregada, na linguagem corrente, a expressão 
equivalente Tráfego Médio Diário.
PROF. IARA NEGREIROS Set/2019
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3. Planejamento de Tráfego
Capacidade de tráfego de uma faixa: Número máximo de 
veículos de passageiros que podem passar por hora na faixa de 
tráfego.
Variações Horárias
Refletem a variação do tráfego durante as vinte e quatro horas do 
dia. A flutuação padrão apresenta "picos" pela manhã e ao fim da 
tarde, coincidindo com os horários do inicio e fim de expediente 
administrativo, nas áreas urbanas.
O intervalo das 12 às 14 horas também apresenta um volume
relativamente alto, embora inferior aos de pico.
PROF. IARA NEGREIROS Set/2019
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3. Planejamento de Tráfego
Variações Horárias
PROF. IARA NEGREIROS Set/2019
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Eng. Civil – Complementos de Estradas e Aeroportos
3. Planejamento de Tráfego
Variações Diárias e Semanais
São variações que ocorrem durante cada semana, conforme os 
dias da semana. De uma maneira geral, em vias urbanas, os 
volumes diários variam pouco no curso dos dias úteis da semana, 
com segunda-feira e sexta-feira apresentando valores um pouco 
acima da média e, os mínimos volumes ocorrem nos domingos e
feriados.
Em vias rurais, geralmente, observa-se um comportamento 
inverso àquele das vias urbanas.
Formalmente os maiores volumes ocorrem nos fins de semana e 
feriados.
PROF. IARA NEGREIROS Set/2019
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3. Planejamento de Tráfego
Variações Diárias e Semanais
PROF. IARA NEGREIROS Set/2019
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3. Planejamento de Tráfego
Variações Mensais
Ocorrem durante os diversos meses do ano, sendo a flutuação 
verificada através dos volumes observados mensalmente.
As variações são mais sensíveis nas vias rurais que nas urbanas, 
sofrendo influências ditas sazonais. A expressão sazonal deriva 
da palavra inglesa season, que significa estação.
As influências sazonais são decorrentes, por exemplo, dos 
períodos de colheita, das férias escolares, turismo, etc.
PROF. IARA NEGREIROS Set/2019
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3. Planejamento de Tráfego
Variações Mensais
PROF. IARA NEGREIROS Set/2019
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3. Planejamento de Tráfego
Variações Anuais
São variações que ocorrem de ano para ano, como uma 
decorrência, basicamente, do desenvolvimento econômico da 
região, resultando no crescimento da demanda de tráfego.
São informações relativas aos volumes anuais, que poderão ser 
utilizadas nos estudos de projeções de tráfego para obtenção da 
demanda no ano horizonte de projeto.
PROF. IARA NEGREIROS Set/2019
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3. Planejamento de Tráfego
Modelo de Quatro Etapas:
1) geração de viagens: estima o número das viagens a serem 
realizadas
2) distribuição de viagens: estima como é feita a distribuição 
das viagens entre a origem e o destino
3) divisão modal: estima quais modos de transporte serão 
usados nas viagens
4) alocação de tráfego: avalia a distribuição de viagens na rede 
de transportes existentes ou a ser criada
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3. Planejamento de Tráfego
Determinação do Período P de projeto:
É o período de projeto para o qual se dimensiona um pavimento.
Usualmente é adotado como 10 anos, mas pode assumir valores 
que vão de 5 a 20 anos.
Crescimento do tráfego
O projeto de um pavimento é feito para um período de tempo, 
denominado período “P”, expresso em anos. No início do período 
“P” admite-se um volume inicial de veículos denominado “V0”, 
sendo obtido pela seguinte formulação:
PROF. IARA NEGREIROS Set/2019
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3. Planejamento de Tráfego
Durante o decorrer do período de utilização da rodovia o volume 
de veículos tenderá a aumentar, aparecendo daí as 
denominações de tráfego Atual, tráfego Desviado e tráfego 
Gerado.
No final do período “P” o volume final de veículos é chamado de 
tráfego Final, designado pelo termo “Vt”.
O crescimento do tráfego durante o período de utilização da 
rodovia poderá ser previsto através projeções matemáticas, que 
são baseadas no volume de veículo inicial, período de projeto, 
taxa de crescimento anual, dentre outros. 
PROF. IARA NEGREIROS Set/2019
UNIP – Universidade Paulista
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3. Planejamento de Tráfego
Tráfego Gerado: é o tráfego que surge pelo estímulo da 
pavimentação, restauração ou duplicação da Rodovia. 
Normalmente é gerado por empreendimentos novos (Indústrias, 
Minerações, etc) atraídos pelas boas condições de transporte.
Tráfego Desviado: é o tráfego atraído de outras rodovias 
existentes, emfunção da pavimentação, restauração ou 
duplicação da Rodovia.
PROF. IARA NEGREIROS Set/2019
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3. Planejamento de Tráfego
Contagens de Tráfego: são feitas com o objetivo de conhecer-se 
o número de veículos que passa através de um determinado 
ponto da estrada, durante um certo período, podendo-se 
determinar o Volume Médio Diário (VMD).
Tipos de Postos em rodovias:
• Permanentes (contagem 24 horas por dia, o ano todo).
• Postos Sazonais (contagem com vista às safras, ao turismo, 
festas regionais, etc).
• Postos de Cobertura: (Contagem uma vez por ano, durante 48 
horas, com vistas ao VMD).
PROF. IARA NEGREIROS Set/2019
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3. Planejamento de Tráfego
Tipos de contagem:
a) Contagem manual 
Como o nome já diz é realizado por técnicos, manualmente, que 
realizam a contagem no local 24 horas, por 7 dias consecutivos 
contando a quantidade de veículos que irão passar por lá nesse 
período diferenciando-os pelo tipo de eixo de cada um.
b) Contagem eletrônica 
A contagem eletrônica pode ser realizada por meio de câmeras 
instaladas nas vias ou por sensores localizados no pavimento que 
irá fazer a contagem conforme os veículos forem passando no 
local. 
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3. Planejamento de Tráfego
As duas formas de crescimento do tráfego mais utilizadas são as 
seguintes:
1) Crescimento em progressão aritmética ou crescimento 
linear
onde
Vt - Volume total de tráfego para um 
período P;
Vm - Volume médio diário;
V0 - Volume médio diário no ano anterior 
ao período considerado;
t - Taxa de crescimento anual;
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3. Planejamento de Tráfego
2) Crescimento em progressão geométrica ou crescimento 
exponencial
onde
Vt - Volume total de tráfego para um 
período P;
Vm - Volume médio diário;
V0 - Volume médio diário no ano anterior 
ao período considerado;
t - Taxa de crescimento anual;
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3. Planejamento de Tráfego
Fator de Equivalência
De acordo com o tipo de análise do fluxo de tráfego, podemos 
expressar os valores em veículos por hora (VPH), tráfego misto 
ou em unidades equivalentes (UCP) ao carro passeio.
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3. Planejamento de Tráfego
Densidade (concentração)
É o número de veículos que, em certo momento ocupam uma 
dada extensão de uma via. É expressa em Veículos/Km, 
UCP/milhas ou UCP/Km.
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3. Planejamento de Tráfego
Níveis de Serviço
PROF. IARA NEGREIROS Set/2019
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3. Planejamento de Tráfego
Níveis de Serviço
PROF. IARA NEGREIROS Set/2019
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3. Planejamento de Tráfego
Exemplo prático: Quantas UCP o seguinte volume de tráfego 
apresenta:
• 1500 automóveis
• 30 ônibus
• 50 caminhões
• 13 motocicletas
Resolução:
V = 1500 x 1,0 + 30 x 2,25 + 50 x 1,75 + 13 x 0,33
V = 1660 UCP
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3. Planejamento de Tráfego
Volume (fluxo)
É o número de veículos que atravessam ou ultrapassam uma 
determinada seção transversal de uma via na unidade de tempo.
D: Densidade de veículos (Veículos/Km)
V: Velocidade (Km/h)
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3. Planejamento de Tráfego
Exemplo prático: Em 1 km de uma rodovia composta por duas 
faixas em uma direção, foram observados 10 veículos por faixa. 
Sabendo que cada carro percorre 10 m a cada 0,5 s, o fluxo de
veículos será de:
Resolução:
V = 10m/0,5s = 20 m/s = 72 km/h
D = 10 veículos x 2 faixas = 20 veículos/km
F = V x D = 72 x 20 = 244 veículos/h
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3. Planejamento de Tráfego
Determinação do número “N”
O número “N” de equivalentes de operações de eixo simples 
padrão de rodas duplas de 80 kN é a transformação de todos os 
tipos de eixos e cargas dos veículos comerciais que trafegarão 
sobre o pavimento em um eixo simples padrão de rodas duplas 
equivalente de 80 kN, para um determinado período de projeto.
Também no caso de dimensionamento de pavimento rígido 
utiliza-se o número acumulado de repetições dos vários tipos de 
eixos e cargas obtido para um determinado período de projeto.
No Brasil, os principais modelos e métodos de dimensionamentos 
de pavimento utilizam o número “N”.
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3. Planejamento de Tráfego
Determinação do número “N”
Uma rodovia é projetada e construída, em princípio, visando 
possibilitar o seu uso, de forma segura e eficiente, por qualquer
tipo de veículo automotor que seja autorizado a circular em vias 
públicas, obedecendo às disposições legais vigentes.
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3. Planejamento de Tráfego
Determinação do número “N”
PROF. IARA NEGREIROS Set/2019
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3. Planejamento de Tráfego
Determinação do número “N”
A corrente de tráfego é composta por veículos que diferem entre 
si quanto ao tamanho, peso e velocidade. Sua composição é a 
medida, em porcentagem, dos diferentes tipos de veículos.
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3. Planejamento de Tráfego
Composição da carga:
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3. Planejamento de Tráfego
Determinação do número “N”
Número de eixos que solicitam o pavimento durante o período de 
projeto “n”
Onde FE: Fator de Eixo é o número que multiplicado pela 
quantidade de veículos dá o número de eixos
É calculado por amostragem representativa do trafego em
questão, ou seja:
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3. Planejamento de Tráfego
Determinação do número “N”
Número de repetições do eixo padrão “N”
Onde FC: Fator de Carga é o número que multiplicado pelo 
número de eixos dá o número equivalente de eixos padrão. É 
conseguido através de gráficos específicos e é função da valor da 
carga de eixo (simples, tandem duplo, tandem triplo):
Pj = Porcentagem com que incidem 
cada categoria de veículos “j”
FCj = Fator de carga para cada 
categoria de veículo “j”
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3. Planejamento de Tráfego
Determinação do número “N”
Juntando as duas fórmulas:
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3. Planejamento de Tráfego
Exemplo prático:
Calcular o número “N” a ser utilizado no dimensionamento do 
pavimento de uma rodovia que possui um volume médio diário de 
753 veículos, para um período de projeto de 20 anos, com taxa 
de crescimento de 5%aa. Considere FE = 2,0 e FC = 0,07
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3. Planejamento de Tráfego
Exemplo prático – Resolução:
Vm = 753 x (2 + 20 x 0,05) = 1130 veículos
2
N = 365 x 20 x 1130 x 2,0 x 0,7 -> N = 1,2x107
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4. PAVIMENTAÇÃO
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4. Pavimentos Rodoviários
Dimensionamento: 
O Número “N” representa o número de repetições de carga 
equivalente a um eixo de 8,2 ton tomado como padrão (Eixo 
Padrão Rodoviário). Este é o parâmetro de maior importância na
maioria dos métodos e processos de dimensionamento de 
pavimentos.
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4. Pavimentação
Comparação entre estruturas:
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4. Pavimentação
Comparação entre estruturas (continuação):
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4. Pavimentos Rodoviários
Cargas no pavimento:
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4. Pavimentos Rodoviários
Cargas no pavimento:
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4. Pavimentação
3 tipos de pavimento
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4. Pavimentação
Diferença visual entre pavimentos rígido e flexível:
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4. Pavimentação
Composição das camadas de pavimentos rígido e flexível:
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4. Pavimentação
Pavimento Flexível ou Asfáltico
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4. Pavimentação
Pavimento Flexível ou Asfáltico
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4. Pavimentação
Pavimento Flexível ou Asfáltico: Camadas Constituintes
PROF. IARA NEGREIROS Set/2019
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4. Pavimentação
Pavimento Flexível ou Asfáltico: Camadas Constituintes
PROF. IARA NEGREIROS Set/2019
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4. Pavimentação
Pavimento Flexível ou Asfáltico: Camadas Constituintes
PROF. IARA NEGREIROS Set/2019
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4. Pavimentação
Pavimento Flexível ou Asfáltico: Base e Sub-base
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4. Pavimentação
Pavimento Rígido
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4. Pavimentação
Pavimento Rígido
PROF. IARA NEGREIROS Set/2019
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4. Pavimentação
Pavimento Rígido: juntas transversais e longitudinais
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4. Pavimentação
Pavimento Rígido: pavimento com placas de concreto
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4. Pavimentação
Pavimento Rodoviário x Aeroportuário
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4. Pavimentos Rodoviários
Dimensionamento: 
O Número “N” representa o número de repetições de carga 
equivalente a um eixo de 8,2 ton tomado como padrão (Eixo 
Padrão Rodoviário). Este é o parâmetro de maior importância na
maioria dos métodos e processos de dimensionamento de 
pavimentos.
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4. Pavimentos Rodoviários
Dimensionamento: 
Demais camadas:
h20
hSL
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4. 
Pavimentos 
Rodoviários
Gráfico de 
espessura total do 
pavimento em 
função do
CBR (também 
conhecido no Brasil 
como Índice Suporte 
Califórnia – ISC) 
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4. Pavimentos Rodoviários
Exemplos práticos: Dimensionar o pavimento de uma rodovia 
em que N=6x107, sabendo-se que o sub-leito possui um 
CBR=6%, dispondo-se de material de sub-base com CBR=40% e 
para base de CBR=80%. O coeficiente estrutural KR da camada 
de revestimento em concreto asfáltico é 2,0. O coeficiente 
estrutural KB da camada de base e da de sub-base granulares é 
1,0. Considere que a espessura mínima exigida pelo DNIT para a 
base e a sub-base não podem ser, individualmente, inferiores a 
15 cm.
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4. Pavimentos Rodoviários
1ª Solução:
- Da tabela: Revestimento para N=6x107 -> Espessura: R=12,5cm 
de CBUQ ou CAUQ
- Os índices 6, 40 e 80 indicam o Índice de Suporte Califórnia (isc
ou CBR) de cada camada. Porém, não se tem no gráfico 
CBR>20%, logo, usa-se CBR=20%, assim h20=30cm e hSL=h6= 
65cm.
- Tem-se:
R.KR + B.KB >= h20 -> 12,5x2,0 + Bx1,0 >= 30
B >= 5 cm -> B = 15 cm (mínima exigida pelo DNIT)
- Assim:
R.KR + B.KB + h20.KSB >= h6
12,5x2,0 + 15x1,0 + h20x1,0 >= 65
h20 >= 25 cm
PROF. IARA NEGREIROS Set/2019
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4. Pavimentos Rodoviários
1ª Solução:
- R=12,5cm
- B = 15 cm (mínima exigida pelo DNIT)
- h20 >= 25 cm
PROF. IARA NEGREIROS Set/2019
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4. Pavimentos Rodoviários
2ª Solução: Adotar base B=20 cm
R = 12,5 cm
12,5 x 2,0 + 20 x 1,0 + h20 x 1,0 >= 65 -> h20 >= 20 cm
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5. PATOLOGIAS
PROF. IARA NEGREIROS Set/2019
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5. Patologias
Camadas de um pavimento flexível
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2. Patologias
Camadas de um pavimento flexível
• Subleito: solo terraplenado, com cortes e aterros devidamente 
compactados, sobre o qual será construído o pavimento. 
• Reforço do subleito: camada executada com solo argiloso de 
qualidade superior à do subleito, apenas quando o subleito não 
apresenta resistência satisfatória.
• Sub-base: camada essencial de reforço ao subleito, para 
transmitir os esforços em conjunto com a base.
• Base: camada que resiste aos esforços atuantes no 
revestimento devido ao tráfego, transmitindo estes esforços ao 
subleito de forma distribuída
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2. Patologias
Camadas de um pavimento flexível
• Imprimação: película de material asfáltico aplicada sobre a 
base, para dar coesão superficial, impermeabilização e 
condições ideais de aderência para a camada de revestimento 
asfáltico do pavimento.
• Capa selante ou revestimento: capa impermeável que 
suporta diretamente todos os esforços, verticais e horizontais, 
provenientes do tráfego
• Microrrevestimento asfáltico: aplicado a frio com emulsão 
modificada por polímero, que se destina ao selamento, à 
impermeabilização, ao rejuvenescimento e à conservação dos 
pavimentos
PROF. IARA NEGREIROS Set/2019
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5. Patologias
Esforços sobre a capa selante
PROF. IARA NEGREIROS Set/2019
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Eng. Civil – Complementos de Estradas e Aeroportos
2. Patologias
Microrrevestimento asfáltico: mistura de agregado miúdo com 
material de enchimento, emulsão asfáltica modificada por 
polímero do tipo SBS, água e, se necessário, aditivos. Tipos:
• tratamento superficial simples (TSS)
• tratamento superficial duplo (TSD)
• tratamento superficial triplo (TST)
PROF. IARA NEGREIROS Set/2019
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5. Pavimentação - Patologias
Defeitos mais comuns
PROF. IARA NEGREIROS Set/2019
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5. Patologias
A manutenção do pavimento se constitui no conjunto de 
operações que são desenvolvidas objetivando manter ou elevar, 
a níveis desejáveis e homogêneos, as características gerais de 
desempenho - segurança, conforto e economia, considerando 
globalmente todos os componentes de uma rodovia:
• Pavimento
• Terraplenagem
• Proteção de Corpo Estradal
• Obras-de-Arte Correntes
• Obras-de-Arte Especiais
• Drenagem
• Sinalização
• Obras Complementares, etc
PROF. IARA NEGREIROS Set/2019
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5. Patologias
São tarefas típicas da manutenção rodoviária:
• Conservação
• conservação preventiva periódica
• conservação corretiva rotineira
• Remendos
• remendo superficial ou tapa-buraco
• remendo profundo
• Recuperação superficial (recargas)
• Reforço estrutural
• Melhoramentos
• Ações emergenciais
• Serviços eventuais
PROF. IARA NEGREIROS Set/2019
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5. Patologias
Principais problemas relacionados com a manutenção 
rodoviária:
• Pavimentos flexíveis e semi-rígidos:
• Degradações/defeitos superficiais
• Deformações em perfil:
• Drenagem superficial e profunda:
• crescimento de vegetação na entrada ou saída das obras 
de drenagem;
• entulho e sujeira em sarjetas, valetas e saídas d'água;
• rupturas de meios-fios, banquetas, sarjetas e descidas 
d'água;
• obstruções de drenos subsuperficiais e profundos;
(continua...)
PROF. IARA NEGREIROS Set/2019
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5. Patologias
Principais problemas relacionados com a manutenção 
rodoviária (continuação):
• Obras-de-arte correntes:
• bueiros obstruídos, fora do alinhamento ou com vazão 
insuficiente;
• aparecimento de trincas, selagem ou de outros sinais de 
defeitos nos bueiros;
• bocas dos bueiros, assoreadas e mal posicionadas, alas 
quebradas, falta de bacias de dissipação;
• processos erosivos e montante e a jusante;
• necessidade de estruturas adicionais de drenagem.
(continua...)
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5. Patologias
Principais problemas relacionados com a manutenção 
rodoviária (continuação):
• Obras-de-arte especiais:
• estrutura, guarda-corpo e guarda-roda, danificados ou sem 
pintura;
• revestimento danificado, escamado, etc.;
• deslocamento de pilares e vigas de apoio;
• aparecimento de trincas e escamas;
• defeitos nos aparelhos de apoio.
• Obras de proteção do corpo estradal:
• instabilidade;
• erosões.
• Sinalização
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5. Patologias
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5. Patologias
Fissuras
Definição: Fendas capilares no revestimento asfáltico, 
posicionadas longitudinal, transversal ou obliquamente, 
perceptíveis à vista desarmada de uma distância inferior a 1,5 
metro (m) e cuja extensão seja inferior a 30 centímetros (cm).
Principais causas:
• Má dosagem do asfalto, excesso de finos (filler ou material de 
enchimento) no revestimento;
• Compactação em momento inadequado ou excessiva.
Classe: São fendas incipientes que ainda não causam problemas 
funcionais nem estruturais.
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5. Patologias
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5. Patologias
Trincas Transversais
Definição: Trinca isolada em direção perpendicular ao eixo da 
via. Se a extensão for de até 100 cm, é denominada trinca 
transversal curta. Quando a extensão for superior a 100 cm, 
denomina-se trinca transversal longa.
Principais causas:
• Contração da capa asfáltica causada devido a baixas 
temperaturas ou ao endurecimento do asfalto;
• Propagação de trincas nas camadas inferiores à do 
revestimento da estrada.
Classe: Defeito funcional (grandes trincamentos causam 
irregularidade) e estrutural (enfraquecem o revestimento do 
pavimento).
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5. Patologias
Trincas Longitudinais
Definição: Trinca isolada em direção predominantemente paralela ao 
eixo da via. Se a extensão for de até 100 cm, é denominada trinca 
longitudinal curta. Quando a extensão for superior a 100 cm, denomina-
se trinca longitudinal longa.
Principais causas:
• Má execução da junta longitudinal de separação entre as duas faixas de 
tráfego;
• Recalque diferencial;
• Contração de capa asfáltica devido a baixas temperaturas ou ao 
endurecimento do asfalto;
• Propagação de trincas nas camadas inferiores à do revestimento da 
estrada.
Classe: Defeito funcional (grandes trincamentos causam 
irregularidade) e estrutural (enfraquecem o revestimento do pavimento).
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5. Patologias
Trincas em malha - Tipo “Couro de Jacaré”
Definição: Conjunto de trincas interligadas sem direções 
definidas, assemelhando-se ao aspecto de
couro de jacaré.
Principais causas:
• Colapso do revestimento asfáltico devido à repetição das 
ações do tráfego;
• Subdimensionamento ou má qualidade da estrutura ou de uma 
das camadas do pavimento;
• Baixa capacidade de suporte do solo;
• Envelhecimento do pavimento (fim da vida);
• Asfalto duro ou quebradiço.
Classe: Defeito estrutural.
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5. Patologias
Trincas em malha - Tipo “Bloco”
Definição: Conjunto de trincas interligadas formando blocos 
retangulares com lados bem definidos.
Principais causas:
• Contração da capa asfáltica devido à alternância entre altas e 
baixas temperaturas;
• Baixa resistência à tração da mistura asfáltica.
Classe: Defeito funcional (grandes trincamentos em bloco 
causam irregularidade) e estrutural (reduzem a integridade 
estrutural do pavimento).
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5. Patologias
Afundamento Plástico
Definição: Deformação permanente (plástica) caracterizada por 
depressão da superfície do pavimento acompanhado de solevamento
(compensação volumétrica lateral). Quando a extensão é de até 6 m, é 
denominado de afundamento plástico local. Para extensões maiores 
que 6 m e se for localizado ao longo da trilha de roda, denomina-se 
afundamento plástico de trilha de roda.
Principais causas:
• Fluência plástica de uma ou mais camadas do pavimento ou do subleito;
• Falha na dosagem de mistura asfáltica – excesso de ligante asfáltico;
• Falha na seleção detipo de revestimento asfáltico para a carga 
solicitante.
Classe: Defeito funcional.
PROF. IARA NEGREIROS Set/2019
UNIP – Universidade Paulista
Eng. Civil – Complementos de Estradas e Aeroportos
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5. Patologias
Afundamento de Consolidação
Definição: Deformação permanente caracterizada por depressão da 
superfície do pavimento sem estar acompanhado de solevamento
(compensação volumétrica lateral). Quando a extensão é de até 6 m, 
é denominado de afundamento de consolidação local. Para 
extensões maiores que 6 m e se for localizado ao longo da trilha de 
roda, denomina-se afundamento de consolidação de trilha de roda.
Principais causas:
• Fluência plástica de uma ou mais camadas do pavimento ou do subleito;
• Densificação ou ruptura por cisalhamento de camadas subjacentes ao 
revestimento;
• Falha de compactação na construção;
• Problemas de drenagem.
Classe: Defeito funcional.
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5. Patologias
Ondulação ou Corrugação
Definição: Movimento plástico do revestimento, caracterizado por 
ondulações ou corrugações transversais na superfície do 
pavimento.
Principais causas:
• Falta de estabilidade da mistura asfáltica;
• Excessiva umidade do solo subleito;
• Contaminação da mistura asfáltica;
• Falta de aeração das misturas líquidas de asfalto.
Classe: Defeito funcional.
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5. Patologias
Escorregamento
Definição: Deslocamento do revestimento em relação à camada 
subjacente do pavimento com aparecimento de fendas em meia-
lua.
Principais causas:
• Falhas construtivas e de pintura de ligação.
Classe: Defeito funcional.
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4. Patologias
Exsudação
Definição: Filme de material betuminoso que aparece na 
superfície do pavimento criando um brilho vítreo, causado pela 
migração do ligante por meio do revestimento.
Principais causas:
• Excessiva quantidade de ligante;
• Baixo conteúdo de vazios.
Classe: Defeito funcional.
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5. Patologias
Desgaste
Definição: Efeito do arrancamento progressivo do agregado do 
pavimento, causando aspereza superficial do revestimento. 
Principais causas:
• Falhas de adesividade ligante-agregado;
• Presença de água aprisionada e sobreposição em vazios da 
camada de revestimento, gerando deslocamento de ligante;
• Deficiência no teor de ligante;
• Problemas executivos ou de projeto de misturas.
Classe: Defeito funcional.
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5. Patologias
Panela ou Buraco
Definição: Cavidades de tamanhos variados no revestimento do 
pavimento.
Principais causas:
• Trincas de fadiga;
• Desintegração localizada na superfície do pavimento;
• Deficiência na compactação;
• Umidade excessiva em camadas de solo;
• Falha na imprimação.
Classe: Defeito funcional.
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5. Patologias
Remendo
Definição: Panela preenchida com uma ou mais camadas de 
pavimentação. Apesar de ser uma atividade de conservação, é 
considerado um defeito por apontar um local de fragilidade e por
impactar o conforto no rolamento. A deterioração de remendos é 
o conjunto de danos existentes em uma área de remendo.
Principais causas:
• Carga de tráfego;
• Emprego de material de má qualidade;
• Ação do meio ambiente;
• Má construção.
Classe: Defeito funcional e estrutural.
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5. Patologias
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5. Patologias
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5. Patologias
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5. Patologias
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6. SISTEMAS 
AEROPORTUÁRIOS
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6. Sistemas Aeroportuários
Os elementos de um aeroporto podem ser visualizados nas 
próximas figuras.
Estes elementos formam o que chamamos de sistema 
aeroportuário, formado por dois componentes principais, a 
saber:
• Lado Aéreo: formado pelo sistema de pistas, as pistas de 
rolamento (taxiways) e os pátios de estacionamento de 
aeronaves e;
• Lado Terrestre: formado pelo sistema viário de acesso, pelos 
estacionamentos de veículos e pelas facilidades de transporte 
coletivo que acessam ao aeroporto.
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Eng. Civil – Complementos de Estradas e AeroportosViracopos
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Viracopos:
6. Sistemas Aeroportuários
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Viracopos:
6. Sistemas Aeroportuários
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6. Sistemas Aeroportuários
Elementos do sistema aeroportuário – lado terrestre:
• Terminal de passageiros: processamento de passageiros, 
catering, alimentação
• Hangares: manutenção, reparo e engenharia de aeronave
• Escritórios das empresas aérea: suas operações, inclusive 
relacionadas a tripulação de voo, comissários de bordo, 
tripulação de solo e equipe de funcionários do terminal
• Estabelecimentos que prestam serviços aos passageiros: 
concessionárias, empresas arrendatárias, etc.
• Instalações de apoio à aviação, como de controle de tráfego 
aéreo, de meteorologia, etc.
• Funções governamentais, como inspeção agrícola, aduana, 
imigração, saúde, etc
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6. Sistemas Aeroportuários
Elementos do sistema aeroportuário – lado aéreo:
• Sistema de Pistas
• Pistas de rolamento (taxiamento)
• Pátios de espera
• Baias de espera
• Relacionamento da área Terminal com o Sistema de Pistas
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6. Sistemas Aeroportuários
Configurações de pistas:
• Simples: capacidade horáriaem condições VFR (Visual Flight
Rules) em torno de 50 a 100 operações por hora, reduzida a 50 
ou 70 em condições IFR (Instrument Flight Rules). Ex: 
Viracopos
• Paralelas: uma é destinada a pousos e outra a decolagens, 
com especial atenção ao taxiamento entre ambas. Ex: Atenas -
Grécia
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Aeroporto Atenas - Grécia:
6. Sistemas Aeroportuários
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6. Sistemas Aeroportuários
Configurações de pistas:
• Dupla: duas pistas paralelas próximas, com espaçamento 
entre 210 e 760 metros, podem ser utilizadas para operações 
mistas, mas o modo desejável de operação é dedicar a pista 
situada mais longe da área terminal para pousos e a mais 
próxima para decolagens. Ex.: Congonhas – SP
• Em intercepção: posicionadas em direções diferentes, 
cruzando-se uma com a outra, sistema necessário quando 
existem fortes ventos dominantes em mais de uma direção, 
provocando fortes ventos cruzados quando se dispõe somente 
de uma pista. Ex.: Belém – PA.
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Congonhas:
6. Sistemas Aeroportuários
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Belém:
6. Sistemas Aeroportuários
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6. Sistemas Aeroportuários
Configurações de pistas:
• Em V-aberto: posicionadas em direções diferentes, mas sem 
se cruzarem, sistema necessário quando existem fortes ventos 
dominantes em mais de uma direção, provocando fortes ventos 
cruzados quando se dispõe somente de uma pista. Ex.: Galeão 
- RJ
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Galeão:
6. Sistemas Aeroportuários
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Guarulhos:
6. Sistemas Aeroportuários
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6. Sistemas Aeroportuários
Maior aeroporto do mundo – Beijing Daxing:
• Beijing’s new international airport by the numbers:
https://www.youtube.com/watch?v=OmTIZhdDK7k
• Construction work complete on China's new Beijing Daxing
International Airport
https://www.youtube.com/watch?v=tYlT2QeAKRI
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6. Sistemas Aeroportuários
Maior aeroporto do mundo – Beijing Daxing:
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6. Sistemas Aeroportuários
Maior aeroporto do mundo – Beijing Daxing:
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6. Sistemas Aeroportuários
Método F.A.A. para Pavimentos Rígidos e Flexíveis: 
(F.A.A. = Federal Aviation Administration, Administração Federal 
de Aviação)
• identificação e uma análise precisa das condições da fundação 
do pavimento, exigindo investigações para determinar a 
distribuição e as propriedades físicas do solo de fundação
• para a determinação da espessura total do pavimento (capa de 
rolamento, base e sub-base), o valor de CBR do subleito é 
utilizado junto com o peso máximo de decolagem e o número 
de decolagens anuais equivalentes da aeronave de projeto, 
através de ábacos específicos para cada configuração de trem 
de pouso da aeronave de projeto.
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6. Sistemas Aeroportuários
Método F.A.A.: 
1) Com o valor de CBR do 
subleito, descemos até 
as curvas de peso 
máximo de decolagem;
2) horizontalmente, até as 
curvas de decolagens 
anuais equivalentes, e
3) finalmente descemos ao 
eixo das espessuras de 
pavimento.
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Método F.A.A. para Pavimentos Rígidos e Flexíveis: 
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Método F.A.A. para Pavimentos Rígidos e Flexíveis: 
• modificações nas espessuras em diferentes pontos do sistema 
de pistas:
• espessura total T onde as aeronaves utilizam o pavimento, 
como pátios, áreas de espera e a parte central das pistas e 
das pistas de rolamento;
• uma espessura equivalente a 0.9 T nas saídas rápidas de 
pista.
• uma espessura equivalente de 0.7 T quando o tráfego das 
aeronaves é desigual, como no caso dos bordos internos 
dos pavimentos das pistas e das pistas de rolamento.
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6. Sistemas Aeroportuários
Método F.A.A. para 
Pavimentos Rígidos e 
Flexíveis:
A espessura mínima da 
camada de base está sujeita a 
algumas limitações, sendo que 
a espessura mínima deverá 
ser igual a 15 cm nas áreas 
críticas
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6. Sistemas Aeroportuários
Exemplo prático: A previsão de tráfego para um determinado 
aeroporto é dada pela tabela abaixo. As sondagens e ensaios do 
subleito indicam que o valor de CBR é igual a 10%. Dispõe-se de 
uma jazida de solo para sub-base com CBR igual a 25%. Com 
base nestas informações, dimensionar o pavimento flexível pelo 
método do F.A.A. 
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6. Sistemas Aeroportuários
Exemplo prático:
Dados:
• A aeronave de projeto é o Boeing 707.
• A espessura da capa de rolamento deverá ser a mínima 
recomendada (12,5 cm, ou 4 pol). 
• A partir da tabela dada, calcula-se 5.409 decolagens anuais 
equivalentes da aeronave de projeto.
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6. Sistemas Aeroportuários
Exemplo prático - Resolução:
• Para CBR = 10% e peso máximo de decolagem de 170.000 kgf 
e decolagens anuais equivalentes iguais a 5.409, a espessura 
obtida do ábaco será igual 32 polegadas.
• Para CBR = 25% e peso máximo de decolagem de 170.000 kgf 
e decolagens anuais equivalentes iguais a 5.409, a espessura 
obtida do ábaco será igual 16 polegadas.
• Portanto a espessura da camada de sub-base será igual a:
32 - 16 = 16 polegadas.
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Exemplo prático - Resolução:
• A espessura da base será igual à espessura para proteger a 
camada de sub-base (16 polegadas) menos a espessura 
mínima de capa especificada (12,5 cm ou 4 polegadas). Assim, 
a espessura da camada de base será igual a:
16 - 4 = 12 polegadas.
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Exemplo prático - Resolução:
Este valor deve ser comparado aos valores mínimos.
Para um subleito com CBR = 10% e pavimento com espessura 
total de 32 polegadas, o valor mínimo da espessura da camada 
de base será igual a 16 pol, que portanto será adotada:

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