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EaD UNISANTA 
Rua Cesário Mota, 08 - Bloco F, Sala F12 – Boqueirão – Santos/SP – CEP 11045-040 – Tel. (13) 3202-7159 
UNIVERSIDADE SANTA CECÍLIA 
Curso de Educação Especial e de Licenciatura 
 
 
1 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Curso de Educação Especial e de Licenciatura 
 
 
2 
1. INTRODUÇÃO 
 
Os preceitos constitucionais garantem a todos os alunos o direito à educação de qualidade, 
independentemente de cor, raça, etnia ou crença religiosa. Assim, entende se por inclusão 
a garantia de acesso aos diferentes espaços sociais, com “acolhimento à diversidade 
humana, aceitação das diferenças individuais, esforço coletivo na equiparação de 
oportunidades e desenvolvimento com qualidade em todas as dimensões da vida” (BRASIL, 
2008). 
A educação especial é uma modalidade de ensino que perpassa todos os níveis, etapas e 
modalidades, disponibilizando recursos e serviços para a realização do Atendimento 
Educacional Especializado (AEE). Este deve ser oferecido de forma complementar ou 
suplementar à formação dos alunos com deficiência (sensorial, intelectual e física), 
Transtornos Globais do Desenvolvimento e Altas Habilidades/superdotação, realizado no 
turno inverso ao do ensino comum, devendo: 
 [...] integrar a proposta pedagógica da escola, envolver a participação da 
família para garantir pleno acesso e participação dos estudantes, atender às 
necessidades específicas das pessoas público-alvo da educação especial, e 
ser realizado em articulação com as demais políticas públicas (BRASIL, 
2011). 
Em consonância com as diretrizes para a efetivação da escola inclusiva previstas nas 
políticas educacionais elaboradas no País há mais de uma década, o Ministério da 
Educação apresenta em 2008 o Decreto nº 6.5712 que institui o AEE (Atendimento 
Educacional Especializado). Através desse documento o Governo estrutura oficialmente o 
AEE, apresentando-o como “um conjunto de atividades, recursos de acessibilidade e 
pedagógicos, organizados institucionalmente, prestado de forma complementar ou 
suplementar à formação dos alunos no ensino regular”. Indica ainda que esse atendimento 
deve integrar a proposta pedagógica da escola, envolver a participação da família e ser 
realizado em articulação com as demais políticas públicas. 
Nesta perspectiva o presente estágio realizado no Colégio Municipal Professor Eurico Viana 
que se localiza na cidade de Matozinhos – MG, que teve início no dia 04 de maio de 2020 
e término no dia 05 de junho de 2020, possibilitou um contato direto e prático, através da 
observação e atuação em um ambiente inclusivo, permitindo uma análise crítica das ações 
desenvolvidas, e ampliação dos conhecimentos com relação aos recursos pedagógicos 
utilizados. A missão do Colégio se dá através da construção de ações que garantam aos 
jovens uma educação de qualidade, baseada na participação, cooperação, respeito, ética, 
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atuação e inclusão, refletidos na visão de ser reconhecida como uma instituição capaz de 
desenvolver habilidades necessárias à formação pessoal e profissional dos estudantes. 
Portanto o objetivo do estágio foi analisar as práticas didático-pedagógicas, o planejamento 
curricular, tal qual o seu conteúdo, objetivos, métodos, avaliações e relações pedagógicas 
no processo de inclusão dos educandos realizadas na Sala de Recursos Multifuncionais. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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2. DESENVOLVIMENTO 
 
A educação especial e inclusiva vem ganhando cada vez mais espaço no sistema 
educacional, permitindo a todos os seres com deficiência ou não estarem no mesmo 
ambiente escolar. A Resolução nº. 02/01 do Conselho Nacional de Educação- CNE, 
baseada no Parecer nº. 17/01 do mesmo conselho instituiu as Diretrizes Nacionais para 
a Educação Especial na Educação Básica. Esta Resolução prevê o atendimento escolar a 
alunos com deficiências com início na Educação Infantil, assegurando-lhes direitos de 
educação especial na educação Básica em todos os níveis e modalidades. Neste sentido, 
define a clientela da educação especial, os serviços de apoio pedagógico especializado 
nas classes comuns e os serviços de apoio pedagógico em salas de recursos, bem como 
o papel da escola especial. 
Assim sendo a sala de Atendimento Educacional Especializado(AEE) veio para reafirmar 
e garantir o direito à inclusão, uma vez que a Política Nacional de Educação Especial na 
perspectiva da Educação Inclusiva define o Atendimento Educacional Especializado: 
O atendimento educacional especializado exerce a função de diagnosticar, criar e 
selecionar recursos pedagógicos e de acessibilidade que possibilitem espaços para a 
participação e interação dos alunos, considerando suas necessidades específicas. As 
atividades desenvolvidas no atendimento educacional especializado diferenciam-se 
daquelas realizadas na sala de aula comum, não sendo substituída à escolarização. Esse 
atendimento complementa e/ou suplementa a formação dos alunos com vistas à 
autonomia e independência na escola e fora dela (Secretaria de Educação Especial, 
2008, p.15). 
O AEE (Atendimento Educacional Especializado) é o atendimento oferecido aos alunos 
com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento ou altas habilidades/ 
superdotação, de forma complementar e/ou suplementar ao ensino regular, considerando 
as necessidades desses alunos. Sendo de responsabilidade do profissional de AEE, 
observar o aluno e identificar suas necessidades, e assim dependendo das limitações 
desses sujeitos organizar atividades e recursos pedagógicos e de acessibilidade a fim de 
facilitar o processo de construção de aprendizagem do sujeito. É importante salientar, 
ainda, que as atividades oferecidas pelo AEE não se configura como reforço escolar, uma 
vez que se diferencia daquelas realizadas na sala de aula do ensino comum. Tendo em 
vista que o profissional deverá de forma criativa e inovadora buscar atividades e recursos 
que estimulem o aprendizado do aluno naquelas áreas em que ele encontra maiores 
dificuldades. Dentre algumas atividades e recursos do AEE tem- se a Língua Brasileira de 
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Sinais; Ensino da Língua Portuguesa para Surdos; Código Braille; Comunicação 
aumentativa/alternativa; Uso do soroban (instrumento para cálculo); Enriquecimento 
curricular; Produção e adaptação de materiais didáticos e pedagógicos; Atividades da vida 
autônoma. No contexto do AEE, cabe ainda ensinar e também utilizar os recursos de 
Tecnologia Assistiva (TA). A tecnologia assistiva é um recurso ou uma estratégia utilizada 
para ampliar ou possibilitar a execução de uma atividade necessária e pretendida por uma 
pessoa com deficiência. A tecnologia assistiva favorece a participação do aluno com 
deficiência nas diversas atividades do cotidiano escolar, vinculadas aos objetivos 
educacionais comuns. São exemplos de tecnologia assistiva na escola os materiais 
escolares e pedagógicos acessíveis, a comunicação alternativa, os recursos de 
acessibilidade ao computador, os recursos para mobilidade, localização, a sinalização, o 
mobiliário que atenda às necessidades posturais,entre outros. 
Sendo assim durante o estágio, a observação foi de suma importância para a realização 
da análise da proposta metodológica executada pela profissional envolvida no 
Atendimento da Sala de Recurso Multifuncionais do Colégio Municipal Professor Eurico 
Viana, onde a turma atendida pela professora é formada por 13 alunos, mas cada um com 
seus dias específicos. Desse modo, a organização dos atendimentos foram realizados da 
seguinte maneira uma turma o atendimento é feito com três alunos (TDAH), Autistas e 
Deficientes Intelectuais o atendimento é feito individualmente, demais deficiências 
depende da disponibilidade de horário dos pais, cada atendimento tem o tempo de 60 
minutos, em geral são alunos do ensino fundamental anos finais ao ensino médio. As 
deficiências atendidas são Deficiente Intelectual, Deficiência Auditiva, Síndrome de Down, 
Cegueira, Autismo, TDAH. 
Neste programa de atendimento o aluno Ygor, 13 anos (Perda de audição unilateral mista, 
de condução e neura-sensorial, sem restrição de audição contralateral) foi quem me 
chamou atenção por ser muito comunicativo e receptivo, prontamente me apresentou a 
professora do atendimento e o espaço com muita destreza. Durante a execução das 
atividades percebe-se que o mesmo apresentava-se muito envergonhado devido ao fato 
de não saber identificar os textos sem ajuda e assim realizar as atividades com total 
auxilio. 
Ygor apesar da idade encontra-se na fase de alfabetização devido à demora para receber 
o aparelho auditivo, e aceitação por parte da família, como relatado pela profissional 
responsável pelo atendimento. 
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Além da Surdez o aluno apresenta prejuízo intelectual leve, disgrafia (alteração da escrita 
normalmente ligada a problemas perceptivo-motores) e disortografia (incapacidade 
específica de aprendizagem caracterizada por dificuldades em escrever sem erros 
ortográficos), entretanto mesmo com todas as adversidades apresentadas, Ygor realiza 
as atividades com atenção, demonstrando prazer em aprender, o educando também 
utiliza-se de Libras para se comunicar apesar de possuir a oralidade desenvolvida. 
 As estratégias criadas para ele visam o reconhecimento das letras que compõem o 
alfabeto, alfabetização pelo método das boquinhas, atividades para desenvolvimento da 
coordenação motora fina, caderno de caligrafia, atividades de pontilhismo, rasgar papel, 
pinturas a dedo, jogos pedagógicos. 
O aluno possui um caderno para as atividade realizadas, desta forma a profissional do 
AEE vai registrando e avaliando o nível de desenvolvimento do Ygor. 
As aulas são preparadas através destes registros onde a mesma identifica as dificuldades 
mais enfatizadas pelo aluno, através desta observação se elabora o plano para a etapa 
seguinte, juntamente com a estratégia utilizada, que varia de acordo com a necessidade 
apresentada pelo aluno, tal projeto de intervenção tem por objetivo potencializar o que ele 
já consolidou e avançar no que ainda necessita ser sanado. 
As dificuldades quanto ao reconhecimento das letras do alfabeto são significativas, sendo 
assim a profissional utiliza como recurso de intervenção a seguinte didática, dispõe à 
mesa a ordem correta para a visualização do aluno, na sequência utiliza o método das 
boquinhas para repetir uma a uma as letras sempre direcionando o olhar do aluno para a 
configuração de boca utilizada para falar determinada letra. Em seguida, ela novamente 
embaralha as letras e solicita ao Ygor que coloque as em ordem até uma determinada 
letra. Esta etapa é realizada sem auxílio a profissional apenas acompanha o aluno que 
demonstra insegurança na realização da atividade perguntando por diversas vezes se 
está correto, neste momento a profissional retribui com um auxílio positivo dizendo que 
acredita na capacidade do educando e que ele deve expressar o que aprendeu sem 
receios. Então é solicitado ao Ygor que escreva no caderno o alfabeto da mesma maneira 
que registrou à mesa, na sequência a professora disponibiliza ao aluno uma ficha com a 
ordem correta e novamente pede ao aluno que transcreva de maneira correta no caderno, 
abaixo do primeiro registro, utilizando um lápis de cor da preferência do Ygor, se realiza a 
marcação das letras dispostas de maneira incorreta, para que desta forma o próprio aluno 
reconheça o equívoco das letras. 
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Alfabeto Montado pelo Ygor 1ª semana de Estágio Alfabeto Montado pelo Ygor última semana de Estágio 
 
Como observado, mesmo demonstrando dificuldade para a realização da atividade, o aluno 
já consegue realizar a sequência alfabética de algumas letras corretamente, tal qual 
consegue distingui-las em palavras e relacionar a pronuncia correta, através desta atividade 
observou-se a real importância do atendimento realizado na sala de Recursos em 
concordância com o plano pedagógico que possibilita o elaboração de estratégias que visão 
contemplar as áreas em defasagem. 
A relação de comprometimento e cordialidade existente entre o professor-aluno é de 
fundamental importância. Em nenhum momento a profissional se dirigiu ao aluno como se 
este fosse incapaz de realizar sozinho a tarefa, tendo em vista que inclusão não implica 
superproteção, entretanto a ideia de incapacidade que muitas pessoas possuem com 
relação a criança portadora de alguma necessidade física constitui-se numa herança 
cultural que precisa ser superada. Tais concepções podem trazer resultados negativos ao 
fazer com que essas crianças internalizem um sentimento de desmotivação e conformismo 
com a realidade aceitando a possibilidade de sua não integração ao convívio social, o qual 
é um direito de todos, sendo assim diante a dedicação e empenho da mediadora e do aluno 
observa-se que a evolução do aluno é significativa. Tendo em vista que para alcançar tais 
resultados os conteúdos utilizados são variados como pinturas, jogos educativos (que em 
muitos casos são confeccionados pela professora especificamente para a necessidade do 
aluno em questão) que ajudam na formação de sílabas ou palavras, colagem, entre outros; 
todos estes recursos fazem parte dos recursos metodológicos utilizados; saliento que tais 
conteúdos tem como objetivo ajudar a professora do contra turno. 
Outro ponto observado durante ao estágio e que deve ser levado em consideração diz 
respeito ao trabalho em conjunto realizado entre os professores das turmas regulares e a 
professora que atende os alunos especiais. As turmas comuns não deixaram de receber 
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alunos portadores de necessidades especiais. A integração desses alunos especiais ao 
grupo de crianças “ditas normais” ocorre naturalmente e também sem nenhuma forma de 
resistência por parte da comunidade escolar. Os conteúdos trabalhados na sala do A.E.E 
(Atendimento Educacional Especializado) levam em consideração as necessidades de 
seus educandos procurando sempre lançar mão de uma rica variedade de recursos 
pedagógicos para que possa ser utilizado no processo de ensino e aprendizagem desses 
alunos. 
Durante o período de estagio propus ao Ygor realizar uma atividade onde apresentei um 
jogo com alguns desenhos solicitei que o educando identificasse as figuras oralmente, na 
sequencia repetia pausadamente (utilizando o método das boquinhas) e solicitava que 
formasse o nome da imagem. 
 
Jogo das Palavras YgorAcompanhando os resultados apresentado pelo aluno, observei que Ygor reconhece as 
imagens, entretanto a parte escrita é um pouco comprometida devido a fala incorreta de 
muitas palavras como “Índiu” e “Flô”, sendo necessário o trabalho constante da oralidade 
através do método da boquinha. O nível de escrita é classificado como Silábico uma vez 
que o educando começa a perceber a correspondência entre as letras daquilo que é falado. 
Interpreta a letra a sua maneira, atribuindo valor de sílaba a cada uma, cada sílaba 
representa uma letra. 
Conclui-se então através da pratica de estágio que é importante que o AEE esteja 
articulado com as propostas pedagógicas do ensino comum, tendo em vista a relevância 
desse atendimento que atua de forma complementar e/ou suplementar ao ensino regular. 
Dessa forma, o AEE deve constar no Projeto Político Pedagógico da escola, sendo uma 
ação de toda a comunidade escolar e não uma ação isolada do professor especializado. É 
sempre bom salientar a importância da articulação do trabalho do professor do ensino 
regular e do professor do AEE, tendo em vista que ambos trabalham com o mesmo aluno. 
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3. FICHA DE REGISTRO DE FREQUÊNCIA 
 
Ficha de Registro de Frequência em Estágio Supervisionado Docência em Escola 
de Educação Especial na instituição concedente. 
 
Nome da Instituição: Colégio Municipal Professor Eurico Viana 
Endereço: Rua Paulo Gonçalves, 57, 1 Bairro: Progresso 
Cidade: Matozinhos- MG CEP: 35720-000 Fone:(31) 3712-3493 
 
RA: 192872 Semestre 1º: Ano: 2020 
 
Período de Estágio: 04/05/2020 a 05/06/2020 Horas Cumpridas: 100 horas. 
 
ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO EM EDUCAÇÃO ESPECIAL 
 
 
 
 
 
Data 
 
 
Ensino 
 
 
Atividades Desenvolvidas 
 
 
Carga Horária 
Rubrica do(a) 
Professor(a) 
Responsável 
pelo estágio na 
Unidade 
Escolar 
04-05-2020 Educação 
Especial 
Observação do espaço, material e 
metodologia utilizada. 
4 horas 
05-05-2020 Educação 
Especial 
Produção de Texto (Sequencia Ilustrada) 
de História A Cigarra e a Formiga. Alunos 
com Deficiência Intelectual 
4 horas 
06-05-2020 Educação 
Especial 
Treinamento do Método TEACCH- 
Treinamento de Comunicação- TEA 
4 horas 
07-05-2020 Educação 
Especial 
Alfabetização Método das Boquinhas- 
Deficiente Auditivo 
4 horas 
08-05-2020 Educação 
Especial 
Atividades Lúdicas. 4 horas 
11-05-2020 Educação 
Especial 
Atividade mágica das Cores. Ensinando 
as cores. Deficiência Intelectual 
4 horas 
12-05-2020 Educação 
Especial 
Atividade jogar, contar e somar. Atenção 
e raciocínio Lógico- TDAH 
4 horas 
13-05-2020 Educação 
Especial 
Atividades de arte e estimulação 
sensorial. - TEA 
4 horas 
14-05-2020 Educação 
Especial 
Brinquedo educativo com utilização de 
tampinhas de garrafa- coordenação 
motora. - Deficiente Auditivo 
4 horas 
15-05-2020 Educação 
Especial 
Atividades de pintura- Síndrome de Down 4 horas 
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 Matozinhos, 05 de junho de 2020. 
 
 
 
 
 
 
Assinatura do Estagiário 
 
 
 
 
Assinatura e carimbo do Diretor na Instituição de Ensino 
concedente do estágio 
 
 
 
 Professor Supervisor de Estágio – EaD-
UNISANTA 
 
 
Data 
 
 
Ensino 
 
 
Atividades Desenvolvidas 
 
 
Carga Horária 
Rubrica do(a) 
Professor(a) 
Responsável 
pelo estágio na 
Unidade 
Escolar 
18-05-2020 Educação 
Especial 
Tangran - TDAH 4 horas 
19-05-2020 Educação 
Especial 
Atividades para deficiência intelectual, 
prática do dia a dia. 
4 horas 
20-05-2020 Educação 
Especial 
Atividades para desenvolvimento da 
percepção visual. 
4 horas 
21-05-2020 Educação 
Especial 
Atividades pintura com dedos. Deficiência 
Intelectual 
4 horas 
22-05-2020 Educação 
Especial 
Produção de Texto- Síndrome de Down 4 horas 
25-05-2020 Educação 
Especial 
Atividades para Coordenação Motora Fina 4 horas 
26-05-2020 Educação 
Especial 
Atividade grandezas e medidas -TEA 4 horas 
27-05-2020 Educação 
Especial 
Jogos Pedagógicos 4 horas 
28-05-2020 Educação 
Especial 
Quem conta um conto- Reconto dos 
Alunos- TDAH 
4 horas 
29-05-2020 Educação 
Especial 
Coordenação Motora –Massa de Modelar- 
Deficiência Intelectual 
4 horas 
01-06-2020 Educação 
Especial 
Jogo das Formas Geométricas 4 horas 
02-06-2020 Educação 
Especial 
Fecha Caixa- Raciocínio Logico- Soma e 
Subtração- 
4 horas 
03-06-2020 Educação 
Especial 
Atividades de Alfabetização- Registro no 
caderno. 
4 horas 
04-06-2020 Educação 
Especial 
Alfabeto Móvel- Constríndo Palavras 4 horas 
05-06-2020 Educação 
Especial 
Sequência Didática 4 horas 
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4. CONCLUSÃO 
 
Em consonância com as diretrizes para a efetivação da escola inclusiva previstas nas 
políticas educacionais elaboradas no País há mais de uma década, o Ministério da 
Educação apresenta em 2008 o Decreto nº 6.5712 que institui o AEE. Através desse 
documento o Governo estrutura oficialmente o AEE, apresentando-o como “um conjunto de 
atividades, recursos de acessibilidade e pedagógicos, organizados institucionalmente, 
prestado de forma complementar ou suplementar à formação dos alunos no ensino regular”. 
Indica ainda que esse atendimento deve integrar a proposta pedagógica da escola, envolver 
a participação da família e ser realizado em articulação com as demais políticas públicas 
Sendo assim o Estágio Curricular – Educação Especial contribui para que a partir dessa 
atividade se possa ver a teoria e a prática de como é trabalhar em uma sala de AEE, quais 
os recursos e materiais que ela deve disponibilizar e qual o papel do professor nessa função 
tão importante e transformadora. Para trabalhar com pessoas deficientes é necessário 
muito amor pelo trabalho e pelas crianças envolvidas cada avanço é uma etapa construída 
na história do profissional e do aluno sendo necessário olhá-los com respeito e com 
igualdade, acreditando que todos são capazes de desenvolver suas competências e 
habilidades independente de suas limitações. Enfatizo a importância da essencialidade dos 
jogos e brincadeiras como recurso para se alcançar os objetivos traçados para o 
desenvolvimento social, emocional e cognitivo desses indivíduos, para Kishimoto (2003), o 
trabalho pedagógico deverá utilizar os jogos educativos como recurso didático-pedagógico, 
promovendo a aprendizagem e desenvolvendo todas as potencialidades e habilidades nos 
alunos. No entanto não se deve oferecer o jogo como forma de preenchimento do tempo, 
esse deve ser praticado de forma construtiva e não como uma série de atividades sem 
sentido, tendo como objetivo o desenvolvimento de capacidades físicas e intelectuais, não 
esquecendo a importância da socialização. Os professores da sala de AEE devem 
conhecer seus alunos e saber de suas dificuldades, para que assim facilite o seu 
planejamento, e que o mesmo possa conter atividades lúdicas. 
Enfim a prática de estagio realizada trouxe a oportunidade de refletir a cerca da 
necessidade de tornar a educação inclusiva acessível a todos aqueles que realmente 
necessitam do apoio pedagógico e a necessidade da conscientização da família acerca da 
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12real importância do trabalho realizado pelo profissional de AEE, tal prática proporcionou à 
através da observação a superação de lacunas e o aprofundamento do conhecimento na 
área. Enfatizando a ideia de que só se pode investir na aprendizagem de um sujeito quando 
acreditam nas suas potencialidades, desejando que essas aflorem e se tornem aliadas 
desse sujeito na busca de um estilo próprio para estar no mundo. Esse olhar possibilita ao 
aluno sair de um possível lugar de não saber para um lugar de sujeito em processo de 
aprendizagem, tanto na vida quanto na escola. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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5. REFERÊNCIAS 
BRASIL, Lei de Diretrizes e Bases da Educação. Lei nº 9.394/96, de 20 de dezembro de 1996 
ALVES, Marcia Doralina. GUARESCHI, Taís. MÓDULO II - ATENDIMENTO EDUCACIONAL 
ESPECIALIZADO (AEE). Disponível em: http://elaineaee.blogspot.com.br/2011/10/atendimento-educacional-
especializado.html. 
BRASIL, Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, que institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com 
Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência). Brasília 6 de julho de 2015. 
BRASIL. Decreto Nº 6.571, de 17 de setembro de 2008. Dispõe sobre o Atendimento Educacional 
Especializado. 
BRASIL. Ministério da Educação. Política Nacional de Educação Especial na perspectiva da Educação 
Inclusiva. In: Secretaria de Educação Especial/Ministério da Educação. Inclusão: Revista da Educação 
Especial. V.4, n.1. Brasília, MEC/SEESP, 2008. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
http://elaineaee.blogspot.com.br/2011/10/atendimento-educacional-especializado.html
http://elaineaee.blogspot.com.br/2011/10/atendimento-educacional-especializado.html

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