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2
Centro Universitário Leonardo da Vinci – UNIASSELVI.
Turma de Pedagogia: PED 1803.
EDUCAÇÃO, ESCOLA E POLÍTICAS PÚBLICAS
Eliane da Silva Peçanha
Peixoto de Azevedo
2020.
Eliane da Silva Peçanha
EDUCAÇÃO, ESCOLA E POLÍTICAS PÚBLICAS 
Este Trabalho de Graduação tem como objetivo demonstrar educação, escola e políticas públicas, conforme já estudado até aqui no Curso de Licenciatura em Pedagogia (PED 1803) – Estágio III, no Centro Universitário Leonardo da Vinci – UNIASSELVI.
Tutora: Prof.ª Maria do Socorro Gomes da Silva.
Peixoto de Azevedo
2020
RESUMO
As políticas públicas educacionais são situações para que o estado tome medidas e regule o funcionamento do setor educacional. A questão chave é que elas são feitas para uma das organizações mais complexas e antigas da sociedade, que apresentam natureza particularizada que influenciam diretamente na gestão e implementação destas políticas. Esse paper tem como objetivo geral: compreender como é a política pública educacional. Os objetivos específicos: Analisar como a escola executa seu papel perante a sociedade; diagnosticar quais medidas são tomadas pelo governo em relação a nossa educação; verificar como a educação contribui para a educação e o que são políticas públicas. Os materiais e métodos da pesquisa para a elaboração desse paper se fundamentam em um estudo exclusivamente de pesquisa bibliográfica, na qual se utilizou diferentes autores que apontam sobre o tema estudado.
Palavras-chave: Políticas, Públicas, Educação.
1. INTRODUÇÃO
As políticas públicas, são campos do conhecimento que colocam o governo em ação, e que visam regular e também desenvolver os setores de um Estado, buscando atender as necessidades básicas da população. As políticas públicas educacionais, são voltadas especificamente ao setor educacional, que precisam serem reformuladas regularmente. 
A educação passa por grandes desafios dentro das suas organizações educacionais, tendo muitas vezes que ser repesando algumas técnicas antes de aplica-las. Esse paper tem como objetivo geral: compreender como é a política pública educacional. Os objetivos específicos: Analisar como a escola executa seu papel perante a sociedade; diagnosticar quais medidas são tomadas pelo governo em relação a nossa educação; verificar como a educação contribui para a educação e o que são políticas públicas. Os materiais e métodos da pesquisa para a elaboração desse paper se fundamentam em um estudo exclusivamente de pesquisa bibliográfica, na qual se utilizou diferentes autores que apontam sobre o tema estudado.
Essa pesquisa é de suma importância pois através dela fizemos uma relação entre políticas públicas, a nossa educação e gestão de escolas. E assim ter discussões positivas, importantes para ajudar na melhor organização das políticas públicas analisar onde tem que melhorar, para que o setor educacional possa, de fato, alcançar patamares com maior credibilidade.
2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
2.1 Políticas Públicas Educacionais 
As políticas públicas colocam o governo em ação, agindo dentro do meio educacional, tomando algumas ações, fazendo mudanças quando necessário, e regulamentado a gestão de organizações das escolas (SOUZA, 2003, p. 13).
Como relata na Política pública, ela se trata das ações sociais coletivas e que garante o direito de todos perante a sociedade, envolvendo compromissos e tomadas de decisões. É de suma importância saber que como são definidas algumas atividades que exigem uma avaliação nas etapas de planejamento das políticas e instruções governamentais, que geram informações onde possibilitam novas escolhas na análise para possíveis necessidades de reorientações e de novas ações para se alcançar os objetivos traçados. As medidas tomadas pelo governo brasileiro em relação à educação básica constituem um conjunto de políticas públicas estabelecidas na tentativa de colocar o país em condições similares aos presentes nos demais países, tanto nos resultados alcançados pelos alunos como na duração da escolaridade obrigatória.
As políticas públicas que temos no Brasil atualmente fala que os cidadãos tem plena garantia dos direitos fundamentais, quando falamos de educação, esse direito é fundamental para a formação humana, na constituição de 1988 no artigo 6º (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 90, de 2015) fala que esses direitos são: “São direitos sociais a educação, a saúde, a alimentação, o trabalho, a moradia, o transporte, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, na forma desta Constituição.”
Assim, a escola torna-se um organismo vivo e sua gestão altamente complexa, sendo uma mescla de dimensões racionais, políticas e simbólicas, como chamou Meyer Junior (2005) ou racionais, políticas, anárquicas e sociais como citou Lima (2011).
Os sistemas educacionais ainda estão avaliando de que maneira o impacto das tecnologias da informação estão caindo sobre a educação. Logo será preciso trabalhar em dois tempos: o passado e o tempo do futuro. Correndo para superar as condições de atraso e, ao mesmo tempo, criando condições para aproveitar as novas possibilidades que surgem através desses novos espaços de conhecimentos. (GADOTTI, 2000, p.8).
Para Galvão a educação escolar fornece as condições dignas ao ser humano, ressaltando que é o estado o responsável pelo bem estar de toda sociedade e preparar cada indivíduo para exercer sua cidadania com dignidade, o estado permiti a toda sociedade o pleno direito da educação escolar.
Educar é um ato que visa à convivência social, a cidadania e a tomada de consciência política. A educação escolar, além de ensinar o conhecimento científico, deve assumir a incumbência de preparar as pessoas para o exercício da cidadania. A cidadania é entendida como o acesso aos bens materiais e culturais produzidos pela sociedade, e ainda significa o exercício pleno dos direitos e deveres previstos pela Constituição da República (GALVÃO).
A ligação entre as políticas educacionais e os interesses da gestão, são as características próprias da instituição educacional, sendo assim a discussão de políticas são para um melhor entendimento, das instituições educativas e suas finalidades são as melhorias, bem como suas prioridades institucionais, seus processos de participação e decisão, em âmbito nacional, nos sistemas de ensino e nas escolas. A gestão e políticas públicas estão juntas para melhorar à qualidade da educação e a construção de uma nova ordem social, iniciada pelas famílias, escolas e sociedade. (DOURADO 2007).
O Plano Nacional de Educação – PNE, Lei nº 10.172/2001, destaca que “o grande avanço que a década da educação deveria produzir seria a construção de uma escola inclusiva que garanta o atendimento à diversidade humana”.
Segundo contem na política pública, com todas essas mudanças, o principal objetivo do governo é erradicar o analfabetismo no país, assim como a desigualdade étnica, melhorar a qualidade de ensino para que assim possamos entrar no nível mundial de educação. Para isso o governo criou muitas alternativas das políticas públicas voltadas para a educação: FUNDEB, Piso Salarial Nacional do Magistério, IDEB, REUNI, IFET, entre outras iniciativas. O sentido é colocar esses projetos em prática, com os fundamentos do trabalho que vem sendo desenvolvido, visando ao aprimoramento cada vez maior, e ao intuito de melhorar cada vez mais o sistema educacional brasileiro. O Ministério da Educação diz: “A educação, como sempre afirmamos, é um caminho sólido para o Brasil crescer beneficiando todo o nosso povo. 
Conforme consta no artigo 208 da CF de 1988, é dever do Estado a educação e a sua garantia: I- ensino fundamental obrigatório e gratuito, assegurada sua oferta gratuita para todos.
Dourado (2007), fala que o planejamento educacional e de políticas públicas se junta no aprofundamento sobre a natureza das organizações educativas e suas principais finalidades.
Quanto à natureza, as escolas são consideradasdentro dos estudos organizacionais como completas, devido a sua natureza diferenciada composta de: objetivos, atividades, os resultados de aprendizado, trabalho individual, alunos com necessidades, forma de trabalho complexa e variada; formação heterogênea, competências profissionais e alta vulnerabilidade ao ambiente externo. (MEYER JUNIOR, 2007).
Segundo (BRASIL, 2015), a política educacional está relacionada ao cenário que a política se encontra. o Brasil ainda é carente de mão de obra especializada em educação. No caso, apesar do crescimento de 198% de 2003 a 2014, ainda o país possui poucos professores habilitados no Brasil.
Com a globalização ocorreram várias mudanças no mundo do trabalho, na década de 1990, e também nas relações sociais. Em relação à educação, foi aprovada a proposta do governo em 1996, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei nº 9.394 de 20 de dezembro de 1996. Para KÜENZER, (1999, p.10), fala que, um conjunto de reformas que foi se processado de forma isolada, mas que levava em conta o plano de governo, que respeitava os projetos para as áreas econômicas, administrativa, previdenciária e fiscal, foi dando forma ao novo modelo de Estado.” 
“Programa – é um conjunto de atividades constituídas para serem realizadas dentro de um cronograma e orçamento específicos disponíveis para a criação de condições que permitam o alcance de metas políticas desejáveis” (SILVA, 2002, p. 18).
A história da educação nos mostra todos os resultados, que ocorreram sobre a escola e políticas públicas, de cada lei que deu certo ou não para a nossa educação. Como relata Marçal Ribeiro (1990, p. 15), a educação nunca foi considerada prioridade nacional: ela serviu apenas para uma determinada parte da sociedade, porem ao passar dos anos, com um avanço e a evolução tecnológica, todos tiveram acesso à educação, e ainda hoje buscando sempre melhorias e buscando sanar todas as necessidades, muitas vezes através de programas e projetos.
“Projeto – é um instrumento de programação para alcançar os objetivos de um programa, envolvendo um conjunto de operações, das quais resulta um produto final que concorre para a expansão ou aperfeiçoamento da ação do governo.” (GARCIA, 1997, p. 6).
Portanto a educação no Brasil tem que ser uma simples política de proteção social pensando num processo de formação de consciência, como uma preparação para a vida, é preciso entender que a função principal da escola é ensinar e que o resultado que temos que ter dela deve ser bom para todos, sendo avaliado e cobrado através aprendizagem do aluno.
2.2 VIVÊNCIA DO ESTÁGIO
A disciplina de Estágio supervisionado na Gestão Escolar proporcionou uma nova experiência muito proveitosa, pois me permitiu pensar sobre a prática pedagógica, lembrando que é por meio da experiência do estágio, que o aluno pode identificar a vida escolar como atuante, buscando novas estratégias para solucionar problemas que talvez não imaginasse que fosse encontrar na área profissional. 
É pelo estágio que o profissional realmente decide se isso que ele quer pra sua vida profissional, pois através do mesmo ele tem a experiencia de vivencia com o mundo profissional, e testa sua capacidade e o espírito crítico, e faz uma investigação das atividades desenvolvidas no campo de trabalho.
Sendo assim o meu objetivo como acadêmica é cada vez mais está se aperfeiçoando até chegar a um patamar aceitável para que eu esteja pronta para assumir uma sala de aula. O estágio para nós, futuros pedagogos, é de suma importância, pois só estando diretamente envolvidos no campo escolar é que podemos entender as atitudes, dificuldades, anseios e satisfações que o profissional da área pode vivenciar.
O trabalho pedagógico não se limita apenas as atividades isoladas, ele é um trabalho diversificado que exige competência e comprometimento para eficiência em sua execução. Essa experiencia do estágio em gestão escolar, me proporcionou acompanhar um pouco do dia-a-dia da coordenação pedagógica, secretaria escolar e direção. Foi no estágio que eu pude perceber o quanto é necessário o educador adotar algumas normas práticas, pois é preciso compreender os problemas de cada criança, e da escola.
No Estágio Supervisionado III, pude elaborar um planejamento voltado para o desenvolvimento integral do educando a fim de construir seus próprios conhecimentos, pois é o professor quem deve conduzir o aluno e as atividades a serem realizadas. Por fim, resta dizer que ao adentrar no tema gestão escolar pude perceber como a escola e as criança se desenvolvem, associado a fatores como: capacitação dos profissionais envolvidos, infraestrutura, chegando a um resultado de uma educação de qualidade, capaz de ir ao encontro dos interesses essenciais da criança, pois todo o processo é somatório, e fazem parte e contribui para o processo de ensino e aprendizagem.
3. MATERIAIS E MÉTODOS
Os materiais e métodos que foram utilizados para a elaboração deste paper foi através de pesquisa onde foi separado em duas etapas, onde primeiramente foi escolhido o tema e em seguida feito a pesquisa de forma bibliográfica, com utilização de livros impressos, livros virtuais, artigos científicos publicados na internet, onde primeiramente foi separado o material sobre o tema, realizado as leituras e assim está montando a referida pesquisa.
A segunda etapa foi a confecção do trabalho, utilizando as pesquisas dos autores, onde através desse estudo foi possível novos conhecimentos sobre a temática, e assim proporcionando uma nova aprendizagem, de suma importância para minha vida acadêmica.
Apresenta-se a seguir a descrição da metodologia que foi utilizada neste trabalho 
e os caminhos que foram percorridos não só no levantamento dos dados como também na 
forma de fazê-lo, pretendendo assim dar algumas explicações.
4. RESULTADOS E DISCUSSÃO
Os resultados alcançados foram satisfatórios e valiosos para o meu conhecimento acadêmico, por meio das leituras consegui ampliar os meus conhecimentos o que irá contribuir positivamente após a minha formação, o que certamente será benéfico quando eu estiver lecionando. Durante a elaboração deste paper percebi que a educação está ligada na política pública, porém ainda precisa melhorar, e passar por várias mudanças, espero que por meio deste trabalho eu tenha conseguido transmitir e esclarecer algumas dúvidas existentes, além de poder contribuir com o leitor na busca pelo conhecimento. 
5. CONCLUSÃO
Por meio desse trabalho pude relatar que a educação brasileira ainda passar muitas mudanças, mas é através da educação que começamos a pôr essas mudanças em pratica. Hoje já temos vários programas para escola e professores que são disponibilizados pelo governo, para que possamos sempre estar atualizados sobre a nossa educação. O governo deve investigar quais dificuldades, temos na educação e fazer investimentos para melhorar a qualidade da nossa educação brasileira.
Ainda nos deparamos com vários problemas na educação do nosso país, porém já obtivemos várias mudanças e avanços, e através das reformas educacionais não se pode afirmar que nada tem sido feito para alterar essa situação.  Podemos contatar que as crianças têm a oportunidade de estar na escola por um período maior de tempo, se socializam melhor com as outras crianças, criando maiores oportunidades de brincar e inserir-se num contexto cultural novo. 
Já no nosso ensino médio o seu principal objetivo é ser um complemento do ensino fundamental e preparar o jovem para o mercado de trabalho e ensino superior, levando em conta todas as mudanças que passamos para chegar até aqui, vamos acreditar, numa educação de qualidade que supra a necessidade da sua comunidade, respeitando sua realidade. 
REFERÊNCIAS 
BRASIL. Constituição Federal. Lei 7.689 de 15 de Dezembro 1988. Disponível em: < http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicaocompilado.htm Acesso em: 19 maio. 2020. 
BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação. lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996.Disponívelem: < http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9394.htm Acesso em: 19 maio. 2020.
BRASIL. Ministério da Educação e Cultura. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira: Censo Escolar da Educação Básica: 2013. Resumo técnico. Brasília (DF); MEC, 2014. Disponível em: <http://download.inep.gov.br/educacao_basica/censo_escolar/resumos_tecnicos/resumo_tecnico_censo_educacao_basica_2013.pdf >Acesso em: 28 maio. 2020.
BRASIL. Plano Nacional de Educação – PNE. Lei nº 10.172 de 09 de Janeiro de 2001. Disponível em: < http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/leis_2001/l10172.htm Acesso em: 19 maio. 2020.
DOURADO, Luis Fernandes. Políticas e gestão da educação básica no Brasil: limites e perspectivas. Educação Social, Campinas, vol.28, n.100, p.921-946, out. 2007.
GADOTTI, Moacir. Perspectivas Atuais da Educação. Revista São Paulo perspectiva. Vol.14, no.2. São Paulo, 200. 
GALVÃO. Roberto Carlos Simões. Educação para a cidadania: o conhecimento como instrumento político de libertação. Disponível em: < http://www.educacional.com.br/articulistas/outrosEducacao_artigo.asp?artigo=artigo0050 Acesso em: 20 maio. 2020.
GARCIA, Ronaldo C. Avaliação de Ações Governamentais: pontos para um começo de conversa. Brasília, IPEA/CENDEC, out., 1997.
KÜENZER, Acacia Zeneida. As Políticas de Formação: A constituição da identidade do professor sobrante. In: Revista Educação & Sociedade, Campinas, v. 20, n. 68, dez, 1999. 
LIMA, Licínio, L. A Escola como Organização Educativa. 4a ed. São Paulo: Cortez, 2011.
MARÇAL, ribeiro, p,r Educação Escolar no Brasil: problemas, reflexões e propostas. Coleção textos, vol.4. Araraquara, unesp, 1990
MEYER JÚNIOR, Victor. Planejamento Universitário: ato racional, político ou simbólico. Um estudo de universidades brasileiras. Revista Alcance, v. 12, no 3, p. 373-390, set-dez 2005. Disponível em: http://www.anpad.org.br/admin/pdf/enanpad2004-eso-1614.pdf > Acesso em: 20 maio. 2020.
POLÍTICAS Públicas Educacionais Brasileiras. 
SILVA, Pedro L. B.; Costa, Nilson R. A Avaliação de Programas Público: reflexões sobre a experiência brasileira. Relatório Técnico. Cooperação Técnica BID-IPEA. Brasília, IPEA, 2002.
SOUZA, Celina. Políticas públicas: questões temáticas e de pesquisa. Caderno CRH, Salvador, n. 39, p. 11-24, jul./dez. 2003. Disponível em: <http://www.repositorio.ufba.br:8080/ri/bitstream/ri/2789/1/RCRH2006273%5B1%52ADM.pdf > Acesso em: 20 maio. 2020.
ANEXOS 
Eliane da Silva Peçanha
Brincadeiras: para desenvolver o desenvolvimento motor e raciocínio logico
Para alunos do 3º ano do ensino fundamental 1 
· Estátua: quando o capitão disser estátua todos devem ficar parados sem se mexer, o que mexer-se automaticamente será o novo capitão.
· Vivo ou morto: Todos ficam em pe. Quando o professor disser “morto” todos abaixam, quando disser “vivo” todos ficam em pé. Quem errar dá um pulo para frente. 
· Coelho sai da toca: número de círculos é um a menos que o número de crianças. Cada uma se posiciona dentro de uma toca, sendo que um fica sem. Juntas, todas cantam o versinho "coelho sai da toca, um, dois, três!". No fim da frase, todos saem de seu círculo e procuram um novo o mais rápido que conseguirem. 
· Atividade com música: História da serpente: As crianças deverão permanecer sentadas no chão. O professor deverá iniciar a brincadeira sendo a serpente. Enquanto cantam a música abaixo, o professor chama uma criança de cada vez para engatar na serpente formando seu rabo (em forma de trenzinho). A brincadeira continua até que todas as crianças tenham formado o rabo. Música:- Essa é a história da serpente; - Que desceu do morro; para procurar os pedaços do seu rabo; você também (aponta para uma criança); - é um pedaço do meu rabão. 
· Queimada: alunos organizados livremente em um espaço delimitado, no qual haverá dois queimadores em cada extremidade. Os queimadores lançarão a bola com objetivo de acerta nos alunos dentro do espaço, sendo que estes deverão esquivar-se da bola. Os alunos tocados pela bola deixarão temporariamente abaixado até outro aluno passar por cima.
· Estourar balão: os participantes serão divididos em grupos e, no espaço de jogo, terão como objetivo estourar os balões dos jogadores de grupos “adversários”. Os balões deverão estar presos no tornozelo dos participantes. Será vencedora a equipe do último jogador que ficar com seu balão cheio.
· Boliche: será dividido em duas equipes, formando 2 colunas, em seguida será distribuído na frente de cada coluna 5 pinos ( ou garrafas pet ). O objetivo da brincadeira é que cada aluno jogue uma bola e tente derrubar os pinos ( garrafas). A equipe que derrubar mais pinos será a vencedora.

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