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TÉCNICAS DE PANIFICAÇÃO E MASSAS
História do Pão
PERÍODO NEOLÍTICO (10.000 A.C. - 4.000 A.C)
O período Neolítico foi marcado pela mudança de sociedades nômades.
Metade da dieta neolítica era composta de caças, como cervo, faisão ou peixes. 
A outra metade consistia de nozes, frutas silvestres e grãos, incluindo centeio, espelta (um tipo de trigo mais rústico), painço e trigo.
Resposta a 09
2
PERÍODO NEOLÍTICO (10.000 A.C. - 4.000 A.C)
Durante esse período, protótipos de pães primitivos surgiram.
Formas de pastas.
Grãos deixados de molho em água.
Transição de comunidades nômades para sedentárias.
Europeus que viviam em áreas mais temperadas, desfrutavam mais.
Resposta a 09
3
PERÍODO NEOLÍTICO (10.000 A.C. - 4.000 A.C)
Tecnologia se desenvolvendo.
Processo dos grãos mudava.
Grãos deixados de molho em água.
A pasta primitiva passou a ser aquecida.
Se torna o alimento essencial na dieta dos Neolíticos.
Resposta a 09
4
PERÍODO NEOLÍTICO (10.000 A.C. - 4.000 A.C)
Os cereais são acabam de ser valorizados.
Consumido por comunidades inteiras.
Outro avanço Neolítico foram a criação de potes de cerâmicas, moinhos e fornos.
Resposta a 09
5
ANTIGUIDADE CLÁSSICA - EGITO E GRÉCIA (5.500 A.C. - 300 D.C.)
Europa e Oriente Próximo e Médio.
Grãos sendo sua fonte básica de alimentação.
Cultura grega e egípcia se tornaram as primeiras a realizar experimento com ingredientes e técnicas da panificação .
Foram encontrados sinais no Nilo e Egito, que agricultores já cultivavam Espelta, Trigo e Cevada a 4.000 a.C.
Resposta a 09
6
ANTIGUIDADE CLÁSSICA - EGITO E GRÉCIA (5.500 A.C. - 300 D.C.)
Os grãos definia os stattus da sociedade.
Ricos comiam pães mais claros.
Classe média pães com alguns grãos integrais.
Pobres pães integrais e espelta.
Resposta a 09
7
ANTIGUIDADE CLÁSSICA - EGITO E GRÉCIA (5.500 A.C. - 300 D.C.)
Os grãos eram colocados ao sol ou tostados para a separação das palhas.
Primeiros pães egípcios eram feitos com farinha de trigo, cevada ou espelta, água e sal.
As  sovas eram realizadas com as mãos e com os pés.
Resposta a 09
8
ANTIGUIDADE CLÁSSICA - EGITO E GRÉCIA (5.500 A.C. - 300 D.C.)
Após alguns tempos panificação se tornou arte.
O pão se tornou inovação gastronômica.
As  sovas eram realizadas com as mãos e com os pés.
Os pães fermentados surgiram por volta de 1500 a.C.
Resposta a 09
9
FERMENTAÇÃO E SUAS TEORIAS
1º Teoria:
O egípcios utilizavam cerveja no lugar da água para fazer o pão, assim acontecendo a fermentação.
2º Teoria:
Uma parte da massa foi esquecida em algum lugar, onde começou a fermentação natural, levando este pedaço de massa ao forno.
Resposta a 09
10
FERMENTAÇÃO E SUAS TEORIAS
Gregos e italianos utilizavam o processo de vinho para obter a fermentação.
Os gauleses usavam espuma de cerveja.
Resposta a 09
11
PÃO E CULTURA NA ANTIGUIDADE
Para gregos e egípcios, a produção de pão tornou-se o símbolo do que significava viver numa sociedade civilizada. 
No Egito, acreditava-se que “aquele de barriga vazia é quem reclama” (ibidem, 1999, p. 38). Barriga cheia garante a ordem.
Pães e bolos também desempenharam um papel importante na vida religiosa.
Resposta a 09
12
PÃO E CULTURA NA ANTIGUIDADE
A Grécia e o Egito foram os mestres pioneiros da filosofia, das artes, da construção e da agricultura. 
No ano 100 d.C., o imperador Trajano criou uma guilda de padeiros que deveria fornecer pão para a população à custa do Estado.
Resposta a 09
13
IDADE MÉDIA
A Idade Média se estendeu dos séculos V ao XV, começando com a queda do Império Romano. 
A Idade Média foi marcada pela drástica escassez de grãos.
Reconhecimento da profissão padeiro. E sua valorização.
Resposta a 09
14
IDADE MÉDIA
O declínio na produção e consumo de pães pode ser atribuído a uma cultura germânica, dominante e nômade. 
Por volta do ano mil da nossa era, a agricultura foi reintroduzida e a panificação começou finalmente a progredir.
Mudança foi iniciada pela Igreja Católica.
Resposta a 09
15
IDADE MÉDIA
Os anos 1.100 d.C. presenciam o desenvolvimento do ofício de padeiro. 
Por volta do ano mil da nossa era, a agricultura foi reintroduzida e a panificação começou finalmente a progredir.
O manuseio dos fornos era considerado um trabalho perigoso, chamdos de fornarii.
Resposta a 09
16
IDADE MÉDIA
E aqueles que preparavam a massa e as assavam, pistores. 
Guerra entre fornarii e pistores em 1200 d.C Paris.
A primeira guilda (grupo) de padeiros, chamada Tameliers, foi formada na França.
Resposta a 09
17
IDADE MÉDIA
Durante o século XIII (13), os pães eram feitos especialmente de trigo. 
Fundamental no crescimento urbano da Europa ocidental.
Resposta a 09
18
DA RENASCENÇA À REVOLUÇÃO INDUSTRIAL
Em 1635, Richelieu decretou que: 
“padeiros fabricantes de pãezinhos e pâtissiers não devem com- prar grãos antes das 11 horas no inverno e antes do meio-dia no verão; padeiros fabricantes de pães grandes não deverão comprar grãos antes das 2 da tarde. Isso permitirá que a população obtenha seus ingredientes primeiro. Padeiros deverão colocar uma marca indicativa nos seus pães, e man- ter pesos e medidas em suas padarias, sob pena de terem suas licenças recolhidas”
Resposta a 09
19
DA RENASCENÇA À REVOLUÇÃO INDUSTRIAL
A “guerra da fome” aconteceu (Montagné, 2001, p. 67), e resultou na famosa marcha de 1789 de Paris a Versalhes, com o povo gritando “Vamos pegar o padeiro e a mulher do padeiro” .
Resposta a 09
20
PANIFICAÇÃO NA AMÉRICA
Como os europeus migraram para a América do Norte, trouxeram a cultura da panificação como fonte principal de nutrição. 
Uma das primeiras descobertas alimentícias foi o milho.
O milho foi levado para a Europa onde o seu uso foi rapidamente disseminado.
Resposta a 09
21
PANIFICAÇÃO NO BRASIL
A primeira tentativa de plantar o trigo no Brasil data de 1530, por Martin Afonso.
Até o século XIX, devido à escassez de farinha de trigo. Os menos privilegiados consumiam o beiju de tapioca.
No século XIX surgem as primeiras padarias, com fornos ao estilo francês.
Consumo de trigo pelos brasileiros é de aproximadamente 9,73/ano, sendo 75% trans- formados em farinha.
Resposta a 09
22
PANIFICAÇÃO NO BRASIL
Consumo per capita de pão pelos brasileiros é de 27,54 kg pessoa/ano.
Esse índice é inferior ao recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que considera o consumo de 60 kg pessoa/ano como ideal.
No Sul e no Sudeste, por exem- plo, o consumo é de cerca de 35 kg pessoa/ano contra apenas 10 kg no Nordeste.
Resposta a 09
23
SUAS, M. Panificação e viennoiserie: abordagem profissional. Cengage Learning, 2012.

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