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DO PRONADOR REDONDO)
Caracterizada pelo excesso de supinação (MOVIMENTO PRONAÇÃO), ocasionada pela
disfunção com compressão, geralmente associada a movimentos excessivos por atividade
ou instabilidade, tendo como principal sintoma dor na região do terço médio proximal
anterior do antebraço seguindo o trajeto do nervo mediano. 
TESTES ESPECIAIS
·     
·     SÍNDROME DO TÚNEL DO CARPO 
É definida como uma neuropatia derivada da compressão do nervo mediano contra o
ligamento transverso, em consequência do espessamento do ligamento anular do carpo.
Em virtude do estreitamento do compartimento do túnel do carpo, há um aumento de
resistência a livre movimentação dos flexores dos dedos que por ali trafegam, podendo
manifestar dor, parestesia, hiposensibilidade e sensação de fraqueza muscular no trajeto
da distribuição sensorial do nervo mediano ao nível do punho, que por sua vez, ocupa a
face palmar dos três dedos radiais e a metade radial do dedo anelar. A STC foi
primeiramente descrita por Paget, mas foram os trabalhos de Phalen publicados em 1950,
que estabeleceram os seus princípios. e do Túnel do Carpo.
Etiologia
Ocorre frequentemente em trabalhadores suscetíveis a tarefas de esforço repetitivo, pode
ocorrer em traumas agudos e na presença de alterações anatômicas, porém em sua
grande maioria a origem é considerada idiopática, mais presente em mulheres entre 40 e
60 anos.
·Fisiopatologia
Pode combinar fenômenos de tensão e compressão nervosa em sua fisiopatologia, as
quais, de maneira linear podem criar alterações na microcirculação sanguínea
intraneural, lesões no nível da bainha de mielina e axonal, além de modificações no
tecido conjuntivo de suporte. Dois locais de compressão do nervo mediano são
encontrados: o proximal, decorrente da flexão do punho em virtude da alteração na
espessura, na rigidez da fáscia antebraquial e na porção proximal do retináculo dos
flexores; e o distal, no nível da porção mais estreita, próximo do hamato. Uma
classificação anatômica e clinica foi proposta por Lundborg:
Estágio precoce:
Caracterizado por sintomatologia intermitente, inicial e exclusivamente noturna. Que
pode inclusive, na STC idiopática, ser consequência do posicionamento do punho em
flexão, aumentando a pressão intratúnel.
Estágio intermediário: Sintomatologia diurna e noturna, com alterações persistentes da
microcirculação, edema epineural e intrafascicular, o que provoca um aumento de
pressão dos fluidos endoneurais. •
·
·Radiculopatia (avaliar ombro e cervical)
·Síndrome do Desfiladeiro torácico
Dor miofascial
Tendinopatia do punho
Artrite Reumatoide e Osteoporose 
Repouso parcial (órteses)
Adaptações Ergonômicas (período aguado)
Mobilização neural (ULTT1) e do carpo 
Modalidades laser, ultrassom, tens)
Reforço muscular (resistência, força ou potência) 
Pós cirúrgico: imobilização 7 dias; 3 semanas laser e eletroestimulação
·Diagnostico Diferencial 
Diagnóstico 
Exames de imagens (radiografia, ecografia, ressonância magnética nuclear), podem ser
importantes na determinação da etiologia. O exame de condução nervosa pode ser
complementar, principalmente a eletroneuromiografia a qual permite estudar a condução
nervosa sensitiva e motora do nervo mediano. No entanto, não há padrão ouro para o
diagnóstico, e geralmente pode ser realizado por avaliação clínica e teste provocativo.
Quadro Clínico
Dor em mão e punho, parestesia e alterações de sensibilidade ao longo do nervo mediano.
(face palmar do polegar, indicador e região radial do dedo anelar). Paciente pode relatar
acroparestesia (queimação, formigamento e falta de sensibilidade), que alivia ao
movimento, e ao longo do tempo dificuldade na apreensão de objetos resultantes de
atrofia e fraqueza.
Tratamento
·        
 
 
 
 
EvidenciasTrabalhar ponto de gatilho
Fonoforese
Ondas de choque continua
Corrente elétrica interferencial Limitada 
Exercício de mobilização tendínea e neural
Mobilização articular de carpo e UlTTs
Ondas de choque melhor que placebo 
 Injeção local de corticoide: com objetivo de reduzir o volume tenossinovial, efeito
direto sobre o nervo mediano. Risco de lesão permanente no nervo. 
Modificação da frequência e intensidade das atividades:
Diminuição do excesso de atividades manuais permite alívio, mesmo que temporário.
Órtese de imobilização noturna: A pressão no túnel do carpo aumenta com a extensão
e a flexão do punho. A posição neutra do punho mantida com a tala deve diminuir a
pressão intracanalicular. A duração do tratamento é de três semanas a três meses.
Laser terapia: Entre os mecanismos terapêuticos sugeridos para esse recurso indicam
o aumento da produção de ATP, incremento do consumo de oxigênio celular, elevação
nos níveis de serotonina e endorfinas, e efeitos anti-inflamatórios. 
INTERVENÇÕES: 
Tratamento conservador 
TENS: Pode produzir analgesia por meio de estimulação de elétrica, estimulando a
liberação de opiatos pelo SNC ou o mecanismo da teoria das comportas. 
Termoterapia por adição de calor aplicada de forma moderada: O ultrassom pulsátil pode
ser indicado na fase aguda, com resultados satisfatórios na diminuição do quadro álgico,
da parestesia e da dor noturna. 
Cinesioterapia: 
O alongamento da musculatura pode repercutir em diminuição do processo inflamatório
pois aumenta o fluxo sanguíneo local, reduz a tensão e a compressão das estruturas com
efeito sobre a dor e a parestesia. Além de manter o arco do movimento, evitando
aderências. Na fase crônica, além do alongamento os exercícios ativos e resistidos
também são indicados, a fim de incentivar a manutenção e o ganho de força e também
resistência, proporcionando equilíbrio fisiológico entre as musculaturas e reduzindo as
limitações funcionais.
·        
 
  Dor puntiforme no processo estilóide do rádio 
  Dor nos movimentos de extensão e abdução do polegar 
 Edema na região acometida 
 Dor na realização de atividades que requeiram torção
  Dificuldade de preensão no movimento de pinça 
 Pode ocorrer pequena tumoração observada no lado radial
SÍNDROME DE DEQUERVAIN 
A tenossinovite do primeiro compartimento extensor do punho, também reconhecida
como Tenossinovite de Quervain, foi descrita em uma série de casos pelo suíço Fritz De
Quervain em 1895. É definida como uma inflamação dos tendões e das bainhas sinoviais
do abdutor longo e extensor curto do polegar, provocando dor na realização dos
movimentos de extensão e abdução. A inflamação espessa a bainha tendinosa,
acarretando em compressão do tendão em seu canal de passagem, bem como constrição
do seu deslizamento, devido a um traumatismo agudo à fricção repetitiva contra o
retináculo extensor, onde são fixados. O acúmulo de mucopolissacarídeos na bainha dos
tendões indica processo degenerativo em curso, sendo este o principal marcador
histológico da patologia.
Etiologia 
Pode ser causada por qualquer afecção que altere anatomicamente o primeiro
compartimento dorsal, ou edema e espessamento dos tendões e bainhas. Os esforços
repetidos que requerem abdução radial do polegar e extensão simultânea e desvio radial
do punho, sobreuso das mãos e punhos em atividades laborais ou recreativas, acúmulo de
microtraumas desencadeados por esforço repetitivo, podem precipitar a doença.
Frequentemente está associada a trauma crônico secundário e sobrecarga das atividades
diárias. Também pode ser causada pela artrite reumatóide, trauma agudo, gravidez e
durante o período pós-parto. É uma das doenças osteomusculares relacionadas ao
trabalho (DORT) mais frequentes da região do punho. Prevalecendo em adultos com faixa
etária entre 30 e 50 anos, do sexo feminino, e por essa razão questiona-se a possível
relação com variações anatômicas e fatores genéticos ligados ao sexo, visto que a
patologia já era observada mesmo antes da inserção da mulher no mercado de trabalho
braçal.
Sinais e sintomas 
 
 
 Fisioterapia
Iniciada o mais precoce possível. A abordagem será de acordo

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