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REDE DE FRIO REDE DE FRIO PNI REDE DE FRIO: visa à manutenção adequada da cadeia de frio. INSTÂNCIAS: Nacional Estadual Regional (conforme estrutura do estado) Municipal Local CGPNI e CENADI e INCQS. Cerf. CRRFs. CMRF. Atenção Básica ou Assistência. CADEIA DE FRIO É o processo logístico da Rede de Frio para conservação dos imunobiológicos. RECEBIMENTO ARMAZENAMENTO DISTRIBUIÇÃO TRANSPORTE Como cai na Prova o tema “Processo logístico da Rede de Frio”? (Banca: COPEVE/UFAL Órgão: UFAL Ano: 2016) A Rede de Frio é um importante sistema que objetiva assegurar a viabilização dos imunobiológicos até o momento da sua administração. A logística do seu funcionamento com vista à conservação dos imunobiológicos envolve as etapas de: I. Recebimento II. Armazenamento III. Distribuição IV. Transporte A cadeia de frio envolve todas estas etapas, ok?! 5 Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais – Crie Portaria n°48, de 28 de julho de 2004. Devem funcionar diariamente e em tempo integral, de preferência instalados em ambiente hospitalar, centros de onco-hematologia ou ambulatórios de especialidades. IMUNOBIOLÓGICOS E A REDE DE FRIO Os imunobiológicos compreendem as vacinas, os soros e as imunoglobulinas que são capazes de proteger, reduzir a severidade ou combater doenças específicas e agravos. São produtos farmacológicos produzidos a partir de micro-organismos vivos, subprodutos ou componentes,capazes de imunizar de forma ativa ou passiva. E que atuam no nosso sistema imunológico (Nosso sistema de defesa) São produtos termolábeis(sensíveis ao calor e ao frio)e fotossensíveis(sensíveis a luz). Devendo então ser armazenados, transportados,organizados,monitorados,distribuídos e administrados adequadamente de forma a manter a sua eficácia e potência, ou sua capacidade de resposta. Atualmente o PNI disponibiliza 45 imunobiológicos,entre vacinas, soros e imunoglobulinas. Os imunobiológicos requerem condições de armazenamento especificadas pelos laboratórios produtores, segundo suas respectivas composições e formas farmacêuticas(liofilizadas ou líquidas). Os laboratórios também padronizam a apresentação, podendo ter vacinas em frascos unidoses e multidoses.(Nas vacinas multidoses deve ser observada a validade da vacina após abertura do frasco). Tipos de embalagens dos imunobiológicos Os tipos de embalagem mais utilizadas para acondicionamento dos imunobiológicos são as primárias, secundárias e terciárias. Embalagem: Invólucro, recipiente ou qualquer forma de acondicionamento removível ou não destinado a cobrir,empacotar,envasar,proteger ou manter especificamente ou não os medicamentos. O material da composição da embalagem pode ser de vidro, plástico, alumínio , papelão,etc. Embalagem primária: embalagem que mantém contato direto com o medicamento. Embalagem secundária: embalagem externa do produto,que está em contato com a embalagem primária ou envoltório intermediária,podendo conter uma ou mais embalagens primárias. Embalagem terciária: embalagem mais resistente,destinado a armazenar uma ou mais embalagens secundária. Não é permitido acondicionamento de doses aspiradas de frascos multidoses em seringas! Orienta-se que as vacinas apresentadas em seringa preenchida e em unidoses sejam conservadas na embalagem secundária; Vacinas em frascos multidoses somente sejam retiradas da embalagem primária no momento de sua utilização. Transporte dos Imunobiológicos CONSERVAÇÃO DOS IMUNOBIOLÓGICOS Os imunobiológicos requerem condições de armazenamento especificadas pelos laboratórios produtores, segundo suas respectivas composições e formas farmacêuticas (liofilizadas ou líquidas). A conservação das vacinas nas diversas instâncias da Rede de Frio prevê o tempo de armazenamento e temperatura, variáveis determinantes para a promoção de operações seguras na cadeia de frio. Na sala de vacinação, os imunobiológicos são armazenados em temperaturas positivas que variam de +2 a +8ºC; Os equipamentos de armazenamento devem ser de uso exclusivo dos imunobiológicos. Prevenção do Congelamento Manter a estabilidade da temperatura das vacinas no armazenamento e transporte e prevenir o congelamento dos imunobiológicos são etapas críticas para assegurar a qualidade dos produtos. As vacinas que contêm adjuvante de alumínio, quando expostas à temperatura abaixo de +2°C, podem ter perda de potência em caráter permanente. Caixa Térmica São produzidas com material térmico do tipo poliuretano ou poliestireno expandido (ex.: isopor, isonor), sendo esta última a mais utilizada no transporte de imunobiológicos entre os diversos laboratórios produtores até a sala de vacina, inclusive vacinação extramuros. TRATANDO OS RESÍDUOS DA SALA DE VACINA Um tratamento adequado para resíduos da sala de vacinas modifica as características físicas, químicas e biológicas desses resíduos. Métodos: incineração e a esterilização a vapor. TRATANDO OS RESÍDUOS DA SALA DE VACINA Sistemas de tratamento centralizados. Pequenos munícipios: hospitais e outros estabelecimentos poderão ter uma participação mais ativa. Soluções conjuntas poderão viabilizar sistemas de resíduos em menor prazo e com custo mais baixo! TRATANDO OS RESÍDUOS DA SALA DE VACINA A Unidade é a responsável pela destinação final? Recomenda-se, para a inutilização das vacinas, a autoclavação durante 15 minutos à temperatura de 121°C a 127°C, sendo que não há necessidade de abrir os frascos nesse processo. TRATANDO OS RESÍDUOS DA SALA DE VACINA Não tem autoclave? Orienta-se esterilizar em estufa por duas horas a 170°C, sendo que neste processo os frascos não precisam estar abertos. Após tratamento em autoclave ou estufa, os frascos das vacinas deverão ser recolhidos. RDC N° 222/2018: Gerência de Regulamentação e Controle Sanitário em Serviços de Saúde- GRECS/Gerência Geral de Tecnologia em Serviços de Saúde- GGTES/ANVISA. TEMPERATURA E ORGANIZAÇÃO TEMPERATURA E ORGANIZAÇÃO TEMPERATURA E ORGANIZAÇÃO CERTO ERRADO REFRIGERADORES DE USO DOMÉSTICO FUNCIONAMENTO DA SALA DE VACINA FUNCIONAMENTO DA SALA DE VACINA Inicio do trabalho na Sala de Vacina Encerramento do trabalho na Sala de Vacina FUNCIONAMENTO DA SALA DE VACINA Encerramento do trabalho diário Confira no boletim diário as doses de vacinas administradas no dia. Retire as vacinas da caixa térmica de uso diário. Retire as bobinas reutilizáveis da caixa térmica. Despreze os frascos de vacinas multidose que ultrapassam o prazo de validade após sua abertura, bem como as com rótulo danificado. Verifique e anote a temperatura do equipamento de refrigeração no(s) respectivo(s) mapa(s) de controle diário de temperatura. Proceda à limpeza da caixa térmica,deixando a seca. Organize o arquivo permanentemente, arquivando os cartões-controle. Verifique a lista de faltosos, ou seja, de pessoas agendadas para a vacinação que não compareceram à unidade de saúde. Separe os cartões-controle com a finalidade de organizar a busca de faltosos. Certifique-se de que os equipamentos de refrigeração estão funcionando devidamente. Desligue os condicionadores de ar. Deixe a sala limpa e em ordem. VALEU PESSOAL!!! REFERÊNCIAS BRASIL. Ministério da Saúde. Manual de Rede de Frio do Programa Nacional de Imunizações. Brasília, 2013. Tiragem: 5ª edição – 2017. PREPARADOS? HORA DO GAME! 1- A conservação das vacinas nas diversas instâncias da Rede de Frio prevê o tempo de armazenamento e temperatura para a promoção de operações seguras na cadeia de frio. Conforme o enunciado, é correto o que se afirma na alternativa: O Programa Nacional de Imunizações (PNI) prevê a manutenção da eficácia e qualidade dos imunobiológicos oferecidos à população. Por isso, conta com uma estrutura física chamada de Rede de Frio que atuará viabilizando a cadeia de frio, onde através de suas etapas promoverá a conservação dos imunobiológicos. No processo de conservação o cuidado com as temperatura é imprescindível e se faz necessário, do planejamento integrado até a sala de vacinação, os imunobiológicos são armazenados em temperaturas que variam de -2 a 8ºC; onde os equipamentos de armazenamento devem ser de uso exclusivo dos imunobiológicos; e por precaução manter +4 e +8ºC em regiões mais frias. O Programa Nacional de Imunizações (PNI) prevê a manutenção da eficácia e qualidade dos imunobiológicos oferecidos à população. Por isso, conta com uma estrutura física chamada de Rede de Frio. Na sala de vacinação, os imunobiológicos são armazenados em temperaturas que variam de +1 a +4°C; onde os equipamentos de armazenamento devem ser de uso exclusivo dos imunobiológicos; e por precaução manter 4 e 8ºC em regiões mais frias. O Programa Nacional de Imunizações (PNI) prevê a manutenção da eficácia e qualidade dos imunobiológicos oferecidos à população. Por isso, conta com uma estrutura física chamada de Rede de Frio que atuará viabilizando a cadeia de frio. Na sala de vacinação, os imunobiológicos são armazenados em temperaturas positivas que variam de +2 a +8ºC; onde os equipamentos de armazenamento devem ser de uso exclusivo dos imunobiológicos. O Programa Nacional de Imunizações (PNI) prevê a manutenção da eficácia e qualidade dos imunobiológicos oferecidos à população. Por isso, conta com uma estrutura física chamada de Rede de Frio que atuará viabilizando a cadeia de frio. O termômetro de máxima e de mínima deve ser colocado em pé na prateleira central e a temperatura deve ser verificada duas vezes ao dia (início e fim do expediente) e registrada no mapa de controle de temperatura, os imunobiológicos são armazenados em temperaturas que variam de -2 a 4ºC; onde os equipamentos de armazenamento devem ser de uso exclusivo dos imunobiológicos.