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LICENCIATURA EM FÍSICA
PRATICA COMO COMPONENTE CURRÍCULAR (PCC)-FÍSICA
4º SEMESTRE
Técnicas de medições
Fernando Guadanhin Pereira do Carmo RA:0524694 UNIP 
ASSIS-SP
1. INTRODUÇÃO 
 A experimentação é uma atividade que potencializa o ensino e aprendizagem de Ciências, e estimula o interesse dos alunos em sala de aula. 
Acredito que a experimentação, além de lúdica, oportuniza a aproximação do professor com o aluno, onde os dois são agentes ativos no processo de ensinar e de aprender. De acordo com Rosito (2008), a experimentação é eficaz para o ensino de Ciências por permitir que as atividades práticas integrem professor e alunos, proporcionando um planejamento conjunto e o uso de técnicas de ensino, podendo levar a uma melhor compreensão dos processos das Ciências.
A função do ensino experimental está relacionada com a consciência da necessidade de adoção, pelo professor, de uma postura diferenciada sobre como ensinar e aprender ciências. A postura do professor deve basear-se, segundo Hodson (1994), na intenção de auxiliar os alunos na exploração, desenvolvimento e modificação de sua‘concepções ingênuas’ acerca de determinado fenômeno para concepções científicas, sem desprezá-las.
Deste modo, as aulas práticas podem ajudar no desenvolvimento de conceitos científicos, além de permitir que os estudantes aprendam como abordar objetivamente o seu mundo e solucionar problemas complexos (LUNETTA, 1991).
A experimentação prioriza o contato dos alunos com os fenômenos Físicos possibilitando ao aluno a criação dos modelos que tenham sentidos para eles a partir de suas próprias observações (GIORDAN, 1999).
Além de ajudar a promover a reflexão pelos alunos (Azevedo, 2009), Gaspar 
(2009) destaca que a atividade experimental tem vantagens sobre a teórica, porém ambas devem caminhar juntas, pois uma é o complemento da outra. O autor enfatiza que o experimento sozinho não é capaz de desencadear uma 
relação com o conhecimento científico, e sim a junção da teoria com a prática. O autor ainda ressalta as vantagens das aulas práticas, demonstrativas ou 
experimentais
2. OBJTIVO
O objetivo deste experimento é determinar quais fatores influenciam na pressão atmosférica e no escoamento da água, nas situações com a garrafa tampada e destampada, respectivamente.
3 EXPERIMENTO EM SALA DE AULA 
O experimento ocorrera no período de uma aula (45-50 minutos)
3.1 MATERIAIS NECESSÁRIOS 
· Garrafa pet de 2 litros 
· Compasso 
· Isqueiro
3.2 METODOLOGIA
Para realização deste experimento será necessário encher três quartos de água na garrafa pet e posteriormente posiciona lá em uma superfície plana e perfurar a lateral da garrafa com auxilio do compasso aquecidas pela chama do isqueiro.
Durante o experimento os alunos verificarão que quando a garrafa esta destampada à água escoa através do orifício lateral e quando é tampada interrompe o escoamento.
4 CONCLUSÃO 
Logo os alunos compreenderam que quando a garrafa esta tampada a força proveniente da pressão atmosférica, que atua de fora para dentro da garrafa, pelos orifícios da imagem, impedem que a água saia.
Quando a garrafa esta destampada a força proveniente da pressão atmosférica, que atua de fora para dentro da garra, agora pode atuar tanto nos orifícios quanto na abertura de cima da garrafa. Como a força do furo de cima é maior, a água é ejetada pelos orifícios, devido à coluna de água.
 5 REFERENCIAS 
AZEVEDO, Maria Cristina P. Stella de. Ensino por investigação: problematizando as atividades em sala de aula. In: CARVALHO, Anna Maria Pessoa de (Org.). Ensino de ciências: unindo a pesquisa e a prática. São Paulo: Cengage Learning, 2009.
ROSITO, Berenice Alvares. O ensino de ciências e a experimentação. In: MORAES, Roque (ORG.) Construtivismo e ensino de ciências: reflexões epistemológicas e metodológicas. 3 ed. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2008, p. 195-208.
HODSON, D. Hacia um enfoque más crítico del trabajo de laboratório. Enseñanza delas Ciencias, v.12, n. 13, p.299-313, 1994.
LUNETTA, V. N. Atividades práticas no ensino da Ciência. Revista Portuguesa de Educação, v. 2, n. 1, p. 81-90, 1991.
GIORDAN, M. O papel da experimentação no ensino de ciências. Química Nova na Escola, n. 10,p. 43-49, 1999.
GASPAR, Alberto. Experiências de Ciências para o Ensino Fundamental. São 
Paulo: Ática, 2009.

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