Logo Passei Direto
Buscar

Goniometria do cotovelo

Material sobre avaliação da mobilidade articular: goniometria do cotovelo (amplitude 0-145°); Teste de Carter (escore 0-9); Flexiteste (20 movimentos, escala 0-4 e adaptação de 8 movimentos); Teste de Apley e testes de compressão do ombro (Neer, Hawkins).

Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

Testes de amplitude do movimento
Goniometria do cotovelo
A goniometria do cotovelo avalia a flexão e a extensão da articulação. O movimento de extensão é classificado como o retorno da flexão. Para ambas as avaliações, o paciente deve estar sentado ou em pé, com o membro superior posicionado junto ao tronco, de forma a obedecer a posição anatômica.
A amplitude articular varia de 0-145º. Deve-se verificar a posição do antebraço, caso não esteja na posição anatômica, e evitar a flexão da articulação do ombro.
TESTE CARTER 
O teste de Carter avalia a mobilidade articular por um escore crescente variável de 0 a 9 pontos, atribuindo-se um ponto para a habilidade de realizar cada um dos seguintes movimentos: extensão passiva dos quirodáctilos mínimos além de 90°; posição passiva dos polegares à face “flexora” dos antebraços; hiperextensão dos cotovelos, além de 10°; hiperextensão dos joelhos, além de 10º e flexão do tronco, partindo da posição ereta, com os joelhos estendidos, de modo que as palmas das mãos repousem, facilmente, no solo.
FLEXISTE 
O flexiteste consiste em medir a mobilidade máxima de 20 movimentos corporais, sem aquecimento prévio. Cada movimento é medido em uma escala de zero a quatro, no total de cinco níveis de flexibilidade.
O profissional que está realizando o teste, força o movimento nas articulações do paciente até o ponto máximo de amplitude, detectado pela resistência mecânica ao prosseguimento da execução ou pelo relato de desconforto. O grau de flexibilidade é definido quando a amplitude alcançada é comparada com padrões de flexibilidade, que vão de zero (flexibilidade quase inexistente) a quatro (muito grande).
Os movimentos avaliados são: flexão e extensão do tornozelo; flexão e extensão do joelho; flexão, extensão, abdução e adução do quadril; flexão, extensão e flexão lateral do tronco; flexão e extensão do punho; flexão e extensão do cotovelo; adução posterior do ombro com 180º de abdução; extensão com adução posterior do ombro; extensão posterior do ombro; rotação lateral e medial do ombro com 90º de abdução.
Existe uma adaptação do flexiteste em que oito movimentos são avaliados: flexão, extensão e abdução do quadril, flexão e flexão lateral do tronco, extensão posterior e extensão com adução posterior do ombro, adução posterior a partir da abdução de 180° do ombro.
Teste de Carter
avalia a mobilidade articular por um escore crescente variável de 0 a 9 pontos, atribuindo-se um ponto para a habilidade de realizar cada um dos seguintes movimentos: extensão passiva dos quirodáctilos mínimos além de 90°; posição passiva dos polegares à face “flexora” dos antebraços; hiperextensão dos cotovelos, além de 10°; hiperextensão dos joelhos, além de 10º e flexão do tronco, partindo da posição ereta, com os joelhos estendidos, de modo que as palmas das mãos repousem, facilmente, no solo.
Teste de Apley
avalia a combinação da amplitude de movimento do ombro pedindo que o paciente tente tocar a escápula contralateral: tocar a parte superior da cabeça, a nuca e a escápula contralateral com as pontas dos dedos testa a abdução e a rotação externas; tocar por baixo, atrás do dorso, a escápula oposta com a parte posterior da mão testa a abdução e a rotação interna.
Considerar os testes de compressão em caso de dor à manobra. Eles incluem:
· Realizar o teste de Neer para verificar a compressão dos tendões do manguito rotador sob o arco coracoacromial. O teste é feito pela flexão anterior forçada do membro superior, levantado acima da cabeça e totalmente em pronação.
· Também realizar o teste de Hawkins para verificar se há compressão. O teste é feito flexionando o membro superior em 90°, flexionando o cotovelo pronado em 90° e a seguir girando o ombro internamente, forçando (movendo a mão para baixo).

Mais conteúdos dessa disciplina