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1 FACULDADE PITÁGORAS- CAMPUS TEIXEIRA DE FREITAS NUTRIÇÃO Disciplina: Estágio em Nutrição I RELATÓRIO FINAL DE ESTÁGIO: UAN NO RESTAURANTE SKALLA TEIXEIRA DE FREITAS - BAHIA – BRASIL 2020 2 FACULDADE PITÁGORAS- CAMPUS TEIXEIRA DE FREITAS NUTRIÇÃO Disciplina: Estágio em Nutrição I RELATÓRIO FINAL DE ESTÁGIO UAN NO RESTAURANTE SKALLA Relatório Final de Atividades de Estágio Supervisionado de Nutrição I, apresentado a Faculdade Pitágoras, como exigência para a conclusão do Curso de Bacharelado em Nutrição, sob supervisão e orientação da preceptora: Juliane Hipólito e Supervisão da coordenadora Raianne Paixão. RAFFAELLA RAMOS NASCIMENTO TEIXEIRA DE FREITAS – BAHIA 2020 3 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO....................................................................................... 4 2 JUSTIFICATIVA .................................................................................... 5 3 OBJETIVO GERAL ................................................................................ 6 4 METODOLOGIA ................................................................................... 7 5 RESULTADOS E DISCUSSÕES .......................................................... 8 6 CONSIDERAÇÕES FINAIS ............................................................... 12 7 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS .................................................... 13 8 ANEXOS.............................................................................................. 14 9 PLANO DE AÇÃO ............................................................................... 34 4 1. INTRODUÇÃO A alimentação é uma das atividades mais importantes para o ser humano, tanto por causas biológicas quanto pelas questões sociais e culturais que envolvem o comer. Assim, o ato de se alimentar engloba diversos aspectos que vão desde a fabricação dos alimentos até o seu preparo em refeições e disponibilidade aos indivíduos (MONTEIRO, 2009). Os alimentos têm a finalidade de abastecer o corpo humano de energia, além de contribuir para à formação e a manutenção dos tecidos, ao mesmo tempo em que adequam o funcionamento dos órgãos (GAVA, 2008). As Unidades de Alimentação e Nutrição - UAN são locais que pertencem ao setor de alimentação coletiva, cuja finalidade é administrar a produção de refeições nutricionalmente equilibradas com bom padrão higiênico sanitário para consumo fora do lar, que possa contribuir para manter ou recuperar a saúde de coletividade, e ainda, auxiliar no desenvolvimento de hábitos alimentares saudáveis (COLARES; FREITAS, 2007). Existem inúmeros micro-organismos que podem ser veiculados pelos alimentos e causar doenças ao consumidor, que são chamadas de Doenças Transmitidas por Alimentos – DTA (GAVA, 2008). Conforme dados epidemiológicos disponíveis, as UAN’s são uma das grandes fontes de surtos veiculados por alimentos. Por causa disso sabe-se que as organizações exigem cada vez mais de seus colaboradores, por outro lado necessitam investir em programas que melhorem o bem estar dos mesmos e proporcione uma melhora de sua capacidade produtiva (DOURADO; LIMA, 2011). Com a crescente preocupação de qualidade da melhoria dos alimentos tem levado empresas privadas ao desenvolvimento de diversos sistemas de qualidades, visando garantir a obtenção de um alimento seguro e a proteção e saúde dos seus colaboradores (RÊGO, 2004). Para que essas empresas obtenham a qualidade desejada nas refeições produzidas na UAN é essencial à presença de um profissional qualificado para que possa instruir aos manipuladores de alimentos como produzir as refeições minimizando os riscos de causar Doenças Transmitidas por Alimentos (DST) e de minimizar as lesões por esforço repetitivo – LER (BARBOSA, et al, 2006). De acordo com a Resolução CFN Nº 380/2005, compete ao nutricionista no exercício das suas atribuições em uma UAN (Unidade de Alimentação Nutricional) realizar assistência e educação nutricional a coletividade, indivíduos sadios ou 5 enfermos em instituições públicas e privadas, planejar, organizar, dirigir, supervisionar e avaliar os serviços de alimentação e nutrição (BRASIL, 2005). Portanto, esse relatório visa expor a vivência de uma estagiária do curso de Nutrição na UAN de uma empresa situada na cidade de Teixeira de Freitas, onde foi realizado estudo de artigo sobre as principais bactérias presentes em doenças transmitidas por alimentos (DTA’s), confecção de Manual de Boas Práticas para a empresa, organização de estoque de alimentos perecíveis, não perecíveis, material de limpeza e objetos pessoais dos funcionários, treinamentos com os manipuladores de alimentos, implantação do check list de inspeção das Boas Práticas de Fabricação, confecção e execução de POP no forno, e também foi observada a estrutura física e a postura dos manipuladores de alimentos. Ao longo do período de estágio, foi possível entender a importância da atuação de um nutricionista para planejar, coordenar e supervisionar os serviços prestados, com a finalidade de ofertar produções com melhor parâmetro microbiológico e físico- químico, além de experimentar na pratica o aprendizado sobre unidades de alimentação. Outrossim, por meio da observação da unidade, fez-se viável verificar que existem fatores que influenciam no bom funcionamento da unidade, assim como existem procedimentos que podem ser reparados. Ademais, a formação possibilitou desenvolver planos de ação na unidade, que contribuem para atingir resultados significativos. Para o desempenho desse desígnio voltados a garantia de uma alta produtividade, qualidade do produto servido, baixo custo, entre outros objetivos importantes é essencial reiterar a importância e necessidade de um nutricionista dentro de uma UAN. 6 2. JUSTIFICATIVA . A World Health Organization (WHO,2000) estima que as doenças causadas por alimentos contaminados consistem em um dos problemas de Saúde Pública mais difundidos e recorrentes nos últimos tempos. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), mais de 50% dos casos de doenças de origem alimentar foram decorrentes de técnicas inadequadas de processamento e por alimentos contaminados envolvendo os microrganismos e parasitas patogênicos, além dos seus produtos tóxicos (MADEIRA; FERRÃO 2002). As Unidades de Alimentação e Nutrição (UAN), conceituadas como empreendedorismos têm como foco principal a transformação de matéria-prima em alimentos preparados e prontos para o consumo humano. Nestas unidades ocorrem o recebimento e armazenamento de alimentos, produção e distribuição de refeições destinadas à coletividade. Estas refeições devem, portanto, ser produzidas dentro do mais elevado padrão de qualidade (CARDOSO, SANTOS, SOUZA, 2005). A incessante busca pela qualidade permeia todos os setores da atividade humana. Dentro do sistema de alimentação coletiva, o desenvolvimento de estratégias está aliado com competência e profissionalismo de modo a estabelecer um rigoroso controle higiênico-sanitário de todas as etapas que envolvem a produção de refeições, tornando possível estabelecer medidas corretivas, prevenirem a contaminação dos alimentos e assegurar a saúde dos consumidores. Portanto, a qualidade encontra-se associada o fornecimento de refeições nutricionalmente equilibradas e adequadas sob o ponto de vista higiênico-sanitário (AGUIAR, 2003). Segundo a ANVISA, as boas práticas de fabricação são imprescindíveisem locais onde há produção e industrialização de alimentos, para garantir a qualidade do alimento. Portanto, as empresas alimentícias devem abranger quesitos como a higienização das instalações, dos equipamentos e utensílios, controle de água de abastecimentos, dos vetores transmissores de doenças e de pragas urbanas, a capacitação dos profissionais, a supervisão da higiene dos colaboradores e manejo correto do lixo (BRASIL, 2004). A atuação do nutricionista em uma UAN não se resume em alimentar o cliente, mas sim garantir a segurança e qualidade do alimento do ponto de vista higiênico- sanitário. Além disso é de sua responsabilidade fazer o treinamento de toda a equipe 7 de produção frequentemente. Para efetiva realização dessas atividades, o nutricionista deverá ser capaz de lidar com diferentes cenários, da administração de negócios a relacionamento entre funcionários, garantindo oferta de alimentação saudável e adequada. 8 3. OBJETIVOS 3.1 Objetivo Geral I. Analisar as atividades práticas a partir do conhecimento teórico, no processo de administração da UAN e na operação de produção. II. Conhecer as atividades desenvolvidas na unidade de alimentação do restaurante. III. Aplicar o check-list e diagnóstico da UAN. IV. Elaborar um plano de ação e executá-lo. V. Conscientizar os manipuladores de alimentos da Unidade sobre a importância da produção de um alimento com qualidade higiênico-sanitária adequada ao consumo. 3.2 Objetivo Específicos I. Observar a importância do nutricionista na administração da UAN; II. Sensibilizar os manipuladores de alimentos sobre a importância da organização e higienização do estoque de alimentos não perecíveis, perecíveis, embalagens, materiais de limpeza e objetos pessoais dos funcionários conforme previstos na RDC 216/04 da ANVISA, a fim de minimizar os riscos de contaminação dos alimentos e evitar surtos de DTA’s; III. Analisar o cumprimento das boas práticas de fabricação e as exigências sanitárias para a UAN. 9 4. METODOLOGIA No período de estágio no Restaurante Skalla de Teixeira de Freitas-BA, foi levantado dados sobre a unidade através da realização do check list com o intuito de conhecer as características da UAN, como: o tipo de serviço, sistema de distribuição, modalidade de serviço e tipo de refeição. Posteriormente, fora averiguados os pontos fracos e fortes para um seguinte diagnóstico. Para a carga horária da formação, foi previsto uma duração de 5 semanas, 3 dias e 4 horas, sendo realizada de 7hs da manhã até 13h da tarde. Com relação a equipe de funcionários da UAN, este é composto por 1 cozinheira, 2 auxiliares de cozinha, 1 churrasqueiro, 2 garçonetes, 1 auxiliar de balança, 1 motorista e auxiliar da entrada do restaurante e o dono que fica no caixa. O funcionamento da Unidade é de 06hs da manhã até as 18hs da noite, pois além do serviço no restaurante eles também fornecem refeições para outras empresas. Fora utilizado artigos acadêmicos encontrados no Google Acadêmico e Scielo. Além disso usou-se as RDC’s 216/04 e 275/02 para nortear os estudos e o Plano de Ação. 10 5. RESULTADOS E DISCUSSÃO 11 12 Realizou-se um treinamento de Boas Práticas, junto com a organização da área de estoque da UAN. Com relação ao estoque, logo após a arrumação houve uma significativa melhora, mas com o decorrer dos dias foi possível notar produtos e utensílios fora do lugar. Sobre o treinamento, também sucedeu em mudanças nos hábitos das atividades exercidas nesta UAN pelos funcionários que participaram do mesmo. No entanto, com o tempo os colaboradores voltaram a desrespeitar o uso dos EPI’s e iam trabalhar com sapatos abertos. Apesar disso, percebe-se uma evolução significativa com as não conformidades vistas nesta unidade, já que passaram a ser diminuídas, após terem a consciência dos problemas higiênicos- sanitários que afetam a UAN, mas que antes não davam a sua devida importância. 13 6. CONSIDERAÇÕES FINAIS O Estágio Supervisionado em Nutrição 1 – UAN, é um processo de aprendizagem indispensável a um profissional que deseja estar preparado para enfrentar os desafios de uma carreira e entrar no mercado de trabalho. Isto possibilitou a oportunidade de interagir com os colaboradores, bem como observar a importância do nutricionista dentro da unidade. Participar do estágio permite assimilar a teoria e a prática, aprender as dificuldades e realidade da profissão, além de conhecer o dia a dia que o acadêmico escolheu para exercer. As atividades contribuíram para que os estagiários pudessem participar ativamente de ações diretamente com o alimento e com as Boas Práticas na produção das refeições. Á medida que o aluno entra em contato com as tarefas que o estágio lhe proporciona, é possível desenvolver as habilidades aprendidas na graduação. O Restaurante Skalla é um ótimo local para realizar o estágio, pois permite conhecer todas as áreas que envolvem a produção do alimento, entender os processos de trabalho e verificar a importância da atuação do nutricionista. Os trabalhos desenvolvidos foram fundamentais para interação com os manipuladores de alimentos e foram retribuídos com interesse, receptividade e agradecimento por parte dos envolvidos. Foi obtido todo o auxílio e atenção da preceptora de campo e a coordenadora, necessários para atingir os objetivos do estágio. Considerando que a atuação do nutricionista na UAN é de extrema importância, torna-se necessário pautar pelo compromisso e pelo conhecimento técnico da realidade higiênico-sanitária e das estratégias de ação em alimentação coletiva. Portanto, o profissional nutricionista é o principal articulador e mobilizador do processo de trabalho. 14 7. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS AGUIAR, J. A. et AL. Tempo e temperatura de pratos quentes servidos no serviço de alimentação escolar em Cajamar – SP. Nutrição Brasil, 135 p, maio/junho, 2003. BARBOSA, M. do S. A.; SANTOS, R. M.; TREZZA, M. C. S. F. A vida do trabalhador antes e após a Lesão por Esforço Repetitivo (LER) e Doença Osteomuscular Relacionada ao Trabalho (DORT), Maceió – AL, 2006. BRASIL, Agência Nacional de Vigilância Sanitária. RDC N° 275, de 21 de outubro de 2002. Dispõe sobre o Regulamento Técnico de Procedimentos Operacionais Padronizados aplicados aos estabelecimentos produtores/industrializadores de alimentos e a lista de verificação das boas práticas de fabricação em estabelecimentos Produtores/industrializadores de alimentos. Brasília, 23 de outubro de 2002. BRASIL, Agência Nacional de Vigilância Sanitária. RDC N° 216, de 15 de setembro de 2004. Dispõe sobre Regulamento Técnico de Boas Práticas para Serviços de alimentação. Brasília, Diário Oficial da União, 16 set. 2004. BRASIL, Lei N° 11.346, de 15 de setembro de 2006. Cria o Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional – SISAN com vista em assegurar o direito humano à alimentação adequada e dá outras providências. Brasília, 15 de setembro de 2006. Brasil. Resolução CFN nº 380 de 28 de dezembro de 2005. Dispõe sobre a definição das áreas de atuação do nutricionista e suas atribuições, estabelecer parâmetros numéricos de referência, por área de atuação e dá outras providências. Conselho Federal dos Nutricionistas 28 dez; 2005. CARDOSO, R. de C. V.; SOUZA, E. V. A. de.; SANTOS, P. Q. dos. Unidades de alimentação e nutrição nos campus da Universidade Federal da Bahia:um estudo sob a perspectiva do alimento seguro. Revista nutrição, Campinas – SP, 18(5):669-680, set./out., 2005. COLARES, L. G. T.; FREITAS, C. M. de. Processo de trabalho e saúde de trabalhadores de uma Unidade de Alimentação e Nutrição: entre a prescrição e o real trabalho. Rio de Janeiro – RJ, 2007. DOURADO, M. M. J.; LIMA, T. P. Ergonomia e sua importância para os trabalhadores de unidade de alimentação e nutrição. São Paulo – SP 2011 MADEIRA, M.; FERRÃO, M. E. M. Alimentos Conforme a Lei. Editora Manole Ltda. São Paulo, 2002 MONTEIRO, Marlene Azevedo Magalhães. Importância da ergonomia na saúde dos funcionários de uma unidade de alimentação e nutrição. Belo Horizonte – MG, 2009. 15 REGO, J. C. Qualidades e segurança de alimentos em Unidades de Alimentação e Nutrição. Tese (Pós – graduação, doutorado: nutrição) Universidade Federal de Pernambuco, Recife – PE, 2004. WORLD HEALTH ORGANIZATION – WHO. Food Borne disease: focus for health education. Geneva,2000 16 POP – Procedimento Operacional Padronizado ASSUNTO: HIGIENIZAÇÃO, EQUIPAMENTOS Data de emissão: 05/11/2020 Responsável pela Ação: Cozinheira, auxiliares de cozinha EPI’s: Luvas de borracha, avental, máscaras e touca Materiais: Esponja, detergente, desincrustante cremoso multiuso de limpeza profunda. Frequência: Quinzenalmente Tarefa: Higienização do Forno Descrição da atividade: • Remova a sujeira com o auxílio de um pano úmido • Retire as grades • Fazer raspagem das incrustações com uma espátula • Remova a sujeira com água • Espalhar o produto puro em toda superfície e deixar agir por 10 a 20 minutos • Esfregue com uma esponja • Enxague com água • Esfregue toda superfície com a esponja umedecida e detergente puro • Enxaguar com água • Deixe secar Elaborado por: Raffaella Ramos e Gleide Ribeiro 17 8. ANEXOS FACULDADE PITÁGORAS- CAMPUS TEIXEIRA DE FREITAS NUTRIÇÃO Disciplina: Estágio em Nutrição I CHECK-LIST DE UAN: COMERCIAL/SELF-SERVICE TEIXEIRA DE FREITAS - BAHIA – BRASIL 2020 18 1. CHECK LIST PARA IDENTIFICAÇÃO DE DOCUMENTAÇÃO/ BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO E OPERACÕES EM UNIDADES PRODUTORAS DE REFEIÇÕES E UNIDADES PRODUTORAS DE ALIMENTOS – UPA´S I) IDENTIFICAÇÃO DA UAN • Nome: L R ROCHA COMERCIO DE ALIMENTOS • Tipo (comercial, industrial, hospitalar, etc.): COMERCIAL • Endereço: AV PADRE ANCHIETA, 425 – JARDIM CARAIPE CNPJ: 34.819.085 / 0001-56 • Horários de funcionamento: 03HS AS 18HS • Histórico: • Missão (Objetivo atual): Oferecer produtos e serviço na área gastronômica, valorizando o aspecto nutritivo, a qualidade, o sabor e a correta técnica de elaboração de cada alimento, para contribuir para a saúde dos nossos clientes, ofertando um sistema de atendimento diferenciado. • Visão (Objetivo futuro): Ser uma empresa reconhecida como referência dentro da gastronomia buscando qualidade, agilidade no atendimento e manter um bom relacionamento com os clientes, colaboradores e fornecedores. Sempre valorizando essa troca de experiência na convivência entre o restaurante e nossos clientes, em um espaço aconchegante em um ambiente familiar. • Valores: Nutrição, para promover a saúde e a boa qualidade de vida. Comida saudável, para contribuir com a mudança do estilo de vida. Sabores, para proporcionar o prazer de comer bem. Variedade, para oferecer opções com qualidade para todos os gostos. Atendimento com excelência, para apresentar soluções gastronômicas. Serviço rápido e prático, para adequar ao estilo de vida de quem não tem tempo a perder. Atendimento diferenciado, buscando sempre a melhor opção para o bem estar do nosso cliente. Ambiente familiar, dando um excelente conforto no atendimento para o cliente se sentir em casa. Alimentos manipulado, com toda garantia de higiene. Responsabilidade social, relacionamento ético, comprometimento respeitando os recursos ambientais e culturais da região. Qualidade, para somar todos nossos valores e resultar na satisfação dos nossos clientes. • Clientela Externa: GERAL - Faixa etária: TODOS - Gênero: TODOS - Classe socioeconômica e cultural: TODOS • Clientela Interna (quantidade) • Tipo de refeição (desjejum, lanche, almoço, jantar, ceia): ALMOÇO • Cardápio (padrão das preparações e descrição do formato) • Sistema de distribuição (centralizado, descentralizado, mista) • Modalidade do serviço (à francesa, à inglesa, empratado etc.) • Quantidade média de produção diária: 19 II) RESPONSABILIDADE TÉCNICA ITEM S N NA Obs. 1. O Responsável Técnico (RT) é comprovadamente capacitado (contaminantes alimentares, DTA, manipulação e BP) para isto? (item 4.12 da RDC 216/2004) X O RT da Unidade é o proprietário, porém o mesmo não pe devidamente capacitado para essa atribuição. 2. O Responsável Técnico (RT) é comprovadamente cadastrado no PAT? (MT) Referência normativa: art. 3º, inciso II, da Lei nº 8.234, de 17 de setembro de 1991; art. 5º, §§ 11 e 12, da Portaria SIT/DSST nº 3, de 2002 e Resolução CFN nº 419, de 19 de março de 2008 X 3. O Responsável Técnico (RT) é comprovadamente nutricionista? Se não, qual é a formação? RESOLUÇÃO CFN N° 380/2005. X O RT do estabelecimento é o proprietário. Ele é engenheiro petroquímico. RDC 216/ 4.12.1 O Responsável pelas atividades de manipulação dos alimentos deve ser o proprietário ou funcionário designado. TOTAL III) DOCUMENTAÇÕES E REGISTROS 4. Tem Manual de Boas Práticas acessível aos funcionários e autoridades? RDC 216/2004 (4.11.1) X A UNIDADE não dispõe de MBPF. 5. Tem Procedimentos Operacionais Padronizados (a. Higienização est física, b. Controle de pragas, c. Higienização, d. Higiene e saúde manipuladores) com instruções, responsáveis por cada tarefa, datados e assinados pelo RT? RDC 216/2004 (4.11.1 a 4.11.8) X A UNIDADE não possui. 6. Tem registros das manutenções de condicionadores de ar? RDC 216/2004 (4.1.11) X O proprietário disse que tem porém, não tivemos acesso. 7. Tem registros do controle de pragas? ( RDC 216/2004 4.3.3) X 8. Tem registros da higienização do reservatório de água? RDC (216 /2004 4.4.4) X O proprietário disse que tem porém, não tivemos acesso. 9. Tem registro de cargos e atribuições? TEIXEIRA, Suzana et al, 2010 X Apenas a nível de CLT para contratação e assinatura de carteira, mas na prática não funciona. 10. Tem de organograma hierárquico? X Apenas o dono tomas todas as decisões. 11. Tem escala de trabalho? REFERÊNCIA NORMATIVA: Art. 11 do Decreto nº 27.048, de 12 de agosto de 1949. CLT ART 59 X 12. Tem escala de folgas? CLT - Decreto Lei nº 5.452 de 01 de Maio de 1943. Art 59 X 13. Tem escala de férias? CLT Art 129/130 X 14. Tem política de pessoal registrada e conhecida por todos (recrutamento, seleção, admissão, capacitação, motivação e demissão)? TEIXEIRA, Suzana et al, 2010 X 20 18. Tem registros do controle de saúde dos manipuladores? RDC 216/ 2004 (4.6.1) e LEI Nº 6.514, de 22 de dezembro de 1977 (altera o capítulo V da CLT relativo à Segurança e Medicina do Trabalho); PORTARIA Nº 3.214, de 08 de junho de 1978 (aprova as Normas Regulamentadoras do Capítulo V da CLT relativo à Segurança e Medicina do Trabalho); Esta portaria aprovou 28 Normas Regulamentadoras, entre elas: NR-7 (regulamenta a elaboração do PCMSO); X Apenas exame admissional. 19. Tem registros da capacitação periódica dos manipuladores? 216/2004 (4.6.7) X Não foi apresentada. 20. Tem registro de controle de visitantes das áreas produtivas? X 21. Tem registrode auditorias internas? X 22. Tem registro de coleta de amostras diário? (PORTARIA CVS 5, 2013; RDC 216, 2004) X 23. Tem registro de prova de alimentos diário? X 24. Tem alvará de funcionamento? X Exite segundo o proprietário, mas não foi apresentada. 25. Tem alvará de saúde? X Exite segundo o proprietário, mas não foi apresentada. 26. Tem planta baixa da área física? (MEZOMO, 2002 ; CAMPOS, 2011; TEIXEIRA, 2003). X Exite segundo o proprietário, mas não foi apresentada. 27. Tem planta baixa hidráulica? X Exite segundo o proprietário, mas não foi apresentada. 28. Tem planta baixa elétrica? ABNT NBR 5410; 2004 X Exite segundo o proprietário, mas não foi apresentada. 29. Tem planta de instalações de rede de gás e vapor? () X Exite segundo o proprietário, mas não foi apresentada. 30. Tem registro da qualidade da água? ANVISA, Portaria 518/2004 e ANVISA nº 275/02 - (POP 2) X Exite segundo o proprietário, mas não foi apresentada. 31. Tem registro de controle de higienização das áreas? ANVISA nº 275/02 - (POP 1) X 33. Tem fluxo adotado para a realização das higienizações? X 35. Possui procedimentos operacionais aplicáveis? ANVISA nº 275/02 X 36. Possui EPI para cada atividade específica necessária ao uso? NR 6 – A fundamentação legal, ordinária e específica, que dá embasamento jurídico à existência desta NR, são os artigos 166 e 167 da Consolidação das Leis Trabalhistas - CLT. X Existe, mas os funcionários não usam corretamente e tem bastante resistência. TOTAL IV) ESTRUTURA FÍSICA (Área Externa) 1. A empresa está situada em local não sujeito a alagamento, livre de acúmulo de lixo e odores, abrigos de animais, áreas emissoras de fumaças, gases ou poeiras? PORTARIA SVS/MS Nº 326, DE 30 DE JULHO DE 1997 5.1 X 2. As vias e áreas utilizadas para circulação pelo estabelecimento possui superfície dura ou pavimentada adequada para o trânsito de rodas? PORTARIA SVS/MS Nº 326, DE 30 DE JULHO DE 1997 5.2 X 21 3. Dispõe de escoamento adequado? PORTARIA SVS/MS Nº 326, DE 30 DE JULHO DE 1997 5.2 X 4. As áreas são mantidas em adequadas condições de conservação e higienização, sendo evitado a todo tempo, o acúmulo de lixos e entulhos? X 5. O acesso de pessoas é feito através de calçadas? X 6. Os arredores são delimitados por muro contínuo? X 7. A localização da Unidade está no térreo? X 8. A localização da Unidade está voltada para o nascente? X 9. A Unidade possui configuração geométrica retangular? X 10. Tem porta de acesso independente e controlada? (RDC 216/04 4.1.1) X 11. Tem veículo limpo e com termômetro para transporte de alimentos? (RDC 216/04 4.9.2 e 4.9.3) X Edifício / Ambiência/Ergonomia/Instalações /Fluxo Operacional 12. Possui áreas e/ou setores delimitados? Quais? X Produção, preparo, higenização, salão, estoque, churrasco, caixa. 13. Os dimensionamentos das áreas são coerentes com os processos desenvolvidos? Qual o m² por área? (RDC 216/04 4.1.2) X 14. São suficientes para comportar todas as operações desenvolvidas? X 15. Há uma escolha criteriosa dos materiais constituintes das superfícies, de forma a evitar a contaminação dos alimentos? Qual o material por área? (PORTARIA SVS/MS Nº 326, DE 30 DE JULHO DE 1997 5.2) e (RDC 216/04 5.4.1) X 16. O dimensionamento dos equipamentos, móveis e utensílios estão adequados (capacidade, quantidade, qualidade, localização) para a produção? (PORTARIA SVS/MS Nº 326, DE 30 DE JULHO DE 1997 5.4.2) X 1 7. As instalações, equipamentos, móveis e utensílios estão limpos? (PORTARIA SVS/MS Nº 326, DE 30 DE JULHO DE 1997 6.2.2) e (RDC 216/04 4.2.1) X Os utensílios, e instalações estão sempre limpos, mas os equipamentos precisam de higienização adequada. Segundo RDC 216/ 4.2.6 18. A manutenção dos equipamentos é preventiva? (RDC 216/04 4.1.16) X A manutenção ocorre apenas quando há algum dano ou defeito. 19. A manutenção dos equipamentos é corretiva? (RDC 216/04 4.1.16) X Não há registro que comprove. 20. Existem barreiras físicas e sanitárias instaladas para impedir a entrada e o alojamento de pragas e contaminantes do meio? (RDC 216/04 4.1.4 e 4.3.1) X Apenas nas janelas da cozinha possuem, mas nas portas não tem. 21. O fluxo operacional de matérias-primas, ingredientes e embalagens na recepção e armazenamento em temperatura ambiente é linear, sem intercruzamentos ou contra fluxos? (PORTARIA SVS/MS Nº 326, DE 30 DE JULHO DE 1997 5.3.6) e (RDC 216/2004 4.1.1) X Tudo acontece apenas por 1 porta, então ocorre intercruzamento e contra fluxo. 22 22. O fluxo operacional de produtos sob congelamento na recepção e armazenamento em temperatura controlada é linear, sem intercruzamentos ou contra fluxos? (RDC 216/2004 4.8.18) X Os freezer ficam em outra unidade. 23. O fluxo operacional de produtos em elaboração é linear, sem intercruzamentos ou contra fluxos? (PORTARIA SVS/MS Nº 326, DE 30 DE JULHO DE 1997 5.3.6) e (RDC 216/2004 4.1.1 X Ocorre intercruzamento e contra fluxo. 24. O fluxo operacional de produtos elaborados é linear, sem intercruzamentos ou contra fluxos? (PORTARIA SVS/MS Nº 326, DE 30 DE JULHO DE 1997 5.3.6) e (RDC 216/2004 4.1.1 X Ocorre intercruzamento e contra fluxo. 25. O fluxo operacional de pessoas nos setores é linear, sem intercruzamentos ou contra fluxos? (PORTARIA SVS/MS Nº 326, DE 30 DE JULHO DE 1997 5.3.6) e (RDC 216/2004 4.1.1 X Todos os funcionários participam de diversas funções. Além disso entram e saem pela mesma porta. 26. O fluxo operacional de subprodutos e resíduos nos setores é linear, sem intercruzamentos ou contra fluxos? (PORTARIA SVS/MS Nº 326, DE 30 DE JULHO DE 1997 5.3.6) e (RDC 216/2004 4.1.1) X O local de resíduos fica em frente a cozinha e area de pre- preparo. 27. Os pisos, paredes e tetos são revestidos de material liso, impermeável e lavável, íntegros, conservados, livres de rachaduras, trincas, goteiras, vazamentos, infiltrações, bolores? (RDC 216/2004 4.1.3) e (PORTARIA SVS/MS Nº 326, DE 30 DE JULHO DE 1997 5.3.1 e 5.3.7) X O restaurante é novo. 28. O pé-direito mínimo das instalações atende ao disposto na legislação? NR 24 Ministério do Trabalho X 29. O rejunte possui a mesma característica de resistência do piso? X 30. O alto de parede e teto possui Índice de Reflexão maior que 80%? X 31. A parede e piso possui IR entre 50-75%? X 32. A parede paralela possui distância menor do que 17m? X 33. As paredes são protegidas por cantoneiras? (PORTARIA SVS/MS Nº 326, DE 30 DE JULHO DE 1997 5.3.7) X 34. O piso possui nível único e inclinado em direção aos ralos? (PORTARIA SVS/MS Nº 326, DE 30 DE JULHO DE 1997 5.3.7) X 35. As junções entre piso e parede são arredondadas? (PORTARIA SVS/MS Nº 326, DE 30 DE JULHO DE 1997 5.3.7) X 36. As portas possuem largura ≥1m e ≤ 2,10 de altura? X 37. As portas são resistentes, laváveis e protegidas do fogo? (216/2004 4.1.3) e (PORTARIA SVS/MS Nº 326, DE 30 DE JULHO DE 1997 5.3.1 e 5.3.7) X 38. As janelas estão instaladas na parte superior das paredes a 1/5 ou ¼ da área do piso? X 39. As janelas possuem telas milimétricas removíveis do lado externo? (RDC 4.1.4/2004 4.1.4) X 40. As janelas possuem vidros transparentes e lisos? X 41. Os equipamentos possuem cada um com tomada exclusiva? X 42. As caixas de gordura e caixa de passagem encontra-se na parte externa da edificação? (RDC 216/2004 4.1.6) X 43. A instalação de tubulação independente para cada ponto de esgoto? X 44. O reservatório de água é conservado e limpo? (RDC 216/2004 4.4.4) X Não tivemos acesso ao local, a informação foi passada pelo proprietário. 23 45. A água utilizada é proveniente de serviço público? (RDC 216/2004 4.4.1) X 46. Possui elementos filtrantesou filtros de água na produção de alimentos? X 47. As instalações elétricas são embutidas ou protegidas em tubulações externas e íntegras? (RDC 216/2004 4.1.9) X 48. A ventilação garante ambiente fresco e seco e não incide diretamente sobre os alimentos? X 49. A área total das aberturas (janelas e portas) correspondem a 1/8 da área total do piso)? (Item 4.1.10 da RDC 216/2004 e ABERC) X 50. Possui emprego de materiais acústicos e isolantes em tetos e paredes? X 51. Possui emprego de material isolante em bancada de inox, antes de sua fixação no concreto? X 52. Os equipamentos possuem distância dos cantos e paredes? X 53. Tem caixa de hidrantes, extintores e caixa de alarmes na cor vermelho segundo ABNT E NR? PORTARIA Nº 229 DE 24.05.2011 NR 26 e ABNT através das normas NBR 7195 (Junho/95) e NBR 6493 (Outubro de 94), X 54. Possui faixa na cor amarela para parapeitos, corrimãos, partes baixa de escada e abertura de portas? NBR 7195 X 55. Possui caixa de socorro com identificação da cor verde segundo ABNT? NR 26 X 56. A altura da mesa/balcão de trabalho está entre 0,80 a 0,90 m? (ZANELLA, 2007) X 57. A profundidade da mesa está entre a 0,60 a 0,70m? X 58. A profundidade das pias está no máximo a 0,45m? X Recepção de materiais/ DML/Armazenamento/Pré Preparo/Preparo 59. Tem registro de entrada e saída de materiais por sistema? X O proprietário disse que tem, mas não nos apresentou. 60. Tem registro controle de temperatura de gêneros? X 61. As portas possuem borracha de vedação na extremidade inferior? X 62. Tem termômetro na área para recepção de materiais? (RDC 216/2004 4.7.3) X 63. Tem área exclusiva para guarda de materiais a serem devolvidos? (216/2004 4.7.4) X O estoque estava desorganizado e não tinha local exclusivo para cada tipo de material. 64. Tem área exclusiva, organizada e limpa para guarda de materiais semi- perecíveis? (214/2004 4.7.5) X O estoque estava desorganizado e não tinha local exclusivo para cada tipo de material. 65. Os materiais semi-perecíveis estão limpos e são armazenados sobre paletes, estrados ou prateleiras lisas, resistentes impermeáveis e laváveis? (216/2004 4.7.6 e 4.8.1) X Os materiais estavam no chão, sobre caixas de papelão e sacos. 66. Tem área exclusiva, organizada e limpa para guarda de materiais perecíveis? (216/2004 4.8.5) X O estoque estava desorganizado e 24 não tinha local exclusivo para cada tipo de material. 67. Tem área/equipamento exclusivo, organizado e limpo para guarda de gelo? (216/2004 4.4.2) X O gelo fica junto com outros alimentos. 68. Tem termômetro em todos os congeladores e refrigeradores? (216/2004 4.8.16) X 69. A temperatura nas câmaras de refrigeração/geladeiras está entre 0 e 10oC? (ABERC) CVS 5/2013 X A câmara não é utilizada. 70. A temperatura nas câmaras de congelamento/freezers está entre -12 e -18oC? (ABERC) CVS 5/2013 X Os freezes ficam em outro local, não tivemos acesso. 71. Os produtos armazenados são identificados? (RDC216/2004 4.9.1) X 72. Possui controle de estoque PEPS para vegetais (RDC 216/2004 4.7.5) X O estoque estava desorganizado. As estgiárias que organizaram. 73. Possui controle de estoque PVPS? (RDC 216/2004 4.7.5) X O estoque estava desorganizado. As estgiárias que organizaram. 74. Possui controle e restrição de acesso praticados na área de armazenamento? X 75. Atende aos cuidados informado pelos fabricantes quanto ao empilhamento de produtos nas áreas de armazenamento? X Os produtos eram empilhados de qualquer jeito. 76. Possui descarte de embalagens secundárias/terciárias? X 77. Tem área exclusiva, organizada e limpa para guarda de materiais descartáveis? (RDC 216/2004 4.7.5) X Fica junto com os materiais não perecíveis. 78. Os materiais descartáveis estão limpos e são armazenados sobre paletes, estrados ou prateleiras lisas, resistentes impermeáveis e laváveis? (216/2004 4.7.6 e 4.8.1) X O estoque estava desorganizado, com muito material no chão. 79. Tem área exclusiva, organizada e limpa para deposito de materiais de limpeza (DML) ? (216/2004 4.2.5) X Os materiais de limpeza ficavam junto com os materiais não perecíveis. 80. Os produtos de limpeza utilizados são registrados pelo Ministério da Saúde? (RDC 216 4.2.5) X 81. Os produtos de higienização de alimentos crus são registrados pelo Ministério da Saúde? (RDC 216/2004 4.8.19) X 82. Tem local/equipamento exclusivo para descongelamento? (216/2004 4.8.13 e 4.8.14) X 83. As atividades são separadas por meios físicos evitando contaminação cruzada? (216/2004 4.1.2 e 4.8.3) X 84. Aplica-se procedimentos para dessalga de produtos de acordo com a legislação? (CVS5 /2013 Art 38) X 85. Aplica-se cuidados na transferência de produtos com embalagens abertas para recipientes adequados? (CVS5 2013 Art. 30) X 86. Aplica-se procedimentos de higiene em hortifrutigranjeiros? CVS5/2013 Art 38 X 87. Aplica-se procedimentos de higiene com grãos e cereais? X 88. Possui controle de cortes, resíduos, rendimento em carnes, aves e pescados? X 25 89. Aplica-se procedimento de higiene em ovos antes do uso? CVS5/ 2013 Art 43 X Coloca-se vinagre apenas no cozimento. 90. Aplica-se procedimento de lavagem de embalagens antes da abertura e uso? ( RDC 216/2014 4.8.7) X 91. Possui controle de tempo e temperatura a fim de possibilitar uma adequada cocção dos alimentos? X 92. Possui controle da qualidade do óleo da fritura? (RDC 216/2004 4.8.11) X O óleo é trocado a cada 15 dias. 100 Possui controle com uso de ovos e a base de ovos em preparações? CVS-6 Art. 42. X Possui controle na adição sal nas preparações? X 93. Possui ficha técnica de padronização das preparações? X 94. Na área de manipulação tem lavatórios exclusivos para a higiene das mãos com sabão inodoro e anticéptico, toalhas de papel não reciclado, papel higiênico e coletores de resíduos dotados de tampa com acionamento sem contato manual? (RDC 216/2004 4.1.14) X Não tem pia exlusiva, pois a que tiha esta entupida e vazando. 95. As luminárias da área de preparação deixam as lâmpadas protegidas? (RDC 216/2004 4.1.8) X 96. Tem termômetro para aferição de alimentos na cozinha? (RDC 216/ 2004 4.8.8) X 9 7. Os equipamentos, móveis e utensílios que entram em contato com alimentos são de inox, vidro ou propileno? (RDC 216/2004 4.1.15 e 4.1.17) X 98. A cozinha está limpa e as lixeiras não estão cheias? (RDC 216/2004 4.2.4 e 4.5.3) X 99. Possui manipuladores com lesões ou doentes? (RDC 216/2004 4.6.2) X 100. Os manipuladores estão limpos, com uniformes conservados, cabelos presos e protegidos, unhas curtas sem esmalte, sem adorno, maquiagem, nem barba, sem fumar, cantar, assobiar, etc.? (RDC 216/2004 4.6.3, 4.6.5 e 4.6.6) X Os funcionários não fazem uso dos EPI’s corretamente e usam adornos. 101. Os trabalhadores da limpeza têm uniforme diferente dos demais? (RDC 216/2004 4.2.7) X Não tem trabalhadores específicos de limpeza. 102. A água e gelo utilizados na cozinha são somente potáveis? (RDC 216/2004 4.4.1, 4.4.2 e 4.4.3) X 103. Os ralos são sifonados e tampados com grelhas? (RDC 216/2004 4.1.5) X 104. Tem área/equipamento exclusivo para guarda de sobras devidamente identificadas? (RDC 216/2004 4.8.6 e 4.8.18) X 105. As lixeiras são conservadas, de fácil higienização e transporte, identificadas e dotadas de tampas acionadas sem contato manual? (216/2004 4.5.1 e 4.5.2) X 106. As portas e as janelas do armazenamento e preparação de alimentos são dotadas de fechamento automático? (RDC 216/2004 4.1.4) X 107. As aberturas externas do armazenamento e preparação de alimentos têm telas milimetradas removíveis? (RDC 216/2004 4.1.4) X(Área expedição e distribuição de preparações) 108. Tem área/equipamento exclusivo para guarda de preparações protegidas e identificadas – nome, data de preparo e validade? (RDC 216/2004 4.9.1) X 109. Possui controle de tempo e temperatura dos alimentos na manutenção pós- preparo? (RDC 216/2004 4.8.15_18) X 110. Possui identificação nos recipientes contendo alimentos? (RDC 216 4.8.18) X 111. Possui controle da cadeia fria? (RDC 216/2004 4.8.16_18) X 26 112. Tem área exclusiva, organizada e limpa para consumação de refeições (salão de refeições)? (RDC 216/2004 4.10.1) X 113. Tem balcão de distribuição de refeições limpo e com termômetro? (RDC 216/2004 4.10.3 e 4.10.4) X Não possui termômetro. 114. Tem termômetro no salão de refeições? (RDC 216/2004 4.8.15) X 115. Tem local/equipamento exclusivo para guarda de utensílios de mesa? (RDC 216/2004 4.10.5) X Estava tudo misturado e bagunçado junto com materiais não perecíveis. 116. Os condicionadores de ar e seus filtros são conservados e limpos? (RDC 216/2004 4.1.11) X O proprietário disse que sim, mas não vimos. 117. Tem área e trabalhador exclusivos para recebimento de dinheiro, etc (caixa)? (216/2004 4.10.7) X 118. As preparações possuem informações nutricionais para o público? X 119. Há identificação de dietas especiais? X 120. Há ornamentos e plantas nas áreas de consumação? (RDC 216/2004 4.10.6 e CVS5/2013 Art 49) X 121. Os utensílios são higienizados com álcool a 70%? X Não vimos enquanto estvamos la. 122. Possui controle na conservação de temperos e outros alimentos que permanecem por longos períodos nas áreas de consumo? Ex.: molho de pimenta, produtos em conserva, industrializados etc? X Os alimentos abertos estavam bagunçados e encontramos alimentos vencidos. 123. O balcão de distribuição possui barreiras de proteção dos alimentos contra contaminações provenientes dos consumidores ou do ambiente? (RDC 216/2004 4.10.4) X Somente o local que ficam as salads possuiam essa proteção. 124. Há manutenção do tempo e temperatura adequada? (RDC 216/2004 4.10.3) X A temperatura não é verificada. 125. Se os alimentos forem transportados, há padrões de controle relativos ao tempo e temperatura? (RDC 216/2004 4.9.2) X Os carros não possuem termômetro. 126. Há cuidados com a forma de acondicionamento e manipulação dos alimentos durante o transporte e entrega? (RDC 216/2004 4.9.3) X (Instalações sanitárias e vestiários) 127. As instalações sanitárias e os vestiários são separados da área de preparação e armazenamento de alimentos e refeitório? (RDC 216/2004 4.1.12) X Não tem vestiários ou sabintários para os funcionários. 128. As instalações sanitárias e os vestiários são conservados e organizados - roupas e objetos guardados em local específico? (RDC 216/2004 4.1.12 e 4.6.3) X Os objetos pessoais dos funcionários estavam desorganizados e espalhados. 129. As instalações sanitárias têm lavatórios com sabão inodoro e antisséptico, toalhas de papel não reciclado, papel higiênico e coletores de resíduos dotados de tampa com acionamento sem contato manual? (RDC 216/2004 4.1.13) X 130. Tem cartazes nos lavatórios de orientação a hábitos de higiene ao manipulador? (216/2004 4.6.4) X (Resíduos/Água) 131. Tem área exclusiva para guarda de lixo? (RDC 216/2004 4.5.3) X 132. Possui controle de coleta de resíduos? (RDC 216/2004 4.5.3) X 27 133. Há segregação dos resíduos? X 134. Ás áreas internas e externas estão livres de objetos em desuso e de animais? (RDC 216/2004 4.1.7 e 326/97 6.6) X Não há presença de animais no local. 135. Há controle de desperdício de água? X (Planejamentos/Operacionais) 136. Possui planejamento de cardápio? Quando? Quem? Como? Onde? Quanto? X O proprietário que faz. 137. Possui conferência diária do cardápio com os cozinheiros? X 138. Possui conferência do estoque com relação aos itens do cardápio de forma preventiva? X 139. Possui planejamento de compras? Quando? Quem? Como? Onde? Quanto? X O proprietário que faz. 140. Possui cadastramento e fiscalização de fornecedores? Quando? Quem? Como? Onde? Quanto? ( RDC 216/2004 4.7.1) X 141. Possui cronograma de entrega de fornecedores? Quando? X 142. Possui ficha de liberação de itens para áreas? X 143. Possui controle de indicador de rejeito diário? X 144. Possui controle de sobra limpa? X 145. Possui pesquisa de satisfação do cliente? X 146. Possui controle de custos direto? X O proprietário disse que tem, mas não tivemos acesso. 147. Possui controle de custos indiretos? X O proprietário disse que tem, mas não tivemos acesso. 148. Possui gestão financeira? X 149. Há investimento em marketing? X TOTAL 28 REFERÊNCIAS AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA. Dispõe sobre o Regulamento Técnico de Procedimentos Operacionais Padronizados aplicados aos Estabelecimentos Produtores/Industrializadores de Alimentos e a Lista de Verificação das Boas Práticas de Fabricação em Estabelecimentos Produtores/Industrializadores de Alimentos. Resolução – RDC nº 275, de 21 de outubro de 2002. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 9050. Acessibilidade de pessoas portadoras de deficiência a edificações, espaço, mobiliário e equipamento urbano. Rio de Janeiro, 2004. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NORMA. BRASILEIRA. ABNT NBR. 5410: Segunda edição. 2004. Válida a partir de. 2005: resumos. Rio de Janeiro, 2004. BRASIL. Decreto, nº 27.048, de 12 de agosto de 1949. Dispõe sobre o repouso semanal remunerado e o pagamento de salário nos dias feriados civis e religiosos. Art.11 BRASIL. Decreto – Lei, N.º 5.452, de 1º de maio de 1943. Aprova a Consolidação das Leis do Trabalho. A duração normal do trabalho poderá ser acrescida de horas suplementares, em número não excedente de 2 (duas), mediante acordo escrito entre empregador e empregado, ou mediante contrato coletivo de trabalho. Art. 59 BRASIL. Decreto – Lei, N.º 5.452, de 1º de maio de 1943. Aprova a Consolidação das Leis do Trabalho. A duração normal do trabalho poderá ser acrescida de horas suplementares, em número não excedente de 2 (duas), mediante acordo escrito entre empregador e empregado, ou mediante contrato coletivo de trabalho. Art. 59 BRASIL. Decreto – Lei, N.º 5.452, de 1º de maio de 1943. Trata e regulamenta as Normas Gerais de Tutela do Trabalho, as Férias Anuaise o Direito de Férias e dasua Duração. Todo empregado terá direito anualmente ao gozo de um período de férias, sem prejuízo da remuneração. Art. 129. 29 BRASIL. Decreto – Lei, N.º 5.452, de 1º de maio de 1943. Trata e regulamenta as Normas Gerais de Tutela do Trabalho, as Férias Anuaise o Direito de Férias e dasua Duração. Após período de 12 (doze) meses de vigência do contrato de trabalho, o empregado terá direito a férias nas proporções especificadas na lei. Art. 130. BRASIL. Lei nº 6.514, de 22 de dezembro de 1977. Altera o Capítulo V do Titulo II da Consolidação das Leis do Trabalho, relativo à segurança e medicina do trabalho e dá outras providências. BRASIL. Decreto - Lei nº 986, de 21 de outubro de1969. Institui normas básicas sobre alimentos. Os estabelecimentos a que se refere o artigo anterior devem ser previamente licenciados pela autoridade sanitária competente estadual, municipal, territorial ou do Distrito Federal, mediante a expedição do respectivo alvará. CAPÍTULO IX. Dos Estabelecimentos. Art. 46. BRASIL. MINISTÉRIO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL/AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA/DIRETORIA COLEGIADA. RDC nº 43 de 01 de setembro de 2015. Dispõe sobre a prestação de serviços de alimentação em eventos de massa. BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE/ANIVISA.RDC nº 216, de 15 de setembro de 2004. Dispõe sobre Regulamento Técnico de Boas Práticas para Serviços de Alimentação. BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE/ANVISA. Resolução - RDC nº 275, de 21 de outubro de 2002. Dispõe sobre o Regulamento Técnico de Procedimentos Operacionais Padronizados aplicados aos Estabelecimentos Produtores/Industrializadores de Alimentos e a Lista de Verificação das Boas Práticas de Fabricação em Estabelecimentos Produtores/Industrializadores de Alimentos. BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria de Vigilância em Saúde. Estabelece os procedimentos e responsabilidades relativos ao controle e vigilância da qualidade da água para consumo humano e seu padrão de portabilidade, e dá outras providências. Portaria n.º 518, de 25 de março de 2004. Lex: Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2005a. (Série E, Legislação em Saúde). 30 BRASIL. Ministério do Trabalho e Emprego. NR 24 - Condições Sanitárias e de Conforto nos Locais de Trabalho. Ministério do Trabalho e Emprego. Página visitada em 08 de novembro de 2014. BRASIL. Secretaria de Segurança e Medicina do Trabalho. Aprova as Normas Regulamentadoras do Capítulo V da CLT relativo à Segurança e Medicina do Trabalho). Portaria Nº 3.214, de 08 de junho de 1978. Esta portaria aprovou 28 Normas Regulamentadoras, entre elas: NR-7 (regulamenta a elaboração do PCMSO); NR-9 (regulamenta a elaboração do PPRA. CAMPOS MAS. Desenho Técnico, Aula 5: Planta Baixa. Disponível em http://www.ceset.unicamp.br/~marcus/ST%20103/AULA%2005%20PLANTA%20BAI XA. pdf. Acesso em junho de 2011. CHIAVENATO, Idalberto. Administração. 2.ed. SÃO PAULO: Makron-Books, 1994. 522 pp. GITMAN, Lawrence Jeffrey. Princípios de Administração Financeira.São Paulo: Addison Wesley, 2004. KOTLER, Philip. Administração de marketing. Trad. Bázan Tecnologia e Lingüística. 2. ed. São Paulo: Prentice Hall, 2000. MEZOMO IB. Os Serviços de Alimentação: Planejamento e Administração. São Paulo: Manole; 2002. ROSS, Stephen A., RANDOLPH W. Westerfield, BRADFORD D. Jordan. Princípios de Administração Financeira. São Paulo: Atlas 2000 ROSS, Stephen A., RANDOLPH W. Westerfield, BRADFORD D. Jordan. Princípios de Administração Financeira. São Paulo: Atlas 2000 31 SANTOS JUNIOR, Clever Jucene dos. Manual de BPF, POP e registros em estabelecimentos alimentícios: guia técnico para elaboração. Rio de Janeiro: Editora Rubio, 2011. SALVADOR. Lei nº 5504 de 26 de fevereiro de 1999. Institui o código municipal de saúde. Regula, no Município de Salvador, em caráter supletivo á legislação federal e estadual pertinente, os direitos e obrigações que se relacionam com a saúde e o bem estar, individual e coletivo. Lex: http://cm- salvador.jusbrasil.com.br/legislacao/824811/lei-5504-99. Legislação Municipal SVS, Secretaria de Vigilância Sanitária. CVS/5. Diário Oficial do Estado. São Paulo,2013. TEIXEIRA SMFG. Administração Aplicada às Unidades de Alimentação e Nutrição. São Paulo: Atheneu, 2003. Vade Mecum Acadêmico de Direito Rideel. Do Equipamento de Proteção Individual - Anne Joyce Angher, organização. – 14 .Ed.São Paulo: Rideel, 2012, cap.v, Art. 166 – 167 CLT ZANELLA, Luiz Carlos. Instalação e Administração de Restaurantes. São Paulo: Metha, 2007. 32 FACULDADE PITÁGORAS- CAMPUS TEIXEIRA DE FREITAS NUTRIÇÃO Disciplina: Estágio em Nutrição I DIAGNÓSTICO DE UAN: COMERCIAL/SELF-SERVICE RAFFAELLA RAMOS NASCIMENTO TEIXEIRA DE FREITAS – BAHIA 2020 33 2. DIAGNÓSTICO DA UAN 2.1 Identificação dos Pontos Fortes 1.Estrutura Física Localização no térreo; Tem porta de acesso idependente e controlada; Tem escoamento adequado; o reservatório de água é conservado e limpo; A caixa de gordura se encontra na parte externa da unidade; os equipamentos possuem tomadas próprias; 2.Estrutura Humana Escala de trabalho, folga e férias; Possui registros de cargos e atribuições; possui resgistros do controle de saúde dos manipuladores; 3.Estrutura Operacional Possui aréas delimitadas; Possui controle de qualidade do óleo da fritura, possui maquinário com quantidade adequada para o bom funcionamento da UAN; 2.2 Identificação dos Pontos Fracos 1.Estrutura Física Não possui barreiras físicas e sanitárias para impedir a entrada e alojamento de pragas; Possui camera fria mas nao utiliza; Não possui emprego de materiais acústicos e isolantes em tetos e paredes; não possui faixa na cor amarela para parapeitos, corrimaos, parte baixa da escada e abertura das portas, 2.Estrutura Humana Não fazem o uso completo dos EPI´s; Funcionários sem adesão do treinamento de boas práticas ; Uso de adornos e celular na área de produção ; 3.Estrutura Operacional Falta de organização nas câmeras de congelamento e resfriamento; Não possui procedimentos operacionais aplicáveis; 34 FACULDADE PITÁGORAS- CAMPUS TEIXEIRA DE FREITAS NUTRIÇÃO Disciplina: Estágio em Nutrição I RECOMENDAÇÕES TÉCNICAS PARA UAN: COMERCIAL/SELF-SERVICE RAFFAELLA RAMOS NASCIMENTO TEIXEIRA DE FREITAS – BAHIA 2020 35 RECOMENDAÇÕES TÉCNICAS Ponto fraco Recomendação Imediata Justificativa c/ referência teórica O uso de adornos e aparelhos eletrônicos no local de pré preparo e preparo dos alimentos. Não é permitido o uso de aparelhos eletrônicos em uma UAN, pois são grandes meios de agentes microbiológicos contaminantes aos alimentos. RDC 43/2015 art.29 evitar hábitos de higiene inadequados durante a manipulação de alimentos, tais como falar desnecessariamente, falar ao celular, fumar, cantar, comer, assobiar, espirrar, cuspir e tossir; A unidade não possui Manual de Boas Práticas de fabricação e manipulação dos alimentos. As unidades que fornecem serviços de alimentação devem dispor de Manual de Boas Práticas segundo a leislação exige. RDC 216/04, 4.11.1 Os serviços de alimentação devem dispor de Manual de Boas Práticas e de Procedimentos Operacionais Padronizados. Esses documentos devem estar acessíveis aos funcionários envolvidos e disponíveis à autoridade sanitária, quando requerido. Uso de EPI´s incompleto Fazer o uso completo de EPI´s Ex= touca, sapato, calça, avental, luvas. Art. 166 CLT- A empresa é obrigada a fornecer aos empregados, gratuitamente, equipamento de proteção individual adequado ao risco e em perfeito estado de conservação e funcionamento, sempre que as medidas de ordem geral não ofereçam completa proteção contra os riscos de acidentes e danos à saúde dos empregados. (Redação dada pela Lei nº 6.514, de 22.12.1977) Falta de camera de refrigeração para o descongelamento das carnes. Medidas corretivas no prazo de 1 mes RDC 216 4.8.13 O descongelamento deve ser conduzido de forma a evitar que as áreas superficiais dos alimentos se mantenham em condições favoráveis à multiplicação microbiana. O descongelamento deve ser efetuado em condições de refrigeração à temperatura inferior a 5ºC (cinco graus Celsius) ou em forno de microondas quando o alimento for submetido imediatamente à cocção. Falta de POP em toda a cadeia de produção Elaborar os POPs, a médio prazo O POP é um documento obrigatório, exigindo pela vigilancia sanitária e citado na RDC 216 e 275 Ponto fraco Recomendação a curto prazo Justificatva c/ referência teórica Falta de aréa específica pra o recebimento das carnes. Adequação da estrutura fisíca a longo prazo. Instrução Normativa DIVISA/SVS Nº4 DE 15/12/2014- As carnes refrigeradas devem ser recepcionados a 0 até 7ºC (quatro a sete graus Celsius) conformerecomendação do friorífico produtor. 36 Nao há termômetro para conferência de temperatura dos freezers e balcão de exposição dos alimentos. Uma unidade de alimentaçao deve aferir a temperatura dos freezers, câmeras frias e alimentos prontos periodicamente conforme a legislação RDC 216/04, 7.8.8 O tratamento térmico deve garantir que todas as partes do alimento atinjam a temperatura de, no mínimo, 70ºC (setenta graus Celsius). Temperaturas inferiores podem ser utilizadas no tratamento térmico desde que as combinações de tempo e temperatura sejam suficientes para asseurar a qualidade higiênico- sanitária dos alimentos. Não há reistro decontrole da qualidade do óleo. A troca de óleo deve ocorrer sempre que houver aparencias evidentes de alterações fisico- químicas ou sensoriais como sabor e aroma, fumaça e devendo ser completado apenas ao nível necessário para ser usado na produção. RDC 216 4.8.11 Os óleos e gorduras utilizados devem ser aquecidos a temperaturas não superiores a 180ºC (cento e oitenta graus Celsius), sendo substituídos imediatamente sempre que houver alteração evidente das características físico-químicas ou sensoriais, tais como aroma e sabor, e formação intensa de espuma e fumaça. Ponto fraco Recomendação a médio prazo Justificativa c/ referência teórica Não há responsavél técnico nutricionista na unidade, e o proprietário é o responsavél, mas não é devidamente capacitado. A unidade deve ter um responsavél tecnico devidamente capacitado em serviços de alimentaçao. (Nutricionista) RDC 216/04 4.12.1. O responsável pelas atividades de manipulação dos alimentos deve ser o proprietário ou funcionário designado, devidamente capacitado, sem prejuízo dos casos onde há previsão legal para responsabilidade técnica. Não possui telas milimétricas nas portas da cozinha do restaurante As telas milimetricas evitam a entrada de pragas e vetores urbanos e a UAN deve ter nas portas e janelas. RDC 216/04 4.1.4 As portas e as janelas devem ser mantidas ajustadas aos batentes. As portas da área de preparação e armazenamento de alimentos devem ser dotadas de fechamento automático. As aberturas externas das áreas de armazenamento e preparação de alimentos, inclusive o sistema de exaustão, devem ser providas de telas milimetradas para impedir o acesso de vetores e pra#as urbanas. As telas devem ser removíveis para facilitar a limpeza periódica. As prateleiras do estoque seco não são de material liso, impermeavél e lavavél. As prateleiras onde armazena os alimentos devem ser de material liso, impermeavel e lavavel e devem estar em bom estado de conservação. RDC 216/04 4.1.17 As superfícies dos equipamentos, móveis e utensílios utilizados na preparação, embalagem, armazenamento, transporte, distribuição e exposição à venda dos alimentos devem ser lisas, impermeáveis, laváveis e estar isentas de rugosidades, frestas e outras imperfeições que possam comprometer a higienização dos mesmos e serem fontes de contaminação dos alimentos. 37 Não possui pias exclusivas para higienização das mãos. Pias exclusivas para higienzação das mãos é exigida pela legislação. RDC 216/04 4.1.14 Devem existir lavatórios exclusivos para a higiene das mãos na área de manipulação, em posições estratégicas em relação ao fluxo de preparo dos alimentos e em número suficiente de modo a atender toda a área de preparação. Os lavatórios devem possuir sabonete líquido inodoro anti-séptico ou sabonete líquido inodoro e produto anti- séptico, toalhas de papel não reciclado ou outro sistema higiênico e seguro de secagem das mãos e coletor de papel, acionado sem contato manual. Ponto fraco Recomendação a longo prazo Justificativa c/ referência teórica Não possui local expecífico para a guarda dos utensilios. Os utensílios utilizados devem ser guardado em local exclusivo e proteido. RDC 216/04 4.10.5 Os utensílios utilizados na consumação do alimento, tais como pratos, copos, talheres, devem ser descartáveis ou, quando feitos de material não- descartável, devidamente higienizados, sendo armazenados em local protegido. Não possui controle de coleta de residuos Os rediduos devem ficar em local fechado e isolado fora da aréa de preparação e armazenamento dos alimentos. RDC 216/04 4.5.3 Os resíduos devem ser freqüentemente coletados e estocados em local fechado e isolado da área de preparação e armazenamento dos alimentos, de forma a evitar focos de contaminação e atração de vetores e pragas urbanas. 38 REFERÊNCIAS BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE/ANVISA, RDC nº 216, de 15 de setembro de 2004. Dispõe sobre regulamento Técnico de Boas Bráticas para serviços de alimentação. RESOLUÇÃO DE DIRETORIA COLEGIADA – RDC Nº 333, DE 21 DE OUTUBRO DE 2002. Instrução Normativa DIVISA/SVS Nº 4 DE 15/12/2014 BRASIL, Ministério da previdência Social/AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA/DIRETORIA COLEGIADA. RDC nº 43, de 01 de setembro de 2015. Dispõe sobre a prestação de serviços de alimentação em eventos de massa. 39 FACULDADE PITÁGORAS- CAMPUS TEIXEIRA DE FREITAS NUTRIÇÃO Disciplina: Estágio em Nutrição I PLANO DE AÇÃO PARA UAN: COMERCIAL/SELF-SERVICE RAFFAELLA RAMOS NASCIMENTO TEIXEIRA DE FREITAS – BAHIA 2020 40 PLANO DE AÇÃO • Treinamento para manipuladores segundo a RDC 216/04 e 275/02: Operações rotineiras em uma Unidade de Alimentação e Nutrição (Organização de estoque de alimentos não perecíveis, temperos prontos para preparo, utensílios, louças, objetos pessoais dos funcionários) 1. DESCRIÇÃO DA AÇÃO Elaboração de um treinamento para manipuladores de alimentos, organização do estoque e confecção de placas de identificação para as prateleiras dentro da Unidade de Alimentação e Nutrição, possibilitando contemplar o estoque seco, vetores e pragas urbanas, a organização de alimentos prontos e das materias primas, uso de papelão em uma Unidade, contaminação do alimento, consequências para a saúde do consumidos, consequencias para o estabelecimento que forneceu um alimento contaminado, verificação de alimentos vencidos ou próximos ao vencimento, separação de um local para materiais de limpeza e objetos pessoais dos funcionários, que estão previsors nas RDC’s 216/04 e 275/02, ANVISA. 2. OBJETIVOS 2.1 GERAL • Conscientizar os manipuladores de alimentos da Unidade sobre a importância da produção de um alimento com qualidade higiênico- sanitário adequado ao consumo. 2.2 ESPECÍFICOS I. Sensibilizar os manipuladores de alimentos sobre a relevância da organização e higienização do estoque de alimentos não perecíveis, perecíveis e embalagens, materiais de limpeza e objetos pessoais dos funcionários conforme previstos na RDC 216/04 da ANVISA, afim de minimizar os riscos de contaminação dos alimentos e evitar surtos de 41 DTA’s. II. Ensinar sobre a organização do estoque com base no PVPS, retirar sacos plásticos e caixas de papelão das áreas que envolvem os alimentos e separar os grupos de alimentos com placas para facilitar a identificação. III. Capacitar os colaboradores por meio do Treinamento de Boas Práticas de Fabricação 3. JUSTIFICATIVA Em uma Unidade de Alimetação e Nutrição (UAN) é importante que os manipuladores de alimentos sejam devidamente capacitados sobre todos os processos que interferem na qualidade higiênico-sanitária dos alimentos conforme a legislação vigente RDC 216/04. Os alimentos não perecíveis, perecíveis, alimentos prontos e semi- preparados precisam ser armazenados sobre paletes ou prateleiras de material impermeável e lavável, com bom estado de conservação e organização para quesejam minimizados os riscos de contaminação dos alimentos. É importante que os responsáveis pelas atividades de manipulação dos alimentos sejam submetidos a cursos/ treinamentos periódicos de capacitação que abordem temas como BPF e contaminantes alimentares para melhorar a qualidade das atividades rotineiras e evitar os surtos alimentares para a clientela. O interesse por alimentações práticas, rápidas e de fácil acesso tem sido buscadas desde a Revolução Industrial, em que houve a inserção da mulher no mercado de trabalho e esta deixou de ser apenas dona do lar. Isso possibilitou o aumento na procura por locais que forneçam alimentação, já que as refeições por grande parte da população tem ocorrido fora de casa. No entanto, a partir de alguns anos, boa parte dos consumidores tem se preocupado cada vez mais com a qualidade do alimento por saberem da relação que o alimento tem com a saúde. Desse modo, os locais que prestam serviço na rede alimentação como os restaurantes, tem o compromisso de fornecer refeições que estejam conforme com as condições higiênicos-sanitárias e que não ofereçam riscos com surtos de DTA’s provocados por alimentos contaminados, como previstos por lei. 42 4. METODOLOGIA Os funcionários serão comunicados com antencedência pelo proprietário e as estagiárias de nutrição sobre o treinamento, com data e hora escolhida por eles mesmos para participarem do treinamento, onde serão instruídos sobre Boas Práticas de Fabricação de Alimentos seguros para consumo e contaminantes alimentares. O treinamento será aberto, todos receberão certificado e uma apostila referente ao mesmo e por fim será feita uma dinâmica sobre a higienização correta das mãos. O material utilizado para o treinamento e confeccção das apostilas será encontrada em artigos científicos, além das RDC’s 216/04 e 275/02, ANVISA. 4.1 CRONOGRAMA DE AÇÃO DATA AÇÃO LOCAL MATERIAL RESPONSAVEL 21/10 Produção do manual para os funcionários. Salão do restaurante Notebook, impressora, RDC’s 275/02 e 216/04 Estagiárias: Raffaella Ramos, Gleide Ribeiro 22/10 Produção de etiquetas para identificação do estoque Salão do restaurante Notebook, impressora, plastificadora Estagiárias: Raffaella Ramos, Gleide Ribeiro 23/10 Organização do estoque, materiais de limpeza, descartáveis, utensílios, objetos pessoais dos funcionários Sala de estoque, câmaras frias desativadas, área externa, cozinha Etiquetas, fita adesiva, tesoura, luvas, máscara, touca Estagiárias: Raffaella Ramos, Gleide Ribeiro 26/10 Término da organização do estoque Sala de estoque, câmaras frias desativadas, área externa, cozinha Etiquetas, fita adesiva, tesoura, luvas, máscara, touca Estagiárias: Raffaella Ramos, Gleide Ribeiro 27/10 Colocação Sala de Etiquetas, Estagiárias: 43 das etiquetas que faltaram nas prateleiras para identificação estoque, câmaras frias desativadas, área externa, cozinha fita adesiva, tesoura, luvas, máscara, touca Raffaella Ramos, Gleide Ribeiro 03/10 Treinamento de BPF com os funcionários Salão do restaurante, banheiro e área de estoque Apostilas com manual para funcionários, tinta, venda, certificado Estagiárias: Raffaella Ramos, Gleide Ribeiro 4.2 UNIVERSO • Os beneficidos com o treinamento serão o proprietário e os funcionários como as garçonetes, chapeiro, cozinheira, auxiliares da cozinha e motorista. 4.3 AMOSTRA • Treinamento realizado para 8 funcionários da Unidade de Alimentação e Nutrição, porém o mesmo se estenderia a toda a clientela interna. • Organização de estoque e placas de identificação nas prateleiras designado a beneficiar a todos os funcionários e o proprietário. 5. REFERÊNCIAS BRASIL. MINISTERIO DA SAUDE/ANVISA. RDC nº 216, de 15 de setembro de 2004. Dispõe sobre o Regulamento Técnico de Boas Práticas para Serviços de Alimentação. BRASIL. Ministério da Saúde. Resolução RDC n. 275, de 21 de outubro de 2002. Regulamento Técnico de Procedimentos Operacionais Padronizados aplicados aos Estabelecimentos Produtores/Industrializadores de Alimentos. 44 BRASIL, MINISTERIO DA PREVIDENCIA SOCIAL/AGENCIA NACIONAL DE VIGILANCIA SANITARIA/DIRETORIA COLEGIADA. RDC nº 43, de 01 de setembro de 2015. Dispões sobre a prestação de serviços de alimentação em eventos de massa.