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UNIASSELVI CURSO DE BACHARELADO EM NUTRIÇÃO RELATÓRIO PARCIAL DE ESTÁGIO EM ALIMENTAÇÃO COLETIVA TALITA LUANA DA SILVA SÃO BENTO DO SUL, NOVEMBRO, 2024 UNIASSELVI CURSO DE BACHARELADO EM NUTRIÇÃO TALITA LUANA DA SILVA CILUMA SAMARA MARQUES DOS REIS Tutor da disciplina Relatório Final de Estágio Curricular Supervisionado, apresentado a Uniasselvi-SC, como requisito para obtenção do diploma. SÃO BENTO DO SUL- NOVEMBRO/2024 Dados do estagiário Aluno: TALITA LUANA DA SILVA Data de nascimento: 23/06/1993 conclusão do curso: 2° semestre de 2025 Endereço: Reinaldo Mallon, 70 Fone: (47) 3626-6549 Curso: BACHARELADO EM NUTRIÇÃO Endereço: Avenida São Bento 1821 Bairro: Colonial Cidade: São Bento do Sul Cep: 89288105 Fone: (47) 3635-0705 Dados do estágio Razão social: Ciluma Alimentação Industrial LTDA endereço: BR 470 KM 71 Bairro: Colonial Cidade: Indaial Data de fundação: 1981 Natureza: Alimentação coletiva Área de atuação da empresa: Alimentação coletiva Número de empregados: 9 funcionários Período de estágio: outubro/ novembro 2024 Representante legal da empresa: Márcia Regina Godoy Marmitt ÍNDICE 1.INTRODUÇÃO…………………………………………………………………………………6 2.OJETIVOS……………………………………………………………………………………...8 2.1 Objetivo Geral………………………………………………………………………………..8 2.2 Objetivos específicos…...............................................................................................8 3.DESENVOLVIMENTO…………………………………………………………………………..9 3.1 CARACTERIZAÇÃO DA UAN……………………………………………………..………..9 3.1.1 Contrato de serviço………..………………………………………………………………9 3.1.2 Sistema de distribuição……..…………………………………………………………..10 3.1.3 Servições prestados….………………………………………………………………….10 3.1.4 Certificações…...………………………………………………………………………….10 3.1.5 Software…….……………………………………………………………………………...10 3.1.6 Ações de sustentabilidade…………………………………………………..…………10 3.2 CHECK LIST………………………………………………………………………………….11 3.3 DOCUMENTAÇÃO…………………………………………………………………………..11 3.3.1 Manual de Boas Práticas (MBP).............................................................................11 3.3.2 Sistema de Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle (APPCC)...........11 3.3.3 Procedimento Operacional Padronizado (POP)...................................................11 3.3.4 Fluxogramas.............................................................................................................12 3.4 ESTRUTURA FÍSICA ..................................................................................................12 3.4.1 Planta baixa da UAN................................................................................................13 3.4.2 Fluxo de preparo dos alimento...............................................................................13 3.5 RECURSOS HUMANOS..............................................................................................13 3.5.1 Composição da equipe de colaboradores.............................................................14 3.5.2 Organograma...........................................................................................................14 3.5.3 Rotina e descrição das funções.............................................................................14 3.5.4 Carteirinha de saúde...............................................................................................14 3.5.5 Curso de boas práticas...........................................................................................14 3.5.7 Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO)........................15 3.5.8 Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA)......................................15 3.5.9 Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT)....................................................15 3.5.10 Equipamentos de Proteção Individual (EPI) e Equipamentos de Proteção Coletiva (EPC)...................................................................................................................15 3.5.11 Doenças ocupacionais mais frequentes.............................................................15 3.5.12 Critérios de ergonomia.........................................................................................16 4.CONCLUSÃO...... ...........................................................................................................16 5.REFERÊNCIAS ..............................................................................................................16 6.APÊNDICES ...................................................................................................................17 7.ANEXOS .........................................................................................................................22 1 INTRODUÇÃO De acordo com Wendisch (2010), é importante que se tenha uma manipulação apropriada dos alimentos, visando prevenir eventos de doenças transmitidas por alimentos (DTA), originadas pelo consumo de alimentos ou bebidas contendo agentes patogênicos; pela presença de produtos químicos nocivos ou outras substâncias prejudiciais em quantidades que comprometam a saúde do consumidor. Os profissionais envolvidos no processo de trabalho dos estabelecimentos precisam ter especializações concernentes ao cargo que exercem dentro dos mesmos. Do mesmo modo, são essenciais: área física, equipamentos e utensílios adequados. Configura-se, portanto, como um emprego complexo, que envolve riscos à saúde dos clientes e que demanda, entre outros parâmetros, rotinas e padronização para minimizá-los. Dentre as ferramentas disponíveis para a garantia da segurança de alimentos, podem ser citadas as Boas Práticas de Fabricação (BPF) e o Sistema de Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle (APPCC), ambos amplamente recomendados por órgãos de fiscalização e utilizados em toda a cadeia de produção de alimentos, por ter como filosofia a prevenção, a racionalidade e a especificidade para controle dos riscos que o alimento possa oferecer, principalmente, no que diz respeito à qualidade sanitária (ALMEIDA et al., 2012). O treinamento em BPF é essencial para todos os manipuladores de alimentos, pois visa ensinar as adequações necessárias de práticas corretas de higiene, fazendo com que o estabelecimento seja um local seguro para se alimentar (NETO et al., 2015). As Boas Práticas de Fabricação são obrigatórias pela legislação brasileira para o funcionamento de todas as indústrias e serviços, desde a produção até a comercialização, no segmento de alimentação, e, estão pautados nas Portarias nº. 1428/1993, 326/1997, 368/1997, e nas Resoluções da Direção Colegiada RDC nº. 275/2002 e 216/2004 (SEIXAS et al., 2008). Assim, segundo Nascimento Neto (2005), compete à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) conceder e cancelar o certificado de cumprimento das boas práticas de fabricação, e interditar, como medida de vigilância sanitária, os locais de fabricação, controle, importação, armazenamento, distribuição e venda de produtos e de prestação de serviços relativos à saúde em caso de violação pertinente ou de risco iminente à saúde. O Manual de Boas Práticas é um documento que descreve as operações realizadas pelo estabelecimento incluindo, no mínimo, os requisitos sanitários dos edifícios; a manutenção e a higienização das instalações, dos equipamentos e dos utensílios; o controle da higiene e saúde dos manipuladores; o controle e garantia de qualidade do produto final. Além disso, objetiva descrever os procedimentos adotados para atender os requisitos às Boas Práticas, incluindo desde aspectos de higiene pessoal, projetos e instalações, limpeza e sanitização de equipamentos e utensílios, até controles aplicados aos processos para assegurar a produção de alimentos seguros (ANVISA, 2006). Neste sentido, o objetivo deste trabalho foi o de analisar a aplicação e monitoramento das Boas Práticas de Fabricação em diferentes serviços de alimentação e descrever as principais não conformidades encontradas. Para a realizaçãodeste trabalho, optou-se pelo levantamento bibliográfico e também teórico a partir da revisão de artigos das principais bases de dados, com prioridade para as produções científicas publicadas no período de 2000 a 2016. Por órgãos de fiscalização e utilizados em toda a cadeia de produção de alimentos, por ter como filosofia a prevenção, a racionalidade e a especificidade para controle dos riscos que o alimento possa oferecer, principalmente, no que diz respeito à qualidade sanitária (ALMEIDA et al., 2012). O treinamento em BPF é essencial para todos os manipuladores de alimentos, pois visa ensinar as adequações necessárias de práticas corretas de higiene, fazendo com que o estabelecimento seja um local seguro para se alimentar (NETO et al., 2015). As Boas Práticas de Fabricação são obrigatórias pela legislação brasileira para o funcionamento de todas as indústrias e serviços, desde a produção até a comercialização, no segmento de alimentação, e, estão pautados nas Portarias nº. 1428/1993, 326/1997, 368/1997, e nas Resoluções da Direção Colegiada RDC nº. 275/2002 e 216/2004 (SEIXAS et al., 2008). Assim, segundo Nascimento Neto (2005), compete à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) conceder e cancelar o certificado de cumprimento das boas práticas de fabricação, e interditar, como medida de vigilância sanitária, os locais de fabricação, controle, importação, armazenamento, distribuição e venda de produtos e de prestação de serviços relativos à saúde em caso de violação pertinente ou de risco iminente à saúde. O Manual de Boas Práticas é um documento que descreve as operações realizadas pelo estabelecimento incluindo, no mínimo, os requisitos sanitários dos edifícios; a manutenção e a higienização das instalações, dos equipamentos e dos utensílios; o controle da higiene e saúde dos manipuladores; o controle e garantia de qualidade do produto final. Além disso, objetiva descrever os procedimentos adotados para atender os requisitos às Boas Práticas, incluindo desde aspectos de higiene pessoal, projetos e instalações, limpeza e sanitização de equipamentos e utensílios, até controles aplicados aos processos para assegurar a produção de alimentos seguros (ANVISA, 2006). Neste sentido, o objetivo deste trabalho foi o de analisar a aplicação e monitoramento das Boas Práticas de Fabricação em diferentes serviços de alimentação e descrever as principais não conformidades encontradas. Para a realização deste trabalho, optou-se pelo levantamento bibliográfico e também teórico a partir da revisão de artigos das principais bases de dados, com prioridade para as produções científicas publicadas no período de 2000 a 2016. 2 OBJETIVOS 2.1 OBJETIVO GERAL Aplicar os conhecimentos teóricos adquiridos ao longo da Graduação no campo de prática de Alimentação Coletiva em Unidades de Alimentação e Nutrição (UAN). 2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS ● Descrever a unidade de alimentação coletiva; ● Avaliar todas as etapas de produção dos alimentos, desde a aquisição da matéria-prima à distribuição e reaproveitamento das sobras; ● Diagnosticar conformidades e não conformidades em unidades de alimentação coletiva; ● Prescrever recomendações técnicas nutricionais, e planejar ações para corrigir não conformidades encontradas em UAN; ● Elaborar plano de ação para UAN em estudo com base nas recomendações apresentadas; ● Implementar ações e controlar a qualidade dos produtos em UAN; ● Avaliar resultados e propor ações corretivas; ● Realizar um detalhado acompanhamento das atividades de rotina de produção de alimentos; ● Realizar atividades de Educação Nutricional com as crianças; ● Realizar treinamento de controle higiênico sanitário com os manipuladores de alimentos; ● Construir um relatório de ação. 3 DESENVOLVIMENTO 3.1 CARACTERIZAÇÃO DA UAN ● O estágio teve início dia 08 de outubro de 2024, totalizando, mais de 204 horas, na empresa Ciluma, rua Avenida São Bento, 1821, Colonial, na cidade de São Bento do Sul, Santa Catarina. ● O objetivo da empresa Ciluma é fornecer uma alimentação com grande variedade de nutrientes, para promover o bem estar social dos funcionários. ● A Ciluma tem várias cozinhas, esta central é composta por uma cozinha grande, uma sala para a nutricionista, uma dispensa para armazenamento dos alimentos, um espaço para as geladeiras, e um espaço para os funcionários se alimentarem, composto por mesas e cadeiras. ● Tem três turnos para as refeições serem feitas,o turno da manhã, da tarde, e da noite, em cada turno tem 2 cozinheiras, uma auxiliar, e a nutricionista presente. 3.1.1 Contrato de serviço Na unidade de Alimentação e Nutrição da Ciluma o modelo de gestão e autogestão, onde a própria empresa gerencia a UAN, produz as próprias refeições. 3.1.2 Sistema de distribuição O sistema de Distribuição adotado pela UAN é o centralizado, onde a refeição é preparada e distribuída no mesmo local. 3.1.3 Serviços prestados Os serviços prestados pela Unidade, envolvem a produção de almoço em cada turno, seguindo o cardápio estabelecido pela Nutricionista da Unidade. São três turnos com horários diferenciados das refeições, no períoda da manhã o almoço começa às 8:30h e finaliza às 11:00, cada colaborador tem 30 minutos para se alimentar, no período da tarde começa as 14:00h até as 17:00h e finalizando no período da noite, em que começa às 02:00h até às 3:00. 3.1.4 Certificações O certificado que eu tive acesso foi da vigilância sanitária, mas não pude tirar fotos, a empresa também conta com certificado de desinsetização, é realizado também a limpeza da caixa de água e da caixa de gordura, porém não tive acesso aos certificados. 3.1.5 Software A empresa usa software, chamado TEKNISA 3.1.6 Ações de sustentabilidade ● Aquisição de alimentos: tem de produtores aqui da região, e vários do comércio local. ● Destino dos resíduos: É realizado a separação correta do lixo, o lixo orgânico é doado para a produção de adubo. ● Cardápios: Os cardápios elaborados são pensados tanto com o valor por colaborador e também nas opções mais saudáveis. 3.1 CHECK LIST Para observação das boas práticas na produção de alimentos foi utilizado o checklist desenvolvido pela vigilância sanitária, a instituição não contava com o checklist. 3.2 DOCUMENTAÇÃO 3.2.1 Manual de Boas Práticas (MBP) Foi revisado agora em 2024. 3.2.2 Sistema de Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle (APPCC) É um conjunto de métodos e princípios que ao serem aplicados contribuem para o controle de segurança na produção de alimentos. Ao realizar um mapeamento dos riscos encontrados em todas as fases do alimento. Neste mapeamento conseguimos identificar o risco, seja ele risco químico, risco biológico, ou risco físico. 3.2.3 Procedimento Operacional Padronizado (POP) Tem como objetivo contribuir para a garantia das condições higiênicas Inadequações Plano de ação Quantitativa de funcionários, equipamentos. Contratar mais funcionários, e comprar mais utensílios. Recepção dos Alimentos realizada em área limpa e protegida. Solicitar um espaço maior para o recebimento dos alimentos. sanitárias necessárias ao processamento e industrialização de alimentos. Alguns procedimentos operacionais padronizados; Higienização das instalações, equipamentos, móveis e utensílios, controle de potabilidade da água, higiene e saúde dos manipuladores, manejo dos resíduos, manutenção preventiva e calibração de equipamentos, controle integrado de vetores e pragas urbanas, programa de recolhimento de alimentos. 3.3.4 Fluxogramas: do recebimento de carnes; 3.4 ESTRUTURA FÍSICA A estrutura física da Unidade de Alimentação e Nutrição é composta por: ● Cozinha: Principal área da Unidade de Alimentação, nela são preparados os alimentos. Despensa: espaço em anexo a cozinha, próprio para o armazenamento de utensílios e matéria prima, conta com prateleiras e armários fechados. Também conta com uma parte de lavação. ● Refeitório: espaço destinado paraa distribuição e realização das refeições. A iluminação, além da iluminação natural, possui uma iluminação artificial de lâmpadas fluorescentes. ● Ventilação: como o pavimento tem janelas basculantes, teladas, propicia uma boa ventilação,e a área de cocção possui exaustores possibilitando com que o vapor da água, vapor da gordura, gases e outros sejam retirados do ambiente da cozinha. ● Cor: Todas as áreas da cozinha e do refeitório são pintadas em cores claras e as portas de cor platinada de esmalte sintético, facilitando a higienização. ● Paredes: As paredes são de alvenaria, pintadas em cores claras e nas áreas de cocção, higienização e recebimento são revestidos de azulejo branco. ● Portas e Janelas: são de madeira, mas com a superfície lisa facilitando a higienização. ● Pisos: o piso é cerâmico, de cor clara e de fácil higienização. ● Forros: na área da produção o forro é de alvenaria impermeável de cor branca, sem abertura, evitando entrada de pragas, no refeitório o forro é de gesso. ● Área de depósito de lixo: localizada em ponto que facilita a remoção diária de lixo, é fechada e revestida de material lavável. Atualmente é realizada a reciclagem de lixo. O lixo orgânico fica em local específico, refrigerado, até ser removido pela empresa, o óleo das frituras é recolhido por uma empresa especializada. ● Depósito de gás: É uma área separada e com relativa distância das demais áreas da cozinha central, possui piso em cimento bruto, paredes em alvenaria pintadas com tinta a base d’água e cor clara, teto com estrutura de cimento e fechada com grades vazadas. 3.4.1 Planta baixa Está em apêndice 4, a CILUMA não tinha planta baixa, então foi desenvolvida 3.4.2 Fluxo de preparo dos alimentos O fluxo do recebimento dos alimentos se inicia com o recebimento dos alimentos, onde ocorre a conferência dos alimentos, e depois higienização dos alimentos. Seguinte temos a etapa de pré preparo, após isso temos mais uma higienização, descongelamento, alguns alimentos são picados, outros descascados, para seguir para próxima etapa que é distribuição. E por fim os colaboradores higienizam a cozinha, as louças, e finalizam com o descarte dos restos de comidas. 3.5 RECURSOS HUMANOS 3.5.1 Composição da equipe de colaboradores A equipe é composta por 3 cozinheiras, uma auxiliar de cozinha e uma nutricionista, em cada turno, tendo 3 turnos. 3.5.2 Organograma 3.5.3 Rotina e descrição das funções A rotina começa no turno da noite, com a cozinheira fazendo a janta e pré preparando as comidas para o turno da manhã, quando a cozinheira da manhã chega, olha o cardápio, e dá segmento ao que a cozinheira da noite já vez, assim que as cozinheiras da manhã terminam o almoço, elas ajudam na limpeza, e já preparam algo para adiantar o serviço da cozinheira da tarde,e a nutricionista fica auxiliando, e se precisar até ajuda as cozinheiras. E assim continuam com a cozinheira da tarde, ela chega prepara a comida, e depois já vai adiantando alguns alimentos para o turno da noite. 3.5.4 Carteirinha de saúde Todos possuem carteirinha de saúde, e renovam a cada ano. 3.5.5 Curso de Boas Práticas O município não oferece curso de boas práticas. Treinamento da equipe: É feito anualmente,e a empresa oferece. 3.5.6 Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO) O PCMSO é um programa que especifica procedimentos e condutas a serem adotadas pelas empresas em função dos riscos aos quais os empregados se expõem no ambiente de trabalho. Seu objetivo é prevenir, detectar precocemente, monitorar e controlar possíveis danos à saúde do empregado 3.5.7 Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA) O PPRA, programa de prevenção de riscos ambientais, tem por objetivo estabelecer medidas que visem a eliminação,redução ou controle desses riscos em prol da preservação da integridade física e mental do trabalhador. 3.5.8 Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT) A Comunicação de Acidentes de Trabalho (CAT) é o documento que informa ao INSS que o trabalhador sofreu acidente de trabalho ou suspeita-se que tenha adquirido uma doença de trabalho. Em caso de acidente ou doença a empresa deve emitir a CAT e ser preenchida pelo RH da empresa. 3.5.9 Equipamentos de Proteção Individual (EPI) e Equipamentos de Proteção Coletiva (EPC) É usado toucas, jalecos,e botas de plástico, e quando necessário luvas. Esses EPIs são fornecidos pela empresa, e todos usam, pois é uma norma da empresa. 3.5.10 Doenças ocupacionais mais frequente Queimaduras, Ruídos, entre outros 3.5.11 Critérios de ergonomia As bancadas são de altura média, o piso é escorregadio. 4 CONCLUSÃO O estágio de alimentação coletiva, realizado na Ciluma cozinha industrial, me proporcionou uma grande experiência, pois consegui aplicar na prática o que foi aplicado em aula, vivenciei várias atividades relacionadas à Unidade de Alimentação e Nutrição. Nutrição: Vivenciando com a nutricionista da unidade, permitiu entender um pouco mais sobre a alimentação coletiva, tanto entender as necessidades dos funcionários, como alimentação em conjunto. As colaboradoras e também a nutricionista se mostraram receptivas ao contribuir para o meu estágio. Sobre as dificuldades encontradas, o número de colaboradores é reduzido, pois além do número de colaboradores ser reduzido, também acaba faltando um ou outro, mas mesmo assim os colaboradores se ajustam para atender as necessidades e desenvolver todas atividades. Para um futuro foi sugerido contratar mais colaboradores, que de tal forma já estão na prioridade da empresa. O estágio enriqueceu a formação acadêmica, trazendo vários pontos que vou levar para a vida profissional e pessoal acadêmica. 5 REFERÊNCIAS Dispõe sobre o APPCC, Análise de perigos e pontos críticos de coleta, acesso novembro,2024.https://www.udemy.com/course/appcc-analise-de-perigos/?utm_sour ce=adwords&utm_medium=udemyads&utm_campaign=Search_DSA_Beta_Prof_la. PT_cc.BR&campaigntype=Search&portfolio=Brazil&language=PT&product=Course& https://www.udemy.com/course/appcc-analise-de-perigos/?utm_source=adwords&utm_medium=udemyads&utm_campaign=Search_DSA_Beta_Prof_la.PT_cc.BR&campaigntype=Search&portfolio=Brazil&language=PT&product=Course&test=&audience=DSA&topic=&priority=Beta&utm_content=deal4584&utm_term=_._ag_164619373586_._ad_706585633172_._kw__._de_c_._dm__._pl__._ti_dsa-2328541781755_._li_9102386_._pd__._&matchtype=&gad_source=1&gclid=EAIaIQobChMI3qye-87ZiQMVQ5XuAR2nrzLXEAAYAyAAEgLbGvD_BwE&couponCode=2021PM25 https://www.udemy.com/course/appcc-analise-de-perigos/?utm_source=adwords&utm_medium=udemyads&utm_campaign=Search_DSA_Beta_Prof_la.PT_cc.BR&campaigntype=Search&portfolio=Brazil&language=PT&product=Course&test=&audience=DSA&topic=&priority=Beta&utm_content=deal4584&utm_term=_._ag_164619373586_._ad_706585633172_._kw__._de_c_._dm__._pl__._ti_dsa-2328541781755_._li_9102386_._pd__._&matchtype=&gad_source=1&gclid=EAIaIQobChMI3qye-87ZiQMVQ5XuAR2nrzLXEAAYAyAAEgLbGvD_BwE&couponCode=2021PM25 https://www.udemy.com/course/appcc-analise-de-perigos/?utm_source=adwords&utm_medium=udemyads&utm_campaign=Search_DSA_Beta_Prof_la.PT_cc.BR&campaigntype=Search&portfolio=Brazil&language=PT&product=Course&test=&audience=DSA&topic=&priority=Beta&utm_content=deal4584&utm_term=_._ag_164619373586_._ad_706585633172_._kw__._de_c_._dm__._pl__._ti_dsa-2328541781755_._li_9102386_._pd__._&matchtype=&gad_source=1&gclid=EAIaIQobChMI3qye-87ZiQMVQ5XuAR2nrzLXEAAYAyAAEgLbGvD_BwE&couponCode=2021PM25 test=&audience=DSA&topic=&priority=Beta&utm_content=deal4584&utm_term=_._a g_164619373586_._ad_706585633172_._kw__._de_c_._dm__._pl__._ti_dsa-23285 41781755_._li_9102386_._pd__._&matchtype=&gad_source=1&gclid=EAIaIQobCh MI3qye-87ZiQMVQ5XuAR2nrzLXEAAYAyAAEgLbGvD_BwE&couponCode=2021PM 25 Papel da nutricionista na UAN, acesso novembro, 2024 https://www.ipgs.com.br/o-papel-do-nutricionista-na-uan/ 6 APÊNDICES APÊNDICE 1. Cozinha APÊNDICE 2. Dispensa https://www.udemy.com/course/appcc-analise-de-perigos/?utm_source=adwords&utm_medium=udemyads&utm_campaign=Search_DSA_Beta_Prof_la.PT_cc.BR&campaigntype=Search&portfolio=Brazil&language=PT&product=Course&test=&audience=DSA&topic=&priority=Beta&utm_content=deal4584&utm_term=_._ag_164619373586_._ad_706585633172_._kw__._de_c_._dm__._pl__._ti_dsa-2328541781755_._li_9102386_._pd__._&matchtype=&gad_source=1&gclid=EAIaIQobChMI3qye-87ZiQMVQ5XuAR2nrzLXEAAYAyAAEgLbGvD_BwE&couponCode=2021PM25https://www.udemy.com/course/appcc-analise-de-perigos/?utm_source=adwords&utm_medium=udemyads&utm_campaign=Search_DSA_Beta_Prof_la.PT_cc.BR&campaigntype=Search&portfolio=Brazil&language=PT&product=Course&test=&audience=DSA&topic=&priority=Beta&utm_content=deal4584&utm_term=_._ag_164619373586_._ad_706585633172_._kw__._de_c_._dm__._pl__._ti_dsa-2328541781755_._li_9102386_._pd__._&matchtype=&gad_source=1&gclid=EAIaIQobChMI3qye-87ZiQMVQ5XuAR2nrzLXEAAYAyAAEgLbGvD_BwE&couponCode=2021PM25 https://www.udemy.com/course/appcc-analise-de-perigos/?utm_source=adwords&utm_medium=udemyads&utm_campaign=Search_DSA_Beta_Prof_la.PT_cc.BR&campaigntype=Search&portfolio=Brazil&language=PT&product=Course&test=&audience=DSA&topic=&priority=Beta&utm_content=deal4584&utm_term=_._ag_164619373586_._ad_706585633172_._kw__._de_c_._dm__._pl__._ti_dsa-2328541781755_._li_9102386_._pd__._&matchtype=&gad_source=1&gclid=EAIaIQobChMI3qye-87ZiQMVQ5XuAR2nrzLXEAAYAyAAEgLbGvD_BwE&couponCode=2021PM25 https://www.udemy.com/course/appcc-analise-de-perigos/?utm_source=adwords&utm_medium=udemyads&utm_campaign=Search_DSA_Beta_Prof_la.PT_cc.BR&campaigntype=Search&portfolio=Brazil&language=PT&product=Course&test=&audience=DSA&topic=&priority=Beta&utm_content=deal4584&utm_term=_._ag_164619373586_._ad_706585633172_._kw__._de_c_._dm__._pl__._ti_dsa-2328541781755_._li_9102386_._pd__._&matchtype=&gad_source=1&gclid=EAIaIQobChMI3qye-87ZiQMVQ5XuAR2nrzLXEAAYAyAAEgLbGvD_BwE&couponCode=2021PM25 https://www.ipgs.com.br/o-papel-do-nutricionista-na-uan/ APÊNDICE 3. Refeitório APÊNDICE 4. Planta Baixa APÊNDICE 5. Lavagem das Mãos APÊNDICE 6. Coleta de Amostra de Comida 7 ANEXOS ANEXO 1. Empresa ANEXO 2. Manual de boas práticas ANEXO 3. Pop´s