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ARTE E MUSICALIZAÇÃO APLICADAS À EDUCAÇÃO

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de-
senho industrial, representam as formas tradicionais; fotografia, artes gráficas, cine-
ma, televisão, vídeo, computação, são formas resultantes dos avanços tecnológicos 
modernos.
A DANÇA – é um bem cultural que sempre fez parte das culturas humanas integran-
do o trabalho, as atividades de lazer e as religiões. Envolve a atividade corporal nas 
ações do cotidiano humano como pular, correr, girar, subir; os jogos populares de 
movimento, as cirandas, as amarelinhas, se integram ao repertório que deverá ser 
valorizado como aprendizagem dos alunos.
A MÚSICA – também é um bem cultural associado às tradições culturais de cada 
época. Na atualidade, as produções tecnológicas possibilitam a escuta simultânea 
do que foi e é produzido em termos de música através de discos, fitas, rádio, televi-
são, computador, jogos eletrônicos, cinema, publicidade e outros meios. A música é 
expressa por meio de sons, tons e ritmos ordenados em uma composição harmôni-
ca. As canções brasileiras são um referencial para o ensino de música onde o aluno 
participa como ouvinte, intérprete, compositor e improvisador.
E O TEATRO – é a arte que exige a presença completa do homem: corpo, fala e ges-
tual, em um espaço organizado (cenário) como representação de cultura e conhe-
cimento. O teatro é uma arte milenar, porém, foram os gregos que o formalizaram a 
partir dos rituais religiosos e simbólicos, para a forma organizada que conhecemos 
na atualidade. ‘O teatro tem como fundamento a experiência de vida: ideias, conhe-
cimentos e sentimento. A sua ação é a ordenação desses conteúdos individuais e 
grupais’(BRASIL, 1997,p. 83). O ensino de teatro pode ser introduzido pelas ativida-
des lúdicas como os jogos dramáticos, para gradualmente compreender a atividade 
teatral como um todo. São essas modalidades artísticas que configuram o conjunto 
de conteúdos expressos pelos PCN de Arte para o ensino fundamental, orientadas 
cada uma, a partir de objetivos gerais e específicos, de critérios para a seleção de 
conteúdos, critérios de avaliação e orientações didáticas”.
Fonte: adaptado de Freitas (2013, on-line)2
MATERIAL COMPLEMENTAR
Refl exões sobre Arte
Alfredo Bosi
Editora: Editora Ática
Sinopse: o fenômeno artístico é algo muito complexo 
e, por isso, não bastam de� nições gerais e sumárias para 
compreendê-lo adequadamente. Por esse motivo, Alfredo 
Bosi adota nesse livro o método das aproximações sucessivas, 
considerando a arte como técnica, mimese e expressão. Em 
vez de uma única abordagem, o autor explora três vias de re� exão 
estética: a arte é um fazer (operação construtiva, ato de formar e transformar os signos da natureza 
e da cultura), um conhecer (modo de representação da realidade) e um exprimir (projeção da vida 
interior do artista). Começando com uma análise do que se entende por arte, Bosi busca, na pintura, na 
escultura, na literatura, no cinema e na música exemplos dessas três dimensões da produção artística.
Comentário: Bosi, um dos grandes teóricos de arte e literatura, por isso, leia e re� ita sobre as 
considerações apresentadas em seu livro, não deixe de ler.
APRESENTAÇÃO: o documentário faz parte do programa Café Filosófi co produzido pela TV 
Cultura, o qual o professor Marcelo Coelho faz um questionamento sobre a necessidade da Arte 
no mundo contemporâneo.
O vídeo a seguir apresenta a discussão proposta por Marcelo Coelho. Disponível em: <https://
www.youtube.com/watch?v=ybhIUmtHIqs>.
Por dentro da Arte
Editora IBPEX (org.)
Editora: Intersaberes
Sinopse: LINGUAGEM DAS ARTES VISUAIS - “se con� armos 
em nossos olhos e não em nossas ideias preconcebidas 
sobre como as coisas devem parecer, faremos as mais 
excitantes descobertas” HISTÓRIA DA ARTE - “quanto mais nos 
aproximarmos da obra e do artista, mais teremos argumentos 
para possíveis leituras” LINGUAGEM DA MÚSICA - “vivemos num 
mundo de sons e silêncios e a música é construída considerando-se esses dois fenômenos” LINGUAGEM 
DA DANÇA - “a dança é o movimento corporal, e a ação é a sua base. Num contexto artístico, essa ação 
é manifestação expressiva” LINGUAGEM DO TEATRO - “o teatro é uma atividade que mistura artesanato 
e so� sticação, teoria e prática, espontaneidade e construção estética. racionalidade e irracionalidade, 
criatividade e técnica”.
Comentário: qual é a linguagem da arte? Não deixe de entrar nessa discussão e entender como isso 
pode auxiliar no processo de aprendizagem dos alunos na escola.
REFERÊNCIAS
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BARBOSA, A. M. Arte Educação no Brasil: do modernismo ao pós‐modernismo. 
Revista Digital Art&, out. 2003. Disponível em: <www.revista.art.br/site‐numero‐00/
anamae.htm> Acesso em: 5 jan. 2016.
 __________. A imagem no ensino da arte: anos oitenta e novos tempos. São Pau-
lo: Perspectiva, 1999. 
BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: 
arte / Secretaria de Educação Fundamental. – Brasília : MEC/SEF, 1997.
BRASIL. Presidência da República. Casa Civil. Subchefia para Assuntos Jurídicos. Lei 
nº 9.394/96, de 20 de dezembro de 1996. Disponível em: <http://www.planalto.
gov.br/ccivil_03/leis/L9394.htm>. Acesso em: 23 jun. 2016.
BICYCLE Wheel. Moma Learning. Disponível em: <http://www.moma.org/learn/
moma_learning/marcel-duchamp-bicycle-wheel-new-york-1951-third-version-
-after-lost-original-of-1913>. Acesso em: 23 jun. 2016.
CANDIDO, A. Vários Escritos. 3º ed. Duas Cidades, São Paulo, 1995.
 DAVIES, S. Definitions of Art. Ithaca: NY, Cornell University Press, 1991.
DICKIE, G. The Art Circle. New York: Haven Publications, 1984.
FUSARI, M. F. R.; FERRAZ, M. H. C. T. Arte na educação escolar. São Paulo: Editora 
Cortez, 2001. 
FISCHER, E. A necessidade da Arte. Zahar Editores, Rio de Janeiro, 1981.
FREIRE, C. Arte Conceitual. Zahar Editores, Rio de Janeiro, 1961.
GARRONI, E. Criatividade. In: Enciclopédia Einaudi. V. 25 Criatividade - Visão. Lis-
boa: Imprensa Nacional - Casa da Moeda, 1992.
LOPES. A. Conhecimento Escolar em Foco. In: Conhecimento Escolar: Ciência e Co-
tidiano. Rio de Janeiro: EdUERJ, 1999.
SAVIANI, D. Pedagogia histórico-crítica: primeiras aproximações. 4.ed. Campinas: 
Autores Associados, 1994.
TITÃS. LP. Jesus não tem dentes no País dos Banguelas. WEA, Brasil, 1987.
REFERÊNCIAS
REFERÊNCIAS ON-LINE
1 Em: <http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrissima/il1710201005.htm>. Acesso 
em: 27 mar. 2016.
2 Em: <http://www.uemg.br/openjournal/index.php/SCIAS/article/view/409/281>. 
Acesso em: 10 jan. 2016.
GABARITO
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1. E
2. D
3. Nem tudo pode ser considerado arte, mas ela pode transitar por diferentes cam-
pos do saber, social e político, por isso, é difícil estabelecer um limite para arte, 
pois ela expressa a liberdade, criatividade, inquietações políticas e pessoais. No 
entanto sabemos que seu conceito é perene e, sendo assim, os conceitos e limi-
tes também.
4. A arte na escola é uma necessidade, pois o ser humano tem necessidade de 
fantasia, magia, ficção. Um bom exemplo disso é quando observamos ao nosso 
redor e vemos a quantidade de filmes, livros literários, grafite, quadros, músicas, 
danças estão no nosso dia a dia. Dessa forma, ela é importante para o aluno se 
autoconhecer, experimentar e vivenciar o mundo fantástico da arte.
5. O primeiro é a experiência da criação artística que deve instigar o desenvolvi-
mento mental, criativo e as habilidades; o segundo é a experiência das formas 
que deve promover o contato com diversos materiais, formas, desenvolvendo a 
sensibilidade e também a criatividade; a terceira é a experiência cognitiva que é 
a aquisição e reflexão das obras, autores e períodos artísticos.
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ID
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E II
Professor Me. João Carlos Dias Furtado
ARTE: UM PANORAMA 
HISTÓRICO
Objetivos de Aprendizagem
 ■ Contextualizar os períodos artísticos.
 ■ Discutir particularidades de cada período de arte.
 ■ Conhecer a evolução das civilizações e da arte.
Plano de Estudo
A seguir, apresentam-se os tópicos que você estudará nesta unidade:
 ■ Arte na Pré-História
 ■ Arte Egípcia

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