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MICROBIOLOGIA GERAL PARVOVIRIDAE PARVOVIROSE CANINA PVC é um vírus DNA de fita simples, sem envelope, pertencente ao gênero parvovirus da família Parvoviridae. Também é conhecida pelo nome de Enterite Canina Parvoviral, é altamente contagiosa e causada por um vírus DNA que pertence à família Parvoviridae. É uma enfermidade geralmente fatal, com taxa de mortalidade de 80%. Comumente ataca mais animais jovens do que adultos. Dois tipos já foram identificados: CPV-1 que causa diarreia leve; CPV-2 (2A, 2B, 2C) que é responsável por miocardite e gastroenterite hemorrágica em filhotes entre 6 semanas e 6 meses de idade. Variantes Antigênicas CPV-2 foi sendo substituido na população canian por novas variantes antigênicas ou biotipos – CPV2A e CPV2B. Um terceiro já foi identificado – CPV2C. Inespecífica e inclui anorexia, prostração, letargia e febre progredindo para vômito e diarréia sanguinolenta de odor pútrido e consequentemente desidratação, emagrecimento e hipoproteinemia. Sinal clínico Os cães infectados que manifestam a doença ficam doentes cerca de 7-10 dias após a infecção inicial. A doença se estabelece principalmente no aparelho digestivo, sendo que os sintomas mais característicos são vômito e diarréia fétida e sanguinolenta. Outros sintomas são anorexia, letargia e hipertermia, podendo chegar a 41°C. Alguns animais apresentam tosse e inchaço nos olhos ou conjuntivite. Há duas formas clínicas comuns da enfermidade: - Miocárdica: necrose miocárdica com insuficiência cardiopulmonar aguda. - Gastroentérica: comum nos cães entre 6-20 semanas de idade, no período em que os anticorpos maternais caem e a vacinação ainda não protege adequadamente, por isso a maioria dos cães afetados tem menos de um ano de idade. Resistência Por ser bastante estável no ambiente, o PVC é capaz de suportar variações de PH, temperaturas altas e resiste a vários desinfetantes comuns e pode sobreviver por muitos meses em áreas contaminadas. - Ph <3 e >9 - Temperatura acima de 56°C a 60min - Formalina, hipoclorito de sódio até 3% - Resistente a éter clorofórmio, pois não tem envelope. O parvovírus tipo 2 mostrou-se estável e resistente às influencias ambientais adversas, podendo permanecer viável em objetos inanimados, como roupas bebedouros e comedouros, pisos, gaiolas e canis por mais de 5 meses. A inativação do vírus do ambiente pode ser realizada com eficácia utilizando hipoclorito de sódio, formol ou glutaraldeído. Porta de entrada O vírus é transmitido pela eliminação fecal e a porta de entrada é a oral. Transmissão: direta ou indireta por meio de fômites fecalmente contaminados. Depois da ingestão do vírus, se replica no tecido linfóide orofaringeano e ocorre viremia durante 2-4 dias e após se espalha por todo corpo. A replicação do vírus ocorre em células que estejam na Fase S da mitose, pois eles necessitam de funções celulares que somente podem ser supridas nessa fase. Portanto, tem preferência por tecidos com intensa proliferação celular como sistema linfático, medula óssea, intestino e tecidos fecais. Os principais sinais clínicos são diarréia sanguinolenta, anorexia, vômitos, rápida perda de peso, desidratação, desconforto abdominal, alças intestinais cheias de líquido, linfonodos mesentéricos aumentados de volume, febre, hipotermia e morte por choque com ou sem sinais clínicos. A intensidade da doença parece estar relacionada com a dose viral e com o tipo antigênico. Os agentes bacterianos secundários mais isolados são E. coli, Campylobacter spp., Salmonella spp., Clostridium spp. – Septicemia e/ou endotoxemia. Nesses casos, as manifestações clínicas e patológicas são em grande parte resultado da atuação das endotoxinas bacterianas, as quais propiciam o agravamento do quadro clínico, aumentando a possibilidade de choque endotóxico e óbito. Vacina A primeira dose deve ser aplicada em filhotes com 45- 60 dias de idade, seguida de reforço aos 75-90 dias após uma dose anualmente, durante toda existência do animal. Entretanto, em alguns casos recomenda-se vacinar filhotes com 45 dias de vida quando estes não receberam o colostro e suas mães não tenham sido vacinadas anteriormente. Recomenda-se a aplicação de 3 doses da vacina contendo antígeno viral da parvovirose nos filhotes com idade entre 45 dias a 4 meses, a cada 3 ou 4 semanas. Tratamento De suporte. Restabelecer e manter o equilíbrio eletrolítico e minimizar a perda de líquidos. Nas primeiras 24-48 horas ou até cessarem os vômitos, deve-se suspender completamente a alimentação e ingestão de líquidos via oral. Recomenda-se fluidoterapia, antieméticos, antibióticos e, em alguns casos, transfusão sanguínea. _________________________________________ Caracterizada por início súbito de diarreia, vômito, anorexia, febre, apatia, linfopenia e desidratação. A taxa de mortalidade é maior em filhotes que em adultos, e, às vezes, os filhotes muito jovens desenvolvem miocardite sem sinais clínicos de enterite. A miocardite por Parvovirus canino pode ocorrer através de infecção intrauterina ou em filhotes com até oito semanas de idade. Os cães morrem de forma repentina ou após um curto episódio de dispneia, vocalização, agitação e ânsia de vômito, podendo apresentar lesões generalizadas de insuficiência cardíaca congestiva aguda. Os cães que sobrevivem à forma aguda da doença podem tornar-se cardiopatas e desenvolver insuficiência cardíaca congestiva crônica. Geralmente nessa forma miocárdica da doença não se observam lesões no intestino, local primário da infecção na grande maioria dos casos. - Filhotes com poucas semanas de vida, cujas mães foram infectadas ou receberam vacinas vivas atenuadas durante a prenhez, podem ter morte súbita em decorrência de miocardite causada pela multiplicação do CPV no tecido cardíaco. A infecção pelo PVC logo após o nascimento, principalmente se a mãe não possuir anticorpos maternos ou o filhote não for amamentado, também pode levar à miocardite. A parvovirose canina é causada pelo parvovírus canino 2 (PVC2), que é uma variante do vírus da panleucopenia felina (VPF). Novas variantes do PVC parecem ter surgido de pontos de mutações no capsídio proteico e são denominadas PVC dos tipos 2a, 2b e, mais recentemente, 2c. Outro parvovírus capaz de infectar os cães é o vírus minute de caninos, também conhecido como parvovírus canino do tipo 1 (PVC1), que não causa doença clínica. PVC2 é uma variante do VPF que adquiriu a capacidade de infectar os cães após um pequeno número de mutações no capsídio proteico VP2. Essas mutações resultaram em modificações de resíduos expostos na superfície e possibilitou a ligação do vírus à molécula do receptor de transferrina do tipo 1 em cães. PVC2a tem ampla variação de hospedeiros, sendo capaz de infectar vários carnívoros, inclusive felinos. O parvovírus canino (PVC) é um típico parvovírus; é muito estável no ambiente. É resistente aos fatores ambientais, como extremos de temperatura e pH, e à maioria dos desinfetantes. O vírus pode persistir por longo tempo nas instalações onde os cães infectados eram mantidos e pode ser transferido a outros locais por meio de fômites. Solução de cloro de uso doméstico, na diluição 1:20 (5%), ou produtos comerciais indicados contra parvovírus propiciam atividade virucida efetiva contra PVC e devem ser utilizados extensivamente. O PVC2 infecta cães de todas as raças, bem como outros membros da família Canidae, como lobos, raposas e coiotes. Gatos domésticos que não apresentam anticorpos contra o vírus são suscetíveis à infecçãoexperimental, mas permanecem assintomáticos. PVC2a, PVC2b e PVC2c também infectam todas as raças de cães e todos os membros da família Canidae, mas, diferentemente do PVC2, esses vírus são capazes de infectar felinos e causar panleucopenia. Cães infectados por parvovírus continuam a excretar o vírus infectante nas fezes por até 10 dias após o início da infecção, e o vírus é facilmente transmitido entre os cães pela via orofecal. A inalação ou a ingestão de secreções de animais infectados pelo vírus é o meio de transmissão mais comum. O vírus se replica nos tecidos e, em seguida, alcança a corrente sanguínea e pode ocasionar infecção generalizada. A replicação viral requer a infecção de células em estágio de rápida multiplicação, do epitélio intestinal e dos tecidos linfoides, inclusive do timo, das tonsilas, dos linfonodos retrofaringianos e mesentéricos e do baço. Observa-se infecção disseminada na mucosa intestinal por volta do sexto dia após inoculação experimental. A excreção do vírus nas fezes inicia-se tão precocemente quanto no terceiro dia após a infecção e rapidamente alcança prevalência máxima. Na maioria dos cães, a excreção do vírus cessa no 12 o dia após a infecção. A hemorragia é a lesão mais notável na enterite causada por parvovírus, em cães; é verificada no lúmen do intestino delgado e acompanhada de edema e aumento de tamanho dos linfonodos mesentéricos. As lesões macroscópicas de miocardite, as quais se apresentam como faixas brancas mosqueadas no miocárdio, indicam envolvimento cardíaco, em filhotes de cães jovens. As lesões histológicas resultantes da infecção por PVC se limitam aos órgãos que apresentam grande quantidade de células em estágio de rápida proliferação, como acontece no intestino delgado, nos linfonodos e na medula óssea. Os achados mais frequentes no intestino delgado são necrose do epitélio de criptas intestinais e atrofia do epitélio das vilosidades intestinais. Cães que sobrevivem à fase aguda da infecção entérica apresentam regeneração do epitélio intestinal. O parvovírus canino (PVC) infecta linfócitos no córtex do timo e nos centros germinativos dos linfonodos, o que resulta em linfocitólise e depleção celular no tecido linfoide. A apresentação de infecção do miocárdio ventricular pelo PVC resulta em degeneração e necrose de miofibras, acompanhada de infiltração de células mononucleares. Em cães, HAI e anticorpos neutralizantes surgem cerca de 1 semana após a infecção. Em geral, observa-se alta concentração de anticorpos depois de 10 a 12 dias, e esses anticorpos podem persistir pelo resto da vida do animal. A imunidade lactogênica à base de anticorpos maternos, com título de anticorpos neutralizantes/HAI contra PVC acima de 80, protege o filhote contra a infecção viral; no entanto, esses anticorpos também interferem na imunização ativa quando se utiliza vacina com PVC inativado ou vivo modificado. Durante a infecção, também ocorre resposta imune celular que, possivelmente, é importante para limitar a replicação do vírus durante a infecção aguda. DIAGNÓSTICO O diagnóstico laboratorial de parvovirose canina (PC) é muito parecido com o da parvovirose felina. Em filhotes ou em cães jovens que apresentam sinais clínicos de febre alta, anorexia, depressão, vômito, diarreia e desidratação ou presença de leucopenia grave, devese considerar o diagnóstico presumível de parvovirose. Pode-se confirmar o diagnóstico mediante um dos seguintes métodos laboratoriais: - O antígeno viral pode ser detectado nas fezes de animais vivos por meio de captura de antígeno por ELISA, pela amplificação do ácido nucleico viral por meio de PCR ou mediante microscopia eletrônica. - O vírus pode ser detectado nos tecidos de animais mortos por captura de antígenos por ELISA, por coloração imunofluorescente ou imunohistoquímica com antissoro conjugado específico para PVC, ou por meio de PCR. - O vírus pode ser isolado em cultura de célula de amostra de fezes ou de amostras de tecidos filtradas, utilizando cultura de células de cães ou de felinos. O sorodiagnóstico, após doença ou para monitorar a concentração de anticorpos vacinais, pode ser obtido pelo teste HAI (títulos HAI > 80 são considerados protetores). Outros testes de pesquisa de anticorpos úteis para monitorar a exposição ao vírus incluem ELISA e imunofluorescência indireta. Para confirmar o diagnóstico ou a “eficácia da vacina”, são necessárias amostras de soro pareadas e aumento de quatro vezes no título de anticorpos. TRATAMENTO E CONTROLE Casos graves de parvovirose canina são caracterizados por desidratação significativa e acidose metabólica. A terapia de suporte destinada ao restabelecimento do equilíbrio de fluidos e eletrólitos aumenta a taxa de sobrevivência de animais clinicamente acometidos. No entanto, não há tratamento específico para eliminar o parvovírus canino (PVC) de animais infectados. A prevenção da infecção é a chave para o controle dessa doença. Vacinação, isolamento de cães que sobrevivem à infecção e descontaminação rigorosa das instalações que abrigavam os animais acometidos são essenciais para conter a propagação desse vírus altamente contagioso. Solução de cloro, de uso doméstico, na diluição 1:20, ou produtos comerciais indicados para uso contra parvovírus propicia atividade virucida efetiva contra o parvovírus canino (PVC) e devem ser utilizados extensivamente. A concentração de anticorpos está diretamente relacionada com o grau de proteção contra a infecção por PVC. Há disponibilidade de várias vacinas que contêm parvovírus canino vivo modificado ou PVC inativado. Os anticorpos maternos podem interferir na imunização de filhotes de cães jovens; isso deve ser considerado como parte do protocolo de vacinação. Em geral, a concentração de anticorpos advindos da transferência materna passiva diminui ao redor de 4 a 12 semanas de idade, e são necessárias vacinações múltiplas para a imunização dos filhotes, imediatamente antes da “janela de suscetibilidade”, de modo a assegurar proteção uniforme. ________________________________________ Parvovírus Suíno *Diminuição de leitões viáveis. A infecção de porcas prenhes pelo PVS ocasiona falha reprodutiva ou síndrome SMEDI caracterizada pela ocorrência de natimortos, mumificação, morte embrionária e infertilidade. Geralmente, o vírus infecta porcas prenhes soronegativas, resultando em infecção transplacentária dos fetos em desenvolvimento. Se a infecção fetal se instalar antes do desenvolvimento de imunocompetência, verificamse infertilidade generalizada, morte embrionária, mumificação e suínos natimortos. A infecção da porca não prenhe pelo PVS resulta no desenvolvimento de resposta imune rápida e vitalícia contra o vírus, sem doença clínica aparente. Considerando um controle apropriado das baias, o vírus pode ser inativado pela solução de cloro a 5%, de uso doméstico, e por desinfetantes comerciais “aprovados para uso contra parvovírus”. Foi identificado apenas um sorotipo, e todos os isolados de PVS que foram comparados apresentaram antigenicidade semelhante entre eles. O PVS é antigenicamente diferente de outros parvovírus. O vírus pode se replicar nas células renais de fetos ou de suínos neonatos, bem como nas linhagens celulares existentes, PK15 (de porcine kidney, ou seja, rim de suíno) e ST (de swine testicle, ou seja, testículo de suíno). O PVS se mantém no ambiente em razão da excreção do vírus nas secreções orais e nas fezes, após a infecção. Há evidência de que pode haver infecção uterina e imunotolerância, e os animais persistentemente infectados podem excretar o víruspor períodos prolongados. A transmissão venérea por meio de sêmen infectado também é um mecanismo de transmissão do PVS. Varrões imunotolerantes persistentemente infectados podem abrigar o vírus durante, pelo menos, 8 meses. Além disso, varrões soronegativos com infecção aguda podem abrigar o vírus por, no mínimo, 35 dias após a infecção. A partir do momento que a maioria dos grupos de porcas foi infectada pelo PVS, esses animais se tornam fortemente imunes ao vírus e apresentam alta concentração de anticorpos, os quais, em seguida, são transferidos a suas proles por meio da ingestão de colostro. Suínos jovens são resistentes à infecção por PVS, até que o teor de anticorpos maternos diminua, geralmente ao redor de 3 a 6 meses de idade. As leitoas infectadas antes da prenhez produzem vigorosa resposta imune, sem doença clínica, e são refratárias a exposição e infecção subsequentes. A infecção de leitoas ou porcas durante a primeira metade da prenhez frequentemente resulta em infertilidade generalizada, morte embrionária, mumificação e suínos natimortos. A infecção de porcas soronegativas não prenhes pelo PVS não resulta em doença clínica aparente. É acompanhada de uma potente resposta de anticorpos. A maioria dos grupos de porcas foi infectada pelo parvovírus suíno (PVS) e, assim, permanecem imunes ao vírus e mantêm concentração de anticorpos muito elevada, os quais, em seguida, são transferidos a sua prole por meio da ingestão de colostro. Os suínos jovens são resistentes à infecção pelo PVS, até que o teor de anticorpos maternos diminua, em geral, por volta de 3 a 6 meses de idade. As leitoas infectadas antes da prenhez produzem uma potente resposta imune, sem doença clínica, e mantêm a imunidade contra exposição e infecção subsequente. Infecção de leitoas ou porcas durante a prenhez frequentemente resulta em infertilidade generalizada, morte embrionária, mumificação e suínos natimortos. Nenhuma doença clínica é observada quando ocorre infecção de porcas soronegativas não prenhes pelo PVS. Após a infecção, os animais manifestam viremia e produzem uma potente resposta de anticorpos, que, na maioria dos casos, induz imunidade vitalícia. Porcas imunes propiciam alto grau de imunidade lactogênica à sua prole, por meio da ingestão de colostro. Suínos jovens permanecem resistentes à infecção pelo PVS, até que o teor de anticorpos maternos diminua, geralmente por volta de 3 a 6 meses de idade. Pode ocorrer doença reprodutiva, caso as leitoas soronegativas se infectem durante a prenhez. A detecção direta de antígenos do PVS ou de ácido nucleico por tecidos de fetos mumificados ou natimortos possibilita um diagnóstico confiável de falha reprodutiva ocasionada por infecção pelo PVS. Coloração imunofluorescente ou imunohistoquímica com um conjugado de antissoro específico para PVS e/ou reação em cadeia de polimerase (PCR) são as técnicas diagnósticas mais comumente utilizadas para confirmar a infecção por PVS. Isolamento do vírus em cultura celular, com base em amostras de tecidos, às vezes pode ser realizado utilizando cultivo de células de suínos, como substrato. No entanto, este não é um método muito confiável de detecção, pois as tentativas de isolamento nem sempre são bem sucedidas. O sorodiagnóstico após infecção ou o monitoramento da concentração de anticorpos vacinais em suínos adultos podem ser obtidos por meio de pesquisa de anticorpos neutralizantes ou de HAI (títulos HAI > 40 são considerados protetores). A detecção de anticorpos contra PVS no fluido torácico de feto mumificado ou natimorto indica infecção uterina. Não há tratamento para a falha reprodutiva ocasionada pela infecção pelo parvovírus suíno (PVS). Vacinação é o método preferido para o controle da infecção pelo PVS no grupo de reprodutores. Infecção e aclimatação controladas durante o desenvolvimento da leitoa induzem infecção em leitoas não prenhes, resultando em proteção subsequente contra falha reprodutiva. Tanto a vacinação quanto a aclimatação devem ser realizadas obedecendo rigorosamente ao tempo estabelecido, de modo a assegurar que os animais sejam imunizados e/ou infectados após a diminuição do teor de anticorpos obtidos por transferência materna passiva, mas antes que ocorra o acasalamento.