Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

HEMORRAGIAS DIGESTIVAS
· A hemorragia digestiva é dividida em alta e baixa pelo ângulo de Treitz. As hemorragias altas costumam apresentar-se com hematêmese ou melena e a úlcera péptica é a principal causa. As hemorragias baixas costumam apresentar-se com enterorragia e a doença diverticular é a principal causa.
· Na avaliação do choque hipovolêmico teremos grau I (sem sintomas); grau 2 (taquicardia e hipotensão postural); grau 3 (hipotensão) e grau 4 (FC > 140, FR > 40, perda de mais de 40% da volemia, PA pode estar inaudível).
· Os principais fatores de risco para úlcera péptica são o uso de anti-inflamatórios, tabagismo e a presença do H. pylori. O tratamento é clínico com inibidores de bomba de prótons, suspensão dos fatores de risco e erradicação da bactéria. A cirurgia é reservada para casos de complicações.
· Em pacientes com hemorragia digestiva alta por úlcera, o melhor tratamento é endoscópico, que pode ser químico (injeção de substância esclerosante), térmico (cauterização), ou mecânico (clipagem).
· As varizes de fundo gástrico quando presentes em pacientes não cirróticos, com trombose de veia esplênica, o tratamento pode ser cirúrgico através da esplenectomia e ligadura dos vasos curtos.
· Na hemorragia digestiva alta varicosa com paciente instável e sangramento ativo podemos passar o balão de Sengstaken-Blakemore como medida salvadora e temporária, permanecendo insuflado cerca de 24h com pressão no balão esofágico de 2/3 da PAM.
· Na hemorragia digestiva, após estabilização a endoscopia estará indicada. A endoscopia digestiva alta é sempre o primeiro exame, mesmo se a suspeita for de hemorragia digestiva baixa.
· A arteriografia detecta sangramentos a partir de 0,5 ml/min; a cintilografia detecta a partir de 0,1 ml/min, porém não localiza o sangramento de forma exata e não é usada na urgência.
· A conduta inicial na hemorragia digestiva é a estabilização clínica, avaliação das vias aéreas e infusão de cristaloides a depender do grau de choque (hemocomponentes podem ser necessários).
· Em pacientes cirróticos com varizes sangrantes o melhor tratamento é a combinação de medicamentos (terlipressina ou octreotide) que reduzem a pressão no sistema porta, e endoscopia (ligadura elástica ou escleroterapia).
· Os principais fatores de risco para úlcera péptica são o uso de anti-inflamatórios, tabagismo e a presença do H. pylori. O tratamento é clínico com inibidores de bomba de prótons, suspensão dos fatores de risco e erradicação da bactéria. A cirurgia é reservada para casos de complicações.
· A principal causa de hemorragia digestiva alta é úlcera péptica. No paciente com cirrose, no entanto, a principal etiologia é a ruptura de varizes de esôfago.
· Em pacientes cirróticos com varizes sangrantes o melhor tratamento é a combinação de medicamentos (terlipressina ou octreotide) que reduzem a pressão no sistema porta, e endoscopia (ligadura elástica ou escleroterapia).
· Pacientes com hemorragia digestiva e EDA normal devem realizar colonoscopia (caso estejam estáveis), ou arteriografia (em caso de instabilidade), na avaliação da hemorragia digestiva baixa.

Mais conteúdos dessa disciplina