Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

Universidade do Estado do Pará 
Centro de Ciências Sociais e Educação 
Curso de Licenciatura em Música 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Jheicy Kethly Corrêa da Silva 
 
 
 
 
 Uma continuação da oficina de canto coral do Projeto Música na Comunidade 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Belém – PA 
2019 
2 
 
 Universidade do Estado do Pará 
Centro de Ciências Sociais e Educação 
Curso de Licenciatura em Música 
 
 
 
 
 Jheicy Kethly Corrêa da Silva 
 
 
 
 
 
 
 
 ​Uma continuação da oficina de canto coral do Projeto Música na Comunidade 
 
 
 
 
Relatório Final de Estágio do curso de Licenciatura 
em Música, apresentado como requisito de 
avaliação da disciplina Estágio Supervisionado I, 
orientado pela Prof​a Me. Társilla Rodrigues, turma 
do oitavo semestre no ano 2019. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Belém/PA 
2019 
APRESENTAÇÃO: 
3 
 
Este relatório final atribuiu-se a partir da minha atuação em campo de estágio pela 
disciplina Estágio Supervisionado II, pertencente ao componente curricular do 8​o ​semestre do 
curso de Licenciatura Plena em Música da Universidade do Estado do Pará (UEPA). ​Este 
trabalho tem como objetivo relatar as experiências vivenciadas em sala de aula através da 
regência de classe​. Durante o período de 13 de agosto a 17 de dezembro de 2019, dei 
continuidade ao estágio no Curso de Canto Coral do Projeto Música na Comunidade na 
Universidade do Estado do Pará- CCSE Campus I, localizado em Belém, no Bairro do 
Telégrafo, Travessa Djalma Dutra- entre Rua do Una e Travessa José Pio, no qual eu e mais 
um colega do 8​o ​semestre estaríamos ministrando as aulas. 
O projeto em questão é ofertado pelo Curso de Licenciatura em Música da UEPA que 
tem em sua essência tornar acessível o ensino musical a comunidade em geral, 
disponibilizando anualmente cursos livres de Teoria, Violão, Flauta Doce e Canto Coral. 
Em relação a infraestrutura do local onde o projeto é realizado, as aulas de canto coral 
são executadas com maior frequência na sala de recitais e com menor frequência na sala 1218. 
Este primeiro é localizado no bloco IV do Campus I, este que contém um prédio com 2 
andares, e no térreo contendo dois banheiros, duas salas de aulas e um auditório conhecido 
como sala de recitais. O segundo se localiza no 2º andar do bloco III do campus I, este prédio 
contém passarelas de acessibilidade em cada andar que para se ter acesso precisa se deslocar 
para o IV bloco, o prédio possui dois banheiros no 1º andar e no térreo há uma sala de 
materiais didáticos e um Núcleo de Acessibilidade e Inclusão (NAI). 
Em relação aos aspectos estruturais das sala, elas possuem condições adequadas para o 
desenvolvimento do curso equipada com cadeiras, ares-condicionados e caixas de som, sendo 
que somente a sala de recitais contém Datashow, palco e piano. ​A realização do estágio foi 
pela parte do turno da noite no horário de 19:00 hs às 21:30 hs todas as terças-feiras. 
A oficina de Canto Coral é uma continuação do curso que havia começado no primeiro 
semestre no mês de abril. Tem como participantes pessoas com faixa etária de 13 a 60 anos, 
sendo estas de diversas áreas de Belém, como Barreiro, Telégrafo, Outeiro, Icoaraci, Pratinha, 
Marituba, Castanhal , dentre outras localidades. Como no primeiro dia de volta às aulas o 
curso sofreu algumas evasões de alunos, foram chamados as pessoas que estavam na lista de 
espera, para que pudesse ter o equilíbrio entre os naipes, principalmente nos naipes 
4 
 
masculinos. 
No decorrer das aulas alguns dos desafios a serem enfrentados seriam a diferença entre 
os alunos que vierem desde o primeiro semestre e os alunos que passaram a ingressar somente 
a partir do segundo semestre. Pois os que já estavam desde o início já sabiam o repertório do 
grupo (Uirapuru, Azulão e Dinâmica para 4 vozes), como também a iniciação dos assuntos 
passados em slides e vídeos referentes a Técnica Vocal, Saúde Vocal, Respiração, Fisiologia 
da Voz, dentre outros assuntos que foram trabalhados durante o primeiro semestre. 
A junção desses dois grupos seria um desafio que para se resolver precisaria de 
estratégias a serem utilizadas e principalmente paciência e flexibilidade não só por parte dos 
professores. 
A reflexão sobre a prática não resolve tudo, a experiência 
refletida não resolve tudo. São necessárias estratégias, 
procedimentos, modos de fazer, além de uma sólida cultura 
geral, que ajudam a melhor realizar o trabalho e melhorar a 
capacidade reflexiva sobre o que e como mudar (LIBÂNEO, 
2005, p. 76) 
 
Como Cavalcante e Muller (2016) dizem que “o canto coral não exclui, mas sim tem o 
poder de incluir [...] o coral mostra [...] que para cantar ela precisa do outro, mesmo vendo as 
diferenças que existem. Recebendo e dando apoio ao colega.” (CAVALCANTE; MULLER, 
2016, p. 2). 
O objetivo do curso de Canto Coral à comunidade é fazer com que as pessoas venham 
experimentar e conhecer as noções de canto coral e técnica vocal, assim como a preparação a 
execução de repertórios para coral com caráter popular/erudito. No ​entanto desde o primeiro 
semestre houve uma certeza de que ​o curso não é só um rio para obtenção de conhecimento 
mas é algo significativo e prazeroso para os alunos. ​Embora hajam também desafios quanto a 
diversidade de faixa etária e de interesse que não está somente em querer aprender a cantar, 
mas também em um passatempo, uma curiosidade, um refúgio para os problemas enfrentados 
pela realidade do cotidiano. 
2. DESENVOLVIMENTO: 
 
A aulas de Canto Coral sempre seguiam uma rotina, iniciava-se com exercícios de 
preparação (alongamento e relaxamento corporal, respiração e o aquecimento vocal). No 
primeiro dia de volta as aulas houve um pequeno diálogo sobre as férias, se os alunos 
5 
 
treinaram os exercícios em casa e se pesquisaram sobre as músicas para sugestão do 
repertório para o segundo semestre. 
Em seguida foi relembrado sobre a importância dos exercícios de preparação e então 
foram chamados alguns “voluntários” para que passassem os exercícios a turma. Alguns já 
não lembravam mais dos exercícios então tivemos que relembrar e passar os exercícios a 
turma. Após isso foram relembrado o repertório do semestre anterior ( Uirapuru, Azulão e 
Dinâmica para 4 vozes). Tivemos que passar algumas vezes individualmente as vozes de 
cada naipe. Em sequência trabalhamos as dinâmicas staccato e legato na música Azulão. Para 
isso precisou ser feito primeiro pela professora para então os alunos entenderem como fazer e 
então cantar. Para a dinâmica Legato cantando as notas de forma cantada sem cortes como um 
círculo “O”. E então repetindo a música os alunos teriam que estar atentos para o comando da 
regente que iria mesclar as dinâmicas staccato e legato em qualquer momento da música. 
No segundo dia foi bastante trabalhado os exercícios de preparação, sendo chamados 
novamente alguns voluntários. Mas antes foi destacado que poderiam ser feitos outros 
exercícios que tivessem os mesmos objetivos além daqueles que costumávamos fazer. 
E alguns alunosinovaram trazendo não só novas possibilidades mas também 
exercícios de articulação como o da acerola na laranja: “ ​Tomei um suco de acerola na 
laranja no armarinho ali do lado na ladeira do Leblon.​” Para esse exercício trabalhamos 
parte por parte se baseando no método de Suziki que utiliza a repetição e a escuta para o 
aprendizado do aluno. Trabalhamos a articulação e a dicção, sendo destacado que fizessem 
com um pouco de exagero no movimento da boca. As dinâmicas Forte e Piano, Rápido e 
Lento foram também trabalhadas. 
A partir do terceiro dia os alunos da lista de espera passaram a estar presente nas aulas. 
Então fizemos uma breve apresentação da turma para se conhecerem, uma revisão sobre a 
importância dos exercícios de preparação, bem como o cuidado vocal. Mesclamos a 
explicação com os exercícios para que aprendessem de forma prática. Trabalhamos 
novamente o exercício da “Acerola na Laranja” com as dinâmicas, em seguida fizemos 
vocalizes simples começando pelo Humming para que os alunos novos se habituassem. Então 
com o decorrer dos exercícios escutamos individualmente e separamos os alunos para seus 
respectivos naipes. Em relação ao repertório iniciamos com a dinâmica para 4 vozes por ser 
mais simples e curta. E repetimos conforme a necessidade. 
6 
 
Ao decorrer das aulas, foram trabalhados exercícios voltados ao equilíbrio vocal do 
grupo como um todo, para isso fizemos como a dinâmica do círculo, primeiramente dividimos 
em grupos de 5 alunos do mesmo naipe para que formassem círculos, e então que cantassem a 
nota dó utilizando o Humming (dó 1 para os baixos, dó 2 para os tenores, dó 3 para os 
contraltos e dó 4 para os sopranos), e com as luzes apagadas foi pedido que os alunos 
fechassem os olhos para escutassem o colega do lado e igualar as vozes. Após isso os grupos 
foram misturados com naipes diferentes para que fosse também trabalhada a concentração 
mesmo que os colegas estivessem cantando em seu ouvido em uma oitava diferente. 
Trabalhamos também exercícios de respiração sempre destacando que sem ar não tem 
som, e a importância da respiração pelo diafragma e ter o controle de ar principalmente para 
cantar. De forma prática são separadas duplas para o exercício de 
respiração. Como na imagem 1, a pessoa que está na frente terá que 
soltar todo o ar e inspirar enchendo o diafragma e soltar fazendo 
“fuu...” e depois “ ziii... ”. São feitos comandos como: inspirar em 2 
segundos e soltar em 3 segundos, inspirar em 4 e soltar em 1, e 
assim por diante. 
A pessoa que está atrás com as mãos ao redor da cintura da 
pessoa da frente terá que sentir expandindo a frente, lados e atrás, 
para assim saber se a pessoa está respirando corretamente e também se consegue controlar o 
ar seguindo todos os comandos, em seguida, revezado para assim todos poderem praticar. 
Utilizamos desses tipos de exercícios de forma prática como aliado para que a aula se 
tornasse interessante e significativa para o aluno. Conforme diz Mateiro e Ilari (2012) que: 
[...] é através do modo de ensinar que podemos selecionar e 
organizar os conteúdos de acordo com a capacidade 
cognitiva e os interesses de nossos alunos; planejar 
atividades que motivem a turma e, ao mesmo tempo, 
permitam o desenvolvimento de suas habilidades/ 
capacidade; empregar os recursos disponíveis, mesmo que 
limitados, em função do processo educativo etc.” 
(MATEIRO; ILARI, 2012, p. 14) 
 
Com relação ao repertório, demos continuidade com o repertório do semestre anterior 
e também escolhemos a música ​Madama Butterfly e as outras foram sugestões dos próprios 
alunos que escolheram ​Oh Happy Day ​e ​Oh Vinde Adoremos​. 
7 
 
Para a música ​Madama Butterfly primeiro mostramos em áudio para que a 
conhecessem, em sequência contamos a história por detrás da música e seu significado. 
Somente a partir disso que a cantamos, primeiramente passado trecho por trecho repetindo 
várias vezes para que ficasse fixa na memória. E sempre destacando que utilizassem a voz de 
cabeça, como se estivessem bocejando ou imitando boi, para que entendessem de forma mais 
clara. 
Para a música ​Oh Vinde Adoremos​, primeiro ensinamos a primeira letra de forma 
repetitiva e falada com o ritmo da música, e então a melodia principal para todos cantassem 
juntos, e depois foram passadas as vozes dos contraltos, baixos e tenores, em seguida juntados 
os naipes para que pudéssemos passar a música até onde conseguiram aprender. O mesmo se 
deu com ​a música Oh Happy Day ​que ​mesclamos com a ​Dinâmica para 4 vozes​. Trabalhando 
parte por parte, repetindo e passando naipe por naipe. ​E destacando a importância da 
expressão da música cantada por eles pois ela precisa passar seu significado. Segundo Kerr 
(2006): 
A busca do repertório vai ser isso: conscientizar o coro de 
que ele tem um recado a dar. Qual é esse recado? E, o 
caminho que tenho tentado seguir é o de fazer com que os 
grupos corais, sob a minha direção, discutam o porquê de 
estarem cantando, o que e como querem cantar. (KERR, 
2006, p. 133). 
As músicas ​Oh Vinde Adoremos e Dinâmica para 4 vozes/Oh Happy Day ​por serem a 
4 vozes e mais complexas que as outras demandou mais tempo. Apesar disso todo o 
processo valeu a pena. Apesar de ser um coral amador, a vontade e o esforço fizeram 
alcançar ótimos resultados. ​“O maestro nunca deve desprezar a capacidade de seus coralistas. 
A adequação do repertório às condições levará a um resultado mais eficaz e de melhor 
qualidade” (MARTINEZ, 2000, p. 42). 
Trabalhamos a organização do coral no palco, a expressão, a interpretação, as 
dinâmicas em cada música. Na música Azulão, durante a introdução pedimos que os alunos 
assobiassem como pássaros bem suaves para dar um maior significado ao caráter da música. 
Para a música Madama Butterfly como é uma música dramática foi pedido que cantassem 
parados sem se movimentar enquanto uma bailarina dança dando vida ao significado de todas 
as músicas cantadas, destacando a importância da interpretação da música. 
8 
 
Na semana anterior da apresentação aconteceu a confraternização da turma na sala de 
recitais, foi pedido que os alunos cantassem músicas de sua própria escolha, alguns levaram 
suas próprias composições e outros cantaram e tocaram ao mesmo tempo, fazendo uma 
pequena amostra musical entre eles. E também foi entregue uma apostila para os alunos, 
contendo os assuntos vistos durante o curso. Para a finalização do curso os alunos foram 
preparados ao decorrer do semestre para a apresentação final, na qual eles prepararam as 
músicas Uirapuru, Azulão, Madama Butterfly, Oh Vinde Adoremos e Dinâmica para 4 
vozes/Oh Happy Day. 
 
1. CONSIDERAÇÕES FINAIS 
 
O estágio realizado no projeto na comunidade me proporcionou muita aprendizagem 
principalmente para minha formação como docente. Foram enfrentados muitos desafios não 
só com relação a adequação dos alunos novos ao grupo, mas também com relação ao grande 
número de aulas que precisaram ser modificadasou canceladas, também o repertório 
escolhido que apesar de ser complexo eles tinham capacidade de conseguir aprender. 
Porém uma das dificuldades também foi a questão da frequência dos alunos que por 
conta de muitos terem ficado doentes, ou com problemas pessoais. Atrasou um pouco o 
andamento das aulas, pois quando adiantávamos uma parte de alguma música, na outra aula 
não estavam os alunos, então tínhamos que repassar novamente a mesma explicação. 
Apesar das dificuldades enfrentadas pelo grupo, cada vez que acertavam ou concluiam 
alguma parte da música eles transpassavam alegria e contentamento. Uma das coisas muito 
interessante é que todos se ajudavam e se esforçaram para aprender. Quando era aberto a 
oportunidade para eles repassarem ao grupo suas experiências, conhecimentos e exercitar o 
ato de criação, todos estes fatores foram importantes para que isso contribuísse para a 
aprendizagem mas também para que eles pudessem se sentir acolhidos no grupo sabendo que 
a opinião deles é importante. 
Com relação ao meu papel frente a turma, tive um pouco de dificuldade com relação a 
regência, pois muitas vezes meu papel como regente necessitava da regência e algumas vezes 
eu deixava de reger para cantar as vozes e fazer gestos para a articulação. Outra dificuldade 
9 
 
foi com relação ao piano, pois muitas vezes o grupo necessitava do acompanhamento do 
piano, então somente meu colega que é pianista conseguia tocar, consequentemente eu tinha 
que passar as vozes masculinas porém, os alunos homens tinham dificuldades para entender a 
altura por conta de meu registro ser diferente do deles. 
Aos poucos conseguimos avançar, a nossa professora supervisora nos auxiliava dando 
opiniões, sugestões e nos ajudava com as vozes masculinas principalmente com a música ​Oh 
Vinde Adoremos que tem um grau de dificuldade grande para um coro iniciante. Apesar de 
todas as dificuldades foi uma experiência prazerosa para todos nós que participamos do 
projeto e também o resultado musical foi incrível. Houve uma certeza, de que mesmo que as 
pessoas da comunidade nunca tenham tido contato com música, mas se houver o querer tudo 
pode acontecer e tudo aprender. 
 
 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
CAVALCANTE, A. C. M. O.; MULLER, Cristiane. ​O Repertório e as relações interpessoais no 
canto coral infanto-juvenil.​ REDIVI - Revista de Divulgação Interdisciplinar , v. 4, p. 1-12, 2016. 
KERR, Samuel. Carta Canto coral I. In: Lakschevitz, Eduardo (Org.). ​Ensaios: Olhares sobre a 
música coral brasileira​. Rio de Janeiro: Centro de estudos de música coral/Oficina Coral, 2006. P. 
119-143. 
MARTINEZ, Emanuel. ​Regência Coral; princípios básicos / colaboradores Denise Sartori, Pedro 
Garcia, Rosemari Brack. Curitiba; 1a edição, 2000. 
MATEIRO, Teresa; ILARI, Beatriz. Pedagogias Brasileiras em Educação Musical. Curitiba: 
InterSaberes, 1ª edição, 2016. ( Séries Educação Infantil) 
LIBÂNEO, J.C. Educação Escolar: políticas, estrutura e organização. São Paulo: Cortêz, 
2005.

Mais conteúdos dessa disciplina