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FUND. DA EDUC. DE JOVENS E ADULTOS E EDUC. POPULAR
	
		Lupa
	 
	Calc.
	
	
	 
	 
	 
	 
	CEL0359_A1_201909228044_V1
	
	
	
	
	
		1.
		Alfabetizar adultos requer um trabalho diferente daquele realizado nas escolas regulares, destinado a crianças / adolescentes. É comum na EJA a infantilização nas abordagens e nas linguagens dos professores, por isso convém ressaltar que na Educação de Jovens e Adultos é ERRADO considerar que...
	
	
	
	É comum o uso de diminutivos por partes dos professores, como continhas, tarefinha, etc., o que causa constrangimento aos alunos da EJA.
	
	
	É importante, apenas, o uso do livro didático para clareza dos conteúdos.
	
	
	É comum a baixa auto estima, pelos fracassos anteriores.
	
	
	É importante ter consciência que a EJA tem garantido acesso à educação.
	
	
	É importante ter consciência de que o aluno e o professor têm uma vida rica de aprendizagens.
	
		2.
		Uma das funções da escola deve ser a de esclarecer as relações entre emprego, trabalho e educação. Portanto, educação, sendo direito, deve ser respeitado e atendido pela sociedade com isonomia, deve ser para vida toda e não apenas . . .
	
	
	
	para o mercado de trabalho
	
	
	para ler, escrever e contar
	
	
	para um movimento de inclusão social
	
	
	para melhorar as relações sociais
	
	
	para se alfabetizar
	
		3.
		Dentre as especificidades inerentes ao campo da Educação de Jovens e Adultos, qual é o público alvo desta modalidade?
	
	
	
	Estrangeiros que só conseguiram dominar a fala do português na idade adulta e que, consequentemente, são analfabetos.
	
	
	Trabalhadores rurais que, por dificuldades financeiras, não puderam pagar uma escola para aprenderem a ler e escrever.
	
	
	Pais de alunos das diferentes escolas municipais e que ainda são analfabetos.
	
	
	A população urbana e rural que não teve a oportunidade de ingressar na escola na idade esperada ou que foi expulsa da escola, Os mestiços e negros perfazem a maioria destes alunos.
	
	
	Jovens que foram reprovados quando cursaram a alfabetização regular quando crianças.
	
		4.
		Com o surgimento dos debates políticos dos anos 40, 50 e 60 surgiram também as chamadas Reformas de Base. Nesse contexto foi promulgada a primeira Lei de Diretrizes e Bases que reconheceu a educação como direito de todos, sendo ela a:
	
	
	
	Lei 4024/61.
	
	
	Lei 11.274/07.
	
	
	Lei 5692/71.
	
	
	Lei 9394/96.
	
	
	Lei 8069/90.
	
		5.
		A partir do ano 2000, temos a incorporação de novos marcos conceituais e normativos da EJA estabelecidos pelas Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação de Jovens e Adultos, que através do parecer 11/2000, aponta para a necessidade de passarmos de um paradigma de educação Compensatória para uma concepção de educação continuada ao logo da vida. Uma das grandes dificuldades de se implementar esta nova perspectiva se dá pelo fato do professor ainda:
	
	
	
	Ter um olhar atento e sensível aos saberes populares.
	
	
	Aproximar o conteúdo formal da realidade dos educandos.
	
	
	Ter como referencial pedagógico o modelo de escolarização de crianças e adolescentes.
	
	
	Ter turmas heterogêneas e com interesses diferentes.
	
	
	Ter uma postura crítica reflexiva em relação aos conteúdos ensinando.
	 
		
	
		6.
		Miguel Arroyo (2001) coloca que a LDB 9394/96 refere-se a jovens e adultos não como aprendizes de uma etapa de ensino, mas como educandos, sujeitos sociais e culturais. Esta diferença sugere que a EJA é...
	
	
	
	Um nível de ensino dos anos finais.
	
	
	Um nível de ensino dos anos iniciais.
	
	
	Uma modalidade que constitui sua própria especificidade.
	
	
	Basicamente o ensino fundamental.
	
	
	É basicamente a alfabetização.
	
	
		7.
		A Educação de Jovens e Adultos no cenário brasileiro possui grande influência do pensamento de Paulo Freire. Sua pedagogia levanta ideias relevantes para a área, dentre as quais, a de que a alfabetização e a educação de adultos devem ocorrer :
	
	
	
	a partir de conteúdos socialmente valorizados, de modo a promover o acesso dos o oprimidos às culturas hegemônicas.
	
	
	a partir do trabalho com temas e palavras geradoras, extraídos de suas histórias de vida, de modo a promover a consciência crítica em relação ao mundo.
	
	
	de maneira coerente com os universos culturais dos educadores para que possam ser eficientes e conscientizadoras.
	
	
	a fim de permitir que esses sujeitos estudem de forma autônoma e libertadora, prescindindo da presença do educador.
	
	
	a partir dos métodos herbartianos, de modo que esses sujeitos dominem os códigos linguísticos de forma emancipatória.
	
		8.
		O reconhecimento de que jovens e adultos são sujeitos da aprendizagem e que há necessidade de metodologias participativas para que a aprendizagem aconteça são resultado ...
	
	
	
	De pesquisas na área de nutrição adequada para nosso alunado, mesmo adulto.
	
	
	Da valorização de práticas esportivas para o desenvolvimento do raciocínio lógico.
	
	
	Da aplicação de testes que nortearam as metodologias do ensino de jovens.
	
	
	Da necessidade de conscientização sobre o papel da família e da igreja na educação
	
	
	Do crescimento e valorização das políticas públicas para a EJA.

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