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CENTRO UNIVERSITÁRIO DO NORTE – UNINORTE/SER EDUCACIONAL CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM TEORIA AMBIENTALISTA DE FLORENCE: CASO CLÍNICO MANAUS-AM 2020 KELLEM SANTOS BATISTA LUIZ JAILSON FELIX DO NASCIMENTO LUIZ ROBERTO SOUZA PEREIRA TAYSON FERNANDO CASTILHO DA SILVA THAYLINE SANTOS DE LIMA TEORIA AMBIENTALISTA DE FLORENCE: SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM ( Trabalho teórico r ealizado pela disciplina Práticas de enfermagem III para obtenção de n ota parcial solicitado pelo Enfª . Soraia Tatikawa Campos, do Curso d e graduação em Enfermagem do Centro Universitário do Norte - UNINORTE . ) MANAUS-AM 2020 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO 4 2. APLICAÇÃO DOS FUNDAMENTOS AMBIENTALISTAS DE FLORENCE NIGHTINGALE 5 3. CASO CLÍNICO 6 4. DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM 7 5. PLANEJAMENTO 8 6. PRESCRIÇÃO.............................................................................................................. 9 7. AVALIAÇÃO 10 8. CONCLUSÃO 11 9. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS........................................................................12 1. INTRODUÇÃO Os cuidados aplicados, com ênfase nas técnicas de cuidados básicos de Florence Nightingale, em um paciente com dialítico e hipertenso. A teoria destaca que as defesas naturais do indivíduo são influenciadas por um ambiente saudável ou não, e que as condições externas afetam totalmente a vida e o desenvolvimento deste. O enfermeiro, então, fica responsável pela manipulação do ambiente em que o paciente está posicionando-o na melhor condição para o cuidado e facilitando os processos reparadores do corpo, promovendo sua saúde. As doenças renais policísticas (DRP) constituem um grupo de patologias graves que podem levar o indivíduo à falência renal. Cerca de 50% dos indivíduos têm falência renal por volta dos 60 anos, devido ao aumento de tamanho dos cistos e destruição do parênquima renal. Segundo dados da Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN), a prevalência da doença renal crônica no mundo é de 72% para indivíduos acima de 30 anos e 28% a 46% em indivíduos acima de 64 anos. No Brasil, a estimativa é que mais de dez milhões de pessoas tenham a doença. Hipertensão arterial (HA) e função renal estão intimamente relacionadas, podendo a hipertensão ser tanto a causa como a consequência de uma doença renal. Nas formas maligna ou acelerada, a hipertensão pode determinar um quadro grave de lesão renal. Quando pacientes apresentam deficiência no funcionamento de seus rins, em geral maior do que 85%, este é submetido a diálise, um procedimento que promove a filtragem do sangue que retorna ao paciente com uma quantidade menor de impurezas. 2. APLICAÇÃO DOS FUNDAMENTOS AMBIENTALISTAS DE FLORENCE NIGHTINGALE Florence Nightingale (1858) valorizava práticas que forneciam um ambiente apropriado para realizar o procedimento e este ser visto pelo paciente de maneira mais positiva. Dentro dessas práticas, se destacam as seguintes: Ventilação: o fornecimento de ar fresco, mas com a ausência de correntes de ar. Conservar o ar puro do paciente é o primeiro princípio, levando em consideração a situação deste, acaba sendo um dos mais importantes evitando micro-organismos no ambiente que podem causar complicações. Iluminação: Em certas etapas de tratamento médico, indica que seja realizado banho de sol, pois o paciente pode vir a ficar fraco devido à hemodiálise, a luz solar seria então uma forma de ingerir a vitamina D, que é parcialmente retirada durante a hemodiálise. Limpeza: É correta a rigidez em relação à limpeza. Alimentação: É um fator importante que devemos citar é que para cada doença existe uma dieta específica a ser controlada. Para pacientes de rins policísticos a alimentação deve ser hipossódica. Fazer uma alimentação equilibrada com pouca quantidade de sal e consumo moderado de água. Calor: Para poder realizar um controle de temperatura durante a hemodiálise, a água que entra na máquina deve ser aquecida para que o líquido ao sair possua uma temperatura adequada. Pacientes dialíticos, em situações de calor intenso podem piorar seu estado clínico, indica-se então, que estes usem roupas mais leves e largas, beber a quantidade de água específica, evitar se expor ao sol em períodos prolongados e horários inadequados, se possível em ambiente bem climatizados.Quanto mais limpo e organizado for o ambiente do paciente dialítico, melhor será sua recuperação e proporcionara um alivio e conforto além da prevenção de infecções. 3. CASO CLÍNICO Apresenta-se o caso clínico de um paciente do sexo masculino, J.A.F.M, 50 anos de idade, casado, procurou o Pronto Atendimento (P.A.) para início de tratamento de rins policísticos. É hipertenso, alérgico a adesivos (micropore), com antecedentes familiares de rins policísticos. Dieta hipossódica restrita, deglutição sem alteração, arcaria dentária com prótese, ganho de peso nos últimos 3 meses, padrão urinário anormal, eliminação intestinal regular. Ex-tabagista a 8 anos, nega etilismo, sem risco de queda e sem deficiência. O desconforto relatado é dor abdominal em quadrante superior direito e esquerdo, dor articular e sonolência. Ao exame físico: PA: 180/110 mmHg; FR:15 rpm;T: 36,3°C; P: 52 bpm. Cabeça e pescoço: crânio simétrico, couro cabeludo íntegro, ohos simetricos pupilas isocóricas, língua saburrosa. Paciente com abdômen globoso, com ruídos hidroaéreos, apresenta evacuação presente, com sonda vesical de demora com presença de diurese de cor levemente concentrada, com membros inferiores levemente edemaziados. Fígado e baço não palpável, com higiene satisfatória. Sistema locomotor preservado sem alterações. Integridade cutânea com colocarão em icterícia no corpo inteiro, com cicatriz no MSD. · Comportamento de saúde propenso a risco · Risco de perfusão renal ineficaz · Dor crônica · Perfusão tissular periférica ineficaz · Reação alérgica ao látex · Integridade da membrana mucosa oral prejudicada · Conforto prejudicado · Distúrbios no padrão do sono · Risco de desequilíbrio eletrolítico · Eliminação urinária prejudicada · Dentição prejudicada · Risco de infecção 4. DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM DIAGNÓSTICO FATORES RELACIONADOS/RISCO CARACTERÍSTICAS DEFINIDORAS Doença Aguda Agente químico lesivo Representante comportamento de dor/alterações nas atividades. 5. PLANEJAMENTO · Determinar o impacto da experiência de dor sobre a quantidade de vida (p.ex: sono, apetite, atividade, cognição, estado de ânimo, relacionamentos, desempenho profissional, e responsabilidade dos papeis ). · Avaliar com o paciente e a equipe de cuidados de saúde e a eficácia de medidas de controle da dor que tenham sido utilizadas. · Auxiliar o paciente e a família a buscar e oferecer apoio. · Usar estratégias terapêuticas de comunicação para reconhecer a experiência de dor e transmitir aceitação da resposta à dor. · Reduzir ou eliminar os fatores que precipitem ou aumentem a experiência de dor (p.ex, medo , fadiga,monotonia e falta de informação). 6. PRESCRIÇÃO · Monitoramento dos SSVV a cada trinta minutos; · Avaliar a via de acesso e monitorar sinais flogísticos; · Avaliar dor e administrar analgésicos prescritos; · Administrar medicação prescrita; · Monitorar o peso do paciente antes e depois da diálise; · Realizar curativos de cateter: monitorar os locais das punções, alternando-as. 7. AVALIAÇÃO Paciente encontra-se no leito acordado, com higiene satisfatória do ambiente e condições ventilatória do local assim como higiene corporal, mantendo calor corpóreo com as vestes adequadas, fazendo uso de cateter o², membros inferiores levemente edemasiado, melhora da augia em quadrante superior direito e esquerdo e das dores articulares, refere-se que ainda não houve melhora no padrão do sono. Aceitação da dieta parcialmente melhorada, da coloração da diurese após o aumentoda ingestão hídrica. Diminuição do abdômen globoso após o uso do medicamento prescrito para flatos, melhora dos SSVV após diálise. ( 21 ) ( 08 (dias alternados) ) ( 09 - 21 ) ( 08h (Durante os Curativos) ) 8. CONCLUSÃO Com base no quadro clínico foi realizado o diagnóstico de enfermagem com HD: de Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) e doença renal policística (DRP), submetido a hemodiálise, sendo os mais frequentes: risco de infecção, perfusão tissular periférica ineficaz, risco de desequilíbrio eletrolítico e débito cardíaco diminuído. Estes inseridos nos domínios segurança/proteção, respostas cardiovasculares/pulmonares e Nutrição. 9. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM DA NANDA I: definições e classificação 2018-2020 [recurso eletrônico] / [NANDA International]; organizadoras: T. Heather Herdman, Shigemi Kamitsuru; tradução: Regina Machado Garcez; revisão técnica: Alba Lucia Bottura Leite de Barros... [et al.]. – 11. ed. – Porto Alegre: Artmed, Editado como livro impresso em 2018.