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Exame pulmonar Exame físico Funções do Sistema Respiratório: Ventilação: movimento do ar para dentro e fora das vias áreas Difusão (hematose): processo pelo qual o oxigee o dióxido de carbono são trocados na interface ar- sangue, nos alvéolos Fases: respiração em em si compreende ventilação, difusão e perfusão Fornecer oxigênio ao organismo e evitar o acúmulo de gás carbônico. Processo de enfermagem Coleta de dados Diagnóstico de enfermagem Planejamento Implementação Avaliação Coleta de dados: Anamnese: dados de identificação (nome, sexo, estado civil, idade, escolaridade, renda familiar, ocupação); Queixa principal (motivo pelo qual o paciente procurou assistência); Histórico pessoal e social (hábitos do estilo de vida, medicamentos em uso, bebidas, tabagismo); Ocupação: natureza do trabalho, exposição a agentes químicos, alergeno, uso de equipamentos de proteção Ambiente domiciliar: localização, possíveis alergeno, utilização de ar condicionado. História e detalhamento da doença atual: TOSSE: frequência, duração, horas do dia, dor, dispneia, febre, corizas, narinas obstruídas, respiração ruidosa. DISPNEIA: início, posição mais confortável, dor, tosse, diaforese, edema em MMII, interrompe as atividades? DOR TORÁCICA: dor continua que persiste durante o dia; permanece em uma única localização. AVALIAR: trauma ou cirurgia torácica,hospitalização prévias por problemas pulmonares, uso de aparelhos para assistência respiratória, doenças pulmonares crônicas (asma, tuberculose, fibrose cística, DPOC, imunização. HISTÓRICO FAMILIAR: edema , câncer pulmonar, fibrose cística, asma, tuberculose, alergias Sinais e sintomas pulmonares comum: dispneia, síncope, tosse, muco, cianose, coriza, dispneia paroxísrica noturna, platipneia, tiragem intercostal, dor torácica, expectoração, trepopneia, epistaxe, ortopneia. = Inspeção: Inspeção estática: examinar o paciente ele parado, sem movimentos. Pode-se observar a expressão facial, nível de consciência, cicatrizes, alterações na pele, deformidade causando afundamento na área do tórax, observar as extremidades dos pacientes- cianose central (língua) e periférico (periferia dos membros), batimentos da asa do nariz, baqueteamento digital (pontas dos dedos estão abaloadas/ arredondadas Inspeção dinâmica: ver os movimentos pulmonares, em movimento. Irá observar a frequência respiratória, amplitude respiratória, ritmo respiratório, tipo respiratório, tiragem, uso de musculatura acessória 1- frequência respiratória: Eupneia: 12 ou 16 a 20 mrpm Taquipneia, >20 Mrpm Bradipneia: < 12 Mrpm Apneia 2- amplitude: superficial ou profunda 3-ritmo ou padrão respiratório: Se torna mais fácil de identificar em monitor 4- tipo respiratório: costal superior ➡ sexo feminino Toracoabdominal ➡ sexo masculino 5- Tiragem: depressão inspiratório dos espaços intercostais e das regiões supra-esternal e supra-clavícular durante toda a inspiração; geralmente ocorre quando existe um obstáculo em uma via aérea, dificultando ou impedindo a penetração do ar. = 6- Uso da musculatura acessória: aumento do trabalho respiratório, utilizando músculos acessórios como: esternocleidomastodeo, trapézio e peitoral. Palpação: Palpe a estrutura torácica em busca de: papar a traqueia, expansibilidade, massas, depressões, abaulamentos, pulsações anormais, frêmito, áreas de hipersensibilidade 1- Expansibilidade: pode ocorrer por derrame pleural ou atelectasia (diminuída de forma unilateral), já em pneumonia, derrame pleural bilateral é quando esta diminuída e forma bilateral. Para identificar usa a manobra de Rualt: percebe o afastamento pequeno e pouca expansibilidade, podendo ser apenas em um lado ou os dois. 2- Frêmito tóraco-vocal: vibração da parede torácica percebida pelo examinador quando o paciente produz algum som; avalia-se a intensidade do frêmito; solicite que o paciente verbalize “trinta e três “; ou abolição do frêmito = excesso de ar nos pulmões (ex:enfisema e pneumotórax): ⬇ do frêmito = presença de líquidos ou massa sólida no interior dos pulmões (secreções brônquicas). É mais fraco em mulheres devido o timbre da voz, pessoas com parede torácica espessa (hipertrofia muscular e aumento do tecido adiposo). Percussão: Som Normal: ressonante ou claro pulmonar Percussão digito-digital (dedo contra o outro) nos espaços intercostais Inicia-se do ápice para a base, percutindo (golpeando), comparando os hemitorax em pontos simétricos. Nas regiões posterior, lateral e anterior. Sons patológico: Hiperressonoridade: som mais claro e intenso, associada ao aumento de ar nos pulmões. Ex: enfisema. Timpânico: sonoridade semelhante a um tambor, ar aprisionado na cavidade pleural (pneumotórax) Macicez: indicam redução de ar nos alvéolos, o som é abafado, pancada surda, comum sobre o fígado ou condensação pulmonares (pneumonia) Abafo ou Macicez Pétra: bem surda, comum sobre o músculos ou ossos. = E Ausculta: Permite a obtenção rápida e pouco dispendiosa de numerosas informações sobre diferentes doenças broncopulmonares. -Posição para exame: paciente sentado, e se possível solicite-lhe que respire lentamente e profundamente pela boca. -Técnica: na região posterior o paciente deve estar sentado com a cabeça inclinada para frente e os braços cruzados sobre o tórax; na posição ereta, com os braços acima da cabeça para ausculta das regiões laterias; na posição ereta com os ombros para trás para ausculta a região anterior. =Ruídos fisiológicos traqueal: som rude, de intensidade muito alta; ausculta sobre a traqueia. =Ruídos fisiológicas bronquiovesicular: som murmurante, tubular, de intensidade e tonalidade moderados: ausculta nos brônquios principais. =Ruídos fisiológicos murmúrios vesiculares: som de baixa tonalidade e intensidade; semelhante ao som do vento nas árvores/mar. Estertores finos: são auscultados no final da inspiração, não se alteram com a tosse, predominam nas bases pulmonares . Ex: som parecido com o atritar do cabelo com os dedos. Estertores grossos: são auscultados no início da inspiração e em toda a expiração, alteram-se com a tosse e predominam em toda a extensão pulmonar. Roncos: ocorre. Por vibrações das paredes brônquicas quando há estreitamento e secreção aderida (bronquites). Sibilos: vibrações das paredes bronquiolares (asma). Da p escutar sem o esteto Estridor: provocado pela obstrução da traqueia ou laringe (câncer); estreitamento Atrito pleural: som produzido pelo atrito entre as pleuras com bastante exsudado, na pleurite. Som de Ranger de couro sendo atritado ou velcro sendo aberto. - Ressonância vocal: auscultar o tórax do paciente enquanto ele repete as palavras “trinta e três” em voz alta. Normal: palavras não distintas: Broncofonia: aumento na intensidade da transmissão do som (geralmente ocorre por condensação). Pectorilóquia afônica: ausculta-se a voz nítida mesmo quando cochichada. Efofonia: mudança na qualidade da fala; solicitar que o paciente pronuncie a vogal “i”, em pacientes com Egofonia a sonoridade produzida será de “é”- algumas literaturas ligam a um balido de uma cabra. = = : Casos clínicos: Raciocínio diagnóstico: desobstrução ineficaz das vias aéreas; Ventilação espontânea prejudicada; Padrão respiratório ineficaz Diagnóstico de enfermagem: desobstrução ineficaz das vias aéreas: relacionado tabagismo, muco excessivo e DPOC caracterizado por cianose, dispneia, mudança na frequência respiratória, quantidade excessiva de muco e ruídos adventícios respiratórios. Contribuição da enfermagem: Processo de interferência diagnóstico do enfermeiro Aprimoramento da toxonomia NANDA-I Auxiliou na identificação mais precisa de sinais e sintomas É possível planejar melhores e mais rápidas intervenções Qualidade de vida do paciente e melhores resultados