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O texto começa abordando a conceito de intervenção que é definida pelo dicionário com “mediação” e o verbo “intervir” como “colocar-se no meio”. E em um sentido mais específico, trata-se da interferência de um profissional (educador ou terapeuta) sobre o processo de desenvolvimento e/ou aprendizagem do indivíduo. Depois aborda a visão de quatro autores acerca do tratamento psicopedagógico. Vinh-Bang (1990) A intervenção pode se dar em três níveis: no individual do aluno (para preencher lacunas e corrigir atrasos), no coletivo (para dar conta de elementos que foram negligenciados em um conjunto de alunos), e na escola (para reduzir a desadaptação escolar); A percepção dos erros é o primeiro passo, sendo a primeira etapa na análise do erro o estudo de sua natureza (erros individuais ou coletivos), e a segunda a análise do seu conteúdo (erros específicos a um conteúdo ou comuns a um conjunto de conteúdos). Paín (1985): No que diz respeito ao tratamento psicopedagógico, é: 1. Sintomático (significa que está centrado no fato de a criança não poder integrar os objetos de conhecimento); 2. Situacional (refere-se ao fato de estar baseado quase que exclusivamente naquilo que ocorre na sessão, mas a ênfase não é na transferência). 3. Operativo (diz respeito ao fato de que a relação é feita em torno de uma tarefa prática e concreta). Fernández (1987): Intervenção Apresenta como estratégia diagnóstica o uso do jogo numa atividade que denomina hora do jogo psicopedagógico (o espaço para jogar reflete o espaço para aprender da criança); Macedo (1992): Diagnóstico Sugere o uso de jogos de regras com um propósito psicopedagógico, pois estes permitem ao sujeito considerar suas ações e operações e rever seus procedimentos, sobretudo aqueles que levar a erros; A análise do jogar permite investigar os erros das crianças e torná-los observáveis;