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REGULAMENTO REVISÃO N°: 01 PÁGINA: 1 / 22 DATA APROVAÇÃO: TÍTULO: DPO - PILAR GESTÃO - DESCRIÇÃO DO NEGÓCIO, MAPEAMENTO DE PROCESSOS, ICs e IVs ÁREA / DEPARTAMENTO: AC/DPO Gestão SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO...................................................................................................... 2 2. OBJETIVO ........................................................................................................... 2 3. CAMPO DE APLICAÇÃO ......................................................................................... 2 4. DOCUMENTOS REFERENCIADOS ........................................................................... 2 5. DEFINIÇÕES ....................................................................................................... 2 6. RESPONSABILIDADES (R.A.C.I.) ........................................................................... 5 7. PROCESSO DE ELABORAÇÃO DA DESCRIÇÃO DE NEGÓCIO, MAPEAMENTO DE PROCESSOS E DEFINIÇÃO DE IC’S E IV’S DAS UNIDADES ............................................... 5 7.1. DESCRIÇÃO DE NEGÓCIO, MAPEAMENTO DE PROCESSOS E DEFINIÇÃO DE IC’S E IV’S DAS ÁREAS ................................................................................................................ 6 7.2. DESCRIÇÃO DE NEGÓCIO, MAPEAMENTO DE PROCESSOS E DEFINIÇÃO DE IC’S E IV’S DAS SUB-ÁREAS ....................................................................................................... 13 7.3. DEFINIÇÃO DOS IV’s – MELHORES PRÁTICAS DE “COMO FAZER” ............................ 18 8. ATIVIDADE DE REVISÃO E ATUALIZAÇÃO DA DESCRIÇÃO DE NEGÓCIO, MAPEAMENTO DE PROCESSOS E DEFINIÇÃO DE IC’S E IV’S (ÁREA e Sub-área) .................................... 21 9. CONSIDERAÇÕES FINAIS ................................................................................... 22 11. ELABORADORES ................................................................................................ 22 12. APROVADORES ................................................................................................. 22 13. RESPONSÁVEL .................................................................................................. 22 14. HISTÓRICO....................................................................................................... 22 Nº: REVISÃO N°: 01 ÁREA / DEPARTAMENTO: DPO Gestão PÁGINA: 2 / 22 1. INTRODUÇÃO Este regulamento compreende três blocos do nível Gerenciar para Manter e consiste no conjunto de etapas que determinam a rotina do CDD, apresentando a sequência lógica da realização de atividades e tarefas, e sua relação com a estrutura organizacional e funcional. Os blocos são: Descrição do Negócio, Mapeamento de Processos, e os Itens de Controle (ICs) e Itens de Verificação (IVs). Essas são etapas fundamentais do gerenciamento da rotina do trabalho do dia-a-dia, definindo o método para a definição da descrição de negócio, elaboração de Mapas de Processo (Fluxogramas), definição de Tarefas Críticas que serão padronizadas e definição dos itens que serão controlados e monitorados para garantir os resultados (ICs e IVs). 2. OBJETIVO Estabelecer os conceitos, critérios e responsabilidades referentes a descrição do negócio, mapeamento de processos e definição de Itens de controle e Itens de verificação; Detalhar as três etapas que compõe a rotina da CDD: Descrição de Negócio, Mapeamento de Processos, e Definição de ICs e IVs; Descrever a metodologia utilizada para definir a rotina das Unidades e das áreas dos CDDs da companhia; Definir a forma de gerenciamento do produto, alinhada com o Pilar Gestão do DPO. 3. CAMPO DE APLICAÇÃO Este padrão aplica-se a todos os Centros de Distribuição Direta, Centros de Distribuição Compartilhada, Revendas e Unidades de Autosserviço da Ambev. 4. DOCUMENTOS REFERENCIADOS 5. DEFINIÇÕES Negócio: é um grupo de processos (meios) que transformam insumos em produtos/serviços (fins) que atendem às necessidades dos clientes, aplicando recursos, equipamentos e mão-de- obra. Nº: REVISÃO N°: 01 ÁREA / DEPARTAMENTO: DPO Gestão PÁGINA: 3 / 22 Área – representa os departamentos. Ex: Logística, Vendas, Financeiro etc. Sub-Áreas – Exemplo: Armazém, Distribuição, Controle, Salas de Vendas etc. Acordo de Nível de Serviço (ANS): acordo no qual são definidas as informações necessárias que devem ser entregues aos clientes por parte dos fornecedores. As informações devem cobrir todos os produtos da Descrição de Negócio e devem conter prazos de entrega e um acordo dos fornecedores. Descrição de Negócio: é uma ferramenta que define o negócio da área com o objetivo final de assegurar a satisfação do cliente. Descreve a missão, o escopo, os fornecedores, os insumos, os produtos/serviços, os clientes e os processos de um negócio. Processo: sequência de atividades que quando executadas transformam insumos ou entradas em produtos ou serviços (resultados), empregando os recursos necessários, para atender às necessidades dos clientes. Mapeamento de Processo: atividade que engloba o desdobramento do processo em atividades e tarefas, definindo quem - qual função - executa cada tarefa de um processo por meio das colunas do fluxograma, sendo as tarefas críticas priorizadas para a elaboração de padrões operacionais pela operação/supervisão da Sub-área. Macrofluxo: Diagrama de Blocos que apresenta de forma resumida todas as etapas desde o recebimento do insumo até a obtenção do bem ou prestação do serviço. Permite visualizar o processo como um todo, sua abrangência e limites. Fluxograma de Colunas: é um diagrama que contém a representação esquemática de um processo, utilizando gráficos que ilustram de forma simples a transição de informações entre as etapas de processo. No fluxograma de colunas é detalhada a sequência das tarefas que devem ser executadas na rotina do processo. Tarefa: sequência de passos predeterminados, indispensáveis e interligados, que produz um resultado específico, em um tempo determinado. Matriz de Criticidade: ferramenta utilizada para classificar as tarefas por critério de impacto no resultado (Itens de Controle) e no processo (Itens de Verificação), itens levantados na etapa de Descrição de Negócio e de Mapeamento de Processo. Através de critérios de avaliação, é gerado um peso relativo por Tarefa. Na matriz de criticidade, somam-se os pesos relativos e estabelece-se que todas as tarefas que determinam 80% dos resultados são Tarefas Críticas e devem ser padronizadas (padrões operacionais). Na Matriz de Criticidade podem ser adotados os itens constantes do catálogo de processos. Item de Controle (IC): é a mensuração para controlar os resultados (produtos/ serviços) de um processo a fim de garantir a satisfação do cliente. São indicadores que medem os resultados de produtos / serviços definidos da Descrição de Negócio. Item de Verificação (IV): é a mensuração de pontos críticos do processo (principais causas) que têm impacto em seus resultados. É um indicador que mede o resultado do processo definido na Descrição de Negócio. Ou seja, Itens de Verificação devem contr ibuir para o alcance de Itens de Controle uma vez que torna possível controlar importantes etapas do processo. Nº: REVISÃO N°: 01 ÁREA / DEPARTAMENTO: DPO Gestão PÁGINA: 4 / 22 Book de Itens de Controle e Itens de Verificação: ferramenta que agrupa os Itens de Controle por Produto/Serviço e Itens de Verificação aos quais estão relacionados às respectivas Dimensões, Unidades, Memoriais de Cálculo e Fontes. Farol de Área ou de Sub-área: ferramenta que agrupa todos os Itens de Controle para acompanhamento em frequência pré-definida pelas equipes das Sub-áreas e das Áreas relacionadas. Devem-se acompanhar, também no Farol, os Itens de Verificação mais importantes.Matriz RACI é uma ferramenta criada para correlacionar funções, atividades e responsabilidades dentro de um processo e deve ser consultada sempre que houver dúvidas quanto ao tipo de participação de cada função. R (do inglês: responsible) – Responsável pela Execução - é a pessoa que executa a tarefa/atividade. Está relacionado aos meios de um processo e seus itens de verificação (IV’s). A (do inglês: accountable) – Responsável pelo Gerenciamento – é a pessoa responsável por garantir a execução da atividade/tarefa da pessoa “R”. Está relacionado ao resultado final do processo e seus itens de controle (IC’s). Sempre deve existir um e somente um “A” por tarefa. C (do inglês: consulted) – Consultado – É a pessoa cuja opinião deve ser consultada antes da execução da atividade/tarefa. I (do inglês: informed) – Informado – é a pessoa que recebe a informação Nº: REVISÃO N°: 01 ÁREA / DEPARTAMENTO: DPO Gestão PÁGINA: 5 / 22 6. RESPONSABILIDADES (R.A.C.I.) 7. PROCESSO DE ELABORAÇÃO DA DESCRIÇÃO DE NEGÓCIO, MAPEAMENTO DE PROCESSOS E DEFINIÇÃO DE IC’S E IV’S DAS UNIDADES Para se determinar a rotina da unidade em uma sequência lógica é necessário um conjunto de itens que estabeleça o método de execução de um trabalho e sua relação com o CDD em geral. Este processo contribui para a definição dos resultados necessários para mensurar e atingir a satisfação dos clientes. Este regulamento apresenta as três etapas deste processo, são elas: a Descrição de Negócio (onde os resultados ou saídas necessários para a satisfação dos clientes são definidos) , o Mapeamento de Processos, e os Itens de Controle (ICs) (que mensuram o grau de atendimento dos requisitos dos clientes pelos produtos e serviços) e Itens de Verificação (IVs), relacionados aos resultados e processos, respectivamente. Essas três etapas, tanto para a Área quanto para a Sub-área, devem ser desenvolvidas localmente, nas unidades, pelas equipes que trabalham nos respectivos negócios (Área e Sub-áreas). Afinal, são essas equipes que melhor conhecem o dia-a-dia de cada negócio dentro da CDD. Nº: REVISÃO N°: 01 ÁREA / DEPARTAMENTO: DPO Gestão PÁGINA: 6 / 22 A partir da Descrição de Negócios, do Mapeamento de Processos e da definição dos ICs e IVs das Sub-áreas, definem-se quais são as tarefas críticas do negócio e, consequentemente, estas tarefas deverão ser padronizadas, são os Padrões Operacionais (documentos de elaboração e aprovação locais). Esses padrões operacionais devem respeitar as determinações estabelecidas dos Processos e Regulamentos que estabelecem “O QUE DEVE SER FEITO”, ou seja, as premissas que a unidade deve garantir. Cada unidade irá, então, desdobrar, quando aplicável, este “O QUE DEVE SER FEITO” em Padrões Operacionais, que estabelecem o “COMO FAZER”, ou seja, passo a passo de cada tarefa. 7.1. DESCRIÇÃO DE NEGÓCIO, MAPEAMENTO DE PROCESSOS E DEFINIÇÃO DE IC’S E IV’S DAS ÁREAS O Gerente de Área (GOD) deve estabelecer a Descrição do Negócio (incluindo Matriz de Priorização de Produtos), Acordo de Nível de Serviço (ANS), Mapeamento de Processos e IC’s e IV’s de seu negócio, garantindo a participação de seu time direto: Coordenadores, Analistas e Supervisores. É importante que esse time esteja treinado na metodologia apresentada neste regulamento, para que os mesmos possam compreender e participar ativamente deste processo de elaboração para a Unidade Gerencial. Recomenda-se que esse processo de elaboração seja feito anualmente utilizando a oportunidade do evento da liderança (SWOT / Desdobramento de Metas). Caso a ÁREA já tenha elaborado sua Descrição do Negócio, ANS, Mapeamento de Processos e ICs e IVs, recomenda-se a utilização do evento de liderança para revisão dos mesmos, incorporando as lições apreendidas do ano anterior e os novos cenários para o ano corrente. Como output desse evento, deve-se ter o Kit de Ferramentas para a Área elaborado ou atualizado. Este documento com as ferramentas que determinam a rotina de ÁREA, denominado Kit de Ferramentas para a ÁREA, contém: a) Descrição de Negócio b) Matriz de Priorização de Produtos c) Acordo de Nível de Serviço (ANS) d) Mapeamento de Processos (Níveis 1 a 4); e) Book de IC’s e IV’s da Área; A seguir são apresentados os modelos de cada documento e considerações, quando necessárias: Nº: REVISÃO N°: 01 ÁREA / DEPARTAMENTO: DPO Gestão PÁGINA: 7 / 22 a) Descrição de Negócio Exemplo: ÁREA Logística Na Descrição de Negócio, é apresentado o escopo do negócio, sua missão, sua visão, seus processos, os clientes, os produtos entregues aos clientes, os fornecedores e seus respectivos insumos, e a lista de processos (que transformam insumos em produtos / serviços). b) Matriz de Priorização de Produtos Exemplo: ÁREA Logística Nº: REVISÃO N°: 01 ÁREA / DEPARTAMENTO: DPO Gestão PÁGINA: 8 / 22 Toda Descrição de Negócio deve destacar em seu documento quais são os produtos críticos. Produtos críticos são aqueles que se destacam em: impacto no cliente, tempo de execução, custo, dificuldade de elaboração. Ou seja, são aqueles que influenciam a satisfação do cliente mais que os demais produtos nestes quatros critérios. c) Acordo de Nível de Serviço (ANS) Exemplo: ÁREA Logística Um Acordo de Nível de Serviço (ANS) é um acordo feito entre o prestador de serviço (fornecedor) e quem recebe o serviço (cliente). ANS define valores e condições para que o serviço seja fornecido. Normalmente, ANS aborda critérios para este fornecimento. Portanto, uma ANS é um tipo de sistema de mensuração de performance (como os indicadores – ICs), uma vez que são medidas as saídas de um processo para satisfazer as necessidades dos clientes. Portanto, após a definição dos produtos e processos de cada unidade gerencial, cada ÁREA deve definir para os produtos da DN quais as informações e “prestações de Serviço” necessárias para que a SUA ÁREA possa entregar o produto. Ou seja, é preciso definir todas as informações que a ÁREA necessita, assim como as áreas que devem providenciá-las. Exemplo: Produto Ambiente de Trabalho e Engagement Gerenciados → Informação necessária na ANS: Atualização do Plano de Compensação dos Funcionários. Este levantamento deve ser alinhado com os responsáveis pela ÁREA que devem entregar as informações/atividades e firmadas por ambos, como sinal de consenso sobre a necessidade da entrega. A partir da definição, é importante que a ÁREA que é cliente das informações monitore e acompanhe as entregas nas frequências definidas. Importante ainda que esse monitoramento e acompanhamento das entregas não digam somente respeito às informações definidas, mas também a indicadores atrelados a estas informações. Ou seja, para o exemplo supracitado (Atualização do Plano de Compensação dos Funcionários) além de acompanhar se houve a atualização ou não, deve-se definir um indicador para mensurar se esta informação quando disponibilizada na freqüência definida, está ajudando o negócio a entregar aquilo que o mesmo deve entregar. Neste exemplo, um bom indicador seria % de redução de horas positivas. Ou seja, uma boa gestão do plano Nº: REVISÃO N°: 01 ÁREA / DEPARTAMENTO: DPO Gestão PÁGINA: 9 / 22 de compensação dos funcionários, que busca garantir atendimento às necessidades básicas dos mesmos levando a um maior engajamento no trabalho, deve estar associada necessariamente a uma redução efetiva nas horas positivas do funcionário (equilibrando sua carga horária de trabalho). Portanto, deve-se sempre buscar associar indicadores quantitativos às atividades/informações para quantificar se houve melhoria na prestação de serviço ou não. Os indicadores, após definição, devem ser acompanhados mensalmente.Vale ressaltar que deve estabelecer um número gerenciável de itens da ANS (atividades/informações) e indicadores. A sugestão é: máximo 8 itens da ANS por ÁREA, tendo pelo menos 1 indicador para cada um desses itens. Importante ainda considerar que estes itens e indicadores são alteráveis, ou seja, após melhoria no nível de serviço, deve-se estabelecer outros que apresentem criticidade. Nº: REVISÃO N°: 01 ÁREA / DEPARTAMENTO: DPO Gestão PÁGINA: 10 / 22 d) Mapeamento de Processos Exemplo: ÁREA Logística Nível 1 e 2 Nível 3 do Pilar Armazém Nº: REVISÃO N°: 01 ÁREA / DEPARTAMENTO: DPO Gestão PÁGINA: 11 / 22 O Mapeamento de Processos – que deve ser feito integralmente pelas unidades, desde ÁREA até Sub-área – consiste em “quebrar” um processo desde o Nível 1 até o Nível 4 (conforme é mostrado na figura a seguir). Já o Nível 4 deve ser mapeado dentro da Sub-área. Vale lembrar que para o Nível 4, a ferramenta mais comum é o Fluxograma, apresentado no item 7.2.b, em que se apresenta as tarefas. e) Book de IC’s e IV’s Exemplo: ÁREA Gente e Gestão (Anexo 12) Nº: REVISÃO N°: 01 ÁREA / DEPARTAMENTO: DPO Gestão PÁGINA: 12 / 22 O Book de ICs apresenta a relação de ICs por produto da Unidade de Negócio Gerencial e por dimensão da Qualidade (Atendimento, Custo, Qualidade, Moral e Segurança). Cada unidade gerencial deve preencher as colunas desse Book de ICs, sendo importante manter um número gerenciável máximo de 15 (quinze) ICs por ÁREA. Todos os ICs devem estar presentes no Farol da ÁREA. Para a definição dos ICs da ÁREA devem ser utilizadas TODAS as 5 DIMENSÕES DA QUALIDADE (Atendimento, Custo, Qualidade, Moral, Segurança). Não existem Itens Mandatórios determinados pelo corporativo. As ÁREAs têm total autonomia para escolher seus indicadores. O Book de IVs apresenta a relação de IVs por IC de produto e ao processo da Unidade de Negócio Gerencial mapeado na etapa anterior e seu respectivo produto intermediário. Cada unidade gerencial deve preencher as colunas desse Book de IVs. Os IVs mais importantes devem estar presentes no Farol da ÁREA. Para IV não se recomenda número máximo. Ao final deste Regulamento são apresentados exemplos de COMO definir os IV’s de uma Unidade Gerencial. Vale ressaltar que não é regra, apenas exemplos para facilitar o entendimento. Comment [91]: Checar com Robertinho se haverá itens mandatórios Nº: REVISÃO N°: 01 ÁREA / DEPARTAMENTO: DPO Gestão PÁGINA: 13 / 22 e) Farol de IC’s e IV’s Exemplo: ÁREA Gente e Gestão (Anexo 12) Para a montagem do Farol é possível além de listar todos os Itens de Controle do Negócio, elencar também os Itens de Verificação de maior importância para que os mesmos possam ser acompanhados. 7.2. DESCRIÇÃO DE NEGÓCIO, MAPEAMENTO DE PROCESSOS E DEFINIÇÃO DE IC’S E IV’S DAS SUB-ÁREAS Cada Sub-área deverá realizar o processo de forma completa, ou seja, utilizando os três blocos mencionados neste regulamento: Descrição do Negócio, Mapeamento de Processo e Itens de Controle e Verificação. Para a Sub-área não é feita Matriz de Priorização de Produto nem ANS. Todas as Sub-áreas deverão: Nº: REVISÃO N°: 01 ÁREA / DEPARTAMENTO: DPO Gestão PÁGINA: 14 / 22 a) Elaborar sua Descrição de Negócio; b) Realizar o seu Mapeamento de Processos; c) Ferramentas: Fluxograma de Colunas (Mapa do Processo), Matriz de Criticidade d) Elaborar o Book e Farol de Itens de Controle e Itens de Verificação da Sub-área; e) Ferramentas: Farol e Book de IC’s e IV’s É importante a realização de uma reunião que envolva Supervisor (es) da Sub-área e seus respectivos Operadores e Técnicos, sempre buscando alinhar a Descrição de Negócio e Farol da Sub-área com os clientes / fornecedores / gerência correspondente. Nº: REVISÃO N°: 01 ÁREA / DEPARTAMENTO: DPO Gestão PÁGINA: 15 / 22 b) Mapeamento de Processo de Sub-área Exemplo: Fluxograma: Enchimento e Arrolhamento - Linha 502 (Anexo 8) Cada Sub-área deve construir o Mapa de Processo (Fluxograma de Colunas) ressaltando os responsáveis por cada tarefa. As colunas do Mapa de Processo contribuem para compreender melhor as relações interfuncionais em cada processo uma vez que cada tarefa pode ser associada a uma pessoa / função. Nos Fluxogramas de Colunas devem constar somente as tarefas realizadas ao processo elencado. As regras / dicas de como elaborar um Fluxograma de Colunas estão no MATERIAL DE TREINAMENTO – DPO PILAR GESTÃO – MAPEAMENTO DE PROCESSOS, anexo a este Regulamento. De cada Fluxograma de Colunas construído será elaborada uma Matriz de Criticidade que consiste em uma ferramenta que correlaciona todas das Tarefas listadas no Fluxograma de Colunas (Mapa de Processo da Sub-área) com os indicadores (IC’s e IV’s) elencados, respectivamente, na etapa de Descrição de Negócio e Mapeamento de Processos, a fim de priorizar as tarefas críticas. Veja a seguir um exemplo de Matriz de Criticidade: Nº: REVISÃO N°: 01 ÁREA / DEPARTAMENTO: DPO Gestão PÁGINA: 16 / 22 Exemplo Matriz de Criticidade: Sub-área– Enchimento e Arrolhamento – Linha 502 (Anexo 8) IC’s e IV’s relacionados ao processo Nº: REVISÃO N°: 01 ÁREA / DEPARTAMENTO: DPO Gestão PÁGINA: 17 / 22 O passo a passo a ser seguido pela Sub-área para realizar o Mapeamento de Processos (Fluxogramas de Colunas), estabelecendo quais tarefas são críticas na Matriz de Criticidade e que devem ser padronizadas, é apresentado no MATERIAL DE TREINAMENTO – DPO PILAR GESTÃO – MAPEAMENTO DE PROCESSOS, anexo deste Regulamento. Pareto para priorização das tarefas críticas Nº: REVISÃO N°: 01 ÁREA / DEPARTAMENTO: DPO Gestão PÁGINA: 18 / 22 A Área de ÁREA deve obrigatoriamente agrupar todas as tarefas críticas para descrever um único Padrão Operacional, neste caso devem ser priorizados os equipamentos críticos definidos pelos GMRs da CDD. Ao executar o processo de revisão dos padrões, importante agrupar todas as tarefas afins (da mesma etapa) sejam elas críticas ou não, por exemplo: elaborar somente um Padrão Operacional de INÍCIO DE PRODUÇÃO com todas as tarefas da etapa de início do fluxograma; outro Padrão Operacional de PRODUÇÃO com todas as tarefas da etapa de produção do fluxograma; e outro Padrão Operacional de FINAL DE PRODUÇÃO com todas as tarefas da etapa final do fluxograma consideradas; assim por diante. Isto não elimina a necessidade de se elaborar a Matriz de Criticidade pois a mesma deve servir de base para que as tarefas consideradas como críticas serem melhor detalhadas no padrão. c) Book e Farol de Itens de Controle e Itens de Verificação da Sub-área Cada Sub-área deve elaborar seu Farol com a listagem de IC’s levantados na elaboração da Descrição de Negócio e com os IV’s mais importantes, para monitorar tanto os resultados do negócio quanto seus meios. Para a definição dos IC’s da Sub-área devem ser utilizadas TODAS as 3 DIMENSÕES DA QUALIDADE (Atendimento, Custo, Qualidade). As DIMENSÕES DA QUALIDADE MORAL E SEGURANÇA ficarão no Farol da ÁREA. Não existem itens mandatórios determinados pelo Corporativo. As Sub-áreas têm total autonomia para escolher seus indicadores dessas 3 Dimensões da Qualidade citadas acima, sendo importante garantir o devido alinhamento com os indicadores da sua respectiva ÁREA (para manter o cascateamento capaz de ajudar a área a alavancar resultados). Recomenda-se que o número de IC’s monitorados no Farol da Sub-área não ultrapasse a quantidade de 15 (quinze). 7.3. DEFINIÇÃO DOS IV’S – MELHORES PRÁTICAS DE “COMO FAZER” Os Itens de Verificação (IV’s) nos fornecem informações sobrea saúde dos nossos Processos. Quando temos um problema, a análise apenas do Item de Controle (IC) pode ser superficial e gerar ações que não resolverão o problema na sua origem. A idéia do IV é dividir o problema Comment [93]: Pegar exemplo de RP Nº: REVISÃO N°: 01 ÁREA / DEPARTAMENTO: DPO Gestão PÁGINA: 19 / 22 em partes menores, assim trabalhar de forma mais focada e efetiva. Por exemplo: o CDD X não está batendo a Devolução: Incluir gráfico motivo A devolução por motivo já poderia ser apresentada como IV (Ex: ........................), ou seja, os três piores motivos, mas podemos estratificar ainda mais. Podemos estratificar o problema de devolução de um destes três piores motoristas por motivo. O exemplo da estratificação a seguir é do motorista, aberto por motivo, veja Figura Incluir gráfico “Tempo de máquina parada por garrafas tombadas” poderia ser um dos IV’s da linha, relacionado ao IC Eficiência da Linha Inteira. Outro exemplo de motivo de parada, agora para o terceiro pior equipamento da linha, a Lavadora de Garrafas: “Tempo de máquina parada por excesso de Rótulo nas garrafas lavadas” seria o IV relacionado ao IC Eficiência da Linha Inteira. Se quisermos analisar o porquê deste excesso de Rótulo nas garrafas, consultamos o Fluxograma de Colunas do processo de Lavagem, elaborado pela Sub-área, e percebemos que há duas Tarefas Críticas que podem estar causando o excesso de rótulos nas garrafas: “Acertar Concentração de tanque que estiver fora” e “Parar a Lavadora e Verificar esguichos” (Ver Fluxograma a seguir). Essas Tarefas Críticas foram determinadas na Matriz de Criticidade e tiveram alto impacto no indicador Eficiência da Linha (análise histórica feita pelo grupo de operadores da Sub-área). Um IV relacionado à Tarefa Crítica “Acertar Concentração de tanque que estiver fora” seria a “Concentração de Soda”. Um IV relacionado à Tarefa Crítica de “Parar a Lavadora e Verificar esguichos” seria a “Pressão dos esguichos”. Logo, para este caso da Lavadora, aprofundamos por duas vezes a análise (primeiro por motivo da parada e depois pelas causas do motivo da parada). Comment [94]: Revisar Comment [95]: Pensar em exemplo Nº: REVISÃO N°: 01 ÁREA / DEPARTAMENTO: DPO Gestão PÁGINA: 20 / 22 Nº: REVISÃO N°: 01 ÁREA / DEPARTAMENTO: DPO Gestão PÁGINA: 21 / 22 Ou seja, para definir quais IV’s serão acompanhados na rotina, é preciso fazer uma análise aprofundada do cenário atual das maiores lacunas. Vale ressaltar que o IV não se origina do memorial de cálculo do IC monitorado no farol da ÁREA ou Sub-área, mas do Mapeamento de Processos. Os Itens de Verificação (IV’s) são indicadores de fácil controle, fácil utilização em Cartas de Controle, propensos a elaboração de Lições de 1 Ponto e a realização de DTO, e de fácil correção dentro dos turnos (ou seja, há atuação por parte da operação). A definição dos IV’s é um processo dinâmico, ou seja, os IV’s definidos não são engessados. A partir do momento que estabilizarmos determinada etapa do processo, partimos para outra definição e assim sucessivamente, até sanarmos as lacunas de resultados. Também não existe um número máximo ou mínimo de Itens de Verificação por ÁREA ou Sub-área, depende da realidade de cada negócio. Após a definição dos IV’s a área deve acompanhá-los na rotina diária. 8. ATIVIDADE DE REVISÃO E ATUALIZAÇÃO DA DESCRIÇÃO DE NEGÓCIO, MAPEAMENTO DE PROCESSOS E DEFINIÇÃO DE IC’S E IV’S (ÁREA E SUB-ÁREA) Anualmente ou a cada mudança no negócio que impactem na satisfação dos clientes este processo de definição da Descrição do Negócio, Mapeamento de processo, IC ’s e IV’s deve ser revisado / atualizado. É importante sempre alinhar as revisões/atualizações com os envolvidos no negócio: clientes, fornecedores, equipes, gerentes, área de G&G. As unidades têm autonomia para conduzir a revisão/atualização deste processo e a sugestão é que se faça no início do ano letivo: para a ÁREA aproveitando o evento de liderança (SWOT / Desdobramento de Metas) e para a Sub-área no máximo até o segundo mês do ano, em que o supervisor alinha com o seu time a Descrição de Negócio, os Fluxogramas e os indicadores para o ano corrente. Este alinhamento pode ser feito ao longo de um período nas Reuniões de Troca de Turno e/ou em sua própria rotina em campo. Desta forma, toda a estratégia do CDD fica alinhada e em tempo satisfatório. Nº: REVISÃO N°: 01 ÁREA / DEPARTAMENTO: DPO Gestão PÁGINA: 22 / 22 9. CONSIDERAÇÕES FINAIS Cada Gerente de ÁREA deve elaborar / revisar sua Descrição do Negócio, Matriz de Priorização de Produtos, ANS, Mapeamento de Processos e Book de IC e IV conforme as realidades locais e em conjunto com o seu time. Cada Sub-área deverá elaborar / revisar sua Descrição do Negócio, Mapeamento de Processos e Book de IC e IV, garantindo o correto alinhamento com a Descrição de Negócio do nível superior (ÁREA) e com o mesmo nível (Sub-áreas com quem interage). É crucial que as equipes de cada negócio participem deste processo uma vez que a Descrição do Negócio, o Mapeamento de Processo e os Itens de Controle e Verificação são parte essencial do Gerenciar para Manter, fundamentando todo o Ciclo de Padronização local. Ao participarem deste processo, automaticamente haverá uma maior compreensão por parte das equipes em relação à razão de existir do negócio em que estão inseridas, a sua relação com os demais negócios do CDD, o papel de cada um dentro do mesmo, os indicadores de sua responsabilidade, os padrões que devem ser seguidos e consequentemente, as ações que devem ser tomadas na rotina perante as anomalias. 10. RELAÇÃO DE ANEXOS 11. ELABORADORES 12. APROVADORES 13. RESPONSÁVEL 14. HISTÓRICO