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Daniela Santos Rocha 
EXAME DERMATOLÓGICO DO ADULTO 
 
Proteção 
A pele tem uma resistência relativa aos agentes 
mecânicos por sua capacidade moldável e elástica 
(fibras colágenas, elásticas e hipoderme). 
 
NO SENTIDO FÍSICO, essa proteção se realiza pela 
capacidade de, por meio de seu sistema melânico, 
neutralizar as radiações lumínicas ultravioleta (RUV) e, 
até mesmo, ionizantes, ao menos parcialmente. 
Cabe salientar que a produção de melanina, além do 
controle genético e ambiental, sofre interferência da 
porção intermediária da hipófise por meio do 
hormônio intermedina, ou MSH. 
Por outro lado, a melatonina, produzida pela hipófise 
por meio da ação da norepinefrina, clareia a pele ao 
induzir a agregação dos grânulos de melanina em 
torno do núcleo das células. Pela sua relativa 
impermeabilidade à água e aos eletrólitos, a pele 
mantém o equilíbrio hidreletrolítico. 
FÍSICO-QUÍMICA: no sentido da manutenção do pH 
ácido (5,4 a 5,6) da camada córnea; a química, por 
meio do manto lipídico com atividade antimicrobiana; 
 IMUNOLÓGICA: presente, na epiderme, pelas células 
de Langerhans e, na derme, à custa de macrófagos, 
linfócitos e mastócitos. 
Percepção 
Os elementos nervosos que existem, sobretudo na 
derme, possibilitam o reconhecimento de sensações 
especiais, como calor, frio, dor e tato, o que conduz a 
um mecanismo de defesa no sentido de 
sobrevivência. 
Hemorregulação e termorregulação 
A pele, com seus extensos plexos vasculares e 
corações periféricos (os glomos), colabora na 
manutenção e na regulação do débito circulatório. Em 
determinadas ocasiões, o aumento do débito 
sanguíneo periférico é compensado pela constrição 
dos glomos, com desvio da circulação para a rede 
capilar, e pela utilização plena da capacidade total de 
enchimento de outros vasos; já no choque, a dilatação 
dos glomos e a constrição dos vasos cutâneos 
provocam a palidez característica, que denuncia a 
elevada função hemorreguladora da pele. 
A homeotermia ou termorregulação é mantida por 
um mecanismo comandado pelo centro 
termorregulador por meio das vias do sistema 
nervoso autônomo, levando a vasoconstrição ou 
vasodilatação. Além disso, os vasos são sensíveis a 
duas substâncias químicas circulantes: a norepinefrina 
e a acetilcolina. No mecanismo de termorregulação, 
exercem uma ação especial as glândulas sudoríparas 
écrinas, que, sob estímulo colinérgico, aumentam a 
sudorese, causando a perda de calor. 
Secreção 
Como elementos produzidos pela pele, destacam-se a 
citoqueratina, a melanina, o sebo e o suor, todos com 
funções definidas e harmônicas. 
Excreção 
A função excretora das glândulas écrinas é a 
eliminação do suor composto basicamente por água, 
eletrólitos e bicarbonato. Outros componentes são 
ureia, glicose, metais pesados, medicamentos, dentre 
outros, à semelhança do rim. 
Metabolização 
A pele também sintetiza hormônios, dentre eles a 
testosterona e di-hidrotestosterona, que têm um 
papel muito importante na alopecia androgenética, na 
acne e no hirsutismo. A pele tem também uma ação 
decisiva na síntese e na metabolização da vitamina D 
 
A semiologia dermatológica tem sua máxima 
expressão na inspeção, isto é, ver e reconhecer as 
alterações que ocorrem ao nível da pele e mucosas 
externas. Segue-se, em alguns casos, a palpação, 
método pelo qual se constata a consistência do 
elemento eruptivo, se amolecida, endurecida ou 
pétrea, bem como temperatura, mobilidade, extensão 
e profundidade de seus limites e se é doloroso ou não. 
 Daniela Santos Rocha 
Em relação às glândulas sudoríparas 
Anidrose, hipoidrose e hiperidrose, respectivamente, 
ausência, diminuição e aumento de secreção 
sudorípara. Cromidrose, suor colorido, devido a 
ingestão de fármacos; bromidrose, odor desagradável 
acompanhando a secreção sudoral. 
Em relação às glândulas sebáceas 
Asteatose, falta de secreção sebácea; 
e esteatorreia ou seborreia, secreção sebácea 
exagerada. 
Em relação aos pelos 
Atricose, hipotricose e hipertricose, quando há 
ausência, diminuição ou aumento de pelos em uma 
determinada área, respectivamente. Canície é o 
embranquecimento generalizado dos pelos, 
enquanto poliose consiste em ausência segmentar ou 
diminuição da melanina dos pelos (vitiligo, nevo, 
piebaldismo). Tricorrexe corresponde à fratura dos 
pelos. O termo alopecia reserva-se à queda de cabelo 
por mecanismos variados; podem ser encontradas 
alopecia traumática, alopecia em clareira (sífilis 
recente), alopecia areata, alopecia ofiásica e alopecia 
universal. Madarose é o termo usado para a queda 
dos pelos superciliares e ciliares no seu terço externo 
(hanseníase, sífilis, hipotireoidismo e alopecia areata). 
Em relação às unhas 
Anoníquia, falta das 
unhas; paquioníquia, espessamento das 
unhas; coiloníquia, unha côncava; platoníquia, unha 
aplainada; onicogrifose, unha em forma de 
garra; hepaloníquia, duas ou mais 
lâminas; leuconíquia, embranquecimento da 
unha; onicomadese, descolamento da unha a partir da 
matriz; onicólise, descolamento da lâmina ungueal a 
partir da borda livre; onicorrexe, unhas 
excessivamente estriadas em sentido 
longitudinal; unha hipocrática, unha em baqueta de 
tambor; linhas de Beau, linhas ou sulcos 
transversais; distrofia mediana canaliforme, sulco 
mediano longitudinal; fragilitas unguium, unhas 
frágeis. Denomina-se onicofagia o ato de roer as 
unhas. 
 
 
Tempo de evolução 
A evolução pode ser aguda, subaguda ou crônica. 
Época de surgimento 
Há dermatoses cujo aparecimento se dá conforme a 
estação do ano: disidrose, miliária e fotodermatoses 
no verão; eritema pérnio e prurido hiemalis no 
inverno. Outras predominam em determinada faixa 
etária (congênita, senil). 
Distribuição 
Pode ser simétrica ou assimétrica, regional, folicular, 
segmentar, localizada, universal (toda a pele está 
comprometida), generalizada (lesões extensas, porém 
intercaladas por pele sã), em áreas expostas, 
confluentes ou seguindo as linhas de Blaschko. 
Organização 
A organização pode ser linear, zosteriforme (linear, 
mas seguindo um dermátomo); herpetiforme (lesões 
de conteúdo líquido 
agrupadas); agminata (agrupadas); reticulada ou 
retiforme (em rede). 
 
 
Diferentes arranjos das lesões. 
 
 Daniela Santos Rocha 
 
Diferentes relevos nas lesões sólidas. 
 
Superfície das lesões. 
 
Definem-se as lesões elementares como padrões de 
alteração no tegumento cujo reconhecimento 
possibilita a construção de hipóteses diagnósticas. Em 
algumas situações deve ser considerado não apenas o 
aspecto morfológico clínico, mas também o processo 
patológico subjacente. 
As causas desencadeantes podem ser físicas, 
químicas, biológicas, imunológicas, psíquicas, e 
mesmo desconhecidas que induzem à formação de 
alterações na superfície do tegumento, constituindo a 
lesão elementar, o elemento eruptivo ou a 
eflorescência. Os mecanismos indutores podem ser de 
natureza circulatória, inflamatória, metabólica, 
degenerativa ou hiperplásica. 
 
Lesões por modificações da cor 
Manchas ou máculas 
Mancha ou mácula é toda e qualquer alteração da cor 
da pele, sem relevo, independentemente de sua 
natureza, causa ou mecanismo. A cor da pele decorre 
basicamente de sua riqueza em melanina. Entretanto, 
há outros fatores a considerar, como maior ou menor 
número de vasos em determinada região, maior ou 
menor afluxo de sangue, conteúdo de hemoglobina, 
espessura da pele, riqueza de seu panículo adiposo, e 
outros de menor importância que contribuem para as 
nuanças da cor da pele. A existência de tantas 
variáveis justifica afirmar que não existem peles de 
cor absolutamente igual dentro de uma mesma raça. 
 
 
mancha acrômica- vitiligo segmentar 
 
mancha hipocromica: hanseníase 
 
hipercrômicas: melanoma in situ 
 
xantocromia : Carotenemia 
 
 Daniela Santos Rocha 
Púrpura 
Ocorre nos casosde extravasamento sanguíneo, em 
geral dérmico e, menos frequentemente, 
hipodérmico, levando a uma modificação da cor da 
pele, do vermelho ao amarelado e castanho, nuança 
que depende da evolução decorrente do tempo do 
evento. As hemácias infiltradas no interstício tecidual 
são fagocitadas e metabolizadas pelos macrófagos, 
transformando a hemoglobina em hemossiderina. 
A lesão elementar é, pois, a púrpura, que, como lesão, 
pode ser classificada em quatro tipos: 
PETÉQUIA: lesão purpúrica puntiforme; em geral 
múltipla (não somem ou clareiam quando são 
pressionadas) 
 
 
VÍBICE: lesão purpúrica linear; sempre de natureza 
traumática 
EQUIMOSE: lesão purpúrica em lençol e, portanto, de 
dimensões maiores que as duas primeiras 
 
HEMATOMA: muitas vezes pode ter a mesma 
expressão clínica da equimose; é um termo 
empregado, sobretudo, nos casos de grandes 
coleções, quando ocorre abaulamento local. É, em 
geral, de origem traumática, sendo foco frequente de 
infecção, se não drenado. Quando profundo, o 
aspecto purpúrico pode não ser visível. 
Lesões por alterações vasculares 
Estão relacionadas com alterações dos vasos 
sanguíneos e podem ser subdivididas em dois grupos: 
o transitório e o permanente. As lesões vasculares 
transitórias são de ordem funcional e, por isso, seu 
aparecimento e duração variam de acordo com o 
elemento causal e a natureza do processo; 
Eritema (na pele) e enantema (nas mucosas) 
São caracterizados pela cor avermelhada, mais ou 
menos intensa, em decorrência de afluxo maior de 
sangue arterial consequente a hiperemia ativa 
(dilatação de arteríolas). O eritema em áreas extensas 
recebe o nome de exantema, podendo ser 
morbiliforme (sarampo, rubéola) ou escarlatiniforme 
(escarlatina). 
 
 
Cianose (na pele) e cianema (nas mucosas) 
são identificados pela coloração azulada da pele que 
se manifesta quando a concentração de hemoglobina 
reduzida no sangue está aumentada e com valores 
superiores a 5 g%, sendo mais bem observada nas 
extremidades digitais, no leito ungueal, nas orelhas e 
nas conjuntivas. É dita central quando a insaturação 
arterial está relacionada com alterações de natureza 
cardiopulmonar; é dita periférica quando há consumo 
aumentado em decorrência de perturbação de 
natureza circulatória, e também pode ser decorrente 
de alterações na hemoglobina, como na 
metemoglobinemia. 
Central: Sinal clínico: língua, mucosas orais e pele 
azuladas (doenças que prejudiquem a ventilação ou a 
oxigenação pulmonar); Periférica: Sinal clínico: pele 
azulada, mas a língua e mucosas orais não (ocorre 
pela demasiada desoxigenação pelos tecidos 
periféricos) 
 
Lesões elementares sólidas 
São as alterações circunscritas decorrentes de 
acúmulo de células em determinado local ou por 
espessamento cutâneo. 
Pápula 
Eflorescência de consistência aumentada, superficial, 
que mede, em geral, menos de 5 mm. Provoca certa 
elevação e, ao involuir, não deixa cicatriz; à palpação, 
 Daniela Santos Rocha 
não tem representação dérmica significativa, pois as 
alterações estão limitadas à derme papilar, ao 
contrário do tubérculo 
 
 
A placa é uma lesão elevada, em platô, que surge 
como consequência da confluência de numerosas 
pápulas 
Tubérculo 
Eflorescência de consistência endurecida, elevada, 
medindo, em geral, mais de 5 mm. Resulta da 
infiltração de células mesenquimais na derme e, 
consequentemente, deixando, muitas vezes, cicatriz 
ao sofrer involução (espontânea ou terapêutica). Na 
sua descrição tem embutida a conotação de que será 
encontrado na patologia da doença um processo de 
natureza granulomatosa. A Doença 
Granulomatosa Crónica (DGC) é 
uma doença geneticamente determinada 
(hereditária), caracterizada por uma incapacidade das 
células fagocitárias (também denominadas de 
fagócitos) em produzir peróxido de hidrogénio e 
outros oxidantes necessários para eliminar certos 
microrganismos. 
 
 
Nódulo 
Eflorescência de consistência endurecida, de 
dimensões variáveis, por vezes visível à simples 
inspeção, outras vezes reconhecida exclusivamente 
pela palpação, decorrente do aumento do número de 
células na derme, em geral profunda e/ou ao nível da 
hipoderme. 
CISTOS são nódulos de superfície lisa, de consistência 
não endurecida e, em geral, circundados por cápsula 
de linhagem epitelial. 
 
 
Nodosidade ou tumoração 
São empregados como sinônimos e servem para 
descrever lesões maiores que 3 cm. Nodosidade é 
termo mais adequado, pois não necessariamente a 
lesão é de natureza neoplásica, tumoral. 
Lesões elementares de conteúdo líquido 
As lesões de conteúdo líquido podem ser decorrentes 
de acúmulo circunscrito ou não circunscrito. 
Vesícula 
Corresponde a um elemento circunscrito de pequenas 
dimensões (alguns milímetros), com conteúdo seroso 
citrino fazendo uma pequena saliência cônica ao nível 
da pele 
 
 
Bolha (flictena) 
Corresponde a um elemento líquido (seroso) de 
dimensões bem maiores (centímetros) e costuma ser 
maior que a vesícula, fazendo saliência em abóbada. A 
bolha pode ser intraepidérmica (acantólise), como nos 
pênfigos, quando é efêmera; ou subepidérmica, como 
nos penfigoides (bolhas tensas e maiores) 
 
Pústula 
Corresponde a um elemento de conteúdo líquido 
purulento de dimensões variáveis. As pústulas podem 
ser foliculares (FOLICULITE- infecções dos folículos 
pilosos) ou interfoliculares (IMPETIGO- infecção 
 Daniela Santos Rocha 
cutânea). Em geral, o pus é causado por bactérias, 
mas também pode ser absolutamente estéril 
(pustulose subcórnea), sendo decorrente, sobretudo, 
do acúmulo de neutrófilos. 
 
 
ABSCESSO é a coleção de pus na profundidade dos 
tecidos. 
 
 
Lesões elementares caducas 
Correspondem às lesões que tendem à eliminação 
espontânea. São de três tipos: escama, crosta e 
escara. 
Crosta 
Decorre do ressecamento de exsudato, seja seroso, 
purulento (crosta melicérica) ou hemático (crosta 
hemática), facilmente destacável, dependendo do seu 
tempo de evolução 
 
 
 Lesões sólidas, circunscritas e elevadas em relação 
aos planos circunjacentes 
Nódulo palpável no dorso em região bem delimitada, 
sem dor (pápulas, nódulos e massa; >3cm: massa- 
evolução do nódulo) 
 
Placa: placas localizadas na face anterior da perna 
direita em base eritematosa e descamativa 
sinal do orvalho sangrante certamente estará 
presente: Psoríase 
Vesícula: elevada com conteúdo seroso, flictena 
Crosta: lesão crostosa hipocromicas com contorno 
irregular e bordas hiperemiadas 
 
Petéquias: lesões puntiformes (poucos milímetros) 
avermelhada no olho 
 Daniela Santos Rocha 
Equimoses: lesões hipercrômicas de bordas mal 
delimitadas, sem elevação, dolor ou indolor, digito 
pressão negativa ou positiva nos MMII direito 
 
erisipela: bem delimitada e progride de forma 
centrifuga: placa eritematosa, edemaciada, quente, 
brilhante, dolorosa de bordas bem delimitadas. 
celulite: erisipela pode evoluir para celulite quando 
acomete um tecido mais inferior, com bordas não 
delimitadas e pode evoluir com bolhas e tecido 
necrosado 
Impetigo: crostas pustulosas de contorno irregulares 
na região infralabial ou mento 
 
celulite: lesão eritematosa, brilhante de bordas mal 
definidas, edemaciada em MMII 
Furúnculo: abcesso > 1cm, mais profundo e associado 
a sinais flogísticos 
pústula: diâmetro em até 1 cm 
 
Verruga: pápulas de aspecto verrucoso em dorso da 
mão direita com centro homocrômico e bodas 
hipercrômicas 
Vesículas infralabial com crosta mericelica 
 
Escabiose: micropápulas pruriginosas 
Larva migrans cutanea: lesão serpiginosa na mão 
direita 
 
Tinea corporis: presença de lesão sisinada com bodas 
hipercrômicas e centro homocrômico 
Pitiríase: regiões hipocromicas na região da face 
A descamação fica mais evidente ao se passar a unha 
na lesão (sinal da unha) ou realizar estiramento da 
pelelesional (sinal de Zileri)- SINONÍMIA: pano 
branco, pano, titinga. 
 Daniela Santos Rocha 
 
 
1: escarlatiniforme 
2: mobiliforme 
3:urticarifomre 
4: rubeoliforme 
 
herpes zoster 
mesmo vírus da catapora, que fica alojado. 
crianças ainda não vacinou: 15 meses e 1 anos- o 
idoso pode passar para a criança 
50 anos ou mais- indicação de tomar vacina (não tem 
no SUS) zostavaque 
 
dor→ eritema→ vesícula (evolução de um dia pro 
outro) 
 
1: Zika: vermelhidão → DOR marcador clássico 
articulação e edema (hiperemia conjuntival 90% dos 
casos e exantema no começo do quadro. 
2: dengue: dor retroorbitária, febre alta, depois que 
desaparece→ exantema, final da doença. 
 febre alta e dor muscular e retro orbitaria 
3: chikungunya: dores articulares mais intensa 
 
AINE: risco de agravamento para hemorragia 
período de chuvas (outubro-abril: pode pegar zyka e 
dps dengue- risco) 
 Daniela Santos Rocha 
Usar analgésico: paracetamol 500mg de 6 em 6 hrs 
Antidepressivo Triciclo e IRSN 
 
hiperemia leve da conjuntiva, forte dor articular 
 
exantema e hiperemia conjuntival no início do caso 
 
 
 
 
 
sorologia: A partir 6º dia de início dos sintomas 
antígeno da dengue NS1: até o 40 dia de sintomas 
 
antibiótico, anticonvulsivante: farmacodermia 
 
DRESS: exantema, linfadenopatia, hepatite 
SÍNDROME DE STEVENS JHONSON: FEBRE, 
exantema→ bolha, enantema fraqueza e eosinofilia 
NET: diferença extensão maior que a Stevens Jhonson 
 
 Daniela Santos Rocha 
 
endocardite: infecção valvar cardíaca – propensa a 
formar reação inflamatória e liberar microtrombos na 
corrente sanguínea (nódulo de osler)

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