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Mod1) Primeiramente, explique às crianças o que são gêneros textuais para que elas consigam reconhecê-los e falar sobre eles. Faça uma pesquisa, em sala de aula, com os alunos, para saber quais textos eles costumam ter mais contato em casa, na escola, nas ruas etc. Selecione os gêneros que mais aparecerão em seus depoimentos. Em seguida, sugira alguns, tais como a ligação telefônica, a historinha infantil, o bilhete, o diálogo, a aula, o para casa, os desenhos animados, uma vez que estes são fáceis de as crianças reconhecerem. Espera-se que o trabalho com os gêneros textuais faça com que elas desenvolvam as competências necessárias à leitura e escrita, auxiliando-as a perceber, compreender e produzir textos de acordo com suas realidades.
Mod2) O papel do educador é estimular a ludicidade na criança, uma vez que, apesar de a criança ainda não ler palavras, demonstra certo grau de letramento, ao criar estórias a partir da leitura de figuras e das impressões que possui sobre o mundo. Tal estímulo se justifica, porque a criança aprende muito mais dessa forma, e a criação de ambientes lúdicos e fantasiosos auxilia a construção de sua visão de mundo (infantil). 
Uma boa estratégia é criar ambientes em que as crianças possam contar suas estórias, a fim de exercitar a criatividade e a ludicidade. Nesse sentido, o resultado esperado será uma criança preparada para aprender e exercitar habilidades como atenção, criatividade, percepção de mundo, entre outras, necessárias ao aprendizado infantil
Mod 3)Apesar de inadequada, ter turmas com crianças de diferentes idades e fases de aprendizagem é um fato, no Brasil. Face a essa realidade, o pedagogo deve trabalhar com estas crianças, agrupando-as em relação às etapas de aquisição e desenvolvimento da linguagem em que se encontram. Assim, será possível trabalhar adequadamente com cada uma, de forma a não homogeneizar a turma.
Mod 4) Para este desafio, poderíamos encontrar várias respostas que atendessem aos quesitos dados, porém a melhor atividade, neste caso, seria a contação de histórias, a qual atenderia perfeitamente ao uso de linguagem verbal e não verbal. A primeira pode ser trabalhada a partir da própria história, e a segunda, a partir das imagens do livro, das expressões faciais do educador e das crianças etc. Além disso, a história é capaz de tocar profundamente a imaginação infantil, o que atenderia ao quesito de ludicidade. Portanto, é papel do educador criar um ambiente aconchegante e agradável para a criança "viver" a história, como um "cantinho da história", para que nenhuma intervenção externa atrapalhe a imaginação dela.
Mod 5) São várias as situações comunicativas relacionadas ao cotidiano da criança e cotidiano da família, tais como o diálogo, o ensinamento, a leitura de historinhas, as brincadeiras, a conversa ao telefone etc. Estas situações são comuns à maioria das crianças e não lhes causariam estranhamento. Além disso, a criança ainda não sabe o que é texto, gênero, entre outros e precisa imaginar uma situação para depois pensar na comunicação. Espera-se que ela perceba que, para cada situação, há uma forma de se comunicar. Dessa maneira, a criança compreenderá mais facilmente o que são os gêneros textuais e quais são as suas funções e objetivos.
Mod 6) Você deve escolher atividades lúdicas que trabalhem a oralidade. Veja algumas: contação de história; era uma vez coletivo (a criança continua a história); imitação de trava-línguas; músicas; teatro de bonecos; cantinho da conversa etc. A intenção é fazer com que a criança utilize a linguagem oral, de forma intencionada, para se expressar. Assim, desenvolverá a capacidade de expressão oral, de maneira mais fácil e eficaz. 
Essas escolhas se justificam porque a atividade proposta deve ser compatível com o universo infantil, com a ludicidade, o faz de conta. Tais atividades auxiliarão no desenvolvimento da oralidade na criança, além de proporcioná-la alegria, brincadeiras e desenvolvimento da imaginação.
O resultado esperado é que a criança consiga expressar-se oralmente, de forma eficaz, sem que seja preciso desenvolver a repetição.
Mod7) Como qualquer atividade pedagógica, a contação de histórias infantis deve ser planejada. Algumas estratégias devem compor o planejamento desta atividade, tais como entonação e ritmo de voz, separação das personagens, figurino, música de fundo (para trabalhar sentimentos, como medo, alegria, euforia, etc.). A contação de histórias auxilia o aluno a desenvolver o gosto pela leitura, além de estimular sua imaginação e transmitir conhecimentos e valores.
Mod8) O papel do educador é estimular a ludicidade na criança, uma vez que, apesar de a criança ainda não ler palavras, demonstra certo grau de letramento, ao criar estórias a partir da leitura de figuras e das impressões que possui sobre o mundo. Tal estímulo se justifica, porque a criança aprende muito mais dessa forma, e a criação de ambientes lúdicos e fantasiosos auxilia a construção de sua visão de mundo (infantil). 
Uma boa estratégia é criar ambientes em que as crianças possam contar suas estórias, a fim de exercitar a criatividade e a ludicidade. Nesse sentido, o resultado esperado será uma criança preparada para aprender e exercitar habilidades como atenção, criatividade, percepção de mundo, entre outras, necessárias ao aprendizado infantil
1) A investigação da palavra ou da frase isolada não permite o entendimento dos diversos fenômenos linguísticos que ocorrem no processo da comunicação. Diante disso, assinale a alternativa CORRETA sobre o processo de evolução da linguística textual.
d) Os linguistas perceberam que o estudo de diversos gêneros textuais pode ser bastante viável para aumentar a eficiência da aprendizagem, pois os gêneros textuais trazem textos construídos com propriedades estruturais específicas, como verdadeiras unidades linguísticas, e não apenas sequências de sentenças isoladas.
2) O contexto e a situação comunicativa começam a ter relevância nos estudos do texto, uma vez que a pesquisa em linguística textual ganha uma nova dimensão. Agora, não se trata mais de pesquisar a língua como um sistema autônomo, mas sim o seu funcionamento nos processos comunicativos de uma sociedade concreta. Diante disso, os textos deixam de ser tratados como estruturas prontas e acabadas e passam a ser considerados como elementos constitutivos de intenções sociais e comunicativas dos usuários da língua, isto é, uma estrutura complexa, mas passível de modificações. A perspectiva adotada pela linguística textual é a:
e) Perspectiva pragmática.
3) No início dos estudos linguísticos havia o predomínio da análise de textos e, depois, num segundo momento, esta foi agregada com a adoção da ideia de que os fatores contextuais passam a ser reconhecidos nas práticas comunicativas. Posteriormente, o contexto social, histórico e cultural também foi valorizado no estudo da linguagem, uma vez que ele está representado na memória do indivíduo pelos modelos cognitivos. Em outro momento, os sujeitos passaram a ser considerados como os próprios construtores de textos, ou seja, é como se o texto passasse a ser o próprio lugar da interação, e os interlocutores se tornassem os sujeitos ativos que nele se constroem e por ele também são construídos. Entre as alternativas, a sequência que melhor representa a evolução ocorrida na linguística textual, com suas diferentes abordagens, é: a) Análise transfrástica — pragmática — cognitivista — sociocognitivo-interacionista.
4) Os agrupamentos de gêneros ocorrem com base nas regularidades e transferências linguísticas de cada um deles. Entretanto, cada um dos gêneros possui características diferentes, o que exige adaptações em seu ensino. Considerando o agrupamento de gêneros, é CORRETO afirmar que: c) O discurso de acusação feito por promotores e advogados, por exemplo, é um tipo de gênero textual.
5) Considerando que os gêneros textuais são textos que possuem funcionalidade e objetivo, bem como linguagem e público-alvo específicos, é possível afirmar que: e) Os agrupamentos de gênerossão feitos considerando as regularidades e as transferências linguísticas de cada gênero. No entanto, cada um deles possui características diferentes, o que exige adaptações para o seu ensino.
6) Leia o fragmento a seguir sobre a alfabetização:
"Um olhar histórico sobre a alfabetização escolar no Brasil revela uma trajetória de sucessivas mudanças conceituais e, consequentemente, metodológicas. Atualmente, parece que de novo estamos enfrentando um desses momentos de mudança – é o que prenuncia o questionamento a que vêm sendo submetidos os quadros conceituais e as práticas deles decorrentes, que prevaleceram na área da alfabetização nas últimas três décadas: pesquisas que vêm identificando problemas nos processos e resultados da alfabetização de crianças no contexto escolar, insatisfações e inseguranças entre alfabetizadores, perplexidade do poder público e da população, diante da persistência do fracasso da escola em alfabetizar, evidenciada por avaliações nacionais e estaduais, vêm provocando críticas e motivando propostas de reexame das teorias e práticas atuais de alfabetização. Um momento como este é, sem dúvida, desafiador, porque estimula a revisão dos caminhos já trilhados e a busca de novos caminhos, mas é também ameaçador, porque pode conduzir a uma rejeição simplista dos caminhos trilhados e a propostas de solução que representem desvios para indesejáveis descaminhos." (Revista Pátio, n.29, 2004, p. 96). Com base na leitura feita e nos seus conhecimentos, em relação à necessidade de um reexame das teorias e práticas atuais de alfabetização, pode-se afirmar que: d) Deve-se fazer um reexame somente das práticas que deram errado e manter aquelas que têm trazido resultados positivos.
7) Como vimos, o conceito de letramento é recente e surgiu a partir da necessidade de se pensar comportamentos e práticas sociais na área da leitura e da escrita, que vão além do domínio do sistema alfabético e ortográfico, bem como de um determinado nível de aprendizagem da língua escrita perseguido pela tradição do ensino de língua.Sobre as habilidades de alfabetização e letramento, pode-se afirmar que: b) Em um passado não muito distante, se uma pessoa soubesse assinar o próprio nome e redigir um bilhete seria considerada alfabetizada. Hoje, no entanto, ler e escrever, de forma mecânica, não garante que o indivíduo consiga uma interação razoável na sociedade.
8) Como estudado, o conceito de letramento, apesar de novo, surge de uma necessidade de se pensar as necessidades linguísticas e textuais, dos indivíduos, isto é pensar indivíduos que, além de dominarem a leitura e a escrita, fazem uso eficaz e competente das mesmas.Sobre o conceito de letramento, só NÃO se pode afirmar que: e) Saber ler e escrever garante a uma pessoa a interação plena com os diferentes tipos de textos que circulam na sociedade.
9) Os gêneros textuais funcionam como rituais ou pactos sociais, ou seja, tratam-se de uma institucionalização de alguns usos da linguagem, a partir da recorrência de usos caracterizados, por grupos de pessoas pertencentes a uma mesma organização social. Sobre os gêneros textuais, pode-se afirmar que: a) Uma sociedade, bem como os gêneros textuais que a mesma utiliza e elege para si, se organiza a partir de práticas sociais legítimas/reconhecidas.
10) Leia o trecho que segue:
"Para além da memorização mecânica de regras gramaticais ou das características de determinado movimento literário, o aluno deve ter meios para ampliar e articular conhecimentos e competências que possam ser mobilizados nas inúmeras situações de uso da língua com que se depara, na família, entre amigos, na escola, no mundo do trabalho". (MEC, 2000, p. 55). Em relação à prática de letramento e uso dos gêneros textuais, pode-se afirmar que: c) O aluno letrado é capaz de consumir e produzir variados gêneros textuais, que circulam na sociedade e com os quais o mesmo tenha contato e necessidade de uso.
11) Leia o trecho que segue e responda ao que se pede. 
"Ao entrarem na escola, os alunos já trazem consigo uma bagagem de conhecimentos. Com certeza já puderam visualizar muitas coisas escritas como cartazes, placas, faixas, jornais, revistas, embalagens etc, e provavelmente, entendem que a escrita tem algum significado, embora ainda não a compreendam." (DORO, 2010). 
A partir da leitura do trecho e dos seus conhecimentos, em relação à bagagem trazida pelos alunos, pode-se afirmar que: d) sempre deve ser considerada, uma vez que as experiências e a bagagem dos estudantes devem ser utilizadas como matéria-prima viva, do processo de alfabetização.
12) Leia o trecho que segue e responda ao que se pede. 
"Conforme a classe social da pessoa, as experiências com a leitura e a escrita poderão variar. Em certas famílias, a leitura e a escrita fazem parte da vida cotidiana, em outras, de classe social pobre, os atos de leitura e de escrita são raros ou mesmo inexistentes, seja porque as pessoas não aprenderam a ler seja porque suas condições de vida e de trabalho não exigem o uso da língua escrita. As motivações das pessoas são diferentes e a escola se engana quando supõe que a leitura e a escrita têm o mesmo sentido para todos." (CARVALHO, 2002, apud DORO, 2010).A partir da leitura do trecho e dos seus conhecimentos, sobre a prática de leitura e escrita, pode-se afirmar que: c) fazem parte da vida cotidiana, em algumas famílias e, em outras, não. A importância dada à leitura e à escrita advém da história de cada um.
13) Leia o trecho que segue e responda ao que se pede. 
"Algumas pesquisas de autores contemporâneos acreditam que se a alfabetização for conduzida de forma a demonstrar que a leitura e a escrita têm função aqui e agora, e não apenas num futuro distante, incerto e imprevisível, o indivíduo poderá ter maior motivação para o esforço que a aprendizagem exige. Portanto, o trabalho de despertar o aluno para a compreensão da representação da fala através da língua escrita, serve de alicerce para o desenvolvimento de uma alfabetização significativa para os alunos." (DORO, 2010).
A partir da leitura do trecho e dos seus conhecimentos, aponte a alternativa que NÃO condiz como estratégia de aguçar a curiosidades dos estudantes em relação à leitura e à escrita.
d) Trabalhar apenas com textos literários, a fim de construir uma visão erudita de leitura e escrita, nos alunos.
14) Leia o trecho que segue e responda ao que se pede. 
"Levar ao alcance dos alunos diferentes portadores de texto, pode ser uma forma de incentivar a leitura e a escrita na fase de alfabetização. Cartas, listas, histórias, poesias, bilhetes, entre outros, poderão mostrar aos alunos a amplitude do mundo letrado e despertará a curiosidade para explorar cada vez mais este mundo. O trabalho com contas de água, luz e telefone, dinheiro (notas e moedas) e cheques ou documentos pessoais como carteira de trabalho, de identidade, título de eleitor também é um ótimo suporte para que o aluno saiba a utilidade da escrita e da leitura, pois são instrumentos utilizados no dia-a-dia das pessoas próximas e nas brincadeiras de faz-de-conta das próprias crianças." (DORO, 2010, p.6 - Adaptado).
A partir da leitura do trecho e dos seus conhecimentos, aponte a alternativa que NÃO se configura como uma estratégia de trabalho com a escrita, a partir da perspectiva do letramento: e) O ideal é que o professor desenvolva um projeto pedagógico que trabalhe a escrita do nome como centro da alfabetização e que envolva atividades lúdicas, de escrita e leitura.
15) Leia o trecho que segue e responda ao que se pede. 
"Durante muito tempo a alfabetização foi entendida como mera sistematização do “B + A = BA”, isto é, como a aquisição de um código fundado na relação entre fonemas e grafemas. Em uma sociedade constituída em grande parte por analfabetos e marcada por reduzidas práticas de leitura e escrita, a simples consciência fonológica que permitia aos sujeitos associar sons e letras para produzir/interpretar palavras (ou frases curtas) parecia ser suficiente para diferenciar o alfabetizado do analfabeto. Como tempo, a superação do analfabetismo em massa e a crescente complexidade de nossas sociedades fazem surgir maiores e mais variadas práticas de uso da língua escrita. Tão fortes são os apelos que o mundo letrado exerce sobre as pessoas que já não lhes basta a capacidade de desenhar letras ou decifrar o código da leitura. Seguindo a mesma trajetória dos países desenvolvidos, o final do século XX impôs a praticamente todos os povos a exigência da língua escrita não mais como meta de conhecimento desejável, mas como verdadeira condição para a sobrevivência e a conquista da cidadania. Foi no contexto das grandes transformações culturais, sociais, políticas, econômicas e tecnológicas que o termo "letramento" surgiu , ampliando o sentido do que tradicionalmente se conhecia por alfabetização." (COLELLO, 2015). A partir desse raciocínio, pode-se afirmar que: a) A sociedade atual exige mais dos usuários da língua, visto que se trata de uma sociedade textualizada.
16) Tanto o brinquedo como o desenho possuem significados, para a criança, como simbologismos de primeira ordem. O mesmo ocorre com os gestos, que constituem a primeira representação do significado, para a criança. Aponte a alternativa que trata corretamente a relação gestos-signos, na educação infantil: a) O reconhecimento e compreensão dos signos ocorre depois da fase dos gestos, pois estes são a primeira representação de significados da criança, enquanto aqueles tratam-se de uma representação mais complexa.
17) Primeiro, a criança simboliza objetos ou ações. Mais tarde, percebe que pode representar a fala graficamente. Sobre o processo de aprendizagem da escrita, NÃO se pode afirmar que: e) A criança é capaz de perceber sozinha as características da língua escrita, dispensando intervenções práticas por parte do educador.
18) Pode-se ensinar a língua escrita, para a criança, a partir da pré-escola, pois ainda que sejam novas, elas são capazes de perceber a função simbólica da escrita, por isso, deve-se atentar às fases de aprendizagem da criança. Por exemplo: entre 3 e 6 anos, a criança já domina signos arbitrários e progride na atenção e na memória. (DORO; ALENCAR, 2010 - Adaptado.).Sobre o ensino da linguagem escrita, pode-se afirmar que: c) É papel do educador organizar o ensino, de forma que a leitura e a escrita se tornem necessárias às crianças, e que elas vejam sentido em tais práticas.
19) No processo de alfabetização, os momentos e etapas que o aluno analfabeto deverá vencer para atingir o seu objetivo não diferem de um indivíduo para outro. (DORO; ALENCAR, 2010). Aponte uma alternativa que NÃO apresenta uma etapa a ser vencida por um aluno analfabeto, no processo de alfabetização: e) Não é necessário que o aluno entenda o conceito da unidade de palavra, e que esta é o cerne da relação simbólica essencial numa mensagem linguística.
20) A linguagem envolve as variadas formas de comunicação desenvolvidas entre as pessoas. No caso da linguagem verbal, trata-se daquela que se dá por meio das palavras. A não verbal, por sua vez, é aquela representada por imagens, sons, fotografias, gestos etc. O semáforo, o apito do juiz numa partida de futebol, o cartão vermelho, o cartão amarelo, uma dança, o aviso de “não fume” ou de “silêncio”, o bocejo, a identificação de “feminino” e “masculino”, através das figuras, na porta do banheiro e as placas de trânsito SÃO EXEMPLOS DE QUE TIPO(S) DE LINGUAGEM? b) Não verbal.
21) Uma nova abordagem com ênfase nas interações sociais surgiu em meados dos anos de 1990, trazendo um olhar diferenciado sobre as práticas de ensino da língua para o cenário educacional. Esta abordagem serviu de base teórica para um amplo movimento de revisão de propostas curriculares de secretarias de educação. Que abordagem é esta? b) Abordagem sociointeracionista.
22) As condutas humanas são mediadas e organizadas pela linguagem. Dessa maneira, pode-se dizer que a linguagem é interação, uma forma de ação que se realiza através do discurso situado e partilhado socialmente. Que tipo de construção é esta? e) Construção dos discursos pelos sujeitos e entre eles.
23) Discutir, argumentar, convencer, contar casos, dar opiniões, conselhos, passar receitas e fazer declarações de amor são exemplos de situações nas quais língua e linguagem são utilizadas pelos indivíduos ao longo da vida. Portanto, sobre língua e linguagem, do ponto de vista sociointerativo, pode-se considerar CORRETO apenas a afirmativa: a) Elas se manifestam por meio do discurso, que se constrói em um contexto social e histórico, por sujeitos reais, que utilizam a língua para promover diferentes ações de linguagem.
24) A concepção sociointeracionista e discursiva volta-se para o ensino da língua quanto aos seus usos e promove uma revisão sobre as práticas de linguagem. Sendo assim, pode-se dizer que o objeto de ensino da concepção sociointeracionista se constitui: e) do texto empírico, atualizado em diferentes gêneros textuais que podem ser orais e/ou escritos.
25) Algumas convenções linguísticas ocorrem na sociedade para organizar a nossa forma de viver e de nos relacionarmos com os textos. Tais convenções organizam a fala e a escrita em meio às situações e contextos. Sem elas, seria difícil a ocorrência da comunicação da forma como a conhecemos e aprendemos. Esta descrição se refere aos: a) Gêneros do discurso.
26) A criança está preparada para o processo de assimilação e acomodação daquilo que lhe é ensinado. Ela é capaz de internalizar conhecimentos e conferir sentido a eles, pois nasce como um ser ativo. Com base nisso, o que faz-se necessário, inicialmente, para que isso ocorra? Assinale a alternativa CORRETA. b) Interação com a mãe ou com outro adulto.
27) A criança se apropria de conhecimentos, como a variedade de objetos, a ampliação do vocabulário, por meio da linguagem oral, e aprende a se comunicar emocionalmente. Essas transformações significativas ocorrem em que período da infância? a) Nos três primeiros anos de vida.
28) As atividades chamadas de principais são aquelas responsáveis pelo máximo desenvolvimento do indivíduo. Ao realizá-las, a criança aprende e, consequentemente, se desenvolve. Quais são essas atividades realizadas por elas? a) Brincadeiras nas quais a criança é capaz de imitar os adultos e representar simbolicamente o que ainda não sabe fazer sozinha.
29) A educação infantil é um dos principais meios sociais em que a criança é inserida. O professor é o parceiro mais experiente, aquele que media as relações entre as crianças e a cultura construída histórica e socialmente, e entre elas e os adultos. Isso ocorre em que situação de comunicação feita de maneira intencional? c) Situação de comunicação com uso da oralidade.
30) Desde o nascimento, a criança está inserida em diferentes ambientes nos quais se comunica com outras crianças e com os adultos. Ela apropria-se da comunicação por meio de imitações. Ao longo desse processo, a aprendizagem se torna mais complexa. Diante disso, percebe-se que, essencialmente, tanto na educação infantil quanto nas situações de aprendizagem e de comunicação em geral existe o aspecto: d) social.
31) Leia a seguir um fragmento do artigo A literatura infantil nos primeiros anos escolares e a pedagogia de projetos, de Cíntia Maria Basso: 
"Ouvir e ler histórias é entrar em um mundo encantador, cheio ou não de mistérios e surpresas, mas sempre muito interessante, curioso, que diverte e ensina. É na relação lúdica e prazerosa da criança com a obra literária que temos uma das possibilidades de formarmos o leitor. É na exploração da fantasia e da imaginação que instiga-se a criatividade e se fortalece a interação entre texto e leitor. Quem de nós não lembra com saudades das histórias lidas e ouvidas quando crianças? Daquela historinha contada por nossos pais ao pé da cama antes de dormir? Ou daquela contada e interpretada pela professora nas primeiras séries do ensino fundamental? Na interação da criança com a obra literária está a riqueza dos aspectos formativos nela apresentados de maneira fantástica, lúdica e simbólica.A intensificação dessa interação, através de procedimentos pedagógicos adequados, leva a criança a uma maior compreensão do texto e a uma compreensão mais abrangente do contexto. Uma obra literária é aquela que mostra a realidade de forma nova e criativa, deixando espaços para que o leitor descubra o que está nas entrelinhas do texto." Sobre o trabalho com a literatura infantil nas séries iniciais, pode-se afirmar que: c) Uma obra literária deve mostrar a realidade de maneira criativa, permitindo ao leitor descobrir aquilo que está nas entrelinhas do texto.
32) Leia o fragmento a seguir: 
"Enquanto estamos participando verdadeiramente de uma atividade lúdica, como a contação de uma história de literatura infantil, não há lugar, na nossa experiência, para qualquer outra coisa, além dessa própria atividade. Não há divisão. Estamos inteiros, plenos, flexíveis, alegres, saudáveis. Poderá ocorrer, evidentemente, de estar no meio de uma atividade lúdica e, ao mesmo tempo, estarmos divididos com outra coisa, mas aí, com certeza, não estaremos verdadeiramente participando dessa atividade. Estaremos com o corpo aí presente, mas com a mente em outro lugar e, então, nossa atividade não será plena e, por isso mesmo, não será lúdica." (LUCKESI, 2002, p. 9-4).Com base na leitura do fragmento em destaque, marque a alternativa que NÃO trata de uma forma de trabalho com obras literárias infantis que desenvolve a imaginação da criança: d) Alfabetização a partir de obras literárias.
33) Leia o fragmento a seguir: 
"Nesse mundo, onde a crença em fadas, gigantes, anões, bruxas, castelos encantados, elixires, tesouros, fontes da juventude, quebrantos e países utópicos e mágicos era disseminada, crianças e adultos sentavam-se lado a lado nas praças públicas, durante as festas, ou à noite, após o trabalho, para escutar os contadores de histórias." (AZEVEDO, 1999). Entre as alternativas, qual delas se refere adequadamente ao período histórico descrito acima? 
a) Medieval.
34) Leia o fragmento a seguir: 
"Por literatura infantil entendo um conjunto de textos – escritos por adultos e lidos por crianças – que foram paulatinamente sendo denominados como tal, em razão de certas características sedimentadas historicamente, por meio, entre outros, da expansão de um mercado editorial específico e de certas instâncias normatizadoras, como a escola e a academia." (MORTATTI, 200).
Em relação aos textos de literatura infantil e a seu processo de escrita, pode-se afirmar, EXCETO, que: d) O público-alvo dos textos de literatura infantil é formado apenas por crianças. Elas têm interesse direto em tais publicações, e não cabe ao educador ou à família a escolha do que será lido.
35) Leia o fragmento a seguir: 
"Considerando a literatura, a motivação estética, o discurso ficcional, poético e não utilitário, faz sentido falar em livros dirigidos a determinadas faixas etárias? Seria válido dividir a complexa realidade humana, matéria-prima da arte, em abstratos grupos de idade? É possível tratar a infância como uma massa homogênea de pessoas? Para determinar graus de escolaridade talvez sim, mas para falar em experiência existencial? No caso dos livros didáticos, a divisão dos assuntos em faixas etárias parece ser um procedimento bastante razoável. Pensamos no conteúdo de determinada matéria, com contornos nítidos, organizado num grau crescente de dificuldades, dividido em tantos anos letivos, transmitido de forma objetiva a indivíduos com, mais ou menos, as mesmas características e no mesmo estágio físico e neurológico." (AZEVEDO, 1999).
Pensando-se na existência de livros de literatura infantil, contendo um discurso subjetivo, ficcional e poético, não didático (não utilitário), por princípio, o mesmo procedimento de indicação de faixa etária do material didático seria válido? c) Não, pois a literatura infantil é uma forma de arte, e ela não deve ser definida pela faixa etária. A arte deve ser sentida e vivida por aquele que compõe seu público-alvo.
36) O processo de leitura não significa apenas reconhecer palavras e frases. É necessário que o leitor compreenda o texto e também descubra os significados implícitos dentro deste, os quais não se percebe com uma leitura superficial. Nessa perspectiva, sobre a leitura, é possível afirmar que: b) Lendo, deciframos desde signos mais simples, como placas nas ruas, até signos mais complexos, como uma poesia cheia de metáforas cujo sentido demoramos a compreender.
37) "Comunicação é um termo que raro emprego, embora reconheça cada vez mais a sua pertinência. Trata-se da maneira contemporânea, pós-moderna, de fazer referência ao simbolismo (não no sentido simples do termo, simbólico, mas na acepção freudiana e lacaniana de simbolismo). Não seria errado também falar em comunicação por referência aos novos pensamentos místicos, caso se tome por essencial a ideia de conjunção: a comunicação é que nos liga ao outro. Para usar o meu vocabulário habitual a comunicação é o que faz reliance (religação). A comunicação é cimento social. Talvez eu fale tão pouco de comunicação porque para mim essa noção está implícita na socialidade." (Revista FAMECOS, 2003, p.1). Sobre o processo de comunicação é CORRETO afirmar: b) Por meio da comunicação, as pessoas criam uma forma de pensar para que possam reconhecerem-se como membros participativos de uma dada cultura ou classe social.
38) Como vimos, o letramento se trata de uma necessidade de reconhecer e nomear práticas sociais de leitura e de escrita mais apuradas e complexas do que o simples ler e escrever, resultados da aprendizagem do sistema de escrita. Nesse sentido, é CORRETO afirmar sobre o letramento que: b) Ser letrado é mais do que ser alfabetizado, pois é preciso que o indivíduo interaja com a leitura e a escrita também em ambientes diferentes do escolar. Assim o mesmo consegue corresponder às expectativas da sociedade atual.
39) O “letramento” vem da necessidade de caracterizar aquele que sabe fazer uso do ler e do escrever, ou seja, aquele que consegue cumprir as exigências da sociedade atual, que é uma sociedade textualizada. Sob essa perspectiva, o letramento deve ser compreendido como: 
e) Não basta só saber ler e escrever, o indivíduo letrado deve transitar nos vários ambientes sociais, fazer escolhas eficazes de produção e leitura e dar conta de traçar e perseguir objetivos textuais.
40) A escola, através de sua estrutura curricular, organiza temporalmente os processos de ensino-aprendizagem. Em meio a esses processos ocorre a construção do letramento. Aponte a alternativa em que NÃO há fatores que possibilitam a construção do letramento: 
d) Acesso a um processo de alfabetização precário, do ponto de vista do ensino.

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