Logo Passei Direto
Buscar

RelatArio parcial Talita (1) 1511 (3) docx

Relatório parcial de estágio em alimentação coletiva (Bacharelado em Nutrição, Uniasselvi) por Talita Luana da Silva, realizado na Ciluma Alimentação Industrial (out./nov.2024). Contém índice com introdução, objetivos, caracterização da UAN, check‑list, MBP/APPCC/POP, estrutura física, recursos humanos, conclusão e anexos.

Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

UNIASSELVI
CURSO DE BACHARELADO EM
NUTRIÇÃO
RELATÓRIO PARCIAL DE ESTÁGIO
EM ALIMENTAÇÃO COLETIVA
TALITA LUANA DA SILVA
SÃO BENTO DO SUL, NOVEMBRO, 2024
UNIASSELVI
CURSO DE BACHARELADO EM
NUTRIÇÃO
TALITA LUANA DA SILVA
CILUMA
SAMARA MARQUES DOS REIS
Tutor da disciplina
Relatório Final de Estágio Curricular
Supervisionado, apresentado a
Uniasselvi-SC, como requisito para
obtenção do diploma.
SÃO BENTO DO SUL- NOVEMBRO/2024
Dados do estagiário
Aluno: TALITA LUANA DA SILVA
Data de nascimento: 23/06/1993
conclusão do curso: 2° semestre de 2025
Endereço: Reinaldo Mallon, 70
Fone: (47) 3626-6549
Curso: BACHARELADO EM NUTRIÇÃO
Endereço: Avenida São Bento 1821
Bairro: Colonial
Cidade: São Bento do Sul
Cep: 89288105
Fone: (47) 3635-0705
Dados do estágio
Razão social: Ciluma Alimentação Industrial LTDA
endereço: BR 470 KM 71
Bairro: Colonial
Cidade: Indaial
Data de fundação: 1981
Natureza: Alimentação coletiva
Área de atuação da empresa: Alimentação coletiva
Número de empregados: 9 funcionários
Período de estágio: outubro/ novembro 2024
Representante legal da empresa: Márcia Regina Godoy Marmitt
ÍNDICE
1.INTRODUÇÃO…………………………………………………………………………………6
2.OJETIVOS……………………………………………………………………………………...8
2.1 Objetivo Geral………………………………………………………………………………..8
2.2 Objetivos específicos…...............................................................................................8
3.DESENVOLVIMENTO…………………………………………………………………………..9
3.1 CARACTERIZAÇÃO DA UAN……………………………………………………..………..9
3.1.1 Contrato de serviço………..………………………………………………………………9
3.1.2 Sistema de distribuição……..…………………………………………………………..10
3.1.3 Servições prestados….………………………………………………………………….10
3.1.4 Certificações…...………………………………………………………………………….10
3.1.5 Software…….……………………………………………………………………………...10
3.1.6 Ações de sustentabilidade…………………………………………………..…………10
3.2 CHECK LIST………………………………………………………………………………….11
3.3 DOCUMENTAÇÃO…………………………………………………………………………..11
3.3.1 Manual de Boas Práticas (MBP).............................................................................11
3.3.2 Sistema de Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle (APPCC)...........11
3.3.3 Procedimento Operacional Padronizado (POP)...................................................11
3.3.4 Fluxogramas.............................................................................................................12
3.4 ESTRUTURA FÍSICA ..................................................................................................12
3.4.1 Planta baixa da UAN................................................................................................13
3.4.2 Fluxo de preparo dos alimento...............................................................................13
3.5 RECURSOS HUMANOS..............................................................................................13
3.5.1 Composição da equipe de colaboradores.............................................................14
3.5.2 Organograma...........................................................................................................14
3.5.3 Rotina e descrição das funções.............................................................................14
3.5.4 Carteirinha de saúde...............................................................................................14
3.5.5 Curso de boas práticas...........................................................................................14
3.5.7 Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO)........................15
3.5.8 Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA)......................................15
3.5.9 Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT)....................................................15
3.5.10 Equipamentos de Proteção Individual (EPI) e Equipamentos de Proteção
Coletiva (EPC)...................................................................................................................15
3.5.11 Doenças ocupacionais mais frequentes.............................................................15
3.5.12 Critérios de ergonomia.........................................................................................16
4.CONCLUSÃO...... ...........................................................................................................16
5.REFERÊNCIAS ..............................................................................................................16
6.APÊNDICES ...................................................................................................................17
7.ANEXOS .........................................................................................................................22
1 INTRODUÇÃO
De acordo com Wendisch (2010), é importante que se tenha uma
manipulação apropriada dos alimentos, visando prevenir eventos de doenças
transmitidas por alimentos (DTA), originadas pelo consumo de alimentos ou bebidas
contendo agentes patogênicos; pela presença de produtos químicos nocivos ou
outras substâncias prejudiciais em quantidades que comprometam a saúde do
consumidor. Os profissionais envolvidos no processo de trabalho dos
estabelecimentos precisam ter especializações concernentes ao cargo que exercem
dentro dos mesmos. Do mesmo modo, são essenciais: área física, equipamentos e
utensílios adequados. Configura-se, portanto, como um emprego complexo, que
envolve riscos à saúde dos clientes e que demanda, entre outros parâmetros, rotinas
e padronização para minimizá-los.
Dentre as ferramentas disponíveis para a garantia da segurança de
alimentos, podem ser citadas as Boas Práticas de Fabricação (BPF) e o Sistema de
Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle (APPCC), ambos amplamente
recomendados por órgãos de fiscalização e utilizados em toda a cadeia de produção
de alimentos, por ter como filosofia a prevenção, a racionalidade e a especificidade
para controle dos riscos que o alimento possa oferecer, principalmente, no que diz
respeito à qualidade sanitária (ALMEIDA et al., 2012).
O treinamento em BPF é essencial para todos os manipuladores de
alimentos, pois visa ensinar as adequações necessárias de práticas corretas de
higiene, fazendo com que o estabelecimento seja um local seguro para se alimentar
(NETO et al., 2015). As Boas Práticas de Fabricação são obrigatórias pela legislação
brasileira para o funcionamento de todas as indústrias e serviços, desde a produção
até a comercialização, no segmento de alimentação, e, estão pautados nas Portarias
nº. 1428/1993, 326/1997, 368/1997, e nas Resoluções da Direção Colegiada RDC
nº. 275/2002 e 216/2004 (SEIXAS et al., 2008).
Assim, segundo Nascimento Neto (2005), compete à Agência Nacional de
Vigilância Sanitária (ANVISA) conceder e cancelar o certificado de cumprimento das
boas práticas de fabricação, e interditar, como medida de vigilância sanitária, os
locais de fabricação, controle, importação, armazenamento, distribuição e venda de
produtos e de prestação de serviços relativos à saúde em caso de violação
pertinente ou de risco iminente à saúde.
O Manual de Boas Práticas é um documento que descreve as operações
realizadas pelo estabelecimento incluindo, no mínimo, os requisitos sanitários dos
edifícios; a manutenção e a higienização das instalações, dos equipamentos e dos
utensílios; o controle da higiene e saúde dos manipuladores; o controle e garantia de
qualidade do produto final. Além disso, objetiva descrever os procedimentos
adotados para atender os requisitos às Boas Práticas, incluindo desde aspectos de
higiene pessoal, projetos e instalações, limpeza e sanitização de equipamentos e
utensílios, até controles aplicados aos processos para assegurar a produção de
alimentos seguros (ANVISA, 2006).
Neste sentido, o objetivo deste trabalho foi o de analisar a aplicação e
monitoramento das Boas Práticas de Fabricação em diferentes serviços de
alimentação e descrever as principais não conformidades encontradas. Para a
realizaçãodeste trabalho, optou-se pelo levantamento bibliográfico e também teórico
a partir da revisão de artigos das principais bases de dados, com prioridade para as
produções científicas publicadas no período de 2000 a 2016.
Por órgãos de fiscalização e utilizados em toda a cadeia de produção de
alimentos, por ter como filosofia a prevenção, a racionalidade e a especificidade
para controle dos riscos que o alimento possa oferecer, principalmente, no que diz
respeito à qualidade sanitária (ALMEIDA et al., 2012). O treinamento em BPF é
essencial para todos os manipuladores de alimentos, pois visa ensinar as
adequações necessárias de práticas corretas de higiene, fazendo com que o
estabelecimento seja um local seguro para se alimentar (NETO et al., 2015).
As Boas Práticas de Fabricação são obrigatórias pela legislação brasileira
para o funcionamento de todas as indústrias e serviços, desde a produção até a
comercialização, no segmento de alimentação, e, estão pautados nas Portarias nº.
1428/1993, 326/1997, 368/1997, e nas Resoluções da Direção Colegiada RDC nº.
275/2002 e 216/2004 (SEIXAS et al., 2008).
Assim, segundo Nascimento Neto (2005), compete à Agência Nacional
de Vigilância Sanitária (ANVISA) conceder e cancelar o certificado de cumprimento
das boas práticas de fabricação, e interditar, como medida de vigilância sanitária, os
locais de fabricação, controle, importação, armazenamento, distribuição e venda de
produtos e de prestação de serviços relativos à saúde em caso de violação
pertinente ou de risco iminente à saúde.
O Manual de Boas Práticas é um documento que descreve as operações
realizadas pelo estabelecimento incluindo, no mínimo, os requisitos sanitários dos
edifícios; a manutenção e a higienização das instalações, dos equipamentos e dos
utensílios; o controle da higiene e saúde dos manipuladores; o controle e garantia de
qualidade do produto final. Além disso, objetiva descrever os procedimentos
adotados para atender os requisitos às Boas Práticas, incluindo desde aspectos de
higiene pessoal, projetos e instalações, limpeza e sanitização de equipamentos e
utensílios, até controles aplicados aos processos para assegurar a produção de
alimentos seguros (ANVISA, 2006).
Neste sentido, o objetivo deste trabalho foi o de analisar a aplicação e
monitoramento das Boas Práticas de Fabricação em diferentes serviços de
alimentação e descrever as principais não conformidades encontradas. Para a
realização deste trabalho, optou-se pelo levantamento bibliográfico e também teórico
a partir da revisão de artigos das principais bases de dados, com prioridade para as
produções científicas publicadas no período de 2000 a 2016.
2 OBJETIVOS
2.1 OBJETIVO GERAL
Aplicar os conhecimentos teóricos adquiridos ao longo da Graduação no
campo de prática de Alimentação Coletiva em Unidades de Alimentação e Nutrição
(UAN).
2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS
● Descrever a unidade de alimentação coletiva;
● Avaliar todas as etapas de produção dos alimentos, desde a aquisição da
matéria-prima à distribuição e reaproveitamento das sobras;
● Diagnosticar conformidades e não conformidades em unidades de
alimentação coletiva;
● Prescrever recomendações técnicas nutricionais, e planejar ações para
corrigir não conformidades encontradas em UAN;
● Elaborar plano de ação para UAN em estudo com base nas recomendações
apresentadas;
● Implementar ações e controlar a qualidade dos produtos em UAN;
● Avaliar resultados e propor ações corretivas;
● Realizar um detalhado acompanhamento das atividades de rotina de
produção de alimentos;
● Realizar atividades de Educação Nutricional com as crianças;
● Realizar treinamento de controle higiênico sanitário com os manipuladores de
alimentos;
● Construir um relatório de ação.
3 DESENVOLVIMENTO
3.1 CARACTERIZAÇÃO DA UAN
● O estágio teve início dia 08 de outubro de 2024,
totalizando, mais de 204 horas, na empresa Ciluma, rua Avenida São
Bento, 1821, Colonial, na cidade de São Bento do Sul, Santa
Catarina.
● O objetivo da empresa Ciluma é fornecer uma
alimentação com grande variedade de nutrientes, para promover o
bem estar social dos funcionários.
● A Ciluma tem várias cozinhas, esta central é composta
por uma cozinha grande, uma sala para a nutricionista, uma dispensa
para armazenamento dos alimentos, um espaço para as geladeiras, e
um espaço para os funcionários se alimentarem, composto por mesas
e cadeiras.
● Tem três turnos para as refeições serem feitas,o turno da
manhã, da tarde, e da noite, em cada turno tem 2 cozinheiras, uma
auxiliar, e a nutricionista presente.
3.1.1 Contrato de serviço
Na unidade de Alimentação e Nutrição da Ciluma o modelo de gestão e
autogestão, onde a própria empresa gerencia a UAN, produz as próprias refeições.
3.1.2 Sistema de distribuição
O sistema de Distribuição adotado pela UAN é o centralizado, onde a
refeição é preparada e distribuída no mesmo local.
3.1.3 Serviços prestados
Os serviços prestados pela Unidade, envolvem a produção de almoço em
cada turno, seguindo o cardápio estabelecido pela Nutricionista da Unidade.
São três turnos com horários diferenciados das refeições, no períoda da manhã o
almoço começa às 8:30h e finaliza às 11:00, cada colaborador tem 30 minutos para
se alimentar, no período da tarde começa as 14:00h até as 17:00h e finalizando no
período da noite, em que começa às 02:00h até às 3:00.
3.1.4 Certificações
O certificado que eu tive acesso foi da vigilância sanitária, mas não pude
tirar fotos, a empresa também conta com certificado de desinsetização, é realizado
também a limpeza da caixa de água e da caixa de gordura, porém não tive acesso
aos certificados.
3.1.5 Software
A empresa usa software, chamado TEKNISA
3.1.6 Ações de sustentabilidade
● Aquisição de alimentos: tem de produtores aqui da região, e vários do
comércio local.
● Destino dos resíduos: É realizado a separação correta do lixo, o lixo orgânico
é doado para a produção de adubo.
● Cardápios: Os cardápios elaborados são pensados tanto com o valor por
colaborador e também nas opções mais saudáveis.
3.1 CHECK LIST
Para observação das boas práticas na produção de alimentos foi utilizado o
checklist desenvolvido pela vigilância sanitária, a instituição não contava com o
checklist.
3.2 DOCUMENTAÇÃO
3.2.1 Manual de Boas Práticas (MBP)
Foi revisado agora em 2024.
3.2.2 Sistema de Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle (APPCC)
É um conjunto de métodos e princípios que ao serem aplicados contribuem
para o controle de segurança na produção de alimentos. Ao realizar um
mapeamento dos riscos encontrados em todas as fases do alimento. Neste
mapeamento conseguimos identificar o risco, seja ele risco químico, risco biológico,
ou risco físico.
3.2.3 Procedimento Operacional Padronizado (POP)
Tem como objetivo contribuir para a garantia das condições higiênicas
Inadequações Plano de ação
Quantitativa de funcionários, equipamentos. Contratar mais funcionários, e comprar
mais utensílios.
Recepção dos Alimentos realizada em área
limpa e protegida.
Solicitar um espaço maior para o
recebimento dos alimentos.
sanitárias necessárias ao processamento e industrialização de alimentos. Alguns
procedimentos operacionais padronizados; Higienização das instalações,
equipamentos, móveis e utensílios, controle de potabilidade da água, higiene e
saúde dos manipuladores, manejo dos resíduos, manutenção preventiva e
calibração de equipamentos, controle integrado de vetores e pragas urbanas,
programa de recolhimento de alimentos.
3.3.4 Fluxogramas: do recebimento de carnes;
3.4 ESTRUTURA FÍSICA
A estrutura física da Unidade de Alimentação e Nutrição é composta por:
● Cozinha: Principal área da Unidade de Alimentação, nela são preparados os
alimentos. Despensa: espaço em anexo a cozinha, próprio para o
armazenamento de utensílios e matéria prima, conta com prateleiras e
armários fechados. Também conta com uma parte de lavação.
● Refeitório: espaço destinado paraa distribuição e realização das refeições. A
iluminação, além da iluminação natural, possui uma iluminação artificial de
lâmpadas fluorescentes.
● Ventilação: como o pavimento tem janelas basculantes, teladas, propicia uma
boa ventilação,e a área de cocção possui exaustores possibilitando com que
o vapor da água, vapor da gordura, gases e outros sejam retirados do
ambiente da cozinha.
● Cor: Todas as áreas da cozinha e do refeitório são pintadas em cores claras e
as portas de cor platinada de esmalte sintético, facilitando a higienização.
● Paredes: As paredes são de alvenaria, pintadas em cores claras e nas áreas
de cocção, higienização e recebimento são revestidos de azulejo branco.
● Portas e Janelas: são de madeira, mas com a superfície lisa facilitando a
higienização.
● Pisos: o piso é cerâmico, de cor clara e de fácil higienização.
● Forros: na área da produção o forro é de alvenaria impermeável de cor
branca, sem abertura, evitando entrada de pragas, no refeitório o forro é de
gesso.
● Área de depósito de lixo: localizada em ponto que facilita a remoção diária de
lixo, é fechada e revestida de material lavável. Atualmente é realizada a
reciclagem de lixo. O lixo orgânico fica em local específico, refrigerado, até
ser removido pela empresa, o óleo das frituras é recolhido por uma empresa
especializada.
● Depósito de gás: É uma área separada e com relativa distância das demais
áreas da cozinha central, possui piso em cimento bruto, paredes em alvenaria
pintadas com tinta a base d’água e cor clara, teto com estrutura de cimento e
fechada com grades vazadas.
3.4.1 Planta baixa
Está em apêndice 4, a CILUMA não tinha planta baixa, então foi desenvolvida
3.4.2 Fluxo de preparo dos alimentos
O fluxo do recebimento dos alimentos se inicia com o recebimento dos
alimentos, onde ocorre a conferência dos alimentos, e depois higienização dos
alimentos. Seguinte temos a etapa de pré preparo, após isso temos mais uma
higienização, descongelamento, alguns alimentos são picados, outros descascados,
para seguir para próxima etapa que é distribuição. E por fim os colaboradores
higienizam a cozinha, as louças, e finalizam com o descarte dos restos de comidas.
3.5 RECURSOS HUMANOS
3.5.1 Composição da equipe de colaboradores
A equipe é composta por 3 cozinheiras, uma auxiliar de cozinha e uma
nutricionista, em cada turno, tendo 3 turnos.
3.5.2 Organograma
3.5.3 Rotina e descrição das funções
A rotina começa no turno da noite, com a cozinheira fazendo a janta e pré
preparando as comidas para o turno da manhã, quando a cozinheira da manhã
chega, olha o cardápio, e dá segmento ao que a cozinheira da noite já vez, assim
que as cozinheiras da manhã terminam o almoço, elas ajudam na limpeza, e já
preparam algo para adiantar o serviço da cozinheira da tarde,e a nutricionista fica
auxiliando, e se precisar até ajuda as cozinheiras. E assim continuam com a
cozinheira da tarde, ela chega prepara a comida, e depois já vai adiantando alguns
alimentos para o turno da noite.
3.5.4 Carteirinha de saúde
Todos possuem carteirinha de saúde, e renovam a cada ano.
3.5.5 Curso de Boas Práticas
O município não oferece curso de boas práticas.
Treinamento da equipe: É feito anualmente,e a empresa oferece.
3.5.6 Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO)
O PCMSO é um programa que especifica procedimentos e condutas a
serem adotadas pelas empresas em função dos riscos aos quais os empregados se
expõem no ambiente de trabalho. Seu objetivo é prevenir, detectar precocemente,
monitorar e controlar possíveis danos à saúde do empregado
3.5.7 Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA)
O PPRA, programa de prevenção de riscos ambientais, tem por objetivo
estabelecer medidas que visem a eliminação,redução ou controle desses riscos em
prol da preservação da integridade física e mental do trabalhador.
3.5.8 Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT)
A Comunicação de Acidentes de Trabalho (CAT) é o documento que informa
ao INSS que o trabalhador sofreu acidente de trabalho ou suspeita-se que tenha
adquirido uma doença de trabalho. Em caso de acidente ou doença a empresa deve
emitir a CAT e ser preenchida pelo RH da empresa.
3.5.9 Equipamentos de Proteção Individual (EPI) e Equipamentos de Proteção
Coletiva (EPC)
É usado toucas, jalecos,e botas de plástico, e quando necessário luvas.
Esses EPIs são fornecidos pela empresa, e todos usam, pois é uma norma da
empresa.
3.5.10 Doenças ocupacionais mais frequente
Queimaduras, Ruídos, entre outros
3.5.11 Critérios de ergonomia
As bancadas são de altura média, o piso é escorregadio.
4 CONCLUSÃO
O estágio de alimentação coletiva, realizado na Ciluma cozinha industrial,
me proporcionou uma grande experiência, pois consegui aplicar na prática o que foi
aplicado em aula, vivenciei várias atividades relacionadas à Unidade de Alimentação
e Nutrição.
Nutrição: Vivenciando com a nutricionista da unidade, permitiu entender um
pouco mais sobre a alimentação coletiva, tanto entender as necessidades dos
funcionários, como alimentação em conjunto. As colaboradoras e também a
nutricionista se mostraram receptivas ao contribuir para o meu estágio.
Sobre as dificuldades encontradas, o número de colaboradores é reduzido,
pois além do número de colaboradores ser reduzido, também acaba faltando um ou
outro, mas mesmo assim os colaboradores se ajustam para atender as
necessidades e desenvolver todas atividades.
Para um futuro foi sugerido contratar mais colaboradores, que de tal forma
já estão na prioridade da empresa.
O estágio enriqueceu a formação acadêmica, trazendo vários pontos que
vou levar para a vida profissional e pessoal acadêmica.
5 REFERÊNCIAS
Dispõe sobre o APPCC, Análise de perigos e pontos críticos de coleta, acesso
novembro,2024.https://www.udemy.com/course/appcc-analise-de-perigos/?utm_sour
ce=adwords&utm_medium=udemyads&utm_campaign=Search_DSA_Beta_Prof_la.
PT_cc.BR&campaigntype=Search&portfolio=Brazil&language=PT&product=Course&
https://www.udemy.com/course/appcc-analise-de-perigos/?utm_source=adwords&utm_medium=udemyads&utm_campaign=Search_DSA_Beta_Prof_la.PT_cc.BR&campaigntype=Search&portfolio=Brazil&language=PT&product=Course&test=&audience=DSA&topic=&priority=Beta&utm_content=deal4584&utm_term=_._ag_164619373586_._ad_706585633172_._kw__._de_c_._dm__._pl__._ti_dsa-2328541781755_._li_9102386_._pd__._&matchtype=&gad_source=1&gclid=EAIaIQobChMI3qye-87ZiQMVQ5XuAR2nrzLXEAAYAyAAEgLbGvD_BwE&couponCode=2021PM25
https://www.udemy.com/course/appcc-analise-de-perigos/?utm_source=adwords&utm_medium=udemyads&utm_campaign=Search_DSA_Beta_Prof_la.PT_cc.BR&campaigntype=Search&portfolio=Brazil&language=PT&product=Course&test=&audience=DSA&topic=&priority=Beta&utm_content=deal4584&utm_term=_._ag_164619373586_._ad_706585633172_._kw__._de_c_._dm__._pl__._ti_dsa-2328541781755_._li_9102386_._pd__._&matchtype=&gad_source=1&gclid=EAIaIQobChMI3qye-87ZiQMVQ5XuAR2nrzLXEAAYAyAAEgLbGvD_BwE&couponCode=2021PM25
https://www.udemy.com/course/appcc-analise-de-perigos/?utm_source=adwords&utm_medium=udemyads&utm_campaign=Search_DSA_Beta_Prof_la.PT_cc.BR&campaigntype=Search&portfolio=Brazil&language=PT&product=Course&test=&audience=DSA&topic=&priority=Beta&utm_content=deal4584&utm_term=_._ag_164619373586_._ad_706585633172_._kw__._de_c_._dm__._pl__._ti_dsa-2328541781755_._li_9102386_._pd__._&matchtype=&gad_source=1&gclid=EAIaIQobChMI3qye-87ZiQMVQ5XuAR2nrzLXEAAYAyAAEgLbGvD_BwE&couponCode=2021PM25
test=&audience=DSA&topic=&priority=Beta&utm_content=deal4584&utm_term=_._a
g_164619373586_._ad_706585633172_._kw__._de_c_._dm__._pl__._ti_dsa-23285
41781755_._li_9102386_._pd__._&matchtype=&gad_source=1&gclid=EAIaIQobCh
MI3qye-87ZiQMVQ5XuAR2nrzLXEAAYAyAAEgLbGvD_BwE&couponCode=2021PM
25
Papel da nutricionista na UAN, acesso novembro, 2024
https://www.ipgs.com.br/o-papel-do-nutricionista-na-uan/
6 APÊNDICES
APÊNDICE 1. Cozinha
APÊNDICE 2. Dispensa
https://www.udemy.com/course/appcc-analise-de-perigos/?utm_source=adwords&utm_medium=udemyads&utm_campaign=Search_DSA_Beta_Prof_la.PT_cc.BR&campaigntype=Search&portfolio=Brazil&language=PT&product=Course&test=&audience=DSA&topic=&priority=Beta&utm_content=deal4584&utm_term=_._ag_164619373586_._ad_706585633172_._kw__._de_c_._dm__._pl__._ti_dsa-2328541781755_._li_9102386_._pd__._&matchtype=&gad_source=1&gclid=EAIaIQobChMI3qye-87ZiQMVQ5XuAR2nrzLXEAAYAyAAEgLbGvD_BwE&couponCode=2021PM25https://www.udemy.com/course/appcc-analise-de-perigos/?utm_source=adwords&utm_medium=udemyads&utm_campaign=Search_DSA_Beta_Prof_la.PT_cc.BR&campaigntype=Search&portfolio=Brazil&language=PT&product=Course&test=&audience=DSA&topic=&priority=Beta&utm_content=deal4584&utm_term=_._ag_164619373586_._ad_706585633172_._kw__._de_c_._dm__._pl__._ti_dsa-2328541781755_._li_9102386_._pd__._&matchtype=&gad_source=1&gclid=EAIaIQobChMI3qye-87ZiQMVQ5XuAR2nrzLXEAAYAyAAEgLbGvD_BwE&couponCode=2021PM25
https://www.udemy.com/course/appcc-analise-de-perigos/?utm_source=adwords&utm_medium=udemyads&utm_campaign=Search_DSA_Beta_Prof_la.PT_cc.BR&campaigntype=Search&portfolio=Brazil&language=PT&product=Course&test=&audience=DSA&topic=&priority=Beta&utm_content=deal4584&utm_term=_._ag_164619373586_._ad_706585633172_._kw__._de_c_._dm__._pl__._ti_dsa-2328541781755_._li_9102386_._pd__._&matchtype=&gad_source=1&gclid=EAIaIQobChMI3qye-87ZiQMVQ5XuAR2nrzLXEAAYAyAAEgLbGvD_BwE&couponCode=2021PM25
https://www.udemy.com/course/appcc-analise-de-perigos/?utm_source=adwords&utm_medium=udemyads&utm_campaign=Search_DSA_Beta_Prof_la.PT_cc.BR&campaigntype=Search&portfolio=Brazil&language=PT&product=Course&test=&audience=DSA&topic=&priority=Beta&utm_content=deal4584&utm_term=_._ag_164619373586_._ad_706585633172_._kw__._de_c_._dm__._pl__._ti_dsa-2328541781755_._li_9102386_._pd__._&matchtype=&gad_source=1&gclid=EAIaIQobChMI3qye-87ZiQMVQ5XuAR2nrzLXEAAYAyAAEgLbGvD_BwE&couponCode=2021PM25
https://www.ipgs.com.br/o-papel-do-nutricionista-na-uan/
APÊNDICE 3. Refeitório
APÊNDICE 4. Planta Baixa
APÊNDICE 5. Lavagem das Mãos
APÊNDICE 6. Coleta de Amostra de Comida
7 ANEXOS
ANEXO 1. Empresa
ANEXO 2. Manual de boas práticas
ANEXO 3. Pop´s

Mais conteúdos dessa disciplina