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NATAÇÃO
Teoria e Prática da Natação Para Iniciante
Fabiano Bomfim Rosa
Gabriel Henrique Gomes Campanhole
Pedro Paulo Bosio Ricart
Simone Dias Calmon Moreira Patrício
Tutor: Keyla de Arruda Lyra e Silva
Centro Universitário Leonardo Da Vinci – UNIASSELVI
Educação Física (BFE0418) – Seminário Interdisciplinar
SERRA/ES
12/2019
RESUMO
A natação é definida como a ação de nadar, e pode ser considerada como um exercício, esporte ou atividade física, é praticado tanto pelo homem quanto por animais aquáticos. Neste trabalho apresentamos suscintamente um relato de sua história, modalidades, benefícios e algumas curiosidades. Praticada desde os primórdios, a natação que conhecemos hoje é dividida em vários estilos, que por sua vez, foram criados em épocas diferentes. No século XIX se tornou um esporte oficial, sendo que a primeira competição de atletas ocorreu em território australiano no ano de 1858. Em seguida, tornou-se popular nos Estados Unidos, Inglaterra e por toda Europa. Em 1896 passa a fazer parte dos jogos Olímpicos. Chega ao Brasil somente em 1897, quando foi fundado no Rio de Janeiro a União de Regatas Fluminense, sendo o primeiro campeonato foi realizado em 1898. A natação é estruturada basicamente em quatro estilos: Crawl, Peito, Costa e borboleta com suas particularidades e técnicas. Pode ser praticada por todos os grupos de pessoas, desde bebês, gestantes até mesmo idosos. Utilizada por inúmeros fatores, dentre eles: fisioterapêuticos, esportivos, preventivos ou até mesmo lazer. 
Palavras-chave: Natação 1 ; Esporte 2 . Modalidades 3 
1 INTRODUÇÃO
Durante a evolução, por questões de sobrevivência e adaptação, o homem precisou desenvolver formas de deslocamento em meio líquido, sendo iniciado o que chamamos hoje de Natação. Atualmente a natação possui grande procura devido aos inúmeros benefícios que a prática pode oferecer, dentre eles: melhora no condicionamento físico, desenvolvimento motor e considerável contribuição para circulação sanguínea.
Aprender a nadar é de grande valia para o indivíduo de qualquer faixa etária. Suas valências no desenvolvimento da aptidão física, no desenvolvimento cognitivo e motor, favorecendo também a socialização, a cooperação e a interação na sociedade. 
Com a natação sendo praticada desde a infância, a formação do indivíduo ocorre tanto nos níveis social e biológico, conforme afirmam Correa e Massaud (1999): 
A natação durante anos vem contribuindo de forma notável para o desenvolvimento das faculdades humanas, sendo também um importante instrumento pedagógico. Com a ampliação para atividades aquáticas visamos favorecer o processo de socialização dos jovens, ao acostumá-los a orientarem sua conduta de acordo com um sistema de regras gerais; estimular o entusiasmo pela superação de dificuldades seja ele guiado pelo espírito competitivo ou pelo desejo de vencer pessoalmente um desafio físico ou intelectual; e a própria capacidade física, psíquica e intelectual, além de uma saudável forma de diversão (p.174).
A prevenção de afogamentos também é um fator importante, levando em consideração os números elevados nas estatísticas de crianças e jovens que se afogam diariamente. Praticada no mundo inteiro, a natação é um exercício que proporciona um condicionamento físico completo a pessoas de todas idades. Além de um esporte que inclui provas em competições nacionais e internacionais. 
2 DESENVOLVIMENTO
2.1 – ORIGEM 
Não há como determinar com precisão a data em que a prática da natação foi iniciada. Registros mostram sua prática desde a antiguidade. A natação adaptada se popularizou em diversos países a partir da II Guerra Mundial, e as primeiras competições em Olimpíadas aconteceram em Roma (1960). Greguol (2010, p. XIII) cita que “quer seja com finalidade de lazer, saúde ou profissional, a natação deve ser encarada como uma alternativa viável, exequível e extremamente benéfica”. Estima-se que 14,5% da população brasileira apresente algum tipo de deficiência intelectual, sensorial, motora ou múltipla, sendo a deficiência entendida como uma condição que leva a pessoa normal a ter algum tipo de restrição em um ou mais dos fatores acima citados. O percentual de brasileiros que apresentam algum tipo de deficiência sinaliza para a importância da construção de espaço adequado à prática esportiva por essas pessoas, requisitando que as instituições de ensino superior auxiliem na formação de profissionais capacitados bem como que mais políticas públicas de incentivo ao esporte adaptado sejam elaboradas e aperfeiçoadas. 
2.2 – INICIAÇÃO, SEUS METODOS E BENEFÍCIOS
Assim como toda modalidade esportiva, a natação possui métodos de iniciação, aperfeiçoamento e treinamento. A iniciação é o primeiro contato do indivíduo com o meio aquático. São os primeiros receios e medos que o profissional da área deve auxiliar o aluno a perder. O primeiro contato do aluno com o ambiente aquático ou a adaptação ao meio líquido, serve para conhecer o ambiente externo da piscina. Conhecer a resistência da água, fazer os primeiros contatos da face na água e fazer o aluno se sentir o mais confortável possível naquele ambiente. Após esse primeiro contato o aluno deverá iniciar os treinamentos para a flutuação em várias posições. A respiração é o próximo passo do treinamento. Alguns autores consideram esse passo o mais importante no aprendizado pois com o seu domínio, todos os outros passos serão executados com mais segurança. Exercícios de propulsão são o próximo passo da aprendizagem. Pode ser feito com alternância de movimentos entre os membros superiores e inferiores e, após com movimentos combinados entre os mesmos membros. Por fim, porém não menos importante, mergulhos e saltos a partida da borda da piscina sempre visando a entrada da cabeça aluno na água. Estes são os processos de aprendizagem e adaptação do indivíduo ao meio aquático. Vale seja qual idade do aluno. Todos esses exercícios devem ser supervisionados por um profissional da área e a presença do profissional dentro da piscina é indispensável.
No ensino da natação, fica claro que o conteúdo procedimental está relacionado a ensinar o que fazer, como a respiração aquática, as diferentes possibilidades de flutuação e de propulsão, a coordenação de elementos como braçadas, pernadas e respiração, a aprendizagem de saídas e viradas. Mas nada disso vale se não for passado para o aluno o conhecimento do meio aquático. As sensações que esse meio proporciona são essenciais para o desenvolvimento dos treinamentos. Os conceitos da natação devem ser apresentados de acordo com a capacidade cognitiva de compreensão do aluno. Porém, ao experimentar variadas ações e posições do corpo, as aulas de natação favorecem a estrutura do esquema corporal com a percepção do próprio corpo, bem como possibilita a melhoria da noção de espaço graças a exploração do meio aquático com o corpo de diferentes formas. 
A prática da natação, assim como muitas outras atividades, favorece a socialização, a cooperação, o respeito aos limites físicos e psicológicos dos colegas, sendo excelentes recursos para as aulas, especialmente com crianças e jovens. É muito importante que o professor de natação enxergue na sua prática pedagógica muito além de “saber fazer”, incluindo estímulos cognitivos, sociais e afetivos nas suas aulas. 
Neste sentido, Greco e Benda (1998, p. 157), afirma que:
Aprender é um processo essencial na vida do ser humano e constitui uma parte indissociável na formação de sua personalidade, através do qual este se expressa, se adapta e interage com o ambiente que o rodeia. Em cada nível de performance do indivíduo deve existir uma inter-relação harmônica do desenvolvimento das capacidades inerentes do rendimento motor. Por este motivo, é importante que o processo de ensino-aprendizagem treinamento do aspecto motor ocorra em concordância com o desenvolvimento cognitivo e afetivo do indivíduo.
Ensinar a nadar requer estruturação dos objetivos, estratégias e métodos que serão utilizados, idealmente diferenciados de acordocom a faixa etária e nível de habilidade aquáticas, dos nossos alunos. A partir desse momento faremos uma revisão sobre as indicações de alguns autores para a organização de aulas, começando com as direcionadas a bebês. Deve se observar nos primeiros anos de vida da criança que o desenvolvimento de reflexos, como chute e braçadas, é aperfeiçoado com o passar dos anos na natação. Os movimentos vão se aliando de forma progressiva até que a criança comece a coordenar seus movimentos. Estes fatores devem ser analisados de forma individual, respeitando a faixa etária e o potencial de aquisição de habilidade de cada criança.
A natação para bebês deve estar fundamentada no desenvolvimento motor, cognitivo e socio afetivo, uma vez que devemos respeitar a capacidade de aprendizagem em função de aspectos maturacionais. Do nascimento em diante, apresentamos características e potencias para a realização de tarefas que se relacionam diretamente ao amadurecimento do organismo. Quando não se considera o nível de prontidão para a aprendizagem; isto é, o momento correto para ensinarmos determinadas habilidades graças ao potencial de assimilação da criança, provavelmente estaremos cometendo erros no processo de ensino-aprendizagem. As atividades de adaptação ao meio aquático são de suma importância para o desenvolvimento das habilidades necessárias para a natação. A criança deve ser estimulada a vencer certas barreiras sobre o desconhecido e assim ir se adaptando e desenvolvendo. Exercícios de abertura dos olhos embaixo da água, saída da borda da piscina, flutuação e movimentação das pernas e braços vão auxiliar esse desenvolvimento. A partir dos três meses de vida os bebês já são considerados aptos para esse tipo de exercício é indispensável a presença dos pais ou responsáveis para que o lado emocional da criança não se altere muito. 
Um outro aspecto muito importante é a temperatura da água, já que crianças e bebês tendem a perder calor corporal muito rápido. Jogos, brincadeiras e músicas são sempre muito utilizados durante as aulas para que a criança se concentre melhor e se sinta mais à vontade. Esses métodos são utilizáveis com crianças de três meses a três anos de vida. Para criança de três a seis anos de idade, deve-se introduzir às aulas brincadeiras e elementos lúdicos pois estes possibilitam maior prazer, alegria e participação na descoberta do ambiente aquático. Ao propiciarmos brincadeiras, oportunizamos situações de saúde, segurança, lazer e recreação, independentemente do nível de habilidade aquática. De forma progressiva, o uso de atividades que desenvolvam os movimentos deve ser aplicado. Rohlfs (1999) denomina “aprendizagem da natação” ao período em que o aluno será estimulado a dominar satisfatoriamente a flutuação, a respiração e a propulsão, indicando que se inicie a partir dos quatros anos. A autora sugere como estratégia de ensino seguir os caminhos, ou etapas, propostos por David de Machado e recomenda muita atenção à motivação, com práticas divertidas e amenas, que levem à eliminação completa de qualquer tensão durante a imersão na água e confiança total do aprendiz. Segundo Greco; Benda (1999), a partir de sete anos deve ser oportunizado o refinamento das habilidades motoras, fundamentais, visando que sejam aperfeiçoados e combinados com bastante diversidade. Assim, é nesse momento que podemos iniciar o ensino dos nados; porém, conforme os autores citam, é a partir de dez anos de idade que a técnica dos nados deve começar a ser aperfeiçoada. 
A natação para adultos e adolescentes nas primeiras aulas não deve ser muito diferente da natação para crianças. A pouca intimidade com o meio aquático deve ser levada em consideração em qualquer faixa etária. Logo, deve-se estimular os primeiros movimentos do aluno sempre almejando uma completa adaptação ao meio aquático. Conforme ele progride, aumentando a complexidade dos exercícios e solicitamos a combinação de mais movimentos. Se no primeiro momento ele irá treinar a respiração aquática, com sua evolução solicitaremos que coordene pernadas com respiração, braçadas com respiração, até o momento em que conseguirá realizar os movimentos dos nados sem tenções desnecessárias e sentimentos de frustação por não conseguir realizar determinadas atividades.
2.3 - OS QUATRO ESTILOS
A natação é estruturada basicamente em quatro estilos: crawl, costas, peito e borboleta. No preparo e desenvolvimento das aulas, é interessante ter turmas com níveis diferentes de solicitação em função das habilidades aquáticas dos alunos, especialmente com relação aos nados. Assim, uma divisão básica consistiria em agrupar indivíduos que não sabem nenhum nado objetivando inicialmente a aprendizagem do crawl e costas; e oferecer turmas de aperfeiçoamento do crawl e costas a aprendizagem dos nados peito e borboleta para alunos mais avançados. Abaixo detalhamos brevemente cada tipo de nado.
Estilo Crawl
“No estilo crawl, os braços do nadador realizam uma espécie de s alongado. Durante o tempo todo, o nadador se mantém com a barriga para baixo. Depois de ter mergulhado, o nadador necessita de seguir todos os passos para realizar o nado crawl corretamente. Nesse estilo, os braços respondem por 75% da propulsão e as pernas por 25% em média. Os braços são responsáveis pela velocidade. Na fase de propulsão, debaixo da água o braço faz um movimento parecido com um ponto de interrogação “?” ou um “S”. Com isso, o nadador consegue “empurrar” mais água e aumentar a sua propulsão verdadeira. Depois segue-se a fase fora da água, em que os braços devem ser projetados à frente, com os cotovelos dobrados e a ponta dos dedos ficando na diagonal, isto é, o polegar virado para baixo. A principal diferença entre o tronco do nado crawl e a remada na prancha é a postura dos cotovelos no movimento.” 
Estilo Costas
“Na natação de costas, o competidor fica de barriga para cima (decúbito dorsal) e as pernas têm muito mais importância do que no crawl. Existem várias maneiras de nadar de costas. A mais comum é o crawl de costas, em que os braços giram alternadamente como se fossem hélices. Na fase aérea, o braço se mantém estendido e depois é levantado sempre na linha do ombro. Normalmente, os técnicos dizem: sai o dedão (dedo polegar) entra o dedinho (dedo mínimo), para explicar o movimento giratório dos braços. O batimento das pernas seguem o padrão natural baseado na fórmula de seis batimentos para um ciclo completo de braçadas. Para aumentar a eficiência da batida de pernas, os joelhos devem ficar o tempo todo dentro da água.”
Estilo Borboleta
Historicamente o nado atual nasceu do nado clássico (peito), evoluiu para o nado borboleta (com perna de peito e braço apresentando o movimento simultâneo com recuperação aérea) e, então, para o nado golfinho, com ondulação do corpo e movimentos simultâneos verticais das pernas. Em competição, as provas, no Brasil, são chamadas de borboleta, podendo também ser chamado de nado golfinho. O nado borboleta assemelha-se ao crawl. As pernas e os braços movem-se de modo parecido, com a diferença de que as pernas e os braços se mexem ao mesmo tempo. Nesse estilo, também não há uma compensação de ombros, isto é, o nadador não realiza o movimento rotatório dos ombros e dos quadris, quando ocorrer a passagem da água. Por isso, ele exige do nadador mais força para enfrentar a resistência da água e é também bastante cansativo.
Estilo Peito
“Para os iniciantes, recomenda-se, em primeiro lugar, a aprendizagem correta da batida de pernas. Esse movimento é de grande importância para a sustentação, o equilíbrio e a impulsão do nadador. Inicialmente, as pernas devem ser estendidas fortemente para trás. No momento em que as pernas são esticadas, o corpo tende a ficar na horizontal. No início da primeira braçada após a saída e a cada volta, o nadador deve estar sobre o peito. Ocasionalmente, o nadador pode ter um braço ligeiramente mais alto que o outro, mas se os movimentos dos braços são simultâneos e no mesmo plano horizontal, o estilo está correto. Todos os movimentos das pernasdevem ser simultâneos e no mesmo plano horizontal, sem movimentos alternados. Os pés devem estar virados para fora durante a parte propulsiva da pernada.”
2.4 PLANEJAMENTO DAS AULAS
O professor pode planejar melhor suas aulas e atender às características dos grupos com organização, eficiência e segurança. Para adultos, Massaud e Corrêa (2008) ressaltam que o professor deve estar muito atento às características dos seus alunos, adotando um planejamento flexível e o diálogo constante, com uma metodologia no qual o aluno é sujeito ativo do seu aprendizado. O outro aspecto apontado pelos autores se refere à motivação dos alunos: o professor deve ser um incentivador e usar exemplos de sucesso na aprendizagem, pois não erraram que indivíduos adultos não se sintam capazes de aprender a nadar. Além disso, aspectos como medo e vergonha podem dificultar a aprendizagem. Uma sugestão muito interessante dada por eles é a filmagem da primeira aula, possibilitando uma comparação conforme ele progride a adquire novas habilidades aquáticas; além disso, o professor deve investigar quais são as expectativas dos seus alunos, seus objetivos e metas, para assim, planejar melhor suas aulas e aumentar o sucesso do seu planejamento. 
Existem três tipos de turma para o indivíduo adulto. A de adaptação, a de já adaptados e a de quem já sabe nadar. Os aspectos que são considerados para os adultos também se aplicam aos idosos, porém as características do envelhecimento devem ser levadas em consideração. A redução da forca, da flexibilidade, da coordenação motora, do equilibro, da aptidão cardiorrespiratório e de outras capacidades físicas, associadas a decréscimos adutivos e visuais, podem estar presentes em maior ou menor grau nos alunos a partir da maturidade. Dessa maneira, além de ensinar a nadar, caso esse seja o objetivo do indivíduo, deveremos priorizar a melhoria da aptidão física de maneira global, pois está diretamente ligada à realização das atividades da vida diária, como vestir-se, banhar-se, descolar-se, com autonomia e independência, fator primordial para a qualidade de vida satisfatória. 
As atividades físicas praticadas por idosos devem ter como metas retardar o processo de envelhecimento, possibilitando que tenham uma vida com mais qualidade. As propriedades físicas do meio aquático possibilitam muitos ganhos aos alunos dessa faixa etária. De acordo com Mongmomery; Chambers (2013, p. 14), “uma aula de natação de masters é uma sessão de treinamento estruturada, acompanhada por um treinador ou instrutor profissional e aberta a nadadores adultos e todos os níveis”. Para eles, os programas direcionados aos nadadores masters incentiva-os a terem estilos de vida fisicamente ativo em um ambiente seguro e recreativo, cabendo ao professor responsável selecionar os métodos de treinamento adequado, ensinar os nados com a sua mecânica adequada, auxiliar no estabelecimento de metas individuais e conjuntas com os atletas e zelar pela aplicação das regras da modalidade. 
3 CONCLUSÃO
Neste resumo vimos a importância da atividade física correlacionada a qualidade de vida do indivíduo. O lazer, prazer e o bem-estar estão sempre relacionados a atividade física de quando sequer um aumento na qualidade de vida. A prática da natação traz uma série de benefícios e muitos desses possuem relação ao meio aquático. O fortalecimento muscular, a respiração, a facilitação circulatória, a sensação de peso reduzida, o relaxamento físico e mental, além de aspectos relacionados ao desenvolvimento motor e cognitivo. 
A Natação pode ser praticada por todos os grupos de pessoas, e utilizada por diversos fatores, porém, assim como qualquer atividade esportiva, antes de praticar, o indivíduo deve procurar orientação de um profissional da área e passar por testes de avaliação médica.
REFERÊNCIAS
DE SOLZA SOARES, juliana. TEORIA E PRÁTICA DA NATAÇÃO. 1 ed. Rio de Janeiro: SESES 2016.
CORREA, C. R. F.; MASSAUD, M. G. Natação na pré-escola. 1ª Ed. Rio de Janeiro: Sprint, 2004.
GRECO, Pablo Juan, BENDA, Rodolfo Novellino. Iniciação esportiva universal: da aprendizagem motora ao treinamento técnico. Belo Horizonte: UFMG, 1998.
NATAÇÃO. Histórico, 2009. Disponível em www.cdof.com.br/natacao1.htm Acesso em: 04/12/2019.
Estilos Natação. Disponível em <https://pt.wikipedia.org/wiki/Categoria:Estilosnatacao> Acesso em 09/12/2019

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