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PG0054 Transferência de Calor B Prof. Dr. Thiago Antonini Alves thiagoaalves@utfpr.edu.br http://pessoal.utfpr.edu.br/thiagoaalves/ Aula 3 Convecção Forçada em Escoamento Externo (Parte 1/2) 09/04/2019 16/04/2019 Aula 3 – Convecção Forçada em Escoamento Externo (Parte 1/2) PG0054 – Transferência de Calor B Sumário Introdução O Método Empírico A Placa Plana em Escoamento Paralelo Escoamento Laminar sobre uma Placa Isotérmica: Uma Solução por Similaridade Escoamento Turbulento sobre uma Placa Isotérmica Condições de Camada-Limite Mista Comprimento Inicial Não-Aquecido Condições de Fluxo Térmico Constante Limitações na Utilização de Coeficientes Convectivos Metodologia para um Cálculo de Convecção 3/60 Aula 3 – Convecção Forçada em Escoamento Externo (Parte 1/2) PG0054 – Transferência de Calor B Introdução 4/60 Aula 3 – Convecção Forçada em Escoamento Externo (Parte 1/2) PG0054 – Transferência de Calor B Nos escoamentos externos as camadas-limite se desenvolvem livremente, sem restrições impostas por superfícies adjacentes. Por exemplo: o movimento de um fluido sobre uma placa plana e/ou o escoamento sobre superfícies curvas, tais como uma esfera, um cilindro, aerofólios ou pás de turbinas. 5/60 Aula 3 – Convecção Forçada em Escoamento Externo (Parte 1/2) PG0054 – Transferência de Calor B Na convecção forçada, o movimento relativo entre o fluido e a superfície é mantido por meios externos, tais como um ventilador/soprador ou uma bomba, e não pelas forças de empuxo devidas aos gradientes de temperatura no fluido (convecção natural). Nossa atenção estará voltada aos problemas de convecção forçada, com baixas velocidades e sem mudança de fase no fluido. 6/60 Aula 3 – Convecção Forçada em Escoamento Externo (Parte 1/2) PG0054 – Transferência de Calor B Nosso principal objetivo é a determinação dos coeficientes convectivos de transferência de calor em diferentes geometrias de escoamento. x xNu f X ,Re ,Pr x xNu f Re ,Pr Para tal, há duas abordagens que podem ser adotadas: ▫ Abordagem Experimental ou Empírica ▫ Abordagem Teórica 7/60 Aula 3 – Convecção Forçada em Escoamento Externo (Parte 1/2) PG0054 – Transferência de Calor B A abordagem experimental ou empírica envolve a execução de medidas de transferência de calor sob condições controladas em laboratório e a correlação dos dados em termos de parâmetros adimensionais apropriados. A abordagem teórica envolve a resolução das equações da camada-limite para uma determinada geometria. 8/60 Aula 3 – Convecção Forçada em Escoamento Externo (Parte 1/2) PG0054 – Transferência de Calor B O Método Empírico 9/60 Aula 3 – Convecção Forçada em Escoamento Externo (Parte 1/2) PG0054 – Transferência de Calor B Uma maneira para obtenção experimental de uma correlação para a transferência de calor por convecção. 10/60 Aula 3 – Convecção Forçada em Escoamento Externo (Parte 1/2) PG0054 – Transferência de Calor B Este procedimento poderia ser repetido para inúmeras condições de testes. 11/60 Aula 3 – Convecção Forçada em Escoamento Externo (Parte 1/2) PG0054 – Transferência de Calor B Destes resultados, nota-se uma dependência de Nu em relação ao Re na forma de uma lei de potência. m n L LNu C Re Pr 12/60 Aula 3 – Convecção Forçada em Escoamento Externo (Parte 1/2) PG0054 – Transferência de Calor B Como esta equação é proveniente de dados experimentais, ela é chamada de uma correlação empírica. Os valores específicos do coeficiente C e os expoentes m e n variam com a natureza da geometria da superfície e o tipo do escoamento. 13/60 Aula 3 – Convecção Forçada em Escoamento Externo (Parte 1/2) PG0054 – Transferência de Calor B A hipótese de propriedades do fluido constantes está frequentemente implícita nos resultados. Temperatura de Filme Método alternativo Avaliar todas as propriedades a T∞ e utilizar um parâmetro adicional multiplicativo na forma (Pr∞/Prs) r ou (µ∞/µs) r 2 s f T T T 14/60 Aula 3 – Convecção Forçada em Escoamento Externo (Parte 1/2) PG0054 – Transferência de Calor B A Placa Plana em Escoamento Paralelo 15/60 Aula 3 – Convecção Forçada em Escoamento Externo (Parte 1/2) PG0054 – Transferência de Calor B Apesar de sua simplicidade, o escoamento paralelo sobre uma placa plana ocorre em diversas aplicações da Engenharia. 16/60 Aula 3 – Convecção Forçada em Escoamento Externo (Parte 1/2) PG0054 – Transferência de Calor B Escoamento Laminar sobre uma Placa Isotérmica: Uma Solução por Similaridade Os principais parâmetros da convecção podem ser obtidos através da resolução de formas apropriadas das equações da camada-limite. Supondo escoamento laminar, incompressível e em regime permanente, de um fluido com propriedades constantes e dissipação viscosa desprezível com dp/dx = 0, as equações da camada-limite reduzem-se a 17/60 Aula 3 – Convecção Forçada em Escoamento Externo (Parte 1/2) PG0054 – Transferência de Calor B Equação da Continuidade Equação do Momentum ▫ direção x Equação da Energia 0 y v x u 2 2 u u u u v x y y 2 2 y T y T v x T u 18/60 Aula 3 – Convecção Forçada em Escoamento Externo (Parte 1/2) PG0054 – Transferência de Calor B A solução dessas equações é simplificada pelo fato de que, para propriedades constantes, as condições na camada- limite fluidodinâmica são independentes da temperatura. Com isso, pode-se resolver primeiramente o problema fluidodinâmico. Feito isso, a solução para a Equação da Energia, que depende de u e v, pode ser obtida. 19/60 Aula 3 – Convecção Forçada em Escoamento Externo (Parte 1/2) PG0054 – Transferência de Calor B A solução fluidodinâmica é baseada no Método de Blasius. As componentes da velocidade são definidas em termos de uma função corrente ψ(x,y) dessa forma, a Equação da Continuidade é automaticamente satisfeita e não mais necessária. u y v x 20/60 Aula 3 – Convecção Forçada em Escoamento Externo (Parte 1/2) PG0054 – Transferência de Calor B As novas variáveis dependente e independente, f e η, são definidas de tal forma que A utilização destas variáveis simplifica a questão através da redução da EDP para uma EDO. f x u u u y x 21/60 Aula 3 – Convecção Forçada em Escoamento Externo (Parte 1/2) PG0054 – Transferência de Calor B A solução de Blasius é uma solução por similaridade, e η é uma variável similar, pois o perfil de velocidades u/u∞ permanece geometricamente similar. sendo que δ é a espessura da camada-limite e varia com (vx/u∞) 1/2 u y u 22/60 Aula 3 – Convecção Forçada em Escoamento Externo (Parte 1/2) PG0054 – Transferência de Calor B Com isso, ou seja, o perfil de velocidades é unicamente determinado pela variável similar η, que depende de x e y. u u 23/60 Aula 3 – Convecção Forçada em Escoamento Externo (Parte 1/2) PG0054 – Transferência de Calor B Desta forma, tem-se que as componentes da velocidade são escritas como e, x df u df u u u y y u d x d 1 2 2 x df u u df v u f f x u d u x x d 24/60 Aula 3 – Convecção Forçada em Escoamento Externo (Parte 1/2) PG0054 – Transferência de Calor B Tem-se ainda que, 2 22 u u d f x d 2 2 u u d f u y x d 2 2 3 2 3 u u d f xy d 25/60 Aula 3 – Convecção Forçada em Escoamento Externo (Parte 1/2) PG0054 – Transferência de Calor B Portanto, a Equação do Momentum pode ser expressa por ou ou seja, o problema da camada-limite fluidodinâmica foi reduzido à solução de uma EDO, não-linear, de terceira ordem. 3 2 3 2 2 0 d f d f f d d 2 0f f f 26/60Aula 3 – Convecção Forçada em Escoamento Externo (Parte 1/2) PG0054 – Transferência de Calor B As condições de contorno apropriadas são ou, em termos das variáveis de similaridade, A solução da Equação do Momentum submetida às condições de contorno apropriadas pode ser obtida por uma expansão em série ou por integração numérica. 0 0 0u x, v x, u x, u 0 0 0 df f d 1 df d 27/60 Aula 3 – Convecção Forçada em Escoamento Externo (Parte 1/2) PG0054 – Transferência de Calor B 28/60 Aula 3 – Convecção Forçada em Escoamento Externo (Parte 1/2) PG0054 – Transferência de Calor B f ', f " f 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 0.0 0.1 0.2 0.3 0.4 0.5 0.6 0.7 0.8 0.9 1.0 1.1 0.0 0.5 1.0 1.5 2.0 2.5 3.0 3.5 4.0 4.5 5.0 5.5 6.0 6.5 7.0 7.5 8.0 f f ' f " Solução Numérica da Equação do Momentum. 29/60 Aula 3 – Convecção Forçada em Escoamento Externo (Parte 1/2) PG0054 – Transferência de Calor B Dos resultados apresentados, observa-se que, com uma boa aproximação, (u/u∞) = 0,99 para η = 5,0. Da definição da espessura da camada-limite, tem-se que 5 0 5 0 x , , x u Re x 30/60 Aula 3 – Convecção Forçada em Escoamento Externo (Parte 1/2) PG0054 – Transferência de Calor B A tensão de cisalhamento na parede pode ser escrita por dos resultados para a Solução de Blasius, com isso, o coeficiente de atrito local é expresso por 2 2 0 0 s y u u d f u y x d 0 332s u , u x 1 2 2 0 664 2 s,x / f ,x xC , Re u 31/60 Aula 3 – Convecção Forçada em Escoamento Externo (Parte 1/2) PG0054 – Transferência de Calor B A partir do conhecimento das condições na camada-limite fluidodinâmica, a Equação da Energia pode ser resolvida. Para tal, considera-se que e, supõe-se uma solução similar na forma s s T T T T 32/60 Aula 3 – Convecção Forçada em Escoamento Externo (Parte 1/2) PG0054 – Transferência de Calor B Com isso, a Equação da Energia pode ser reescrita como ou ainda, 2 2 u v x y y 22 2 1 2 df d u y df d d u f d d x x d d y yd 33/60 Aula 3 – Convecção Forçada em Escoamento Externo (Parte 1/2) PG0054 – Transferência de Calor B Efetuando-se as substituições necessárias, a Equação da Energia torna-se Note a dependência da solução térmica em relação às condições fluidodinâmicas através da presença da variável f. 2 2 0 2 d Pr d f dd 34/60 Aula 3 – Convecção Forçada em Escoamento Externo (Parte 1/2) PG0054 – Transferência de Calor B As condições de contorno apropriadas são A solução da Equação da Energia submetida às condições de contorno apropriadas pode ser obtida por integração numérica para diferentes valores do número de Prandtl. 0 0 1 35/60 Aula 3 – Convecção Forçada em Escoamento Externo (Parte 1/2) PG0054 – Transferência de Calor B , ' 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 -0.4 -0.3 -0.2 -0.1 0.0 0.1 0.2 0.3 0.4 0.5 0.6 0.7 0.8 0.9 1.0 ' Solução Numérica da Equação da Energia para o ar (Pr = 0,7). 36/60 Aula 3 – Convecção Forçada em Escoamento Externo (Parte 1/2) PG0054 – Transferência de Calor B 37/60 Aula 3 – Convecção Forçada em Escoamento Externo (Parte 1/2) PG0054 – Transferência de Calor B Uma consequência importante dessa solução é que, para Pr ≥ 0,6 , resultados para o gradiente de temperatura na superfície podem ser correlacionados por Representando o coeficiente convectivo local por 1 3 0 0 332 d , Pr d 00 s x s s y T Tq u d h k k T T T T y x d 38/60 Aula 3 – Convecção Forçada em Escoamento Externo (Parte 1/2) PG0054 – Transferência de Calor B Com isso, o Número de Nusselt local pode ser expresso por Além disso, a razão entre as espessuras das camadas- limite fluidodinâmica e térmica é 1 2 1 30 332xx x h x Nu , Re Pr k 1 3 t Pr 0 6Pr , 39/60 Aula 3 – Convecção Forçada em Escoamento Externo (Parte 1/2) PG0054 – Transferência de Calor B Estes resultados podem ser utilizados para calcular importantes parâmetros da camada-limite laminar (0 < x < xc). A tensão de cisalhamento e o coeficiente convectivo de transferência de calor são, a priori, infinitos na aresta frontal e diminuem com x –1/2 no sentido do escoamento. Para valores de Pr próximo da unidade (maioria dos gases) as camadas-limite crescem quase identicamente. 40/60 Aula 3 – Convecção Forçada em Escoamento Externo (Parte 1/2) PG0054 – Transferência de Calor B Dos resultados locais, parâmetros médios da camada- limite podem ser determinados. Coeficiente de Atrito Médio portanto, 2 2 s,x f ,xC u 0 1 x s,x s,xdx x 1 21 328f ,x xC , Re 41/60 Aula 3 – Convecção Forçada em Escoamento Externo (Parte 1/2) PG0054 – Transferência de Calor B Coeficiente de Transferência de Calor Médio com isso, . Portanto, 1 3 1 2 0 0 1 0 332 x x x x k u dx h h dx , Pr x x x 2x xh h 1 2 1 30 664xx x h x Nu , Re Pr k 0 6Pr , 42/60 Aula 3 – Convecção Forçada em Escoamento Externo (Parte 1/2) PG0054 – Transferência de Calor B Se o escoamento for laminar ao longo de toda a superfície, o subscrito x pode ser substituído por L, e as equações anteriores podem ser utilizadas para prever as condições médias em toda a superfície. Além disso, nessas expressões, o efeito de propriedades variáveis podem ser tratado pela avaliação de todas as propriedades na temperatura de filme. 43/60 Aula 3 – Convecção Forçada em Escoamento Externo (Parte 1/2) PG0054 – Transferência de Calor B Para fluidos com Pr pequeno (metais líquidos), δt >> δ, a solução da camada-limite térmica pode ser expressa por sendo que, Pex = Rex Pr é o Número de Pèclet. 1 20 565x xNu , Pe 0 05Pr , 100xPe 44/60 Aula 3 – Convecção Forçada em Escoamento Externo (Parte 1/2) PG0054 – Transferência de Calor B Uma expressão única, que se aplica a todos Pr, foi recomendada por Churchill & Ozoe (1973). Para escoamento laminar sobre uma placa isotérmica, o coeficiente convectivo local pode ser expresso por com . 1 2 1 3 1 4 2 3 0 3387 0 0468 1 x x , Re Pr Nu , Pr 100xPe 2x xNu Nu 45/60 Aula 3 – Convecção Forçada em Escoamento Externo (Parte 1/2) PG0054 – Transferência de Calor B Escoamento Turbulento sobre uma Placa Isotérmica Schlichting (2000) mostrou que para escoamentos turbulentos com Rex até aproximadamente 10 8, o coeficiente de atrito local é correlacionado com 15% de precisão por 1 50 0592 /f ,x xC , Re 810x,c xRe Re 46/60 Aula 3 – Convecção Forçada em Escoamento Externo (Parte 1/2) PG0054 – Transferência de Calor B Com uma aproximação razoável, a espessura da camada- limite fluidodinâmica turbulenta pode ser representada por Nota-se que o crescimento da camada-limite turbulenta é muito mais rápido (em relação à camada-limite laminar) e que o decréscimo do coeficiente de atrito é mais gradual. 1 50 37 /x, x Re 47/60 Aula 3 – Convecção Forçada em Escoamento Externo (Parte 1/2) PG0054 – Transferência de Calor B Para o escoamento turbulento, o desenvolvimento da camada-limite é fortemente influenciado por flutuações aleatórias no fluido e não pela difusão molecular. Portanto, o crescimento da camada-limite térmica não depende do valor de Pr. t 48/60 Aula 3 – Convecção Forçada em Escoamento Externo (Parte 1/2) PG0054 – Transferência de Calor B Da Analogia de Reynolds Modificada (Analogia de Chilton-Colburn), o número de Nusselt local para escoamento turbulento é A melhor mistura causa um crescimento mais rápido da camada-limite turbulenta, quando comparado ao da camada-limite laminar, e faz com que elatenha maiores coeficientes de atrito e convectivos. 4 5 1 30 0296x x xNu St Re Pr , Re Pr 0 6 60, Pr 49/60 Aula 3 – Convecção Forçada em Escoamento Externo (Parte 1/2) PG0054 – Transferência de Calor B Condições de Camada-Limite Mista Quando a transição ocorrer suficientemente a montante da aresta da saída da placa, (xc/L) ≤ 0,95 , os coeficientes médios na superfície serão influenciados pelas condições tanto na camada-limite laminar quanto na camada-limite turbulenta. 50/60 Aula 3 – Convecção Forçada em Escoamento Externo (Parte 1/2) PG0054 – Transferência de Calor B Na camada-limite mista, o coeficiente de transferência de calor por convecção médio em toda a placa é expresso por sendo que admite-se que a transição ocorre abruptamente em x = xc. 0 1 c c x L L lam turb x h h dx h dx L 51/60 Aula 3 – Convecção Forçada em Escoamento Externo (Parte 1/2) PG0054 – Transferência de Calor B Portanto, sendo que, 4 5 1 30 037L LNu , Re A Pr 8 0 6 60 10x,c L , Pr Re Re 4 5 1 20 037 0 664x,c x,cA , Re , Re 52/60 Aula 3 – Convecção Forçada em Escoamento Externo (Parte 1/2) PG0054 – Transferência de Calor B O coeficiente de atrito médio em toda a placa é expresso por Com isso, 0 1 c c x L f ,L f ,x,lam f ,x,turb x C C dx C dx L 1 5 20 074f ,L L L A C , Re Re 810x,c LRe Re 53/60 Aula 3 – Convecção Forçada em Escoamento Externo (Parte 1/2) PG0054 – Transferência de Calor B Comprimento Inicial Não-Aquecido 54/60 Aula 3 – Convecção Forçada em Escoamento Externo (Parte 1/2) PG0054 – Transferência de Calor B Número de Nusselt local 0 1 x x b a Nu Nu x 1 3 0 m x xNu C Re Pr Laminar Turbulento Temp Fluxo Temp Fluxo a 3/4 3/4 9/10 9/10 b 1/3 1/3 1/9 1/9 C 0,332 0,453 0,0296 0,0308 m 1/2 1/2 4/5 4/5 55/60 Aula 3 – Convecção Forçada em Escoamento Externo (Parte 1/2) PG0054 – Transferência de Calor B Número de Nusselt médio sendo que, ▫ p = 2 para escoamento laminar ▫ p = 8 para escoamento turbulento 1 1 2 0 1 p p p p L x L Nu Nu x L 56/60 Aula 3 – Convecção Forçada em Escoamento Externo (Parte 1/2) PG0054 – Transferência de Calor B Limitações na Utilização de Coeficientes Convectivos Essas correlações são apropriadas para a maioria dos cálculos em Engenharia, porém erros de até 25% podem existir no cálculo dos valores dos coeficientes convectivos. 57/60 Aula 3 – Convecção Forçada em Escoamento Externo (Parte 1/2) PG0054 – Transferência de Calor B Metodologia para um Cálculo de Convecção 58/60 Aula 3 – Convecção Forçada em Escoamento Externo (Parte 1/2) PG0054 – Transferência de Calor B Regras 1) Reconheça imediatamente a geometria do escoamento 2) Especifique a temperatura de referência apropriada e determine as propriedades do fluido pertinentes naquela temperatura 3) Calcule o número de Reynolds 4) Decida se um coeficiente local ou um coeficiente médio na superfície é necessário 5) Selecione a correlação apropriada 59/60 Aula 3 – Convecção Forçada em Escoamento Externo (Parte 1/2) PG0054 – Transferência de Calor B Fonte Bibliográfica INCROPERA, F.P., DEWITT, D.P., BERGMAN, T.L. & LAVINE, A.S., 2008. Fundamentos de Transferência de Calor e de Massa. Rio de Janeiro, RJ: LTC, 643p. 60/60